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domingo, 14 de março de 2021

O home office continua e como se vestir no dia a dia?

Consultora de moda fala sobre a importância do seu look em casa e dá dicas de como se vestir


Estar em casa trabalhando não significa que você deve ficar desleixado ou de pijama o dia todo. Estar no conforto de casa muitas vezes gera certa preguiça e falta de atenção, por isso, estar vestido de forma adequada pode te ajudar a trabalhar de uma maneira mais produtiva nesses dias de quarentena mais rígida. A consultora de moda, Karine Rodrigues, dá algumas dicas de como se vestir em tempos de home office.

Pode parecer bobagem, mas uma boa vestimenta tem poder, e acredite, quando você se sente bem e confiante, você consegue melhores resultados. “A nossa imagem é muito importante, e é uma das nossas principais formas de comunicação, e mesmo no home office muitas pessoas continuam tendo reuniões e contatos com clientes através de vídeos conferências, logo a vestimenta adequada é essencial”, diz Karine.

Uma das dicas valiosas da consultora de moda é vestir-se como você fosse sair para trabalhar em um dia comum, pois seu trabalho em casa será muito mais produtivo e eficiente, além de conseguir trabalhar da melhor forma possível.

Nos casos de executivos (as) que exige uma vestimenta mais formal no dia a dia, não é necessário usá-las no home office. “Aposte no look mais informal e confortável, troque o sapato de salto alto por uma sapatilha, o terno e gravata por uma camisa, e dependendo sua profissão e andamento do trabalho até por uma camisa polo”, sugere a consultora de moda.

Para trabalhar em casa e não perder o conforto dela, é de extrema importância estar vestido para o seu home office, pois sua vestimenta pode te ajudar com um trabalho mais produtivo e eficaz. E ainda melhorar a autoestima!

 



Karine C. Rodrigues - formada em design de moda pela faculdade Esamc campinas e se formou como consultora de moda e estilo pelo Instituto Marangoni de Paris e pelo Image Resource Center of NY .  Rodrigues tem pós-graduação em criação de imagem e Styling pelo Senac (SP) e se especializou  em Visagismo pelo renomado Phillip Hallawel.  Atualmente é professora da Esamc também e proprietária da empresa/escola Mais Estilo. 

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Descarte incorreto de roupas e acessórios pode ser diminuído com reciclagem e ressignificaçã


Professoras da rede Escola de Moda Sigbol dão dicas de como dar um fim diferente para peças que não servem ou agradam mais


De acordo com a Associação Brasileira da Indústria Textil e da Confecção (ABIT), todos os anos cerca de 170 mil toneladas de resíduos têxteis são descartadas de forma incorreta no lixo comum. Um dos grandes motivos que gera essa problemática é a falta de informação sobre a ressignificação e a reutilização de roupas e acessórios que não servem mais, não fazem parte do estilo ou apresentam desgaste.

Segundo Mayara Behlau, professora do Núcleo de Criação da Escola de Moda Sigbol, é necessário reconhecer o fim de uma roupa e pensar criativamente no que fazer com ela depois disso. "Se uma peça desbotou, encolheu ou apresenta desgastes (manchas, rasgos) em função de maus cuidados na higienização ou da qualidade, é hora de pensar no descarte consciente", explica a especialista. Uma das opções pode ser picotar aquele produto e fazer enchimento de almofadas, por exemplo. "Mas se o motivo do descarte é a mudança de estilo pessoal, customizar é a alternativa", continua Mayara. No caso de calças que não servem mais ou foram manchadas durante a lavagem, a modalidade 'destroyed' está em alta e não necessita de mais nada além de uma tesoura afiada e a criatividade. "Bordados, aviamentos, recortes, pinturas, enfim, é possível mudar e adaptar completamente de acordo com o gosto pessoal e as tendências atuais", finaliza.

Uma opção muito comum e importante é a doação de roupas, como a Sigbol faz todos os anos. A rede possui pontos de coleta e realiza distribuição através de entidade assistencial.Carolina Nogueira, também professora de moda da Sigbol, em São Paulo, alerta: "Quando ressignificamos, ajudamos o meio ambiente. Infelizmente muitas indústrias têxteis ainda despejam muitos produtos químicos na natureza durante o seu processo. Além disso, uma roupa pode demorar meses ou centenas de anos para se decompor, dependendo do seu material. Ressignificar é dar um novo olhar e uma nova vida para algo que seria descartado".

"Passamos por vários ciclos em nossas vidas com carreira, família, saúde e tudo isso impacta no nosso vestuário. Uma pessoa que se aposenta, por exemplo, com certeza não vai mais se identificar com suas roupas se o seu dress code era formal e agora ela tem uma vida que pedem roupas mais casuais. O autoconhecimento é a base para uma vida equilibrada internamente e externamente", conclui Carolina.

 

Moda pós-pandemia: o estilo das vestimentas deve sofrer transformações

Com o "Novo Normal", design, varejo, matéria-prima, consumo e até mesmo as vestimentas passarão por transformações inimagináveis


Uma coisa é certa, o mundo não será mais o mesmo no pós-pandemia e essas previsões se estendem ao mundo da moda. Design, varejo, matéria-prima, consumo e até mesmo as vestimentas passarão por transformações inimagináveis após a pandemia do Coronavírus, ou melhor, já está passando. “As pessoas têm preferido conforto acima de tudo, já que passam a maior parte do seu tempo trabalhando de casa”, ressalta a Consultora de imagem e Influencer, Marcéli Paulino.

Com o tal “Novo Normal”, por exemplo, os hábitos de higiene mudaram, as pessoas passaram a ter cuidados que antes não davam importância como lavar as mãos e utilizar álcool em gel constantemente, tossir ou espirrar com descrição, não utilizando as mãos e sim o antebraço. 

Ao redor do mundo, as mudanças causadas pelo COVID estão presentes há mais de  um ano. E o mundo da moda não saiu ileso, pelo contrário, foi um dos setores mais afetados pela pandemia. Inicialmente de forma sutil, com o uso obrigatório de máscaras no trabalho; os desfiles, que antes eram presenciais, foram para o cenário digital, a pausa nos editoriais de moda e assim por diante. 

As máscaras, no setor da moda, deixaram o status de simples item de proteção contra a covid-19 para um acessório indispensável, passível de combinação com o look do dia. Essas transformações se tornaram perceptíveis, especialmente, com a mudança na rotina de trabalho. 

Se antes as pessoas tinham um cuidado especial para escolher a roupa para trabalhar, pois existia a preocupação de sair às ruas e ser notado pelas roupas, hoje o cenário é outro! Com a necessidade do trabalho remoto, cujo objetivo é evitar aglomeração por meio do distanciamento social, as pessoas tiveram que se adaptar e as empresas aderiram ao trabalho remoto. Neste novo cenário, se arrumar para sair de casa não era mais uma preocupação. Será?

Com o “Novo Normal” os comportamentos em relação à moda também mudaram e o estilo das vestimentas seguiu o ritmo. O setor de moda trabalha agora com uma nova tendência o out of the keyboards, cuja proposta figura o conceito de “ser visto para cima do teclado”, ou seja, as pessoas passaram a dar uma atenção especial no look da cintura pra cima, que é a parte mais vista durante as reuniões virtuais. 

Dentro deste novo cenário, no que diz respeito à famosa produção “arrumada da cintura pra cima”, Marcéli destaca: “As maquiagens mais leves também têm sido a preferência, em contraponto a acessórios mais marcantes, como tiaras e maxibrincos, para equilibrar”. Além disso, de acordo com a jornalista de moda, as pessoas têm explorado vestimentas que valorizem a região. “Acredito que estar arrumada ‘da cintura pra cima’ seja prioridade e leve os consumidores a focarem muito em peças de roupa e acessórios que valorizem esta região. Além das máscaras, que já se consagraram como item obrigatório e fashion, uma vez que já se adequaram a uma porção de texturas, cores e estampas, acessórios como brincos, colares, pulseiras e anéis terão as luzes dos holofotes mais do que nunca”.

Por outro lado, no que diz respeito às peças usadas da cintura para baixo, a busca é por conforto como, por exemplo, o uso de pijamas e moletons. Dois nichos que têm atraído olhares de grandes marcas que passaram a confeccionar pijamas que aliam conforto e elegância, além da confecção de uma linha comfortwear.

Dentro dos processos que envolvem a moda no Pós-pandemia, a busca por roupas mais modestas também serão tendências, é o que explica Marcéli Paulino, “É válido pensar se, com o impacto gerado pela pandemia no atual cenário econômico, ainda haverá espaço para criações da Alta Costura, por exemplo. Porém, vejo que cada vez mais as pessoas têm pesado as questões ‘qualidade x preço’, uma vez que o custo de vida tem aumentado gradativamente. Há o caminho de investir menos e ter algo menos durável e, também, o de investir um pouco mais para ter uma peça a longo prazo”.

Por sua vez, embora o poder aquisitivo em grande escala tenha sido reduzido drasticamente, comprar traz uma sensação de controle do qual as pessoas não abrem mão, especialmente, quem pode se dar a esse “luxo”. “A falta de ter aonde ir traz um paradoxo intrigante para a nossa realidade atual: o tédio que leva às compras e uma tristeza por não ter onde usar o que se acabou de comprar”, conclui a Consultora de imagem, Marcéli Paulino.




Marcéli Paulino - Marcéli Paulino é formada em Jornalismo de Moda pelo IED SP, em “Fashion Communication” na Central Saint Martins, em Londres, Marketing Digital pelo SENAC e Consultoria de Imagem na Udemy, pelo curso da Paula Martins. Atualmente, é empreendedora e autora do LINDIZZIMA BLOG por Marcéli Paulino. A profissional conta com uma rica experiência com Deborah Bresser, Silvana Holzmeister e Lula Rodrigues, cobrindo todas as semanas de moda importantes do país – SPFW, Fashion Rio, Senac Rio Fashion Business e Minas Trend Preview, entre outras, e passagem por sites como IG Moda, Universia e Moda TV Tribuna. Marcéli ainda conta com conhecimento em Vitrinismo, Estamparia, Fotografia e Coloração Pessoal.


Verão 2021 entregou biquínis com tiras longas e muita criatividade

 

(Crédito: Divulgação)
Mais nova tendência da moda praia conquistou as redes sociais com uma proposta diferente para a amarração dos biquínis

 

São as tendências que movimentam o mundo da moda, e não seria diferente para os biquínis. Foi-se o tempo do modelo neon, de crochê, hot pant, asa-delta e cortininha. No verão 2021, o que está marcando presença no guarda-roupa das blogueiras e influencers é o novo jeito de amarrar biquínis.

 

É isso mesmo. A tradicional cortininha passou por uma repaginada e ganhou tiras longas, que permitem usar e abusar da criatividade na hora da amarração. Fernanda Paes Leme, Luísa Sonza, Mari Gonzalez e Preta Gil são algumas das celebridades que não perderam tempo e adotaram a novidade. 

É interessante pensar na trajetória dessas peças, que, um dia, já foram tão polêmicas. Muita história rolou para que os biquínis se tornassem um símbolo de libertação feminina. Apesar disso, muitas mulheres ainda se sentem inseguras para acompanhar tendências como esta.  

E não é para menos, já que o corpo feminino ainda é cobrado para estar dentro de um padrão. Mas, afinal, quem deu o poder de ditar o que fica bonito em alguém? Já passou da hora de aceitar as diferenças e enxergar a beleza também no que está fora do padrão.

Então, se você faz parte do grupo que amou esta nova tendência do biquíni cortininha com as tiras compridas, se jogue e use, sim! A sua única preocupação deve ser: como será que as marquinhas vão ficar? 

É fato que biquínis como o de amarração são feitos mais para fotos do que para o bronzeamento – o resultado não vai ficar legal. Por outro lado, as pessoas estão se conscientizando de que tomar sol demais faz mal para a pele. Portanto, se você tomar os cuidados necessários, isso não será um problema. 

O primeiro ponto para evitar a marca de biquíni é o horário da exposição solar. Dê preferência para antes das 10h e depois das 16h, pois a incidência nesses períodos é menos agressiva para a pele. As cápsulas de proteção solar também são uma opção, pois elas contêm substâncias que criam uma barreira extra no corpo contra os raios ultravioleta. 

E, claro, jamais esquecer de usar o protetor solar. Muitos acabam adquirindo queimaduras porque esquecem dos cuidados que o protetor exige, como se atentar à quantidade que está sendo aplicada. O correto é uma colher de chá do creme para cada parte do corpo, e reaplicar de acordo com a frequência indicada pelo fabricante. 

Ser feliz amando suas características físicas é a melhor moda que você pode acompanhar. Por isso, cuide do seu corpo contra a exposição solar e aproveite este verão para ousar usando os biquínis que você sempre quis. 

 

Apartamentos compactos: veja como aproveitar pequenos espaços

Arquiteta dos decorados da construtora Yticon apresenta soluções criativas com mobiliário sob medida


A pandemia causada pela Covid-19 acentuou a maneira que os brasileiros se relacionam com sua casa, seja em busca de mais conforto, praticidade no dia a dia ou formas de ocupação do espaço. Por isso, mais do que nunca, o significado de “morar bem” não está relacionado ao tamanho do imóvel, mas às inúmeras possibilidades que podem ser aplicadas para trazer a sensação de bem-estar. É o caso dos apartamentos compactos, que, cada vez mais, chamam atenção daqueles que pretendem adquirir um imóvel com preço mais acessível, já que a metragem privativa é menor, mas que não abrem mão do conforto e da praticidade.

A arquiteta dos apartamentos decorados da construtora Yticon, Cristina Cardoso, ressalta que a utilização do imóvel compacto pode ser ainda mais surpreendente quando há planejamento. “Em posse da planta de layout do apartamento, é possível fazer uma leitura e indicação do tamanho ideal e da disposição dos móveis, objetos de decoração e eletrodomésticos dentro do orçamento e perfil do morador”, diz. 

Ela lembra ainda que devem ser analisados os hábitos diários, estilo de vida, dinâmica familiar e projetos futuros. "Além disso, neste planejamento, o profissional irá apontar inúmeras aplicabilidades de materiais, como vidros, espelhos, metais e madeiras, muito utilizados para a integração, otimização e estética dos ambientes", completa.


Móveis sob medida

Prateleiras e gavetas são aliados na melhor utilização do espaço dos cômodos
Crédito: Ronaldo Ronan Rufino/ Divulgação


No apartamento decorado do Solar das Laranjeiras, primeiro empreendimento da Yticon na cidade de Maringá (PR), foram aplicadas técnicas como a utilização de vidros e de móveis planejados, integrados à disposição da planta. Segundo Cristina, móveis feitos sob medida ajudam neste processo, pois vão possibilitar que o espaço seja aproveitado ao máximo. “Avaliamos sempre o custo x benefício e intenções futuras do morador, como o desejo de ter filhos ou trabalhar em casa. Também consideramos o fato da reutilização de alguns móveis. Se eles devem ou não ser usados no novo apartamento. Porém, para um melhor resultado, é preciso ser racional e não emocional”, explica. Além disso, no planejamento são consideradas o máximo de funções possíveis aos móveis, tornando-os multifuncionais, como sofás camas, camas com gaveteiros, pufes com baú, mesinhas móveis, portas de correr, entre outros.

Os apartamentos do Solar das Laranjeiras possuem 45 m² de área privativa e a arquiteta explica que os tipos de materiais, bem como os móveis foram pensados de forma a não dividirem o ambiente. Foram escolhidos mobiliários únicos que ocupassem toda a extensão da parede e dessem maior sensação de fluidez entre os cômodos. “Na sala de estar, adotamos apenas um sofá maior, em vez de duas poltronas, para aproveitarmos todo o espaço sem interrupção”, explica. 


Criatividade

Apesar do ganho de espaço estar diretamente relacionado ao mobiliário, a arquiteta pontua que, com criatividade aplicada ao conhecimento, as ideias são multiplicadas. Como exemplo, Cristina explica que é possível utilizar, de forma inteligente, locais que são subestimados - como cantos das paredes, área superior e atrás das portas, bem como parte acima do vaso sanitário - com a aplicação de armários e prateleiras. “Muitas vezes, também vale a pena investir na aquisição de alguns eletrodomésticos específicos, como uma máquina de lavar com abertura frontal, que se torna uma bancada para outros eletrodomésticos ou objetos e, também, deixa espaço para uma prateleira logo acima. Utilizei essa técnica na área de serviço que fica anexada à cozinha no apartamento do Solar das Laranjeiras e funcionou muito bem”, ressalta. 


Multifuncionalidade

Já nos quartos, a arquiteta salienta que preferiu obter mais funções ao espaço, que vão além de um dormitório. “No quarto infantil, criamos um ambiente lúdico e relaxante, onde as crianças podem brincar, descansar e estudar”. A utilização de uma beliche não convencional possibilitou a colocação de um closet menor, bem como gavetas para roupas e prateleiras para brinquedos embaixo de uma das camas. Um simples cordão de luz de led deu ainda mais charme para o cômodo. “Essas são ideias que podem ser ampliadas ou adaptadas de acordo com a necessidade do morador”, detalha Cristina. 

Todas as soluções apresentadas no apartamento decorado visam, principalmente, a harmonia e a utilização adequada do espaço dos ambientes, com a multifuncionalidade do mobiliário. No entanto, ela ainda lembra que medidas mais simples e pontuais ajudam, e muito, na composição do apartamento. “Algumas aplicações de materiais reflexivos, como vidros, espelhos e pontos de iluminação, podem transformar completamente o espaço, pela amplitude visual que causam. Lembrando que determinados tipos de pintura (até mesmo artística), texturas e cores criam ilusões de ótica e dão a sensação de maior amplitude quando bem realizadas. Já utensílios domésticos e caixas organizadoras podem fazer parte da decoração utilitária”, exemplifica a arquiteta.

 


Yticon

https://www.yticon.com.br

 

Segredos para as plantas de casa florescer novamente!

 O florescimento das nossas plantas é o momento mais esperado. Os maravilhosos tons de cores desenvolvidos pelo florescimento das plantas de casa é um espetáculo a ser saboreado. Agora, para conseguir isso e vê-las florescer novamente, existem alguns segredinhos! 

Todas as plantas de casa, em teoria, florescem. Mas nem todos são de real interesse porque suas flores são pequenas e imperceptíveis. No entanto, a gama de flores bonitas é muito ampla. Desde a mais rústica até a mais delicada não seguem a mesma lógica: existe um conjunto de condições muito específicas que as estimulam a florescer ... ou não, se essas condições não forem satisfeitas.

 

Alguns requisitos devem ser respeitados: calor, intensidade de rega, boa fertilização, luz ... Aliás, bem informar a população a respeito da relevância da adubação para o aumento da qualidade e segurança das flores e produção alimentar é missão da  iniciativa Nutrientes Para Vida (NPV), da qual me orgulho de participar.

 

Tal como uma planta no solo, uma flor de interior tem os seus requisitos, mais ou menos precisos conforme a espécie. Respeite o seu ciclo: raras são as que podem florir 12 meses por ano, principalmente em interiores. Portanto, deixe a planta reabastecer suas reservas, sem tentar fertilizá-la excessivamente ou forçá-la a permanecer vegetando quando deveria passar por uma fase de repouso.

 

Importante: preste um pouco de atenção em sua planta, ela te devolverá em flor!

 

4 etapas para o florescimento de plantas de interior:


 

1. Rega: 1 a 2 vezes por semana

 

Não tente seguir uma rega específica, mas sim seguir o estado do substrato, que não deve ficar constantemente encharcado ou completamente seco. Dependendo das condições do ambiente a frequência de rega deve ser modulada. A terra deve estar úmida ao toque.


 

2. Fertilizante: 1 a 2 vezes por mês

 

As plantas que produzem vegetação densa precisam de fertilizantes com maior frequência do que aquelas que crescem lentamente. Tanto um fertilizante orgânico como um fertilizante mineral deve ser fornecido na dose certa: cuidado para não aplicar em excesso!


 

3. Transplante para novo vaso: a cada 1 ou 2 anos

 

As plantas compradas em vaso muito estreito precisam ser replantadas logo após a floração. As plantas de crescimento lento, contentam-se com o replantio a cada 2 anos ou mais.


 

4. A exposição à luz solar: girando o vaso toda semana

 

Se a luz vem de uma janela, vire a planta regularmente para fornecer luz de todos os lados, caso contrário, ela pode deformar em função da "busca" por luminosidade.


 

Plantas com florescimento fácil

 

Elas florescem novamente a cada ano sem muito capricho. Melhor, elas se tornam cada vez mais bonitas a cada ano. Mas isso não vem sem cuidados, ou sem os sinais que indicam que é hora de florescer. Entenda sua planta e tente conhecer, para cada uma, a duração aproximada da floração.


 

Begônia

 

Os cachos de flores se formam na ponta dos galhos. A floração acontece com a formação de novos lançamentos.


O novo florescimento da begônia acontece com o crescimento suave por intermédio da irrigação e da fertilização. Uma temperatura mínima de 15 ° C e um pouco de luz, mas sem luz solar direta, é suficiente. A poda é o caminho para encorajar a begônia a formar novos lançamentos de floração.


Begônia têm flores masculinas e femininas, mas em cachos separados. As flores femininas são um pouco maiores.

 


Orquídea Borboleta

 

Orquídea borboleta (phalaenopsis) possui folhas carnudas que emerge do talo floral mais ou menos ramificado que pode voltar a florescer, quando as condições o permitirem. Algumas phalaenopsis florescem o ano todo!


Para um novo florescimento ofereça iluminação, instalando-a perto de uma janela ensolarada, mas sem sol forte, e regue embebendo as raízes por meia hora, duas vezes por semana, com fertilizante líquido a cada três semanas.


 

Lírio da Paz  

 

As folhas em forma de lança verde-escuras muito decorativas contrastam com as suas espatas de um branco puro e com leve perfume. É fácil de manter.

Para fazer o Lírio da Paz florescer novamente é necessário dar as condições para que forme novas folhas constantemente, o que a encorajará a formar novas flores também. Uma temperatura de pelo menos 18 ° C e fertilizante a cada 3 semanas é suficiente, bem como um pouco de sol não abrasador pela manhã, a meia sombra é o ideal.


 

Antúrio

 

O Antúrio chega a dar quase mais flores do que folhas! O antúrio é uma verdadeira planta tropical, com raízes parcialmente aéreas. Ele pode viver dez anos no mesmo vaso. A folha de um vermelho intenso e em formato de coração se chama bráctea.


Para um novo florescimento o Antúrio precisa de pelo menos 20°C no inverno, além de sobra, luminosidade indireta e alta umidade ambiente. Dê-lhe um fertilizante líquido a cada duas semanas. Não é necessário o transplante para um novo vaso.

 


Plantas que exigem paciência

 

São mais desejáveis ​​porque seu ciclo é muito marcado entre uma fase de repouso e uma fase de vegetação. A fase de repouso é a chave para fazê-las florescer novamente.


 

Bico-de-Papagaio ou Flor do Natal

 

Planta de origem tropical (México) cujas folhas adquirem um vermelho vivo.

Cultive-a como uma planta de casa clássica quando começar a esverdear novamente, agosto-setembro, em um lugar quente e dando-lhe um pouco de fertilizante a cada quinze dias. Mantenha o Bico-de-Papagaio em local fresco em abril-maio.

 


 Kalanchoe ou Folha-da-Fortuna

 

Planta carnuda adaptável a muitas condições. Resistente ao calor e as condições de baixa disponibilidade de água. Pode ser encontrado com flores vermelhas, laranjas, brancas, rosas e amarelas.


Para novo florescimento, podar em setembro. Em seguida, retome a rega e coloque-o em plena luz, com um fertilizante líquido por mês. Deixe o substrato secar bem antes de regar novamente. Em resumo, o kalanchoe crese como um cacto.


 

Amarílis

 

A Amarílis é um bulbo que primeiro forma flores antes de formar folhas. Deixar as folhas se desenvolverem é essencial para voltar a florescer.


O caminho para fazer a Amarílis florescer novamente é regar a planta quando as folhas se formarem, adicionando fertilizante a cada mês. Expor a planta a pleno sol. Quando as folhas secarem pare de regar. Regue quando os botões das flores começarem a se formar novamente.



 

 

Valter Casarin - engenheiro agrônomo e coordenador científico da  iniciativa Nutrientes Para Vida (NPV)

 

Arquiteta dá dicas de decoração para otimizar espaços compactos

Entre as sugestões da profissional da Vila 11 estão estilo dos móveis, cores das paredes e tipos de portas


Uma forte tendência no setor imobiliário é a procura por imóveis mais compactos, principalmente em capitais como São Paulo, onde as pessoas buscam por locais próximos ao trabalho, opções de mobilidade urbana e conveniências. E neste ritmo de vida, é comum encontrar apartamentos de 32 a 40 m², entre opções de estúdios e um dormitório.

Os espaços de metragem reduzida trazem benefícios como facilidade de manutenção e limpeza, economia com a mobília e, muitas vezes, um valor menor do imóvel. Porém, decora-los de forma funcional pode ser um desafio. Para a arquiteta da Vila 11, Sandra Nita, a dica é escolher a mobília correta e tons que deem sensação de amplitude. "Apartamentos compactos exigem atenção no momento da decoração, mas é possível tornar o ambiente visivelmente mais amplo e aproveitar cada centímetro", comenta.

A arquiteta da Vila 11, empresa nacional que desenvolve, administra e opera residências para locação long-stay na capital, separou dicas para decorar apartamentos menores com bom gosto, conforto e funcionalidade. Confira:



Móveis funcionais ou planejados


A profissional explica que comprar os móveis pessoalmente é a melhor opção para não errar no tamanho. Para o sofá, por exemplo, a arquiteta orienta que o ideal é que braços e costas sejam mais finos para ter um espaço maior no assento. A mesa deve ser uma escolha de acordo com cada necessidade. "Se o morador costuma receber visitas em casa com frequência, ele pode optar por uma mesa de quatro lugares e tentar ganhar alguns centímetros em outros cantos do imóvel. Caso não, pode optar por uma mesa de dois lugares, tipo balcão", sugere. Outra solução destacada por Sandra são as mesas dobráveis, que deixam o local mais livre e são abertas apenas quando necessário.

Uma estante com gavetas, para organizar objetos, e rodinhas, para fácil deslocamento, pode ajudar a otimizar o espaço na sala. Um toque especial é incluir uma televisão com suporte giratório. Em estúdios, por exemplo, essa solução possibilita assistir TV em todas as áreas do apartamento.

No quarto, a sugestão é adotar uma cama baú para guardar roupas e itens menos usados em uma determinada estação, como por exemplo, cobertores e edredons no calor. Já para organizar armários sem ou com poucas gavetas, Sandra orienta a usar caixas organizadoras para roupas menores e até mesmo para os sapatos.



Paredes e móveis claros


Tons claros, seja nas paredes ou nos móveis, passam uma sensação de amplitude, segundo a especialista. Ela conta que vale apostar no colorido ou uma cor escura, mas o ideal é evitar exageros se a intenção for ampliar o ambiente. "Claro que não precisa ser tudo branco ou pastel. Uma parede de destaque em outra cor mais forte ou alguns móveis de tonalidade diferente oferecem um charme extra no design", comenta.



Aposte em prateleiras e nichos


Acabou o espaço na horizontal? Use o vertical. Prateleiras e nichos nas paredes são ótimas opções para otimizar a decoração, além de garantir modernidade e eficiência na organização.



Jogada com espelhos


Não é mito. Incluir espelhos na decoração também é uma solução estratégica para aumentar a impressão de amplitude. Geralmente, o item é colocado em uma parece inteira na sala ou no quarto. Na opinião da arquiteta, o truque funciona, pois transmite a sensação de profundidade e, muitas vezes, que o cômodo tem o dobro do tamanho.



Iluminação


Assim como cores claras nas paredes e nos móveis, o estilo de iluminação também pode influenciar na percepção de tamanho. "Como opções mais em conta, vale apostar em abajures e luminárias nas áreas que pretende destacar. Se a pessoa estiver disposta em fazer um investimento maior, lâmpadas embutidas no forro, como entregamos na Vila 11 por exemplo, distribuem a iluminação de forma equilibrada", pondera Sandra.



Estilo das portas


Instalar portas de correr ou camarão (cujo sistema de abertura implica na divisão em duas partes) pode ser uma solução para ganhar um pouco mais de espaço no dormitório. É necessário apenas se atentar, pois esses estilos exigem cuidados com manutenção e limpeza dos trilhos, por exemplo.




Vila 11

http://www.vila11.com.br

Dicas de decoração para aproveitar o verão na varanda do apartamento

Iluminação, circulação, decoração e vegetação são alguns dos pontos que fazem toda a diferença no espaço


Quando falamos em apartamentos, a varanda gourmet é a queridinha dos brasileiros. Seja para ler, confraternizar, promover encontros ou até mesmo aproveitar os dias mais quentes do ano, nos últimos tempos, este estilo de cômodo ganhou mais espaço nos projetos arquitetônicos dos apartamentos das grandes cidades.

Em meio à pandemia do novo coronavírus, a varanda também ganhou um novo significado: liberdade. Por normalmente ser o espaço mais arejado do apartamento, com o isolamento social, grande parte das atividades que antes eram feitas na rua passaram a ser realizadas nela, como atividades físicas, brincadeiras com as crianças e momentos de relaxamento. Pelo seu tamanho amplo, ganha bastante luminosidade natural, o que pode trazer a sensação de não estar em casa.

Segundo Bruno Garcia de Athayde, arquiteto da Simonetto Móveis Planejados, marca com experiência em mobiliário planejado, para a parte gourmet são usados móveis com acréscimo de itens como churrasqueira (carvão, elétrica ou a gás) ou forno de pizza. Para tornar o espaço completo, acopla-se bancada e pia para lavar os utensílios. Os mobiliários mais leves e simples, juntamente aos vasos de plantas e luzes quentes indiretas, trazem aconchego para o local.

"É muito importante pensar na ambientação do cômodo antes de planejar a decoração. Ou seja, se a área recebe sol de manhã ou de tarde, se é aberta ou fechada. Com essas informações, a pessoa vai escolher o mobiliário e a vegetação que se adaptem ao que a varanda oferece", explica.

Confira dicas para a melhor harmonização:

(Projeto: Ed Vasco)


• Extensão da sala de estar: a grande proposta arquitetônica da varanda é ser uma extensão da sala de estar. Na decoração isso não pode ser diferente. A integração acontece com a combinação de cores ou estilo.

(Projeto: Itana Lemos)


• Iluminação: caprichar na iluminação é muito importante para o melhor aproveitamento do espaço a noite. Alumínio, madeira e inox são materiais de alta durabilidade, essenciais por serem mais resistentes a chuvas, ventos e iluminação natural.

• Decoração: peças de artesanato, almofadas, luminárias e quadros fazem toda a diferença. Se a ideia é deixar o ambiente mais alegre, a aposta deve ser feita em cores vibrantes. Para um estilo clean, as cores frias dão esse efeito. A versatilidade da varanda também permite a sua tematização, a criatividade pode correr solta.

(Projeto: Caroline Reis)


• Circulação: quanto mais objetos acrescentar, mais difícil será a circulação no espaço, principalmente na área central. Usar os cantos, móveis com compartimentos ou prateleiras para guardar os utensílios domésticos é a melhor escolha.

• Multifuncional: móveis leves e compactos são ótimas opções, como bancos e pufes. Desta forma, o espaço estará pronto para qualquer ocasião, desde reuniões até festas de aniversários.

(Projeto: Simonetto Londrina)

• Vegetação: cultivar uma horta na varanda pode trazer um charme para a varanda. Outra sugestão é um jardim suspenso, seja com o uso de prateleiras ou armações.


 

Simonetto

www.simonetto.com.br


Você também se irrita com o resíduo de cola em embalagens e outras superfícies? Veja como se livrar del

Lailson Santos
Para facilitar o dia a dia, especialista em limpeza dá dicas de como retirar por completo a cola residual de objetos


Com certeza você já se teve que desperdiçar um pouco de tempo em retirar cola, ou o que sobrou dela, em ambientes como paredes, frascos de vidro e outros objetos. Mas há algumas alternativas e estratégias mais simples para fazer essa tarefa sem gastar muito tempo ou paciência. Confira as dicas que Renato Ticoulat, presidente da Limpeza com Zelo, rede especializada em residências e endereços comerciais, separou.


Cola da parede ou outras superfícies com sujeira

É comum que um pouco de sujeira se junte ao resíduo de cola de adesivos em paredes ou móveis. Para eliminar os resquícios, pegue pedaços de fita crepe e encoste nas superfícies, pois a própria cola da fita ajudará a retirar as pequenas sujeiras.


Cola de adesivo nas embalagens

Reutilizar frascos é uma forma de diminuir o lixo que produzimos, além de economizar dinheiro. Mas, antes de limpar a embalagem, é importante também retirar os rótulos, que costumam ser colados a ele. Para facilitar o processo, passe vinagre, de preferência de vinho branco, em toda a área do adesivo e espere alguns minutos. Depois, esfregue-o com uma bucha de cozinha, enxágue bem e espere secar.


Colas mais resistentes

Já os adesivos de embalagem de garrafas de vidro, por exemplo, podem não sair com o truque do vinagre. Isso porque, geralmente, o tipo de cola usada é o chamado apolar, que tem uma fixação mais forte e requer outra técnica, também bastante simples: esfregar óleo de cozinha nas superfícies. Caso sejam mais robustas, é possível utilizar a bucha de cozinha, mas se for um pouco mais delicada, o mais indicado é apostar em um pedaço de papel-toalha. 


Uso de produtos específicos

Caso as dicas acima não funcionem, é possível apelar para produtos removedores, que são feitos especificamente para esse fim. Eles podem ser encontrados em mercados ou lojas de materiais de construção. Mas é importante, antes do uso, verificar se o material do objeto pode receber o produto.


Escolha certa

Outra dica é utilizar fitas próprias para fixação de quadros ou outros objetos decorativos, pois elas não costumam deixar marcas ou resquícios indesejados de cola nas paredes e objetos.

 


Limpeza com Zelo

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Aposentar o pano de chão pode ajudar a prevenir doenças

Equipamentos mais seguros, econômicos e eficientes substituem ferramenta de limpeza utilizada há gerações e garantem ambientes devidamente higienizados

Pixabay


Uma das ferramentas mais utilizadas para a limpeza doméstica, o pano de chão pode gerar contaminação nos ambientes e ajudar a proliferar doenças quando não usado corretamente. De acordo com o doutor em Ciências Biológicas e coordenador dos cursos de limpeza profissional da Fundação de Asseio e Conservação, Serviços Especializados e Facilities (Facop), Mário Guedes, a má utilização do pano de chão pode trazer riscos à saúde pela contaminação cruzada, que acontece por meio do transporte de micro-organismos de um local para outro. Ou seja, não se trata apenas de praticidade, mas de saúde. O pano utilizado no banheiro, por exemplo, pode carregar vírus, fungos e bactérias para a cozinha, a sala ou o quarto.

Um estudo realizado pela Fundação de Pesquisa para Saúde e Segurança Social (Fess), em parceria com a Universidade de Barcelona, mostrou que a limpeza correta dos ambientes é fundamental para eliminar focos de transmissão de doenças. Segundo o estudo, o banheiro é o local com maior quantidade de germes em uma casa, o que torna a chamada contaminação cruzada um perigo que precisa ser evitado.

Seja seco ou umedecido com água e produtos de limpeza variados, é o pano de chão que costuma arrematar o processo de higienização de lares e até empresas em todo o Brasil. “Os avanços científicos, tecnológicos e também das relações de trabalho atualizaram os métodos de se realizar o asseio, tornando-os mais práticos, seguros e econômicos”, conta Guedes. Além dos produtos químicos corretos, é necessário que os equipamentos e materiais de limpeza sejam devidamente empregados, com a técnica adequada. Quando se trata de limpeza profissional, esse tipo de recurso é ainda mais ultrapassado. Atualmente, as ferramentas de trabalho dos profissionais de asseio e conservação são desenvolvidas especificamente para cada uma das funções desempenhadas no dia a dia. A mudança é tão necessária que o Museu da Limpeza, que será inaugurado pela Facop em 2021, exibirá o pano de chão entre as ferramentas históricas da limpeza profissional.

Quais são, então, as alternativas mais seguras e higiênicas para esse tipo de trabalho? Segundo o biólogo, existem novas tecnologias e uma das melhores opções é o mop, mais eficiente, ergonômico, econômico e com um melhor resultado. “O mop é um utensílio desenvolvido para a limpeza e desinfecção de pisos, composto por um cabo com suporte para um refil, que pode ser composto por diferentes materiais, formatos e tamanhos, mas, em geral, feito de tecido capaz de recolher sujidades secas ou com franjas capazes de reter líquidos, seja para aplicação de produtos de limpeza ou para absorção de sujidade do ambiente”, explica. Por se tratar de um equipamento criado puramente para essa finalidade, ele garante a aplicação correta dos produtos de limpeza, diminui o contato do usuário com esses produtos e traz mais segurança e agilidade para os processos.

Quando bem utilizado, o mop otimiza o processo de limpeza e desinfecção e permite redução do desperdício de produtos químicos. Além disso, também há ganho na produtividade, o que diminui o risco de lesão por esforço repetitivo ou dores causadas pelo uso do equipamento, por exemplo.

Como escolher o mop perfeito?

Embora o mop já frequente as prateleiras de supermercados e lojas de departamento há algum tempo, ainda podem restar dúvidas sobre seu uso devido à grande variedade de modelos, aplicações e valores. Guedes explica as diferenças entre os principais tipos de mop e para que serve cada um deles.

O mop pó é utilizado para a limpeza seca, sem uso de água ou de produtos químicos, e pode ser encarado como um substituto para a vassoura. A vantagem desse tipo de ferramenta sobre a vassoura é que seu refil de tecido tem função eletrostática, ou seja, “retém as partículas de sujidade soltas, como pó, poeira e outros detritos, evitando que elas fiquem em suspensão e se espalhem no ambiente”, diz o biólogo. Os refis podem ser lavados e reutilizados. 

Por sua vez, o mop úmido - ou esfregão - é composto, além do próprio mop, por um balde espremedor. É ali que deve ser colocado o produto de limpeza para aplicação, seguindo a diluição recomendada pelos fabricantes. Ele é ideal para aplicar esses produtos de limpeza no piso, de modo a remover a sujidade que o mop seco não conseguiu retirar. Segundo Guedes, “esse equipamento proporciona um contato mínimo com o produto químico e também com a sujidade e é indicado para realizar a limpeza e desinfecção dos ambientes”.

Outro modelo disponível no mercado é o mop spray, com um reservatório para produto químico acoplado ao cabo que dispensa esse produto em direção ao piso. “É um modelo bastante versátil, que pode ser utilizado em limpezas úmidas pontuais e em áreas pequenas”, finaliza o especialista.

Passo a passo da limpeza perfeita

A faxina ideal em qualquer ambiente passa por duas etapas obrigatórias: a limpeza e a desinfecção. Enquanto a limpeza é a eliminação da sujeira visível, como poeira e manchas, a desinfecção é a eliminação dos micro-organismos - fungos, vírus e bactérias -, a sujeira “invisível”. Essa só pode ser realizada com a ajuda de produtos desinfetantes.

“Via de regra, para a limpeza, devemos retirar o pó utilizando uma vassoura, mop pó ou aspirador. Depois, no balde, já com um produto químico diluído (detergente ou multiuso), deve-se utilizar o mop úmido ou mop spray para aplicar este produto no piso. Por fim, deve-se proceder a desinfecção, repetindo o passo anterior, mas alterando o produto para um desinfetante e mudando o refil do mop para garantir que não ocorra a contaminação cruzada”, detalha Guedes.

 

Fundação do Asseio e Conservação, Serviços Especializados e Facilities (FACOP)

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