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segunda-feira, 4 de novembro de 2024

Como fazer com que o Trabalho Híbrido não se torne um problema para as empresas

 

O trabalho em modelo híbrido, que mescla o home office e o trabalho presencial, teve uma grande procura quando foi regulamentado, entretanto, com o tempo muitos problemas já estão sendo observados em relação a esse modelo o que faz com que muitas empresas já estejam desistindo desse benefício ou reformulando o modelo. Mas, na maioria das vezes isso ocorre por falta de entendimento amplo da empresa sobre o tema, para potencializar tudo que ele traz de positivos.

Embora esse modelo ofereça benefícios, também apresenta algumas dificuldades, como a dificuldade de mensurar a produtividade dos colaboradores. É importante ressaltar que existem regras e regulamentações que orientam esse tipo de trabalho, especialmente no contexto do teletrabalho, permitindo inclusive a contratação por produção sem controle de jornada. Isso possibilita que as empresas se adaptem ao modelo híbrido, mas ainda é necessário tomar precauções.
 

A regulamentação estabelecida para esse novo momento das regras trabalhistas estipula que a presença do trabalhador no local de trabalho para tarefas específicas não descaracteriza o teletrabalho, desde que esse seja o regime adotado no contrato. Em outras palavras, as empresas têm a liberdade de estabelecer o modelo híbrido. 

"Muitas empresas já estavam adotando esse modelo antes mesmo da pandemia, mas a crise potencializou com certeza o modelo. É um avanço importante para as empresas, que agora possuem uma ferramenta adicional para reter seus funcionários com benefícios e segurança", observa Mourival Boaventura Ribeiro, sócio da Boaventura Ribeiro Advogados.

Anteriormente, não havia uma possibilidade explícita de combinar o esquema remoto com o trabalho presencial, e os contratos deveriam se enquadrar em um modelo ou outro. Contudo, a legislação mudou e trouxe uma séria de avanços. Veja alguns pontos: 

  • Modelo híbrido: é permitido o home office e o trabalho presencial, sem predominância, inclusive de forma alternada.
  • Presença no ambiente de trabalho: quando necessária para tarefas específicas, não descaracteriza o home office.
  • Modalidades de contratação: por jornada, com controle das horas trabalhadas, permitindo o pagamento de horas extras; ou por produção ou tarefa, sem controle de jornada.
  • Contrato de trabalho: pode dispor sobre horários e meios de comunicação entre empregado e empregador, garantindo os repousos legais.
  • Prestação de serviço: é admitida a realização de serviços em local diferente daquele previsto no contrato, sendo que, como regra geral, as despesas para o retorno ao trabalho presencial são de responsabilidade do empregado.
  • Tecnologia e infraestrutura: o uso de equipamentos para o home office fora da jornada não é considerado tempo à disposição do empregador, a menos que esteja previsto em contrato ou instrumento coletivo.
  • Prioridade: é dada aos trabalhadores com deficiência ou filhos de até quatro anos completos.
  • Aplicação: além dos empregados regidos pela CLT, é permitido também para aprendizes e estagiários.
  • Base territorial: as normas são aplicadas de acordo com o estabelecimento onde o empregado está lotado.
  • Home office no exterior: quando um trabalhador é contratado no Brasil, a legislação brasileira é aplicada, observando também a legislação do país onde ocorre o trabalho no exterior e as disposições contratuais. 

Apesar das vantagens mencionadas, nem tudo são flores quando se trata do modelo híbrido. As empresas precisam estar atentas a alguns cuidados. Tatiana Gonçalves, da Moema Medicina do Trabalho, destaca a importância de que as empresas se protejam, tanto no modelo híbrido quanto no home office, especialmente em relação à medicina do trabalho. "Os laudos NR 17 (ergonomia) e PPRA são extremamente importantes para garantir que o colaborador trabalhe com segurança, reduzindo o risco de acidentes de trabalho ou doenças ocupacionais". 

Outro aspecto relevante é que as empresas que optarem pelo modelo híbrido ou home office devem deixar isso claro na documentação. É importante mencionar expressamente a modalidade de home office no contrato individual de trabalho, especificando as atividades que serão realizadas pelo empregado. Nesse caso, é possível elaborar um termo aditivo ao contrato de trabalho, por exemplo. 

“Geralmente, a questão do modelo de trabalho é negociada entre a empresa e o colaborador, e os colaboradores em home office possuem os mesmos direitos dos que trabalham nas instalações da empresa (exceto vale transporte), estando sujeitos a carga horária e subordinação”, avalia Mourival Ribeiro. 

Outro ponto importante a considerar é que a empresa não é obrigada a arcar com os custos de água, luz, telefone e internet, nem com a estrutura física (mesa, cadeira, computador) durante o período em que o colaborador trabalha em casa. A legislação permite a negociação dessas despesas, levando em conta a dificuldade de mensuração dos custos, uma vez que parte deles também é de responsabilidade do colaborador. No entanto, é fundamental que todos os acordos sejam especificados no contrato de trabalho.

Em suma, o modelo híbrido de trabalho tem ganhado espaço nas empresas, oferecendo flexibilidade e adaptabilidade. No entanto, é importante que as empresas estejam cientes das regras e regulamentações envolvidas, além de tomar as devidas precauções para garantir a segurança e a saúde dos colaboradores, assim como estabelecer acordos claros em relação aos custos e responsabilidades. Com um planejamento cuidadoso e a comunicação efetiva entre empregadores e empregados, o modelo híbrido pode trazer benefícios tanto para as empresas quanto para os colaboradores. 


Equilíbrio emocional e ambiente saudável refletem em maior produtividade

 Trabalhadores brasileiros possuem altas taxas de afastamento por transtornos mentais e o autocuidado priorizado pode mudar o cenário


Considerando as pressões do mercado de trabalho, manter o equilíbrio emocional tornou-se uma habilidade essencial para profissionais de todos os setores. Essa competência, muitas vezes negligenciada, tem impacto direto na saúde mental e no desempenho profissional. O autoconhecimento e o autocontrole ajudam o colaborador a lidar com exigências e prazos apertados, mas também promovem um ambiente mais harmonioso e produtivo. 

Estudos recentes demonstram que a inteligência emocional pode ser um fator determinante para evitar o estresse crônico e o esgotamento mental, conhecidos como Síndrome de Burnout, condição que já afeta milhões de trabalhadores globalmente. Ao mesmo tempo, promover um ambiente corporativo saudável é fundamental. 

Segundo dados da Previdência Social, cerca de 30% dos afastamentos do trabalho no Brasil são causados por transtornos mentais, como depressão e ansiedade. Profissionais que desenvolvem habilidades para gerir suas emoções, em geral, conseguem evitar doenças e construir relações saudáveis. Se o ambiente não é tóxico, ao dominar técnicas de controle emocional, o profissional se torna mais resiliente, menos propenso a reações impulsivas e mais focado em soluções. 

De acordo com  Bia Nóbrega, especialista em Desenvolvimento Humano e Organizacional com quase 30 anos de experiência e embaixadora da orienteme, plataforma que oferece soluções integradas para promover a saúde, bem-estar e produtividade, a inteligência emocional é a habilidade de entender as próprias emoções e trabalhá-las de forma a construir relações mais harmônicas. “Essa prática é fundamental para enfrentar o estresse diário e alcançar um sucesso genuíno, que respeita nossos limites e nos aproxima de uma vida equilibrada," comenta.


Práticas que auxiliam a saúde mental

Além da inteligência emocional, práticas que promovem o autoconhecimento são extremamente eficazes no desenvolvimento do equilíbrio emocional. Nesse sentido, terapias e atividades de mindfulness (atenção plena) são ferramentas amplamente utilizadas para melhorar a gestão das emoções. As práticas auxiliam o indivíduo a focar no momento presente, evitando que pensamentos negativos e estressores externos interfiram na produtividade. “A prática de mindfulness, por exemplo, ajuda os profissionais a observarem suas próprias emoções e reações, desenvolvendo a capacidade de agir de forma mais controlada e menos reativa”, pontua.

Outro ponto importante para alcançar o equilíbrio emocional é incentivar a empatia no ambiente de trabalho. Ela envolve a capacidade de se colocar no lugar do outro considerando seu contexto e compreender as reais necessidades e dificuldades a partir de outro ponto de vista, sem julgamentos. Profissionais empáticos tendem a lidar melhor com conflitos e a construir relações mais saudáveis e colaborativas. 

“Em um ambiente empático, tanto gestores quanto equipes se sentem mais à vontade para compartilhar suas preocupações e desafios, contribuindo para um clima organizacional positivo”, completa a especialista. O autocuidado também é um aspecto indispensável do equilíbrio emocional. Manter uma rotina de cuidados físicos, como prática regular de exercícios e uma alimentação balanceada, pode refletir diretamente no bem-estar, já que essas práticas liberam substâncias como endorfina e serotonina, promovendo relaxamento. 

As empresas têm, também, um papel essencial na promoção da saúde mental e dos seus colaboradores. Investir em programas, oferecer treinamentos em inteligência emocional e proporcionar pausas e ambientes de descompressão são algumas das iniciativas que promovem uma cultura de cuidado e respeito às necessidades emocionais dos funcionários. Empresas que valorizam a saúde mental de suas equipes conseguem observar, na prática, uma série de benefícios, como a redução do turnover, a diminuição do absenteísmo e o aumento da produtividade. 




Bia Nóbrega -com mais de 25 anos de experiência como Executiva de Gente & Cultura e reconhecida como LinkedIn Top Leadership Voice, é uma especialista dedicada ao Desenvolvimento Humano e Organizacional. Sua trajetória profissional é marcada por liderar equipes em variados setores e empresas de diferentes tamanhos, além de conduzir projetos internacionais e enfrentar desafios complexos. A partir de 2019, Bia expandiu seu campo de atuação para incluir Experiência do Cliente, Excelência e Governança, utilizando Metodologias Ágeis para promover um crescimento sustentável. Atuando também como palestrante, mentora, conselheira, embaixadora de soluções inovadoras, escritora e professora, Bia tem impactado inúmeras empresas e indivíduos, fornecendo orientações valiosas em temas como Liderança, Governança e Desenvolvimento Pessoal, sempre enfatizando o potencial ilimitado do ser humano.
https://www.linkedin.com/in/beatrizcaranobrega
www.bianobrega.com.br


Especialista dá dicas para coordenar a comunicação entre equipes à distância, em diferentes regiões e países

Com o ambiente corporativo cada vez mais globalizado, coordenar a comunicação entre equipes em diferentes localidades, muitas vezes atravessando fronteiras e fusos horários, tornou-se um desafio para as lideranças. Gestores e profissionais precisam se adaptar às nuances culturais e linguísticas para garantir uma comunicação eficaz. A fonoaudióloga e especialista em inteligência da comunicação interpessoal, Juliana Algodoal, apresenta dicas práticas para fortalecer a comunicação e o diálogo em equipes interculturais no mundo do trabalho:

  1. Compreenda o contexto cultural: no ambiente de trabalho, cultura vai muito além de costumes ou tradições; ela impacta diretamente a forma como nos comunicamos e interagimos. Compreender o contexto cultural de um colega, seja ele de outra região ou de outro país, é essencial para evitar mal-entendidos. Lembre-se: o que é aceitável em uma cultura pode ser interpretado de forma completamente diferente em outra.
  2. Adapte o estilo de comunicação: por exemplo, no Brasil, gestos como abraços e sorrisos são comuns no ambiente corporativo e são considerados formas de simpatia. Entretanto, em outras culturas, esses gestos podem ser percebidos de maneira mais formal ou até mesmo invasiva. Entenda os costumes locais para adaptar seu estilo de comunicação e criar laços mais fortes com a equipe.
  3. Reconheça diferenças de hierarquia: em algumas culturas, como a brasileira, a hierarquia tem um papel relevante e conversas entre diferentes níveis organizacionais podem ser mais formais. Isso pode representar um desafio para gestores acostumados a estruturas menos hierarquizadas. Procure compreender o valor atribuído à hierarquia local e busque promover uma comunicação que incentive a abertura, de forma respeitosa.
  4. Valorize a diversidade: a comunicação intercultural exige um interesse genuíno pelas diferentes culturas que compõem a equipe. Gestores podem promover um ambiente que valorize a diversidade e incentive o aprendizado sobre as diferentes formas de comunicação, criando um espaço onde todos se sintam à vontade para expressar suas ideias
  5. Observe a linguagem corporal e o contexto emocional: o comportamento não-verbal e as emoções desempenham um papel fundamental na comunicação. Gestos, tom de voz, linguagem corporal e até mesmo o silêncio podem revelar muito sobre as intenções de um colega. Observar atentamente como a equipe se comporta em situações de conflito ou celebração pode ajudar a evitar mal-entendidos e fortalecer o relacionamento.
  6. Crie um espaço de diálogo e inclusão: a comunicação eficaz vai além de ajustar o vocabulário. Trata-se de construir um ambiente onde todos se sintam valorizados, respeitados, independentemente de suas diferenças culturais ou linguísticas. Gestores podem reforçar esse ambiente inclusivo, incentivando diálogos abertos, fazendo da diversidade um ponto forte e não uma barreira.

Em um mundo corporativo “sem fronteiras”, o sucesso na comunicação entre gestores e equipes multiculturais depende de um esforço contínuo para entender e respeitar essas diferenças. Com práticas intencionais e adaptativas, é possível transformar a diversidade cultural em uma vantagem estratégica, conectando equipes de todas as partes do mundo, conclui Juliana Algodoal.

  

Juliana Algodoal - Considerada uma das maiores especialistas em Comunicação Corporativa do país, Juliana Algodoal é PhD em Análise do Discurso em Situação de Trabalho – Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem e fundadora da empresa Linguagem Direta*. Acumula mais de 30 anos de experiência no desenvolvimento de projetos que buscam aprimorar a interlocução no ambiente empresarial - tendo como clientes grandes companhias, como BASF, Porto Seguro, Novartis, Pfizer, Aché, Itaú, Citibank, Unimed Nacional, Samsung, dentre outras. Também é presidente do conselho administrativo Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.


Detran-SP: licenciamento 2024 chega às placas de final 9 em novembro

Conduzir veículo não licenciado é uma das maiores causas de multa no estado. Fique ligado no calendário 

 

Veículos com placas de final 9 devem ter seu licenciamento realizado agora em novembro. O calendário se encerra em dezembro, com as placas terminadas em 0 (zero). O cronograma, definido pela Portaria nº 17/2023, estipula prazo diferente para os veículos de carga (caminhão e trator), de setembro a dezembro. Confira o calendário completo do licenciamento 2024 abaixo. 


A condução de veículo não licenciado tem sido a segunda maior causa de multa de trânsito neste ano no estado, segundo dados do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), órgão vinculado à Secretaria de Gestão e Governo Digital (SGGD). A infração, considerada gravíssima, é punida com multa de R$ 293,47, sete pontos na CNH e remoção do veículo a pátio, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB). Para recuperar o veículo, o proprietário deverá pagar todas as dívidas pendentes, assim como o valor da remoção e estadia no pátio. Em 2023, mais de 125 mil veículos foram recolhidos por falta de licenciamento no estado.

 

Como fazer o licenciamento

Para realizar o licenciamento, o responsável pelo veículo deve informar o número do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam) e pagar a taxa em um dos bancos conveniados (Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, Itaú, Safra e Santander), via internet banking, aplicativo ou caixa eletrônico. 

 

Após o pagamento, o condutor deve baixar ou imprimir em papel sulfite comum o documento digital atualizado pelo portal do Detran-SP (detran.sp.gov.br), do Poupatempo (poupatempo.sp.gov.br) ou da Senatran (portalservicos.senatran.serpro.gov.br), ou pelos aplicativos Detran-SP, Poupatempo Digital e Carteira Digital de Trânsito (CDT). O documento pode ser salvo no celular do motorista ou guardado em formato de papel.

 

Vale ressaltar que, se o veículo tiver pendência, como IPVA não pago, multas e outras questões, o licenciamento não será concluído, mesmo que haja o pagamento da taxa, resultando no bloqueio do documento atualizado.

 

Calendário de licenciamento 2024

 

Veículos de passageiros, ônibus, reboque e semirreboque

Final 1 e 2, mês de julho

Final 3 e 4, mês de agosto

Final 5 e 6, mês de setembro

Final 7 e 8, mês de outubro

Final 9, mês de novembro

Final 0, mês de dezembro

 

Veículos registrados como caminhão e trator

Final 1 e 2, mês de setembro

Final 3, 4 e 5, mês de outubro

Final 6, 7 e 8, mês de novembro

Final 9 e 0, mês de dezembro

 

Viagem de negócios: 5 dicas para criar uma estratégia de sucesso antes de embarcar

Um bom planejamento e domínio sobre todos os temas da sua empresa pode fazer a diferença na hora de fechar um contrato


Viajar em busca de novas oportunidades e parcerias para o negócio é o sonho de muitos empreendedores. Seja para um congresso, uma reunião ou uma visita no país de interesse, estar no local, no horário e com as pessoas certas pode ser a virada de chave para a expansão que sua empresa necessita.

Especializado em comércio exterior, Marco Lisboa é CEO e fundador da 3, 2, 1 GO!, uma rede de franquias focada em oferecer experiências de viagem completas para turistas ou para quem busca fazer estudo de viabilidade de seus negócios fora do país. “Esse tipo de viagem oferece a oportunidade de expandir mercados, encontrar novos clientes ou fornecedores e estabelecer parcerias estratégicas para sua marca. Isso pode resultar em novos contratos, novas ideias ou colaborações que impulsionam o crescimento da sua empresa”, diz.

Antes de embarcar nessa missão, Marco explica que é preciso criar uma estratégia de sucesso antes de chegar no seu destino. Confira cinco dicas:

  1. Defina seus objetivos
    É preciso ter alinhado o propósito da viagem e os resultados que deseja alcançar, como por exemplo: metas como fechar um contrato, fortalecer parcerias ou expandir contatos. Definir objetivos claros vai ajudar a orientar suas interações e medir o sucesso dessa iniciativa.
  2. Pesquise a empresa 
    Conhecer bem a empresa com a qual você terá reuniões é tão importante quanto estudar a cultura local, especialmente se a viagem for internacional. “Isso vai desde normas de etiqueta nos negócios, a hábitos locais, costumes e aspectos culturais. Estando inteirado, você pode impressionar positivamente as pessoas”, disse o CEO e fundador da 3, 2, 1 GO!.
  3. Organize seu roteiro
    Antes de chegar ao seu destino, prepare um cronograma detalhado com todas as reuniões, eventos e deslocamentos. Para quem não sabe por onde começar, existem empresas e consultores de viagens que fazem todo esse levantamento para os empreendedores.
  4. Prepare-se para as reuniões
    É importante criar uma agenda para cada reunião, incluindo pontos-chave que precisam ser discutidos e decisões que devem ser tomadas. Levar materiais de apoio, como apresentações ou relatórios, e dominar todos os detalhes mais importantes sobre seu negócio, passa segurança para quem está do outro lado da mesa. É essencial que você esteja pronto para responder todas as perguntas e tirar dúvidas sobre sua empresa.
  5. Networking
    Expandir sua rede de contatos talvez seja uma das melhores razões para fazer uma viagem de negócios. Pesquise eventos diferentes, como conferências ou jantares com empresários, e vá preparado para conversas casuais, que podem gerar oportunidades futuras.

 

3,2,1 GO!



Contratar profissionais dos concorrentes: vale a pena?

Contratar profissionais do concorrente é uma prática bastante comum do mercado, motivado, muitas vezes, por captar alguém com menor curva adaptativa, conhecimento do mercado e ampla experiencia no setor. Essa é uma estratégia que possui seu ônus e bônus e, antes de tomar essa decisão, as empresas precisam ter claro em mente as regras deste jogo para que saibam como disputá-lo com maior chance de vitória.

Um processo de recrutamento assertivo é uma tarefa extremamente delicada e importante para alavancar o desempenho corporativo. Isso porque, além de prejuízos financeiros, de tempo e de energia, uma contratação errada pode ocasionar em uma queda na produtividade na equipe, motivação do time e, até mesmo, uma eventual desestruturação. Em uma pesquisa divulgada pelo jornal Valor Econômico, 41% das empresas chegaram a errar na contratação de executivos em 2022, o que evidencia uma dor constante do mercado.

Dentre as possíveis soluções que são enxergadas nesse cenário, recrutar um colaborador do concorrente costuma entrar bastante em pauta nas mais diversas funções, mas com um olhar ainda mais forte em posições comerciais. Isso porque, por já ter amplo conhecimento no setor e, especificamente, de outro player que atua no mesmo segmento, sua curva de aprendizado e adaptação tende a ser menor do que é visto em profissionais sem background nesse sentido.

Esse é o tipo de perfil plug and play, o qual possuirá o know how necessário em termos de produto, clientes e concorrência para facilitar sua chegada ao novo ambiente corporativo – sem falar da falta que este talento pode fazer na outra empresa, principalmente, se tiver ocupado uma cadeira estratégia nas operações. Mas, toda moeda tem seus dois lados.

Do ponto de vista negativo, um profissional vindo do concorrente pode ter uma mente “viciada” no sentido prático de seu trabalho, o que dificilmente acontece com alguém de fora deste universo, que terá uma visão mais fresca do negócio e uma maior capacidade de oxigenar e trazer ideias criativas e disruptivas que possam elevar a conquista dos resultados esperados.

O que é melhor, então, em termos de contratação? A resposta acaba sendo subjetiva. Se a sua empresa deseja adotar ações similares aos de seus concorrentes e implementar estratégias de crescimento em tempo mais veloz, então, talvez, o ideal seja trazer este talento do oponente. Porém, se o foco está em inovar e buscar medidas diferentes que possam viabilizar tal destaque, optar por um profissional fora deste campo terá grandes chances de atingir essa meta.

Não que um seja melhor do que o outro, tudo depende dos objetivos de cada negócio, suas dores, capacidades e ambições. Por isso, é importante testar os dois cenários, identificando qual possui mais sinergia com essas demandas.

Neste caso do concorrente, é fato que sua chegada pode contribuir com um maior acesso às melhores práticas do mercado atuado, assim como ao aperfeiçoamento dos processos levando em consideração essa atuação das outras empresas do setor, e a adoção de ferramentas assertivas nesse sentido. Mas, para tudo isso, certos cuidados devem ser tomados.

A liderança precisa desempenhar um papel muito ativo nessa curva de adaptação do talento, demonstrando clareza sobre o que é esperado dele em sua nova função e o problema a ser endereçado, para que consiga modelar seu trabalho a favor desta execução. Essa é uma opção que, certamente, poderá contribuir muito para o destaque competitivo da sua empresa, mas, se ainda não tem certeza de é o melhor caminho a seguir, comece se questionando por que está cogitando esse tipo de contratação. A resposta para sua dúvida certamente virá. 



Jordano Rischter - headhunter e sócio da Wide Works, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.

Wide
https://wide.works/

10 atrativos históricos que você precisa conhecer no Litoral Norte de São Paulo

 

Divulgação
Circuito Litoral Norte 
Forte de São João

O Litoral Norte de São Paulo, famoso por suas belas praias e paisagens exuberantes, guarda também um rico patrimônio histórico e cultural que convida os visitantes a uma viagem no tempo. As cidades de Bertioga, Caraguatatuba, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba, além de oferecerem contato com a natureza exuberante da Mata Atlântica, proporcionam uma imersão na história do Brasil, desde os vestígios da ocupação indígena até construções que marcaram o período colonial e a formação dos municípios.

Sambaquis, sítios arqueológicos, fortes, igrejas e casarões coloniais são alguns dos atrativos que compõem o destino, revelando a diversidade e a riqueza do passado da região. 

Reconhecendo a importância de diversificar a oferta turística, o Circuito Litoral Norte de São Paulo, consórcio turístico formado por esses cinco municípios, vem promovendo roteiros que vão além do tradicional sol e praia, buscando explorar todo o potencial da região e atrair diferentes perfis de visitantes.

E, pensando nisso, listou abaixo 10 atrativos imperdíveis para quem quer conhecer mais sobre a cultura e história dessa região paulista. São opções para todos os tipos de turistas e que podem ser conferidas em qualquer época do ano, entre um mergulho e outro, entre um passeio de barco e uma trilha até um mirante. Descubra:

Bertioga oferece aos visitantes a oportunidade de explorar marcos históricos importantes do Brasil. O Forte de São João, que foi construído em palhiçada em 1532, queimado nas lutas com os indígenas, e reconstruído em alvenaria em 1547, é considerado a fortificação mais antiga do país e abriga um acervo com peças da época da colonização portuguesa e da cultura indígena. Tombado pelo IPHAN e candidato a Patrimônio Histórico Mundial pela UNESCO, o lugar proporciona uma imersão na história por meio de seus espaços e exposições.

Outro ponto de interesse é a Vila de Itatinga, fundada em 1910. Com arquitetura de influência inglesa, a vila abriga a primeira usina hidrelétrica do Brasil, que ainda hoje fornece energia ao Porto de Santos. Reaberta à visitação em 2024, após 12 anos fechada, a Vila proporciona um contato com o passado através de suas edificações históricas, como a igreja de Nossa Senhora da Conceição e o campo do Itatinga Atlético Clube. O acesso ao atrativo se dá por barco e bondinho, em um trajeto que inclui a beleza natural da Serra do Mar.

“Promover e fomentar o turismo histórico-cultural é essencial para Bertioga e também para toda a região, pois, além de preservar este rico patrimônio para as futuras gerações, gera desenvolvimento econômico e social para os municípios. Através da visitação a estes locais, promovemos a criação de empregos, o desenvolvimento de serviços e produtos turísticos, e incentivamos a pesquisa e a educação patrimonial. Acreditamos que o turismo histórico-cultural é um motor de transformação capaz de impulsionar o crescimento sustentável e fortalecer a identidade cultural do Litoral Norte de São Paulo", afirma o secretário de Turismo e Cultura de Bertioga, Ney Carlos da Rocha.

Em Caraguatatuba, os visitantes podem explorar o Centro Histórico, rico em construções que marcaram diferentes épocas, como o Santuário Diocesano de Santo Antônio de Caraguatatuba, com origens que remontam ao século XVII, e é um exemplo da arquitetura religiosa da cidade e integra a rota turística Passos dos Jesuítas – Anchieta.

E também o Chafariz da Praça Dr. Cândido Motta, construído em 1919. Tombado como patrimônio histórico municipal, o lugar representa um marco importante na história do saneamento básico da cidade, sendo o primeiro ponto a oferecer água encanada à população.

“O Turismo cultural é de extrema importância para todas as cidades da região, que são cidades antigas. Aqui em Caraguatatuba, além dos atrativos do centro histórico, temos também espaços culturais importantes, como o Museu Caiçara, que tem várias atrações durante todo o ano e o Teatro Mario Covas, considerado um dos melhores do estado de São Paulo, já tendo recebido eventos e artistas renomados”, comenta o secretário de Turismo de Caraguatatuba, Rodrigo Tavano.

Ilhabela preserva importantes marcos históricos, como a Fazenda Engenho D’Água, construída entre o final do século XVIII e início do XIX. Tombada pelo IPHAN, a fazenda abriga o Museu Afro de Ilhabela, inaugurado em maio de 2024. O museu apresenta um panorama da história e cultura afro-brasileira, com foco na contribuição dos afrodescendentes em Ilhabela e no Brasil, desde o período da escravidão até os dias atuais.

Outro local de interesse histórico é o Museu dos Naufrágios, situado no prédio da antiga Cadeia e Fórum, também tombado como patrimônio histórico. O espaço exibe peças recuperadas de naufrágios, com destaque para o Príncipe de Astúrias, além de painéis informativos e maquetes que retratam a história da navegação na região.

“A história de Ilhabela é riquíssima, a própria formação do povo caiçara inclui os colonizadores europeus, negros e indígenas. Do período colonial, herdamos traços na arquitetura, histórias de piratas e tesouros. Temos ainda os naufrágios, a grande maioria ocorridos nos séculos XVIII e XIX. Tudo isso proporciona aos turistas não só o privilégio de aproveitar nossas belas praias, mas também a oportunidade de estar em contato com a natureza e fazer uma imersão na cultura de Ilhabela. Uma verdadeira experiência de viagem no tempo!”, diz o secretário de Desenvolvimento Econômico e do Turismo de Ilhabela, Harry Finger.

São Sebastião, por sua vez, preserva construções históricas que remontam ao passado colonial brasileiro. No Centro Histórico, destaca-se a Igreja Matriz, que teve sua primeira construção finalizada no século XVII, porém no século XIX passou por grande reformulação, que deu a ela as características atuais. Construída em pedra e cal, possui estilo arquitetônico comum do Brasil colonial.

Outro importante ponto de interesse histórico em São Sebastião é o Sítio Arqueológico de São Francisco. Localizado em meio à Mata Atlântica, o sítio abriga ruínas e vestígios de ocupações que datam de cerca de 200 anos, proporcionando aos visitantes uma imersão na história da região.

“A Prefeitura de São Sebastião segue fortalecendo o turismo cultural e histórico, principalmente quando marca presença nas feiras nacionais e internacionais de turismo, ao divulgar o destino e suas belezas. Temos diversos atrativos na cidade que envolvem a cultura caiçara e que impressionam os visitantes como a Reserva Indígena Rio Silveira, o Centro Histórico de São Sebastião, os casarões coloniais (séc. XVII a XX), os Museus da Enseada e do Bairro São Francisco, o espaço cultural Casa Severino Ferraz, o Sítio Arqueológico de São Francisco, entre outros espaços que enaltecem a cultura e a história sebastianense, preservando a rica herança cultural que carregamos”, reforça a secretária de Turismo de São Sebastião, Adriana Augusto Balbo.

Atenta a preservar edificações históricas que representam o passado da cidade e da região, Ubatuba conta com diversos monumentos histórico-culturais abertos à visitação. O Casarão do Porto, construído em 1846 por Manoel Baltazar da Cunha Fortes, é um exemplo da arquitetura do período colonial e hoje abriga exposições e atividades culturais. Tombado como patrimônio histórico municipal, o casarão é um importante ponto de visitação para quem deseja conhecer mais sobre a história local.

Outro atrativo que se destaca é a Igreja Matriz de Ubatuba, datada do século XVIII. Dedicada a Nossa Senhora da Conceição, a igreja também é um patrimônio tombado pelo município e representa um importante marco histórico e religioso para a comunidade local.

"Ubatuba é realmente um destino especial, com uma riqueza tanto natural quanto cultural. Suas mais de 100 praias, e o fato de ter cerca de 80% de Mata Atlântica preservada, fazem da cidade um refúgio para os amantes da natureza. Além disso, os monumentos históricos, como a Igreja Matriz e o Casarão do Porto, ajudam a contar a história local. As comunidades tradicionais, como as caiçaras, indígenas e quilombolas, também preservam costumes, danças, músicas e artesanatos típicos, mantendo vivas as manifestações culturais que tornam Ubatuba única", acrescenta o secretário de Turismo de Ubatuba, Bruno Nunes Miguel de Oliveira.

Para conhecer essas e todas as outras experiências do Litoral Norte de São Paulo, acesse: https://circuitolitoralnorte.tur.br/experiencias.

E para saber encontrar os principais fornecedores do trade turístico regional, visite o Guia Geral do Circuito Litoral Norte: https://circuitolitoralnorte.tur.br/guiageral


BOLETIM DAS RODOVIAS

 

Semana começa com tráfego carregado nas rodovias concedidas

 A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na manhã desta segunda-feira (4). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - Na rodovia Anchieta (SP-150), sentido capital, há congestionamento do km 22 ao km 16 e lentidão do km 12 ao km 10. No sentido litoral, o tráfego é normal. Na Rodovia dos Imigrantes (SP-160), o tráfego é congestionado no sentido capital do km 24 ao km 16, sentido litoral o tráfego é normal. 

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330), sentido capital, registra lentidão do km 15 ao km 11+360, do km 115 ao km 104, do km 62 ao km 60 e entre o km 24 ao km 21 e do km 38 ao km 36, sentido interior o tráfego é lento do km 59 ao km 61. Na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), sentido capital, o tráfego está congestionado do km 21 ao km 13+360 e lento do km 53 ao km 50, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270), sentido capital, apresenta congestionamento do km 37 ao km 34 e lentidão do km 93 ao km 32, sentido interior o tráfego é normal. Já a Rodovia Castello Branco (SP-280), sentido capital, registra lentidão do km 35 ao 24, do km 18 ao km 13+700 nas pistas expressa e marginal. No sentido interior a lentidão segue do km 23 ao km 24 na marginal e do km 21 ao km 24 na expressa.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

O corredor apresenta lentidão do km 24 ao km 14 no sentido capital, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


domingo, 3 de novembro de 2024

Shopping Frei Caneca tem nova praça de alimentação para pets

Divulgação
Espaço fica localizado no Piso 2 e é exclusivo para os tutores fazerem as refeições com seus melhores amigos


Para que o passeio seja ainda mais divertido e confortável para os amigos de quatro patas, o Shopping Frei Caneca acaba de inaugurar a praça de alimentação pet, que além de toda segurança, também traz comodidade aos tutores e toda família. 

Além de mesas com ponto para refeição, o local exclusivo oferece suporte para o tutor colocar água e ração para o seu pet e suporte de papel para que a visita atenda as necessidades. No espaço, durante a estadia no empreendimento, os animais devem ser conduzidos com coleira e guia curta e o uso da escada rolante deve ser feito com o pet no colo para maior segurança. 

Outra iniciativa do Shopping Frei Caneca para o público pet friendly é a parceria com a ONG ECOPatas, que arrecada lacres de alumínio e tampas de garrafas para direcionar à castração de cães e gatos abandonados e atendidos pela organização. O ponto de coleta também fica localizado no Piso 2 e disponível diariamente para quem deseja doar os itens. É importante lembrar que a ONG precisa de, em média, 70 kg de tampas para realizar 1 castração, ou 40 kg de lacres para o mesmo fim.

“Como shopping pet friendly buscamos sempre oferecer serviços de qualidade, seguros e confortáveis para todos. Estamos muito felizes em inaugurar a Praça Pet ainda mais pertinho da praça da alimentação, sendo ainda mais acessível para os tutores”, comenta a coordenadora de marketing do shopping, Eliane Oliveira. 

A Praça Pet está localizada no Piso 2 do centro de compras, próxima a loja Camicado e funciona de segunda a sábado, das 10h às 22h, e aos domingos e feriados, das 14h às 20h. O serviço é gratuito aos clientes.

 


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Cuidando da saúde do amigo de quatro patas


Dra. Clarisse Teixeira, veterinária oncologista do
Hospital Veterinário Taquaral
 Crédito: Matheus Campos

Campanha se expande para o mundo animal e alerta para a importância da prevenção e diagnóstico precoce do câncer

O Novembro Azul, tradicionalmente dedicado à saúde do homem, também se estende aos nossos queridos companheiros de quatro patas. A campanha Novembro Azul Pet, abraçada por clínicas veterinárias como o Hospital Veterinário Taquaral, em Campinas, busca conscientizar os tutores sobre a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer em cães e gatos machos, como o de próstata, tumores testiculares, tumores de bolsa escrotal e a hiperplasia prostática benigna.

 
De acordo com a Dra. Clarisse Teixeira, veterinária oncologista do Hospital Veterinário Taquaral, a incidência de câncer prostático em cães é baixa. Chega, em média, a 1% das neoplasias, e em gatos, é bem rara. No entanto, quando diagnosticada precocemente, apresenta fator prognóstico favorável. Ela explica que condições como idade, genética, histórico familiar e estilo de vida podem influenciar no desenvolvimento da doença.

Dra. Clarisse Teixeira: “é mito acreditar que só
animais idosos desenvolvem câncer”
Crédito: Matheus Campos

 Clarisse Teixeira durante consulta com cão Crédito: Matheus Campos

"A castração é uma medida preventiva e eficaz para a hiperplasia benigna prostática e alguns tumores testiculares. afirma a Dra. Clarisse. "Além disso, a castração contribui para a redução de comportamentos como agressividade e marcação de território, proporcionando mais bem-estar ao animal", acrescenta. 

A castração em cães não é uma forma preventiva para o câncer prostático como é nas cachorras. O câncer mamário está diretamente relacionado ao estímulo hormonal. 
 

Fique atento aos sinais 

Os tutores desempenham um papel crucial na detecção precoce do câncer. Mudanças no apetite, peso, comportamento, hábitos urinários e presença de nódulos são alguns dos sinais que merecem atenção. "Ao notar qualquer alteração, é fundamental procurar um médico veterinário", ressalta a Dra. Clarisse. 

A veterinária atesta que o diagnóstico precoce aumenta consideravelmente as chances de sucesso do tratamento. Exames de sangue, urina (marcador molecular no exame de urina para câncer prostático), radiografias, ultrassonografias e biópsias auxiliam na identificação da doença em estágios iniciais. 
 

Tratamento e recuperação: um caminho de esperança 

Clarisse Teixeira durante consulta com cão
Crédito: Matheus Campos

O tratamento do câncer em animais de estimação pode incluir cirurgia, quimioterapia, radioterapia e imunoterapia, variando de acordo com o tipo e o estágio da doença. A Dra. Clarisse destaca que o acompanhamento veterinário durante e após o tratamento é essencial para garantir a recuperação e o bem-estar do animal. 

"O processo de recuperação exige atenção e cuidados especiais. Os tutores devem estar preparados para oferecer uma dieta balanceada, administrar medicamentos, monitorar os sintomas e proporcionar um ambiente acolhedor para o seu pet", observa.


Mitos e verdades 

Mito: Câncer é sempre sinônimo de morte.

Realidade: Com o diagnóstico precoce e tratamento adequado, muitos animais superam o câncer e têm uma boa qualidade de vida.

 

Mito: Só animais idosos desenvolvem câncer.

Realidade: O câncer pode afetar animais de qualquer idade, inclusive os mais jovens.

 

Mito: A castração aumenta o risco de câncer.

Realidade: A castração é uma importante medida de prevenção contra diversos tipos de câncer.

 

Mito: A quimioterapia é sempre muito sofrida para o animal.

Realidade: Os avanços na medicina veterinária permitem que a quimioterapia seja administrada com o mínimo de desconforto para o animal.

Legenda: Exames como ultrassonografia auxiliam na identificação da doença em estágios iniciais  Crédito: Matheus Campos
 


Equívocos que podem prejudicar a saúde do pet 

Ignorar os sinais da doença: mudanças no comportamento devem ser sempre investigadas;

Deixar de fazer exames preventivos: consultas e exames regulares são fundamentais para a saúde do pet;

Subestimar a importância da castração: a castração previne doenças e contribui para o bem-estar do animal;

Recorrer a tratamentos caseiros sem orientação veterinária pode ser prejudicial à saúde;




Hospital Veterinário Taquaral – Campinas SP
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Endereço: Av. Heitor Penteado, 311, Taquaral (em frente ao portão 6 da Lagoa) – Campinas SP
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