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domingo, 28 de fevereiro de 2021

Mercado pet deve movimentar mais de US$ 350 bilhões de dólares mundialmente em 2027, aponta pesquisa

O valor representa um aumento de 50% comparado ao faturamento de 2020, que ultrapassou a marca de US $230 bilhões. Produtos tecnológicos serão os principais impulsionadores do aumento de receita.


Se a pandemia do coronavírus revelou uma coisa sobre a indústria pet é que o segmento é resiliente e se encontra em rápida expansão. Mesmo tendo que enfrentar uma recessão econômica, o mercado pet arrecadou mundialmente US $ 232,3 bilhões, apresentando um crescimento de 6,1%, segundo estimativas da Global Market Insights. E a expectativa é de que o setor alcance uma receita de US $350,3 bilhões em 2027.

De acordo com o relatório, o crescimento nos próximos anos ocorrerá por conta da expansão de tecnologias inteligentes, como coleiras GPS para os animais, câmeras, alimentadores automáticos e outros dispositivos inteligentes que tornam a vida dos tutores mais fácil. Contudo, a falta de conscientização sobre esses serviços nos países emergentes pode trazer empecilhos para a expansão do mercado.

O número crescente de tutores de animais de estimação, o aumento da conscientização sobre saúde veterinária e a mudança das tendências demográficas em todo o país também contribuirão para a expansão do mercado.

Cerca de 53% dos domicílios brasileiros contam com cães ou gatos, segundo a pesquisa Radar Pet 2020, realizada pela Comissão de Animais de Companhia (Comac). No total, são mais de 37 milhões de pets no Brasil. Há uma média de 1,72 cães e 2,01 gatos por lares brasileiros.

Os gatos, em geral, são os pets de entrada (o primeiro contato de pessoas com os animais de companhia) e contam com um crescimento 3 vezes maior do que os cães dentro do Brasil. As estimativas da Comac apontam que a população total de cães e gatos no país deve chegar a cerca de 101 milhões de animais até 2030.

Outro fator que tem impulsionado o setor pet são os alimentos, rações e petiscos. Os tutores estão cada vez mais preocupados com a alimentação de seus animais e conscientes dos impactos que eles têm na saúde do pet. Por conta disso, a maioria está disposta a pagar mais por alimentos que atendam às necessidades alimentares de seus animais de estimação.

Dados da Comac apontam que os brasileiros gastam por mês cerca de R$ 102 com a alimentação de cães e R$ 69,40 com comida para gatos. Além disso, os tutores mais jovens estão dispostos a desembolsar um valor mais alto para adquirir produtos que sejam sustentáveis, não agridam o meio ambiente e sejam saudáveis para os pets. 

No Brasil, as gerações Y e Z, de pessoas entre 16 e 39 anos, correspondem a 74% dos tutores, de acordo com a pesquisa da Comac. Isso demonstra as preferências da maior parte dos responsáveis. Cada vez mais, os brasileiros estão criando laços afetivos com seus pets.

A maioria enxerga os animais como um filho ou membro da família, tendo a saúde dos animais de companhia como tão importantes quanto das demais pessoas. Esse comportamento condiz com a expectativa de que aumente o investimento dos tutores no bem-estar dos animais, potencializando o crescimento do mercado pet.

 


COMAC - Comissão de Animais de Companhia


A importância do check up para os pets

Médica veterinária da DogHero explica como é realizada avaliação periódica dos animais de estimação

  

A vida dos animais de estimação equivale a, aproximadamente, 7 anos humanos, ou seja, acabam por viver menos que o homem. Por isso, manter o cuidado com os bichinhos é fundamental para a saúde deles.

Sabemos que a prevenção é a chave para ter bem-estar e uma vida saudável, e no caso dos animais de estimação não é diferente. Doenças como artrites, artroses, cistite, doenças cardiovasculares, diabetes, doenças periodontais (o tártaro, além de causar mau cheiro na boca, também é fonte de infecção bacteriana), otite (inflamação ou infecção do conduto auditivo), entre outras, podem ser prevenidas por meio de uma avaliação periódica com o especialista.

"Muitas vezes, sintomas de doenças em estágios iniciais passam despercebidos pelos tutores. Muitos acabam por notar alguma doença apenas quando esta já está em um estágio avançado da enfermidade. Por isso, a realização do check up se torna importante para aumentar o tempo de vida dos pets, com qualidade", declara Thais Matos, médica veterinária da DogHero, maior empresa de serviços para pets da América Latina.

Durante o check up, Thais explica que o animalzinho de estimação passa por uma anamnese, ou seja, o veterinário faz uma entrevista com os pais do pet para saber de todos os fatos que se relacionam à saúde dele, como hábitos de alimentação e rotina. Após isso, é realizada a avaliação física e em alguns casos, exames laboratoriais para garantir que ele esteja saudável. "Na anamnese, investigamos sinais comportamentais, frequência do cio, hábitos alimentares, quantidade de água ingerida, passeio e animais contactantes. No exame físico, avaliamos a pele, a presença de pulgas e carrapatos, os ouvidos, a saúde bucal, a auscultação cardíaca e pulmonar e a medição da pressão arterial. A vermifugação também é colocada em dia. Ela deve ser feita a cada seis meses nos animais que frequentam a rua e, caso esteja desatualizada, é possível, através dos exames, identificar se o animal está ou não com vermes".

Os exames laboratoriais mais solicitados em um check up são hemograma e avaliação das funções dos rins e fígado. A escolha do exame varia de acordo com a idade de cada animalzinho de estimação.


Quando o pet é idoso - Os cães são considerados idosos quando completam 8 anos. Porém, a partir dos 12 anos, os cuidados devem ser ainda maiores, com idas ao veterinário mais frequentes, pela possível necessidade de acompanhar o estado de saúde e fazer exames periodicamente. No caso dos felinos, geralmente, a expectativa de vida é de 15 a 20 anos e alguns ainda vivem um pouco mais. Gatos SRD (sem raça definida) parecem viver mais do que os gatos puros de raça. O ideal, é que o pai ou mãe de um pet idoso passe a levar seu bichinho nas consultas pelo menos de 6 em 6 meses ou de acordo com a orientação do médico veterinário. Desta maneira ajudará a detectar e prevenir possíveis doenças decorrentes da idade. Todavia, o tutor deve ter em mente que um pet idoso não é um animal doente. Inclusive, muitos continuam ativos e saudáveis. A velhice, na verdade, está relacionada a cuidados extras, prevenção e algumas limitações. Os pontos de atenção para cuidar de um pet idoso são: alimentação, mobilidade, passeios, brincadeiras e atividades, hora do sono, exposição à mudança de temperatura, convivência com outros pets, rotina de visitas ao veterinários e muito amor e paciência.

Se após o check-up e resultado dos exames o veterinário notar alguma alteração, será feita a devida orientação e agendamento de um retorno a fim de acompanhar e garantir a melhora do do pet.


Pets em condomínio: o que pode e o que não pode

 Juliana Moreira, CEO da Sindicompany, explica como evitar problemas com os vizinhos

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) de 2019 divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 46,1% dos domicílios no Brasil têm pelo menos um cachorro em casa e em 19,3%, um gato, totalizando 47,9 milhões de domicílios com animais de estimação.

Esta presença também se reflete em condomínios e é, muitas vezes, motivo de discórdia entre moradores, seja pela má conduta do condômino em relação ao regimento interno ou pela crença errônea de que os pets podem ser proibidos. Para auxiliar donos de animais e moradores, a especialista em condomínio, Juliana Moreira, CEO da Sindicompany, tira as principais dúvidas a respeito do assunto e dá dicas para minimizar os conflitos de convivência com os animais.


Quais são as regras?

Juliana alerta que os cães em especial são sempre motivo de discussão em condomínio por isso é preciso estar atento às regras básicas de convívio. “O Código Civil dispõe em seu art. 1336 os deveres dos condôminos e em seu inciso IV determina que eles não podem fazer nada que seja prejudicial ao sossego, salubridade e segurança dos demais moradores. Os animais se enquadram nessa regra”, afirma.

Cães, gatos e pássaros são tratados como um bem, no ordenamento jurídico. Quando se tem um animal em casa, ele é uma extensão do direito de propriedade e o condomínio não pode limitar o direito de propriedade do condômino. Lembrando que o documento principal de um condomínio é a convenção e a assembleia é soberana desde que não viole a constituição, código civil e leis que regulam a vida em condomínio. “Não é permitido proibir as pessoas de terem pets em suas unidades, porém o condomínio pode regulamentar as regras de convivência do animal com os demais condôminos”, lembra. Ela ainda afirma que não existe um limite de animais em apartamento definido em lei, porém a liberdade não é ilimitada, “o Regimento Interno pode limitar o número de animais no apartamento e o condômino, tendo o bom senso em observar que até para o bem-estar do animal, este deverá ter porte condizente com o tamanho de sua unidade autônoma”, completa.

Quais os principais conflitos e como solucioná-los?

Nos condomínios, sejam ele grandes ou pequenos, a principal reclamação quando o assunto é animal é o barulho causado. Apesar de adestrados, os pets, especialmente quando passam grande períodos sozinhos podem fazer muito barulho - algo que foge do controle.  “Muitas vezes há uma impaciência do vizinho, bastando o cachorro latir uma vez para ele já reclamar por uma semana inteira”, alerta Juliana.

Para ela, a tolerância é importante e as pessoas precisam se lembrar que vivem em condomínio. “Eu, como síndica, indico ao dono do animal barulhento que contrate um adestrador e tente sempre dialogar. O condomínio é uma microsociedade e alguns deles são maiores que várias cidades do Brasil, por isso a gestão é importante. O síndico tem o papel de fazer com que haja harmonia, além de mediar os conflitos. É importante evitar a judicialização de assuntos que podem ser resolvidas de forma interna”, afirma.

Mas, ela alerta que em casos de reincidência ou caso o morador ignore as orientações, devem ser tomadas medidas conforme o Regimento Interno, como advertência e multa.

 

Áreas comuns, o que pode?

De maneira geral é assegurado ao condômino poder andar na área comum com o animal, mas é preciso observar e conhecer a convenção do condomínio para entender as regras estipuladas no local, alerta a especialista. Como por exemplo, circular com os animais usando guia curta e focinheira nas raças que a lei estadual determina ou em casos de animais agressivos. Usar o elevador de serviço, evitar uso do elevador quando tem uma criança, evitando assim que o bicho fique muito agitado podendo causar algum acidente e estar sempre atento à saúde, segurança e sossego dos seus vizinhos.

“Seguir as regras é essencial, como tentar manter os pets em silêncio, recolher os dejetos deles quando estiverem em áreas comuns. Manter a higiene da unidade para evitar mau cheiro em corredores e até mesmo a presença de pragas no condomínio, não deixar crianças sozinhas com o pet nas áreas comuns. O bom senso e tolerância são cruciais para a boa convivência em condomínio”, completa Juliana.

 


Sindicompany

www.sindicompany.com.br

 

Como escolher o alimento ideal para cães e gatos

 Shutterstock/Divulgação PremieRpet®
Super Premium, Premium Especial, Premium... diante de uma infinidade de opções nas prateleiras, é importante saber diferenciá-las para fazer uma escolha consciente


Assim como para os seres humanos, uma boa alimentação também é fundamental para manter a saúde de cães e gatos em todas as fases da vida. E basta uma breve visita ao pet shop, físico ou virtual, para verificar que atualmente existe uma infinidade de opções de alimentos à disposição. Mas como escolher o melhor alimento para nutrir de verdade o melhor amigo? 

“Os tutores devem ficar atentos ao que colocam no carrinho, optando sempre que possível por produtos de alta qualidade e que atendam às especificidades do pet”, indica o médico-veterinário Flavio Silva, supervisor de capacitação técnico-científica da PremieRpet®. 

Ele esclarece que os alimentos para animais de estimação atualmente são segmentados. “Existem os alimentos standard, premium, premium especial e super premium. A diferença entre eles está na composição do produto, na qualidade, nos benefícios e isso interfere até na quantidade que deve ser oferecida”, diz Flavio, ressaltando que cada tutor deve consultar um médico-veterinário para avaliar o que se adequa melhor às necessidades individuais do pet. 

Para Flavio, é muito importante esclarecer que as diferenças entre os segmentos praticados pelo mercado vão muito além da embalagem e do preço, e que podem fazer toda a diferença na qualidade de vida, saúde e longevidade do animal de estimação. “A ciência de nutrição evoluiu muito e hoje temos alimentos específicos para diferentes portes, raças, faixas etárias, para animais castrados e até para apoiar no tratamento de algumas doenças”, aponta. 

Conheça as principais diferenças entre os segmentos de alimentos para cães e gatos:

 

Super Premium

 

Premium Especial

 

Premium

 

Standard

A dica para uma escolha consciente é sempre buscar informações de fontes confiáveis e consultar o médico-veterinário. Os pets agradecem!

 


PremieRpet®

www.premierpet.com.br

 

Insetos no verão: precauções e tratament

Freepik
Sociedade Brasileira de Dermatologia - Secção RS tem dicas importantes para evitar maiores problemas


O verão traz, além de altas temperaturas, uma combinação indesejada que é o aparecimento em massa de insetos como mosquitos, formigas, baratas e moscas. O calor facilita a reprodução dos insetos, ocasionando uma proliferação maior e mais rápida. Para amenizar os incômodos e evitar problemas graves de saúde, a Sociedade Brasileira de Dermatologia - Secção RS (SBD RS), sugere o uso constante de telas nas janelas de casa e a redução dos focos de água parada, como vasos de plantas, além de observar os ralos dos banheiros para evitar possíveis transtornos com o contato.

Existem diferenças entre as picadas de insetos e, para evitar que o pior aconteça, a médica dermatologista e diretora da SBD-RS, Clarissa Prati, alerta para a importância do uso de repelentes, especialmente pelas crianças e gestantes. Se ocorrer uma picada, a especialista orienta sobre as formas de evitar a dor ou coceira.

“Se ocorrer uma picada, compressas geladas são uma opção prática e de rápido alívio para os sintomas. O uso de substâncias calmantes e anti-inflamatórias deve ser bem precoce, com diversas opções de venda livre. É importante um cuidado muito maior para picadas de aranha e as múltiplas de formigas, que devem ter avaliação e acompanhamento médico”, explica.

Segundo ela, os erros mais comuns são a utilização de pomadas ou outros medicamentos sem indicação médica, não atentar para sinais de gravidade, como cor arroxeada ou mais escura, dor intensa e sintomas sistêmicos, como mal-estar e dor de cabeça.

“A anafilaxia por picadas de insetos é rara, mas muito grave, por rapidamente evoluir para comprometimento cardiorrespiratório. Podem ocorrer manchas vermelhas na pele, elevadas e com coceira, inchaço nos lábios, pálpebras, orelhas, pés e mãos, obstrução nasal, falta de ar, cansaço, tontura, náuseas e vômitos. É mais comum com picadas de abelhas, vespas e marimbondos, por exemplo”, acrescenta.

De um modo geral, as reações graves devem ser imediatamente avaliadas para tratamento, com uso de adrenalina e outras medidas de suporte.

 


Fernanda Calegaro


Coordenação: Marcelo Matusiak


Brasil usa tecnologia pioneira para criar banco de gametas e gerar corais de proveta

Foto: Enrico Marcovaldi
Banco de gametas congelados deve garantir a sobrevivência de espécies em caso de extinção; uma série de artigos científicos deve ser publicada em 2021 com as descobertas


Um projeto pioneiro no sul da Bahia está desenvolvendo uma tecnologia inédita no Brasil para criar um banco de gametas congelados de corais e, assim, preservar espécies da extinção. Desenvolvida pela Rede de Pesquisas do Instituto Coral Vivo, com apoio da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, a iniciativa usa técnicas de criogenia e de reprodução assistida para garantir que, na eventualidade de um evento extremo que leve à extinção dos corais, eles possam voltar à natureza pelas mãos da ciência.

Os efeitos das mudanças climáticas e o consequente aumento da temperatura do oceano têm colocado em risco a sobrevivência dos ecossistemas formados por esses animais, um dos mais importantes para a biodiversidade marinha. Cientistas estimam que metade dos recifes de coral do planeta já morreram e o prognóstico para o restante não é dos mais otimistas. Se nada for feito para conter o aquecimento global, mais de 90% deles poderão estar em crítico risco de extinção até 2050, de acordo com um relatório da World Resources Institute (WRI).

“A cada ano, a mortalidade nos recifes de coral fica mais intensa. A ideia do projeto é trabalhar propostas para contra-atacar essa destruição e criar ferramentas que garantam a perenidade das espécies diante de um cenário em que o oceano está cada vez mais quente”, diz o coordenador técnico do projeto, Leandro Cesar de Godoy. Especializado em biotecnologias aplicadas à reprodução de organismos aquáticos, ele é professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e um dos poucos cientistas no mundo que estudam a criogenia (conservação da vida em baixas temperaturas) com foco na conservação dos corais.

A pesquisa se divide em duas partes: o congelamento de gametas – que são as células sexuais dos corais (espermatozoides e óvulos) – e a fecundação artificial em laboratório. O objetivo é conhecer detalhes dessas células e desenvolver protocolos de congelamento, descongelamento e reprodução específicos para cada espécie de coral. Inicialmente, os estudos estão sendo feitos com a Mussismilia harttii, uma espécie de coral que existe somente no Brasil.

“Temos no país cerca de 40 espécies de corais de águas rasas. No entanto, os corais pétreos, que são aqueles que formam esqueleto de carbonato de cálcio, são apenas 17. Dentre esses, há quatro espécies de corais-cérebro pertencentes ao gênero Mussismilia que são os principais construtores dos recifes da costa brasileira. A espécie M. harttii foi escolhida também porque já se encontra na lista de espécies ameaçadas de extinção”, explica Godoy.

A técnica desenvolvida no projeto é aliada à proteção da biodiversidade. “A preservação do material genético das espécies, sejam de corais ou não, e a formação de um banco de gametas, é uma das grandes contribuições que a ciência pode dar à natureza. Conforme percebemos que mais espécies se aproximam da extinção, com certeza isso vai criar uma maior demanda para essa técnica, que tende a se popularizar cada vez mais”, prevê a coordenadora de Ciência e Conservação da Fundação Grupo Boticário, Marion Silva.


Coleta de gametas

A Mussismilia harttii é uma espécie hermafrodita – ou seja, o mesmo indivíduo produz os óvulos e os espermatozoides –, com pico reprodutivo entre os meses de setembro e novembro. É nessa janela que os pesquisadores vão a campo, no litoral sul da Bahia, e coletam exemplares do animal. Estes são levados para viveiros da Base de Pesquisa do Coral Vivo, onde são mantidos nas mesmas condições do mar até que deem início ao processo de desova.

A reprodução dos animais está associada à fase da Lua Nova. Dessa forma, os pesquisadores conseguem estimar, com certa precisão, quando será feita a liberação dos gametas. Eles são lançados pelos corais dentro de invólucro (como uma cápsula) de cerca de 1,5 centímetro de diâmetro. Cada um desses “pacotinhos”, como chama Godoy, contém bilhões de espermatozoides e centenas de óvulos.

Após a coleta dos gametas, as colônias de corais são devolvidas ao recife, nos mesmos locais de onde foram retiradas. “A pandemia atrapalhou muito, pois todas as atividades em laboratório foram paralisadas. Essa é uma espécie que se reproduz num período específico do ano. Não ir a campo, portanto, significa quase um ano sem trabalho”, conta o pesquisador.

Diferentemente dos espermatozoides humanos, que são móveis no trato reprodutivo, na maioria dos organismos aquáticos eles só conseguem se movimentar quando entram em contato com a água. No entanto, uma vez lançados no mar, sua sobrevivência depende de acharem um óvulo da mesma espécie para realizar a fecundação – e essa é uma corrida contra o relógio.

De forma geral, espermatozoides de peixes marinhos conseguem viver de 15 a 20 minutos após entrarem em contato com a água. Algumas poucas espécies resistem por uma hora. Porém, os pesquisadores descobriram que os gametas masculinos dos corais podem sobreviver até 22 horas, algo sem precedentes. “É uma descoberta muito surpreendente e que mostra como a evolução foi imprimindo características muito específicas nos corais do Brasil. E estamos descobrindo características que são únicas aos gametas desses corais”, destaca o pesquisador, observando ainda que, no caso da Mussismilia harttii, esse tempo é de 16 horas.


Congelamento

Assim que são colhidos pelos pesquisadores, os gametas são congelados em nitrogênio líquido, a -196°C, e levados para a UFRGS, em Porto Alegre. É lá que Godoy e sua equipe começam a desenvolver os protocolos de descongelamento dos gametas, numa dinâmica similar à montagem de um quebra-cabeça. De cada um daqueles pacotinhos com bilhões de espermatozoides, cerca de 30% sobrevivem até essa etapa.

Isso porque os cientistas não podem simplesmente pegar o material biológico e colocá-lo em baixa temperatura, pois, assim como os seres humanos, os corais são compostos em grande parte de água e, ao serem expostos a temperaturas abaixo de 0°C, invariavelmente são formados cristais de gelo. Se um cristal de gelo – que é pontiagudo e irregular – se forma e cresce dentro de uma célula, ela morre. Para evitar este desfecho, são usadas substâncias conhecidas como crioprotetores, que entram nas células e invadem os espaços ocupados pela água, reduzindo o ponto de congelamento e a possibilidade de formação de cristais. Esse trabalho começa a ser feito já no Arraial D’Ajuda EcoParque (BA), onde fica a base do Coral Vivo, antes de os gametas serem imersos no nitrogênio líquido.

Contudo, Godoy conta que os crioprotetores têm um lado positivo e outro negativo. “Ao mesmo tempo que eles têm esse benefício, também são substâncias tóxicas. Então, nosso trabalho é achar o tempo de exposição ideal das células aos crioprotetores e a dose correta. Por isso, a construção dos protocolos é um processo longo”, conta o coordenador do projeto. “O objetivo é achar a fórmula ideal que, quando eu descongelar os gametas, eu tenha a maior quantidade possível de células vivas e intactas. É como se a célula tivesse parado no tempo”.



A reprodução in vitro

No laboratório, os pesquisadores retiram os gametas do nitrogênio líquido e iniciam o processo de descongelamento, que é igualmente crucial para a pesquisa, já que os cristais de gelo também podem se formar nessa etapa de manipulação do material. Assim, tão importante quanto desenvolver protocolos de congelamento é desenvolvê-los para o descongelamento – sempre com o objetivo de preservar a maior quantidade possível de células.

Com o material biológico em temperatura ideal, são utilizadas técnicas de microscopia eletrônica e de fluorescência que possibilitam aos pesquisadores analisar a saúde dos gametas em nível molecular, permitindo a escolha das melhores células para a reprodução in vitro. A reprodução é feita em provetas – tubos de vidro alongados – onde os gametas masculinos e femininos são injetados para que se encontrem e formem um embrião, dando origem a uma larva. Eventualmente, após o processo de metamorfose essa larva se transformará em um jovem coral (recruta). Embora o projeto ainda não tenha chegado nesta etapa, é possível no futuro que esses bebês corais criados em laboratório sejam utilizados em outras pesquisas e também possam ser levados a habitats naturais para ajudar na recuperação de recifes degradados, sobretudo de espécies em declínio populacional.

“Os trabalhos do Leandro Godoy dentro da Rede de Pesquisas do Coral Vivo já estão mostrando indícios de sucesso na fertilização in vitro de gametas preservados – e isso vai ter implicações muito grandes para a conservação. Além disso, estão mostrando que os gametas dos corais brasileiros são bastante singulares em relação a espécies de outras partes do mundo. Então, acho que ainda teremos muitas novidades importantes nessa linha de pesquisa”, afirma Miguel Mies, coordenador de Pesquisas do Projeto Coral Vivo.
Ciência nova

A criobiologia ainda é uma ciência nova. A primeira vez que conseguiram congelar uma célula com sucesso foi em 1949, em um centro de pesquisa agropecuária da Inglaterra. Inicialmente, sua aplicação era focada em animais domésticos, como bovinos, aves e suínos, como forma de garantir linhagens de sucesso. Ao longo do tempo, ganhou aplicação em toda a indústria agropecuária e, paralelamente, hoje é usada na reprodução humana. Todas as clínicas de reprodução assistida no mundo trabalham com técnicas de criopreservação. Entretanto, pesquisas com reprodução de corais in vitro a partir de gametas congelados ocorrem apenas no Brasil, Taiwan e Estados Unidos, com a primeira tentativa em 2006, no Havaí.

Todas as descobertas feitas pela equipe devem ser publicadas em uma série de artigos científicos ao longo de 2021, ajudando na construção de protocolos eficientes de criopreservação que poderão, inclusive, serem usados como referência para pesquisas de outras espécies. Além disso, a pesquisa também conta com um canal de comunicação com a sociedade civil, por meio do Instagram @projetoreefbank_. Há ainda a previsão de lançamento de um jogo voltado a crianças e adolescentes que estimule a educação ambiental.



Fundação Grupo Boticário



Rede de Especialistas em Conservação da Natureza (RECN)

www.fundacaogrupoboticario.org.br

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Sábado de Lua Cheia em Virgem: energia influencia o trabalho e a saúde



Praticidade do signo deixa o período mais produtivo e favorece também quem quer melhorar a qualidade de vida com exercícios e alimentação


Neste sábado, 27, acontece o ápice da Lua Cheia, às 5h19. O evento tem uma energia muito potente e é um ótimo momento para liberar aspectos da vida que já não servem mais, como hábitos, vícios, relacionamentos, atitudes etc. Este mês, a lunação é em Virgem, o que carrega a influência do signo para estas questões e deixa as coisas mais práticas.

“As Luas Cheias sempre são vistas como momentos em que a energia astrológica atinge o clímax. No signo de Virgem, a energia é voltada para a produtividade e o ajuste, favorecendo tarefas que consomem tempo, detalhes e concentração”, explica a astróloga Sara Koimbra.

Quando a Lua está em Virgem, as questões práticas ficam mais em evidência. É um bom momento para prestar qualquer tipo de serviço, principalmente na área profissional. Além disso, é possível perceber uma pequena melhoria no ambiente de trabalho. “As conversas e as emoções durante esse trânsito são repletas de análises, às vezes críticas ou para encontrar falhas. Usar a crítica de uma maneira construtiva é importante porque as soluções práticas vêm agora e é mais fácil dividir as metas em etapas”, aconselha a especialista.

Outro ponto em alta neste período é a saúde, que entra no radar. “É um bom momento para olhar sua rotina diária. Este movimento favorece readequações à dieta e implementação de exercícios para que o sistema corporal funcione melhor”, conta Sara.

A astróloga também destaca um ritual para aproveitar a energia dessa Lua Cheia em Virgem.

“Pegue uma caneta, um papel, uma vela branca e um pratinho. Escolha o dia do ápice da Lua Cheia, depois do pôr do Sol, e um ambiente tranquilo para o ritual. Esteja calmo e concentrado em suas intenções ao aceder a vela. Visualize uma luz azul e escreva seus desejos no papel, sendo bastante sincero. Como a Lua será em Virgem, pedidos de saúde, cura, organização, clareza de ideias, ansiedade, depressão, estudos, concursos e tudo o que é voltado à mente, à saúde ou para ajudar o outro são potencializados. Coloque o papel embaixo do pratinho e deixe a vela queimar. É importante que ela queime com a sua presença no ambiente, por isso, se precisar sair pode apagar a vela e, ao voltar, acenda novamente. Ao terminar, dobre o papel três vezes e guarde em um local que só você tenha acesso. À medida que os pedidos vão se realizando, vá queimando o papel. Quando já estiverem todos realizados, pegue as cinzas e jogue de volta para a natureza, na terra, na água corrente, ao vento etc.”

 


Sara Koimbra -  atua há mais de 10 anos como astróloga, numeróloga e taróloga. Alia seus conhecimentos a terapias e orientação vocacional para adolescentes em busca da primeira profissão e adultos que querem se reinventar profissionalmente. Atua também com avaliação da política usando suas técnicas. instagram.com/sarakoimbra


Sonhos: O que significa sonhar com discussão?

 

Mau presságio? Os especialistas do Astrocentro contam tudo sobre isso

 

Já sonhou com alguma discussão e não sabe o que significa? Esse tipo de sonho sempre nos deixa bastante preocupados, afinal é algo desagradável, que nos deixa agitados ao acordar, principalmente se alguém conhecido estiver nesse sonho.

 No entanto, esse sonhos podem representar diferentes coisas, sonhar com discussão está relacionado a algum assunto pendente que você precisa resolver ou mesmo com conflitos internos que você não está sabendo lidar.

Ficou curioso? Confira abaixo os significados mais interessantes segundo o Astrocentro.

O que significa sonhar com discussão?

Para compreender o significado de sonhar com discussão é preciso primeiro analisar o contexto desse sonho e pela fase de vida que você está passando, pois sonhar com discussão de casal, por exemplo, pode ter uma interpretação diferente de sonhar com discussão com colega de trabalho.

Sonhar com discussão em família

Se você está com a consciência pesada, sonhar com discussão em família pode fazer todo sentido, pois esse sonho indica que você pode estar preocupada por ter falado de maneira grosseira com alguém do seu convívio ou mesmo feito algo que a fez se arrepender depois. 

Mas lembre-se, brigas e desentendimentos dentro de casa fazem parte da vida de todo mundo, no entanto, é sempre importante ter cuidado com seus atos e ações para evitar magoar o próximo e é preciso saber reconhecer quando está errada para assim ter um ambiente familiar mais harmonioso. 

Sonhar com discussão com namorado(a)

Sonhar com discussão com namorado ou namorada pode ser interpretado de maneiras diferentes. Caso você não namore esse sonho significa que em breve você encontrará um amor, então, esteja aberta para novas oportunidades que a vida te reserva.

No entanto, se você namora, sonhar com discussão com namorado indica que vocês são um casal apaixonado e que você tem medo de perder essa pessoa tão especial, no entanto, não se preocupe, pois brigas são normais, mas vocês vão viver momentos lindos e felizes juntos. 

Sonhar com discussão com colega trabalho 

Sonhar com discussão com colega de trabalho significa que você tem se aborrecido com alguém que trabalha com você ou mesmo seu chefe. Mas uma dica importante é não tomar atitudes precipitadas, espere o momento certo para conversar e expor o que tem te deixado chateada, pois assim será muito mais fácil resolver as desavenças

Sonhar que vê uma discussão

Se você sonhar que vê uma discussão, porém você não participa dela, esse sonho pode indicar conflitos internos que você tem dificuldade de resolver. 

Então, é hora de começar a colocar para fora o que te aflige, pois isso fará com que você se sinta mais em paz consigo mesma e até mesmo que consiga se expressar melhor. 

Sonhar com discussão de casal

Sonhar com discussão de casal não é um bom presságio, pois esse sonho significa que você pode vir a enfrentar dificuldades no seu relacionamento, no entanto, não precisa se desesperar.

Altos e baixos existem em todos relacionamentos, porém, é preciso ter paciência, calma e resiliência para enfrentar os problemas de frente e procurar sempre manter o diálogo aberto para assim passar de maneira mais tranquila por essas fases complicadas da vida. 

Sonhar que ganha uma discussão

Se você sonhar que ganha discussão é um sinal que você está guardando muita mágoa e raiva dentro de si, assim sendo, você está à flor da pele e precisa ter mais atenção para não magoar as pessoas ao seu redor.

Então, nos próximos dias procure manter a cabeça fria e se controlar, pois alguns conflitos não valem a pena e só vai causar ainda mais magoa

Sonhar com discussão com amiga

Sonhar que está discutindo com amiga é um sinal de alerta, pois você pode vir a passar por alguma dificuldade financeira. 

Desse modo, comece a colocar todos os seus gastos e contas no papel, planejar bem e assim evitar dores de cabeça com dívidas no futuro

Sonhar que discute com pai ou mãe

Filhos discutindo com pai e mãe é algo muito comum na realidade, não é mesmo? E isso também pode acontecer no sonho e pode ser interpretado de maneiras diferentes. 

Se você sonhar com discussão com pai ou mãe que já faleceu é um sinal de saudade que você sente dessa pessoa tão especial, e isso é natural.

No entanto, se você sonhar com discussão com pai ou mãe que está vivo isso é um sinal de que você se sente muito pressionada por essa pessoa. Por isso, é importante que vocês consigam sentar e conversar para que assim a relação melhore e todos consigam ter uma convivência melhor. 

Outra interpretação com sonhar que discute com pai ou mãe está relacionado a uma boa relação que você pode ter com essa pessoa, e caso você não fale com seu pai ou sua mãe, pode ser que vocês comecem a se aproximar novamente e ter uma relacionamento com mais empatia de ambas as partes. 

Sonhar que discute com alguém que não conhece

Sonhar que discute com alguém que não conhece é um bom sinal, pois indica que alguma boa novidade está chegando em sua vida. Então, mantenha-se alerta para agarrá-la quando chegar.

 

ASTROCENTRO

www.astrocentro.com.br

O que fazer quando os valores estão adormecidos

Hoje, as pessoas vivem uma espécie de sonambulismo em relação aos seus valores, desconectando-se cada vez mais deles. Quando não conhecemos os nossos valores ou não os respeitamos, nos submetemos a situações a contragosto daquilo que de fato é importante para nós. Isso nos leva a autodestruição, ou seja, ficamos depressivos, ansiosos e doentes.

Os valores definem a forma como enxergamos o mundo e está diretamente relacionado a maneira com a qual nos relacionamos com as outras pessoas. Eles motivam as nossas ações. Temos à disposição diferentes veículos para vivermos os nossos valores, como na família (que pode estar relacionada com os valores respeito, amor, segurança, acolhimento), no trabalho (estabilidade, crescimento, segurança), na religião (fé, espiritualidade, amor), no casamento (parceria, respeito, amor), entre muitos outros. No entanto, hoje vivemos tão no automático que não conseguimos identificar quais são os nossos valores, ou seja, o que realmente nos importa. Por exemplo, o valor do seu marido pode ser variedade, ele gosta de mudar de emprego, de casa, de viajar. O seu é o estabilidade. A partir do momento que você conhece e entende o valor dele e ele o seu, é mais fácil estabelecer limites e conviver em harmonia. No entanto, sem essa consciência, o comum é que a relação entre em conflito de valores.

Se o seu valor principal é o respeito, por exemplo, mas vive numa relação em que a outra pessoa não tem esse valor e tampouco tem consciência do quanto você valoriza o respeito, certamente você vivenciará eventos nos quais se sentirá desrespeitada, só que não poderá se esquivar da responsabilidade, é você quem está se permitindo continuar nesse relacionamento em detrimento daquilo que valoriza. E com o tempo essa situação acaba minando suas energias.

Existem pessoas que têm uma tremenda dificuldade de relacionamento por não conhecerem seus valores e por isso, ainda não conseguiram se conectar com outras que tenham valores semelhantes, ou ao menos que possam falar abertamente sobre os valores de cada um.

O valor é a única coisa que separa as pessoas, que segrega. Pedir demissão de uma empresa, divórcio por não estar feliz ou não se relacionar bem com os pais. Todos esses eventos podem ser uma questão de conflito de valor. Quanto mais você se desconecta dos seus valores, mais você fica à mercê desses conflitos.

No trabalho, por exemplo, você se sente mal, fala que não gosta do chefe, ou do modo de gestão da empresa, apenas porque seu valor não bate com o da empresa. Se você prioriza a estabilidade e a empresa o crescimento, existe um conflito de valor que em algum momento poderá vir a tona, gerando um descontentamento.

Ou ainda, vamos supor que sua empresa visa o crescimento e o risco, mas você percebeu que valoriza a estabilidade e a segurança, que nunca quis mudar de casa, de carro, não gosta de mudanças radicais, ou seja, seus valores simplesmente não estão conectados com os dessa empresa.

O autoconhecimento é o caminho para entender quais são os seus principais valores. Quanto mais você age de acordo com os seus princípios, mais vive feliz e sua autoestima aumenta. Supondo que eu preze o respeito, o amor e a paz e busco por meio de veículos como família, trabalho e casamento viver esses valores, automaticamente minha autoestima vai se elevar.

Mas como descobrir o seu valor? É um exercício de olhar para dentro de si e pensar o que é importante para você. Quais são os sentimentos que o trabalho, a família, o relacionamento, dinheiro, as relações humanas despertam em você? Vale lembrar que valores são estados emocionais, sentimentos, por isso dizemos que família é um veículo e não um valor.

Outro alerta é que podemos confundir o valor do outro com o nosso. Isso significa que quando não conheço meus valores,  posso achar que o valor do meu pai ou do meu marido é o mesmo que o meu e vivo em função disso. Mas isso não é bom. Descubra e viva os seus valores. A regra para viver o seu valor deve estar em você e não no outro. Eu vivo o respeito quando eu me respeito. Vivo o amor quando eu me amo. Não posso esperar ser amada quando a outra pessoa estiver disponível para me amar para então viver o meu valor.

Por fim, não podemos continuar mais vivendo nas sombras dos nossos valores. Vamos acordar desse sono profundo, dessa vida no automático, vamos resgatar o que de fato valorizamos, levando ao mundo mais harmonia e mais felicidade.


 

Karin Panes - treinadora comportamental, Master Coach especialista em Psicologia Positiva, Neurocientista e CEO da Ato Solutions, empresa especializada em Consultoria, Treinamento e Desenvolvimento Humano.


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