Pesquisa revela que 99% dos executivos não
conseguem realizar conferência por falta de domínio do idioma
O
inglês é considerado o idioma universal, sendo um dos pré-requisitos mais
exigidos em processos de seleção. Para posições sêniores ou de executivos, o
idioma é obrigatório, principalmente se o executivo planeja um crescimento e
uma oportunidade internacional. Ainda que diversos profissionais coloquem este
conhecimento no currículo, apenas 5% dos brasileiros falam a língua e destes,
apenas 1% são fluentes, segundo pesquisa do British Council e Instituto de
Pesquisa Data Popular.
Os
dados apontam que 91% consideram o inglês como o principal idioma dos negócios
e, inclusive, o RH das companhias admitem que a competência é um diferencial.
Por este motivo, alguns candidatos mentem sobre o nível de fluência da língua
para não perder uma vaga ou promoção. “As empresas multinacionais que buscam
profissionais bilíngues, estão aplicando testes de proficiência para comprovar
o grau de conhecimento dos candidatos. Não adianta colocar Inglês intermediário
no CV”, explica Rodrigo Bucollo, educador há 20 anos e CEO da Best View.
A
fala e a compreensão oral são as áreas mais requisitadas pelas empresas,
afinal, facilitam o contato com representantes, clientes e fornecedores de
outros países. Assim, organizações que investem em aulas para melhorar a
fluência dos funcionários optam por métodos que fogem do tradicional. “Para
atender as necessidades do mercado, o curso precisa ser prático e oferecer
situações relacionados ao cotidiano empresarial”, destaca Bucollo.
“Normalmente,
a prioridade das pessoas é desenvolver a carreira na operação da empresa e
acabam deixando o inglês para depois. Mas, ao chegar em cargos de gerência, não
conseguem liderar uma reunião e, muito menos, apresentar os resultados obtidos
no idioma”, exemplifica.
Obstáculos
A
pesquisa mostra que um dos principais obstáculos enfrentados pelas pessoas que
desejam aprender inglês é a falta de tempo, indicada por 72% dos entrevistados.
Já 65% afirmam que os preços são muito altos.
Pensando
na melhor maneira de combater estes problemas, a Best View e a República de
Negócios, escola de negócios para empresário e empreendedores com foco em
networking, marketing de posicionamento e diferenciação, lançam o EFEX
(Executive's Global Immersion). O curso propõe imersão no idioma, com módulos
totalmente formatados para o desenvolvimento corporativo em Gestão de Pessoas,
Gestão de Dados, Gestão de Negócios e Networking.
“O
diagnóstico que fizemos quando iniciamos as conversas sobre o EFEX foi de criar
algo inédito, poderoso e que literalmente pudesse dar a esses executivos e
executivas uma formação eficaz. O não domínio do inglês business é um dos
grandes vilões desses profissionais”, afirma Glauco Veja, que atuou como
executivo de multinacionais por mais de 15 anos e hoje é CEO da República de
Negócios.
“Nesta
formação, os executivos terão aulas particulares e online, com objetivo de
desenvolver vocabulário e segurança no idioma. O diferencial do EFEX é a
imersão de 10 horas presencial com outros executivos, ou seja, uma grande
oportunidade para trazer a realidade ao aprendizado”, assegura Bucollo.

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