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sexta-feira, 11 de setembro de 2015

7 DICAS NÃO CONVENCIONAIS PARA TIRAR O MÁXIMO DA BLACK FRIDAY





A Black Friday já é de fato um fenômeno no varejo brasileiro. Em poucos anos a data ganhou proporções incríveis e já representa uma fatia considerável do faturamento mensal da maioria das lojas virtuais, além de ser sempre o melhor dia de vendas do ano.
Apesar disso, a falta de preparo para a data continua sendo um pecado recorrente de muitos dos sites. Em parte, isso é compreensível. Se trouxéssemos isso para o mundo offline, um exemplo equivalente seria de um restaurante que está acostumado a atender entre 100 e 130 clientes por dia e em apenas um único dia do ano, esse número sobe para 1 mil. Não é fácil ajustar a casa para suportar tantos clientes a mais. Ainda assim, muito pode ser feito para não se perder nesse aumento abrupto da demanda.
1) - Não dá para vender offline: é essencial estar com a infraestrutura preparada para o grande aumento de tráfego esperado durante a Black Friday. Utilizar serviços de terceiros para cacheamento de vídeos e imagens a fim de aliviar a carga no seu próprio servidor, bem como desativar páginas de busca quando possível de modo a minimizar consultas complexas a bancos de dados, pode fazer toda a diferença na hora de manter seu site online. Outras medidas simples e eficazes incluem realizar upgrade nas configurações dos servidores utilizados e preparar redundâncias para serem ativadas assim que necessário. 
2)  - Explore o retargeting: você passou o ano todo buscando novos clientes e buscando fidelizar sua base. Agora é a hora de usar esse público ao máximo. Muitos clientes dizem não disponibilizar um investimento específico para a Black Friday, uma vez que a demanda aumenta naturalmente. Entretanto, fazer uma venda para alguém que esteve indeciso há pouco tempo ou que comprou um produto no seu site, é extremamente provável na Black Friday. Retargeting é, portanto, o que os financistas chamam de “low hanging fruit” ou a oportunidade mais fácil de ser agarrada nessa data. 
3)  - E-mail é rei: sem dúvida apenas com ações de e-mail marketing podem te ajudar muito nessa data. É um dia em que os consumidores estão dispostos e até motivados a revisar toda a sua newsletter para comprar um produto interessante. 
4)  - Já guardou estoque? Um dos erros mais comuns e que vai deixar seus consumidores mais tristes é ter um estoque muito pequeno de produtos. Você pode deixar sua marca de fora da rota dos sites que o cliente terá o hábito de buscar por produtos de seu interesse. 
5)   - Cuidado com o efeito barragem: já é percebido um desaquecimento das vendas no pré-Black Friday. Entretanto, ações nos dias anteriores com motes como “ Preços de Black Friday” ou ações muito forçadas nos dias anteriores, podem gerar decepções com a sua marca e a ajudar a acumular ainda mais o desejo de compra dos consumidores nos dias anteriores à data. 
6)  - Aumente o senso de urgência: propagandas com o número de peças ainda em estoque ou tempo de duração da promoção ajudam a aumentar a urgência do consumidor para comprar naquele instante e parar de continuar a busca pelo produto. 
7)  - Repense o boleto: certamente você perderá vendas por não permitir essa forma de pagamento nesse dia específico. Mas por outro lado, muitas pessoas acabam “reservando” os produtos, mesmo não tendo tanto interesse ou certeza de que irão mesmo comprar. Isso certamente dificultará a sua gestão de estoque no dia.


Túlio Kehdi - sócio fundador da Raccoon, uma das maiores agências de marketing de performance do Brasil. Com uma carteira de clientes composta por marcas como Fast Shop, Discovery Channel, Connect Parts, EZTEC, Grupo Samba, Kabum e eFácil, a Raccoon oferece às marcas uma equipe composta por engenheiros, matemáticos e estatísticos que permitiram a Raccoon atingir um aumento de 20% na performance destes clientes em investimentos em marketing online. Com 50 pessoas compondo sua estrutura, a agência tem sua base operacional na cidade de São Carlos e escritório comercial em São Paulo.

Pessoas alérgicas a medicamentos e médicos passam a contar com aplicativo para evitar reações alérgicas





Cerca de 10% da população brasileira têm alergia a medicamentos

Alérgicos e médicos passam a contar agora com o aplicativo Alergia a Medicamentos, o único voltado para a especialidade de Alergia.
O App é muito simples de ser utilizado. O paciente pode registrar remédios e princípios ativos aos quais é alérgico. Na farmácia, no momento de compra, ele digita o nome do remédio e o aplicativo mostra o resultado, se pode ou não usar o produto. O paciente tem, ainda, um espaço para registrar o nome do seu médico, caso haja alguma emergência, além do telefone do SAMU.
O App também é um grande aliado dos médicos, que no momento da prescrição poderão pesquisar quais medicações oferecem ou não perigo aos seus pacientes. O App Alergia a Medicamentos está disponível para iPhone (iOS) e Android.
No aplicativo é possível encontrar todos os remédios registrados no Brasil pela Anvisa, até agosto de 2015. São milhares de nomes comerciais, em diferentes apresentações e princípios ativos. Essa lista foi organizada em cerca de 3.000 grupos de medicamentos.
O criador do aplicativo, o médico alergista Fábio F. Morato Castro, conta que o maior desafio para desenvolvê-lo foi a extensa lista de remédios disponíveis e os cruzamentos das informações na literatura científica mundial. “Em breve, entraremos na segunda fase do App Alergia a Medicamentos, expandindo para outros países e com listas personalizadas”, avisa o médico.
Números - No Brasil, cerca de 10% da população apresenta reação alérgica a algum tipo de remédio. Os anti-inflamatórios não esteroidais são os maiores responsáveis pelas reações mais frequentes. Os antibióticos também aparecem, porém com menor prevalência. A reação mais grave é a anafilaxia, que pode ocorrer durante os procedimentos com medicamentos anestésicos.
A ficha técnica do APP Alergia a Medicamentos pode ser encontrada no link https://itunes.apple.com/us/app/alergia-a-medicamentos/id963579180?ls=1&mt=8
#alergiamedicamentos

Dr. Fábio Morato Castro - Graduado em Medicina pela Faculdade de Medicina da Fundação Universitária do ABC (1981), Mestrado em Alergia e Imunopatologia pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (1988), Doutorado em Imunologia - Universitat Heidelberg (Ruprecht-Karls) (1990) e Livre Docência pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo em 2002. Atualmente, é Professor Associado da Disciplina de Imunologia Clínica e Alergia do Departamento de Clínica Médica da Faculdade de Medicina da USP, Supervisor do Serviço de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas de São Paulo. Foi presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) no biênio 2013-2014 e Membro do Comitê Executivo da ARIA do Brasil. Experiência na área de Medicina de adultos e crianças, com ênfase em Alergologia e Imunologia Clínica, atuando principalmente nos seguintes temas: alergia, asma, rinite alérgica, venenos de insetos, anafilaxias, alergia alimentar, reações por medicamentos, novos alérgenos e imunoterapia.

A importância da correta alimentação nutricional da criança





A preocupação com a alimentação das crianças deve iniciar-se desde a gravidez, quando a criança ainda é um pequeno feto em desenvolvimento na barriga da mãe. 
Sem orientação especializada de nutricionistas, a preocupação de muitas mães em preencher a necessidade nutricional da criança muitas vezes as leva ao erro de tentar inserir alimentos complementares antes do tempo certo.
Um estudo feito pela Universidade Federal de Pelotas (RS) com crianças de até 12 anos revelou que a maioria delas apresentou inadequações alimentares no primeiro ano de vida, principalmente relacionadas à amamentação. Os dados do estudo foram publicados na Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento. O índice de amamentação constatado foi de 95,4%, porém, o período de amamentação foi inferior ao período mínimo necessário para assegurar uma melhor saúde para a criança, com alto índice de introdução precoce de alimentos complementares. Isso, naturalmente, não é benéfico para a criança, que fica exposta a problemas posteriores como a obesidade infantil.
Uma criança obesa tem cerca de 40% de chances de se tornar um adulto obeso, e doenças como diabetes e hipertensão e aumento nas taxas de gordura do sangue podem ser fatores que caminham lado a lado com a obesidade.
O ideal é que as crianças sejam amamentadas apenas com leite materno até os seis meses de idade. Segundo especialistas, alimentos complementares antes dessa idade não trazem nenhum benefício ao bebê, pois o leite materno tem todos os nutrientes necessários para que a criança se desenvolva. Outros alimentos dados antes do tempo podem provocar diarreias, bem como desnutrição, hospitalizações por doença respiratória e mais idas ao hospital que poderiam ser evitadas, pois o organismo das crianças não está preparado para esses alimentos

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