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terça-feira, 2 de dezembro de 2025

Verão eleva risco de erosão dentária, alerta especialista

WayHome Studio
Com mais sucos cítricos, energéticos e refrigerantes no dia a dia, o verão se torna o período em que a erosão dentária mais progride sem dar sinais. 

 

Estudos in vitro já comprovaram a relação direta entre bebidas ácidas e erosão dentária. Um levantamento do Journal of Conservative Dentistry mostrou que dentes expostos a bebidas carbonatadas — como refrigerante, água com gás, água tônica, espumantes, kombucha gaseificada e soda italiana — por 20 dias apresentaram perdas de peso entre 3,2% e 44,5%, dependendo do tipo de bebida e do nível de acidez. 

“O verão é um período crítico para o avanço da erosão dentária”, afirma o dentista Marcelo Moreira, cirurgião-dentista da Clínica Ateliê Oral. Segundo o especialista, o principal gatilho no verão é o consumo elevado de alimentos e bebidas ácidas, que podem provocar perda ou amolecimento do esmalte, camada que protege os dentes.  

“No calor, as pessoas ingerem mais vezes ao dia refrigerantes, bebidas energéticas, água com gás, além de sucos de frutas e as próprias frutas cítricas, como limão, abacaxi, laranja e maracujá. Essa exposição contínua reduz o pH da boca de 6,4 para 5,5, amolece o esmalte e deixa os dentes mais vulneráveis ao desgaste”, explica Moreira.  


Invisível a olho nu e indolor 

Segundo o especialista, em seus estágios iniciais, a erosão dentária é invisível a olho nu e indolor. Ele explica que, muitas vezes, quando o paciente sente a sensibilidade, o desgaste já está avançado. Por isso, o diagnóstico preventivo com imagens de alta resolução e magnificação [termo usado quando são utilizados lupas e microscópios para aumentar o tamanho das imagens] é crucial para identificar essa perda mineral antes que ela comprometa a estrutura do dente.” Além da tecnologia, é preciso um olhar treinado”, enfatiza. 

Para a redução de danos, Moreira reforça uma orientação essencial: aguardar 30 minutos para escovar após alimentos cítricos. “Quando a boca está mais ácida, a escovação pode acelerar ainda mais a perda do esmalte. O ideal é esperar para que a saliva neutralize o pH”, orienta. 

Além disso, ele recomenda: 

Preferir o uso de canudo ao consumir bebidas ácidas, reduzindo o contato direto com os dentes;

Manter-se hidratado ao longo do dia, já que a saliva é fundamental para neutralizar ácidos e ajudar na remineralização;

Evitar ‘beliscar’ a bebida por muito tempo, ingerindo em momentos delimitados para diminuir o tempo total de exposição ao ácido;

Enxaguar a boca com água após bebidas ou alimentos ácidos para ajudar a normalizar o pH;

Usar cremes dentais e produtos remineralizantes indicados por um profissional, especialmente quando já existe sensibilidade;

Realizar acompanhamento periódico para monitorar sinais iniciais de erosão e ajustar os cuidados conforme a necessidade.


Blefarite, a doença crônica que exige limpeza diária dos cílio

Imagem: https://commons.wikimedia.org/wiki/
O oftalmologista Luiz Brito explica que ocorre uma inflamação das bordas das pálpebras e alguns dos sintomas são ardor, coceira e vermelhidão 


Realizar a higienização dos cílios é fundamental para a prevenção e o controle da blefarite, uma doença ocular bastante comum que pode persistir por um longo tempo ou causar episódios periódicos. Ocorre uma inflamação das bordas das pálpebras que provoca sintomas como ardor, coceira, sensação de corpo estranho nos olhos, vermelhidão, secreção e sensibilidade à luz. Muitas vezes o paciente também pode apresentar crostas visíveis na base dos cílios, por causa do acúmulo de oleosidade e detritos. 

De acordo com o Dr. Luiz Brito, oftalmologista do H.Olhos, Hospital de Olhos da Rede Vision One, “a blefarite não tem uma cura definitiva e demanda cuidados diários, além de acompanhamento médico constante. O objetivo é promover bem-estar ao paciente e evitar que a condição se agrave e evolua para um quadro crônico de olho seco ou conjuntivite, uma inflamação da córnea (ceratite) ou outro tipo de complicação ocular”. 

O médico dá algumas dicas para realizar a higienização das pálpebras e cílios:
 

- comece aplicando compressas mornas sobre os olhos fechados por cerca de 5 a 10 minutos para ajudar a amolecer as crostas e secreções oleosas;

- utilize um produto oftalmológico específico para higiene palpebral, conforme orientação do especialista;

- a limpeza pode ser feita com os olhos abertos, com o uso dos dedos, previamente limpos, do cotonete e de lenços específicos;

- faça um movimento do nariz para a orelha, no sentido horizontal, deslizando suavemente o produto de limpeza pela borda palpebral e cílios;

- o ideal é realizar pelo menos 5 repetições da higienização em cada pálpebra. 

As causas da doença crônica são multifatoriais, ou seja, resultado da combinação de diferentes fatores. “Na maioria dos casos, a blefarite está relacionada com o desequilíbrio da microbiota palpebral, que ajuda a proteger o olho de invasores, e a disfunção das glândulas de Meibômio, responsáveis por secretar o componente oleoso que evita que a parte aquosa das lágrimas evapore”, esclarece o médico. 

O Dr. Luiz Brito diz quais são os principais fatores de risco para blefarite: 

- excesso de oleosidade nos cílios e na borda palpebral;

- proliferação de patógenos, como bactérias ou fungos;

- infestação de ácaros, entre eles o Demodex, parasita microscópico que vive nos folículos capilares e se alimenta de oleosidade;

- doenças como dermatite seborreica ou rosácea;

- fatores ambientais como o clima e a poluição. 

O médico reforça que “a principal estratégia de tratamento é manter a assepsia para controlar a quantidade de gordura e de patógenos e, dessa forma, prevenir novas crises inflamatórias. Dependendo da causa da blefarite poderão ser indicadas pomadas, colírios antibióticos e, nos casos mais graves, antibióticos orais e procedimentos com luz pulsada, aquecimento e drenagem das glândulas. O acompanhamento regular com um oftalmologista é indispensável para um diagnóstico preciso e um plano de tratamento eficaz”. 

Durante as crises é crucial evitar o uso de maquiagem na região dos olhos e ter cautela com produtos cosméticos em geral, pois eles podem agravar a obstrução das glândulas e a irritação ocular. Vale lembrar que embora a blefarite não seja contagiosa, é importante nunca compartilhar toalhas, óculos de sol ou outros utensílios de uso pessoal.


Sistema de saúde enfrenta alta de custos com câncer de próstata

 

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Enquanto número de diagnósticos cresceu 15,5% desde 2018, despesas com internações subiram 31% no mesmo período



O câncer de próstata, segundo tumor mais frequente entre homens, pressiona de forma crescente o orçamento do SUS. Levantamento da LifesHub, especializada em inteligência de dados, mostra que as internações pela doença consumiram R$ 99 milhões em 2018. Em 2024, o valor chegou a R$ 130 milhões, aumento de 31%. No mesmo período, o número de casos diagnosticados variou 15,5%. Neste ano, entre janeiro e setembro, as despesas com hospitalizações relacionadas à doença já alcançaram R$ 116 milhões.

Despesas com cirurgias para tratamento também cresceram. Saltaram de R$ 72,9 milhões em 2021 para pouco mais de R$ 111 milhões no ano passado. Em dez meses de 2025, os procedimentos cirúrgicos custaram R$ 102 milhões ao SUS. A alta é impulsionada por fatores como o envelhecimento populacional, que reflete em maior incidência da doença, e pelo diagnóstico em estágios mais avançados.

Em 2018, 17 de cada 100 diagnósticos eram feitos apenas quando a doença já estava no chamado estadiamento 4, quando o câncer já alcançou estruturas vizinhas à próstata. Em 2024 o número subiu para 18,4, o que significa que mais de 1500 pacientes fizeram o diagnóstico com grande atraso.

“A demora no diagnóstico prejudica demais o paciente, que precisa ser submetido a tratamentos mais invasivos, e impacta a curva de custos, que hoje cresce de forma acelerada. É preciso incentivar a realização de exames, organizar  linhas de cuidado e usar inteligência de dados para gerenciar os pacientes e garantir que a maioria faça a prevenção adequada”, diz o CEO da LifesHub, Ademar Paes Júnior.

O PSA, análise laboratorial que complementa -- mas não substitui -- o exame de toque, avançou de forma importante nos últimos anos. Os procedimentos realizados no SUS saltaram de 344 mil em 2018 para 784 mil em 2024, crescimento de 127%. Na saúde privada, a alta foi ainda maior, de 318%.

Os dados da LifesHub mostram que foram 472,9 mil exames em 2018 e 1,978 milhão em 2024. Os gastos com o exame na saúde suplementar foram de R$ 83,7 milhões.


Dezembro Laranja: Demanda por medicamentos para tratamento de lesões de pele cresce 18,6%, aponta epharma

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Levantamento também identifica queda no consumo de protetor solar, reforçando a importância de campanhas de prevenção


Em alusão à campanha Dezembro Laranja, um levantamento da epharma, pioneira em programas de benefícios em medicamentos (PBM), identificou que o valor de vendas do princípio ativo imiquimod, indicado para tratamento de lesões precursoras de câncer de pele, cresceu 18,6% por meio de seu PBM Corporativo entre janeiro e outubro de 2025, na comparação com o mesmo período do ano anterior. 

O consumo deste medicamento concentra-se majoritariamente entre homens (51,85%), com destaque para a faixa etária de 36 a 45 anos (29,63%). Em paralelo, a análise revelou uma queda de 29,5% no volume de unidades de protetor solar comercializadas no mesmo período, um dado que serve de alerta sobre a adesão a métodos preventivos. 

O câncer de pele é o tipo de tumor mais incidente no Brasil, correspondendo a mais de 30% de todos os casos de doenças malignas registradas no país, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). 

“Os dados apresentam um cenário de duas faces. O aumento na busca por tratamento indica que mais pessoas estão diagnosticando e cuidando de lesões de pele, o que é positivo. Contudo, a retração no consumo de protetor solar é um ponto de atenção que reforça a necessidade de campanhas de conscientização contínuas”, afirma Wilson de Oliveira Junior, vice-presidente de desenvolvimento de negócios na epharma.
 

Prevenção: Principais recomendações para a proteção da pele

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), as principais medidas de prevenção contra o câncer de pele incluem:

  • Evitar exposição solar prolongada e intencional, especialmente no período entre 10h e 16h.
  • Aplicar filtro solar com fator de proteção (FPS) de no mínimo 30 nas áreas do corpo expostas ao sol, reaplicando a cada duas horas ou após contato com a água.
  • Utilizar acessórios de proteção, como chapéus de abas largas, óculos de sol com proteção UV e roupas que cubram braços e pernas.
  • Realizar o autoexame da pele regularmente, observando o aparecimento de novas pintas, manchas ou feridas que não cicatrizam, e procurar um dermatologista ao notar qualquer alteração.

“O câncer de pele é o tipo mais recorrente no Brasil, com os casos de tipo não melanoma correspondendo a cerca de 31,3% dos novos registros, destacando a necessidade de conscientização sobre proteção diária adequada. A radiação UV é o principal agente causador, tornando essencial o uso de filtro solar, mesmo em dias nublados. O diagnóstico precoce, através da observação de manchas ou alterações na pele, aliado a consultas regulares ao dermatologista, é a estratégia mais eficaz para tratamento e prevenção de complicações graves", enfatiza a médica Laura Salles, coordenadora de Dermatologia do Hospital Orizonti. 

“Os dados reforçam o papel estratégico das empresas como promotoras de saúde. O programa de benefícios é uma ferramenta que apoia o colaborador em toda a sua jornada, desde o acesso facilitado a métodos de prevenção até a garantia de continuidade do tratamento, quando necessário”, conclui Oliveira.
 

epharma

 

O debate que a OpenAI reacendeu: quem protege adolescentes em sofrimento no ambiente digital?


O debate sobre os riscos emocionais dos chatbots ganhou um novo capítulo após a OpenAI afirmar, na última terça-feira (25/11), que não tem responsabilidade no suicídio de Adam Raine, adolescente de 16 anos que conversou por meses com o ChatGPT sobre métodos de suicídio. A empresa alegou “uso indevido e não autorizado” da ferramenta, afirmando ainda que o jovem burlou salvaguardas e ignorou recomendações de ajuda profissional, colocando o peso da tragédia sobre a vítima e familiares. Embora não se espere que as empresas façam o papel de clínica de cuidado ou de avaliação, há de pensarmos qual o papel de cada um dos envolvidos, incluindo a das políticas públicas e a falta de acesso a serviços de cuidado públicos e especializado em saúde mental. 

A declaração reacende a discussão sobre como sistemas de IA lidam com usuários em sofrimento e até onde vai o dever de cuidado dessas plataformas. A posição da OpenAI contrasta com a própria postura da empresa nos meses anteriores, quando o caso ganhou visibilidade pública e a companhia acelerou a implementação de controles parentais e mecanismos de detecção de risco. A família de Raine afirma que o ChatGPT validou pensamentos suicidas, ofereceu instruções práticas sobre métodos letais e até redigiu uma carta de despedida, comportamento que reforça denúncias de outros casos recentes, como o do jovem Zane Shamblin, cuja conversa final com o chatbot também incluiu encorajamentos para seguir com o ato. 

Um estudo recém-publicado pela Common Sense Media em parceria com o Laboratório Brainstorm da Escola de Medicina de Stanford testou os principais chatbots, ChatGPT, Claude, Gemini e Meta AI, e concluiu que todas as plataformas falham em identificar sinais graves de risco, como autolesão, paranoia, alucinações e depressão profunda. Em vários cenários, os sistemas ainda ofereciam conselhos genéricos ou inadequados, reforçando comportamentos perigosos e transmitindo aos adolescentes uma falsa sensação de acolhimento e confiança. 

Para Karen Scavacini, psicóloga e fundadora do Instituto Vita Alere, o posicionamento da OpenAI cria um precedente perigoso ao transferir para adolescentes em crise e seus responsáveis o peso de lidar com sistemas que simulam empatia, vínculo e acolhimento, mas sem capacidade real de compreender sofrimento humano. 

“Quando um jovem vulnerável conversa com um chatbot por horas, dias ou meses, ele não está apenas interagindo com uma tecnologia. Ele está criando um vínculo emocional, mesmo que ilusório, com uma entidade que responde de forma aparentemente acolhedora, e que por muitas vezes simula a interação humana, mas que não entende risco ou dor humana.” 

A discussão sobre responsabilidade da IA, saúde mental digital e proteção de crianças e adolescentes torna-se urgente num cenário em que a própria OpenAI reconhece que mais de 1 milhão de usuários semanais conversam com o ChatGPT sobre suicídio. O caso Raine marca um ponto de inflexão, e expõe que, apesar dos avanços, as salvaguardas continuam insuficientes diante da velocidade com que esses sistemas se tornam parte da vida emocional das pessoas. 

“O problema não é só tecnológico, é ético. Plataformas que oferecem respostas emocionalmente envolventes precisam assumir responsabilidade proporcional ao impacto que geram. Enquanto tratarmos essas interações como simples ‘uso incorreto’, continuaremos deixando jovens sozinhos com máquinas que imitam cuidado, mas não podem oferecer ou encaminhar ajuda real nos casos complexos.”




Karen Scavacini - psicóloga e pesquisadora, mestre em Saúde Pública pelo Karolinska Institutet (Suécia) e doutora em Psicologia pela USP. Fundou em 2013 o Instituto Vita Alere, pioneiro em pós‑venção e saúde mental digital no Brasil. Representa o país na International Association for Suicide Prevention (IASP) e é fundadora da ABEPS. Sua atuação combina ambientes digitais, educação emocional e pesquisa aplicada em saúde mental.


DESINTOXICAÇÃO DO FÍGADO REALMENTE EXISTE? ESPECIALISTA ORIENTA SOBRE OS PERIGOS DA PRÁTICA

Dr. Lucas Nacif, cirurgião do aparelho digestivo, alerta para os riscos de métodos sem comprovação científica e destaca hábitos saudáveis como aliados na saúde do fígado


Com a chegada do fim de ano, é comum que muitas pessoas busquem maneiras de “começar o ano bem”, incluindo promessas de saúde e bem-estar após ingestão de álcool em excesso. Entre as tendências mais populares está o chamado detox do fígado ou limpeza hepática, que envolve o uso de sucos, jejuns intermitentes e remédios caseiros para desintoxicar o órgão. Apesar de sua popularidade, especialistas alertam que não existe comprovação científica de que essas práticas funcionem, e o uso prolongado de produtos não receitados pode acarretar em efeito rebote, sobrecarregando o órgão. No entanto, a busca por alternativas para mitigar os danos do álcool reflete uma realidade alarmante:

De acordo com um levantamento recente do Centro de Informações Sobre Saúde e Álcool (Cisa), baseado em dados do Ministério da Saúde e da Organização Mundial da Saúde (OMS), uma pessoa com mais de 55 anos morre a cada quatro horas no Brasil devido ao consumo abusivo de álcool. Entre as principais causas estão doenças decorrentes da dependência, como cirrose, complicações hepáticas, hipertensão e problemas de saúde mental associados ao uso excessivo de bebidas alcoólicas.

“Muitas vezes, essas doenças são silenciosas, e os pacientes desconhecem sua condição ou apresentam apenas pequenos desconfortos. Nesses casos, acabam recorrendo a receitas caseiras, o que pode sobrecarregar ainda mais o fígado”, alerta o Dr. Lucas Nacif, cirurgião aparelho digestivo e membro do Colégio Brasileiro de Cirurgia Digestiva (CBCD).

Segundo Nacif, um fígado saudável é capaz de eliminar toxinas do corpo de forma natural, sem a necessidade de métodos ou estratégias sem comprovação científica. “Não é preciso recorrer a receitas milagrosas. A adoção de hábitos saudáveis no dia a dia, como incluir frutas e vegetais na alimentação, manter uma boa hidratação, praticar atividades físicas regularmente e reduzir o consumo de álcool, é fundamental para não sobrecarregar o órgão e garantir seu bom funcionamento ”, orienta o especialista.

Por outro lado, quando o fígado não está saudável, o paciente pode apresentar sintomas como dores ou incômodos no lado direito do abdômen, cansaço extremo, urina escura e fezes esbranquiçadas. Outros sinais preocupantes incluem o amarelamento dos olhos e da pele, que podem indicar problemas hepáticos mais graves. 

“Ao menor sinal de problemas no fígado, é fundamental buscar ajuda médica especializada. Tentar se automedicar com receitas caseiras ou soluções sem comprovação científica pode agravar a situação e atrasar o tratamento adequado, que pode incluir medicamentos, cirurgias ou até mesmo transplante”, alerta o Dr. Lucas Nacif.



Dr. Lucas Nacif - Médico gastroenterologista com especialidade em cirurgia geral e do aparelho digestivo. Lucas Nacif é reconhecido por sua expertise em cirurgias hepato bilio pancreáticas e transplante de fígado, utilizando técnicas avançadas minimamente invasivas por laparoscopia e robótica. O especialista é membro da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO) e está disponível para abordar temas relacionados ao aparelho digestivo, desde doenças, como gordura no fígado; câncer colorretal; doenças inflamatórias intestinais; pancreatite até cirurgias e transplantes em geral. Link e www.instagram.com/dr.lucasnacif_gastrocirurgia/

 

“Arritmia Cardíaca: Especialista Alerta para Riscos e Importância do Diagnóstico Precoce”


As arritmias cardíacas são distúrbios do ritmo cardíaco normal (ritmo sinusal), que podem elevar (taquiarritmia) ou reduzir (bradiarritmia) a frequência cardíaca, Elas podem ser benignas ou malignas. Também podem ser classificadas de forma anatômica como ventriculares ou supraventriculares (ou atriais). 

Elas geram um "descompasso" na frequência cardíaca, podendo causar sintomas cardiopulmonares, desde palpitações isoladamente (apresentação clínica mais comum), em forma branda, até eventos mais graves como parada cardíaca e morte súbita. Porém, eventualmente podem se apresentar de forma silenciosa. 

Segundo explica o médico cardiologista do Hospital Icaraí. Dr. Fernando Medeiros, o principal fator desencadeante são doenças cardíacas (cardiopatias) que comprometem sua estrutura morfológica, como infarto e hipertrofia do músculo cardíaco (secundária a hipertensão arterial, por exemplo), que pode levar a crescimento e subsequente dilatação do órgão. 

“Mas fatores externos, como anemia, infecções, distúrbios hidro-eletrolíticos e alterações funcionais da tireoide também podem ser fatores desencadeantes”, afirma o especialista. 

O médico explica que o tratamento direcionado, após uma avaliação clínica minuciosa, associada a exames complementares e sua consequente identificação (crucial no processo), é bem amplo.  

O arsenal terapêutico consiste em fármacos, estimulação cardíaca (como marcapasso), ablação (consiste em uma cateterização do músculo cardíaco e cauterização do foco de arritmia) e cardioversão química ou elétrica (para reversão imediata em quadros agudos).  

“Mas não podemos deixar de citar um acompanhamento e tratamento das doenças extra-cardíacas, que são também fatores precipitantes conforme mencionado acima, assim como adjuvantes, como anticoagulantes, visto que algumas arritmias predispõem a formação de coágulos intra-cardíacos”, explica. 

 

Excesso de tarefas de fim de ano pode causar dor e lesões no ombro

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Carregar sacolas pesadas e preparar a decoração natalina sobrecarregam a articulação; Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC) orienta sobre cuidados 

 

Fim de ano é sinônimo de festas, compras e decorações, e a correria para cumprir todas as tarefas pode, literalmente, pesar nos ombros. Entre carregar sacolas pesadas de presentes e itens para a ceia, e pendurar os enfeites natalinos pela casa, quase ninguém percebe o quanto o ombro trabalha para acompanhar tudo isso, até que a dor aparece. A sobrecarga dos movimentos repetitivos, os esforços acima do habitual e até mesmo o simples ato de alcançar objetos em locais altos podem desencadear desconfortos que tiram o brilho desse período tão esperado. 

“O ombro é uma articulação complexa e a combinação de peso excessivo, repetição, postura incorreta e histórico de lesão aumenta bastante o risco”, fala o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo (SBCOC), Dr. Marcelo Campos. 

Além da dor inicial, uma situação emite sinal de alerta: quando o incômodo começa a limitar o movimento. Vestir uma roupa, erguer o braço ou até dormir de lado passa a ser um desafio. Esse é o momento de atentar-se à questão, pois o corpo está sinalizando que ultrapassou o limite. “Muitos problemas poderiam ser tratados de maneira mais fácil se as pessoas não ignorassem os primeiros sinais e procurassem um médico especializado antes que o quadro se agravasse”, ressalta Campos. 

Mesmo sentindo incômodo, muitas pessoas seguem com a rotina tentando dar conta de tudo, acreditando que a dor vai passar sozinha quando as festas acabarem. Na prática, isso costuma ter o efeito contrário: insistir no esforço pode prolongar a inflamação e tornar o tratamento mais demorado do que seria se a dor fosse cuidada no início. “Quando o paciente busca ajuda antes da dor se tornar incapacitante, o tratamento é mais simples e o retorno à rotina é muito mais rápido”, salienta.

 

Festas sem dor 

Para prevenir dor e lesões nos ombros durante as tarefas de fim de ano, o presidente da SBCOC lista algumas dicas simples, mas eficazes: 

- Ao carregar sacolas de compras ou presentes, procure distribuir o peso em cargas menores e alternar os braços para não sobrecarregar sempre o mesmo ombro. 

- Na hora de pendurar enfeites em locais altos, utilize escadas ou bancos firmes, evitando esticar excessivamente os braços ou se apoiar em móveis instáveis. 

- Fazer pequenas pausas durante as atividades e alongar ombros, braços e pescoço antes e depois das tarefas também ajuda a reduzir a fadiga muscular. 

“Cuidar dos ombros vai além de prevenir dor; significa manter a mobilidade e a independência. Pequenos cuidados hoje evitam problemas maiores amanhã. Assim, é possível aproveitar cada momento, inclusive nas festas de fim de ano, com segurança e conforto”, conclui o presidente da SBCOC. 

 

Sociedade Brasileira de Cirurgia do Ombro e Cotovelo - SBCOC

 

Solve for Tomorrow Brasil: Samsung anuncia vencedores de 2025

Programa global de cidadania corporativa da Samsung premiou hoje (2) sete projetos da 12ª edição em uma cerimônia de premiação em São Paulo

Evento de premiação do Solve for Tomorrow Brasil 2025


A Samsung anunciou na manhã desta terça-feira (2) os projetos de destaque do Solve for Tomorrow Brasil1. Na 12ª edição do programa no País, foram premiados estudantes dos estados do Amazonas, Goiás, Maranhão, Pará, Paraíba e Rio Grande do Norte. O programa global de cidadania corporativa da marca, que no Brasil tem coordenação geral pelo Cenpec, incentiva alunos e professores da rede pública de ensino a desenvolverem projetos com base na abordagem STEM (sigla em inglês para Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática) para atender às demandas da sociedade. A cerimônia de premiação e encerramento da edição foi transmitida ao vivo pelo canal da Samsung Brasil no YouTube. 

Em primeiro lugar na categoria Vencedores Nacionais ficou o projeto ‘BabaçuTech’, do Instituto Estadual do Maranhão, em São Luís (MA). As segunda e terceira posições ficaram com os projetos ‘Efeito de Extratos Vegetais em Aedes aegypti’ e ‘Ecoluz Trap’, dos Estados de Goiás e Pará, respectivamente. 

Os três projetos ganhadores nesta categoria foram selecionados por uma banca julgadora composta por representantes da Samsung e do Cenpec, bem como especialistas de universidades e parceiros institucionais do programa. 

A banca julgadora também atribuiu aos alunos da Escola Estadual José Mota, em Manacapuru (AM), a menção honrosa pelo projeto ‘ArapainaAtivo’, devido ao seu potencial transformador na área da saúde, impactando a comunidade local e escolar. 

Já na categoria Júri Popular, marcada pelos votos do público geral entre 19 e 28 de novembro, foram destaque os projetos ‘Apollo SPX’, desenvolvido pelos alunos da Escola Estadual Cidadã Integral Técnica Jornalista José Itamar da Rocha Cândido, em Cuité (PB); o projeto ‘Bioconcreto’, do Instituto Federal do Rio Grande do Norte, em São Paulo do Potengi (RN), e o projeto de ‘Painéis Ecológicos’, da Escola Estadual de Ensino Médio Padre Marino Contti, em Mãe do Rio (PA). 

"O Solve for Tomorrow impacta a vida de jovens estudantes em diferentes regiões do Brasil, e a cerimônia de encerramento é um momento especial para reconhecer o esforço em desenvolver um trabalho científico que transforma a realidade de suas comunidades", afirma Helvio Kanamaru, Diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina. “O programa é uma parte importante da visão global de cidadania corporativa da Samsung, ‘Together for Tomorrow! Enabling People’, e visa contribuir com o desenvolvimento de soft skills importantes para a jornada acadêmica e científica desses jovens. Esse é só o começo da trajetória deles e ficamos felizes em fazer parte dela”. 

“Mais do que premiar resultados finais, celebramos neste momento a conclusão de um intenso processo de formação. As etapas de mentoria foram fundamentais para amadurecer as propostas e aumentar o engajamento dos estudantes”, acrescenta Beatriz Cortese, Diretora Executiva do Cenpec. “Celebrar esses projetos hoje é celebrar essa trajetória de aprendizado e dedicação, da qual esses estudantes e educadores de escolas públicas são protagonistas”.

 

Premiação

 

Projeto BabaçuTech leva o 1º lugar na 12ª edição do Solve for Tomorrow


Os Vencedores Nacionais da edição ganharam uma TV Samsung para cada escola, bem como um troféu, placa comemorativa e selo digital. Ainda sobre a premiação dos Vencedores Nacionais, a equipe que ocupou a primeira posição foi contemplada com um notebook Samsung e um fone de ouvido Samsung para cada aluno do grupo. A equipe que ficou em 2º lugar foi premiada com um tablet e um fone de ouvido Samsung para cada aluno. Já o time que ficou em 3º lugar levou smartwatch e um fone de ouvido Samsung para cada aluno. 

Na categoria Júri Popular cada estudante, professor(a) orientador(a) e professor(a) parceiro(a) dos 3 projetos eleitos pelo público foram contemplados com um fone de ouvido sem fio Samsung. E suas escolas foram premiadas com uma TV da marca e um troféu do programa.

 

Projeto ArapainaAtivo recebe o prêmio de Mençâo Honrosa na 12ª edição do Solve For Tomorrow


A equipe responsável pelo projeto selecionado para receber a menção honrosa recebeu uma TV Samsung para sua escola, enquanto os estudantes e o(a) professor(a) foram contemplados, cada um, com um smartwatch da marca.

 

Por dentro do Solve for Tomorrow

O Solve for Tomorrow é o programa de Cidadania Corporativa da Samsung que está no Brasil desde 2014. A iniciativa conta com uma programação diversa, composta por webinars, workshops e mentorias para contribuir com o desenvolvimento dos participantes em termos de criatividade, senso de empatia, análise e argumentação científica, pensamento crítico, trabalho em equipe, entre outras habilidades. 

Só em 2025, o programa já ofereceu mais de 2.500 horas de capacitação para os alunos e professores envolvidos, com sessões online e presenciais em cinco Estados brasileiros. Também em 2025, a edição brasileira do programa registrou um aumento de 28%2 no número de projetos inscritos, além do aumento significativo de 72% na participação de professores2. A participação feminina também cresceu em 2025, contabilizando 111% mais professoras e 10% mais alunas envolvidas no programa2. 

No total, a iniciativa já envolveu mais de 185 mil alunos, mais de 42 mil professores e mais de 8 mil escolas públicas em todo o país. 

O programa está presente em mais de 60 países no mundo e, na América Latina, já alcançou mais de 354 mil alunos e professores de escolas públicas de 22 países desde 2014. As práticas pedagógicas de destaque de vários países da região estão disponíveis no site Solve for Tomorrow LATAM.

Para saber mais sobre o Solve for Tomorrow, acesse o site oficial do programa e a Samsung Newsroom Brasil.

 

Samsung Electronics Co. Ltd.

Samsung Newsroom em Link.

 

Cenpec www.cenpec.org.br.

 

1 Certificado de Autorização SPA/MF N° 03.040791/2025.

2 Em relação ao ano anterior.

 

Direitos do consumidor: como evitar armadilhas nas compras de fim de ano?

Para evitar dores de cabeça nas compras de fim de ano,
recomendação é comparar preços e guardar notas fiscais

Especialista orienta como planejar as compras de Natal e do material escolar com segurança e sem dores de cabeça

 

A proximidade do fim de ano e a chegada do 13º salário – que deve injetar cerca de R$ 300 bilhões na economia - vão movimentar o comércio em todo o Brasil. Por isso, os lojistas já se preparam para as vendas de Natal, os itens da ceia e também a lista dos materiais escolares.

 

Um levantamento mostra que 78% dos brasileiros acima de 18 anos almejam presentear alguém no Natal. Outros 74% vão se reunir com familiares e amigos para uma refeição, enquanto 95% planejam festejar a data.

 

“Esse cenário mostra um varejo otimista, mas é preciso redobrar a atenção para não cair em armadilhas, sofrer com prejuízos financeiros e situações estressantes. Entender os próprios direitos é a chave para desfrutar o período com segurança”, explica Priscilla Paula de Oliveira Prado, advogada e professora de Direito do Consumidor do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR).

 

Segundo Priscilla, o aumento no volume de compras e o apelo emocional nas datas festivas tornam o consumidor mais vulnerável a erros e práticas abusivas. “A pressa e a emoção fazem com que muitas pessoas deixem de comparar preços, verificar a procedência dos produtos ou observar as políticas de troca”, comenta.

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Os erros mais comuns


Entre os deslizes mais frequentes cometidos nessa época estão as compras por impulso, a falta de pesquisa de preços, o descuido com notas fiscais e prazos de entrega.

 

Também é comum que consumidores aceitem cobranças indevidas, como taxas extras ou seguros embutidos, sem perceber. “Esses acréscimos não informados previamente configuram prática abusiva, vedada pelo artigo 39 do Código de Defesa do Consumidor (CDC)”, destaca a advogada.

 

Outro erro recorrente é confiar em sites ou promoções recebidas por mensagens, redes sociais e não checar a procedência. “Adquirir produtos em plataformas não confiáveis é uma das principais causas de golpes e fraudes nas compras de fim de ano”, alerta.

 

Além disso, nas aquisições de material escolar que já começam em dezembro, é importante lembrar que as instituições de ensino não podem exigir itens de uso coletivo, como materiais de limpeza ou papel higiênico, ou produtos de determinadas marcas. “Essas práticas também são proibidas pelo artigo 39 do CDC”, reforça Priscilla.

 


Direitos garantidos


O Código de Defesa do Consumidor assegura uma série de direitos que muitas vezes são esquecidos. Entre eles, a obrigação de informações claras sobre preço, características e riscos do produto, a proibição de publicidade enganosa e o direito à troca de mercadoria com defeito em até 30 dias.

 

Outro ponto essencial é o direito de arrependimento nas compras feitas fora do estabelecimento físico, como pela internet ou telefone. “O consumidor tem até sete dias, a partir do recebimento do produto, para desistir da compra e receber o reembolso total, incluindo o frete”, explica Priscilla.


 

Compras exigem cautela


Nas compras em lojas físicas, é importante saber que a troca de produtos por motivo de gosto, modelo ou tamanho é facultativa, dependendo da política de cada estabelecimento. A obrigação de troca só existe em caso de defeito


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A professora do curso de Direito também recomenda testar o produto no local, sempre que possível, e guardar a nota fiscal. “Ela é indispensável para qualquer reclamação”, afirma.

 

O prazo de garantia legal é de 30 dias para produtos não duráveis e 90 dias para duráveis, somando-se à garantia contratual oferecida pelo fabricante.

 

Nas compras virtuais, a atenção deve ser redobrada. É fundamental verificar CNPJ, endereço físico e canais de atendimento do site, além de evitar promoções enviadas por links suspeitos. Guardar registros como comprovantes, e-mails e capturas de tela também ajuda em caso de problemas.

 

Antes de finalizar a compra, a dica é sempre conferir prazos e valores de frete. E, se houver arrependimento, o consumidor pode solicitar a devolução do valor pago sem justificativa. “É um direito previsto no artigo 49 do CDC e deve ser respeitado integralmente”, enfatiza a especialista.


 

O que fazer em caso de problemas


Se o consumidor se sentir lesado - por atraso na entrega, propaganda enganosa ou defeito - o primeiro passo é tentar resolver diretamente com o lojista. Caso não haja solução, o problema deve ser formalizado junto ao Procon ou outro órgão de defesa do consumidor.

 

Em compras online, também é possível contestar cobranças indevidas junto à administradora do cartão. “O artigo 42 do CDC garante a restituição em dobro nos casos de cobrança indevida”, ressalta Priscilla.

 

Persistindo o impasse, o consumidor pode recorrer ao Juizado Especial Cível, que julga causas de até 40 salários-mínimos e dispensa advogado para valores de até 20 salários-mínimos.

 

Para evitar dores de cabeça e gastos desnecessários, a especialista recomenda planejamento e atenção. “Defina um limite de gastos, pesquise preços, desconfie de promoções muito vantajosas e sempre exija nota fiscal”, orienta a professora de Direito do Consumidor do Centro Universitário Integrado de Campo Mourão (PR), Priscilla Paula de Oliveira Prado.


 

Sobre o Centro Universitário Integrado


Localizado em Campo Mourão–PR, o Centro Universitário Integrado oferece, há mais de 25 anos, ensino superior de excelência reconhecido pelo MEC, com nota máxima (5) no Conceito Institucional. Alinhado às demandas do mercado, a instituição busca promover uma formação voltada ao desenvolvimento de competências essenciais para os profissionais de hoje e do futuro.

 

Conta com infraestrutura moderna, laboratórios com tecnologia de ponta, metodologias de ensino inovadoras e um corpo docente com sólida experiência acadêmica e prática profissional.

 

Em 2022, implementou o Integrow — Ecossistema de Inovação Integrado, voltado à promoção da cultura empreendedora, da pesquisa aplicada e da inovação.

 

Atualmente, o Integrado oferece mais de 60 cursos de graduação nas modalidades presencial, semipresencial e a distância — incluindo áreas como Direito, Medicina e Odontologia — além de mais de 70 cursos de pós-graduação em diversas áreas do conhecimento.



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