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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Como montar uma lancheira saudável e prática para seu filho



As aulas se aproximam e, com elas, a tarefa de montar a lancheira do seu filho. Este desafio exige fazer escolhas certas. Segundo a nutricionista do Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos, Patrícia Citelli Berger, é importante que a lancheira seja recheada de lanches saudáveis, atrativos, nutritivos e rápidos de preparar, equilibrando fontes de proteína, vitaminas, fibras e minerais, carboidrato e líquidos. “Os pais não podem desanimar e se render aos lanches prontos, pois são menos nutritivos, MAS não adianta insistir para o filho comer bem se os pais não dão o exemplo em casa”, ressalta a nutricionista.

Para uma lancheira ideal, os alimentos devem ser saudáveis e, ao mesmo tempo, do gosto da criança. “É importante envolve-los na montagem. Pedir a opinião desperta o interesse pelo alimento que ele irá ingerir”, diz. Variar os alimentos também é importante, pois levar sempre o mesmo alimento no lanche pode enjoar e desestimular a comer bem. Confira as dicas da especialista para montar a lancheira ideal para o seu filho: 

  • Prefira as lancheiras térmicas, pois permitem um melhor acondicionamento dos alimentos e mantêm a comida mais fresca.
  • Abuse da variedade das frutas. além da maçã ou banana, outras também são práticas para o consumo, como laranja, mexerica, pera, uva, morango, manga, melão ou melancia. As frutas devem ser enviadas já lavadas e secas, em potes vedados, e podem ser picadas em formatos divertidos. Importante aproveitar as frutas da estação, além de mais saborosas tem melhor custo.
  • Incentive, desde cedo, a ingestão de líquidos, principalmente água mineral. Se preferir sucos naturais, congele o líquido em forminhas e coloque os cubos na garrafa térmica. A bebida irá descongelar aos poucos até a hora do lanche. Polpas ou sucos integrais livres de corantes, acidulantes, sódio e açúcar também são indicados.
  • Prefira pães ou biscoitos integrais, multigrãos, de arroz, mandioca, cenoura ou de milho ao invés de pães brancos, bisnaguinhas, bolachas recheadas e salgadinhos. Os pães podem ser preparados com ricota, queijo tipo cottage ou cream-cheese como base.
  • Petiscos são atrativos para as crianças. Queijos em cubos, tomate cereja e cenouras baby podem ser levados em um pote ou em formato de espetinho. Também são boas opções os biscoitos de polvilho, frutas desidratadas e mix de castanhas e cereais sem açúcar.
  • Seu filho gosta de bolos? Faça opções mais saudáveis e saborosas, como de cenoura, limão, coco, laranja e até o de chocolate (feito com cacau em pó). Se puder, troque a farinha de trigo refinada por integral, aveia ou biomassa de banana verde. O açúcar comum pode ser substituído pelo mascavo.
Se mesmo assim seu filho preferir o lanche do colega, procure saber o que o amigo costuma levar e inclua no cardápio da semana. Se forem guloseimas, combine o consumo a cada 10 ou 15 dias.





Complexo Hospitalar Edmundo Vasconcelos
Rua Borges Lagoa, 1.450 - Vila Clementino, Zona Sul de São Paulo.
Tel. (11) 5080-4000
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Atenção pais e familiares: entendam melhor o momento do “volta às aulas”



Segundo a psicóloga e franqueada da Tutores, Ádrinne Uchôa, é de suma importância o diálogo dos pais com os filhos ao inseri-los na escola ou em qualquer atividade que requer dedicação


As aulas começaram. Chegou o tão sonhado dia para algumas crianças que não veem a hora de começar ou retomar os estudos. Será possível essa afirmativa? Na realidade, o primeiro dia para alguns pais é bem difícil. É aquela correria, crianças dando trabalho para acordar, fazendo “corpo mole” para se vestir, um verdadeiro sufoco. Tirar os filhos da cama e convencer de que vai ser legal e importante esse primeiro momento é uma tarefa árdua, mas necessária e é de suma importância o diálogo dos pais com os filhos ao inseri-los na escola ou em qualquer atividade que requer dedicação.

O “volta às aulas” deve ser o cenário de um dia que oferta novas possibilidades e oportunidades, e não um sacrifício, que é o que muitas crianças acabam achando. Para a psicóloga e franqueada da Tutores em São José dos Campos, Ádrinne Uchôa Dias, este momento está relacionado à maneira com a qual os pais repassam as informações para os seus filhos e dá algumas dicas de como eles podem se preparar para o retorno das aulas.

Para aquela criança que está indo à escola pela primeira vez, é interessante a mãe manter-se confiante e passar essa segurança para o filho, a fim de atravessar a fase de adaptação da melhor maneira possível. Percorrer o caminho até a escola com a criança antes do início das aulas pode ser uma boa ideia, assim como deixar algumas horas reservadas para ir se adaptando com o novo local. O mesmo conselho é válido para aquela criança que precisou mudar de escola e não tem nenhum amiguinho ainda aguardando por sua chegada. Nesse momento, a criança precisa ser acolhida e sentir-se segura. 


Não basta estar por perto apenas no “volta às aulas”

Acompanhar o desenvolvimento escolar do filho é outra tarefa que precisa ser feita constantemente. Alguns pais se limitam em ensinar os filhos quando eles apresentam dificuldades escolares, e tais limitações podem estar relacionadas à questões emocionais (se desgastam ao tentar ensiná-los) e com a falta de conhecimento.

Porém, é imprescindível fazer o acompanhamento, pois são nesses momentos que a criança pode apresentar uma dificuldade de aprendizagem e alguns fatores biológicos e psicológicos podem contribuir com esse processo.

É importante que os pais saibam o momento certo para buscar uma ajuda profissional. Uma dica é não esperar o filho ficar para recuperação em determinadas disciplinas - e somente depois saírem correndo em busca de aulas particulares ou de reforço para sanar as dificuldades, mas sim recorrer a profissionais habilitados para ajudar o seu filho no crescimento e desenvolvimento durante o ano letivo, quando este sinalizar as primeiras dificuldades.

Respeitar o tempo da criança também é muito importante. Toda criança precisa ter o tempo de estudar e brincar e, de acordo com o psicanalista Winnicott, é no brincar que a criança expressa sua criatividade. Alguns pais, nas melhores das intenções, enchem seus filhos de atividades extracurriculares, mas nem sempre é o ideal.

Praticar alguns esportes é muito bom, estudar inglês é excelente, mas deve-se ter o cuidado para não sobrecarregar o filho com várias atividades no dia a dia.

Ofertar cursos extracurriculares que ajudem no desenvolvimento e mantenha uma agenda organizada com algumas atividades, mas sempre priorizando e acompanhando o processo de ensino aprendizagem da criança é recomendável, pois é na fase da infância, que a criança assimila e acomoda o conhecimento. As estruturas operatórias da inteligência não são inatas.




Tutores




Aumenta a preocupação dos pais com os casos de piolho



Crianças em idade escolar e com cabelo longo são as mais expostas


O ambiente escolar é um dos locais mais comuns para ocorrer a transmissão de piolhos entre as crianças. Com a volta às salas de aulas, os pais se preocupam para que os pequenos não sejam acometidos pelo pequeno inseto, que causa muita coceira e pontos vermelhos na nuca. A proliferação do piolho se dá pelo contato pessoal e mais raramente pelo compartilhamento de chapéus ou escovas de cabelo contaminadas.

O médico dermatologista Luciano Morgado diz que o aparecimento dos piolhos pode ser percebido através das lêndeas (pontos brancos) aderidas nas hastes dos fios de cabelo. “Em alguns casos pode ocorrer infecção secundária na pele, resultando na formação de crostas amareladas, podendo haver febre”, orienta o especialista.

Para o tratamento do piolho são utilizadas algumas substâncias para minimizar a proliferação do inseto, todas elas devem ser acompanhadas por um dermatologista para que se obtenha o melhor resultado. A higienização do couro cabeludo se faz necessária, assim como o uso de soluções escabicidas, como a permetrina a 5%, benzoato de benzila a 25%, monossulfiram a 25% (diluído em 3 litros de água) e deltametrina.

“Tais soluções são aplicadas em um dia, repetindo-se a aplicação após uma semana. Em casos mais resistentes pode ser utilizado o medicamento Ivermectina por via oral. É importante também retirar as lêndeas (ovos do inseto), uma vez que o escabicida não as mata”, explica Luciano. Diluir o vinagre na mesma quantidade de água e passar pente fino nos cabelos auxilia na extração. Estas substâncias ajudam na remoção mecânica mas não matam o piolho ou a lêndea. 

A roupa de cama deve ser trocada diariamente, lavada e depois passada a ferro. Os pentes usados devem ser  lavados e desinfetados com álcool.

Transmissão do piolho
– Piolho não pula.
– Piolho não voa.
– Piolho não é sinal de falta de higiene.
– Piolho não consegue infectar seu animal de estimação.




Dr. Luciano Ferreira Morgado – Especialista em Dermatologia pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD); membro titular da SBD; membro da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica – SBCD; membro da Sociedade Brasileira de Laser em Medicina e Cirurgia; membro da InternationalAssociationofAesthetic Medicine; pós-graduado em Cirurgia Dermatológica, Laser e Dermatologia Estética pela FM-ABC São Paulo; graduado em Medicina pela UnB e mestre em Terapia Fotodinâmica com Nanotecnologia pela Universidade de Brasília.

Monte Parnaso – Cuidados à flor da pele
Centro Médico Júlio Adnet, SEPS 709/909, Bloco A, Clínica 9, 1° subsolo.
Contato: (61) 3263-0833 / 3263-0834




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