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sexta-feira, 15 de março de 2019

Como estão os seus cuidados com os cílios?

 Dermatologista tira dúvidas sobre o tema e alerta sobre alergias 


O alongamento de cílios foi e é bastante procurado no verão, férias e no carnaval também.  Algumas pessoas reclamam de coceiras na época da colocação e logo após, e quando começam a surgir falhas não sabem o que fazer.  


Você sabe que cuidados deve ter antes e depois de alongar os cílios? É importante ter alguns cuidados em relação ao procedimento e atenção às possíveis alergias.  


A primeira dica da dermatologista Dra. Denise Chambarelli, que dirige clínica com seu nome na Barra da Tijuca (RJ) é limpar bem a pele e o entorno dos olhos antes da aplicação de cílios.  “Recomendo higienização da pele com sabonete neutro ou soro fisiológico, e a aplicação dos cílios deve ser feita sem qualquer maquiagem.  Importante no dia da aplicação e durante todo o tempo do implante evitar uso de rímel pois pode haver risco de contaminação local” , explica a médica.  


Dra. Denise alerta que o procedimento exige alguns cuidados especiais. “O método é feito  com fios sintéticos de várias espessuras, por vezes , e deve ser manipulado com proteção das pálpebras inferiores, para evitar que cole na pele e cause algum tipo de dermatite”, diz a dermatologista.  


Vale ressaltar que deve ser evitado o uso de cílios postiços em pessoas com antecedentes alérgicos na região e acometimentos oftalmológicos, principalmente por lesão em córnea e conjuntiva. “Se a cola utilizada entra em contato com o olhos pode agravar muito o quadro”, explica Dra. Denise.  “Pacientes com alopecia areata também devem evitar o alongamento de cílios porque o peso deles pode agravar a queda natural”, completa.   


Em alguns casos já ocorreu processo alérgico.  “A alergia que pode ocorrer com o alongamento normalmente se dá pelo tipo de cola usada”, afirma a médica.  


Confira três dicas da Dra. Denise Chambarelli sobre o antes e depois da aplicação de cílios: 


1- procure um lugar de confiança com profissional experiente para fazer a colocação e consulte seu dermatologista antes de fazer para tirar as suas dúvidas;

2- o alongamento deve ser retirado com uso de lupa e material(escovinha de cílios e pinça) estéreis;

3- Jamais retire os cílios em casa, pois além do risco de contaminação, pode cair os fios naturais junto.





Fonte:  Dra. Denise Chambarelli - médica especialista em dermatologia pela UERJ há 30 anos, dirige sua própria clínica na Barra da Tijuca ,  RJ ( Clinica  DraDenise Chambarelli). 
Instagram @dradenisechambarelli 



Cirurgia plástica elimina a aparência de braços flácidos



O sonho de muitas pessoas é eliminar o movimento indesejado do músculo em movimentos como o "tchauzinho"



Muitas mulheres se incomodam muito com a flacidez dos braços quando fazem qualquer movimento ao falar, sinalizar, dançar, fazer ginástica, trabalhar ou num simples "tchauzinho". A impressão é que todos percebem essa imperfeição, que ela demonstra que estiveram ou estão fora do peso e até evidencia que envelheceram. Coisa da cabeça das mulheres! Pode ser, mas que incomoda, incomoda... Algumas até mudam o modelito, abrindo mão das mangas cavadas e alcinhas só para que ninguém veja o músculo balançando. O que poucas sabem é que fatores hereditários também podem contribuir para essa aparência flácida.

Para eliminar essa imagem desagradável, muitas pessoas estão optando pela cirurgia plástica conhecida como "dermolipectomia braquial", que reduz o excesso de pele e gordura entre as axilas e o cotovelo, remodela e deixa os contornos mais suaves, proporcionando, assim, uma aparência mais natural. O estilo de vida e a saúde podem ser determinantes na hora de descobrir se esta cirurgia pode ser indicada para você. "No geral, não há muita restrição para este procedimento, principalmente para adultos que tenham realmente uma flacidez significativa na pele do braço e que são saudáveis, sem nenhum tipo de doença grave que pudesse prejudicar a cicatrização", afirma Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional de Cirurgia Plástica.

Para realizar a "dermolipectomia braquial", o tipo de anestesia é geral ou local com sedação, com tempo de internação de cerca de 24 horas. No pós-operatório, o paciente deve evitar por 30 dias o excesso de movimentos, principalmente ao levantar os braços, visto que a cicatriz se encontra na axila e acabará sendo forçada nessas situações. Quanto menor for a tração sobre a cicatriz, menor será o seu alargamento.

Para quem sonha em eliminar o desagradável movimento do músculo flácido na hora do "tchauzinho", mas tem dificuldades de pagar à vista, é bom lembrar que há como parcelar em locais como o Centro Nacional — Cirurgia Plástica, que funciona como uma assessoria administrativa ao oferecer crédito. O médico receberá à vista, mas o paciente terá condições especiais para pagar pela cirurgia, podendo realizar o procedimento agora e continuar a pagar mesmo durante a recuperação. "O resultado definitivo da dermolipectomia é atingido após seis meses da cirurgia, período necessário para a acomodação dos tecidos e o amadurecimento da cicatriz", finaliza Korn.




quinta-feira, 14 de março de 2019

Pesquisa global realizada pela Philips revela que 36% dos adultos brasileiros têm insônia


Pesquisa, que mostra dados relevantes do sono dos brasileiros, também revela que quarenta e quatro por cento dos adultos no mundo todo admitem que seu sono piorou nos últimos cinco anos


Amsterdam, Holanda – A Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA), líder global em tecnologia de saúde, anunciou hoje os resultados de sua pesquisa global sobre o sono no relatório "A busca global pela saúde do sono melhor". A pesquisa, realizada anualmente em reconhecimento ao Dia Mundial do Sono (15 de março), entrevistou adultos em 12 países[1] para capturar as atitudes, percepções e comportamentos em torno do sono. Os resultados mostraram que enquanto a consciência do impacto do sono na saúde em geral está em ascensão, para muitas pessoas em todo o mundo, conquistar um sono de qualidade ainda é um objetivo longínquo.

Os resultados do Brasil mostram que 69% dos adultos acreditam que o sono tem um impacto importante na saúde e no bem-estar. Apesar desta percepção, 36% dos brasileiros têm insônia recorrentemente e 52% dos entrevistados reportam que dormem mais tempo durante os fins de semana para colocar o "sono em dia". Distrações com entretenimento também foram citadas pelos entrevistados no país: 35% deles reportaram que televisão, filmes e redes sociais afetam o seu sono.


Resultados mundiais

Apesar de 77% dos adultos pesquisados nos 12 países que participaram da pesquisa reconhecerem que o sono tem um impacto na saúde, 62% admitiram que dormem apenas um pouco bem e 44% afirmaram que seu sono piorou nos últimos cinco anos. De acordo com o Centers for Disease Control and Prevention, e a má saúde do sono tem alta correlação com depressão, obesidade, diabetes, doenças cardíacas, AVC, doença neurocognitiva e, até mesmo, câncer [2].

Os resultados também mostraram que a maioria dos entrevistados prefere consultar a Internet do que um médico quando se trata de problemas relacionados ao sono. 8 em cada 10 adultos no mundo querem melhorar a qualidade do seu sono, mas a maioria (60%) não procurou ajuda de um profissional médico. Quando enfrentam problemas de sono, os entrevistados também disseram que são mais passíveis de recorrerem a fontes de informação on-line. Ainda mais preocupante, 65% daqueles que relataram ter apneia do sono também nunca fizeram ou não estão fazendo mais terapia para tratar a doença.

"Esses dados sugerem que as pessoas estão acordando para a realidade de que o sono é fundamental, mas, para a maioria delas, alcançar o sono de qualidade ainda é algo fora do alcance," disse Mark Aloia, PhD, líder global do departamento de mudança de comportamento, sono e cuidados respiratórios na Philips. "Se quisermos levar o sono a sério e abordar os aspectos sociais e emocionais relacionados à má qualidade dele, temos de começar a demonstrar que podemos abordar esses problemas de maneira fácil e significativa, apoiada pela ciência clínica sólida. Parte do que estamos desenvolvendo na Philips está aprimorando a nossa oferta de soluções clinicamente validadas, como forma de abordar 80% dos problemas de sono em todo o mundo em um futuro próximo.

A nossa meta é que as pessoas que enfrentam inúmeros problemas relacionados a essa área por tanto tempo terão opções disponíveis para dormir e viver melhor".

A pesquisa também descobriu que 76% dos adultos no mundo todo vivenciou pelo menos uma condição que afeta o sono, como insônia (37%) e ronco (29%) sendo os mais comuns, um aumento em relação à pesquisa de 2018, que mostrou que 26% relataram insônia e 21% relataram ronco.

A Philips está profundamente enraizada no seu compromisso de desenvolver soluções clinicamente comprovadas que ajudam as pessoas a assumirem o controle de sua saúde do sono. A Philips tem como objetivo fornecer soluções que atendam ao crescimento e evolução das necessidades dos consumidores e profissionais de saúde, mais recentemente, com sua expansão do conjunto de soluções SmartSleep e de sua incrível marca de mais de 10 milhões de máscaras e almofadas DreamWear vendidas em todo o mundo. Para obter mais informações sobre as soluções avançadas da Philips para sono e cuidados respiratórios, siga @PhilipsSleepWellness, @ PhilipsResp ou acesse www.Philips.com/SmartSleep.





Royal Philips (NYSE: PHG, AEX: PHIA)
www.philips.com/newscenter




[1] http://www.cdc.gov/sleep/about_us.html
[2] http://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK19961/
[1] Pesquisa realizada on-line pelo KJT Group em nome da Philips, de 9 de janeiro a 28 de janeiro de 2019, com 11.006 adultos maiores de 18 anos em 12 países (Austrália: n=750; Brasil: n=1.001; Canadá: n=750: China, n=1.001: França: n=1.000; Alemanha: n=1.003; Índia: n=1.000; Japão: n=1.000; Holanda: n=750; Cingapura: 750; Coreia do Sul: n=1.000 e EUA.: n=1.000). A pesquisa foi realizada na web e autoadministrada no(s) idioma(s) primário(s) de cada país. Estas foram amostras não probabilísticas e, portanto, uma margem de erro não pôde ser estimada com precisão. 


Insônia na infância pode ser sintoma de TDAH


56% das crianças e adolescentes diagnosticados com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) apresentam problemas de sono


No próximo dia 15 de março é o Dia Mundial do Sono. A data serve para alertar a população sobre a importância do descanso para uma boa saúde física e emocional. O sono é importante para qualquer pessoa, mas dormir bem é ainda mais essencial para crianças e adolescentes com diagnóstico de TDAH.

Segundo a neuropsicóloga Thaís Quaranta, Coordenadora do Curso de Pós-Graduação de Psicopatologia da Infância e Adolescência da APAE-SP, a insônia infantil é um sintoma muito importante e os pais precisam procurar ajuda assim que perceberem que a criança ou o adolescente está enfrentando dificuldades para dormir ou até mesmo para a acordar.

“É muito típico nos pacientes com TDAH as dificuldades com o sono. Os distúrbios do sono se apresentam de diferentes formas. Muitas crianças não conseguem entrar em relaxamento para iniciar o sono devido à hiperatividade ou à agitação. Outras não dormem bem e acabam sofrendo muito para acordar, principalmente muito cedo. A sensação de acordar cansado é relatada pela maioria dos pacientes com TDAH”, ressalta Thaís.

 

Falta de sono aumenta estresse familiar

Além dos danos para a saúde física e mental das crianças e adolescentes que dormem mal, no caso específico do TDAH, há ainda um outro aspecto. “Muitos pais chegam ao consultório com níveis altos de estresse, pois precisam lidar com todas as dificuldades da condição, além da questão do sono. O maior desafio dos pais é tirar a criança cedo da cama”, comenta a neuropsicóloga.

E não é só a família que sofre. A privação do sono de forma contínua aumenta a irritabilidade, a impulsividade e, claro, a desatenção.“O sono é primordial para a memória, para o processo de aprendizagem, para a retenção das informações e para a concentração. Portanto, quando há problemas para dormir é preciso de uma intervenção tanto medicamentosa, quanto mudanças de comportamentos e hábitos de toda a família”, reforça Thaís.


Afinal, qual a relação do sono com o TDAH?
 
Há diversas hipóteses e estudos que mostram que as alterações nos neurotransmissores, como a dopamina e noradrenalina, assim como as alterações no córtex pré-frontal, são encontradas em pacientes com TDAH, assim como em determinados distúrbios do sono.

“Isso nos leva a acreditar cada vez mais que há uma ligação muito estreita entre a insônia e o TDAH, embora os distúrbios do sono não sejam critério para o diagnóstico do TDAH”, explica Thaís.

As evidências científicas mostram que há algumas características em comum nas crianças com TDAH em relação ao sono. “Há um comprometimento global da eficácia do sono e a duração é menor. Ou seja, crianças e adolescentes com TDAH dormem menos e têm dificuldades para iniciar o processo de dormir, o que chamamos de latência do sono”, comenta a especialista.

Também há aumento da atividade motora e redução da fase REM do sono. Por fim, estudos realizados por meio da eletroencefalografia apontam que há alterações perceptíveis na macroestrutura do sono, com maior número de despertares noturnos, dificuldades para acordar pela manhã e insônia durante a noite.


O que fazer?
 
O diagnóstico do Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) só pode ser fechado quando a criança completa seis anos de idade. Antes disso, é possível avaliar possíveis traços da condição.

“A insônia é um importante sintoma e deve ser investigado, independente da suspeita ou não de TDAH, tanto em crianças, quanto em adolescentes. Isto porque é preciso reforçar que os distúrbios do sono também podem estar associados a outros diagnósticos, como depressão, epilepsia, autismo. Assim, crianças que não dormem ou apresentam alterações importantes no sono precisam ser avaliadas precocemente”, encerra Thaís.


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