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quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Nutricionista lista seis passos para mudar seus hábitos alimentares e combater a obesidade



Com pequenos ajustes na sua rotina, você consegue ter uma vida mais saudável, evitando o sobrepeso


No Brasil, nos últimos dez anos, a obesidade cresceu cerca de 60% - de 11,8% para 18,9% - o que deixou a comunidade médica e a indústria alimentícia com o alerta ligado para os riscos à saúde de um peso muito acima do recomendável.
Engana-se quem acredita que para se evitar o sobrepeso sejam necessárias apenas mudanças radicais na sua rotina. Pequenas modificações nos hábitos alimentares já se tornam grandes aliadas. A nutricionista Bianca Naves listou seis estratégias práticas que auxiliam no controle de peso, e reforçam a motivação para se ter hábitos de vida saudáveis.

  1. Aumente o Fracionamento das refeições – Comer de três em três horas ou fazer de 3 a 5 refeições no dia, ajudam a controlar o nível da fome, evita comer demais nas refeições seguintes melhoraram o comportamento cognitivo e até o humor, Além disso é muito importante o praticar a alimentação com "mindfullness", termo que expressa a atenção plena no momento de comer, degustando e saboreando os alimentos pois vão auxiliar nas ativação de mecanismos de saciedade e reduzir a chance de comer além da quantidade necessária. 
  2. Aumente o consumo de fibras – Pessoas que apresentam adequado consumo de fibras apresentam menor risco no desenvolvimento de doenças do coração, pressão alta, obesidade, diabetes e câncer de cólon. O aumento na ingestão de fibras reduz os níveis de colesterol no sangue, melhora a glicemia e auxilia no controle do peso corporal. Alimentos ricos em fibras que podem fazer parte do seu dia a dia são as frutas, verduras e cereais integrais (como a aveia e outros grãos integrais).
  3. Substituir parcialmente as gorduras saturadas pelas gorduras boas (mono ou poli-insaturadas) – A substituição do tipo de gordura que você consome no dia a dia ajuda na prevenção de doenças do coração e na redução do peso. Alguns exemplos de alimentos que podem oferecer fonte de gorduras boas são: o salmão, cremes vegetais, oleaginosas, óleos vegetais (como soja, canola e girassol).
  4. Consumir alimentos com fitoesteróis – Eles auxiliam na redução da absorção do colesterol ruim e podem ser encontrados naturalmente nos vegetais e também em alguns alimentos enriquecidos como os cremes vegetais.
  5. Retirar o sal da mesa – Essa atitude super simples é uma grande aliada no combate à obesidade. Fazer o consumo de sal de forma mais consciente, provando o sabor antes de adicionar mias sal à sua comida após o preparo da mesma auxilia você a levar uma vida mais saudável e uma alimentação mais equilibrada.
  6. Realizar atividades físicas regularmente - Exercícios físicos ao menos três vezes por semana também ajudam a manter a saúde do coração em dia e auxiliam na redução de peso.


Fonte: Becel


 

Fertivitro alerta sobre os riscos da doença para a fertilidade do homem e da mulher


  • Obesidade e o excesso de peso atingem 30% das mulheres brasileiras em idade reprodutiva
     
  • Nos homens, o excesso de peso pode afetar a formação e a qualidade dos espermatozoides
     
  • Estar acima do peso gera problemas hormonais que afetam o processo reprodutivo, explica o ginecologista e especialista em Reprodução Humana, Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, diretor da Fertivitro

 
Considerada um dos maiores problemas de saúde pública no mundo, a obesidade também é um dos fatores de risco para a fertilidade do homem e da mulher. O excesso de gordura pode afetar a ovulação e a qualidade dos espermatozoides, impedindo uma gestação de forma natural.
Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) indicam um aumento de 75% nos casos de obesidade nos últimos 10 anos. A projeção é que, em 2025, cerca de 2,3 bilhões de adultos estejam com sobrepeso e mais de 700 milhões serão obesos. Estudam revelam que a maioria da população do mundo vive em países onde o sobrepeso e a obesidade matam mais pessoas do que o baixo peso. Mudanças no estilo de vida e hábitos alimentares podem estar relacionados ao crescimento dos números. 
No Brasil, a obesidade vem crescendo cada vez mais, segundo a ABESO (Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica). Alguns levantamentos apontam que mais de 50% da população está acima do peso, ou seja, na faixa de sobrepeso e obesidade. 


Obesidade feminina e a infertilidade
De acordo com os dados do Ministério da Saúde, a obesidade e o excesso de peso (IMC maior ou igual a 25) atingem 30% das mulheres brasileiras em idade reprodutiva (de 16 a 45 anos). No Reino Unido, a obesidade afeta um quinto da população feminina, sendo que 18,3% dessas mulheres estão em idade reprodutiva. “Estar acima do peso gera problemas hormonais anormais que afetam o processo reprodutivo. Existe uma relação entre a obesidade e a ação da insulina (resistência periférica à insulina), liberada pelo pâncreas, que pode levar a uma condição de infertilidade, conhecida como Síndrome do Ovário Policístico (SOP)”, explica o médico ginecologista e especialista em Reprodução Humana, Dr. Luiz Eduardo Albuquerque, diretor da Fertivitro.
De acordo com o especialista, a obesidade está associada a ciclos menstruais irregulares, problemas na ovulação e anovulação (falha da ovulação) e níveis elevados de hormônios masculinos, diminuindo, dessa forma, as chances de gestação.
O excesso de gordura corporal influencia, ainda, na produção do hormônio liberador de gonadotropina (GnRH), essencial para regular a ovulação nas mulheres. Especificamente, o GnRH provoca a liberação dos hormônios Folículo Estimulante (FSH) e Luteinizante (LH), ambos responsáveis pela produção dos óvulos.


Obesidade masculina e a infertilidade
A doença gera, também, efeitos negativos nos homens, o que traz impactos no desenvolvimento embrionário e nas taxas de gravidez. Há muitas evidências de que a obesidade masculina implica, igualmente, na redução da fertilidade e na qualidade embrionária.
No homem de peso considerado normal, ou seja, dentro do índice de massa corpórea (IMC entre 18,5 e 24,9), existe um estímulo natural dos testículos por hormônios vindos da hipófise (chamados de LH e FSH), que induzem a produção da testosterona (hormônio masculino), bem como estimulam o amadurecimento das células que irão se transformar em espermatozoides. Para haver fecundidade masculina, é preciso que o número de espermatozoides a cada ejaculação atinja valores ideais como: concentração maior ou igual a 15 milhões/mL e 40 milhões no ejaculado total; motilidade progressiva maior ou igual a 32% e morfologia pelo método de Kruger maior ou igual a 4%.
Dr. Luiz Eduardo Albuquerque explica que, quando o homem chega a um peso muito acima do normal, elevam-se os níveis da enzima aromatase e, consequentemente, uma maior quantidade de testosterona é transformada em estradiol (hormônio feminino). E, assim, o excesso de estradiol irá bloquear a hipófise, diminuindo os estímulos para o testículo produzir testosterona e espermatozoides. “Esse excesso de estradiol pode induzir o aumento de mamas no homem, reduzir a libido, causar disfunção erétil e a infertilidade”, ressalta.
Pesquisas também comprovam que homens acima do peso possuem um índice maior de fragmentação do DNA do espermatozoide, o que pode gerar problemas na fertilização. “A integridade do DNA espermático é importante para o sucesso da fertilização e para o desenvolvimento embrionário normal”, explica Dr. Luiz.


Tratamentos
Se após um ano de tentativas para ter um filho de forma natural não ocorrer a gestação, o indicado é buscar ajuda nos tratamentos de reprodução assistida. “Antes de iniciar qualquer procedimento médico, o paciente fará uma série de exames para que o diagnóstico seja identificado e depois adotar o tratamento adequado”, esclarece Dr. Luiz Eduardo Albuquerque.

Existem três tipos de tratamentos para a infertilidade: coito programado, cuja relação sexual é programada no período fértil; Inseminação Intrauterina (IIU), que consiste em selecionar os melhores espermatozoides e colocá-los dentro do útero, para facilitar o encontro do óvulo com os espermatozoides; e a fertilização in vitro (FIV), em que a fecundação dos gametas (óvulos e espermatozoides) é feita em laboratório.





Dr. Luiz Eduardo Albuquerque - diretor clínico da Fertivitro, é ginecologista especialista em Reprodução Humana. Mestre em Ginecologia pela Unifesp e pós-graduado em Ginecologia pela Santa Casa de Misericórdia do Rio de Janeiro (RJ), possui o TEGO - Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia, certificado pela FEBRASGO (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia).
Em seu currículo internacional destacam-se: título de especialista em Reprodução Humana pelo Instituto Dexeus, certificado em Barcelona, na Espanha; membro da American Society for Reproductive Medicine (ASRM), nos Estados Unidos; e membro da European Society of Human Reproductive and Embriology (ESHRE), na Bélgica.
O profissional atuou como diretor do Núcleo de Esterilidade Conjugal do Centro de Referência da Saúde da Mulher, no Hospital Pérola Byington, em São Paulo (SP), durante os anos de 2001 a 2003. Atualmente, faz parte do corpo clínico da instituição, no setor de Reprodução Humana.
Foi médico do setor de Reprodução Humana da UNIFESP (Universidade Federal de São Paulo), entre 2004 e 2014.


Fertivitro — Centro de Reprodução Humana

Dieta especial garante bem-estar para cão diabético



 Papel do tutor é fundamental para o tratamento da doença
Conheça os principais sinais da diabetes mellitus


Os cães diabéticos precisam de uma rotina diferente dos outros pets. Eles exigem cuidados especiais e muita dedicação do tutor.  De acordo com estudos, um em cada 100 cães com mais de 12 anos provavelmente desenvolverá diabetes. Logo, quanto mais cedo a doença for diagnosticada, mais qualidade de vida o pet terá. “A perda de peso, o excesso de urina e a ingestão exagerada de água ou de ração são os principais indícios da diabetes mellitus e exigem a avaliação de um veterinário”, explica o médico veterinário da Equilíbrio e Gerente Técnico Nacional da Total Alimentos, Marcello Machado.

O tratamento pode ser realizado por meio da insulinoterapia e da prescrição de uma dieta específica para o cão diabético: “Alguns ingredientes são muito importantes para o auxiliar no tratamento, como o cromo, que é um mineral essencial para a absorção celular e de glicose.  O cromo pode melhorar a sensibilidade à insulina e tem sido utilizado até no tratamento da diabetes mellitus nos seres humanos.”, afirma Machado.

Marcello lembra ainda que o tutor tem um papel fundamental durante toda vida do cão diabético: “A maioria dos cães diabéticos pode ter uma vida relativamente normal, mas isso depende muito do comprometimento do tutor para tratar o animal”. 


Predisposição ao diabetes

As fêmeas são acometidas duas vezes mais que os machos e as raças mais predispostas incluem:  Schnauzer miniatura e standard, Poodle, Bichon frisé, Foz Terrier, Terrier australiano, Teckel, Beagle, Pinscher miniatura, Golden Retriever, Samoieda, Keeshond, Maltês, Lhasa Apso e Yorkshire Terrier.





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