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sábado, 16 de dezembro de 2023

Existe um momento certo para retirada das fraldas?

Médico pediatra da Sociedade de Pediatria do RS (SPRS) oferece orientações essenciais para o processo de desfralde de bebês

 

O desfralde, sem dúvida, é um dos marcos mais significativos no desenvolvimento de um bebê, uma transição que tanto pais quanto pequenos enfrentam com uma mistura de entusiasmo e ansiedade. Para os pais, esse momento pode ser repleto de incertezas e questionamentos: quando é o momento certo para iniciar o desfralde? Como saber se o meu filho está preparado? Que técnicas são mais eficazes? O desfralde noturno deve ocorrer simultaneamente ao diurno? Em meio a essas questões, os pais se deparam com o desafio de entender o ritmo individual de seus filhos e lidar com as inevitáveis tentativas e erros.

O médico pediatra e associado da SPRS, Dr. José Paulo Ferreira, lembra que não há uma idade exata para iniciar o desfralde, mas sim sinais a serem observados nas crianças.

"A criança já tem que estar sabendo se comunicar, tem que estar sabendo andar, perceber que a fralda está com xixi, está com cocô, ela tem que começar a ter alguns sinais. Isso se dá por volta de dois anos, mas a idade em si não é o marcador mais importante," destaca.

A paciência é fundamental nesse processo e o recomendado é não iniciar o desfralde antes dos dois anos.

"Por vezes, a criança não está pronta, o que pode resultar em problemas de retenção e constipação no futuro," adverte Dr. José Paulo Ferreira.

A SPRS reforça que cada criança é única, e o desfralde deve ser encarado como um processo natural, adaptado ao ritmo e ao desenvolvimento de cada criança. A ansiedade dos pais pode ser exacerbada pelas preocupações com o treinamento noturno. Muitas vezes, o desfralde diurno ocorre antes do noturno, e isso é perfeitamente normal. É importante entender que, assim como o desfralde diurno, o noturno ocorrerá quando a criança estiver pronta e seu corpo estiver preparado para isso.

Além disso, é essencial abordar o desfralde com paciência, apoio e positividade. Tanto os sucessos quanto os contratempos fazem parte do processo, e é importante não criar pressão ou punição em torno do desfralde, pois isso pode gerar ansiedade na criança. Em vez disso, celebre os sucessos, recompense o esforço e ofereça encorajamento constante.

 

Marcelo Matusiak


Como perder o medo de avião, neuropsicóloga ensina

Com a aproximação das viagens de final de ano, muitas pessoas enfrentam um desafio comum e desconfortável: o medo de voar. O medo de avião, ou aerofobia, afeta uma parcela significativa da população. Mas, segundo a neuropsicóloga Tammy Marchiori, com formação em neurociência por Harvard e especialização em Terapia Cognitiva pelo Beck Institute, com a ajuda da Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC) e da neurociência, há estratégias práticas que podem ser aplicacadas para tornar a viagem mais tolerável para quem sofre com o medo de avião.  

Através da reestruturação cognitiva é possível aprender os pensamentos influenciam as emoções e os comportamentos. “A reestruturação cognitiva envolve identificar e desafiar pensamentos irracionais ou catastróficos relacionados ao voo”, diz. 

Como aplicar: Quando perceber pensamentos como "e se o avião cair?", substitua-os por fatos reais, como "voar é um dos meios de transporte mais seguros". Lembre-se de estatísticas e evidências que reforcem a segurança da aviação. 

A especialista afirma ainda que há técnicas de respiração e relaxamento já pesquisadas em neurociência que mostram que técnicas de respiração podem acalmar o sistema nervoso e reduzir a ansiedade. 

“Para aplicá-las é importante fazer a respiração diafragmática, inspirando lentamente pelo nariz e segurar a respiração por alguns segundos e expirando lentamente pela boca. Isso ajuda a ativar o sistema parassimpático, promovendo um estado de relaxamento”, ensina Tammy.  

Outra técnica é a exposição gradual, uma técnica que envolve enfrentar o medo em pequenos passos, começando com situações menos ameaçadoras e avançando gradualmente para desafios maiores. 

Como aplicar: “Assistir a vídeos sobre voos, visitar aeroportos para observar aviões decolando e pousando além de pratique técnicas de relaxamento enquanto imagina estar em um voo. Isso pode ajudar a dessensibilizar a resposta ao medo”, diz.  

Para a neuropsicóloga, enfrentar o medo de voar pode ser um processo desafiador, mas com as estratégias certas, é possível viajar com mais tranquilidade já que a prática e a paciência são fundamentais. “Se necessário, ainda é válido buscar apoio profissional para guiar o processo e então eliminar o medo para ter boas viagens”, finaliza.

 

Tammy Marchiori - Neuropsicóloga com aperfeiçoamento em neurociência em Harvard, especializada em Terapia Cognitiva pelo Beck Institute. Membro da Sociedade Brasileira de Neuropsicologia e da American Psychological Association (APA).


Entenda como desenvolver uma melhor conexão entre pais e filhos

Orientadora parental sugere estratégias para melhorar a relação e tornar a educação ainda mais efetiva

 

A comunicação afetiva é a base para desenvolver uma boa conexão entre pais e filhos, fazendo com que as crianças e adolescentes se sintam em um ambiente seguro para o seu desenvolvimento emocional, além de promover laços para toda a vida e aumentar a sua autoestima. A troca de palavras não é apenas o único fator da comunicação afetiva, que também conta com demonstração de amor, carinho, preocupação e orgulho, sendo essencial para o filho aprender a se expressar de maneira clara e lidar com seus conflitos de forma construtiva. 

Para a orientadora parental e especialista em desenvolvimento neuroatípico, Andreia Rossi, existe um caminho que deve ser seguido para estabelecer uma boa conexão com os filhos. “Nós, pais, devemos começar ouvindo de fato o que nossos filhos estão querendo nos dizer, dedicando atenção ao que eles estão compartilhando. Ao processar o que foi dito, devemos entender também quais emoções e sinais não verbais o filho demonstrou, desse modo, facilitando a resposta e conexão”, explicou. 

Este é um processo que leva tempo e não acontece de um dia para o outro. Para isso, existem depósitos emocionais e algumas estratégias, que podem auxiliar no desenvolvimento da conexão entre pais e filhos:

Ativação reticular: nada mais é do que prestar atenção às pequenas coisas. A ativação reticular direciona a atenção para o que é importante para cada um e acontece de forma natural. A dica é se atentar e abusar dessa função, percebendo pequenos detalhes, como gestos, ações e palavras positivas que o filho apresenta.

Promessas: os pais não devem prometer algo para os seus filhos, que não irão cumprir depois. “No início, a promessa pode ser feita com uma boa intenção, mas o não cumprimento pode acarretar em decepção, perda de confiança, menosprezo e até mesmo um sentimento de que a criança não é respeitada”, comentou a educadora parental. 

Perdão: diferente do que algumas pessoas pensam, pedir perdão ao filho não passa uma imagem de inferioridade, mas, sim, que todos podem errar, além de ser reparador e aliviar a ansiedade. 

Demonstrar amor por gestos: pequenos gestos fazem a diferença, além de criar uma memória afetiva para o filho, irá também criar uma conexão maior com os pais. 

Se interessar pelos interesses da criança/adolescente: é um momento onde os pais podem curtir junto com os filhos, aprendendo mais sobre o seu estilo musical preferido, como são os jogos que ele mais gosta, qual série ou filme está acompanhando no momento. O importante é não julgar, apenas demonstrar interesse e passar um tempo juntos.  

Outros métodos podem ser utilizados para criar ainda mais conexão. O acompanhamento de uma orientadora parental facilita a comunicação e convivência dos pais com os filhos, sejam eles típicos ou atípicos, aqueles com TEA - Transtorno do espectro autista, TOD - Transtorno opositivo desafiador ou TDAH - Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade, entre outros transtornos do neurodesenvolvimento

“Os pais podem aproveitar as férias escolares para se conectarem e repensarem nos desafios e distanciamentos que ocorrem ao longo do ano, além das oportunidades que o próximo ano reserva”, exaltou Andreia. “A relação entre pais e filhos é muito mais complexa do que parece, mas diversas técnicas existem para melhorar a relação e tornar a educação mais efetiva”, finalizou a educadora parental. 

 

Andreia Rossi - Master em Comunicação Social, Psicopedagoga e atualmente Educadora Parental, auxiliando as relações entre pais e filhos. Aos 8 anos, sua filha recebeu o laudo de TOD – Transtorno Opositivo Desafiador, atraso global do desenvolvimento e rebaixamento cognitivo. Com isso, realizou diversos cursos e se tornou especialista no assunto.


Cuidando Da Saúde Mental: 5 Passos Para Enfrentar Depressão E Ansiedade

Diante Do Aumento Das Taxas De Depressão E Ansiedade, Descubra Orientações Práticas Para Lidar Com Esses Desafios, Incluindo Buscar Ajuda Médica, Compartilhar Experiências E Cuidar Do Bem-Estar Emocional


Sabemos que a depressão é hoje juntamente com a ansiedade. Crises de pânico, stresse, burnout e outros, é o que mais tem atingido hoje a nossa sociedade. A Dra. Gesika Amorim, Mestre em Educação Médica, Pediatra pós graduada em Neurologia e Psiquiatria, com especialização em Tratamento Integral do Autismo, Saúde Mental e Neurodesenvolvimento, apresenta 5 sugestões básicas, porém, essenciais para os que estão passando por isso agora: 

  1. Procure ajuda médica: Um médico poderá avaliar sua condição e recomendar um tratamento adequado, como terapia e/ou medicação, se necessário.
  2. Compartilhe com alguém de confiança: Conversar com amigos ou familiares sobre o que você está passando pode trazer algum alívio emocional.
  3. Busque apoio emocional: Participar de grupos de apoio ou conversar com um terapeuta pode fornecer um ambiente seguro para compartilhar suas experiências e obter apoio de pessoas que entendem o que você está passando.
  4. Cuide de si mesmo: Priorize seu bem-estar físico, praticando exercícios, mantendo uma alimentação saudável e dormindo adequadamente.
  5. Evite o isolamento: Mantenha-se conectado com outras pessoas e participe de atividades sociais que lhe tragam prazer, mesmo que pareça difícil no momento. 

Lembre-se de que essas são apenas sugestões gerais e cada pessoa é única, então é importante buscar ajuda profissional para um tratamento adequado. Não hesite em entrar em contato com um profissional de saúde para obter o apoio necessário durante esse período. Afinal de contas, cuidar de sua Saúde Mental é o primeiro passo para diminuir as taxas de suicídio. E que possamos sempre lembrar disso sempre. 



Dra Gesika Amorim - Mestre em Educação médica, com Residência Médica em Pediatria, Pós Graduada em Neurologia e Psiquiatria, com formação em Homeopatia Detox (Holanda), Especialista em Tratamento Integral do Autismo. Possui extensão em Psicofarmacologia e Neurologia Clínica em Harvard. Especialista em Neurodesenvolvimento e Saúde Mental; Homeopata, Pós Graduada em Medicina Ortomolecular - (Medicina Integrativa) e Membro da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil.
https://dragesikaamorim.com.br
Insta: @dragesikaautismo


Reveillon Inclusivo: Estratégias para reduzir sobrecarga sensorial em festas de fim de ano para crianças autistas

iStock  
Crédito: Andrea Obzerova
Terapeuta ocupacional da MedAdvance destaca estratégias para redução de estímulos nesse período  



À medida que as festas de final de ano se aproximam, a alegria e a apreensão permeiam as famílias atípicas diante dos típicos barulhos festivos, luzes cintilantes, cheiros intensos e estímulos táteis. Para algumas crianças autistas, essas celebrações representam desafios significativos devido à sobrecarga sensorial, gerando desconforto. A sensibilidade sensorial é uma característica comum em pessoas com autismo, influenciando diretamente suas experiências diárias. Pode manifestar-se de diversas formas, desde desconforto causado por estímulos excessivos até preferências sensoriais relacionadas a atividades prazerosas, estimulantes ou calmantes.
 

Segundo Cristiane Oliveira, Terapeuta Ocupacional da Clínica Médica MedAdvance, as diferenças sensoriais abrangem uma ampla gama, incluindo hipersensibilidade a odores, sabores, texturas de alimentos, toques, ruídos altos, luzes intensas e até mesmo sensibilidade à luz solar ao ar livre. "As festas de final de ano representam um desafio para os pais atípicos e crianças autistas com hipersensibilidade auditiva. Os fogos, característicos do Réveillon, podem causar desconforto, levando a criança a mostrar-se assustada e até apresentar dores físicas devido ao barulho", ressalta a especialista.
 

As ramificações dessas diferenças são tão variadas quanto suas manifestações. É crucial destacar que, dada a singularidade de cada pessoa com autismo, as formas de vivenciar estímulos sensoriais e seus impactos diários variam consideravelmente. "A intensidade dessas influências depende do grau de autismo e da rotina individual de cada pessoa. Crianças com autismo frequentemente experimentam essa sensação de desregulação, episódios de sobrecarga sensorial, que podem ser intensos. É preciso atenção a isso, especialmente no final do ano, pois muitas vezes, isso pode ser confundido com as famosas 'birras'", explica a terapeuta ocupacional da MedAdvance.
 

Miguel Ferreira, 5 anos, tem autismo moderado e é hipersensível a sons específicos, como fogos de artifício e eletrodomésticos. Sua mãe, Auricélia Ferreira, compartilha que, para as festas de fim de ano, as comemorações ocorrem dentro de casa ou na casa de amigos, onde o barulho é menor. "Mas já houve momentos em que ele ficou extremamente desconfortável, agitado, passou mal, sem conseguir expressar o que estava sentindo, pedindo para parar com o som de uma furadeira, por exemplo", relata.
 

Para possibilitar a participação das crianças autistas na temporada festiva, Cristiane Oliveira, Terapeuta Ocupacional da MedAdvance, sugere estratégias simples para reduzir estímulos excessivos e criar um ambiente mais acolhedor, tais como: usar máscara para os olhos, tampões ou fones de ouvido em situações de muito barulho; fornecer óculos escuros e bonés para momentos de muita claridade; escolher lugares mais tranquilos para festejar, evitando aglomerações, e oferecer a opção de afastar a criança, por alguns instantes, para um ambiente mais sossegado, permitindo que ela se autorregule.


Como processos de separação impactam no socioemocional de crianças e adolescentes


Você certamente já ouviu, em algum momento, que a criação de uma rotina é fundamental para o bom desenvolvimento de crianças e adolescentes. Estabelecer essa rotina não é simples, mas os benefícios que ela proporciona são impressionantes. Além de criar um ambiente seguro e previsível, hábitos, atividades e costumes pré-definidos propiciam disposição e tranquilidade, além de trazer disciplina para o cotidiano. As crianças e adolescentes crescem cientes de que possuem direitos e deveres e de que há momentos para a realização de cada coisa. 

 

A questão da rotina inclui, por exemplo, a vida em família e as atividades realizadas em conjunto pelas pessoas que a compõem. Sendo assim, quando uma separação acontece, inevitavelmente temos uma quebra desse ambiente protegido. Consequentemente, crianças e adolescentes acabam vulneráveis a uma série de ‘consequências’, que por sua vez, trarão impactos para a sua vida social e emocional. 

 

Muitas vezes, as crianças podem vir a se sentir culpadas pela separação dos adultos. Isso pode acontecer de maneira inconsciente e, em boa parte dos casos, os pequenos ou mesmo os adolescentes avaliam seus próprios comportamentos a fim de entender qual erro motivou a desunião familiar. Consequentemente, ocorrem problemas de autoestima. Não é difícil, após o divórcio dos pais, ver crianças e jovens que questionam seu valor e sua importância na vida dos genitores. Muitos chegam a apensar que a separação interfere no amor que os mesmos sentem por eles, o que afeta seus potenciais. Também não é incomum que, por imaturidade emocional, crianças e adolescentes fiquem ressentidos com os pais e desenvolvam sentimentos de raiva e aversão por um ou por ambos. Isso se manifesta por comportamentos agressivos e atitudes desafiadoras. 

 

Em decorrência dessa mudança na rotina, o rendimento escolar invariavelmente é afetado. Isso, porque o estresse e abalo emocional interferem diretamente na capacidade de concentração e na interação social, o que por sua vez leva à uma dificuldade em estabelecer relações de confiança com outras pessoas. Trata-se de um comportamento defensivo, adotado pelo temor de sofrer novas perdas e vivenciar outras rupturas. O caminho mais ‘fácil’ nesses casos é não estabelecer vínculos afetivos. 

 

Quando chegamos aos períodos de festas, caso do Natal, Ano Novo, Dia das Mães, dos Pais e até mesmo aniversários, as chances de que os sentimentos de falta e solidão se tornem ainda mais intensos para os pequenos. Desânimo, ansiedade, depressão, angústia, frustação, birras, falta de interesse por atividades rotineiras e até pelo brincar podem ser notadas, além de casos de regressão de comportamentos, como o escape de xixi durante o sono, por exemplo. 

 

A verdade é que os rompimentos entre os pais jamais devem afetar os laços afetivos criados entre pais e filhos. O ideal, inclusive, é que os adultos possam, de maneira delicada, deixar isso muito claro às crianças e adolescentes não apenas por meio de palavras, mas especialmente através dos comportamentos. Pelo fato de estarem distantes e separados fisicamente, os pais precisam redobrar a atenção às possíveis crises e sentimentos de abandono que seus filhos possam vir a manifestar. Mais ainda, precisar estar de olhos abertos para aquilo que eles não expressam de forma clara ou verbalmente. Evitar brigas na frente dos filhos, falar mal um do outro para as crianças são atitudes importantes, assim como a manutenção de uma boa convivência. É essencial que a saúde e bem-estar das crianças e adolescentes seja colocada como ponto focal a partir do momento em que a decisão é tomada. 

 

Mudanças nunca são processos simples ou fáceis de serem vivenciados. Porém, quando baseados em muita conversa, amor, compreensão e auxílio de um profissional especializado, quando necessário, pode ser uma fase vivida com mais tranquilidade e sem provocar traumas, que gerem impactos por toda a vida. 

 


Sueli Conte é Psicóloga - Psicopedagoga, Doutoranda em Neurociências, Mestre em Educação, aplicadora e facilitadora das Barras de Access e ThetaHealing, além de fundadora do Espaço Saúde Integrativa by Sueli Conte, localizado na Zona Sul de São Paulo.
www.instagram.com/saudeintegrativa_oficial
www.instagram.com/sueliconteoficial


Violência Doméstica: O que causa e como afastar esse problema?

Há um conjunto de fatores ou traços individuais que fazem uma mulher se submeter a uma situação de violência por mais tempo, afirma o Pós PhD em neurociências e com mestrado em psicologia, Dr. Fabiano de Abreu Agrela

 

 

Com casos recentes de violências enfrentado por mulheres famosas, como Ana Hickmann e Patrícia Ramos, o tema violência doméstica ganhou uma grande projeção, fazendo com que diversas questões fossem levantadas, como o que faz uma mulher se manter em um relacionamento abusivo? Como se livrar desse tipo de relação?

 

De acordo com o Pós PhD em Neurociências e com mestrado em psicologia, Dr. Fabiano de Abreu Agrela, nem todas as mulheres aceitam esse tipo de situação e, como nos casos recentes na mídia, denunciam, mas nos casos onde elas permanecem na relação, diversos fatores podem ser os culpados.

 

Não é qualquer mulher que sofre esse tipo de violência, há muitas que não aceitam e saem do relacionamento logo nos primeiros indícios. As que suportam essa situação por mais tempo podem estar relacionadas a diversos fatores, desde genéticos, distúrbios, educação, cultura, entre outros, podendo se tratar de um conjunto de fatores ou traços individuais”.

 

Por que há dificuldade em realizar a denúncia?


Para Dr. Fabiano de Abreu, a decisão para denunciar é mais complexa que apenas coragem, envolvendo também o contexto onde a personalidade da mulher se formou.

 

A falta de capacidade na tomada de decisão não tem relação apenas com a coragem. Estamos falando de impedimentos relacionados ao cérebro e quando falamos de condições cerebrais, falamos de resultado de como o órgão se formatou referente a vertentes ao longo da vida que o moldou. Não é assim tão simples, mas é um processo a ser trabalhado de forma gradativa”.

 

Os impactos da violência doméstica no cérebro da mulher


Situações de violência doméstica, especialmente quando dura muito tempo, gera alterações na anatomia do cérebro, podendo desencadear desde distúrbios mentais à doenças como depressão”, destaca Dr. Fabiano.

 

Falar sobre o tema: Combate ou estímulo?


Quando se trata desse tema, especialmente na mídia, é necessário ter muita cautela com a forma com que o tema é abordado para realmente gerar conscientização.

 

Temos que ter cuidado sempre em falar sobre isso demasiado para não estimular, é necessário trazer a consciência de forma inteligente. A campanha contra esses problemas mais primitivos na grande maioria das vezes é feito de maneira errada e estimula o preconceito através da diferença”.

 

Vivemos em uma sociedade com leis, essas devem ser eficazes para que possam ter limites. Assim como a própria sociedade deve se unir e tentar fazer a sua parte ajudando essas pessoas que têm maior dificuldade em lidar com situações complexas como essa sobre a violência doméstica”, ressalta Dr. Fabiano. 

 



Dr. Fabiano de Abreu Agrela - Pós PhD em Neurociências eleito membro da Sigma Xi, membro da Society for Neuroscience nos Estados Unidos , membro da Royal Society of Biology no Reino Unido e da APA - American Philosophical Association também nos Estados Unidos. Mestre em Psicologia, Licenciado em Biologia e História; também Tecnólogo em Antropologia e filosofia com várias formações nacionais e internacionais em Neurociências e Neuropsicologia. Membro das sociedades de alto QI Mensa, Intertel, ISPE High IQ Society, Triple Nine Society, ISI-Society, Numerical e HELLIQ Society High IQ. Autor de mais de 220 artigos científicos e 17 livros.



Confraternizações e redes sociais, uma combinação que merece cuidado

 Especialistas alertam sobre perigo que expor o que não deve poder acarretar nas relações de trabalho

 

Dezembro é o mês das confraternizações, que ocorrem entre amigos, familiares e nas empresas. Pesquisa realizada nos Estados Unidos pela empresa de marketing OnePoll, em parceria com o site de planejamento social Evite, aponta que cerca de 75% das pessoas gostam da celebração pelo fato de poder socializar com os colegas de uma maneira menos formal. Contudo, o levantamento mostra também que um em cada três funcionários faz algo vergonhoso do qual irá se arrepender. 

Na era digital, tudo que acontece nas confraternizações é comentado e postado nas redes sociais quase que instantaneamente. Dessa forma, muitas gafes, comentários indevidos e situações embaraçosas podem ser expostas. A psicóloga Soraya Oliveira, que atende no centro clínico do Órion Complex, em Goiânia, pontua que é preciso ter precauções com a postura nessas festas. “É recomendado ser comedido, ter bom senso, autocrítica, noção de limites, comportamentos e roupas adequados. Além disso, deve-se ter discrição nessas ocasiões, incluindo as postagens em redes sociais.” 

A especialista alerta sobre os perigos de postagens inconvenientes. “Seja ético no que se refere ao respeito à imagem de colegas em redes sociais sem saber se o outro quer ser exposto por você nessas ocasiões. Muito cuidado com postagens de situações constrangedoras para você ou para qualquer um dos colegas que estiverem em sua companhia. Essas festas de confraternizações são a continuidade de seu ambiente de trabalho, então seja super ético e deixe uma ótima impressão. Tudo isso é relevante para seu trabalho e sua imagem construída nesse ambiente, onde sua postura é fundamental, podendo ser motivo de críticas ou elogios”.

 

Necessidade de exposição

Soraya Oliveira explica que a exposição nas redes sociais exige prudência e bom senso, principalmente em eventos ligados ao trabalho. “Algumas pessoas, em busca de aprovação ou autopromoção, podem acabar expondo pessoas que estão no mesmo evento e que não gostariam de serem expostas por razões diversas. Uma postagem sem autorização da imagem alheia pode acabar criando inimizades ou intrigas nas relações de trabalho por falta de ética, educação e bom senso. Atenção e coerência quando for jogar algo nas redes sociais, essa atitude pode falar muito da personalidade e da pessoa que está postando”. 

A psicóloga destaca também outros pontos que merecem atenção nas chamadas confras. “Tenha autocontrole ao que se refere a bebidas alcoólicas, brincadeiras, tom de voz, cantadas em colegas do trabalho, assuntos desnecessários como falar mal de alguém ou dos chefes, paquerar pessoas comprometidas, ser deselegante como se não houvesse amanhã. As festas são bons momentos para o networking, fortalecer vínculos e rede de relacionamentos profissionais”, ressalta.

 

Posso me complicar?

O advogado Gabriel Fonseca, que integra o escritório Celso Cândido de Souza Advogados, explica que postagens e comportamentos nas confraternizações também podem trazer complicações. Por exemplo, ao postar uma foto ou vídeo, é aconselhável ter o consentimento de todos que estão na imagem. “O direito de imagem é algo inegociável. A pessoa deve autorizar ou, ao mínimo, consentir com alguma publicação, sob pena de dever de reparação cível e até mesmo cometimento de crime, em casos que envolvem situações obscenas”, alerta. 

De uma forma geral, o especialista orienta a ter cuidado com tudo que for postado, em qualquer ambiente. “Por exemplo, algum xingamento proferido, seja por meio escrito ou vídeo, caracteriza o crime de injúria. Falar mal do chefe ou de algum colega de trabalho, ou publicar algo que denigra a imagem de alguém, pode caracterizar o delito de difamação. Deve-se ter muito cuidado com as ‘fofocas’ também. Passar informações falsas sobre alguém pode ser caracterizado como calúnia. E vale lembrar que todos esses crimes têm a pena agravada quando são feitos por meio de redes sociais”, ressalta. 

Nas confraternizações de trabalho, Gabriel Fonseca destaca que se deve ter cuidado redobrado. “A empresa pode estabelecer normas e condutas para eventos que promovam a seus empregados, se essas normas não forem devidamente cumpridas, pode ocorrer até uma dispensa por justa causa. Contudo, a coerência leva a entender que antes ocorra algum tipo de advertência”, afirma ele. “Lembre-se que para se divertir não precisa xingar ou falar mal de outra pessoa. Todas suas ações geram consequências e colocar a culpa na bebida não as exime delas”, completa o advogado.

 

Nutricionista da Hapvida NotreDame Intermédica dá dicas de como aproveitar as festas de fim de ano sem exagerar na alimentação

 

Dezembro é uma época de grandes eventos e confraternizações, como a tradicional ceia de Natal. Seja na companhia da família, dos amigos ou dos colegas, as comidinhas estão sempre presentes em meio às festividades. E será que há saída para comemorar sem exagero? 

Para a nutricionista da Hapvida NotreDame Intermédica, Fernanda Junqueira, apesar de ser um pouco mais difícil manter a alimentação equilibrada diante da mudança na rotina, é possível não cometer excessos nesses momentos, desde que haja um planejamento alimentar. “Muitas pessoas pensam que se preparar ao longo do dia é ficar em jejum por longas horas para ‘aproveitar’ o evento. Não é preciso fazer isso. Você deve se alimentar de forma habitual, porque, no momento da confraternização, vai fazer escolhas mais conscientes”, orienta. 

Para não haver restrições alimentares radicais, a nutricionista recomenda beber bastante água, optar por alternativas naturais e não ficar muitas horas sem comer. “Além disso, é importante analisar as opções antes de preencher o prato, optando por substituições inteligentes, como iniciar com a salada, seguir com as opções de proteína e controlar a quantidade de sobremesa”, ressalta Fernanda. 

A proposta não é proibir nem restringir de forma radical, e sim ajudar a fazer escolhas mais adequadas. “Evite alimentos fritos e dê preferência aos assados. Para substituir o creme de leite em sobremesas, utilize iogurte na versão light. Outra dica é evitar industrializados, aumentar a oferta de frutas e substituir líquidos açucarados, como refrigerante e sucos artificiais, por suco de frutas, água saborizada ou chá de casca de frutas gelado”, indica. 

Para quem exagerou nas datas festivas, o conselho da nutricionista é continuar bebendo muita água, dar preferência a vegetais e hortaliças cruas, além de investir nas fibras de alimentos integrais e sementes. “Limão, abacaxi, melão, chá verde e chá de gengibre, para quem não sofre de hipertensão, podem ajudar a desintoxicar”, exemplifica. 

Além de indicar a busca por profissionais qualificados para melhor orientação, a nutricionista ressalta a importância de aproveitar os momentos especiais que virão. “As festividades não são apenas um ato de comer, mas também de socializar, ver pessoas importantes em sua vida, dar boas risadas e assim guardar boas lembranças”, aconselha Fernanda.

 

sexta-feira, 15 de dezembro de 2023

Final de Semana tem Feira de Adoção na Cinemateca Brasileira

 

Freepik

No próximo final de semana, nos dias 16 e 17 de dezembro - sábado e domingo - o Mercado das Madalenas retorna ao prédio histórico da Cinemateca Brasileira, na Vila Mariana, com uma intensa programação cultural, expositores artesanais, espaço gastronômico  e, pela primeira vez, o evento abriga uma feira de adoção de animais

 

A ação é uma parceria do evento com a ONG SOS Pet Alpha, que já ajudou a resgatar mais de 2.800 animais de rua ou em situações de maus tratos. O processo de adoção envolve o preenchimento de questionário, entrevista e também uma taxa no valor de R$200 paga pelo adotante. Por conta do espaço ser aberto, apenas cachorros estarão disponíveis nesta edição. 


 

Sobre o Mercado das Madalenas

 

Realizado pelas amigas Inara Prudente e Mônica Isnard, desde 2012, o evento se estabeleceu como uma das principais feiras criativas da cidade de São Paulo, sendo um dos principais destinos para quem busca fortalecer a cadeia dos pequenos produtores criativos na cidade.

 

Uma semana antes do Natal, principal data festiva do ano, o evento mistura música, boa comida e atividades culturais para toda a família. Esta é a terceira edição do mercado no local e reúne cerca de 160 expositores das áreas de moda, acessórios, design, artesanato, bem-estar e gastronomia, além de uma programação com 7 oficinas para crianças e adultos.


 

Serviço


Mercado das Madalenas

Onde: Cinemateca Brasileira - Largo Senador Raul Cardoso, 207 - Vila Mariana

Quando: 16 e 17 de dezembro de 2023 | Sábado e Domingo, das 10h às 20h

Acessibilidade: Entrada acessível para cadeirantes 

Pet friendly: Sim

Valet no local: R$ 35,00 (carros) e R$ 30,00 (motos) | Bicicletário gratuito (11 vagas)

Informações para o público: www.cinemateca.com.br | (11) 5906-8100 



Butantã Shopping realiza evento de adoção de cães e gatos no dia 16 de dezembro, entre 12h e 18h, o empreendimento recebe ação do Instituto Ampara Animal

 

No dia 16 de dezembro (sábado), das 12h às 18h, o Butantã Shopping dá continuidade ao seu propósito na causa pet participando mais uma vez da ação que busca encontrar um lar para cães e gatos resgatados pelo Instituto Ampara Animal. O evento acontece no 1º piso do empreendimento e os clientes terão a oportunidade de interagir com os pets e conhecer suas histórias, com todo o suporte da entidade, criada para conservação e reabilitação de animais. 

Desde 2010, a Ampara cuida de cães e gatos abandonados ou vítimas de maus-tratos. A entidade ainda distribui suprimentos para mais de 530 abrigos, protetores e ONGs parceiras. Os pets estarão acompanhados por um grupo de voluntários da ONG disponíveis para esclarecer todas as dúvidas sobre o processo de adoção.

“Existem hoje muitos bichinhos que aguardam por um lar e um acolhimento responsável e cheio de amor. O evento também busca conscientizar a população sobre a importância dos cuidados necessários que os tutores precisam ter para garantir o bem-estar desses animais e a posse responsável”, destaca Franklin Pedroso, coordenador de marketing do shopping.
 

Espaço Pet e Parque Super Pets 

Quem adotar um novo amiguinho ou mesmo quem levar o seu cão para o Butantã Shopping, poderá aproveitar para visitar o novo espaço pet do shopping e ainda o Parque Super Pets, onde as crianças e seus bichinhos se divertem juntos. 

O Parque Super Pets também fica no 1º piso do shopping, dentro do Parque DC, onde tutores e bichinhos de estimação podem brincar juntos. Entre as atividades, está o “Tubo divertido do Ace”, em que o cachorro “indestrutível” do Batman é capaz de proteger a todos os humanos e pets de muitas confusões; a “Toca do Streaky”, gatinho pet da Supergirl, representando muito bem os bichanos com brincadeiras especiais para gatinhos. 

O Parque Super Pets conta ainda com a “Pista de obstáculos da Merton”, que faz referência ao pet escolhido pelo Flash com os mesmos poderes que ele, uma tartaruga “foguete”. Além disso, uma das maiores heroínas de todos os tempos não poderia ficar de fora: a Mulher-Maravilha e sua porquinha são representadas no “Desafio da poderosa Oinc”.
 

O que considerar antes da adoção 

Antes de adotar um animalzinho de estimação, é importante lembrar que esta é uma escolha para acomphar boa tarde da vida do tutor. Para ajudar na decisão, abaixo alguns pontos que precisam ser levados em consideração:
 

Comprometimento: gatos, cães ou outras espécies de animais, exigem um compromisso de longo prazo. E durante esse tempo todo, dependerão de seus donos para comida, água, abrigo, exercícios e afeto ao longo da vida.
 

Tempo e atenção: os animais de estimação precisam de exercícios regulares, estimulação mental e interação social. Os tutores devem estar preparados para dedicar tempo e atenção ao seu pet, por exemplo, com passeios diários, brincadeiras e sessões de treino.
 

Aspectos financeiros: possuir um animal de estimação envolve responsabilidades financeiras, incluindo alimentação, vacinas, tosa, cuidados veterinários e possíveis despesas médicas imprevistas. As famílias devem planejar e fazer uma previsão de gastos de acordo com as necessidades de espécie ou raça do animal de estimação adotado.
 

Compatibilidade de estilo de vida: as famílias devem considerar se seu estilo de vida é adequado para a posse de animais de estimação. Fatores como espaço de convivência, horários de trabalho e a presença de crianças pequenas ou outros animais de estimação podem afetar o bem-estar e a felicidade geral de um animal de estimação. 

Se ainda estiver em dúvida, compareça ao Paseo Alto das Nações no dia 9 de dezembro, conheça os bichinhos e converse com os representantes da ONG Ampara Animal.

 

 Sobre o Instituto Ampara Animal

O Instituto Ampara Animal nasceu em 2010, com a missão de transformar a sociedade através de ações preventivas, gerando impacto positivo com suas ações focadas em educação, controle populacional e adoção de cães e gatos. Combater as mais variadas formas de violência contra a fauna, atuando com advocacy e elaboração de políticas públicas mais eficientes. Defender uma sociedade mais justa e ética, onde os animais sejam tratados com respeito, e possam coexistir com a espécie humana de forma equilibrada.

Em 2015 se tornou a instituição que mais ajuda animais no país, ao se tornar uma "ONG mãe" que oferece suporte para mais de 530 abrigos em âmbito nacional. Em 2016, uma nova frente foi criada, a AMPARA Silvestre, com foco em conservação ao reabilitar espécies silvestres para que possam ser devolvidas à natureza e também oferecer bem-estar aos animais condenados ao cativeiro. Em 2023 a organização se tornou um instituto e há treze anos o Instituto Ampara Animal empreende para que a causa animal ganhe notoriedade e relevância, se tornando a organização referência na defesa dos direitos e proteção dos animais.

 

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Serviço

Evento de Adoção de Pets da Ampara Animal no Butantã Shopping

Data: 16 de dezembro de 2023 (sábado)

Horário: das 12h às 18h

Local: Butantã Shopping – Piso 1

Endereço: Av. Dep. Jacob Salvador Zeibil, S/N – São Paulo/ SP

* Evento gratuito


Shopping Eldorado promove arrecadação de brinquedos e adoção de Pets

Em parceria com as ONGs “Em Família” e “Cão sem dono”, o shopping iniciou as campanhas que ficam até o dia 20 de dezembro  

 

Com a chegada das festas de fim de ano, e com a missão do Shopping Eldorado em transformar o entorno através das ações sociais, o Natal ganha um novo significado para muitas crianças e bichinhos de estimação. Durante o mês de dezembro, o Eldorado terá as campanhas de Natal Solidário, para arrecadação de brinquedos, e a campanha de Árvore de Audoção, para encontrar um novo lar para os pets, além da arrecadação de itens como roupas, ração e acessórios para cachorros.

 

Natal Solidário: arrecadação de brinquedos  

Com o objetivo de apoiar crianças que vivem em comunidades no entorno shopping, o Eldorado promove a campanha “Natal Solidário” para a doação de brinquedos. Até o dia 20 de dezembro, a Árvore Solidária recebe doações de brinquedos novos ou em bom estado de conservação para serem distribuídos a menores em situação de vulnerabilidade social. 

Os itens arrecadados serão destinados a instituições de assistência indicadas pelo Instituto da Criança e pelo Instituto Devolver, parceiros da ação e responsáveis pela validação, contabilização, coleta e entrega de tudo o que é arrecadado.

 

 Natal Pet

Em parceria com a ONG Cão Sem Dono, o Shopping Eldorado está promovendo a campanha da “Árvore de Adoção” durante esta temporada especial. O objetivo é encontrar novos lares para os pets da ONG. Até o dia 24 de dezembro, os visitantes do shopping encontrarão no Espaço Pet do Eldorado uma árvore com as informações e fotos dos pets da ONG que estão prontos para serem adotados. 

Além disso, em colaboração com a Cão Sem Dono, o shopping está realizando uma campanha de arrecadação de brinquedos, ração, roupas e acessórios para os cãezinhos cuidados pela ONG. As doações podem ser feitas no Espaço Pet do shopping. 

Para as famílias que já têm seus queridos pets, o Shopping Eldorado oferece uma experiência natalina encantadora. O local está decorado para receber não apenas as crianças, mas também seus companheiros de quatro patas. Há um trono especial para os pets, onde podem tirar fotos memoráveis com o Papai Noel. 

"O Natal é um momento de celebração, e nós do Eldorado queremos tornar essa época ainda mais especial. Somos o destino ideal para todas as opções de presentes mas também para promover o encontro com ações sociais que ajudam o entorno e a vida de centenas de crianças e bichinhos de estimação”, diz Lilian Piva, gerente de Marketing do Shopping Eldorado.

 

Serviço:

Árvore Solidária: Arrecadação de Brinquedos

6 a 20/12

Local: Praça de Eventos Jardins

Parceria com ONG Em Família

 

Árvore de Audoção

Conheça os pets que estão prontos para ganhar um lar

Espaço Pet - Rooftop, 3° Piso

 

Arrecaudações

Doe brinquedos, rações, roupinhas e acessórios

Espaço Pet – Rooftop, 3° Piso

 

Trono Pet

Traga seu aumigo para tirar foto com o Papai Noel

Praça de Eventos Jardins – 1°Piso


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