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terça-feira, 21 de abril de 2026

Formação profissional avança como alternativa para geração de renda diante de descompasso entre diploma e mercad

Com vagas abertas e dificuldade de preenchimento em funções técnicas, cresce a busca por cursos rápidos e conectados à demanda das empresas 


O Brasil ampliou o acesso ao ensino superior, mas o avanço não se traduziu, na mesma proporção, em inserção profissional. Dados do IBGE mostram que trabalhadores com ensino superior têm renda média 126% maior do que aqueles com ensino médio, enquanto o Novo Caged aponta saldo positivo na geração de empregos formais, puxado por setores como serviços e comércio, com forte demanda por funções operacionais e técnicas.

 

“O ensino superior continua sendo essencial para diversas carreiras, mas nem sempre representa a via mais rápida para geração de renda. Hoje, vemos muitas pessoas com diploma que ainda enfrentam dificuldade para se inserir ou se reposicionar no mercado”, afirma Jéssica Giustino, Superintendente de Franquias do Cebrac (Centro Brasileiro de Cursos).


O descompasso entre formação e aplicação prática limita o acesso ao primeiro emprego, especialmente entre jovens, e prolonga a dependência financeira. Ao mesmo tempo, empresas seguem com dificuldade para preencher vagas técnicas, o que afeta a operação e restringe o crescimento.

 

A educação profissional ganha espaço nesse movimento. O CEBRAC tem ampliado sua atuação com formações voltadas a áreas com alta demanda, como assistente administrativo e financeiro, informática, inglês, beleza e bem-estar e cursos ligados à saúde, como cuidador de idosos — segmento impulsionado pelo envelhecimento da população.

 

Os cursos priorizam aplicação direta e incluem opções presenciais e EAD, ampliando o acesso e encurtando o tempo entre aprendizado e geração de renda. O movimento não se limita aos jovens. Cresce a procura por parte de adultos que já passaram pela educação formal e buscam uma guinada profissional, seja para migrar de área, atualizar habilidades ou criar novas fontes de renda.


“A educação profissional deixou de ser apenas porta de entrada e passou a ser ferramenta de reposicionamento. Em um ambiente de mudanças constantes, a capacidade de aprender e aplicar rapidamente faz diferença direta na geração de renda e na trajetória profissional”, conclui Jéssica.



CEBRAC

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