Pediatra orienta pais sobre cuidados práticos e reforça a importância de produtos apropriados para lavagem nasal
Lavar o nariz de bebês pequenos é um cuidado essencial para prevenir infecções respiratórias, mas ainda gera muitas dúvidas e insegurança entre mães, pais e cuidadores. Para tornar esse momento mais seguro, confortável e eficaz, a pediatra Priscilla Massote explica que fatores como posição do bebê, volume de soro e escolha de dispositivos apropriados são determinantes para o sucesso da higiene nasal.
"Se o bebê não sustenta o pescoço, a gente vai lavar com ele deitadinho,
de barriga para cima e a cabeça elevada, segurando por trás com o braço. O
rostinho deve ficar virado para o lado. E a seringa deve ser apontada para
fora, ou seja, para o lado esquerdo da narina esquerda e para o lado direito,
na narina direita, e não para dentro", orienta a especialista.
O volume de soro
também deve ser ajustado com cuidado, principalmente em bebês menores de seis
meses. Nos casos em que o bebê já sustenta o pescoço, é possível posicioná-lo
sentado, sempre com apoio. Outro ponto importante é aplicar o soro sem pressão
excessiva, o que pode evitar desconforto e dor no ouvido. "É melhor
repetir mais vezes a lavagem, usando volumes menores. O processo precisa ser
confortável e seguro para o bebê e a família", explica.
A escolha dos dispositivos certos para a lavagem nasal
Muitos pais enfrentam dificuldades na hora de fazer a lavagem nasal porque o desconforto pode gerar resistência na criança. O uso de seringas comuns, por exemplo, pode comprometer o procedimento. "Seringas com borrachas podem ressecar, travar o êmbolo ou deslizar rápido demais. Isso gera desconforto e até risco de acidente. Por isso, é fundamental optar por dispositivos próprios, seguros e pensados para o público infantil", reforça a médica.
Pensando nisso, marcas como a AGPMED investem em soluções lúdicas e inovadoras, como a linha NoseWash, que traz lavadores coloridos e com personagens infantis – para tornar o procedimento mais atrativo para os pequenos. Tornar o procedimento mais lúdico ajuda a reduzir a ansiedade e garante que a lavagem seja feita corretamente. "Cada criança reage de uma forma. O essencial é que a higiene seja feita de forma gentil, sem causar dor ou desconforto.
Quando a criança se sente segura, ela colabora mais, e a rotina se torna mais
fácil", complementa a médica. A mais recente novidade é a linha NoseWash
Protect Sense, que conta com tecnologia antimicrobiana exclusiva, capaz de
impedir o desenvolvimento de bactérias, fungos e vírus como Adenovírus,
Betacoronavírus, Herpesvírus e Influenza H1N1 diretamente no dispositivo,
trazendo ainda mais segurança para a lavagem nasal.
Medidas simples para reduzir infecções respiratórias
Além da lavagem nasal com técnica correta e dispositivos apropriados, Dra.
Priscilla recomenda outras práticas fundamentais para prevenir doenças
respiratórias em crianças:
-Higienizar as
mãos frequentemente com água e sabão, ou álcool em gel quando não houver pia
disponível;
- Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar, usando a parte interna do cotovelo ou máscaras, especialmente em locais fechados;
- Evitar
compartilhar objetos pessoais, como copos, talheres e garrafas.
Esses cuidados,
combinados à lavagem nasal correta, podem fazer toda a diferença para garantir
mais saúde, conforto e bem-estar para os pequenos – dentro e fora de casa.

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