Em internet, com nossos amigos, na
academia, nas redes sociais ou inclusive em um meme podemos encontrar
recomendações alimentares. Estas proveem de muitas fontes e todas parecem “boas”
e inclusive milagrosas, a um nível que já não sabemos o que fazer com nossa
alimentação.
Recordamos que uma dieta se resume ao
que comemos no dia e como fazemos, não quer dizer que vamos morrer de fome ou
que estamos perdendo peso. Mas o que necessitamos fazer para seguir uma dieta
saudável em nossas vidas? Aqui estão 9 formas de dietas saudáveis que podemos
incorporar a nossa vida cotidiana.
1. Dieta personalizada
Sem importar a condição física da pessoa,
seja para subir ou diminuir de peso. Os organismos não são iguais, nem todos
apresentam as mesmas necessidades de energia, cada pessoa deve comer segundo
suas próprias características. Além disso, temos um objetivo claro com nosso
corpo e nossa saúde, então a dieta deve ser ainda mais especifica quanto a
combinações, quantidades e horários. O importante é sempre atender as
necessidades de minerais, vitaminas, gorduras.
2. Dieta natural
Existem aqueles que buscam comer o
mais natural possível, quer dizer, sem conservantes nem alimentos processados.
É algo complicado de realizar porque nas cidades a grande maioria dos alimentos
está processada, portanto é uma dieta mais fácil de fazer quando se vive no
campo ou se produzem os alimentos em casa.
3. Dieta com redução de proteínas
animais
Existem aqueles que decidem deixar de
comer proteínas animais o diminuem a quantidade. Isso é bastante fácil de fazer
sempre e quando se comam as proteínas vegetais suficientes para poder conservar
os músculos, tanto os que se notam como os que não, por exemplo, os que
encontramos no coração, intestino e os que nos ajudam a respirar.
4. Dieta com pouco sal
Talvez por costume, por sabor ou por
problemas de saúde optamos por diminuir a ingestão de sal. Já não se cozinha
com sal refinado e na mesa não se coloca o saleiro. Esta prática ajuda o
organismo a não reter água, entretanto o sódio é um mineral importante para
muitos processos bioquímicos, assim que não devemos eliminá-lo, mas apenas
reduzir sua proporção (uma dica é utilizar sal em grão). Em alguns países o sal
também contém iodo, que ajuda no funcionamento das glândulas tiroides, portanto
devemos analisar si estamos ou não consumindo a quantidade suficiente.
5. Dieta baixa em açucares
processados
O açúcar é necessário para viver, os
açucares processados não, assim que podemos diminuir seu consumo (doces e
produtos industrializados). As frutas e o mel de abelha são boas fontes de
açúcar que dão energia.
6. Dieta baixa em carboidratos
processados
Às vezes queremos dar um respiro a
nosso trato gastrointestinal e fazer a vida mais simples, podemos conseguir se
diminuímos o consumo de carboidratos processados como as farinhas refinadas, os
pães brancos ou o arroz branco. Podemos mudar por pão integral, farinha de
centeio, arroz integral, aveia e quinoa.
7. Dieta baixa em produtos lácteos
A lactose pode gerar certos problemas
digestivos, ao ponto de não poder ser mais consumida. Para estas pessoas
intolerantes existem os leites sem lactose, o queijo tofu, e outros alimentos
que contribuem na ingestão de cálcio necessário como soja, laranja, sementes de
gergelim, amêndoas ou canela.
8. Dieta alta em proteínas animais
Se buscamos aumentar nossa massa
muscular por questões estéticas ou simplesmente fortalecer nosso corpo, as
dietas altas em proteínas animais são a opção. É importante recordar que
podemos mesclar as proteínas animais e não somente consumir um tipo de animal.
As proteínas vegetais também cuidam e protegem os músculos, porém as proteínas
animais têm mais aminoácidos em relação aos vegetais, pelo qual o processo se
acelera com seu consumo.
9. Dieta rica em frutas e verduras
Nas frutas e verduras encontramos
tanto proteínas como gorduras, carboidratos, vitaminas e minerais. São
alimentos completos. Necessitamos saber que nossas necessidades estão sendo
supridas tanto em quantidade como em variedade para levar este tipo de dieta.
Em todas as dietas devemos tomar em
conta os elementos essenciais para ter saúde: minerais, vitaminas, gorduras,
proteínas (sejam animais ou vegetais), frutas ou grãos. O melhor é que alguém
que estudou nutrição e saiba calcular os requisitos energéticos de acordo ao
nosso gênero, idade e atividades, nos acompanhe na mudança da dieta e ajude a
estabelecer como plano a longo prazo, ou em caso de que apenas seja um esforço
por alguns meses, nos apoie na forma de fazer tanto para iniciar como para
terminar a dieta.
Dra. Marilú Acosta
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