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quinta-feira, 3 de novembro de 2022

Marketing de influência: o que bombará em 2023?

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Thiago Cavalcante, CEO da Inflr, estima quais serão as principais tendências no mercado de influência para o próximo ano


O poder de influência sempre existiu. Entretanto, nos últimos anos, o assunto tem estado mais em alta do que nunca. Isso se deve pelo surgimento dos influenciadores digitais. A cada ano os criadores de conteúdo ganham mais espaço nas redes sociais e na sociedade, entretanto, com as mudanças nas preferências dos usuários, a maneira de influenciar muda também.

 

Segundo pesquisa realizada neste ano pela Influencer Marketing Hub o investimento em marketing de influência cresceu 711% de 2016 para 2021, tendo saltado de de US$ 1,7 bilhão para US$ 13,8 bilhões no respectivo período. Além disso, de acordo com o levantamento, a estimativa de crescimento para 2022 é de 18,8%.

 

“Este ano já revelou muitas tendências que devem prevalecer e ganhar mais força em 2023. O marketing de influência está em um momento muito bom, pois as marcas já entenderam a importância desse investimento e desde lá, vem colhendo muitos frutos derivados de ações com influenciadores”, afirma Thiago Cavalcante, CEO & CSO da Inflr.

 

O empresário também conta quais serão as principais apostas para o marketing de influência em 2023

 

Micro influenciadores

Segundo Cavalcante, os micro influenciadores, ou seja, aqueles nichados, com menor número de seguidores, mas com um público engajado, irão dominar as redes no ano que vem. “No início, tínhamos os grandes influenciadores, que detiam milhões de seguidores e atingiam diversos públicos diferentes. Hoje, além deles, temos influenciadores menores, com público fiel e alto poder de influência. O TikTok escancarou ainda mais esse movimento. Lá temos influenciadores que falam sobre todos os assuntos imagináveis, conquistando identificação e confiança dos internautas”.

 

O empresário ainda explica a relação destes novos creators com as marcas. “Trabalhar com grandes influenciadores nem sempre é viável para todas as empresas. Então, o match entre micro influenciadores e empresas menores é quase certo. Hoje, o mercado dá oportunidade para todos os criadores, sejam grandes ou pequenos, se encaixarem”, pontua.


 

Compatibilidade entre marcas e influenciadores


Outra tendência que ganhará ainda mais força no segmento marketing de influência, é a preocupação das marcas quanto aos valores dos influenciadores que as representam. “As empresas já têm se movimentado em buscar por creators que tenham uma visão de mundo semelhante à delas, uma vez que são os influenciadores que intermediam a relação entre as marcas e consumidores. O público enxerga aquele representante como parte da marca e logo, as ações e posicionamento dele pode ser enxergado como o posicionamento da empresa tambem”, pontua o empresário. 


 

Influenciadores internos e influenciadores virtuais


Por conta da necessidade de influenciadores que sejam compatíveis com os valores das marcas, outra grande expectativa do setor para 2023 são os influenciadores internos e personas virtuais. ”Por segurança, muitas empresas já têm investido em utilizar seus colaboradores como influencers de marca, outras até mesmo criar virtualmente um avatar para representá-la. Até mesmo os grandes creators já tem começado a se consolidar no metaverso como influenciadores virtuais”, argumenta Cavalcante.

 

Além disso, o empresário ainda explica sobre a importância das empresas terem seus próprios influenciadores internos. “As marcas querem ter rostos que as representem 100%. Utilizar o próprio time de colaboradores, por exemplo, além de expor um ambiente saudável de trabalho, gera confiança e proximidade com os clientes”.


 

Cobranças por posicionamento


Outro ponto de alerta para o CEO, é sobre a necessidade de posicionamento dos influenciadores. “Hoje, se você é um artista ou aparece com frequência na mídia, precisa ter uma opinião pública sobre todas as coisas. Isso vai desde inclinações políticas, até se prefere a terminologia bolacha ou biscoito. Isso não é muito diferente com influencienciadores”, aponta. “As novas gerações são mais exigentes, principalmente quando falamos sobre causas sociais. Por isso, acredito que nos próximos anos, a demanda crescerá ainda mais, principalmente na internet”, alerta Cavalcante. 

“Os internautas têm exigido fortemente que os influencers tenham uma opinião clara sobre todos os assuntos e acontecimentos. A pressão é maior quando a expectativa dos seguidores é que aquela figura pública tenha condições semelhantes as deles. Quando o contrário acontece, aquele influencer corre o risco de cancelamento e perda de seguidores e contratos”, finaliza.

 

Inflr - AdTech pioneira em ações com influenciadores digitais


Buscas por voz vão superar as buscas escritas?


Será que as buscas por voz vão superar as escritas? Se sim, quando isso pode ocorrer? Essas são duas questões que estão postas há pelo menos 10 anos ou, no mínimo, desde que a qualidade dos sistemas de buscas por voz como Google, Siri, Alexa, Cortana, Bixby entre outros atingiu níveis que tornaram seu uso realmente viável.

 

Se olharmos os números, veremos que as buscas exclusivamente por voz ainda estão num patamar muito baixo, mas seguem com tendência de crescimento, em especial quando realizadas por meio de dispositivos móveis. É o que indica a segunda edição da pesquisa State of Search Brasil, realizada em 2021. O levantamento aponta que os usuários que realizam buscas exclusivamente por voz representam apenas 2% do total de usuários de notebooks e desktops, mas sobem para 5% quando são realizadas por smartphones. Quando considerados os usuários que utilizam tanto voz como escrita em suas buscas, os valores sobem para 32% e 47% respectivamente. E um dado relevante é que esses números cresceram 25% em relação a 2020.

 

Pode até parecer pouco, mas isso demanda atenção de empresas e profissionais de SEO, pois se trata de uma tendência de mudança no comportamento do usuário, que pode interferir expressivamente nos resultados de buscas. O crescente aumento do uso dos assistentes de voz e, também, dos aplicativos de metaverso, vão contribuir para impulsionar as buscas feitas por voz.

 

Diante dessas tendências, as chamadas buscas de cauda longa (long tail), que utilizam três ou mais palavras, possuem maior probabilidade de ocorrer, pois é natural que, ao fazermos buscas por voz, utilizarmos frases mais completas ou fazermos isso na forma de perguntas. Nesse cenário, softwares que auxiliem na criação automática e escalável de páginas web, que fazem a correlação dessas palavras, podem ajudar, e muito, a garantir um bom posicionamento nas buscas.

 

Outro ponto que merece destaque e que vai interferir diretamente no número de impressões é a tendência de aumento nas buscas por meio dos sistemas de assistentes de voz. Isso terá cada vez mais impacto nas métricas.

 

Diferentemente das pesquisas realizadas diretamente no Google, as consultas feitas via assistente de voz não geram impressões. Vejamos um exemplo: se perguntarmos qual a distância entre São Paulo e Belo Horizonte diretamente à assistente eletrônica, receberemos a resposta, mas ela não vai gerar uma impressão, como seria se utilizássemos um buscador como o Google, por exemplo. Será uma impressão a menos para algum site que aparecia na primeira posição para esse tipo de busca.

 

Outra métrica que sofrerá alterações é a de volume de tráfego. Há uma tendência que perguntas, como por exemplo sobre a previsão do tempo, migrem cada vez mais para assistentes de voz. São milhares, talvez milhões de buscas que aos poucos deixarão de ser feitas em buscadores, que não vão mais gerar volume de tráfego e nem impressões. Outras perguntas que devem migrar para os assistentes de voz são, por exemplo, sobre as cotações de moedas, fechamento de bolsa de valores ou mesmo a receita de algum prato.

 

Em um futuro próximo, conforme os assistentes de voz ampliarem as possibilidades de realização de compras, os usuários serão direcionados diretamente para determinados supermercados, lojas parceiras ou ligadas diretamente a esses assistentes. Isso não impactará apenas nas métricas, mas diretamente nas conversões de vendas. Essas são apenas algumas tendências que devemos acompanhar de perto e ficarmos atentos aos impactos que elas poderão trazer para empresas e negócios. 

 

Ao longo dos anos, as equipes de SEO sempre tiveram que enfrentar expressivos desafios e as buscas por voz são apenas mais um que se apresenta para um futuro próximo. Mas, afinal, alguém falou que seria fácil?

 

 

Carol Junqueira - Gerente de Marketing e Cultura da Simplex 

Jonas Marinho - Gerente de Analytics e Business Intelligence da Simplex


Novembro Azul: rodovias concedidas exibirão mensagens de incentivo à prevenção do câncer de próstata

O objetivo da campanha é conscientizar homens para a importância da prevenção precoce

 

A partir desta quinta-feira (3), a ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo e as 20 concessionárias que integram o Programa de Concessões Rodoviárias reforçam a campanha “Novembro Azul”, movimento internacional de conscientização para o controle do câncer de próstata. Em parceria com a Sociedade Brasileira de Urologia de São Paulo (SBU-SP), as concessionárias exibirão nos painéis eletrônicos (PMVs) distribuídos ao longo dos 11,1 mil quilômetros de rodovias concedidas a mensagem:

 

“Homem, cuide da sua saúde. 

Faça exame de próstata”

 

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA) são estimados cerca de 65.840 novos casos da doença para 2022. A prevenção precoce é de extrema importância, afinal, as possibilidades de cura aumentam quando o câncer é descoberto no início.

 

“Participamos anualmente da campanha Novembro Azul com o objetivo de conscientizar todos os usuários para que sejam multiplicadores das mensagens de prevenção e alerta os homens”, diz o diretor-geral da ARTESP, Milton Persoli.

 

Além disso, para reforçar a relevância do mês, os prédios da ARTESP, na capital paulista, os prédios das concessionárias serão iluminados com a cor azul. Também serão divulgadas mensagens informativas sobre o tema nas redes sociais e canais de comunicação das operadoras e da Agência Reguladora.  

 

Novembro Azul


A campanha Novembro Azul está presente em mais de 20 países e integra o calendário do Brasil desde 2011. Celebrado anualmente, o mês é considerado um dos mais importantes na luta contra o câncer voltado aos homens. Afinal, sem considerar os tumores de pele não melanoma, a doença ocupa a primeira posição em todas as regiões brasileiras.

 

O intuito da campanha é colocar o assunto em pauta na sociedade, estimular a participação da população, empresas e entidades com ações que contribuam no combate à doença, além de compartilhar informações sobre prevenção, diagnóstico e tratamento para a redução da mortalidade.

 

Sociedade Brasileira de Urologia de SP

A entidade sem fins lucrativos, fundada em 1926, hoje possui 24 seccionais espalhadas pelo Brasil com a função de coordenar e monitorar a atividade urológica em seus Estados. A SBU congrega hoje cerca de 90% dos urologistas brasileiros, ou seja, mais de 4 mil profissionais. Desde 2004 a SBU realiza campanhas anuais de conscientização do câncer de próstata para aumentar a sobrevida de pacientes acometidos pela doença.

 

Estudantes do ensino médio também podem estagiar

Entenda para quem é a oportunidade e quais as principais cláusulas envolvidas  

 

Esses dias me perguntaram sobre a atuação dos alunos de ensino médio, se eles estão aptos e realmente podem concorrer a vagas de estágios. Logo, pensei em escrever sobre isso para oferecer um panorama de oportunidades para esses estudantes ainda no início da vida profissional. Portanto, este artigo tem o objetivo de explicar quanto à idade, carga horária, benefícios e demais qualificações reconhecidas na Lei de Estágio. 

 

Quem está apto a ser estagiário segundo a Lei de Estágio? 

 

Em seu primeiro artigo, a lei nº 11.788/2008 - Lei de Estágio - evidencia quem pode se inscrever para essa modalidade. “Art. 1º Estágio é ato educativo escolar supervisionado, desenvolvido no ambiente de trabalho, que visa à preparação para o trabalho produtivo de educandos que estejam freqüentando o ensino regular em instituições de educação superior, de educação profissional, de ensino médio, da educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional da educação de jovens e adultos”, ou seja, o EJA. 

 

Logo, quem é aluno do ensino médio, basta ter no mínimo 16 anos, estar regularmente matriculado e frequentando uma instituição de ensino (IE). Isso porque o principal objetivo da iniciativa é conciliar os aprendizados da sala de aula com os conhecimentos da dimensão empresarial. Assim como pontua a norma: “§ 1º O estágio faz parte do projeto pedagógico do curso, além de integrar o itinerário formativo do educando. § 2º O estágio visa ao aprendizado de competências próprias da atividade profissional e à contextualização curricular, objetivando o desenvolvimento do educando para a vida cidadã e para o trabalho”. 


Aqui, cabe uma reflexão. Segundo dados expostos pela Associação Brasileira de Estágios (Abres), temos 17,2 milhões de possíveis estagiários no país, quando consideramos a soma dos níveis superior, médio e técnico. Porém, apenas 5,2% deles conseguem de fato essa admissão. Ao recortarmos esse cenário, são 8.537.992 de jovens no ensino médio e técnico. Desse número, somente 214 mil, ou seja, 2,5% estagiam. Por isso, é essencial entender a fundo para não perder informações sobre essa possibilidade e ajudar a aumentar esses números no país.

 

Sendo assim, existem algumas particularidades da atividade, as quais as diferenciam muito de um emprego formal como a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Entre elas, podemos destacar sua jornada, decidida em comum acordo entre todas as partes envolvidas, ou seja, a contratante, o contratado e o colégio vinculado. Assim, deve se limitar a: “I - 4 (quatro) horas diárias e 20 (vinte) horas semanais, no caso de estudantes de educação especial e dos anos finais do ensino fundamental, na modalidade profissional de educação de jovens e adultos; II - 6 (seis) horas diárias e 30 (trinta) horas semanais, no caso de estudantes do ensino superior, da educação profissional de nível médio e do ensino médio regular”. 

 

Por que investir no estágio para os jovens do ensino médio? 

 

É preciso destacar o quanto o contato com o meio empresarial ajuda na formação dos indivíduos. Inclusive, isso é um incentivo para tirá-los das ruas, evitando serem assediados pela marginalidade. Assim, eles conseguem ter mais perspectivas de futuro e expandir suas chances para evoluir, construindo uma carreira desde a primeira oportunidade. 

 

Ao estagiar, esse adolescente vai conviver com especialistas, já capacitados e com propensão a ensinar ainda mais. Logo, verá a importância da educação para além dos muros da escola, pensará na faculdade ao se espelhar com outras vivências, entre outras ideias. Ou seja, é uma maneira direta de construir o ensino do país, estimulando a escolarização dos nossos futuros profissionais. 

 

Por isso, sempre digo: tudo começa na base! Ir contra o estágio no ensino médio, como alguns equivocadamente o fazem, é investir em retrocesso, deixando meninos e meninas à margem da sociedade, soltos para atividades desfavoráveis para si e para outrem. Mais um ponto é o subemprego, danoso a sua qualificação, pois converge em caminhos alternativos. 

 

Conheça algumas particularidades da modalidade de estágio segundo a Lei nº 11.788/2008

 

Um ponto de prudência para as corporações diz respeito à fidelização desse participante. “Art. 11 A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder 2 (dois) anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência”. Ou seja, é preciso estar atento ao TCE (Termo de Compromisso de Estágio) e atualizá-lo em vista de qualquer mudança para não burlar nenhuma pontuação da legislação. 

 

Para o candidato, um dos benefícios da categoria é a remuneração mensal. “Art. 12 O estagiário poderá receber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, sendo compulsória a sua concessão, bem como a do auxílio-transporte, na hipótese de estágio não obrigatório”. Vale ressaltar: existem dois tipos, o curricular (mandatório para a obtenção do diploma) e o extracurricular (opcional). 

 

Neste segundo caso, a lei garante o direito de pagamento para o integrante. Em geral, não tem um valor específico ou pré-determinado, mas sempre aconselho aos empresários a oferecerem um montante compatível com os requisitos exigidos, as tarefas a serem executadas e o custo de vida no local. Muitas vezes essa quantia é utilizada para custear a formação acadêmica, ajudar nas contas da casa ou até para sustentar a família. Por isso, é importante ter cautela a esse detalhe. 

 

Ainda, é possível destacar o recesso remunerado. A cada 12 meses atuando na mesma corporação, há a possibilidade de aproveitar 30 dias de descanso. A fim de contagem, são 2,5 dias a cada mês de ocupação. Recomendo combinar esse momento com as férias escolares, assim será possível repousar sem ter outras obrigações para atrapalhar. É o período ideal para fazer uma viagem, aproveitar o lazer com amigos e familiares, realizar cursos de capacitação ou colocar em prática aquele projeto pessoal há muito tempo na gaveta. 

 

Ademais, o auxílio transporte diz respeito àqueles casos nos quais há necessidade de deslocamento. Dessa maneira, para quem atua no formato home office, não existe essa obrigação. Contudo, é interessante disponibilizar um valor para investir nas ferramentas de trabalho, auxiliando com um serviço de Internet qualificado, um equipamento adequado ou outras melhorias. Já o vale refeição, day off no aniversário, bonificação, comissão por metas atingidas ou outros reconhecimentos, não é mandatório. Portanto, fica a cargo da empresa decidir se oferecerá ou não. 

 

Existem inúmeras vantagens de contratar estagiários e dar oportunidade para esse grupo 

 

Em mais de um lugar, a Lei de Estágio evidencia como essa prática não é caracterizada como emprego. “Art. 3º O estágio, tanto na hipótese do § 1º do art. 2º desta Lei quanto na prevista no § 2º do mesmo dispositivo, não cria vínculo empregatício de qualquer natureza”. Por esse motivo, a concedente fica isenta de alguns impostos e encargos trabalhistas, tais como FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), 1/3  sobre férias, multa rescisória de 40% e 13º salário. 

 

Ao abrir as portas para essa moçada, é possível estimular a economia brasileira, fornecendo poder de compra para quem inicia sua jornada por agora, enquanto diminui a evasão escolar ao incentivar os estudos e a constante capacitação. Ainda, é uma maneira totalmente legal de investir no futuro da nação, vamos juntos torná-lo mais promissor para todos! 

 

Carlos Henrique Mencaci - presidente da Abres – Associação Brasileira de Estágios

 

A escrita terapêutica pode ajudar no luto

 

A vida se torna uma morte lenta, um padecimento indizível. O lamento perpétuo de alguém que nada deseja, que pouco sente, que quase tudo negligência. Assim descrevi o luto de um dos meus personagens, no romance “Qual é o nome da vez?”.

Apresentar uma perda tão significativa sob a lente masculina, foi uma das experiências mais lancinantes do meu processo de escrita. Vivi, de mãos dadas com o meu protagonista, cada resposta emocional ao fato de ver sua esposa inexistir prematuramente.

Se o pesar da ficção grita tamanho desalento, ainda não pode ser comparado ao luto da vida real: um processo natural que ocorre em reação a um rompimento brusco de vínculo e que a grande maioria dos indivíduos terá que lidar mais cedo ou mais tarde no decorrer da vida.

Luto que é a morte de quem se foi, mas também de uma versão - agora inalcançável - da pessoa que ainda vive. Morte de expectativas, de sonhos, de promessas. Sem tempo de duração definido, o processo pode se estender por anos e levar ao adoecimento físico e mental, caso não haja conscientização sobre a importância do acolhimento, da desconstrução da interdição do luto e de sua naturalização.

Esquivar-se da tristeza como mecanismo de fuga não liberta, não salva, não cura.
Durante os tempos pandêmicos, o processo se tornou ainda mais complexo com força de fenômeno coletivo, afinal, a morte se fez próxima e escancarada em uma emergência sanitária global. Ainda choramos por esses mortos. Ainda estamos aprendendo a lidar com tantas perdas.

A escrita terapêutica, cada vez mais utilizada nesse processo, pode auxiliar o enlutado a vivenciar sua dor emocional e adaptar-se gradualmente a um novo contexto de vida de ausência do ente querido. Não substitui o acompanhamento psicoterapêutico ou psiquiátrico, mas é mais uma ferramenta a ser inserida no cotidiano do indivíduo a fim de acalentar o sofrimento diante da perda e equilibrar seu estado emocional.

Um dos exercícios mais recomendados para o luto é o da escrita de uma carta para alguém que já se foi, registrando em um papel suas memórias, agradecimentos, desculpas e qualquer palavra que deseja dizer hoje para a pessoa amada que já não está presente.

As possibilidades das palavras se tornarem ponte para a (re)organização de sentimentos nessa fase tão dolorosa são infinitas. A escrita ressignifica experiências, alcança memórias, é canal de escuta atenta das dores que carregamos no peito.



Lella Malta - cientista social, escritora, preparadora literária, educadora e terapeuta de escrita expressiva. Focada na saúde mental das mulheres, se dedica ao estudo da psicanálise e da psicologia positiva. Autora de três livros, os romances: “Qual é o nome da vez?” e “Você tem fama de quê?”. Além de uma obra autobiográfica que retrata a realidade de pessoas que lidam com a ansiedade: “Prazer, Paniquenta: Desventuras Tragicômicas de Uma Ansiosa”

 

Os benefícios do uso eficiente de carvão ativado para a despoluição das águas e rios brasileiros

É inegável que as duas maiores preocupações do planeta estão centradas na insegurança alimentar e no consumo de água. Além de alimentos, todos necessitam de água potável para sobreviver. 

O Brasil é um país privilegiado, sendo um dos quatro maiores produtores de alimentos no mundo, perdendo apenas para Estados Unidos, China e Índia. Apesar desse importante índice, o Brasil fica atrás em relação às tecnologias aplicadas, em especial as que fazem a água se tornar limpa. 

Hoje em dia, para a correta purificação da água, é comum a utilização da casca de coco, que após reaproveitamento energético, se transforma em carvão ativado, o que proporcionará esse excelente benefício. Bastante utilizado, aproveita-se cerca de 90% deste produto para filtrar a água e o ar. 

O Brasil exporta as cascas de coco para os Estados Unidos, que detém todo o suporte e tecnologia para a transformação do carvão ativado antes de vender para o resto do mundo, incluindo o Brasil, que precisa atualizar suas tecnologias, industrializar o produto nacionalmente e gerar valor para exportação, além de purificar as águas e rios locais.

 Nesse sentido, a cana-de-açúcar surge como uma alternativa fundamental na substituição das cascas de coco para o Brasil. Importante fonte de energia, o reaproveitamento do bagaço da cana, onde normalmente descarta-se 80%, passaria a ser utilizado para a fabricação do carvão ativo. 

Maior produtor mundial de cana-de-açúcar, o Brasil se beneficiaria pelo menor valor de matéria-prima e a não dependência da comercialização ser feita nos Estados Unidos, já que a produção passaria a ser no próprio território brasileiro. 

Após o aproveitamento da cana para a produção de açúcar e álcool, a queima do bagaço da cana-de-açúcar, que também gera energia elétrica dentro dos processos de uma usina termelétrica, passa a ser uma matéria-prima de uso ainda mais eficiente e sustentável. 

A transformação do bagaço da cana em carvão ativado, no intuito de gerar um novo método e recurso renovável de purificação e recuperação das águas, ajudará na preservação do meio ambiente e na criação de novos polos produtivos espalhados pelo país que sofrem com águas impróprias para uso e consumo, como a região nordeste, uma das mais afetadas pelo problema, que passariam a se tornar mais produtivos. 

Com todos os problemas, o Brasil é a quinta maior reserva de água potável do mundo. A produção local do carvão ativo ajudará o país a garantir água e comida para sua população e o mundo, aumentando também significativamente a produção agrícola nacional. 

 

J.A.Puppio - empresário, diretor-presidente da Air Safety e autor do livro “Impossível é o que não se tentou”.


Fraudes em investimentos crescem no Brasil: descubra como se proteger e evitar prejuízos

Para evitar cair em golpes no mercado financeiro, é necessário ter bastante atenção e seguir alguns cuidados

 

Promessas de ganhos rápidos em um curto período, investimentos fáceis e sem nenhum risco e lucros exorbitantes com pequenos valores. Essas são algumas frases ditas por supostos especialistas financeiros ou até mesmo estampadas em chamadas de matérias e vídeos pela internet. Essas promessas atrativas tem feito diversos brasileiros amargarem prejuízos financeiros.

De acordo com a pesquisa “Fraudes em Investimentos no Brasil”, feita pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), 14% dos internautas brasileiros disseram já terem perdido dinheiro em esquemas fraudulentos.

Para evitar cair em golpes no mercado financeiro, é necessário ter bastante atenção e seguir alguns cuidados. “Primeiramente, é necessário compreender que não existe nenhum investimento capaz de oferecer um retorno financeiro alto em um curto período de tempo, então se uma pessoa receber uma mensagem ou ver um anúncio que promete ganhos expressivos em um mês, por exemplo, é importante ficar atento”, explica Tiago Cespe, especialista em investimentos e criador da Cespe Investimentos.

Outro ponto importante que vale para outras situações do cotidiano também, como é o caso das empresas de e-commerce, é pesquisar sobre o histórico do profissional ou então sobre a instituição na internet. É necessário averiguar se já não existem reclamações em sites especializados, verificar as redes sociais da empresa, quando ela foi fundada e os perfis dos profissionais por trás do projeto.

“Um ponto importante é achar as redes sociais dessas instituições e ver o histórico dos posts, os comentários, se as informações batem, pois algumas empresas que aplicam golpes criam e deletam perfis com frequência, então muitas vezes os seguidores são comprados, os perfis não tem posts muito antigos, então o ideal é dar uma averiguada”, pontua Cespe.

Aplicar dinheiro no mercado financeiro também exige paciência e muita pesquisa. Como o objetivo dos golpistas é conseguir que a transação seja feita o mais rápido possível, eles acabam pressionando o cliente para que ele aplique o dinheiro o quanto antes. “É preciso ficar atento se o suposto profissional pedir muito dinheiro e ficar mandando mensagens para que o pagamento seja feito na hora para a pessoa não correr o risco de perder a oportunidade, pois esse tipo de atitude é bem comum quando se fala em golpes financeiros”, ressalta Cespe.

Com o objetivo de passar credibilidade, muitas vezes os golpistas utilizam de forma ilegal imagens de pessoas conhecidas na mídia ou na internet, e em alguns casos, ofertam algo dizendo que eles fazem parte de uma determinada instituição financeira. Diante desses casos, uma das opções é entrar em contato com o banco em questão para confirmar se os valores realmente são os mesmos e não se trata de um golpe.

“É muito comum ver hoje em dia nas mídias sociais anúncios prometendo dinheiro rápido e fácil, ou então mensagens de texto e e-mails dizendo que a pessoa foi contemplada com uma oportunidade de investir uma quantia baixa por mês e receber lucros descomunais. No caso dos e-mails, importante reparar no endereço do e-mail, pois geralmente são endereços confusos, com números e domínios estranhos”, diz Cespe.

No caso dos investimentos em renda fixa, existe uma maneira simples de saber se eles podem ou não render um alto percentual. Para isso, basta procurar na internet a taxa de juros básica no Brasil, a taxa Selic. Se o anúncio em questão estiver prometendo uma rentabilidade muito maior que a taxa, já é algo para ficar desconfiado.

“O ideal é procurar um assessor de investimento, pois ele consegue indicar quais são os investimentos mais adequados de acordo com a realidade financeira do cliente e com os seus objetivos e evita que a pessoa tenha prejuízos financeiros por conta de golpes”, finaliza Cespe.

  

Cespe Investimentos

https://cespeinvestimentos.com.br/

 

Black Friday e os direitos do consumidor

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Mesmo sendo itens promocionais, o cliente que comprar on-line tem direito ao arrependimento e ressarcimento dentro do prazo


Entramos no mês da Black Friday e a expectativa para a data são as melhores, tanto para os comerciantes quanto para os consumidores. É isso que aponta uma pesquisa produzida pela empresa de análise de comportamento do consumidor Nielsen|Ebit, em parceria com a Bexspay, que constatou que mais de 78% da população brasileira pretende comprar produtos pela internet no próximo dia 25. 

Os dados ainda indicam que, entre as pessoas que devem adquirir mercadorias on-line, 56% são homens, enquanto 44% são mulheres. Entre os itens mais desejados estão os eletrônicos e os eletrodomésticos, que representam juntos 35% do potencial de compra para o período. O levantamento cita também outros setores que devem ser destaque, como: moda e acessórios, cosméticos e perfumaria. 

Seja uma compra necessária ou por impulso, o consumidor tem seus direitos garantidos mesmo em itens promocionais. Segundo o professor do curso de Direito da Uninter e especialista em Direito do Consumidor, Jailson de Souza Araujo, o Código de Defesa do Consumidor não exclui itens promocionais para o exercício do direito ao arrependimento nas compras realizadas a distância, especialmente via internet. 

“Se adquirido em comércio eletrônico, mesmo sendo produtos ou serviços promocionais, as leis asseguram ao consumidor o direito de desistência, no prazo de sete dias, bem como seu devido ressarcimento”, explica o advogado. 

Portanto, Araujo aconselha que o consumidor fique atento às descrições e informações apresentadas para o item anunciado, especialmente sobre características, qualidade, quantidade, composição, preço, garantia, prazos de validade e origem, para poder verificar se, de fato, a oferta corresponde exatamente à sua necessidade.

 

Problemas com o produto 

Se mesmo estando atento a todos os itens acima, o consumidor tiver problemas com o recebimento do produto, o advogado aconselha que o cliente primeiramente entre em contato com o fornecedor pelos canais de atendimento divulgados, seja telefone, e-mail ou WhatsApp. 

“De acordo com o Código de Defesa do Consumidor, todo fornecedor deve disponibilizar um serviço de atendimento ao consumidor (SAC) para atender adequadamente às demandas dos compradores relacionadas a dúvidas, reclamação, contestação, suspensão ou cancelamento de contratos e de serviços. Porém, caso o consumidor não seja adequadamente atendido pelos canais do fornecedor, a recomendação é que busque auxílio nos serviços públicos voltados ao atendimento e proteção do consumidor, como o Procon, o Juizado Especial Cível ou o portal consumidor.gov.br”, informa o Araujo. 

Esses órgãos buscam resolver os conflitos envolvendo relação de consumo, de forma rápida, desburocratizada e enfatizando a solução das discordâncias de maneira consensual.

 

Fique atento! 

Em análises anteriores realizadas após a Black Friday, pesquisas sinalizam que as principais reclamações dos consumidores incidem com mais frequência em questões relacionadas a: 

1.  Entrega de produtos com descumprimento do prazo do frete anunciado na oferta. 

2.  Expectativas frustradas relacionadas à falta de qualidade ou características do produto ofertado. 

3.  Reclamações relativas à publicidade enganosa, ou seja, aquela publicidade que induz o consumidor ao erro, ao realizar sua escolha, ou que deixa de informar algo importante sobre o produto ou serviço, que poderia influenciar a escolha do consumidor. 

4.  Dificuldades para aceitar a oferta e finalizar a compra, nas condições divulgadas, inclusive relacionadas ao valor da compra e do frete. 

5.  Recebimento de produto diverso do contratado. 

6.  Dificuldade para exercer o direito ao arrependimento. 

7.  Dificuldade para devolver o produto adquirido. 

8.  Dificuldade para ser reembolsado. 

9.  Falta de informação adequada e atualizada sobre a entrega do produto.

 

Consulta ao site é a forma segura de comprar veículos apreendidos pelo Detran.SP

Departamento de Trânsito orienta sobre como interessados devem proceder para efetuar essa compra sem o risco de caírem em armadilhas de leilões falsos

 

 

As buscas por veículos na internet estão cada vez mais frequentes, e a procura por valores atrativos, abaixo do mercado, é uma tentação para os consumidores. Nesse cenário, os leilões de veículos são boas opções para se adquirir carros e motos a preços convidativos, porém é preciso ter cuidado para não cair em armadilhas de sites falsos de pregões. Por meio deles, golpistas se passam por leiloeiros e, após receberem os valores, desaparecem sem deixar rastros e sem entregar o prometido.  

 

Para fazer um lance seguro e sem riscos de veículos apreendidos pelo Detran.SP, os cidadãos podem consultar o portal do Departamento de Trânsito e participar dos leilões oficiais promovidos pela autarquia. Basta acessar o link www.detran.sp.gov.br, no campo de Destaques, para ter acesso aos editais dos pregões, que trazem dados importantes, como os nomes e os contatos dos leiloeiros, além de informações e imagens dos veículos.

 

“É muito importante que o interessado em arrematar veículos apreendidos pelo Detran.SP utilize o nosso site. Lá, ele vai encontrar todas as informações necessárias, como editais e links, que remetem diretamente aos pregões realizados apenas por empresas e leiloeiros devidamente cadastrados no departamento”, destaca Neto Mascellani, diretor-presidente do Detran.SP. 

 

Os veículos leiloados pela autarquia são removidos pela Polícia Militar, em perímetro urbano, por infrações que competem ao Estado fiscalizar, como racha, manobra perigosa, falta de licenciamento, veículo sem placa ou com a placa ilegível.

 

Veículos removidos por estacionamento irregular, por exemplo, são de responsabilidade das prefeituras. Já os removidos em estradas são de responsabilidade dos órgãos que atuam em rodovias, como o Departamento de Estradas de Rodagem (DER) e a Polícia Rodoviária Federal (PRF).

 

Tire todas as suas dúvidas sobre leilões

 

Além de permitir a verificação de editais em seu site, o Detran.SP esclarece as dúvidas mais comuns envolvendo leilões por meio do link

https://www.detran.sp.gov.br/wps/portal/portaldetran/detran/legislacao/leiloes/

 

Alguns questionamentos são frequentes, como os exemplos abaixo:


 

Quem pode participar de leilões de veículos apreendidos pelo Detran.SP?


R: Todas as pessoas jurídicas ou físicas que atendam aos requisitos previstos no edital do leilão.

 

Entre as pessoas físicas, não podem participar dos leilões promovidos pelo Detran.SP os servidores públicos lotados no próprio Detran, na Polícia Civil e na Polícia Militar do Estado de São Paulo.

 

Também não poderão participar do leilão na condição de arrematante (pessoa que oferta lances para comprar o veículo que está sendo leiloado), os terceirizados e contratados pelo Detran.SP, pela Polícia Civil e pela Polícia Militar do Estado de São Paulo.


 

Preciso ser condutor para participar de leilões?


R: Não


 

Por que alguns carros são leiloados como sucata e outros com direito à documentação?


R: Os veículos considerados em fim de vida útil e que NÃO voltarão a circular poderão ser arrematados por desmontes credenciados no órgão de trânsito, nos termos das Portarias Detran.SP n.º 942/14 e 1359/14. Os veículos considerados aptos para circular poderão ser arrematados por pessoa física ou jurídica.

 

 

Se eu comprar um carro de leilão com direito à documentação, precisarei pagar as dívidas dele ou só o valor definido no leilão?

 

R: Somente o valor definido em leilão e nas condições de venda estabelecidas.

 

Os leilões são realizados conforme determina a legislação federal. Quando o veículo é destinado a leilão, o proprietário é notificado e tem prazo para reavê-lo. Caso não se pronuncie, ele é notificado por edital no Diário Oficial do Estado e no portal do Detran.SP, ganhando novo prazo. É importante lembrar que é necessária a quitação dos débitos existentes e das despesas com a remoção e a estadia no pátio. Depois de todas as notificações, se não houver a retirada, o veículo poderá ser relacionado para leilão.



Etarismo: Mais de 60% dos profissionais em meia idade estão desempregados, revela pesquisa da Catho

Pesquisa de Profissionais Brasileiros mostra também quais são os setores que oferecem mais oportunidades para mulheres e homens nessa idade

 

Com o aumento da expectativa de vida, novas perspectivas são oferecidas para a inclusão de colaboradores mais experientes e maduros que sofrem o etarismo no mercado de trabalho. De acordo com a Pesquisa de Profissionais Brasileiros, realizada pela Catho, marketplace de tecnologia que conecta empresas e candidatos, com profissionais de todo o país, 67,2% das mulheres acima dos 37 anos e 62,1% dos homens acima dos 40 estão desempregados atualmente.

Diante desse cenário, é importante direcionar as atenções para o etarismo no mercado de trabalho, nome destinado a discriminação por idade dentro das empresas. Entre os setores que mais contratam profissionais nesta faixa etária é possível perceber que as mulheres recebem mais oportunidades nas áreas  de Administração (31,5%),  Enfermagem (16,3%) e Ciências Contábeis (8,7%). Já os homens têm mais chances em vagas de Administração (30,5%), Ciências Contábeis (10,4%) e Engenharia Mecânica (7,9%), de acordo com os dados da pesquisa realizada pela Catho. 

“Este cenário tinha tudo para ser diferente. Afinal, profissionais mais velhos tendem a apresentar mais estabilidade e lealdade na relação com o empregador, além de colaborar e agregar o ambiente de trabalho por meio de suas experiências anteriores. Olhando para a nossa pesquisa, é possível perceber que setores de tecnologia, por exemplo, têm um número menor de profissionais mais velhos em seu quadro. É importante que existam cada vez mais programas afirmativos destinados a essa mudança para que as empresas se tornem mais diversas, o que, comprovadamente, traz ganhos como melhorias na resolução de problemas e na produtividade.”, comenta Carolina Tzanno - Gerente Sênior de Recursos Humanos da Catho.  

Uma das alternativas para as empresas avançarem nessa pauta está na inserção de vagas afirmativas, ou seja, destinação de oportunidades indicadas exclusivamente para grupos minorizados, sem distinção de gênero, idade e etnia, prezando sempre pela diversidade.  

 

Catho


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