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sexta-feira, 5 de julho de 2019

Há muito tempo você se sente exausto? Pode ser Burnout!



Mediadora voluntária do Congresso Luminarium, a jornalista Izabella Camargo foi dispensada pela TV Globo após voltar de licença médica, tirada após ter a doença, e hoje comemora a vitória


A Síndrome de Burnout é um estado físico, emocional e mental de exaustão extrema, resultado do acúmulo excessivo de trabalhos emocionalmente exigentes e muito competitivos. Também conhecida como "Síndrome do Esgotamento Profissional", a doença é comum em profissionais que atuam diariamente sob pressão e que acumulam responsabilidades  constantes como médicos, enfermeiros, professores, policiais, jornalistas, entre outros.

Não raramente a doença ocorre quando o profissional planeja ou é pautado para objetivos de trabalho muito difíceis, situações em que a pessoa acredita não ter condições ou capacidades  suficientes para os cumprir. O profissional perde a autonomia e a habilidade de respeitar as próprias limitações. Essa síndrome pode  começar com um estado depressivo atrelado a outros sintomas normalmente ignorados e por isso é essencial procurar apoio profissional ao notar os primeiros sintomas como:  nervosismo exacerbado e constante,  sofrimentos psicológicos e até problemas físicos, como dor de barriga, problemas intestinais, cansaço excessivo, tonturas, enjoos, tremedeira nos olhos, taquicardia, etc. O estresse e a falta de vontade de sair da cama ou de casa, quando constantes, podem indicar o início da doença.

Outros sintomas que podem indicar a Síndrome de Burnout são: dor de cabeça frequente, alterações no apetite, insônia, dificuldades de concentração, sentimentos de fracasso e insegurança, negatividade constante, sentimentos de derrota e desesperança, sentimentos de incompetência, alterações repentinas de humor, isolamento, fadiga, pressão alta, dores musculares, problemas gastrointestinais e alteração nos batimentos cardíacos.

O tratamento é feito basicamente com psicoterapia, mas também pode envolver medicamentos (reguladores de neurotransmissores, antidepressivos e/ou ansiolíticos, entre outros). Normalmente surte efeito entre um e três meses, mas como cada pessoa adquire a síndrome de uma forma o tratamento também é individual. 

Mudanças nas condições de trabalho e, principalmente, mudanças nos hábitos e estilo de vida são fundamentais para uma recuperação integral e efetiva.
A atividade física regular e os exercícios de relaxamento devem ser rotineiros, para aliviar o estresse e controlar os sintomas da doença. Após o diagnóstico médico, é fortemente recomendado que a pessoa tire férias e realize atividades de lazer. 
Os sinais de piora do Síndrome de Burnout surgem quando a pessoa não segue o tratamento adequado. Com isso, os sintomas se agravam e podem levar a perda total da motivação, distúrbios gastrointestinais e depressão profunda, desorientações físicas e mentais.

A melhor forma de prevenir a Síndrome de Burnout são estratégicas que diminuam o estresse e a pressão no trabalho. O autocuidado com medidas saudáveis evitam o desenvolvimento da doença, assim como ajudam a tratar os sintomas logo que surgem. Outra conduta muito recomendada é descansar adequadamente, com boas noites de sono ( se 7 a 8 horas diárias). É fundamental manter o equilíbrio entre o trabalho, lazer, família, vida social e atividades físicas. Afinal , sem saúde mental, não existem maneiras de manter uma qualidade  de vida sustentável! 



Sete dicas para cuidar bem da próstata

A próstata é uma glândula no homem que tem a função de ajudar a nutrir os espermatozóides para a reprodução. A partir dos 40 anos, ela começa a crescer em diferentes velocidades e isso pode levar aos mais variados graus de sintomas, que não necessariamente tem relação direta com seu tamanho.

“Este crescimento, de modo geral, é benigno e faz parte da natureza do homem. No entanto, não deixa de ser um incômodo e precisa de acompanhamento”, afirma Dr. Renato Falci, urologista e membro do comitê científico do Instituto Lado a Lado pela Vida (LAL).

Neste 15 de Julho, Dia Nacional do Homem, Dr. Falci revela algumas dicas para conviver bem com a próstata, principalmente para quem já sofre com sintomas relacionados ao crescimento desta glândula, como jato fraco, sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, frequência de micção aumentada, urgência para urinar e dor em baixo ventre durante a micção.

1 - Evite o enchimento rápido da bexiga

Isso ocorre na maioria das vezes por ingestão abrupta de grandes volumes de líquidos como, por exemplo, cerveja. Pelo fato da bexiga ser um músculo, sua rápida distensão faz com que sua contração perca eficiência, traduzindo-se por uma micção com jato mais fraco e, em casos extremos, em retenção urinária (incapacidade de urinar).


2 - Evite longos períodos sem urinar

Segurar a urina por longos períodos pode, pela superdistensão do músculo, terminar em uma micção dificultosa ou até em retenção urinária. Muitas pessoas já experimentaram a desagradável sensação de uma micção ruim, após passar longo período segurando a vontade de urinar e com um grande enchimento da bexiga, como por exemplo, em uma viagem. Isso é decorrente do estiramento das fibras musculares da bexiga que, temporariamente, diminuem a sua capacidade de contração.


3 - Evite descongestionantes nasais

A maioria desses medicamentos tem em sua composição um vasoconstritor que atua em receptores semelhantes aos que existem na cápsula da próstata e na saída da bexiga. A ativação desses receptores dificulta a saída de urina. Em jovens, esse efeito pode ser imperceptível mas, em quem já apresenta algum grau de sintoma do crescimento da próstata, seus efeitos podem ser maiores.


4 - Cuidados com anti-gripais

Uma boa parte desses compostos vendidos em farmácias contém substâncias semelhantes aos descongestionantes nasais e, pelo mesmo motivo, pioram a micção.


5 - Atenção com compostos e fórmulas

Compostos e fórmulas para aumentar o desempenho esportivo podem ter compostos derivados da efedrina, substância que atua nos receptores da cápsula da  próstata e saída da bexiga, assim como os anti-gripais e descongestionantes nasais.


6 - Conheça a hiperplasia da próstata

Praticamente todo homem terá que lidar com ela. Ter um urologista de confiança pode ser o primeiro passo. Conhecer a história natural da doença ajudará a definir o momento ideal do tratamento.


7 - Faça check-up de saúde

Adiantar-se aos problemas muitas vezes é a melhor solução.




 Instituto Lado a Lado pela Vida 

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