Pesquisar no Blog

quinta-feira, 24 de julho de 2025

Câncer Ósseo: Julho Amarelo é o mês de conscientização da doença, que chega a ter 70% de chances de cura se for diagnosticada precocemente

 

Condição apresenta sintomas inespecíficos e que podem se confundir com outras condições, sendo prevalente em crianças, adolescentes e idosos

 

O câncer ósseo é uma enfermidade considerada incomum, caracterizada pelo crescimento descontrolado de células ósseas, segundo a American Cancer Society1. Como ele representa apenas 1% dos cânceres2 e seus sintomas não são exclusivos ou sequer específicos da doença, a conscientização de sua existência é importante para evitar confusões e garantir o diagnóstico precoce e o tratamento imediato. O mês denominado Julho Amarelo chama a atenção para a condição, uma vez que, quando diagnosticada precocemente, a taxa de cura chega aos 70%. 

O oncologista Dr. Thiago Kaique, da Rede Mater Dei de Saúde, esclarece que existem duas formas de desenvolvimento do tumor nos ossos: “o câncer ósseo pode surgir como um tumor primário, considerado mais raro, onde o mesmo se desenvolve diretamente no osso, ou como um tumor secundário, proveniente da metástase, que ocorre quando o câncer começa em outra parte do corpo e se espalha até alcançar os ossos”. Ainda segundo o médico, a causa exata da doença é muitas vezes desconhecida, mas existem fatores de risco como doenças genéticas raras, exposição prévia à radioterapia, e, em alguns casos, condições ósseas benignas que podem se desenvolver ao longo do tempo, se tornando cânceres. 

Os principais sintomas apresentados em pacientes com tumor ósseo são dor persistente, inchaço ou nódulo na região afetada, ossos se quebrando com facilidade e sem trauma significativo, e, em casos avançados, perda de peso, fadiga, e até mesmo limitação de movimento podem ser observadas. A neoplasia acomete principalmente crianças, adolescente, e idosos3 e apresenta sintomas facilmente mascarados por demais enfermidades. “Esses sintomas são inespecíficos e podem se confundir com outras doenças. Por isso, é fundamental investigar qualquer dor óssea que persista por semanas”, adiciona o Dr. Thiago Kaique. 

Ao notar dor óssea persistente, a investigação deve ser feita por profissionais da ortopedia. Exames de imagem avançados, como ressonância magnética, PET-CT, e cintilografia óssea podem fazer parte das ferramentas utilizadas nessa etapa, e, caso seja confirmado o tumor, a biópsia guiada por imagem pode ser feita para a categorização do câncer. O acompanhamento por parte de uma equipe especializada em oncologia clínica e ortopedia oncológica é proveitoso nesse momento, e levará a um tratamento mais personalizado, que pode incluir quimioterapia, radioterapia, terapias-alvo, imunoterapia, e, em alguns casos, cirurgias especializadas.



Rede Mater Dei de Saúde

Unidades Minas Gerais: Hospital Mater Dei Santo Agostinho, Hospital Mater Dei Contorno, Hospital Mater Dei Betim-Contagem, Hospital Mater Dei Nova Lima, Hospital Mater Dei Santa Genoveva, CDI Imagem e Hospital Mater Dei Santa Clara.

Bahia: Hospital Mater Dei Salvador e Hospital Mater Dei Emec

Goiás: Hospital Mater Dei Goiânia


Nenhum comentário:

Postar um comentário

Posts mais acessados