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sexta-feira, 19 de janeiro de 2024

4 erros comuns do MEI quando o assunto é aposentadoria

Thinkstock
Todo microempreendedor individual contribui automaticamente para o INSS ao pagar o
DAS-MEI. Por isso, a categoria tem direito à aposentadoria e pode até aumentar o valor do benefício   


Um receio comum entre aqueles que estão começando o seu próprio negócio na condição de Microempreendedor Individual (MEI) é deixar de ter direitos previdenciários previstos por lei aos trabalhadores com carteira assinada. Isso porque deixam de ter uma ocupação e passam de empregado a proprietário de uma empresa.

Mas, não é assim. Como todo trabalhador brasileiro, um dos benefícios previdenciários garantidos ao MEI é a aposentadoria. De acordo com os critérios vigentes na lei, para mulheres, a idade mínima para se aposentar é 62 anos; e para homens, de 65 anos. A carência, ou seja, o tempo mínimo de contribuições pagas pelo DAS-MEI (Documento de Arrecadação do Simples Nacional) é de 180 meses, o que equivale a 15 anos de contribuição.

Em entrevista ao Diário do Comércio, a advogada previdenciarista Suzana de Amorim explica como é possível conquistar o melhor benefício. O piso da aposentadoria tem o valor de um salário mínimo vigente em 2024 (R$ 1.412) e o benefício pode ser solicitado no portal Meu INSS.

Vale lembrar também que o potencial empresário que já está aposentado por idade ou por tempo de contribuição, mas deseja se formalizar como MEI, não perderá o seu benefício. Ainda assim, ele deverá realizar sua contribuição mensal por meio do Documento de Arrecadação do Simples Nacional (DASN-MEI), levando em consideração que não poderá acumular benefícios previdenciários, como duas aposentadorias.

Outro caso que merece bastante atenção é a situação do trabalhador aposentado por invalidez. Ao se formalizar como MEI, ele poderá perder o benefício da sua atual aposentadoria, pois ao firmar-se como microempreendedor individual, demonstra total capacidade para exercer sua atividade, não sendo mais necessário o recebimento do benefício da Previdência.

A seguir, veja alguns erros comuns em relação a esse direito:


1 - QUEM PAGA MEI NÃO TEM DIREITO AO INSS

Errado! Quem paga MEI tem direito ao INSS. Dentro dos impostos que estão reunidos no (DASN-MEI) consta a contribuição do empreendedor para este órgão.

Ao aderir a um CNPJ MEI para atuar com seu negócio, o empresário está coberto pelos benefícios dos segurados do INSS, como aposentadoria, salário maternidade, pensão por morte e auxílio-doença.

O empreendedor tem acesso a esses recursos no caso de ficar impossibilitado de trabalhar, da mesma forma como os profissionais que estão contratados pela CLT, com carteira assinada.

Todos os empresários formalizados contribuem para a seguridade social e têm direito aos benefícios do INSS quando necessário. Vale destacar que essas contribuições valem, inclusive, como tempo de serviço: tanto para o MEI quanto para outras pessoas jurídicas, os empreendedores registrados no quadro societário estão contabilizando esses anos de investimento no negócio para a aposentadoria.


2 - PAGAR GUIA COMPLEMENTAR 1910 EM VALOR SUPERIOR AO SALÁRIO MÍNIMO

Depois de ficar claro que ao se formalizar como MEI e pagar o DAS a contribuição obrigatória ao INSS já está atendida, o empresário pode desejar ampliar seus direitos - até porque o MEI tem de fato alguns direitos reduzidos em relação aos demais contribuintes.

Por isso, existe a opção de pagar o INSS Complementar do MEI. Porém, nem sempre vale a pena porque em alguns casos não irá trazer nenhum benefício.

Suzana esclarece o motivo dessa complementação com o código 1910. Segundo a advogada, a legislação permite que o MEI se aposente por idade, mas não por tempo de contribuição. Com isso, a contribuição do MEI é na alíquota de 5% do salário mínimo.

A complementação de 15% do salário mínimo no código 1910 veio para possibilitar que o MEI se aposente por tempo de contribuição, totalizando, assim, a alíquota de 20%.

"A complementação é interessante para o segurado que por muito tempo trabalhou com carteira assinada, por exemplo, e agora virou Microempreendedor Individual. Por possuir tempo de contribuição considerável, muitas vezes é mais vantajoso se aposentar por tempo de contribuição."

Embora o microempreendedor individual possa optar por realizar complementações para conseguir a aposentadoria por tempo de contribuição, essa complementação possui limitação ao salário mínimo prevista no artigo 21, parágrafo 3º, da Lei de Custeio da Seguridade Social.

Por isso, para que o MEI consiga contribuir com valores maiores que o salário mínimo é necessário que ele contribua com o valor desejado como Contribuinte Individual na alíquota de 20% e com o código 1007.

Entretanto, precisa ficar claro que o segurado obrigatoriamente possua mais de uma atividade remunerada, necessitando realizar as contribuições referentes a esta atividade. São as atividades concomitantes que fazem jus a um salário de contribuição acima do mínimo.

É importante deixar claro, segundo Suzana, que não é recomendável que o MEI faça contribuições no código 1007 se não possuir a segunda atividade remunerada, pois o INSS pode pedir a comprovação dessa atividade.


3 - DEIXAR DE PAGAR O MEI POR MAIS DE 12 MESES

Dentre outras punições, o não pagamento do DAS-MEI pode ocasionar a perda do direito a benefícios previdenciários e até o cancelamento do CNPJ. De acordo com a advogada, o pagamento da Guia DAS é a garantia de que o recolhimento ao INSS está sendo feito e isso não serve apenas para garantir aposentadorias, mas funciona como um seguro para outros tipos de benefícios.

Quando o segurado deixa de efetuar o pagamento por mais de 12 meses, ele perde a qualidade de segurado, ficando desprotegido, sem a possibilidade de ter direito aos benefícios de Auxílio Doença, Salário Maternidade, Aposentadoria por Invalidez e deixar Pensão por Morte para seus dependentes. E nem o pagamento retroativo dos atrasados faz com que alguém readquira a condição de segurado.


4 - COMPLEMENTAR NO CÓDIGO 1163

Os contribuintes individuais que prestam serviços a pessoas físicas (código 1163) contribuem com 11% do salário mínimo (plano simplificado) ao mês. Essa categoria dá direito à aposentadoria por idade, além de outros benefícios do INSS.

Essa alíquota garante os mesmos direitos do MEI, ou seja, não garante a aposentadoria por tempo de contribuição. Com isso, não faria sentido complementá-la com esse código, já que não mudará nada para o INSS.

Segundo Suzana, para que a complementação seja correta deverá ser feita para atingir o plano normal de 20% (5% do MEI e 15% da complementação no código 1910). Um conselho importante para o MEI é realizar o Planejamento Previdenciário.

Através do planejamento é possível identificar e corrigir erros cometidos nas contribuições ou até mesmo erros cometidos pelo INSS, que podem prejudicar a concessão da aposentadoria. Além disso, é possível descobrir quando o segurado irá se aposentar e o valor que irá receber na aposentadoria.

 

Mariana Missiaggia
https://dcomercio.com.br/publicacao/s/4-erros-comuns-do-mei-quando-o-assunto-e-aposentadoria


Assertividade e objetividade: como ir direto ao ponto sem parecer rude

 

Uma mensagem passada de maneira clara e concisa reforça características positivas de quem a transmite. Demonstra, por exemplo, que esse comunicador conhece bem o contexto em que executa a sua fala, bem como o objetivo a que se propõe o conteúdo informado. Para alcançar a clareza e a concisão que cada situação requer, precisamos examinar dois conceitos fundamentais: assertividade e objetividade. 

Uma e outra serão demandadas de acordo com as especificidades da ocasião. A comunicação assertiva é aquela que entrega, logo no começo, o principal – a parte mais importante e imprescindível da informação. Trata-se da essência da mensagem, que nesse primeiro momento já deve ficar evidente para quem recebe o comunicado. 

A partir desse essencial, informações complementares que sejam menos fundamentais para o entendimento do tema em questão serão fornecidas de acordo com a demanda das pessoas receptoras, que vão sinalizar o aprofundamento que desejam dar ao assunto segundo suas percepções iniciais particulares. 

Como indiquei já no começo do artigo, a eficácia na condução desse processo de comunicação depende muito do preparo e do planejamento do comunicante. Cabe a ele ter o conhecimento preciso do propósito da mensagem a ser transmitida. E, norteado por essa intenção, “vestir” a comunicação com a entonação apropriada da voz. 

O tom pode ser de acolhimento. Ou pender para o comando, a orientação. Pode ser de questionamento, convidando os ouvintes para um debate de ideias ou abrindo espaço para que façam perguntas. 

Erros na modulação da voz podem prejudicar e distorcer a maneira pela qual o conteúdo é absorvido. Podem tornar o discurso agressivo ou fazer com que soe inadequado. A tonalidade precisa combinar com a mensagem; ambas precisam ser harmonizadas e coerentes entre si. 

O papel do emissor tem de ser considerado nessa calibração. Os tipos de pergunta que receberá provavelmente estarão relacionados ao seu nível de decisão e influência sobre o tema. Se ele é um gestor que comunica uma reestruturação na empresa, o quanto essas medidas foram arquitetadas com a sua conivência? Ele será cobrado por isso durante sua explanação. Nesse sentido, vale ressaltar, novamente, a importância da clareza na comunicação, até nos questionamentos para os quais o emissor não tenha respostas. Nesse caso, o melhor é ser direto ao dizer que irá atrás das informações que ainda não possui. 

O recurso da objetividade, por sua vez, está intimamente ligado à urgência na transmissão da mensagem. Em geral, trata-se de uma informação que precisa ser passada com muita rapidez para a realização imediata de uma ação. Imaginem uma situação emergencial em que um determinado recinto precise ser esvaziado rapidamente. O orientador que comunicará essa instrução tem de ir direto ao ponto ao pedir aos presentes que se retirem, inclusive dando ao tom de voz o imperativo da celeridade no processo, mas preocupando-se em não causar pânico em sua maneira de comunicar. Ele deve ser claro e objetivo na transmissão, mas não pode soar como se estivesse anunciando o apocalipse. E deve ter em mente que seu tempo é escasso. 

Existe um aspecto na abordagem de assertividade e objetividade na comunicação que é mais acentuado entre os brasileiros. Somos um povo muito atento ao acolhimento, à afabilidade. Sob esse viés, muitas vezes as pessoas evitam uma fala mais direta, sem rodeios, com medo de prejudicar o relacionamento com a outra parte. No entanto, é possível ser firme, convicto e cirúrgico na fala sem ser rude ou ríspido. A impressão a ser passada depende muito da entonação. Uma voz mais suave se torna acolhedora. A postura de abrir-se para perguntas e dúvidas também favorece o conforto de quem recebe uma informação que, em essência, seja dura ou impactante. Além disso, quem dá voltas para chegar ao ponto principal pode passar a impressão de uma tentativa de enrolar o outro e disfarçar o que precisa ser dito de fato. 

Assertividade e objetividade requerem treinamento. É necessário preparar-se para adequá-las aos contextos em que se dará a comunicação. Quanto mais se pratica, mais se desenvolve a competência de transmitir uma mensagem com eficácia. É um aprendizado fundamental para otimizar o tempo despendido nas interações entre as pessoas, tornando esses encontros produtivos e emocionalmente confortáveis para todas as partes envolvidas.


Juliana Algodoal - PhD em Análise do Discurso em Situação de Trabalho – Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem e fundadora da empresa Linguagem Direta


Reforma não vai alterar questão da herança no Rio, mas serviços do cartório devem encarecer, diz especialista

 Estado já pratica alíquota progressiva máxima prevista na nova lei sobre bens e heranças; novo imposto deve encarecer outros serviços cartoriais

 

O Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) é um imposto relacionado à herança que faz parte da carga tributária brasileira e que passou a ser mais discutido pela população após a aprovação da reforma tributária pelo Congresso. 

O ITCMD, hoje, incide sobre heranças e doações, abrangendo diversos tipos de bens e direitos, com alíquotas que variam de 2% a 8%, de acordo com cada Estado. A cobrança para bens imóveis ocorre no Estado onde o imóvel está situado, enquanto para bens móveis, a cobrança é feita no Estado onde ocorre o inventário. 

Com a reforma, o tributo terá uma alíquota progressiva conforme o valor do legado ou doação. Além disso, não haverá cobrança em doações para instituições sem fins lucrativos de relevância pública e social, incluindo entidades religiosas, organizações assistenciais e institutos científicos e tecnológicos. 

"No Rio de Janeiro, já conseguimos notar um aumento no número de pessoas que foram a cartórios tentando antecipar essa transferência de bens a herdeiros tentando 'fugir' da reforma tributária. As pessoas não têm a informação, porém, que a reforma não vai impactar o ITCMD no Rio porque o Estado já aplica a alíquota progressiva até a máxima de 8%, que é a mudança que a reforma traz para ser implementada em todos os Estados. Em São Paulo haverá, sim, impacto, pois uma legislação estadual regulamentava a alíquota máxima de 4%. Com a progressão, vai dobrar o imposto. No Rio, a alíquota progressiva vale desde o final de 2015. É uma falsa sensação dos cariocas que a reforma irá atingi-los nesse sentido", explica Virgínia Arrais, 32ª Tabeliã de Notas da Cidade do Rio de Janeiro, especialista em direito notarial e registral, doutoranda e mestre em direito e MBA em Poder Judiciário pela FGV/Law. 

A especialista prevê que o preço do serviço praticado pelos cartórios deve subir. "Hoje, nossa tabela consta o valor do Imposto Sobre Serviços (ISS) que incide sobre as atividades cartorárias para o usuário. Como o ISS será substituído pelo Imposto sobre Bens e Serviços, e a nova alíquota prevista é de 27,5%, bem maior da que praticamos hoje [5%], isso vai ter impacto no preço dos serviços que cobramos hoje. Ainda não sabemos, porém, se a Justiça do Rio irá permitir esse repasse integral ao usuário, se os cartórios irão arcar com isso. Volto a dizer: isso diz respeito ao valor de nossos serviços, e não na prestação do nosso serviço para os usuários", argumenta. 

 

Fonte: Virgínia Arrais - 32ª Tabeliã de Notas da Cidade do Rio de Janeiro, professora e fundadora do Cursos Virginia Arrais e da Escola Nacional do Extrajudicial, Doutoranda e mestre em direito. MBA em Poder Judiciário pela FGV/Law e em Gestão de Pessoas pela USP/SP. Especialista em direito notarial e registral é ex-coordenadora da Escola de Escreventes do Colégio Notarial Brasileiro-RJ. Cursou Negócios Internacionais na Universidade da Califórnia de Berkeley/USA. Autora de diversos artigos publicados em revistas e em livros especializados. Coordenadora e autora da Série de Direito Notarial e Registral do Cursos Virgínia Arrais.

 

Reforma não vai alterar questão da herança no Rio, mas serviços do cartório devem encarecer, diz especialista

 

Estado já pratica alíquota progressiva máxima prevista na nova lei sobre bens e heranças; novo imposto deve encarecer outros serviços cartoriais

 

O Imposto de Transmissão Causa Mortis e Doação (ITCMD) é um imposto relacionado à herança que faz parte da carga tributária brasileira e que passou a ser mais discutido pela população após a aprovação da reforma tributária pelo Congresso.

O ITCMD, hoje, incide sobre heranças e doações, abrangendo diversos tipos de bens e direitos, com alíquotas que variam de 2% a 8%, de acordo com cada Estado. A cobrança para bens imóveis ocorre no Estado onde o imóvel está situado, enquanto para bens móveis, a cobrança é feita no Estado onde ocorre o inventário.

Com a reforma, o tributo terá uma alíquota progressiva conforme o valor do legado ou doação. Além disso, não haverá cobrança em doações para instituições sem fins lucrativos de relevância pública e social, incluindo entidades religiosas, organizações assistenciais e institutos científicos e tecnológicos.

"No Rio de Janeiro, já conseguimos notar um aumento no número de pessoas que foram a cartórios tentando antecipar essa transferência de bens a herdeiros tentando 'fugir' da reforma tributária. As pessoas não têm a informação, porém, que a reforma não vai impactar o ITCMD no Rio porque o Estado já aplica a alíquota progressiva até a máxima de 8%, que é a mudança que a reforma traz para ser implementada em todos os Estados. Em São Paulo haverá, sim, impacto, pois uma legislação estadual regulamentava a alíquota máxima de 4%. Com a progressão, vai dobrar o imposto. No Rio, a alíquota progressiva vale desde o final de 2015. É uma falsa sensação dos cariocas que a reforma irá atingi-los nesse sentido", explica Virgínia Arrais, 32ª Tabeliã de Notas da Cidade do Rio de Janeiro, especialista em direito notarial e registral, doutoranda e mestre em direito e MBA em Poder Judiciário pela FGV/Law.

A especialista prevê que o preço do serviço praticado pelos cartórios deve subir. "Hoje, nossa tabela consta o valor do Imposto Sobre Serviços (ISS) que incide sobre as atividades cartorárias para o usuário. Como o ISS será substituído pelo Imposto sobre Bens e Serviços, e a nova alíquota prevista é de 27,5%, bem maior da que praticamos hoje [5%], isso vai ter impacto no preço dos serviços que cobramos hoje. Ainda não sabemos, porém, se a Justiça do Rio irá permitir esse repasse integral ao usuário, se os cartórios irão arcar com isso. Volto a dizer: isso diz respeito ao valor de nossos serviços, e não na prestação do nosso serviço para os usuários", argumenta.

 

Fonte: Virgínia Arrais - 32ª Tabeliã de Notas da Cidade do Rio de Janeiro, professora e fundadora do Cursos Virginia Arrais e da Escola Nacional do Extrajudicial, Doutoranda e mestre em direito. MBA em Poder Judiciário pela FGV/Law e em Gestão de Pessoas pela USP/SP. Especialista em direito notarial e registral é ex-coordenadora da Escola de Escreventes do Colégio Notarial Brasileiro-RJ. Cursou Negócios Internacionais na Universidade da Califórnia de Berkeley/USA. Autora de diversos artigos publicados em revistas e em livros especializados. Coordenadora e autora da Série de Direito Notarial e Registral do Cursos Virgínia Arrais.


Pesquisa mostra que equilíbrio entre vida pessoal e profissional é prioridade para 63% das brasileiras

EBAC - - Equilíbrio entre vida pessoal e profissional é prioridade | IA
EBAC IA
Entrevistados também elencaram que, além do salário, fazer o que se gosta é um dos principais objetivos no trabalho

 

No mundo profissional contemporâneo, as perspectivas sobre trabalho e vida pessoal estão passando por uma transformação. À medida que as pessoas se movem em direção a uma era onde a realização individual é tão valorizada quanto a remuneração financeira, surge uma nova abordagem para a definição de sucesso no ambiente corporativo. 

Nesse contexto, a EBAC (Escola Britânica de Artes Criativas e Tecnologia) fez uma pesquisa* para compreender esse cenário em constante evolução. Para 63% das mulheres, o equilíbrio entre as vidas pessoal e profissional é uma prioridade. Esse número supera a média nacional (58%), sinalizando uma mudança fundamental nas abordagens de cada um, seja no trabalho ou em outras esferas da vida.


Interesses pessoais são os principais motivadores

A estudante Fernanda Fonseca é um exemplo nesse contexto. Aos 39 anos e mãe de um bebê, ela está passando por uma transição de carreira. Formada em nutrição e com experiência em laboratórios, depois de participar de um evento online gratuito, começou a cursar Figma, encontrando paixão nesta nova área.

Fernanda relata: "O desafio atual é equilibrar o tempo entre cuidar do meu filho e me dedicar aos estudos e trabalho. Já me sinto muito mais realizada agora que tenho essa possibilidade e estou estabelecendo uma rotina diária para me preparar para futuras oportunidades profissionais." Fernanda reconhece as dificuldades do mercado junto à maternidade, mas está focada em se aprimorar constantemente.

A estudante aconselha outras mães em transição de carreira a trabalhar com o que amam, equilibrar estudos com a rotina diária, buscar apoio e ver os filhos como motivação para avançar profissionalmente, visando o futuro deles.

Bárbara Miranda Teixeira, Head de Educação e Qualidade da EBAC destaca “Os desafios únicos que as mulheres enfrentam desempenhando e gerenciando múltiplas responsabilidades, seja na vida profissional ou pessoal, envolvendo não apenas a maternidade, mas saúde, hobbies e outros projetos pessoais. Conciliar todas as atividades evidencia a necessidade de medidas que apoiem-nas nessa jornada, reconhecendo e valorizando as diversas atribuições que desempenham”.


Fazer o que se ama é principal objetivo da população

Ainda no levantamento, a busca por desempenhar uma atividade que gosta é destaque. Para 66% dos brasileiros, além de ganhar dinheiro, fazer o que se ama é o que eles consideram mais importante no trabalho. O dado revela o desejo por um local corporativo mais alinhado aos interesses pessoais, indicando que a realização profissional pode ir muito além. 

O estudo também apontou que 71% dos entrevistados têm a meta de aprender e crescer no ramo corporativo, evidenciando um desejo contínuo de desenvolvimento. Esse movimento não apenas impulsiona o progresso individual assim como contribui para uma área de trabalho mais dinâmica e inovadora.

Ambiente acolhedor é essencial para mais de metade dos entrevistados

O clima positivo da equipe e dos colegas é crucial para 59% dos respondentes, destacando a importância das relações interpessoais. Ademais, a flexibilidade para atuar em qualquer lugar do mundo é um anseio para 52% das pessoas, enquanto 50% consideram a busca por um trabalho fácil e sem estresse um fator fundamental.

“A EBAC compreende a importância de alinhar a formação às paixões individuais e entende que o futuro não é mais apenas sobre carreiras, mas também sobre vidas bem aproveitadas, onde paixão, propósito e profissão se entrelaçam em uma narrativa única de realização", completa.

 

Metodologia

A pesquisa foi feita em todo o Brasil e contou com uma amostra efetiva de 1139 participantes, representando diversidade de gêneros, faixas etárias entre 18 e 49 anos e abrangendo diferentes classes socioeconômicas.

 

Volta às aulas: a saúde das crianças está em dia?

Especialista lista os cuidados que os pais podem ter com as crianças durante as férias escolares 

 

O fim das aulas significa um período importante de descanso para as crianças. Tempo para relaxar e recuperar as energias para o próximo ano. Para os pais, esse período pode ser ideal para realizar exames médicos que apoiem os pequenos em suas rotinas e atividades escolares.

 

“As férias não são importantes apenas para os adultos ou adolescentes. As crianças também precisam de um tempo para se desligar de todo um ano de aprendizagem, de realização de atividades e interações diversas com seus pares e professores. Esse tempo livre é importante para prevenir casos de estresse, insônia e perda de concentração”, explica Sara Azevedo, orientadora pedagógica dos Anos Iniciais do Colégio Marista da Asa Sul, em Brasília.

 

Pensando em aproveitar o período de descanso para colocar em dia a saúde das crianças, a especialista listou seis cuidados que podem apoiar uma volta às aulas segura:

 

●     No período das férias coloque em dia a carteira de vacinação da criança;


●     Se possível aproveite as férias para levar a criança ao oftalmologista. Essa visita é importante para detectar algum problema de visão que comprometa a aprendizagem;


●     Se a criança tiver interesse em praticar esportes, vale a pena confirmar com o pediatra se está tudo bem e não há nenhum impedimento. Algumas atividades podem exigir um exame médico comprovando que a criança está apta;


●     Uma visita ao dentista antes do retorno das aulas, também pode ser útil para prevenir cáries e identificar um problema comum hoje em dia, como o bruxismo, que afeta a concentração e causa dores de cabeça, comprometendo o aprendizado;


●     Com mais tempo nas férias, os pais podem aproveitar para pedir ao pediatra exames de sangue, de fezes e de urina, para identificar patologias e prevenir doenças como a anemia ou infecções virais e bacterianas;


●     Se os pais identificarem problemas na escrita, na fala ou na audição, vale também aproveitar o tempo livre das crianças para agendar uma consulta com um otorrino. Ele pode identificar algum problema de audição que esteja comprometendo as habilidades da criança;


●     Brincar, andar de bicicleta, ficar com a família, assistir a um bom filme, dar muitas risadas e se divertir fazem com que o retorno às aulas se torne mais prazeroso e assim o ano começa leve e feliz.

  

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Organização doméstica descomplicada: dicas para economizar tempo e dinheiro ao fazer compras no supermercado

 Supermercados Mundial dá dicas para ajudar família a se organizar no dia a dia

 

Na agitada rotina moderna, o supermercado muitas vezes se transforma em um labirinto de escolhas, desafios e, inevitavelmente, tentações. Mas e se houvesse uma maneira de transformar essa experiência em algo organizado, eficiente e, claro, mais econômico? Este guia prático oferece insights sobre como organizar suas idas ao supermercado, aproveitando ao máximo seu tempo e dinheiro. Afinal, em redes de supermercados, como o Supermercados Mundial, você encontra tudo o que precisa em um único local.

 

Benefícios de se organizar no supermercado:

 

Para começar, antes de sair de casa, é fundamental ter em mente o planejamento de refeições e arrumação da casa, ou seja, quais refeições serão preparadas e tudo que será feito. Listar os ingredientes e produtos necessários evita compras impulsivas. Ao ter uma lista, o cliente se mantém focado nas necessidades reais. 

Hoje em dia, grandes redes varejistas possuem uma enorme diversidade de produtos, o que significa que você pode encontrar todos os itens necessários em um único local, eliminando a necessidade de deslocamentos extras. 

Com uma abordagem organizada, o estresse relacionado às compras é reduzido, proporcionando uma experiência mais tranquila e agradável.

 

Dicas práticas para organização eficiente:

 

Programas de benefícios: 

Se cadastre nos programas de benefícios, assim você garante promoções e outras vantagens, como workshops e ofertas exclusivas, como é o caso do Meu Mundial.

 

Lista de compras estratégica: 

Divida sua lista por categorias, facilitando a localização dos itens no supermercado.

 

Planejamento semanal: 

Elabore um planejamento de refeições semanal para guiar suas compras, evitando excessos e desperdícios.

 

Aproveitamento de promoções: 

Esteja atento às promoções semanais, concentrando-se em produtos não perecíveis para estoque a longo prazo. No Supermercados Mundial, por exemplo, 3ª e 4ª são os dias de Festival Hortifruti, 4ª e 5ª a Promoção de Carnes e 5ª e 6ª o Tá pra Peixe.

 

Compras frequentes, menores quantidades: 

Opte por idas mais frequentes ao supermercado, comprando quantidades menores para evitar sobrecarga e garantir frescor. 

Com essas dicas simples do Supermercados Mundial, é possível transformar a experiência de compra, tornando-a mais eficiente e econômica. A organização doméstica vai além do ambiente físico, influenciando diretamente na gestão do tempo e das finanças familiares. 


Supermercados Mundial!
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Gestão de excelência = melhores resultados

Ser gestor não é tarefa fácil, afinal, não importa o tamanho da empresa, cedo ou tarde as dificuldades vão aparecer. É responsabilidade da gestão resolver os problemas, ou evitá-los, na tentativa de garantir o sucesso do negócio e que os mesmos erros não sejam cometidos novamente. No livro “Extreme Ownership”, os autores e pesquisadores afirmam que não existe time ruim, existe liderança ruim. Duro, não é mesmo?


Desta forma, a pessoa que está no cargo deve realmente compreender a situação atual do time, da organização em que atua, para que possa buscar soluções eficazes para o dia a dia. Pois para que a engrenagem gire e as coisas funcionem, é preciso entender o cenário como um todo, para depois olhar os detalhes com calma.

Para conseguir esse feito, o gestor deve estar atento ao que acontece, para discernir o que faz mais sentido em cada situação específica. Porém, sabemos que é humanamente impossível acompanhar tudo de perto, por isso é importante delegar as tarefas e confiar nas informações que são repassadas pelos colaboradores.

No entanto, essa confiança só é viável quando o gestor está disposto a criar um ambiente seguro para que ideias diferentes sejam compartilhadas. Essa liderança precisa demonstrar boa receptividade, para que assim o time construa uma estratégia em conjunto, sabendo a relevância de suas respectivas funções.

Além disso, é fundamental entender o peso das decisões que são tomadas. Agir sem pensar nunca deve ser uma opção disponível, pois essa ação envolve riscos e consequências que, dependendo do cenário, podem prejudicar a equipe e a organização, causando danos difíceis de serem reparados, e ninguém quer viver essa realidade.

É claro que fazer tudo isso com maestria demanda esforço, paciência, sabedoria e tempo. Um bom gestor não se faz do dia para a noite, quem dirá uma gestão de excelência. Esse processo pode ser longo e trabalhoso, mas sempre vale a pena, já que no final o objetivo é entregar os melhores resultados para a empresa.

Neste sentido, uma gestão que adota os OKRs - Objectives and Key Results (Objetivos e Resultados Chaves) -, já sai na frente das demais, pois começa de uma discussão onde todos podem e devem contribuir. A partir da priorização conjunta e construção do plano de execução com resultados a serem atingidos bem claros e alinhados, o time terá clareza e foco para estabelecer metas e colocar em prática as estratégias com mais engajamento.

Aliado a esse fator, a ferramenta possui ciclos mais curtos, de geralmente três meses, o que permite ajustes frequentes. Isso faz com que o gestor, juntamente com os colaboradores, entendam onde está o erro ou o que não está funcionando, podendo recalcular rota mais facilmente, em busca de conseguir os melhores resultados.

Outra coisa que os OKRs nos ajudam bastante é ser mais orientados a dados e, com isso, facilitar a conversa do time. Com os resultados desejados estando claros, o que fazer não depende tanto da opinião de um ou de outro, mas dos dados disponíveis e obtidos a partir da execução. Com estes elementos, é possível construir um ambiente mais adequado para excelência nas entregas.



Pedro Signorelli - um dos maiores especialistas do Brasil em gestão, com ênfase em OKRs. Já movimentou com seus projetos mais de R$ 2 bi e é responsável, dentre outros, pelo case da Nextel, maior e mais rápida implementação da ferramenta nas Américas. Mais informações acesse: http://www.gestaopragmatica.com.br/

 

Conheça as fraudes mais comuns contra planos de saúde; saiba como evitá-las

Demissão e queixa crime estão entre as consequências de quem pratica a fraude; saúde suplementar já acumula prejuízo de R 28 bilhões

 

A crise da saúde suplementar está associada a diversos fatores, como as fraudes, que, segundo o último levantamento realizado pelo IESS, causaram, em 2017, um prejuízo de quase R 28 bilhões às operadoras de planos de saúde. 

Diante desse cenário, as operadoras travaram uma luta no combate às fraudes. Profissionais de saúde e beneficiários estão respondendo na Justiça ou sofrendo consequências, como demissão e cancelamento de seus planos. Os pedidos indevidos de reembolso representam um total de 30% de fraudes no sistema da SulAmérica. 

Após massivo investimento em especialistas e tecnologia para garantir a segurança de suas operações, a SulAmérica está ainda mais preparada para detectar casos fraudulentos em seu sistema. Nos últimos meses, a seguradora obteve dezenas de liminares contra empresas e profissionais em diversas localidades do país. 

Para que os beneficiários de planos de saúde possam entender melhor o que é passível de punições, e evitar ter seus nomes envolvidos em fraudes, listamos dicas e casos que ganharam manchetes de grandes veículos nos últimos meses.
 

1 - Nunca compartilhar dados de seu app em clínicas ou com profissionais de saúde

Dezenas de beneficiários procuram a ouvidoria da SulAmérica diariamente para relatar que compartilharam seus logins e senhas quando solicitados pelas clínicas. Ao ter acesso a todas informações pessoais de uma pessoa, o estabelecimento pode incluir pedidos ilegais de exames e procedimentos. “Em um de nossos casos mais emblemáticos, o funcionário de um suposto laboratório trocou a senha do aplicativo do nosso beneficiário e continuou pedindo exames que jamais foram realizados”, diz Guilherme Pereira, gerente jurídico da SulAmérica. 

Em junho deste ano, em São Paulo, em caso mapeado pela SulAmérica: a clínica S’Agapo, além de realizar pedidos fraudulentos de exames no laboratório Mitros Lab, ainda abriu contas à revelia dos clientes no Theos Bank, instituição sem registro no Banco Central. O caso foi divulgado pela revista Veja.
 

2 – Demissão e nome na Justiça

Muitas pessoas desconhecem, mas pedir reembolsos que sejam considerados fraudulentos, ou seja, forjar recibos para realizar procedimentos que não fazem parte da cobertura do plano, pode acabar na justiça. Pereira explica que, nestes casos, o beneficiário pode responder civil e criminalmente pelos atos praticados contra a seguradora e contra a empresa que ele trabalha. 

A diretora de Marketing da SulAmérica, Simone Cesena, explica que os casos de plano de saúde coletivo empresarial representam 70% dos beneficiários totais. “Para se ter uma ideia, entre 2019 e 2022, os custos com reembolsos de procedimentos médicos teve um crescimento de 90%, representando um prejuízo de R 11,4 bilhões para o setor”. 

A diretora ainda complementa que o reajuste de planos coletivos empresariais é realizado com base na sinistralidade e o custo para algumas empresas aumentou de forma significativa após inúmeros casos de fraudes. 

Simone alerta, ainda, que o empregado é o que mais tem a perder, já que o plano de saúde pode deixar de fazer parte da cartela de benefícios oferecidos pelas empresas. “Para evitar que isso aconteça, os funcionários envolvidos em fraudes estão sendo demitidos. É preciso ampliar o diálogo sobre o uso consciente do plano”, explica a diretora. 

Em mais um caso recente, desta vez publicado pela Folha de S. Paulo, mais de cem profissionais foram demitidos de uma empresa de infraestrutura CCR. Uma investigação apontou um custo adicional para a companhia acima de R 12 milhões em cinco anos pelo uso indevido do plano. As práticas fraudulentas incluíam a divisão do valor de reembolso por procedimentos não realizados, superfaturados ou desnecessários com clínicas de fachada. O Itaú também demitiu 80 profissionais após a detecção de pedidos de reembolso indevidos.
 

3 – Cancelamento do plano

Dependendo do envolvimento do beneficiário na fraude, ou seja, se ele compactuou com a emissão de relatório médico o qual não se consultou previamente e, mesmo assim, enviou ao plano de saúde solicitando reembolso, as consequências podem ser graves. Entre elas, a pessoa pode perder seu plano. Pereira explica que em contratos menores, como os de três vidas, por exemplo, se a fraude for praticada pelo titular, essas pessoas podem ter seu contrato cancelado. “Nestes casos, temos a possibilidade de interromper o plano e as pessoas envolvidas ficarão sem acesso aos serviços que elas contavam de uma hora para outra”, esclarece.
 

4 – Cobrança judicial e prejuízo

Outra queixa bastante frequente são as cobranças judiciais que os beneficiários recebem das clínicas que oferecem consultas e procedimentos garantindo 100% de reembolso. “Essa é uma prática muito comum em redes sociais, onde estabelecimentos, ao divulgar seus serviços, atraem clientes dizendo que todo o tratamento será pago pelo plano”, diz Cesena. 

No entanto, os pacientes são induzidos a assinar documentos para garantir que ele pague pelo serviço, caso a seguradora não desembolse o valor. “Quando a seguradora identifica a fraude ao perceber que a senha e login foram compartilhados indevidamente, ela não fará o reembolso. A clínica, por sua vez, utiliza do documento assinado para acionar o cliente”, explica Guilherme Pereira. Segundo o advogado, essa pessoa pode ser cobrada judicialmente pela clínica ou pelo médico.
 

Entidades reunidas contra a fraude

A FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar) lançou, no dia 17 de outubro, uma cartilha de combate à fraude para conscientizar e minimizar os impactos destes atos na sustentabilidade do setor. Atualmente no Brasil, mais de 150 milhões de brasileiros dependem do SUS e pouco mais de 50 milhões contam com um plano de saúde.

 

 

Atenção, pós-graduando: a meia-entrada é seu direito e já está disponível. Faça seu Documento do Estudante!

 

A meia-entrada para estudantes em shows, cinemas, museus, teatros, arenas esportivas, espetáculos e atividades de cultura, esporte e lazer em geral é um direito assegurado em todo o território nacional pela Lei 12.933/2013. Essa é uma importante conquista do movimento estudantil brasileiro.

Os pós-graduandos, sejam doutorandos e mestrandos strictu sensu ou os inscritos em cursos de especialização lato sensu, também podem usufruir desse direito, que possibilita acesso inclusive a inúmeras atividades complementares à formação.

O Documento do Estudante é o instrumento oficial, emitido pelas entidades estudantis nacionais (ANPG, UNE e UBES), com certificação digital à prova de fraudes, que permite a comprovação da condição de estudante e o acesso ao benefício, cumprindo todas as exigências legais.

Você já pode solicitar a emissão do seu Documento do Estudante para o ano de 2024 através do site do DNE ( https://www.documentodoestudante.com.br/ ), por apenas R$ 45,00. Após a solicitação, o processo de confecção e envio é rápido, mas você pode habilitar a versão digital para uso imediato enquanto aguarda a chegada do documento físico.

O Documento do Estudante tem validade até o dia 31 de março do ano seguinte. Ou seja: você começa a usar o benefício assim que faz a solicitação e o mantém ativo por mais de 1 ano, até o final de março de 2025.

Além de economizar e ampliar seu acesso a um universo de opções de cultura, esporte e lazer, ao adquirir o Documento do Estudante você contribui para fortalecer e financiar as lutas da ANPG pela valorização da ciência e por direitos para os pós-graduandos, como o reajuste de bolsas e direitos previdenciários e trabalhistas para os pesquisadores. 

Não deixe para depois, faça já seu Documento do Estudante!


Como o RH pode promover a segurança psicológica de seus colaboradores? Especialista explica

 

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Segundo pesquisa, 74% dos funcionários que realizam atendimento psicológico sentem uma melhora no relacionamento com os colegas


A segurança psicológica é um conceito essencial para promover um clima organizacional saudável e sustentável, onde a confiança, o respeito e a abertura são cultivados. Em um ambiente psicologicamente seguro, os colaboradores podem compartilhar suas experiências, desafios, feedback de maneira honesta e contribuir para o aprendizado contínuo e o desenvolvimento pessoal e profissional.

Uma pesquisa realizada em 2023 pela orienteme, plataforma que oferece soluções de bem-estar corporativo, identificou que 74% dos funcionários que realizam atendimento psicológico sentiram uma melhora no relacionamento com os colegas de trabalho.

Renata Tavolaro, head de psicologia da orienteme, comenta: “É muito importante fazer com que os colaboradores entendam a importância de se ter empatia pelo outro e, principalmente, uma comunicação transparente”, diz. “Os climas de alta competitividade não são bons. A busca por resultados é natural no trabalho, mas de uma forma saudável”, complementa a head.

Uma das estratégias realizadas por empresas atualmente é avaliar a saúde mental de seus funcionários. Assim, podem identificar precocemente possíveis desafios psicológicos enfrentados por eles, fazer intervenções proativas e oferecer suporte adequado.

“Essas medidas podem ser feitas por meio de pesquisas de clima. Ao analisar os resultados, as organizações podem identificar áreas de melhoria, pontos de insatisfação e implementar estratégias direcionadas para fortalecer a cultura organizacional”, afirma Renata.

A especialista ainda diz que os turnovers são um grande sinal para medir a saúde mental dos colaboradores. Quando a taxa de turnover é alta, isso pode indicar problemas subjacentes que impactam diretamente o bem-estar psicológico dos funcionários. A constante entrada e saída de membros da equipe pode criar um ambiente de trabalho instável e estressante.


“Além do turnover, temos também o absenteísmo. Funcionários que enfrentam desafios como estresse, ansiedade, depressão ou outros problemas de saúde mental podem sentir-se incapazes de cumprir suas responsabilidades diárias no trabalho, levando a faltas frequentes”, conclui a head de psicologia.

A pressão constante, ambientes de trabalho tóxicos, excesso de carga de trabalho e a falta de suporte emocional são alguns dos fatores que podem afetar negativamente a saúde mental dos funcionários. Além disso, o estigma associado à saúde mental muitas vezes impede que os colaboradores busquem apoio ou comuniquem suas necessidades.

“O gestor precisa conhecer sua equipe e as equipes precisam colaborar entre si. Sempre mostrar para as pessoas qual a importância de seus trabalhos na empresa e criar a conexão dos membros. Esta compreensão coletiva da relevância de cada esforço individual não só estimula a colaboração entre equipes, mas também impulsiona o comprometimento de todos na busca de objetivos comuns”, finaliza Renata Tavolaro.



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5 estratégias para poupar na compra de material escolar

Coach e Consultor Financeiro cadastrado no GetNinjas compartilha dicas sobre como se organizar para que o retorno às aulas não cause um grande impacto financeiro. 

 

 

A chegada de um novo ano traz consigo a preocupação com diversas despesas, como IPTU, IPVA e taxas associativas. Além disso, o início das aulas demanda a atenção dos pais para a compra do material escolar, que frequentemente envolve uma lista extensa de itens.

Pensando nisso, Claudio Munhoz, Coach e Consultor Financeiro que presta serviços através                do GetNinjas, maior aplicativo para contratação de serviços no Brasil, compilou algumas orientações para economizar nesse aspecto. Confira a seguir:


  1. Examine com cuidado a lista de material escolar

Não é necessário seguir à risca tudo o que a escola solicita. Muitas vezes, as instituições incluem materiais muito específicos, quantidades excessivas de alguns itens e, em alguns casos, até mesmo indicam a marca a ser adquirida. Nessas situações, é recomendável avaliar a real necessidade de cada item e evitar compras desnecessárias.


  1. Aproveite o que pode ser reutilizado

Embora as crianças geralmente apreciem a ideia de estrear materiais novos no novo ano letivo, reutilizar parte do material escolar do ano anterior pode representar uma economia significativa para os pais. Antes de sair para comprar, avalie quais itens podem ser reaproveitados, poupando dinheiro para outras necessidades.


  1. Faça compras em grupo com outros pais

Algumas lojas oferecem preços diferenciados para vendas em atacado, permitindo bons descontos ao comprar em grande quantidade. Nesse sentido, é interessante combinar com outros pais a ida às lojas para adquirir o material escolar. Assim, todos se beneficiam dessa abordagem coletiva.


  1. Opte por pagamento à vista com desconto

Essa regra geral de compras se aplica também à aquisição de material escolar. Busque sempre efetuar o pagamento à vista para obter descontos. Parcelamentos ou financiamentos costumam incorrer em juros, e, mesmo que o parcelamento no cartão seja oferecido sem juros, negociar um desconto para pagamento à vista é geralmente vantajoso.


  1. Faça compras sem a presença dos filhos e tenha uma lista clara e objetiva

Depois de decidir quais itens comprar e as quantidades necessárias, prefira realizar as compras sem a presença dos filhos. Na loja, os pais muitas vezes cedem aos pedidos dos filhos para adquirir itens mais caros ou que não estão na lista. Além disso, leve consigo uma lista clara e objetiva dos itens a serem adquiridos. Essas medidas simples terão um impacto positivo na economia das compras de material escolar.

 

 

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Pé na areia, água de coco e carro bem cuidado: confira dicas para evitar desgastes no automóvel na praia

Créditos: Envato
Areia fina, maresia e exposição prolongada ao sol podem prejudicar veículos

 

Com as temperaturas elevadas das últimas semanas, a praia se torna o destino preferido dos brasileiros. No entanto, para aqueles que optam por viajar de carro, é necessário tomar alguns cuidados para que o veículo não seja danificado. 

Essas condições adversas são praticamente inevitáveis, mas com alguns cuidados é possível evitar o desgaste precoce do carro, assim como preservar o bom funcionamento do veículo. Pensando nisso, o chefe de oficina da concessionária Ford Slaviero, Mauro Cezar Candido, recomenda uma série de cuidados que garantem o bom  funcionamento do automóvel, mesmo após dias de diversão à beira-mar.


Desgastes causados pela areia:

A areia, com sua textura abrasiva, pode infiltrar-se em diversas partes do veículo, causando danos mecânicos e estéticos. "Ela acaba atuando como uma espécie de lixa, desgastando as partes móveis e prejudicando o desempenho do carro. É de suma importância limpar e lubrificar regularmente áreas como os freios, suspensão e as juntas e dobradiças para evitar desgaste prematuro", orienta Mauro.

No interior do veículo, a areia também é uma grande preocupação, principalmente para quem tem crianças. A dica é levar um aspirador de pó para manter a parte de dentro do veículo mais limpa e livre de areia.

Além disso, o contato constante com a areia pode levar à corrosão, especialmente nas partes metálicas expostas, como parafusos e rodas, causando desgaste irregular nos pneus. Verifique a pressão e o alinhamento regularmente.


Impactos da maresia:

A maresia, resultado da combinação de ar salgado e umidade, é outra inimiga silenciosa dos carros na praia. Ela acelera a formação de ferrugem e o processo de corrosão, mesmo em partes do carro que poderíamos pensar estar protegidas, como a bateria sob o capô fechado. Em comparação com o ar seco de cidades não litorâneas, a maresia corrói dez vezes mais rápido. O chefe da oficina alerta sobre os efeitos: "A maresia pode acelerar o processo de corrosão em partes metálicas do veículo, como os componentes do chassi e os parafusos. Isso pode comprometer a estrutura do carro ao longo do tempo, tornando essencial uma proteção adequada."

Uma dica é utilizar ceras protetoras ou selantes específicos para proteger a pintura e as partes metálicas do efeito corrosivo da maresia. Cobrir o carro com uma capa protetora, mesmo quando estiver na garagem, também pode ajudar.


Lavagem Regular:

Manter o carro limpo é fundamental. Uma lavagem completa após cada visita à praia ajuda a remover a areia e o sal acumulados. Além da parte externa, a areia pode se acumular no interior do veículo. Realize uma limpeza completa para evitar danos aos componentes internos.


Ar-condicionado:

As altas temperaturas e o calor excessivo acabam fazendo com que utilizemos mais o ar-condicionado do carro. Isso acelera a deterioração dos componentes, como o filtro. Realizar manutenção é imprescindível.


Enxágue do sistema de freios:

Enxaguar o sistema de freios com água doce remove resíduos de areia e evita a perda de eficiência.


Estacionamento à sombra:

Sempre que possível, estacione seu carro à sombra para reduzir a exposição ao sol direto. Isso ajuda a preservar a pintura e os materiais internos. Cobrir o parabrisa e as partes mais expostas também evitam a incidência direta do sol.


Manutenção periódica:

Realize uma revisão mais detalhada do veículo após temporadas intensas na praia. Verifique os fluidos, alinhamento, suspensão e outros componentes que podem ser afetados.

Mauro finaliza comentando que, ao adotar essas práticas, o motorista não apenas mantém a estética do carro, mas também prolonga sua vida útil. "Cuidar do carro na praia não é apenas uma questão de aparência, mas, sim, de preservação e segurança", finaliza.




Ford Slaviero
Mais informações: fordslaviero.com.br
 

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