De acordo com
dados do Corpo de Bombeiros de São Paulo, no período entre janeiro e maio de
2025, o estado registrou 2.688 incêndios em edificações residenciais e
comerciais. Em 2024, foram contabilizadas 7.003
ocorrências durante o ano.
Do total registrado neste início de ano, 1.690 incêndios ocorreram em edificações não sujeitas ao Regulamento de Segurança Contra Incêndios (RSCI), enquanto 998 foram em locais que se enquadram nas exigências do regulamento. Em 2024, dos 7.003 casos, 4.475 ocorreram em edificações fora do escopo do RSCI e 2.528 em imóveis que seguem as normas estabelecidas. Veja mais em: https://www.ssp.sp.gov.br/estatistica/corpo-de-bombeiros
Como
está o sistema de combate a incêndios no país? A maioria das edificações no Brasil conta com sistemas de
proteção que incluem detectores de fumaça nos corredores, extintores de
incêndio, mangueiras, hidrantes, portas corta-fogo e alarmes sonoros e visuais.
Muitos empreendimentos residenciais possuem dois tipos de extintores: um
específico para incêndios de classe A (madeira, papel, tecidos e plásticos) e
outro para as classes B (gasolina, óleo e álcool) e C (equipamentos elétricos
energizados).
“É fundamental
utilizar o extintor adequado para cada situação, caso contrário os riscos podem
ser agravados e com isto impactando a segurança das pessoas e/ou danos
materiais adicionais. Por exemplo, o uso de extintores de água (classe A) em
incêndios que envolvem equipamentos elétricos energizados (classe C) pode
agravar a situação. Utilizar um extintor de água em um incêndio de classe C
pode resultar em choque elétrico, causando sérios danos ao operador”, alerta
Alexandre Mitidieri, Diretor de Negócios da Kidde Global Solutions (KGS). Ele
acrescenta que já existe no mercado o extintor ABC, que é indicado para
suprimir qualquer tipo de incêndio estrutural e possui uma durabilidade de
cinco anos, ao contrário dos extintores convencionais que precisam
ser trocados anualmente. “Na KGS, disponibilizamos o extintor ABC Mega
Mais com 2kg de carga e peso total de apenas 3,2kg sendo mais
seguro e fácil de manusear. Ele pode ser utilizado em ambientes residenciais e
comerciais, como condomínios, hospitais, clínicas, hotéis, escolas, edifícios
públicos e escritórios, proporcionando mais economia”, comenta.
Causas
de incêndios estruturais – De
acordo com o Corpo de Bombeiros, as principais causas de incêndios incluem
problemas de manutenção, baixa qualidade dos equipamentos, ausência de sistemas
adequados de combate ao fogo, além de curtos-circuitos provocados por
instalações elétricas mal feitas, fiação antiga ou sobrecarga. Outros fatores
de risco são descuidos com fogões, fósforos, velas e panelas deixadas no fogo;
uso inadequado de carregadores de celular, aquecedores, extensões e benjamins;
secadoras de roupas e descarte de bitucas de cigarro em locais proibidos.
Para evitar acidentes e incêndios de grandes proporções,
siga estas instruções:
- Utilize disjuntores adequados.
- Não sobrecarregue as instalações elétricas.
- Não use carregadores de celular que não sejam originais.
- Não deixe panelas esquecidas no fogo e evite fumar
deitado.
- Tenha cuidado com velas acesas e nunca deixe crianças
manipularem panelas no fogo sem a supervisão de um adulto.
- Mantenha a manutenção dos aparelhos elétricos em dia.

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