Fisiatra compara a ação do distúrbio a um disjuntor
que desarma diante da sobrecarga física e emocional
Imagine um
disjuntor que se desliga automaticamente quando há excesso de energia. Assim
age o Burnout: é o corpo dizendo “basta”, diante de uma sobrecarga prolongada.
Trata-se de um colapso físico e emocional, quando a mente e o organismo deixam
de funcionar como antes.
Segundo explica a
médica fisiatra Prof.ª Dra. Matilde Sposito, especialista em bloqueios
neuroquímicos e com consultório em Sorocaba (SP), o Burnout não está restrito
ao ambiente profissional, pelo contrário. “Vai muito além do trabalho. É um
esgotamento da energia vital, que pode ter origem em pressões internas, exigências
familiares, autocobrança excessiva, ou em tudo isso junto”, explana.
Entre os
principais sinais, estão cansaço extremo, dores recorrentes, insônia,
irritabilidade, sensação de impotência, ansiedade e sintomas depressivos.
O tratamento, de
acordo com a especialista, deve ser individualizado e envolver uma equipe
multidisciplinar. “Na fisiatria, lidamos com as consequências físicas, como
dores crônicas, fadiga e distúrbios do sono. Associamos a isso fisioterapia,
técnicas respiratórias e práticas integrativas para ajudar o corpo e a mente a
se reorganizarem”, detalha.
www.dramatildesposito.com.br,
@dramatildesposito
WhatsApp (15) 98812-2958. O
Prof.ª Dra. Matilde Sposito
Clínica Ápice Medicina Integrada
Rua Eulália Silva, 214, Jardim Faculdade, em Sorocaba/SP
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