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terça-feira, 21 de novembro de 2023

Exportação dos Cafés do Brasil atinge 30,62 milhões de sacas com receita cambial de US$ 6,4 bilhões em dez meses

De janeiro a outubro de 2023 foram exportadas 24,23 milhões de sacas de Coffea arabica, 3,26 milhões de Coffea canephora, 3,081 milhões de café solúvel e 41,73 mil sacas de torrado e moído

 

O total das exportações dos Cafés do Brasil, no acumulado de dez meses, especificamente no período de janeiro a outubro de 2023, atingiu o volume físico equivalente a 30,624 milhões de sacas de 60kg, as quais proporcionaram uma receita cambial de US$ 6,4 bilhões. Tais desempenhos, contudo, na comparação com o mesmo período anterior de 2022, representaram queda de 5,5% no volume exportado e de 16% na receita cambial.

Desse volume físico dos Cafés do Brasil vendido aos países importadores, 24,237 milhões de sacas, que correspondem a 79,1% do total exportado, foram da espécie de Coffea arabica, 3,265 milhões de sacas (10,7%) de Coffea canephora (robusta+conilon), 3,081 milhões de sacas de solúvel (10,1%), e, finalmente, 41,733 mil sacas de café torrado e torrado e moído, que equivalem a 0,1% dessas vendas ao exterior.

Caso seja feito um ranking, em ordem decrescente, apenas dos cinco principais países importadores dos Cafés do Brasil, no período em referência, constata-se que os EUA permanecem como o principal importador do produtor brasileiro por ter comprado o equivalente a 4,961 milhões de sacas de 60kg, volume que representa 16,2% do total exportado.

Na segunda posição, figura a Alemanha com a compra de 3,748 milhões de sacas (12,2%), seguida da Itália com a importação de 2,484 milhões de sacas (8,11%). E, em quarto lugar, o Japão, com 1,883 milhão de sacas (6,14%); e, por fim, em quinto lugar, vem a Bélgica com o correspondente a 1,64 milhão de sacas, performance que representa 5,35% do volume total exportado dos Cafés do Brasil no período em tela desta análise.

Demais países importadores completam os 100% do total vendido.

Convém ressaltar nesta análise que os números e dados estatísticos do desempenho das exportações dos Cafés do Brasil, no período de janeiro a outubro de 2023, ora em destaque, entre outros dados relevantes do setor, foram obtidos do Relatório mensal outubro 2023, do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – Cecafé, o qual está disponível na íntegra no Observatório do Café do Consórcio Pesquisa Café, o qual é coordenado pela Embrapa Café.

Leia esta ANÁLISE/DIVULGAÇÃO na íntegra na página da EMBRAPA CAFÉ e do Observatório do Café e do Consórcio Pesquisa Café

Conheça o acervo de publicações da Embrapa Café e baixe os arquivos pelo link https://www.embrapa.br/cafe/publicacoes. Acesse também todas ANÁLISES e notícias da cafeicultura no Observatório do Café


Chefia de Transferência de Tecnologia da Embrapa Café
Embrapa Café
Observatório do Café
Consórcio Pesquisa Café

Drogas K: Apreensão das drogas aumenta 10 vezes em um ano em SP. Entenda seus impactos

O uso da droga pode causar convulsões, perda dos sentidos, tontura e alucinações, destaca o Pós PhD em neurociências, Dr. Fabiano de Abreu Agrela

 

A quantidade de drogas conhecidas como K apreendidas no estado de São Paulo aumentou quase dez vezes em 2023 em comparação com todo o ano de 2022, de acordo com dados do Denarc (Departamento de Investigações sobre Narcóticos) e disponibilizados pela SSP (Secretaria de Segurança Pública). 

De janeiro a outubro deste ano, a Polícia Civil confiscou 113 kg da substância nas ruas de todo o estado. No ano anterior, o total apreendido foi de 11,6 kg, enquanto em 2021 foram 5,7 kg.

 

O que são as drogas K?


A principal delas é conhecida como K9, também chamada de “droga zumbi”, no entanto, existem diversas variantes da substância, como K2,K4 e spice. Elas são drogas sintéticas que buscam imitar os efeitos da maconha, mas de forma potencializada.

 

O entorpecente pode ter efeitos até 50 vezes maiores que a morfina e mais de 100 vezes maior que a maconha tradicional. A droga é produzida com uma alta concentração de THC - tetrahidrocanabinol, o princípio ativo da maconha, de forma pulverizada com aditivos químicos.

 

Quais os efeitos das drogas K no cérebro?


De acordo com o Pós PhD em neurociências membro da Society for Neuroscience nos Estados Unidos, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, esse tipo de droga pode desencadear condições neurológicas.

 

O CDC - Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, já confirmou que o uso de K9 pode resultar em distúrbios psiquiátricos e neurológicos, de forma similar o que a maconha pode fazer com, por exemplo, a esquizofrenia”.

 

Além disso, há conhecimento de que essa droga pode desencadear acidentes vasculares cerebrais (AVCs) e ser um fator desencadeante de depressão, convulsões, ansiedade, alucinações, perda da comunicação, tontura, confusão mental, taquicardia, perda dos sentidos, dentre outros”.

 

Não se tem controle exato das substâncias químicas utilizadas para produzir o entorpecente, isso faz com que novos tipos de ‘drogas K’ possam surgir, de forma ainda mais forte e perigosa, causando maior dependência ao vício, resultando em mais estragos ao cérebro A longo prazo, a pessoa pode apresentar problemas de memória, diminuição da função cognitiva, mudanças na estrutura do cérebro que resultam em prejuízos e problemas psiquiátricos”, destaca Dr. Fabiano de Abreu. 


 

Dr. Fabiano de Abreu Agrela - Pós PhD em Neurociências eleito membro da Sigma Xi, membro da Society for Neuroscience nos Estados Unidos , membro da Royal Society of Biology no Reino Unido e da APA - American Philosophical Association também nos Estados Unidos. Mestre em Psicologia, Licenciado em Biologia e História; também Tecnólogo em Antropologia e filosofia com várias formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. Membro das sociedades de alto QI Mensa, Intertel, ISPE High IQ Society, Triple Nine Society, ISI-Society, Numerical e HELLIQ Society High IQ. Autor de mais de 220 artigos científicos e 17 livros.

 

Executivos brasileiros buscam oportunidades no exterior: como se preparar para assumir altos cargos

Mentora de realocação dá dicas para profissionais que visam trabalhar fora do país

 

A carreira internacional é algo desejado por muitos profissionais brasileiros que buscam novas experiências, salários mais atrativos e oportunidades de crescimento na carreira. Alcançar este patamar, no entanto, exige muito comprometimento, trabalho e profundo conhecimento do seu negócio e da cultura local.

A mentora de realocação e fundadora da Wendt Global, Kátia Wendt, preparou um guia rápido com 10 dicas para executivos que desejam se destacar em cargos de liderança pelo mundo. Veja abaixo:


Competência Cultural

Capacidade de compreender e adaptar-se a diferentes culturas empresariais e sociais.


Fluência em Idiomas

Falar inglês é fundamental, já que o mundo dos negócios gira em torno desse idioma. Se puder aprender a língua local, melhor ainda, já que a comunicação tende a ser ainda mais eficaz e mostra que o profissional está comprometido com a cultura.


Inteligência emocional

Compreender e gerenciar eficazmente as emoções, tanto próprias quanto dos outros, é fundamental para um bom líder


Habilidades de Comunicação Internacional

Capacidade de comunicar-se de forma clara e eficaz com pessoas de diferentes origens culturais e linguísticas.


Adaptabilidade

Flexibilidade para lidar com mudanças, seja em termos de ambiente de trabalho, cultura ou práticas de negócios.


Conhecimento do Mercado Local

Compreensão profunda do mercado local, concorrência e regulamentações para tomar decisões estratégicas informadas.


Habilidades de Liderança Global

Capacidade de liderar equipes culturalmente diversas e promover a colaboração em um ambiente global.


Conhecimento Legal e Regulatório

Familiaridade com as leis e regulamentações locais que afetam as operações comerciais.


Rede de Contatos Internacional

Desenvolvimento de uma rede de contatos internacional que pode ser valiosa para o sucesso nos negócios.


Gestão do Choque Cultural

Habilidade em lidar com o choque cultural e superar desafios que podem surgir ao trabalhar em um ambiente internacional.

A executiva lembra, ainda, que outros fatores devem ser levados em consideração para quem busca trabalhar fora do país, como a adaptabilidade de cônjuges e filhos por exemplo. “Tudo precisa entrar na conta. Muitas vezes uma pessoa do casal recebe a oportunidade e a outra precisa abrir mão da sua carreira, mesmo que momentaneamente, para manter a união. Se não for bem conversado, esse tipo de cenário pode fazer com que a experiência seja negativa”, explica Kátia. “O mesmo vale para filhos, que precisarão se adaptar a uma rotina completamente diferente considerando escola, amigos, esportes, etc. O diálogo deve sempre ser o fio condutor, especialmente em cenários que envolvem mudança de país”, finaliza.

 

Conheça oportunidades para empreendedores brasileiros nos EUA

Especialista em imigração detalha quais são as áreas que podem trazer sucesso com o visto E-2
 

Segundo dados da agência norte-americana de apoio a novos empreendimentos (USAID), mais de 1,4 mil empresas e startups foram estabelecidas ou adquiridas por brasileiros desde 2016. À medida que as demandas empresariais nos Estados Unidos se transformam, empreendedores do Brasil identificam oportunidades promissoras no visto E-2, também conhecido como visto de investidor. Esse tipo de autorização possibilita que estrangeiros invistam e administrem negócios nos EUA, desde que cumpram critérios específicos. 

Kris Lee, sócia-gerente e advogada americana da LeeToledo PLLC, com mais de 30 anos de prática em Direito, explica que o visto E-2 é uma opção fascinante para brasileiros que desejam empreender nos Estados Unidos. “É essencial entender que o investimento necessário varia de acordo com o tipo de empreendimento, refletindo as demandas específicas de cada setor”, destaca. 

O segmento de franquias, por exemplo, tem atraído empreendedores brasileiros devido ao histórico sólido de empresas em outros países. Essa abordagem permite aos imigrantes aproveitarem sua afinidade cultural, proporcionando uma integração mais suave aos gostos dos consumidores locais. 

A tecnologia, líder global em inovação, também oferece oportunidades atraentes. Investir em startups ou empresas de desenvolvimento de software pode resultar em visto E-2, embora exija um investimento substancial e a capacidade de demonstrar o potencial de crescimento do negócio. 

Ocupações que envolvem setores jurídicos, contábeis, marketing e consultoria de negócios são outras áreas nas quais empreendedores brasileiros encontram oportunidades. “Esses serviços são demandados por empresas americanas em busca de assistência especializada”, comenta Kris Lee. 

Além disso, o setor de alimentos e bebidas, especialmente restaurantes, tem obtido sucesso no país. Abrir um restaurante brasileiro pode ser uma maneira de introduzir a culinária a um público internacional, gerando ainda um diferencial importante para o empreendedor. 

Os setores imobiliário e turístico também atraem investimentos. O mercado de aluguel de temporada, impulsionado por destinos populares como Miami e Orlando, tem se mostrado lucrativo. 

Outra área de destaque é a educação, com a crescente demanda por programas de intercâmbio e serviços desse tipo. Por fim, há oportunidades com o comércio eletrônico e o varejo on-line. Criar lojas virtuais que atendem a mercados específicos nos EUA é uma escolha estratégica. 

A obtenção do visto E-2 é o primeiro passo para empreender nos Estados Unidos. No entanto, é necessário realizar pesquisas detalhadas, avaliar a concorrência e regulamentações, além de trabalhar com profissionais especializados em imigração. “O sucesso requer também uma capacidade de se adaptar a um ambiente altamente competitivo”, conclui a especialista.

  

Kris Lee - Sócia-gerente e Advogada americana da LeeToledo PLLC licenciada nos Estados Unidos, no Distrito de Columbia e no Estado de New York. Com mais de 30 anos de prática do direito, Kris se especializou em aconselhar e representar peticionários perante o USCIS e tratar de questões jurídicas de clientes perante outras agências governamentais ou tribunais federais.


Youjin Law Group e Toledo e Advogados Associados resultou agora na LeeToledo PLLC.
Acesse o site.

 

Dolarizar a economia argentina é a melhor saída?


A vitória do libertário Javier Milei, no último domingo (19), no segundo turno da eleição presidencial da Argentina tem grandes consequências para a economia do país, que enfrenta dificuldades, incluindo o destino do peso. O presidente quer dolarizar a economia argentina e isso significa que o país renunciaria ao peso argentino e utilizaria o dólar americano como moeda. Além disso, Milei também pede o fim do Banco Central Argentino. Para o presidente, as duas medidas são necessárias para conter a inflação, que deve chegar a 138% este ano.

 

Na América Latina, três países (Panamá, Equador e El Salvador) adotaram as medidas nas últimas décadas. O Panamá dolarizou sua economia no começo do século 20. Recentemente, Equador e El Salvador mostraram que a substituição da moeda nacional pelo dólar teve impacto direto no controle inflacionário, como tem dito Milei. Entretanto, a medida também provoca outros efeitos na economia que precisam ser considerados.

 

Mas será que essas medidas propostas pelo vencedor das eleições vão resolver os problemas econômicos da Argentina?

 

De acordo com o economista e consultor financeiro Roger Correa –brasileiro/americano que atua há mais de 20 anos nos EUA, a dolarização pode sem dúvida controlar a inflação no curto prazo, porém as políticas monetárias poderiam ser comprometidas uma vez que os rumos da moeda local passa a ser vinculada de certa forma as decisões do Federal Reserve Bank (FED) americano. “De forma informal parte da economia Argentina já está dolarizada, uma vez que com o crescer da crise econômica que assola o país, a credibilidade da moeda local fica sobre grande pressão, a inflação corrói rapidamente o poder de compra assustando ainda mais a população no que tange segurança cambial, dessa forma a população acaba naturalmente buscando o dólar como meio de troca local, por seu poder e estabilidade”, explica o especialista.

 

“A partir do momento que o governo para de imprimir sua própria moeda de forma desenfreada, visto que agora a moeda de troca é o dólar, isso impede o governo de colocar excesso de papéis no mercado para financiar déficit público, o que de certa forma contínua auto procriando a inflação local, criando um ciclo vicioso para o país. No aspecto negativo dessa equação uma vez com a economia dolarizada, o FED americano acabaria de certa forma controlando indiretamente o rumo das taxas de juros Argentinas. Em suma, a dolarização é um grande band-aid para a economia Argentina no curto prazo, mas no longo prazo pode vir a trazer consequências negativas para um país em dificuldade”, acrescenta Correa.


Construção lança campanha para enfrentar o calor nas obras

Diante da forte onda de calor, Seconci-SP (Serviço Social da Construção), SindusCon-SP (Sindicato da Construção) e Sintracon-SP (Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção Civil de São Paulo) decidiram realizar uma campanha incluindo a emissão de comunicado conjunto, com recomendações para a preservação da saúde dos colaboradores das empresas nos canteiros de obras.

A decisão foi tomada em 14 de novembro, em reunião do Fórum Permanente de Negociação, criado por Sintracon-SP e SindusCon-SP, e contou com a participação do Seconci-SP.

Participaram da reunião, pelo Seconci-SP, Haruo Ishikawa, membro do Conselho Deliberativo da entidade e vice-presidente de Relações Capital-Trabalho do SindusCon-SP; Alexandre de Castro Costa, gerente Médico Ambulatorial; e José Bassili, gerente de Segurança Ocupacional. Entre outros, também participou o presidente do Sintracon-SP, Antonio Ramalho.

É a seguinte a íntegra do comunicado conjunto:


Ondas de calor: preserve a saúde dos colaboradores nos canteiros de obras

 

Diante das ondas de calor que tendem a persistir nos próximos meses, as entidades dos trabalhadores e das empresas do setor da construção e incorporação recomendam fortemente a adoção das seguintes medidas para a preservação da saúde dos profissionais nos canteiros de obras:

 

Fornecer protetores solares, exigência prevista nas Convenções Coletivas de Trabalho.

 

Fiscalizar se os empreiteiros estão fornecendo protetor solar.

 

Conscientizar os trabalhadores sobre o uso adequado do protetor solar.

 

Hidratação é fundamental! Disponibilizar, de forma regular e abundante, água potável para os colaboradores, atendendo ao disposto na Norma Regulamentadora (NR) 18: para cada 25 funcionários, deve haver um bebedouro, com água filtrada e fresca. Para utilizá-lo, o funcionário deve se deslocar menos de 100 metros na horizontal e 15 metros na vertical. Se a água for servida em recipiente, ele deve ser portátil e hermético. É proibido o uso de copo coletivo.

 

Conscientizar os colaboradores sobre a importância de se hidratar frequentemente.

 

Providenciar proteção para nuca e orelhas, para trabalhadores expostos ao sol.

 

Incluir recomendações sobre estes cuidados nos Diálogos Diários de Segurança (DDSs), enfatizando: bebidas alcoólicas não hidratam, ao contrário: desidratam; uso adequado de EPIs e de protetor solar.

 

Instalar, se possível, tendas para descanso e hidratação nas fases iniciais da obra, quando há muita exposição ao sol, na ausência de área sombreadas.

 

Evitar superlotação dos vestiários e refeitórios, fracionando horários, como foi feito na pandemia.

 

Instalar ventilação mecânica nos refeitórios. Climatizadores e umidificadores não são recomendados, devido ao risco de umedecerem os uniformes e provocarem micoses.

 

Adotar ventilação natural cruzada, se possível.

 

Melhorar a ventilação nos vestiários, seguindo as disposições da NR 18.

 

Aplicar tintas claras e reflexivas sobre as estruturas das áreas de vivência, se possível.

 

Ajustar os horários de trabalho, se possível, para evitar exposição ao sol nas horas mais quentes do dia, a critério da empresa, principalmente entre 12h e 13h.

 

Dar atenção especial aos colaboradores mais suscetíveis ao calor – como os que têm hipertireoidismo, diabetes, obesidade, ansiedade –, bem como a idosos e mulheres grávidas.

 

Considerar a aquisição de novos uniformes com tecidos mais leves.

 

Em função das fortes rajadas de vento, encunhar as estruturas com madeira até a execução definitiva da alvenaria.

 

Impedir o acúmulo de águas paradas nos canteiros de obra, para evitar a proliferação de mosquitos que transmitam dengue, zika e a chikungunya.

 

Realizar avaliações e monitoramentos constantes das condições de trabalho, para identificar melhorias e ajustes que se façam necessários.

 

Quando as Obrigações Financeiras Sobrevivem à Morte

Entenda o que é passado a diante como herança e se é necessário se preocupar ainda em vida 

 

No complexo mundo das sucessões, existe uma antiga pergunta que paira no ar: as dívidas de um ente querido podem se tornar herança? A resposta é sim, mas com algumas nuances que merecem atenção.

"Quando alguém falece, suas dívidas não desaparecem automaticamente. Muito pelo contrário, essas obrigações financeiras são transferidas para sua herança, e não para os seus herdeiros, como muitos pensam. O que acontece é que os herdeiros usarão a herança para pagar essas dívidas." Diz a advogada Amanda Gimenes, especialista em direito familiar e de herança.

O que é impressionante é que, em alguns casos, os herdeiros podem até mesmo ser pessoalmente responsabilizados por dívidas, indo além do dinheiro da herança. Sim!

"Isso pode acontecer em algumas circunstâncias específicas, caso a herança seja uma garantia de uma dívida, como uma hipoteca, ele pode se tornar responsável por continuar os pagamentos para evitar a perda dos ativos, ou em casos de dívidas fiscais ao governo por exemplo." Diz a especialista.

O primeiro passo para lidar com a herança de dívidas é entender a natureza das obrigações financeiras em questão. Isso envolve identificar quais dívidas estão pendentes, seus valores e credores. As dívidas podem variar desde empréstimos pessoais, hipotecas, cartões de crédito, impostos devidos, pensões alimentícias e muito mais.

Os herdeiros devem lembrar que, em muitos casos, as dívidas são pagas utilizando a herança antes mesmo da sua distribuição. Se os ativos não forem suficientes para cobrir todas as dívidas, a herança pode ser usada para pagar as dívidas de forma proporcional, seguindo as regras legais específicas para cada caso.

É importante consultar um advogada especializada em sucessões e planejamento patrimonial para entender os aspectos legais e proteger seus interesses e dos seus herdeiros. Em muitos casos as empresas irão tentar cobrar, mas o pagamento não é obrigatório, logo sempre consulte sua advogada antes de qualquer tipo de negociação. 

 

Amanda Gimenes Coutinho - Advogada Familiar
41 99829-4222
@adv.amandagimenes
adv.amandagimenes
www.advamandagimenes.com.br
NEO SuperQuadra - R. Heitor Stockler de França, 396 - Conjunto 1703 - Centro Cívico, Curitiba - PR.

 

segunda-feira, 20 de novembro de 2023

Estudo explica ligação entre apneia do sono e doenças cardiovasculares

Obstrução das vias aéreas e despertar súbito
estão associados a aumento no risco de
doenças cardiovasculares
Crédito: Envato

Falta de oxigênio ao dormir está associada a maiores chances de problemas cardíacos 

 

Em todo o mundo, cerca de 425 milhões de pessoas têm diagnóstico de apneia obstrutiva do sono. Essa condição inclui casos de carga hipóxia, quando há redução nos níveis de oxigênio no sangue durante o sono; carga ventilatória, caracterizada por interrupções na respiração devido à obstrução das vias aéreas; e despertares noturnos, quando a pessoa acorda subitamente devido à interrupção da respiração, o que pode levar ao aumento da pressão sanguínea ou da frequência cardíaca.

Além de dificultar o descanso, a apneia do sono está associada a problemas cardiovasculares. Uma pesquisa divulgada em julho mostra que a falta de oxigênio é o principal fator responsável pelo aumento de casos de doenças cardíacas. Esse estudo foi publicado no American Journal of Respiratory and Critical Care Medicine

A pesquisa revisou dados de 4.500 adultos de meia idade e idosos que participaram do Estudo de Fraturas por Osteoporose em Homens (MrOS) e do Estudo Multiétnico da Aterosclerose (MESA). O objetivo era identificar quais aspectos da apneia do sono podem explicar por que algumas pessoas são mais propensas do que outras a  desenvolver doenças cardiovasculares ou morrer por problemas cardíacos.


Resultados das análises

Dentro do Estudo de Fraturas por Osteoporose em Homens (MrOS),  2.627 pacientes com idade média de 76 anos foram acompanhados ao longo de 9 a 12 anos. Aproximadamente 382 homens tiveram algum evento relacionado ao coração. Nesse grupo, houve aumento de 13% no risco de doenças cardiovasculares em pacientes com redução nos níveis de oxigênio devido à apneia. Além disso, nos casos em que o paciente teve obstrução das vias áreas, tanto total como parcial, estiveram associados a um aumento de 12% no risco. Os despertares súbitos também foram associados a mortes relacionadas a problemas cardiovasculares. 

Já a avaliação do Estudo Multiétnico da Aterosclerose (MESA) apontou um aumento de 45% no risco de eventos cardiovasculares primários em pacientes com redução nos níveis de oxigênio no sangue. No caso de obstrução das vias aéreas, o risco de doenças cardíacas aumentou em 38%. Por outro lado, os despertares súbitos não foram associados a mortes causadas por problemas cardiovasculares.

Outra importante contribuição do estudo foi a descoberta de que a deficiência de oxigênio no corpo, devido à baixa circulação sanguínea (déficit de oxigênio elevado), deve-se principalmente à obstrução severa das vias aéreas, não estando relacionada a outros fatores, como obesidade abdominal ou redução da função pulmonar. 

O cardiologista dos Hospitais São Marcelino Champagnat e Universitário Cajuru, José Ribas Fortes, enfatiza a importância de os médicos prestarem atenção à qualidade do sono durante as avaliações cardiológicas. "Em um adulto médio, o sono deveria durar de 7 a 8 horas, o que equivale a cerca de 1/3 da vida. Se esse período não ocorre de forma natural, nem cumpre sua função biológica, alguma coisa está errada. Nós, médicos, podemos rastrear isso apenas com 4 perguntas básicas aos pacientes: ‘Você dorme bem? Quantas horas por noite? Você ronca? Seu sono é reparador?’. Com essa abordagem simples, podemos ajudar a detectar distúrbios, que, em alguns casos, surgem ainda na infância", conclui.

 

Calor extremo oferece riscos à saúde


Nos últimos dias, diversas regiões do Brasil vêm batendo recordes de altas temperaturas e muitas pessoas têm sentido diversos tipos de mal-estar. Isto porque o suor é a principal forma de dissipar o calor, mas, em excesso, pode levar à desidratação, sobrecarregando o coração e causando diversas complicações. 

Segundo a Dra. Cristina Milagre, cardiologista e médica do esporte do Hcor, uma das principais implicações é a exaustão térmica. “O sistema de termorregulação do corpo segue funcionando, mas não consegue dissipar o calor com a velocidade necessária, o que gera sintomas como fadiga extrema, tontura, náuseas, vômitos, desmaio, pulso fraco e rápido”, esclarece. 

A situação pode ser ainda mais delicada para quem já tem alguma doença cardíaca, como a hipertensão arterial e insuficiência cardíaca. “Qualquer pessoa que tenha uma doença cardíaca de base pode sofrer com a descompensação do corpo. Isso acontece porque, quando a pressão cai, a frequência cardíaca aumenta para manter o corpo funcionando, aumentando o trabalho do coração podendo causar danos ao sistema cardiovascular”, explica a médica. 

Sem os cuidados adequados, pode ocorrer a falência do sistema de termorregulação do corpo. “Nesses casos, a temperatura corporal pode subir acima de 40 graus, levando à confusão mental, desorientação ou perda de consciência, podendo evoluir para um quadro de coma e até óbito”, alerta. 

Para prevenir complicações durante os dias quentes, os principais conselhos são: manter o corpo hidratado, usar roupas leves e preferir realizar atividades físicas no começo da manhã ou final do dia. “É possível verificar a hidratação do corpo através da cor da urina, ela deve ser incolor. Se estiver amarela, significa que está faltando água no corpo. É importante também manter uma alimentação leve, com salada, frutas e legumes; também evitar a ingestão de bebidas alcoólicas, porque, por mais que seja refrescante, o álcool pode favorecer a perda de água do organismo”, finaliza.

 

Novembro Roxo: mês da consciência sobre a prematuridade

6 situações que podem causar a prematuridade dos bebês e 2 cuidados que podem evitar que eles nasçam antes do esperado 

No mês de novembro, em que a atenção se volta para a prematuridade, Dra. Mariana Rosário, ginecologista e obstetra, orienta as mulheres sobre hábitos que podem afetar o desenvolvimento do bebê e antecipar o seu nascimento

 

Dra. Mariana Rosario, ginecologista, obstetra e mastologista
divulgação

É considerado prematuro o bebê cujo parto acontece antes de 37 semanas de gestação – e, quanto mais cedo é o parto, mais prematura é a criança: 

Pré-termo – nascimento antes de 37 semanas;

Pré-termo tardio – entre 34 semanas e zero dia e 36 semanas a 6 dias;

Pré-termo moderado – entre 32 semanas e zero dia a 33 semanas e 6 dias;

Muito pré-termo – entre 28 semanas e zero dias a 31 semanas e 6 dias;

Pré-termo extremo - menor que 28 semanas e zero dia. 

Segundo a Dra. Mariana Rosario, ginecologista, obstetra e mastologista, membro do corpo clínico do hospital Albert Einstein, existem seis principais situações que levam uma criança a nascer antes das 40 semanas de gestação: restrição de crescimento fetal, incompetência istmo-cervical, descolamento prematuro de placenta, gravidez gemelar, pré-eclâmpsia e diabetes gestacional. “Quando uma mulher engravida de gêmeos, geralmente eles nascem prematuros e não há o que ser feito, já que são duas crianças ocupando o mesmo espaço. Porém, para outras situações, há prevenção – e ela começa no preparo da mulher para a gestação”, alerta Dra. Mariana. 

Conforme a médica, também existem cuidados fundamentais para prevenir a prematuridade: um bom preparo da mulher antes de engravidar (com dieta, atividade física regular, suplementação, cuidado com o sono, o intestino e a saúde mental e tratamentos prévios de problemas de saúde que interferirão na gestação) e a realização de um bom pré-natal (com todos esses itens e as consultas com o obstetra).

 

Por que o preparo para engravidar e o pré-natal são tão importantes 

Ao se preparar adequadamente para engravidar, a mulher recebe orientações sobre suas condições físicas, doenças e fatores de risco para a prematuridade. “A obesidade e/ou o sedentarismo podem levar à pré-eclâmpsia e ao diabetes gestacional; a hipertensão arterial antes da mulher engravidar também pode causar pré-eclâmpsia e o descolamento de placenta, se não controlada. Então, é preciso de um preparo com dieta, atividade física e suplementação adequadas para a mulher engravidar com saúde”, afirma. 

A restrição de crescimento fetal, por sua vez, pode se dar por desnutrição materna ou problemas placentários. “É aí que entra o bom pré-natal, no qual a mulher é acompanhada e recebe orientações e cuidados para que seu bebê nasça saudável e a termo”. 

Já a incompetência istmo-cervical também é avaliada no pré-natal. No exame de ultrassom, caso essa situação apareça (o colo do útero é curto), a mulher passa por um procedimento chamado de cerclagem, que consiste em dar alguns pontos cirúrgicos no útero para que ele leve a gravidez até o fim. 

“Portanto, como se vê, a mulher que se prepara antes de engravidar e faz um bom pré-natal pode evitar a prematuridade. É preciso que quem deseja ter um bebê se conscientize, cada vez mais, da importância do cuidado com sua saúde e com a saúde do ser que nascerá”, finaliza a médica.

 

 Dra.  Mariana Rosário - Ginecologista, Obstetra e Mastologista CRM- SP: 127087. RQE Masto: 42874. RQE GO: 71979


Novembro Azul: homens também devem ficar atentos com a saúde das pernas

Meias de compressão graduada são grandes aliadas nos cuidados com problemas circulatórios

 

A campanha Novembro Azul tem o objetivo de chamar a atenção para o diagnóstico precoce de doenças que atingem a população masculina. Apesar da ação ter como foco a prevenção do câncer de próstata, é importante que os homens cuidem de sua saúde como um todo. Por exemplo, entender a importância da saúde das pernas e saber como evitar problemas circulatórios. 

De maneira geral, os homens tendem a se preocupar menos com a própria saúde do que as mulheres, procurando com menor frequência atendimento médico preventivo. Isso pode ser preocupante, especialmente no caso de doenças silenciosas, como costumam ser os problemas vasculares. 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV), as doenças vasculares periféricas (exceto coração e cérebro) mais frequentes em homens são as varizes dos membros inferiores, que afetam até 56% da população masculina. 

Permanecer em pé ou sentado por muito tempo pode influenciar no desenvolvimento de problemas circulatórios, pois impede o fluxo de sangue para o coração e o uso de produtos de compressão graduada são importantes aliados para prevenir esse tipo de problema.
  
A SIGVARIS GROUP, empresa global com soluções inovadoras e de alta qualidade em terapia de compressão médica, possui um amplo portfólio de meias e canelitos que auxiliam no direcionamento correto do fluxo venoso e linfático, permitindo assim, uma nítida melhora na circulação, além de promover conforto e bem-estar. 

Confira abaixo os diferentes tipos de meias de compressão e suas respectivas indicações: 

  • Meias de suave compressão: possuem compressão de 15 a 23 mmHg e são indicadas para pernas cansadas e doloridas e também na prevenção de doenças venosas. Também são aconselhadas para uso durante viagens de longa distância e para fins estéticos, para modelar o contorno do corpo.
  • São de grande eficácia na prevenção do inchaço e na retenção de líquido, mesmo nas pessoas que não apresentam varizes ou doenças venosas.
     
  • Meias de média compressão: de 20 a 30 mmHg, são indicadas para varizes, tratamento de doenças venosas e linfáticas, após tratamentos ou pós-operatório de varizes; apresentam compressão mais intensa e devem ser usadas nos casos de insuficiência venosa crônica.
     
  • Dentro desta categoria também estão as meias esportivas. A compressão graduada exercida do tornozelo até a parte superior da panturrilha atua como um músculo extra, comprimindo suavemente as paredes das veias, acelerando o fluxo sanguíneo, auxiliando o desempenho físico e reduzindo dores e o acúmulo de ácido láctico.
     
  • Meias de alta compressão: de 30 a 40 mmHg, são meias prescritas pelos médicos em casos de manifestações severas, tratamento de trombose venosa profunda, varizes com edema, insuficiência venosa crônica e acometimentos em grandes vasos.
     
  • Meias antitrombo: indicadas para utilização durante cirurgias para prevenção de trombose, com compressão que varia de 18 a 23 mmHg, e também para os períodos pós e pré-operatório. Essas meias são colocadas para o uso durante o ato cirúrgico e durante toda a internação para evitar a trombose venosa pós-operatória ou após internações prolongadas.
     

No caso de produtos médicos, é fundamental procurar um especialista antes de qualquer tratamento.


 

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Herpes ocular: apesar de rara, doença pode levar à cegueira se não for tratada a tempo, alerta especialista do H.Olhos

 O vírus pode ficar incubado no organismo desde a primeira infância, sem que a pessoa nunca saiba quando foi contaminada
 


Se engana quem pensa que o herpes respeita barreiras, ficando restrito aos lábios ou à região genital. Causada pelo vírus do herpes simples (Herpes Simplex Virus, HSV), a doença também pode se desenvolver em outras partes ainda mais sensíveis do corpo, como os olhos. Ao serem infectados, pode ocorrer necrose aguda da retina - quando há um processo infeccioso ou inflamatório que destrói e causa morte do tecido retiniano (aquela parte do olho que transforma luz em estímulo nervoso e o envia ao cérebro), levando a pessoa à cegueira.

Especialista em córnea do H.Olhos - Hospital de Olhos e Professora da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Dra. Denise Freitas explica que, em geral, o herpes é adquirido na infância, por contato direto com vírus. “Por exemplo, alguém que esteja com herpes labial ativo e beija outra pessoa, acaba se infectando. O vírus pode não se manifestar clinicamente, mas fica latente (disfarçado) no corpo, por longo período. Durante esse tempo, e por motivos variados, que incluem alteração da resposta imunológica de proteção, o vírus latente pode iniciar sua multiplicação, causando a doença que é considerada uma recorrência e, nos olhos, o contágio pode aparecer nas pálpebras que, por aproximação, acaba afetando o olho”.



Doença oportunista

Segundo a médica, a contaminação pelo herpes independe de onde ele está localizado no corpo, mas como o olho está na região do rosto, o herpes facial/labial acaba sendo o mais frequentemente relacionado no contágio. Além disso, embora ninguém esteja imune ao vírus, algumas pessoas estão mais predispostas à doença, como os pacientes atópicos (alérgicos), principalmente os mais severos e, também, os pacientes imunodeprimidos. “A identificação da doença é feita pelo exame clínico oftalmológico. Excepcionalmente, são necessários exames para confirmar o diagnóstico”, diz a especialista.

É preciso se atentar aos sintomas da doença, pois nem sempre o herpes simples tem manifestação clínica (quando aparecem os primeiros sinais), podendo estar presente no organismo desde a primeira infância, sem que a pessoa nunca saiba quando foi contaminada pelo vírus. Os primeiros sintomas podem aparecer na forma de vesículas na pele - aquelas pequenas bolhinhas com líquido em seu interior, em geral, causando muita coceira local.

No olho, as vesículas podem acometer as pálpebras e por contiguidade (aproximação) a córnea. “A infecção ativa na córnea causa a perda da sua transparência, sendo algumas vezes necessário realizar um transplante de córnea, já que a infecção do herpes na retina causa sua necrose com consequente perda da visão”, comenta a Dra. Denise.



Tratamento possível

Antes de explicar como é feito o tratamento, a Dra. Denise ressalta que a doença herpética (herpes) é tratável, embora não seja curável. Isso significa que, uma vez que se contrai o herpes, ele ficará para sempre no organismo. A dúvida é se o vírus vai ou não causar infecção, e se ela será recorrente.

“Pelo fato do olho perder sua transparência, nos casos de córnea, ou cicatrizar irreversivelmente, nos casos de retina, quando há a contaminação pelo herpes nestes tecidos, o tratamento deve ser agressivo e iniciado o mais rápido possível. Quanto mais tempo o vírus fica no tecido, maior a perda da visão”, alerta Dra. Denise.

A córnea pode ser inicialmente tratada com remédio antiviral tópico, aplicado diretamente no olho, na forma de colírios e/ou pomadas. Já nos casos mais graves e agressivos, o tratamento deve ocorrer com antiviral oral. Porém, se houver acometimento da retina, a intervenção deve ser sempre sistêmica, com medicação oral ou até mesmo endovenosa, com internação do paciente, dependendo da gravidade do acometimento.

 

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