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quinta-feira, 3 de novembro de 2022

3 passos para aproveitar o melhor da Black Friday 2022

A Black Friday 2022 promete muitas oportunidades! Muitos varejistas aguardam por essa data para colocar em ação algumas estratégias para alavancar suas vendas e atrair novos clientes. Embalado pelas ofertas, muitos prestadores de serviços e indústrias aproveitam a ocasião para alavancar os resultados já, por outro lado, muitos consumidores também se preparam para aproveitar ao máximo as promoções, antecipando as compras de final de ano.

Afinal de contas, o que o consumidor deve ficar atento para aproveitar verdadeiramente as promoções:


Planeje suas compras

Faça antecipadamente a sua lista de compras, veja quais produtos ou serviços deseja adquirir, pois dessa forma, é possível evitar a chamada compra por impulso gerando compras desnecessárias. Quando não há planejamento o consumidor acaba “seduzido’’ com ofertas irresistíveis.

A dica é entender o real motivo para a compra, quando tiver em dúvida, responda as perguntas abaixo:

  1. Essa compra traz qual algum benefício para minha vida? 
  2. Eu preciso disso? Tem que ser agora?
  3. Eu posso pagar por isso sem atrapalhar minha vida financeira?


Faça pesquisa

Com a sua lista de desejo em mãos é hora de começar a pesquisar os preços dos produtos. Essa ação é importante para conhecer se de fato o produto/serviço está com um desconto atrativo para o evento. Existem sites que mostram o histórico de valores de produtos como, por exemplo, Buscapé e Zoom.


Organize-se financeiramente

Comprar à vista é a melhor opção, pois você pode conseguir ainda mais desconto e não fica com dívidas futuras para pagar.

Vale um alerta em relação ao evento, na atual realidade que, em média 70% das famílias, estão endividadas em um momento de muitas “oportunidades” de compra como a Black Friday é preciso planejar. Sim, comprar é bom, comprar é necessário, porém, desde que com consciência e sabedoria.

Então, já é hora de começar a planejar suas compras e agarrar todas as oportunidades possíveis que você planejou.

 

Priscila Guskuma – Especialista em Estratégias de Negócios. Fundadora do IGDH (Instituto Guskuma de Desenvolvimento Humano), Ministrou treinamentos e palestras para empresas como: Porto Seguro, Shell, Locaweb, Google, Feira do Empreendedor do Sebrae.


Plantações florestais mistas tendem a ser mais resistentes às mudanças climáticas, dizem cientista

Para confirmar essa hipótese, pesquisadores do Brasil e da França conduzem experimento que avalia como a diversidade arbórea influencia a absorção de carbono e a resiliência a secas. Tema foi abordado em evento no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (foto: Paulo Guilherme Molin/UFSCar)

 

No Brasil, há cerca de 10 milhões de hectares de plantações comerciais de madeira, dos quais aproximadamente 80% são compostos por eucalipto destinado majoritariamente à produção de papel e celulose. Mais da metade das plantações dessa árvore no país usam um único clone (plantas com a mesma composição genética), contou Pedro Brancalion, professor da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (Esalq-USP).

“Isso representa um grande risco em tempos de mudança climática”, avaliou o cientista durante palestra no evento Climate change and biodiversity scientific cooperation day, realizado em 20 de outubro, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), pela FAPESP e os consulados gerais da França e da Alemanha em São Paulo.

“A maioria dos clones de eucalipto em uso hoje no Brasil é ótima para crescimento rápido, desde que haja disponibilidade de água suficiente. Em eventos de seca severa, cada vez mais frequentes com as mudanças do clima, os eucaliptos e outras espécies comerciais podem secar e morrer, bem como reduzir a oferta de água para as pessoas. Por isso é preciso buscar meios de tornar as plantações florestais mais resilientes à seca e econômicas no uso da água”, apontou.

Uma das soluções para atingir esses objetivos é aumentar a complexidade biológica das plantações comerciais, misturando clones ou adicionando novas espécies ao sistema, avaliou Brancalion.

Essa estratégia de promover plantações florestais mistas, onde vários materiais genéticos ou mesmo espécies de árvores são misturados, também tem sido apontada como uma das soluções baseadas na natureza mais promissoras para serem implementadas em programas de restauração florestal, com o intuito de potencializar o sequestro de CO2 pelas árvores e, ao mesmo tempo, tornar as florestas plantadas mais resistentes à seca. Ainda não está claro, contudo, como a diversidade de árvores influencia no funcionamento da floresta e favorece ao mesmo tempo a mitigação e adaptação às mudanças climáticas, ponderou o pesquisador.

“A expectativa é que quanto mais espécies uma floresta tiver melhor será seu funcionamento e sua resiliência às mudanças climáticas, pois usará de forma mais eficiente recursos ambientais como a água”, explicou.

A fim de testar essa teoria ecológica e ampliar a base de conhecimento para promover plantações florestais mistas, o pesquisador, em colaboração com colegas da Esalq-USP e do Centro de Cooperação Internacional em Pesquisa Agronômica para o Desenvolvimento (Cirad), da França, está realizando um experimento em larga escala inédito no Brasil. O projeto, apoiado pela FAPESP, está sendo conduzido em uma área de 6 hectares da Estação Experimental de Ciências Florestais da Esalq-USP em Itatinga, no interior paulista.

Foram plantadas na área 150 parcelas experimentais com diferentes níveis de diversidade de árvores, variando de uma a seis espécies nativas de grande interesse para silvicultura ou restauração florestal e amplamente distribuídas pela Mata Atlântica e o Cerrado.

As diversas composições de floresta estão sendo ainda submetidas a diferentes tratamentos de disponibilidade de nutrientes e água, obtidos a partir da adição ou não de fertilizantes e do uso de lonas plásticas para interceptar a água da chuva.

Ao comparar as plantações florestais mistas com monoculturas será possível avaliar não só os impactos da diversidade de árvores no funcionamento de um ecossistema como também elaborar diretrizes de programas de restauração, afirmou Brancalion.

“A ideia é usar a biodiversidade como uma estratégia fundamental para adaptar as plantações de madeira ao século 21, em tempos de mudanças climáticas”, disse.

Resistência à seca

Uma das linhas de estudo do projeto é sobre como aumentar a absorção de carbono por essas plantações florestais mistas. Outra vertente da pesquisa é como torná-las mais resistentes à seca, um problema crítico para árvores de crescimento muito rápido como o eucalipto, que exigem muita água durante o desenvolvimento.

“As plantações florestais de rápido crescimento podem consumir quase o mesmo volume de água que a chuva traz para algumas bacias nas fases de pico de crescimento. Portanto, se as plantações de eucalipto não forem bem planejadas, alguns dos problemas mais importantes apresentados pelas mudanças climáticas, que são as secas, poderão ser amplificados”, ponderou Brancalion.

O pesquisador também sublinhou que a nova fronteira das plantações de eucalipto no Brasil é o Mato Grosso do Sul, região conhecida por ter clima sazonalmente seco.

Os clones comerciais de eucalipto foram desenvolvidos para maximizar a produtividade, o que só é possível quando há boa disponibilidade de água. Com as mudanças climáticas, porém, períodos de grande déficit hídrico tendem a se tornar mais comuns e restringir a produtividade florestal.

“As plantações de eucalipto exigem muita água e quando há secas extremas as árvores morrem. Já vi plantações de centenas de hectares com árvores totalmente mortas por falta de água”, disse.

Colaboração internacional

O projeto conduzido pelos pesquisadores brasileiros e franceses integra uma rede de experimentos voltados a entender os impactos da diversidade de árvores no funcionamento de ecossistemas, chamada TreeDivNet.

A rede abrange outros experimentos estabelecidos na Áustria, Suécia, Bélgica, Alemanha e na França. Além disso, conta com a participação não só de universidades e instituições de pesquisa como também de coalizações do setor florestal.

O projeto é complementado por entrevistas realizadas no Brasil e em alguns desses países para compreender os desafios e oportunidades para a expansão das plantações florestais mistas.

“A existência desses experimentos controlados em diferentes regiões do mundo permitirá termos uma visão global de como a biodiversidade pode nos ajudar a enfrentar alguns dos desafios mais importantes trazidos pelas mudanças climáticas em diferentes ecossistemas, como florestas tropicais e temperadas. Isso é importante porque sabemos que o clima não mudará da mesma maneira em todos os lugares no mundo”, disse Brancalion.

Esse tipo de colaboração internacional em pesquisa será ainda mais importante no momento pós-pandemia de COVID-19, avaliou Marco Antonio Zago, presidente da FAPESP, na abertura do evento.

“Quando a sociedade se recuperar do desastre global mais significativo do século, que foi a pandemia de COVID-19, será o momento certo para falarmos a sério e forjarmos uma forte colaboração para evitar e enfrentar novos desafios e ameaças globais, como aqueles causados pelas mudanças climáticas globais e a perda de biodiversidade”, avaliou.

O cônsul-geral da França em São Paulo, Christophe Alamelama, ressaltou que para responder aos desafios impostos pelas mudanças climáticas e a perda da biodiversidade global os governos devem se basear na ciência e que a cooperação internacional nessa área é vital.

“Estamos ansiosos para aumentar a cooperação franco-brasileira em pesquisas sobre biodiversidade e mudanças climáticas”, afirmou.

A cônsul-geral da Alemanha em São Paulo, Martina Hackelberg, disse que o Brasil é um parceiro particularmente importante para o país europeu e tem um papel fundamental na luta contra as mudanças climáticas.

“Já cooperamos em muitas áreas, mas podemos avançar para outros campos no futuro, como hidrogênio verde”, avaliou. 

Elton Alisson
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/plantacoes-florestais-mistas-tendem-a-ser-mais-resistentes-as-mudancas-climaticas-dizem-cientistas/39963/


quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Machu Picchu Brasil combina experiência e paixão pelos encantos do destino Peru

Seleção de 10 passeios inusitados é atrativa e enriquece o leque de ofertas das agências de viagens

 

fato de ser a única operadora brasileira 100% especializada em Peru constitui diferencial objetivo em favor dos viajantes e das agências de viagens. Por ser especialista e conhecer a fundo os destinos mais surpreendentes do território peruano, Machu Picchu Brasil já levou mais de 30 mil visitantes àquele país. O leque de roteiros é amplo e capaz de atender as expectativas mais exigentes.

Mais que uma empresa alinhada aos fundamentos do ESG e ser a 1ª do país 100% carbono neutro, Machu Picchu Brasil é um time, uma equipe engajada e comprometida com a excelência.

No mercado desde 2010, empresa propicia ao viajante experimentar a vasta beleza natural peruana, sua história milenar e seu povo extremamente receptivo. Personalização, flexibilização e consultoria especializada fazem a diferença.

Segue sinopse descritiva de 10 passeios representativos do que o Peru tem de mais inusitado e fascinante. Vida noturna, desertos, cânions, sítios arqueológicos e muita história forjada na diversidade do país.

10 passeios para o roteiro de viagem


Circuito Mágico das Águas 


Localizado no Parque da Reserva, em Lima, o Circuito Mágico das Águas é um espetáculo noturno de som e luz, com chafarizes e fontes monumentais. No Guiness Book, é o parque urbano com maior número de fontes de água do mundo.

 

Barranco 

 

Bairro boêmio de Lima, passeio ideal para quem aprecia a vida noturna. Além dos bares e baladas, Barranco é conhecido pelas casas coloridas e muros com arte urbana. Durante o dia, garante excelentes fotos e belíssimo pôr-do-sol. Gastronomia de primeira.

 

Huacachina

 


Um oásis – lagoa rodeada de palmeiras em meio às areias do deserto, no distrito de Ica, região centro-sul do Peru. Dunas imensas cercam a lagoa, cenário ideal para uma aventura a bordo de um buggy. Ou para a prática de sandboarding.

 

Cânion de los perdidos


Também na região de Ica, cânion tem cerca de 30 milhões de anos, 5 km de extensão e 200 metros de profundidade. Ainda é um atrativo pouco conhecido pelos brasileiros e combina com o desejo de desbravar e conhecer lugares diferentes.

 

Salineras de Maras


Fica no Vale Sagrado dos Incas. As Salineras de Maras são uma espécie de piscinas salgadas espalhadas pelas montanhas. Uma paisagem surpreendente, onde o sal é extraído, ainda hoje, de forma artesanal e usado em restaurantes de alta gastronomia.

 

Moray

 

Também no Vale Sagrado, o sítio arqueológico de Moray expressa a inteligência do povo Inca. Consiste em degraus construídos nas encostas das montanhas, os chamados terraços agrícolas, desenvolvidos para viabilizar o plantio de alimentos na altitude.

 

Chinchero

 


Povoado de Chinchero preserva tradições andinas da tecelagem. Numa imersão cultural, descobre-se como os povos Incas teciam e quais tradições são mantidas até hoje. A compra de roupas, cachecóis e gorros fortalece a economia da comunidade local.

 

Trem Vistadome

 


O Trem Vistadome vai até Machu Picchu e é conhecido por suas imensas janelas que oferecem uma visão estonteante da paisagem. Leva os viajantes até a cidade de Aguas Calientes, que é a base para quem vai conhecer Machu Picchu.

 

Machu Picchu


A cidadela Inca é uma das 7 Maravilhas do Mundo Moderno e encanta por preservar a arquitetura erguida por seus habitantes no alto das montanhas. Sua história, repleta de encantos e mistérios, é marca registrada da cultura peruana.

 

Montanha Colorida

 

 

Na região de Cusco e de Machu Picchu, a Montanha Colorida ou Vinicunca é obra de arte da natureza. As várias faixas que colorem o relevo resultam do acúmulo de sedimentos marinhos e fluviais por milhões de anos. A trilha pode ser difícil, mas vale a pena!


Réveillon: povos e países que comemoram a chegada de um novo ano em outras datas

Confira como cada povo comemora o ano novo sem ser no dia 31 de dezembro. Mas, se quiser aproveitar esse período para viajar, veja opções para passar o Réveillon tradicional em destinos mais exóticos 

 

De 31 de dezembro para 1 de janeiro, celebra-se a virada do ano no calendário gregoriano, usado por boa parte do mundo. Mas esse não é o único calendário que existe, e outros povos e nações costumam comemorar seus anos-novos em outras datas. Mas nem por isso deixam de receber turistas e fazer a comemoração tradicional no dia 31 de dezembro, por exemplo. Veja a seguir comemorações diferentes de ano novo que acontecem em outros momentos do ano:

 

 Ano novo no Irã 

No Irã, o ano novo se chama Nowruz, o que significa New Day, é o primeiro de Farvardin, o primeiro mês do calendário persa.  Mesmo sendo um país islâmico ele mantém a tradição persa. Esse dia geralmente cai em 20 de março,  mas em anos bissextos, acaba sendo comemorado em 21 de março. O povo iraniano comemora Nowruz, visitando seus parentes e amigos, prestando respeito aos familiares idosos, passando por viagens e passando o tempo na natureza. A ocasião festiva é uma das festas mais antigas e queridas que foi comemorado há pelo menos 3.000 anos. Para os iranianos, Nowruz é uma celebração de renovação e de mudança. Eles se preparam para acolher os dias do Ano Novo antes de começar. 

 

Ano Novo Islâmico 

Para muitos países do mundo islâmico, o ano novo se chama Al Hijiri. A data em relação ao nosso calendário varia, já que o ano no calendário islâmico tem 354 ou 355 dias — o próximo será em 19 de julho de 2023. O calendário lunar islâmico começa a contar a partir do nosso ano 622, quando Maomé e seus seguidores foram de Mecca para Medina, onde criaram a primeira comunidade islâmica.  

Essa migração é chamada de Hégira, do árabe “hjira”, que significa algo como “separação”. A data não é feriado em todos os países de maioria islâmica, e é normalmente vista como uma celebração mais introspectiva, como um período de jejum e reflexão.  

 

 Ano Novo Judaico 

Rosh Hashana (literalmente “cabeça do ano”) é o nome dado ao ano novo judaico, que acontecerá em 2023 entre os dias 15 e 17 de setembro. A data marcava o começo de um novo ciclo de semear, cultivar e colher na economia dos povos antigos do oriente próximo. Os costumes relacionados à época incluem o toque de uma corneta chamada shofar, cujo som simboliza um chamado ao despertar, e as refeições incluem frutas e alimentos com mel, para que o novo ano também seja doce. A saudação mais comum entre quem celebra a data é “Shana Tovah”, que significa literalmente “bom ano”. 

 

Ano novo no Marrocos 

Apesar de Marrocos ser um país arabe com raízes berberes, ou seja, que celebram o final do ano em outra data.   Porém, como o país vive muito do turismo, é muito normal encher-se de viajantes nos dias próximos do dia 31 de dezembro e comemora-se normalmente. Seja em hotéis, nas dunas do deserto, nas montanhas, nas praias, ou na rua, são muitos os turistas que viajam para o Marrocos para celebrar com festa um novo ano.

No caso dos berberes, o calendário é diferente. O ano 0 corresponde ao ano 950 a.C. Por isso, o início do ano do calendário berbere corresponde ao dia 14 de Janeiro do calendário gregoriano. Essa data coincide com a marcação do calendário Juliano, que tem três anos com 365 dias, seguidos de um com 366. Atualmente, o calendário berbere está no ano de 2963. 

O primeiro dia do ano berber – no Yennayer – é celebrado com uma refeição muito completa e abastada, com alimentos locais que variam de acordo com a região. A data celebra a vitória da nação Amazigh que derrotou o exército egípcio e liderou a nova monarquia que governava da Líbia para o Egito. A festa de ano novo também inclui danças e animação.

"Apesar desses países celebrarem a passagem do ano em outras datas, eles recebem turistas e possuem opções de festas de Réveillon em vários locais", comenta Anna Carolina Caro, diretora executiva da Excursy. 

Esse é o caso do Egito, por exemplo. Apesar da maioria da população ser muçulmana, acontece uma festa na virada do dia 31 de dezembro a 01 de janeiro nas pirâmides. Segundo a agência, um dos lugares mais procurados para o Réveillon  é a cidade do Cairo. "A cidade é a que tem melhor estrutura para receber os turistas, principalmente em relação às hospedagens e restaurantes. A partir dela também é mais fácil conhecer outras regiões do país. Mas não é só isso. A capital sedia as maiores comemorações da virada do ano, entre elas, a queima de fogos às margens do rio Nilo e o show de luzes nas pirâmides, que conta a história dos faraós e do Egito", explica Anna Carolina. 

 Mas para quem quer aproveitar mais do que somente a virada do ano, há roteiros que incluem passeios por diversas partes do país. Uma outra opção do que se fazer no Egito, além das pirâmides no Réveillon é o cruzeiro pelo rio Nilo. "Como somos especialistas no destino podemos montar roteiros adaptados de acordo com a expectativa de cada cliente para melhorar a experiência da viagem e proporcionar momentos inesquecíveis", aponta a diretora da Excursy.

  


Outro destino bastante procurado pelos turistas brasileiros é a Turquia para as festas de fim de ano, segundo a Excursy. Em Istambul a festa acontece na Praça Taksim, centro da cidade e reúne um grande número de pessoas para apreciar duas viradas de ano diferentes, em dois continentes. A decoração típica e o barulho das buzinas dos carros animam ainda mais a festa. Não é necessário ingresso para o evento, já que é um evento aberto ao público. No local, encontra-se  muita música, dança, lasers e luzes até a hora da virada.

 


"É na Ponte Galata que se tem uma melhor visão dos fogos de artifício que são lançados sobre o Estreito de Bósforo. Nesse local é como se fosse o Réveillon de Copacabana da Turquia. Um show de luzes e estouros que tornam a passagem de ano mais incrível. No lado asiático de Istambul, a comemoração é mais calma", aponta Anna Carolina. 

A diretora explica que se as pessoas querem curtir um  show de fogos e fugir da multidão, a melhor opção é fazer um cruzeiro pelo Estreito de Bósforo, entrando no novo ano entre a Europa e a Ásia. 

"Muitas embarcações partem do Porto de Istambul antes da meia-noite para a virada no Bósforo. Dá para aproveitar o passeio pelo Bósforo à noite para apreciar uma das melhores vistas da cidade, ainda mais com as construções antigas iluminadas. Durante o réveillon, esse cenário ganha um toque ainda mais mágico", comenta Anna Carolina e complementa "esse é o nosso grande diferencial, somos especialistas em entender tudo que o cliente busca e quer e oferecemos as melhores experiências baseado na realidade de cada um. Por sermos especialistas nesses destinos chamados exóticos contamos com os melhores serviços de concierge, guias, hotelaria e traslados para deixar toda a viagem como um sonho", finaliza. 

 

Excursy

https://excursy.net/


Viagem de carro pelo Nordeste: as melhores rotas turísticas

Confira as dicas do Conexão123 para uma road trip perfeita pelas paisagens deslumbrantes dos estados da região Nordeste

 

Uma viagem de carro pelo Nordeste brasileiro pode ser uma experiência inesquecível. A diversidade de paisagens e biomas da região possibilita aos turistas apreciar inúmeros cenários, entre praias, montanhas, rios, e tudo de mais belo que a nossa flora e fauna podem oferecer.  

Pensando nisso, o Conexão123 preparou três roteiros com ideias de road trip pelo Nordeste, com dicas de destinos, lugares para conhecer e muito mais!  

 

Rota Ecológica de Alagoas 

Uma das rotas mais aclamadas pelos turistas é a que percorre o litoral norte alagoano, com belíssimas praias, pousadas com preços justos, ótima comida e um pôr do sol de tirar o fôlego. A Rota Ecológica, também conhecida como Costa dos Corais, é uma região preservada de mais de 40 km de praias entre Barra de Camaragibe e Japaratinga. 

As estradas são divididas com um trecho de asfalto (até Porto de Pedras), uma balsa (para atravessar o rio Manguaba entre Porto de Pedras e Japaratinga) e um trecho que alterna estrada de barro com paralelepípedos (em Japaratinga).  

Saindo de Maceió e pegando a AL 101 sentido norte, percorre-se aproximadamente 15 km, até avistar uma placa indicando o caminho para o Passo de Camaragibe, sentido AL 465. Durante o caminho, você pode avistar fazendas, vilarejos e diversos animais.  

Mais alguns quilômetros adiante vão aparecer os coqueirais e a estrada vai ao encontro da costa, na Barra de Camaragibe. Chegando em Barra, um pequeno vilarejo à beira-mar te espera, para apreciar e descansar numa praia bem calma. Do outro lado dessa praia, passando pelo rio Camaragibe, fica a Praia do Morro, e para chegar lá é só estacionar o seu carro em um dos bares da vila e procurar um canoeiro para fretar a viagem. Normalmente é cobrada uma taxa de R$ 10 a R$ 20.  

A praia possui uma falésia lindíssima que pode ser avistada pelos turistas, com águas clarinhas, mar tranquilo e uma calmaria que só quem experimenta algumas horas no local pode descrever. Saindo da praia, voltando à vila e seguindo sentido norte, você avista os vilarejos do Marceneiro, do Riacho, de São Miguel dos Milagres e do Toque, que se limitam à beira da estrada. Há caminhos que levam para as praias, mas não são muito bem sinalizados.  

Ao fim deles, normalmente há um quiosque rústico usado mais por moradores do que turistas, e algumas casinhas onde os pescadores guardam o material de pesca. Para apreciar as belezas da região, só mesmo andando a pé pela areia. 

A Rota Ecológica compreende, então, as praias de:

• São Miguel dos Milagres 

• Praia do Toque

• Japaratinga

• Porto de Pedras

• Praia do Patacho 

E nesse percurso pode ser alugado um carro em Maceió, sempre buscando um 4X4, que aguenta diversas estradas sem asfalto.

 

Os que adoram o ecoturismo e muitas emoções vão amar a conhecida Rota Ecológica de Alagoas


 Rota das Emoções 

Os viajantes que adoram ecoturismo e muita adrenalina vão amar a conhecida Rota das Emoções, que passa por Maranhão, Piauí e Ceará. Essa rota foi criada pelo Sebrae, em parceria com o Ministério do Turismo, em 2005. 

Com percurso pelo litoral nordestino, o melhor a se fazer é sair do Ceará em direção ao Maranhão, passando pelo Piauí no percurso entre os estados. Esse caminho percorre grandes atrativos de Jericoacoara, do Delta do Parnaíba e, finalmente, dos Lençóis Maranhenses. Os turistas encontrarão áreas de proteção ambiental, como o Parque Nacional de Jericoacoara, o Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses e a Área de Proteção Ambiental do Delta do Parnaíba.

A melhor época para percorrer a Rotas das Emoções é entre julho e setembro, quando os rios e lagoas do local estão cheios e você corre menos risco de encontrar dias nublados.  

 

Jericoacoara

Apelidada de Jeri, este, sem dúvida, é o destino mais luxuoso da Rota das Emoções, que conta com excelentes hotéis e pousadas e é uma das praias mais bonitas do Brasil. Saindo da capital do estado do Ceará, são 300 km de estrada que abriga uma das paisagens mais lindas do mundo até chegar na Vila Jijoca! 

Indo de carro até a pequena vila, encontram-se diversas empresas que atuam em três horários para levar os turistas até Jericoacoara. Já o melhor meio de se locomover por lá é de bugue, de moto ou em carros maiores como caminhonetes. Os passeios mais comuns são o do Litoral Oeste (Tatajuba) e Litoral Leste (Lagoa do Paraíso e Lagoa Azul). Custa a partir de R$ 300 o bugue, para até 4 pessoas. Na alta temporada, os preços são mais caros. Para a Lagoa do Paraíso, também há saídas de Toyotas, a partir da vila (R$ 30 por trecho). É um transporte coletivo, usado pela população local e por quem deseja economizar.

 

 

Delta do Parnaíba

 

Conhecido como o terceiro maior delta oceânico do mundo, é um dos pontos mais incríveis da Rota das Emoções. Situado no estado do Piauí, são 177 km partindo de Jericoacoara. De carro pela BR 102, é possível encontrar uma série de canais naturais na foz do Rio Parnaíba. Entre esses canais formam-se pequenas ilhas, que constituem um ecossistema muito específico, com formação de dunas e mangues. 

As melhores e mais belas ilhas que o turista pode visitar são a Ilha Grande de Santa Isabel, Ilha das Canárias e ilha do Caju, que fica a 50 km de Parnaíba. 

Além disso, você pode incluir mais alguns pontos nessa rota, como o Parque das Sete Cidades e a Serra da Capivara, onde o viajante pode encontrar uma série de pinturas rupestres nas cavernas da região.

 

Lençóis Maranhenses

O Parque Nacional dos Lençóis Maranhenses fica a 250 km da capital São Luís e a 192 km do Delta do Parnaíba. Por lá, você encontra 155 mil hectares de areia branquinha e diversas lagoas formadas pela água da chuva. No parque, você pode conhecer os circuitos da Lagoa Azul, da Lagoa Bonita e do Canto de Atins, uma vila de pescadores em Barreirinhas.  

Saindo dos Lençóis Maranhenses, recomendamos dar um pulinho de carro no Parque Nacional da Chapada das Mesas, que fica no sul do estado. É uma viagem de aproximadamente 3h de carro. O local possui cachoeiras e uma flora incrível, que mistura os biomas da caatinga, cerrado e floresta tropical. A cidade mais próxima do parque, onde você pode descansar e aproveitar para comer algo, é a de Carolina, que fica às margens do Rio Tocantins. 

 

São 155 mil hectares de areia branquinha e diversas lagoas de água doce nos Lençóis Maranhenses

 

 Rota de Alagoas até a Bahia 

O trecho que liga Alagoas com o norte da Bahia é um dos refúgios de paisagens belíssimas e bem preservadas. A distância dos dois estados é de aproximadamente 580 km com tempo de viagem de carro de 8h. Essa viagem é chamada de Linha Verde, onde percorre-se rapidamente o litoral de Sergipe, indo para o Sul de Maceió e depois em direção ao norte da Bahia. 

No caminho, o turista encontra algumas praias como: 

• Guarajuba

• Arembepe 

• Barra do Jacuípe

• Itacimirim

• Praia do Forte

• Imbassaí

• Costa do Sauípe

• Mangue Seco

 

 

Mergulhar em Seychelles, conheça as melhores experiências no Arquipélago

Descubra as épocas ideais e os melhores pontos para conhecer as belezas submarinas das ilhas

 

O paraíso dentro e fora dos mares oferece belas vistas aos mergulhadores-foto: Ennio Maffei

Seychelles, um paraíso natural localizado no Oceano Índico, encanta visitantes com seus exuberantes mares azul-turquesa e suas paisagens naturais preservadas. Abaixo dessa superfície, nas profundezas do mar, não é diferente, a extensa diversidade marinha instiga os visitantes à prática do mergulho. 

Um dos pontos que qualificam o mergulho do Arquipélago é a diversidade submarina, com ricos recifes de corais, formações rochosas, gigantescos leques de gorgônias, além das esponjas-barril que decoram o ambiente subaquático. O paraíso, dentro e fora dos mares, oferece belas vistas aos mergulhadores, que encontram enormes tubarões-baleia, arraias e até colônias de tartarugas marinhas verdes. 

A melhor época para a prática do mergulho em Seychelles é de abril a novembro, sendo abril/maio e outubro/novembro os melhores meses. Devido à sua proximidade com a linha do Equador, nessa época, as águas se aquecem e têm temperaturas entre 25 a 29ºC, além de apresentarem excelente visibilidade, de até 30 metros.

 

Ricos recifes de corais encantam os visitantes - foto: Chis Mason Parker

Em Mahé, principal ilha do Arquipélago, estão alguns dos pontos mais indicados para prática, tanto de mergulho em águas profundas quanto da prática do snorkel nas águas tranquilas das praias. Ao norte da ilha, na famosa praia de Beau Vallon é possível desfrutar do oceano e explorar os cantos e recantos escondidos da costa. Um dos pontos mais famosos na região é o Lighthouse, com recifes coloridos, moreias e tubarões.

Já a noroeste de La Digue - quarta maior ilha do Arquipélago - ficam as ilhas irmãs, Grand Soer (Irmã Grande) e Petite Soeur (Irmã Pequena). Entre as duas ilhas é possível mergulhar no chamado Sister Bank. As ilhas irmãs apresentam belas formações rochosas, com profundidades de 8 até 18 metros, e proporcionam aos mergulhadores uma vista de enormes formações de granito, com passagens entre elas. Diversas espécies são encontradas ali: raias-águia, peixes anjo, peixes-leão e o infame peixe-porco palhaço.

Em Praslin, segunda maior ilha do arquipélago, encontra-se Anse Petite Cour. Delimitada por um parque marinho, é uma praia com exuberantes paisagens. Além das belezas fora das águas, a diversidade submarina encanta os mergulhadores com recifes de corais e rica diversidade de espécies, reunindo peixe-borboleta, peixe-cirurgião e muitos outros em um mesmo cenário. A praia privativa pertencente ao hotel Domaine de La Réserve é recomendada para mergulhadores iniciantes, mesmo que não estejam hospedados no hotel.

Para mais informações sobre o destino, acesse www.seychelles.com/home e o site www.gvanoticias.com .    

 

Sobre Seychelles 

Um arquipélago de 115 ilhas no Oceano Índico, Seychelles é repleto de praias de areia platinada, emolduradas por pedras de granito, mar turquesa e clima tropical o ano todo. Para aqueles que desejam ver e fazer tudo, o arquipélago tem excelentes condições para a prática de esportes, ótimos restaurantes de cozinha internacional e creole (local), shows de dança e música. Para o viajante moderno, as ilhas representam uma fuga e a oportunidade de recalibrar sua alma em harmonia com a essência primordial da natureza. Além disso, Seychelles preza pelo turismo sustentável, dado que cerca de 50% de sua área está sob proteção ambiental, e acredita-se que o sítio original do Jardim do Éden fica no país, no chamado Vallée de Mai. 

 

Global Vision Access 


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