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quarta-feira, 2 de novembro de 2022

Micropigmentação: cinco coisas que você precisa saber antes de fazer

Para ajudar a decidir se o método é ideal para você, a especialista e precursora da técnica no Brasil, Renata Barcelli, explica os principais pontos de atenção relacionados ao tema

 

A técnica de micropigmentação de sobrancelhas é conhecida por preencher, desenhar e oferecer um efeito mais simétrico para região, proporcionando mais beleza e destaque para a área dos olhos. O método é indicado para mulheres e homens que gostam do design de sobrancelhas e procuram uma solução mais definitiva e prática, uma vez que o retoque pode ser feito com menos frequência. 

Apesar de já ter se popularizado no Brasil, por se tratar de um método mais invasivo e de alta duração, muitas pessoas ainda têm receio de realizar o procedimento. Medo de não gostar do resultado e da dor na hora da realização, são questões que rondam os clientes dos estúdios e centros de estética. 

Para ajudar a decidir se o método é ideal para você, a especialista em micropigmentação e precursora da técnica no Brasil, Renata Barcelli, que também é fundadora da RBKollors, marca pioneira em pigmentos inteligentes e líder de mercado, conta as cinco principais coisas que você precisa saber antes de fazer a micropigmentação.

 

1 -- Qual é a técnica ideal para você? Atualmente existem vários métodos disponíveis no mercado, como Shadow, Fio a Fio, Ombré e muitas outras. Cada uma delas promete um efeito diferente. “Na hora de fazer o procedimento, é necessário analisar junto ao profissional, qual é a técnica que mais vai atender a sua expectativa ou atingir o seu objetivo. Algumas pessoas têm falhas em determinados pontos das sobrancelhas, outras gostam de um design mais marcado, outras preferem um efeito mais natural. Para cada finalidade existe uma técnica adequada para atingir o resultado esperado”, explica a especialista.

 

2- É possível alterar o formato da sobrancelha? Segundo Renata, o formato definido pela micropigmentadora no momento do procedimento é feito através de medições e técnicas para deixar o desenho simétrico, mas sempre respeitando a natureza de cada rosto. “Muitas pessoas chegam no estúdio falando que querem a sobrancelha de uma artista ou igual a de uma amiga. Assim como em todos os outros aspectos, nós somos únicos e precisamos buscar aquilo que se enquadra melhor para a gente, individualmente”, conta.

 

3- Preciso saber qual é o produto que será utilizado na minha micropigmentação? “Com certeza! E este é um ponto muito importante e que merece a atenção dos clientes e dos profissionais”, comenta. Renata traz um alerta sobre possíveis alergias e as consequências do uso de itens de má qualidade: "É importante saber qual o pigmento será utilizado, para verificar se não é alérgico a alguma substância contida nele. Também é preciso verificar a qualidade e referência deste produto, pois além de reações devido ao contato com a pele, o resultado pode ser comprometido uma vez que ele não ofereça a qualidade esperada”, alerta.

 

4- É preciso retocar? De acordo com Renata Barcelli, é necessário que o retoque da micropigmentação seja feito uma vez ao ano ou pelo tempo informado pelo profissional, para manter o efeito desejado. “Eu alerto sempre para a necessidade do retoque. Por ser um procedimento com resultado de longa duração, algumas pessoas cometem o erro de achar que não precisam retocar nunca, o que não é verdade. O grande diferencial da micropigmentação, em relação aos outros métodos, é a praticidade, uma vez que o resultado se mantém ao longo de doze meses, dependendo de como o corpo de cada pessoa se comportará após receber o procedimento”, explica.

 

5 - Preciso ter algum cuidado com a região após o procedimento? Segundo a especialista, existem dois tipos de cuidados, os que devem ser feitos logo após o procedimento e outros ao longo dos meses, que vão aumentar a durabilidade da micropigmentação. Precauções em relação à higiene e cicatrização da região precisam ser tomadas nos primeiros dias após a realização. “O primeiro passo é evitar tocar ou lavar a região nas primeiras horas após fazer a micro. Ao longo dos dias, recomendo lavar a região sem esfregar, com movimentos suaves, além de usar um creme cicatrizante e o protetor solar”, explica. Para prolongar o resultado, mantendo sempre o aspecto bonito e com a cor mais viva, Renata recomenda evitar o uso de produtos com ácidos na região. “É necessário ter cautela com os demaquilantes e produtos para acne que contenham ácido, pois o contato com essas substâncias pode remover o pigmento da pele ou desbotar. A escolha do pigmento utilizado também interfere nessa hora, por isso é tão importante se certificar da qualidade dos produtos utilizados, para garantir que a micropigmentação tenha a duração esperada”, finaliza.

 

Renata Barcelli - pioneira no segmento de micropigmentação. Em 2015, produziu um pigmento para sobrancelhas que não existia no Brasil. Tudo começou quando conheceu um profissional da Sérvia que lhe ensinou uma técnica de micropigmentação manual. Hoje, sete anos depois, a RBKollors é líder de mercado no Brasil e tem previsão de faturamento de 30 milhões para 2022.


Como recuperar os cabelos danificados?


Profissional explica os cuidados necessários para recuperar os fios que estão fracos, quebradiços e sem vida
  


Descoloração, química, uso recorrente de secador e chapinha, sol e poluição são fatores que ajudam a danificar os fios do cabelo, deixando sem brilho, ásperos, com pontas fracas e duplas. Para recuperar o cabelo poroso sem recorrer sempre ao corte, é necessário investir em cuidados que podem ser feitos em casa.   

Segundo a esteticista e professora do UNINASSAU -- Centro Universitário Maurício de Nassau Paulista, Leila Michele, os ativos reconstrutores e hidratantes são bem-vindos, além da proteção térmica e do cuidado ao pentear o cabelo, sempre começando das pontas e subindo aos poucos até o comprimento. “Primeiro, é necessário manter uma rotina de cuidados, investir em máscaras hidratantes, nutritivas e reconstrutoras. Em seguida, ter atenção ao desembaraçar, porque, quando o cabelo está danificado, fica mais suscetível a quebra”, conta.   

Uma das dicas mais importantes é investir em produtos que são destinados a cabelos danificados. “O xampu é considerado um detergente, porque seus ativos são voltados para a limpeza do couro cabeludo, por isso, é interessante investir em itens mais hidratantes. Uma dica é passar uma máscara mais baratinha nas pontas e no comprimento antes de lavar. Essa ação vai ajudar a proteger os fios. Quem mora em locais muito quentes ou passa o verão em praias também pode usar protetor térmico”, ensina. 

Importante ressaltar que, quanto mais química, como alisamento, descoloração, retoque de raiz, mais é necessário apostar em produtos e cuidados. “Muita gente gasta dinheiro para fazer os procedimentos e depois não cuida do cabelo. É necessário investir tempo e dinheiro. Existem muitos produtos bons no mercado que não são extremamente caros, mas possuem uma boa tecnologia. O ideal é ir testando”, finaliza Leila.  

 

 

Frizz: o que é e como controlar os indesejados fios arrepiados

Widi Care traz dicas de produtos, truques e hábitos certos para domar, de vez, os cabelinhos rebeldes 

 

O frizz são aqueles cabelinhos arrepiados e grossos que incomodam (e muito) boa parte das mulheres! Apesar de não ser um problema, acaba causando um certo desconforto para aquelas que preferem os fios bem alinhados.

Presente em todos os tipos de fios, o cabelo “frizzado” ocorre pelo simples fato da cutícula estar aberta. Além disso, ele pode ser um cabelinho novo que está nascendo, como também cabelo quebrado, que está curtinho e, por isso, se arrepia.

Condições climáticas como muita umidade; o uso frequente de acessórios que emitem calor, como o secador e a chapinha; excesso de procedimentos químicos e maus-hábitos na rotina de cuidados são as principais causas do frizz. Mas a boa notícia é que é possível diminuir e até acabar com esses fiozinhos eletrizados! Vanessa Telles, técnica capilar da Widi Care, marca carioca presente no mercado de beleza há 10 anos, trouxe dicas de produtos, truques e hábitos certos para domar os cabelos rebeldes.


Aposte em shampoo e condicionador hidratantes

Se o seu cabelo está com muito frizz, é possível que ele esteja um pouco ressecado, afinal, a falta de água, óleo ou queratina podem “eletrizar” os fios. Vale a pena reconsiderar o tipo de shampoo e condicionador que você usa. Prefira os produtos mais hidratantes, como os da linha Liso Maravilha, que são formulados com um complexo multivitamínico e extrato de tamarindo, que dão resistência, brilho, maciez e controle aos fios rebeldes.


Na hora de pentear, prefira pentes de madeira

Sabia que os pentes de madeira neutralizam a estática e evitam que os fios fiquem arrepiados? Diferente do plástico e do metal, esse material é a melhor opção na hora de desembaraçar o cabelo e deixá-lo com menos frizz. A dica para as cacheadas é usar um pente de dentes largos, enquanto as donas de fios ondulados e lisos podem optar pelo de dentes mais juntinhos.  Ah, a regra para todas é única: comece desembaraçando debaixo para cima!


Protetor térmico, sempre!

As ferramentas de calor – como o secador, chapinha e babyliss – fazem com que os fios percam água, principalmente se forem usados em altas temperaturas. Por isso, evite usá-los diariamente e, sempre que forem necessários aposte em um protetor térmico para evitar os danos. O produto forma uma película que impede o cabelo de quebrar, ficar ressacado e, consequentemente, fios arrepiados. “O Fluido Anti Frizz Termoativado da linha Liso Maravilha é uma boa dica de proteção. Ele deve ser aplicado após lavar e condicionar os fios, por toda a extensão do cabelo, antes de iniciar o processo de escovação. Formulado com complexo multivitamínico e colágeno, protege enquanto alinha os fios, facilita o deslizar da escova, bloqueia a umidade e reduz o frizz. É incrível!”, destaca a técnica capilar.


Truque para secar os fios

Após sair do banho, para retirar a umidade dos fios, é comum esfregar a toalha nas madeixas. O que você pode não saber é que esse atrito pode danificar e até quebrar o cabelo. Nessa hora, substituir a toalha por uma camisa ou fronha é um truque certeiro e infalível! A malha pode ser enrolada normalmente na cabeça para ajudar a acelerar a secagem dos fios de forma suave e com menos fricção. Depois de retirar o excesso da água, o resultado é a diminuição do frizz, da quebra e da porosidade, e o aumento da maleabilidade da cabeleira.


Sérum capilar = melhor amigo

“O sérum é um finalizador diferente dos tradicionais. Com uma textura fluida, ele concentra uma grande quantidade de óleos, silicones e vitaminas que deixam os fios nutridos, sem pontas duplas e sem frizz. O sérum Liso Maravilha, por exemplo, além desses benefícios, tem efeito restaurador e intensificador de brilho, atua contra a opacidade, protege das agressões externas, sela as cutículas e promove o efeito deslizante, evitando a quebra. Apesar de ser da linha para cabelos lisos, é indicado para todos os tipos de cabelos e apenas uma pequena quantidade já é o suficiente para o cabelo inteiro, até mesmo para os mais compridos”, explica a técnica capilar.


Esqueça a água quente

A água muito quente é uma vilã para a saúde e a beleza dos cabelos – sua alta temperatura tende a deixar os fios ressecados, armado e todo arrepiado.  As temperaturas morna ou fria são as ideais e por mais que você goste de lavar o cabelo com água quente, a dica é terminar o banho com um jato de água gelada, pois ela tem o poder de fechar as cutículas, o que vai deixar os fios mais protegidos e longe do frizz.


Você sabe se o seu couro cabeludo é saudável?

Shutterstock
 Especialista em tricologia, Patricia Marques dá dicas para cuidar dos fios desde a raiz 

 

Um couro cabeludo saudável é fundamental para quem deseja madeixas bonitas, com brilho, balanço e movimento, uma vez que ele é a base onde nascem os fios e responsável por distribuir os nutrientes que vêm da parte interna do organismo, sendo importante que ganhe tantos cuidados como o próprio cabelo.

“O equilíbrio de diversos fatores como oleosidade, ressecamento, nascimento e crescimento dos fios são chaves preciosas para manter esta parte do organismo sempre saudável”, explica Patricia Marques, cirurgiã plástica especialista em tricologia. 

Segundo a especialista, quando há algum desequilíbrio, o couro cabeludo dá alguns sinais como oleosidade aumentada, caspa, microferidas, queda de cabelo aumentada, vermelhidão, coceira, descamação, entre outros. “É preciso ficar atento a esses sinais, pois eles indicam que algo não está bem e logo isso reflete na saúde dos fios”, alerta Marques.

Para ajudar nesse processo, a especialista lista algumas dicas simples de como manter o couro cabeludo sempre saudável:

1 – Lave o cabelo com frequência, dando preferência para água morna ao invés da quente para não ressecar o couro cabeludo e nem danificar as camadas protetoras do cabelo;

2 – Cuide da sua alimentação. Vitaminas e nutrientes são fundamentais para saúde capilar;

3 – Não utilize qualquer produto. Vale a pena investir um pouco mais em produtos indicados para o seu tipo de cabelo. Shampoo e condicionador de boa qualidade fazem toda a diferença;

4 – Hidrate-se. Todo o corpo funciona melhor quando está bem hidratado e isso também vale para o couro cabeludo e o cabelo;

5 – Evite procedimentos químicos e muito agressivos. As químicas sensibilizam o couro cabeludo e danificam o fio, deixando-os mais finos e com aparência rala;

6 – Massageie o couro cabeludo suavemente durante a lavagem do cabelo e algumas vezes durante o dia para melhorar a circulação sanguínea.

“Quem já mantém cuidados constantes com o couro cabeludo e ainda assim enfrenta algum problema ou desequilíbrio, a dica de ouro é procurar um profissional especializado para avaliar o que pode estar acontecendo e indicar o melhor tratamento”, finaliza a especialista. 

  

Patricia Marques - graduada pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, membro especialista da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, com Pós-Graduação em Tricologia
CRM-SP: 146410
www.drapatriciamarques.com.br
Instagram: @dra_patricia_marques


Ernesto Campagna ensina as novas técnicas do momento: siren lips e siren eyes

Divulgação 

A técnica de contornar os lábios não é novidade, depois de Kim Kardashian aparecer usando, virou uma tendência entre as famosas, mas o que vem conquistando espaço no momento, é um derivado do lábio contornado, o siren lips, nas redes sociais, e desfiles, seu segredo é simples: ultrapassar a linha natural dos lábios na parte central e depois um pouco nos cantos dos lábios. Com isso, o resultado é uma boca volumosa e alongada, dando a impressão de que se está sorrindo, sem necessariamente fazer o menor esforço para isso.  

O siren lips traz uma sensualidade para a make de forma descomplicada. Para quem quer aderir essa nova tendência, Ernesto ensina o passo a passo! 

“Para começar, você vai precisar de dois lápis, um escuro e um mais claro. O primeiro passo consiste em passar o lápis mais claro no contorno natural dos lábios e, em seguida, com a cor mais escura, acentuar o arco do cupido, ultrapassando um pouco a linha natural e fazendo um desenho oval nessa parte dos lábios - ultrapasse a linha na parte de baixo também e não se esqueça de acentuar bem os cantos da boca.” 

Para finalizar, use um gloss ou um batom para juntar os dois traços e preencher os lábios. 

Já o siren eyes possui uma pegada mais minimalista, que valoriza o olhar considerado sedutor. 

“O grande segredo da tendência de maquiagem siren eyes está em tentar alongar o máximo possível os olhos. Para isso, inicie aplicando uma sombra marrom rente as linhas d’água, tanto a superior quanto a inferior. Em seguida, com um tom mais escuro de marrom, reforce o desenho na pálpebra superior, esfumando e levando a sombra em direção a sobrancelha, Para valorizar e alongar ainda mais o olho, faça um delineado estilo gatinho fino.” explica Ernesto.

 

Nutricionista ensina como se preparar para o verão sem neura com o shape

A nutricionista Sophie Deram explica o motivo de "fechar a boca e malhar" para ter o “corpo perfeito” no verão, não funcionar na maioria dos casos


O famoso “Projeto Verão” já começou para muita gente, adotado com a expectativa pelo resultado rápido. As academias nesta época do ano ficam muito mais cheias e as dietas restritivas são colocadas em prática, tudo isso em busca do “corpo perfeito”.
As redes sociais ficam lotadas de dicas para ajudar os internautas. Geralmente, as dicas envolvem "fechar a boca e malhar", adotando dietas restritivas para uma perda de peso rápida.

Mas será que realmente isso ajuda?


Sophie Deram, autora do livro best-seller "O Peso das Dietas", diz que não! “Quando fazemos dietas restritivas, até podemos perder peso inicialmente, mas a longo prazo a tendência é o efeito sanfona e entrar no ciclo vicioso das dietas, que não contribuem em nada com a nossa saúde. Funciona assim: você começa uma dieta restritiva, perda de peso, porém, como a restrição é insustentável, você acaba sentindo frustração e tristeza, além de desejo pelos alimentos proibidos. Então, você "cai em tentação", exagera na comida, sente-se culpado, ganha peso e novamente vem a insatisfação corporal. Assim, o ciclo recomeça com mais uma dieta restritiva.” Explica a especialista.

Sophie propõe então um “projeto verão” diferente, sem dietas restritivas, com foco na saúde e com mudanças de hábitos que podem servir para a vida inteira!

As dicas da nutricionista são:


1-Coma melhor, não menos

Em vez de dietas restritivas e de reduzir as quantidades do que come, busque melhorar a qualidade da alimentação, consumindo mais comida fresca, caseira e variada.


2- Cozinhe mais

Cozinhar mais ajuda a comer melhor. É uma atividade que contribui para adquirir mais consciência do que está indo para o prato e ajuda a consumir mais comida caseira. Sem falar que pode funcionar até como uma terapia. Vá ao mercado, busque receitas e, para ganhar tempo, experimente fazer comida para a semana toda, congelando as refeições em porções.


3- Coma com prazer

Troque a culpa pelo prazer, pois esse elemento é muito importante para a saúde e não precisa ficar de fora do cardápio. Ao comer com prazer, a sensação de satisfação é maior e, assim, fica mais fácil comer com moderação.


4- Ouça seus sinais de fome e saciedade

Que tal reconectar-se consigo mesmo? Preste atenção aos sinais que seu corpo envia e respeite sua fome, alimentando-se quando perceber quando está precisando de comida e parando de comer quando sentir que já está saciado.


5- Seja gentil com seu corpo

É o seu corpo que permite a você cantar, dançar, trabalhar, estudar, pensar. Entenda que seus atributos vão muito além de questões estéticas e cuide dele com compaixão e gentileza. Além disso, lembre-se que você não precisa de um “corpo perfeito” para colocar um biquíni e aproveitar o verão.


6- Alimente-se de outras energias

Além da alimentação, muitas outras coisas são importantes para termos mais saúde. Busque praticar atividade física por prazer, cuide do seu sono e aprenda a lidar melhor com situações estressantes, sem precisar de comida para sentir conforto.


7- Se precisar, busque ajuda

Se a comida tem gerado muita preocupação e sofrimento na sua vida, procure ajuda de profissionais competentes e especializados que poderão ajudar você a cuidar do seu comportamento alimentar e mudar de hábitos.

 

Sophie Deram - Ph.D, doutora pela USP, é engenheira agrônoma, nutricionista, pesquisadora em comportamento alimentar, influenciadora, palestrante e autora dos livros best-sellers "O peso das dietas" e "Os 7 pilares da saúde alimentar".


Acne e autoestima: como cravos e espinhas podem abalar emocionalmente àqueles que possuem

Inflamações na pele afetam de famosos a anônimos. Especialista da HTM Eletrônica explica quais os procedimentos mais indicados para o amenizar o problema e ter um rosto mais saudável

 

Recentemente, a influenciadora Rafa Kaliman publicou em suas redes sociais que já sofreu com problemas de acne, doença de pele que forma cravos, espinhas e pode atingir diferentes faixas etárias, além de afetar a autoestima por conta da aparência e do desconforto que as lesões geram. 

 

Renata Taylor, Fisioterapeuta e Consultora Comercial da HTM Eletrônica, indústria referência no desenvolvimento e fabricação de equipamentos eletromédicos e estéticos, além da questão hormonal, má alimentação e predisposição genética podem ser fatores determinantes para o desenvolvimento de acnes e espinhas, a especialista indica tratamentos que podem ser realizados para ajudar a amenizar essa condição

 

Rotina skincare 

De acordo com Renata, criar uma rotina de limpeza e cuidados diários com produtos que reduzem a oleosidade, é recomendado para diminuir os poros e auxiliar na ação secativa das espinhas. “A pele do jovem pede produtos adequados, como sabonetes suaves e livres de ácidos, aplicar protetores a base de gel e, caso apareçam espinhas, aplicar um secativo sobre elas”, afirma.

 

Terapia com Microcorrente

Em alguns casos, com indicação médica, adolescentes podem realizar o tratamento com equipamentos de microcorrentes, o procedimento promove efeitos anti-inflamatórios e cicatrizantes da pele. “Muitos pacientes acompanhados dos pais ao chegarem nas clínicas relatam o uso de produtos comprados em farmácias. Alguns podem prejudicar ainda mais as inflamações na pele”, ressalta a especialista. 

 

Tratamentos com Luz Pulsada

Renata também indica o tratamento de Luz Intensa Pulsada, que emite luz causando a destruição das células afetadas, diminuindo gradativamente a quantidade de acnes, de acordo com o número de sessões realizadas. A especialista ressalta a importância de consultar um especialista, para que o tratamento seja o mais adequado para o quadro específico.

 

HTM Eletrônica

 

Refletir sobre a finitude pode tornar a vida mais leve

Especialista relata que compreender e refletir sobre o fim da vida é um preparo para lidar com a morte de modo mais leve.


A morte é um aspecto intrínseco à vida, pois faz parte do ciclo natural da existência. Ainda o tema é um dos principais tabus, porém o fato de invisibilizar esse processo é extremamente prejudicial, o que faz com que a maior parte da sociedade não saiba lidar com essa questão.  

Um estudo inédito foi realizado no Brasil chamado “Cartografia da Morte”, nele, um dado bastante peculiar é apresentado, o tema da morte é um tabu para mais de 73% dos brasileiros. Encomendado pelo Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep), foi constatado que os brasileiros têm uma dificuldade muito grande para falar e debater sobre assuntos relacionados com a finitude da vida. Distintos da cultura japonesa, que realizam um grande festival chamado Obon, geralmente acontecem entre os dias 13 e 15 de julho, todavia a data não se festeja alegremente a morte, mas sim, o Obon é entendido como um momento de luto, silêncio, reflexão e paz em momentos difíceis. Para os japoneses, refletir sobre a finitude é principalmente um momento de pensar a vida e como ela tem sido utilizada.

A especialista em qualidade de vida na terceira idade e fundadora e CEO da Senior Concierge, empresa que pratica um modelo de atenção integrada para dar suporte a pessoas com mais de 60 anos, Márcia Sena, diz, que muitas vezes, quando pensamos na morte, centramos muita energia no medo do que ainda não veio e isso pode tornar esse medo pode causar pavor, angústia e até mesmo causar dor física. Por essa razão é preciso compreender que a certeza do fim pode contribuir na superação desse “choque”, na reflexão que muito do que viveu pôde trazer boas lembranças.

Márcia Sena, alega que conversar sobre a morte é essencial não apenas para quebrar mitos e normalizar o fato, mas também para garantir melhores formas de lidar com a finitude. Pois, reconhecer e debater sobre a questão de que a vida fatalmente se encerrará em algum momento ajuda nos preparativos que tornam menos penoso o momento para familiares e amigos principalmente de idosos.

“Muitas famílias que não conversam sobre o assunto acabam se deparando com várias dificuldades quando o inevitável chega. Isso traz um sofrimento ainda maior, já que as pessoas ficam sem saber quais eram as vontades de quem faleceu, por exemplo. Agir de forma preventiva garante que esse rito de passagem seja o menos aflitivo possível”, esclarece.

“Em uma doença terminal o conhecimento de como agir pode aliviar bastante o sofrimento de quem está partindo e de quem ficou. Há um desconhecimento muito grande sobre o fato de que é possível prezar pela qualidade de vida mesmo de quem está partindo. Desde 2018, o Sistema Único de Saúde (SUS) integra os cuidados paliativos como parte dos cuidados continuados para pacientes terminais. A ideia é garantir que essas pessoas recebam um conforto até o final de suas vidas”, lembra.

 

Como lidar nos momentos finais de um ente querido?


Sena afirma que o conhecimento de familiares e pessoas próximas sobre como proceder nos momentos finais da vida é fundamental também para garantir que todas as demandas de um idoso sejam atendidas.

Sendo assim, Márcia Sena elenca ainda 6 orientações que podem ajudar nesse momento difícil e delicado para os familiares e amigos próximos que conhecem alguém que está chegando ao fim da vida:

  • Reconhecer o fim: esse é um importante passo para tudo que se seguirá adiante. Entender sobre a finitude de nossas próprias vidas é lembrar que estamos todos em um grande processo cíclico de idas e vindas.
  • Não ter medo: saber que perdemos as pessoas mais importantes da nossa vida pode ser uma forma de se preparar para garantir que o momento da partida seja o menos doloroso possível. Não devemos ter medo de perder alguém porque esse é um fato inevitável para 100% dos seres humanos.
  • Não se culpar: é muito comum que pessoas próximas sintam culpa pela morte de algum ente querido, imaginando que poderiam ter feito mais ou até evitado aquele falecimento. O sentimento, que afeta até mesmo cuidadores profissionais, deve ser medido e controlado para que não gere prejuízos emocionais e sociais severos.
  • Garantir cuidados paliativos: em situações terminais é essencial saber os cuidados necessários. Em casos que há doenças com dores, é preciso apoio médico para que haja a receita dos medicamentos analgésicos mais adequados, por exemplo.
  • Entender que o tempo do luto varia de pessoa para pessoa: a morte de alguém próximo afeta de maneira bastante particular cada um que conviveu com aquele que se foi. Por isso, é necessário compreender que há pessoas que vivem o luto por anos, enquanto outras conseguem passar por essa fase difícil em meses. Esse entendimento é essencial para evitar julgamentos sobre o próprio estado e do estado dos outros.
  • Procurar ajuda de profissionais: o sofrimento psicológico às vezes é tão forte que pode ser comparável a dores físicas. Portanto, garantir apoio profissional psicológico ou psiquiátrico pode tornar menos difícil o processo de entendimento sobre o fim da vida.


Márcia Sena - fundadora e CEO da Senior Concierge e especialista em qualidade de vida na terceira idade. Tem MBA em Administração na Marquette University (EUA) e experiência em várias áreas da indústria farmacêutica.

Criou a Senior Concierge a partir de uma experiência pessoal de dificuldade de conciliar seu trabalho como executiva e cuidar dos pais que estão envelhecendo. Se especializou nas necessidades e desafios da terceira idade e desenvolveu serviços com foco na manutenção da autonomia dos idosos no seu local de convívio, oferecendo resolução de problemas de mobilidade, bem-estar, tarefas domésticas do dia a dia e segurança.

Dia de Finados: 6 mitos e verdades sobre o luto

A data nacionalmente celebrada no dia 02 de novembro é uma forma de ajudar a amenizar a dor de pessoas que perderam seus entes e também uma forma de homenageá-los com orações ou até flores no cemitério; porém, especialista alerta para possíveis gatilhos que podem acompanhar a ocasião


Dia 02 de novembro é uma data nacionalmente conhecida como o Dia de Finados, período que tiramos para homenagear os entes queridos que se foram. Porém, pensando em saúde mental, esse momento pode ser um gatilho grande para pessoas que ainda estão passando pelo processo de luto. Para se ter uma ideia, de acordo com um estudo encomendado pelo Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep) e realizado pelo Studio Ideias, 68% dos entrevistados brasileiros apresentam dificuldade de lidar com a morte. 

De acordo com a psicóloga Vanessa Gebrim, especialista em Psicologia Clínica pela PUC de SP, se a vivência do luto anda complicada, o dia de Finados pode ser dolorido e muito triste. “A pessoa vai lembrar-se do motivo da morte, da doença e até sentirá culpa por não ter feito algo a mais para evitar aquela perda ou amenizar o sofrimento do ente querido. Já se o luto foi saudável, a data servirá para as pessoas recordarem os bons momentos, ou seja, o cultivo da memória”, comenta. 

Abaixo, a especialista esclarece os 6 principais mitos e verdades sobre o tema:

 

O luto é um sentimento de perda profunda. 

Verdade. A intensidade varia de pessoa para pessoa, mas é um sentimento muito comum. “Não importa a relação que você tenha com a pessoa que se foi, o sentimento de perda é inevitável no início, até que tudo seja transformado em lembranças e saudades”, explica a especialista. 

 

A pessoa que está no processo de luto sempre chora. 

Mito. A especialista explica que cada um tem um tipo de reação em um momento de luto. Alguns até conseguem sorrir ao lembrar-se de situações engraçadas que viveram juntos, já outros só conseguem chorar e, ainda alguns, ficam em estado de choque - dependendo da causa da morte da pessoa que se foi”, complementa. 

 

Porque estou de luto devo me afastar de todos.

Mito. Não existe uma fórmula pronta que possa auxiliar, mas nesses momentos, Vanessa explica que, o tempo junto com apoio familiar ou de amigos, costumam ser um bom remédio. “É preciso ter paciência e tentar focar nas lembranças boas e legados que o falecido deixou”, conta. 

 

O luto tem um tempo exato para passar.

Mito. O luto não tem um tempo certo, ele varia de situação para situação. Pode demorar dias, meses ou até anos. “É importante que a pessoa se blinde e procure formas e afazeres para ajudar nesse tempo difícil, com o intuito de amenizar a dor”, comenta a especialista.

 

Desabafar e falar sobre o assunto ajuda na ressignificação. 

Verdade. Falar o que sente e colocar para fora é sempre uma das melhores alternativas. “Pedir ajuda e falar sobre a morte contribui muito para o processo do luto. É importante para ressignificar o que aconteceu, dar um novo sentido para aquela perda. Se não vivemos o luto até o fim, não elaboramos a perda, impedindo o término desse processo”, salienta Vanessa.

 

Devo passar por todas as fases do luto obrigatoriamente. 

Mito. A perda de alguém querido é sempre um evento estressante, porém grande parte das sensações e sentimentos fazem parte desse processo. “Cada indivíduo lida com esse encerramento de forma distinta e de acordo com suas crenças, vivências e capacidades individuais. Não existem necessariamente etapas iguais e obrigatórias para as pessoas passarem”, comenta.

 

Só os remédios ajudam a superar o luto.

Mito. A melhor forma é procurar uma ajuda psicológica se o sofrimento for muito intenso e se perceber que não está conseguindo lidar com a situação. “Durante uma consulta com o terapeuta, o mesmo indicará um médico especializado para o tratamento medicamentoso que ajuda na ansiedade e depressão, mas tudo isso sempre com um acompanhamento médico”, finaliza Vanessa Gebrim.

 

Vanessa Gebrim - Pós-Graduada e especialista em Psicologia pela PUC-SP. Teve em seu desenvolvimento profissional a experiência na psicologia hospitalar e terapia de apoio na área de oncologia infantil na Casa Hope e é autora de monografias que orientam psicólogos em diversos hospitais de São Paulo, sobre tratamento de pacientes com câncer (mulheres mastectomizadas e oncologia infantil). É precursora em Alphaville dos tratamentos em trauma emocional, EMDR, Brainspotting, Play Of Life, Barras de Access, HQI, que são ferramentas modernas que otimizam o tempo de terapia e provocam mudanças no âmbito cerebral. Atua também como Consteladora Familiar, com abordagem sistêmica que promove o equilíbrio e melhora relações interpessoais.


Finados: Psicopedagoga fala sobre o luto na infância e dá dicas para familiares acolherem os pequenos em momentos de perda

“A criança precisa sentir que não está só, que sua dor é compreendida”, explica Ivone Ferreira Santos


Perder quem se ama é sempre doloroso e difícil. Lidar com a ausência, as emoções e com a saudade abala todo e qualquer ser humano, inclusive as crianças. Nos últimos dois anos, muitas famílias tiveram que lidar com a perda precoce de seus entes, muitos filhos tiveram que dizer adeus a seus pais e avós e lidar com o luto. A situação que já não é simples para nós, adultos, precisa de um olhar ainda mais tento quando falamos desses pequenos seres em formação. Entender como e o que falar para eles é essencial.

 

Conversamos com Ivone Ferreira dos Santos, Psicopedagoga do Colégio Novo Tempo, localizando em Santos, litoral de São Paulo, para entender melhor o luto infantil.

 

Pandemia e Pós Pandemia no retorno às aulas

 

“De fato, muitas crianças chegaram na escola relatando perdas familiares. Foi um período de muita dor, especialmente porque algumas famílias estavam isoladas e sequer puderam compartilhar a dor e receber o amparo de amigos e familiares, e o conforto necessário para abrandar o sofrimento natural nesse período de luto”, relata Ivone que uma das maiores dúvidas dos pais e familiares que a abordaram na escola foi sobre como e o que falar para a criança na hora de um falecimento.

 

“A minha opinião é que a verdade deve prevalecer, sempre levando em conta a maturidade da criança, usando uma linguagem apropriada relatando os fatos de forma menos impactante possível, ressaltando a importância das lembranças e das experiências compartilhadas”, diz a profissional que explica que a mentira pode causar perda de confiança, principalmente nos adolescentes:

 

“Já conversei com alguns jovens que demonstraram conflitos existenciais e relataram que sentiram-se enganados por omissão de informações em relação à morte de pessoas importantes. Muitas vezes, no intuito de evitar o sofrimento da perda, camufla-se a verdade o que pode suscitar outros danos futuros irreparáveis como perda de confiança, insegurança, fobias, ansiedade”.

 

O que fazer se o meu filho me ver chorando?

 

“É importante falar de suas emoções de forma verdadeira e clara. Seu filho compreenderá que adultos ficam tristes, choram, sentem saudade e podem expressar esses sentimentos através do choro que tem a função de represar toda a dor e trazer um alívio para o sofrimento emocional”, relata Ivone que expõe a importância da criança entender os sentimentos dos mais velhos e que assim, ela não se sentirá mal quando também sentir dor: “De alguma forma, seu filho assimilará que também pode chorar e se sentirá muito melhor quando necessitar extravasar sua dor”.

 

O luto está muito ligado a fé e a religião de cada um. Cada família tem suas crenças e seu entendimento da morte, mas a criança, muitas vezes, ainda não atingiu a maturidade necessária para lidar com o luto, por isso o acolhimento é essencial, assim como ter pessoas de confiança na hora da notícia.

 

“É importante que a notícia seja dada por alguém que seja próximo da criança, que tenha bom vínculo e afinidade, para que se sinta à vontade para expressar suas emoções e receba o acolhimento necessário para esse momento”, avalia a psicopedagoga que declara que os adultos têm muito mais dificuldade em lidar com o luto da criança do que com o dele, afinal, ele também está em sofrimento. Nessa hora é importante o máximo de contato e acolhimento mútuo.

 

“O luto é necessário, precisa ser acolhido, um abraço funciona bem. A criança precisa sentir que não está só, que sua dor é compreendida, que receberá o cuidado necessário, que terá o amparo e a presença de outras pessoas, que é amada, que essa dor será transformada em saudade e que com o tempo amenizará”, detalha Ivone que dá algumas dicas para familiares lidarem com o luto dos pequenos:

 

·        A notícia deve ser dada por alguém próximo e de confiança da criança;

·        Acolher o choro, sem tentativa de interromper. É necessário extravasar a tristeza da perda;

·        Respeitar a vontade da criança de acompanhar o velório para última despedida. Ela deve decidir se consegue participar ou não;

·        Oferecer escuta e mantê-la na companhia de pessoas queridas;

·        Alertar a escola sobre o luto e solicitar acolhimento;

·        Caso o luto se estenda por muito tempo e seja difícil de superar, buscar apoio psicológico.

Ivone Ferreira Santos -Psicóloga, Pedagoga, Pós-graduada em Psicopedagogia Clínica e Institucional, com especialização em Psicodrama:, atua na Educação há 22 anos, Psicóloga do Colégio Novo Tempo a partir de 2018 e, atualmente, acompanha os alunos e familiares da Educação Infantil, Ensino Fundamental e Médio.

 

Finados: 5 dicas para ajudar alguém a passar pelo luto

Milene Rosenthal, co-fundadora da Telavita, clínica digital de saúde mental, destaca a importância da presença de um familiar ou amigo para quem está em sofrimento

 

As pessoas geralmente têm boas intenções quando tentam consolar alguém que está de luto. Mas utilizar as palavras certas é difícil, e às vezes a linguagem errada pode até magoar quem já está passando por uma situação dolorida. Durante a pandemia do coronavírus, essa situação ficou ainda mais evidente. Especialistas estimam que, para cada pessoa que morreu de COVID, nove entes queridos foram deixados para trás em luto. 

Na maioria dos casos, é difícil passar pela situação e a presença de alguém próximo pode ajudar. “Uma das atitudes mais importantes para quem está passando pelo luto é não optar pelo isolamento. A companhia de pessoas queridas é primordial nesses momentos”, diz Milene Rosenthal, co-fundadora da Telavita, clínica digital de saúde mental. 

Mas a profissional lembra que quem está acompanhando o sofrimento de alguém precisa se atentar a detalhes que fazem a diferença. “Possíveis erros na forma como expressamos nossa simpatia pelos outros geralmente surgem de nosso desconforto em testemunhar outra pessoa com dor. Mas nunca é tarde demais para deixar alguém saber que você se importa”, acrescenta. 

Para aqueles que buscam ideias sobre como ser verdadeiramente solidários, Milene dá algumas dicas sobre como centralizar a compaixão quando respondemos ao luto e à perda.

 

Evite dizer que vai ficar tudo bem - As pessoas que sofrem perdas não querem ouvir coisas do tipo que seu ente querido está em um lugar melhor. Em vez disso, simplesmente assegure-lhes que você está com eles.
 

Valide a dor que a pessoa compartilhar - Você pode dizer que o que ela sente faz sentido ou que não há problema em sentir as emoções com as quais está lidando.
 

Não pergunte a alguém em luto o que você pode fazer por ela - Eles já tem muitas coisas em suas mentes. Em vez disso, faça ofertas específicas: “Posso deixar café?” ou “Posso me sentar com você?”.
 

Evite comparar o sofrimento de outra pessoa com o seu - Em vez de dizer: “Eu também perdi alguém, então sei como você se sente”, diga: “Sei o quanto isso é doloroso para você”.
 

Afaste-se - É difícil testemunhar o sofrimento, então afaste-se quando precisar. Quando você tiver a chance de recuperar suas forças, retorne ao acompanhamento de seu familiar ou amigo que está de luto.
 

Telavita

 

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