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domingo, 3 de maio de 2026

Sótão: como transformar o espaço sob o telhado em área útil

Acolhedor, com ares de refúgio e, muitas vezes nostálgico, essa extensão da casa pode se transformar de uma área esquecida a um ambiente funcional para atividades dos moradores. O arquiteto Paulo Tripoloni também ressalta o benefício do conforto térmico e valorização venal que a estrutura entrega ao imóvel


Nesta residência projetada pelo arquiteto Paulo Tripoloni, o sótão ganhou um novo sentido para a família. Ao invés de ser mais um espaço de armazenamento, tornou-se um ambiente que equilibra recolhimento e convivência, com luz natural abundante e uma vista que se abre como cenário | Projeto Atelier Paulo Tripoloni
 Foto: JP Imagem

 

Antes de pensar nos usos, o profissional pontua a importância de entender os motivos que levam a sótão a se configurar como esse espaço tão interessante. Dentre as principais características estruturais que influenciam diretamente no resultado, ele pontua:


·        Pé-direito variável, que acompanha a inclinação do telhado, incide em alturas mais altas e mais baixas, exigindo soluções inteligentes de layout.

Nem toda a área apresenta uma altura confortável para circulação, então o mobiliário precisa ser sob medida”, comenta Paulo.


·        Aproveitamento de área, tradicionalmente, ele aponta que o telhado era considerado apenas um vazio técnico. Entretanto, com ajustes na altura da cobertura é completamente viável executar um ambiente funcional sem grandes mudanças na volumetria da casa.


·        Iluminação natural por meio de claraboias e janelas posicionadas no plano do telhado.


·        Isolamento térmico, indispensável por estar diretamente sob o telhado, o sótão está mais exposto às variações de temperatura.

Sem um bom isolamento, o ambiente pode se tornar quente demais no verão e demasiadamente frio inverno. O conforto térmico é essencial para o projeto”, frisa.

 

Fase do projeto


Como nem toda residência comporta um sótão de forma natural, o arquiteto começa analisando a relação entre o telhado e o estilo arquitetônico do projeto. Para ele, casas com telhados inclinados costumam oferecer as melhores oportunidades.

 

 

Ao transformar um espaço de caráter técnico em um ambiente habitável, é possível desenvolver novos cômodos para a residência e valorizar a estrutura existente | Foto: Freepik


Antes de pensar nos usos, o profissional pontua a importância de entender os motivos que levam a sótão a se configurar como esse espaço tão interessante. Dentre as principais características estruturais que influenciam diretamente no resultado, ele pontua:

·        Pé-direito variável, que acompanha a inclinação do telhado, incide em alturas mais altas e mais baixas, exigindo soluções inteligentes de layout.

Nem toda a área apresenta uma altura confortável para circulação, então o mobiliário precisa ser sob medida”, comenta Paulo.

·        Aproveitamento de área, tradicionalmente, ele aponta que o telhado era considerado apenas um vazio técnico. Entretanto, com ajustes na altura da cobertura é completamente viável executar um ambiente funcional sem grandes mudanças na volumetria da casa.

·        Iluminação natural por meio de claraboias e janelas posicionadas no plano do telhado.

·        Isolamento térmico, indispensável por estar diretamente sob o telhado, o sótão está mais exposto às variações de temperatura.

Sem um bom isolamento, o ambiente pode se tornar quente demais no verão e demasiadamente frio inverno. O conforto térmico é essencial para o projeto”, frisa.

 

Fase do projeto 


Como nem toda residência comporta um sótão de forma natural, o arquiteto começa analisando a relação entre o telhado e o estilo arquitetônico do projeto. Para ele, casas com telhados inclinados costumam oferecer as melhores oportunidades.

 

Neste sótão implementado pelo arquiteto Paulo Tripoloni, o espaço acima não tinha pé-direito adequado e o telhado acompanhava a inclinação da viga principal. Para a implementação, ele concebeu uma mansarda – designada pelas duas inclinações da estrutura, que ampliou a altura e o nivelamento do piso de cimento queimado | Projeto Atelier Paulo Tripoloni | Foto: JP Image


Mesmo em casas já construídas, é possível adaptar o telhado para viabilizar o uso do sótão. Para tanto, Paulo instrui sobre o aumento discreto da altura do telhado para que o espaço interno ganhe uma nova configuração.

 

Quando o sótão nasce junto com o projeto arquitetônico, ele se integra melhor ao conjunto da casa, deixando de ser um acréscimo improvisado para ajustar como uma extensão natural”, diz.

 

Sobre a escada

Além das questões estruturais, um dos pontos mais importantes ao planejar um sótão está no acesso ao ambiente, pois a escada é na maioria das vezes o maior desafio do projeto. Quando o sótão faz parte da concepção original da casa, é possível reservar um local adequado para a circulação vertical, mas já em reformas ou adaptações posteriores, a inserção da estrutura exige criatividade.

 

Todo sótão dá uma dor de cabeça com o acesso. Quando ele é pensado no projeto, fica mais fácil resolver, mas quando ele surge depois, como acontece em algumas obras, é preciso encontrar soluções sob medida para encaixar a escada no espaço existente”, reflete Paulo, que complementa que não é só ter um espaço de sótão que está tudo bem, a escada é uma questão importante e precisa ser bem resolvida para que o ambiente funcione de verdade no dia a dia.

Quando não há área suficiente para uma escada convencional, modelos retráteis ou compactos podem ser alternativas viáveis | Projeto Atelier Paulo Tripoloni | Foto: JP Image

Vantagens e ganhos

A decoração transformou o ambiente em espaço de meditação e contemplação | Projeto Atelier Paulo Tripoloni | Foto: JP Imagem


Como dito, uma das principais vantagens do sótão é a capacidade de ampliar a área útil da casa em configurações que passam a integrar a rotina da família como um quarto para hóspedes, home office, aproveitando o caráter mais reservado do ambiente, sala de jogos ou TV ou outras finalidades como a música, leitura ou meditação.

 

O sótão tem um caráter naturalmente acolhedor. Ele não é aquela visão de quarto escuro com mofo que vemos em muitos filmes, mas sim uma extensão da casa”, afirma o profissional.

  

Dicas de decoração


No sótão, planejado pelo arquiteto Paulo Tripoloni, a madeira estrutura o espaço e cria unidade, enquanto os volumes baixos, as fibras naturais e as peças de apoio arredondadas suavizam a composição | Projeto Atelier Paulo Tripoloni | Foto: JP Image



Chegado o momento de decorar o sótão, o primeiro tópico abordado pelo arquiteto é a iluminação. “Como a luz natural costuma entrar por pontos específicos, é fundamental complementar com iluminação artificial bem distribuída, seja com luminárias de apoio, ou com pontos indiretos, para deixar o ambiente mais aconchegante”, completa.

 

Já para a paleta de cores, ele sugere tons claros e neutros que contribuirão para refletir a luz e tornar o ambiente mais leve, enquanto materiais naturais como fibras, palhinha e madeira atribuem um clima mais charmoso. Outro ponto essencial é a organização com uso de marcenaria sob medida para manter o ambiente livre e funcional. 



Atelier de Arquitetura Paulo Tripoloni
Instagram: @paulotripoloni
Site: www.paulotripoloni.com.br



Os 5 erros de limpeza que mais roubam seu tempo (e como corrigir)


Com o Dia do Trabalhador, surgiu também um convite à pausa, não apenas para descansar da rotina intensa, mas para refletir sobre o equilíbrio entre as muitas responsabilidades que preenchem o dia a dia. Com trabalho, compromissos e tarefas domésticas, o tempo parece sempre curto. E, em meio à essa correria, pequenos erros e roubando minutos preciosos, tornando a organização da casa ainda mais desafiadora.

 

Pensando justamente nesses hábitos de limpeza que consomem mais tempo do que deveriam, especialistas de Cif e Brilhante reuniram orientações práticas para ajudar a otimizar a limpeza. O objetivo é simples: reorganizar a lavagem de roupas, ganhar eficiência nas tarefas domésticas e trazer mais praticidade para uma rotina de trabalho cada vez mais acelerada.

 

1. Usar produtos de limpeza em excesso

É comum acreditar que quanto mais produto, melhor o resultado. No dia a dia, isso se traduz em exagerar no desinfetante ao limpar o chão ou carregar a esponja de detergente na tentativa de garantir uma limpeza mais eficiente. Mas, na prática, o efeito não é o esperado: o excesso não deixa a casa mais limpa nem mais cheirosa. Pelo contrário, pode gerar acúmulo de resíduos, atrair poeira e até causar manchas em diferentes superfícies.

 

Como corrigir?

A solução é mais simples do que parece: seguir corretamente a diluição e a quantidade indicada no rótulo de cada produto. Essas orientações são definidas a partir de testes de eficiência, e justamente por isso a dose recomendada pelos especialistas é a que entrega o melhor resultado, com mais limpeza, menos desperdício e muito mais praticidade no dia a dia.

 

2. Apostar nas famosas “misturinhas”

Muitas pessoas ainda recorrem às chamadas “misturinhas”, principalmente na limpeza pesada do banheiro, do quintal, da cozinha e até de roupas brancas. A ideia costuma parecer lógica: jogar água sanitária e depois desinfetante para reforçar a limpeza, ou misturar com vinagre após ver alguma dica caseira circulando na internet. No entanto, esse hábito é um erro que pode até trazer riscos. Certas combinações químicas podem liberar gases tóxicos, causando ardência nos olhos, falta de ar e até intoxicação.

 

Como corrigir? A melhor forma de garantir uma limpeza eficaz e segura é usar produtos desenvolvidos especificamente para essa finalidade, evitando misturas caseiras. Produtos como Cif Limpeza Milagrosa oferecem alto desempenho para a limpeza de mais de 100 superfícies*, entregando eficiência sem comprometer a saúde. Assim, é possível manter a casa limpa, economizar tempo e evitar riscos desnecessários no dia a dia.

 

3. Colocar sabão demais na máquina de lavar

Quando a roupa se acumula e apresenta um nível de sujeira mais evidente, é comum pensar que a solução está em usar mais sabão. Isso acontece especialmente com uniformes escolares, roupas de academia, toalhas e itens de cama. No entanto, esse excesso acaba tendo o efeito contrário: deixa resíduos nas peças, provoca cheiro estranho, endurece os tecidos e ainda pode comprometer o bom funcionamento da máquina de lavar ao longo do tempo.

 

Como corrigir? A recomendação é respeitar a dosagem indicada para cada tipo de lavagem. Produtos como Brilhante Perfume e Cuidado Extraordinário ajudam nesse equilíbrio ao combinar bons resultados de limpeza com uma explosão de perfume por até 60 dias, cuidando das roupas sem exageros e tornando a rotina de lavagem mais prática no dia a dia, evitando retrabalho. 

 

4. Limpar do chão para cima

Um erro bastante comum de quem começa a faxina pela parte mais visível da casa é limpar primeiro o piso. À primeira vista, parece uma boa forma de ver resultado rápido, mas isso costuma gerar retrabalho na organização. Passar pano no chão antes de limpar as prateleiras, tirar o pó dos móveis ou organizar bancadas faz com que toda a sujeira caia justamente onde já estava limpo. O resultado é a sensação constante de que a casa nunca termina de ficar realmente limpa e arrumada.

 

Como corrigir? A regra é simples e eficiente: começar sempre de cima para baixo. Primeiro, prateleiras, móveis e outras superfícies; só depois, o chão. Dessa forma, a sujeira segue o fluxo natural, o trabalho rende mais e a limpeza se mantém por muito mais tempo, sem esforços desnecessários.

 

5. Usar os mesmos panos para tudo e não trocá-los com o tempo

Na rotina corrida, é extremamente comum recorrer aos mesmos panos de uso frequente para limpar diferentes ambientes da casa. Eles passam pelo banheiro, pela cozinha e até pelas áreas externas, acabando por espalhar bactérias de um lugar para o outro. Além disso, mesmo após as lavagens, os panos de chão e de superfície vão perdendo sua capacidade de absorção e, com o tempo, podem começar a reter odores desagradáveis.

 

Como corrigir?

A melhor solução é separar os panos por área, mesmo que de forma simples: um para o banheiro, outro para a cozinha, um para tirar pó e outro para vidros. Também é essencial fazer a troca periódica desses itens, seja a cada três ou seis meses, para garantir que continuem sendo aliados na limpeza e não mais um problema dentro da rotina doméstica.

  



CONSULTE LISTA DAS SUPERFÍCIES EM WWW.CIFLIMPADORES.COM.BR


Cor, memória e identidade cultural ganham força nos interiores e orientam lançamentos de 2026

Movimentos como valorização da cultura local e da memória afetiva se refletem em cores, superfícies e soluções das marcas da Dexco


Coleção Argilas - Portinari


A forma de pensar os interiores está mudando. Em resposta a um cotidiano cada vez mais acelerado, projetos passam a priorizar continuidade, identidade e significado, movimentos que já se refletem diretamente nas escolhas de cores, materiais e superfícies.

Nesse contexto, pesquisas desenvolvidas pela Dexco em parceria com a WGSN ajudam a entender como tendências como a valorização da cultura local, a casa como espaço de memória e a busca por permanência vêm influenciando o desenvolvimento de produtos e projetos no setor.

Entre esses movimentos, a valorização da cultura latino-americana ganha força ao reposicionar o repertório local como ponto de partida para o design. Em vez de referências externas, cresce o interesse por paletas conectadas ao território, capazes de traduzir paisagens, materiais e modos de viver. Dados da pesquisa, que ouviu 1.125 brasileiros, indicam que cerca de 55% das pessoas se sentiriam orgulhosas ao viver em um espaço que represente a cultura latina. 

Esse direcionamento se materializa na forma como a cor passa a ser aplicada nos projetos. Na Portinari, coleções como Argilas traduzem a diversidade dos solos brasileiros em tons minerais e terrosos que carregam origem e identidade. A superfície deixa de ser apenas acabamento e passa a funcionar como linguagem, conectando o ambiente a um repertório cultural mais amplo.

A casa-memória aparece como outro eixo importante. Os interiores deixam de buscar neutralidade e passam a incorporar história, afeto e identidade. Superfícies, objetos e escolhas cromáticas funcionam como registros de vivências, criando espaços que acumulam camadas ao longo do tempo. A força desse movimento se reflete nos dados, com 78% dos entrevistados reconhecendo a casa como um espaço que concentra memórias e histórias pessoais. 

“A casa precisa equilibrar eficiência e significado. Ao mesmo tempo em que responde às demandas do dia-a-dia, ela deve sustentar experiências que criem vínculo e permanência”, afirma Marcelle Brunel, Head do Design Office da Dexco.

A relação com o tempo também se expressa na valorização de materiais que evidenciam o uso e o envelhecimento. Não à toa, 68% das pessoas dizem valorizar objetos que resgatam boas memórias. Na Castelatto, esse conceito se traduz em superfícies que evidenciam a ação do tempo como parte do design. Em linhas como Ruína, Fragmento e Matéria, o desgaste, os fragmentos e as texturas ganham destaque, criando composições únicas e carregadas de significado.



Brick Matéria - Castelatto

Ao mesmo tempo, a valorização do design brasileiro reforça o repertório local como força criativa. “Estamos vivendo um momento em que identidade e cultura deixam de ser referência e passam a ser ponto de partida para o projeto”, observa Marina Crocomo, diretora de Marketing e Design da Dexco. 

Nesse cenário, cor e materialidade passam a atuar de forma integrada. Enquanto a cor constrói identidade e pertencimento, a textura e o material aprofundam a experiência sensorial dos ambientes e revelam a passagem do tempo. Em um mundo orientado pela velocidade, o novo luxo talvez esteja justamente no oposto. Criar espaços que desaceleram, acolhem e permitem permanecer.

É nesse território que a Dexco, detentora das marcas Deca, Portinari, Duratex, Castelatto, Ceusa e Durafloor, consolida seu olhar sobre o morar contemporâneo, conectando estudo, design e desenvolvimento de produtos em uma mesma direção. Ao articular marcas, materiais e repertórios, a companhia reforça seu papel na construção de ambientes que não apenas respondem ao presente, mas ajudam a desenhar novas formas de viver o tempo.



Tendências para cozinhas 2026: espaço é cada vez mais acolhedor, acessível e prático. Veja dicas e como escolher a melhor para você


Especialista da Madesa, uma das líderes em cozinhas no Brasil,
dá dicas de reforma e decoração dessa parte tão importante da casa

Uma cozinha bonita e acolhedora hoje representa um espaço de conforto e autocuidado. Para quem deseja montar ou reformar essa parte tão importante da casa, Nayara Giroleti, designer de produto da Madesa, uma das maiores fabricantes de móveis de cozinha do Brasil, dá dicas e explica tendências de 2026 que respondem diretamente às principais necessidades do consumidor brasileiro contemporâneo. Além de ser um porto seguro para amenizar a rotina corrida do dia a dia, a cozinha precisa ser muito prática e fácil de limpar. O “jeito de morar” em 2026 é o grande definidor de como esse espaço residencial deve ser. 

De acordo com a Casa Cor, referência nas áreas de Casa e Construção, uma das grandes tendências para cozinhas em 2026 é o uso do conceito retrô com uma decoração que evoque personalidade, funcionalidade e autenticidade, pois é um espaço para restauração, aconchego e reunião das pessoas - um verdadeiro refúgio. 

“Com plantas cada vez mais compactas, cada centímetro importa e a cozinha continua mais conectada ao living, com sala e cozinha funcionando como um único ambiente, o que deixa a rotina mais fluida e funcional”, explica Nayara Giroleti. 

Segundo a designer, as cozinhas precisam ajudar no dia a dia, facilitando desde o preparo das refeições até a convivência. Também têm impacto à lógica de menos tempo e mais eficiência com materiais fáceis de limpar, com menos textura (para não acumular gordura) e com manutenção simples.  

“A cozinha de 2026 tende a ser eficiente, não só bonita. E, com o aumento de lares com pets, cresce a preferência por materiais resistentes e práticos, que aguentem o uso intenso sem perder a estética”, define a profissional, que completa “A praticidade e a manutenção fácil andam juntas, mas isso não significa renunciar à estética. O segredo está em escolher elementos que tragam organização e visual clean ao mesmo tempo”.

Segundo dados de uma das pesquisas mais recentes sobre a relação do brasileiro com reformas, de autoria da Obramax e divulgada pela Feicon (maior Feira da Construção Civil e Arquitetura), o brasileiro deseja aumentar o conforto de sua moradia e melhorar o uso dos espaços, por isso busca itens que ofereçam funcionalidade com preço mais acessível, já que a média da população tem orçamento limitado para esse tipo de gasto.

 

Frente a este panorama, a designer da produtos da Madesa selecionou algumas dicas para quem pretende montar, reformar ou atualizar sua cozinha em 2026.

  • Antes de fazer a reforma, pesquise as novidades e os materiais usados na composição dos móveis. Hoje em dia, cada vez mais, a indústria moveleira tem investido em pesquisa e tecnologia para trazer materiais duráveis, leves e versáteis, garantindo qualidade e, ao mesmo tempo, praticidade de manutenção e limpeza.
  • Verifique com atenção os espaços disponíveis nos imóveis e seja rigoroso com as medidas para que o planejamento dos produtos seja adequado para suas necessidades do dia a dia.
  • Móveis modulares vêm se consolidando no mercado porque permitem reformas rápidas e compactas, mas que podem ser ampliadas com menos quebra-quebra, trazendo atualização para a decoração da casa com o passar dos anos.
  • Em termos de tendências de 2026, cores neutras e tons terrosos estão em alta. Dentro da paleta de neutros, a cor crema se destaca pela versatilidade e sofisticação. Tons de marrom, argila e terracota ganham destaque, assim como variações de verde e cinza em tom oliva e acinzentado, adicionando personalidade aos ambientes. As cozinhas brancas continuam atemporais.
  • Nos acabamentos, madeiras claras a médias ganham destaque, valorizando o aspecto de madeira natural.
  • Puxadores surgem cada vez mais discretos, com versões slim e perfil cava, reforçando o estilo minimalista. Ao mesmo tempo, o retrô também ganha espaço, com puxadores arredondados e ponto.
  • Detalhes como iluminação e frentes com vidro adicionam leveza e sofisticação ao ambiente.
  • Itens como organizadores e porta-temperos são desenhados para retirar do campo de visão o que ficava exposto e, muitas vezes, deixava a cozinha com aspecto bagunçado, mantendo tudo acessível e bem apresentado.
  • Prateleiras e nichos são ótimos para equilibrar funcionalidade com decoração, pois permitem incluir objetos que trazem personalidade e deixam o ambiente mais “instagramável”, sem comprometer a rotina e a facilidade de limpeza


MADESA


Alerta: fios e cabos falsificados comprometem as instalações elétricas e trazem riscos aos imóveis

 

Sil Cabos Elétricos apresenta embalagens etiquetadas com
todas as informações essenciais, além dos certificados que atestam
a qualidade e a conformidade dos fios e cabos da marca. Na foto, o momento
exato em que um dos produtos está sendo embalado na fábrica da empresa
Imagem: Divulgação Sil 

A Sil Cabos Elétricos orienta os consumidores a redobrarem a atenção na hora de adquirir materiais elétricos e explica como evitar golpes com a venda de produtos fora de norma

 


A falsificação de produtos é um problema presente em diversos setores da indústria, em especial na construção civil, e o mercado de fios e cabos elétricos de baixa tensão não é exceção. Como resultado, obras de residências e estabelecimentos comerciais acabam utilizando materiais fora das normas técnicas, o que aumenta significativamente o risco de instalações precárias e inseguras que se tornam vulneráveis a superaquecimento e acidentes. 

Sil Cabos Elétricos, empresa líder nesse segmento, ressalta a sua preocupação com a adulteração de produtos vendidos no mercado sem nenhuma atenção com a norma técnica brasileira NBR 5410. Por isso, realiza um trabalho constante de conscientização sobre o tema para mostrar o que é preciso observar para não comprar ‘gato por lebre’. 

 

Como se precaver? 

As compras online ou físicas devem ser feitas apenas
 em lojas com boa reputação
Imagem: Freepik – Gpointstudio


De maneira geral, a Sil orienta que os consumidores redobrem a atenção na hora de comprar fios e cabos elétricos. Para minimizar riscos e evitar prejuízos, algumas medidas são fundamentais: 

- Desconfie de anúncios de redes sociais que realizam vendas diretas; 

- Escolha lojas (físicas ou online) com boa reputação; 

- Exija a nota fiscal;

- Faça um comparativo de preços e suspeite de produtos ofertados por preços muito abaixo dos praticados no mercado.

 

Embalagem, etiqueta, visual e peso 

Após a primeira leva de análises, a Sil Cabos Elétricos também descreve que é possível averiguar a falsificação através de características encontradas na própria embalagem. “Algumas cópias podem ser percebidas muito facilmente, até mesmo pelo consumidor. Entretanto, um profissional experiente é capaz de identificar um produto ilegítimo quase que prontamente. Digo isso, pois ele tem uma alta expectativa de ter em mãos um produto de plena autenticidade e qualidade”, Nelson Volyk, gerente de engenharia de produto da empresa.  

Embalagens de diferentes produtos do portfólio da Sil
Imagem: Divulgação Sil

Outra recomendação valiosa é averiguar e comparar o peso produto. “Muitos profissionais, só de levantar o rolo, já reconhecem que se trata de um produto falso”, descreve o especialista da Sil. Em geral, os itens falsificados são mais leves devido à redução da quantidade de cobre, chamado popularmente de cabo desbitolado, ou pela substituição do cobre por alumínio, mas pintado com a cor do cobre. “Nesse caso, além de desbitolado também é denominado como alucobre”, complementa. 

Outra diferença é que os produtos de baixa qualidade costumam apresentar uma grossa camada de PVC para esconder a quantidade menor de cobre que oferecem. 

Observar o visual dos produtos é outra maneira de
detectar as irregularidades de fios e cabos elétricos
 Freepik

O que acontece se a instalação for feita com um cabo fora de norma?

 

Além de vilão no consumo de energia, o material contribui para a sobrecarga elétrica, resultante do excesso de corrente em relação à capacidade do circuito. O disjuntor traz segurança à instalação impedindo que o circuito elétrico trabalhe em sobrecarga, todavia, o item foi especificado para a capacidade de corrente de um cabo de qualidade, não para um material irregular.

 

Isso acontece devido ao aquecimento do cabo desbitolado, resultante do efeito Joule – fenômeno físico que ocorre quando uma corrente elétrica passa por um condutor e encontra a resistência. Dessa forma, parte da energia é transformada em calor em função da movimentação dos elétrons, podendo ocasionar um curto-circuito.

Na imagem, é possível acompanhar uma das etapas do processo
de fabricação da Sil, com o uso do cobre 
 Imagem: Divulgação Sil 

Os condutores elétricos falsificados não possuem o padrão de qualidade dos produtos genuínos da Sil, representando um risco real de sobrecarga, contas mais caras no final do mês, curtos-circuitos e o risco de incêndios, perigos graves para pessoas e edificações”, afirma Nelson.

 

Na prática 

Para exemplificar a importância de utilizar fios e cabos de cobre de alta qualidade, a Sil promove demonstrações técnicas como o Teste de Sobrecarga, uma maleta compacta com uma câmera termográfica que evidencia a diferença entre um cabo produzido pela Sil e um produto fora de norma, que pode ser o desbitolado de cobre ou alucobre.

 

Ao ser submetido à uma elevada corrente elétrica, o condutor fora dos parâmetros legais esquenta rapidamente a tal ponto de derreter o material isolante. Ao contrário, a mesma corrente de sobrecarga no produto da Sil mantém seu isolamento sem quaisquer alterações.   

Teste de Sobrecarga promovido pela Sil
 Divulgação Sil 

Afinal, fios e cabos têm prazo de validade?

 

O especialista da Sil aponta que os condutores elétricos de baixa tensão possuem prazo de validade indeterminado. “Trata-se de artigos de vida útil longa, embora nenhuma norma técnica indique o tempo dessa longevidade”, aponta ele se referindo à ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e a IEC (Comissão Eletrotécnica Internacional).

 

Entretanto, essa questão não pode ser vista de forma isolada: a validade é resultante de algumas variáveis, sendo o método de instalação um dos mais relevantes. Por isso, a contratação de profissionais qualificados para a instalação é condição sine qua non para a vida útil das instalações que, de forma geral, quando bem executados – podem passar de 30 anos.

 

No entanto, é importante realizar revisões, em intervalos definidos, para verificar a necessidade de trocas ou reparos, garantindo a segurança do imóvel.

 

 

O conhecimento técnico do instalador corrobora para a
durabilidade dos condutores elétricos de alta qualidade
 Freepik


Sil Cabos Elétricos
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