Pesquisar no Blog

segunda-feira, 8 de outubro de 2018

ADT dá dicas para as crianças brincarem com segurança



Segundo informações da ONG Criança Segura, com base em dados do Ministério da Saúde, cerca de 110 mil crianças são hospitalizadas, anualmente, vítimas de acidentes domésticos. Em período de férias e feriados, de acordo com o coordenador do Núcleo de Trauma do Hospital Samaritano de São Paulo, Diogo Garcia, essas ocorrências aumentam em 25%. Entre os incidentes mais comuns estão quedas, queimaduras, envenenamentos, sufocamentos e afogamentos.

“Com o dia das crianças se aproximando, os pequenos querem aproveitar o feriado para se divertir e brincar com os amigos, seja dentro de casa ou ao ar livre. É preciso, entretanto, ter cautela e o máximo de cuidado possível, seja por parte dos pais ou das próprias crianças”, destaca Robert Wagner dos Santos, especialista em segurança da ADT, maior empresa de monitoramento de alarme do mundo.

A empresa listou algumas dicas para garantir a diversão das crianças com cuidado e segurança. Confira.


Dentro de casa

·         Após o uso, guarde os brinquedos para evitar quedas e tropeços;

·         Dê preferência às bocas de trás do fogão e vire os cabos das panelas para trás;

·         Fósforos, isqueiros, cosméticos, medicamentos, bebidas alcoólicas, materiais de limpeza e objetos cortantes devem ser armazenados em locais altos e trancados;

·         Coloque protetores nas tomadas e evite usá-las para mais de dois eletrodomésticos;

·         Dê preferência para móveis de cantos arredondados e deixe-os longe das janelas. Coloque grades e redes de proteção nas janelas e varandas e evite cortinas com puxadores que possam provocar enforcamento;


Em parquinhos

·         Respeite a faixa etária indicada;

·         Observe o tipo de piso do lugar; o ideal é que o chão seja coberto de materiais que amorteçam quedas;

·         Atente-se aos brinquedos. Para crianças de até 3 anos, o ideal é que o assento de balanços tenha encosto e proteção de segurança na frente. Escorregadores, por exemplo, não podem estar quebrados, descascados ou ter pregos aparentes;


Ao ar livre

·         Lembre-se de usar repelente e protetor solar;

·         Verifique sempre que possível os lugares que a criança irá transitar. Por exemplo, a brincadeira no jardim pode gerar problemas se o pequeno tiver contato com algum inseto indesejado;


Na piscina ou praia

·         Nunca deixe a criança sozinha na piscina ou na praia. Bebês devem ter os pais por perto na água, mesmo em piscina rasa, para evitar quedas e desequilíbrios;

·         Tenha cuidado com as boias de braço e as redondas, pois as crianças podem se desequilibrar e se afogar. Além disso, as boias devem estar cheias e fechadas corretamente, sem rasgos e em bom estado de conservação;

·         Atente-se para a profundidade da água e evite que as crianças se aproximem dos ralos e pontos de sucção das piscinas;

·         Ao sinal de chuva ou tempestade, faça com que saiam da piscina, abrigando-as em local coberto..

O executivo também alerta: “além das recomendações acima, é importante combinar o que fazer em situações de emergência, já que muitas vezes as crianças não sabem para quem ligar”. O alarme monitorado, portanto, é um grande aliado. “É possível pedir ajuda por meio do sistema. Basta apertar botões de acordo com a situação: perigo, emergência médica ou incêndio”, explica. Recentemente, a ADT lançou uma solução que combina alarme monitorado, câmeras, interatividade e notificações. “O Smart Security traz mais tranquilidade durante os feriados porque possibilita ao usuário ver o que está acontecendo no local e ajuda com a tomada de providências”, finaliza Santos.








Como apresentar os alimentos às crianças


O comportamento da criança em relação à comida é baseado em como foi feita a introdução alimentar

   
Quando se trata de Introdução Alimentar, existem diversas dúvidas sobre como, quando, e quais alimentos apresentar à criança, pois existem diferentes métodos, diversas fases pelas quais o bebê passa, entre outros fatores, que influenciam esse período de aprendizagem. Vale a pena entender um pouco para proporcionar uma experiência enriquecedora e tranquila para a família.

Segundo a doutora Priscila Moraes, médica pediatra e alergista da Docway, o recomendado é que as crianças a partir dos 6 meses de idade comecem a ingerir alimentos sólidos. Nessa idade normalmente a criança já consegue se sentar sozinha, pegar objetos e leva-los a boca. Por isso, é importante que haja firmeza do tronco e que tenha estabilidade para se concentrar naquilo que está em sua mão, para poder realizar o movimento de trazer o alimento até a boca. Além disso, é por volta dos 6 meses que o intestino está mais maduro para receber o alimento sólido, fazendo uma melhor digestão e evitando a constipação.

Em relação aos tipos de alimento naturais que podem ser introduzidos à dieta, não há nenhuma restrição, “diferente do que se pensava antigamente, ovo deve ser oferecido desde o início da introdução alimentar, pois atrasar seu consumo pode favorecer o aparecimento de alergias, o mesmo serve para o peixe, que pode ser oferecido nos primeiros meses” explica a doutora. Já referente aos preparos industrializados, doces e temperos prontos, há ressalvas. O ideal seria não permitir que a criança os ingerisse até completar dois anos.

Grupos de alimentos sugeridos:

1.   Cereais/tubérculos/raízes, como arroz, milho, batata, inhame e mandioquinha (carboidratos complexos); 

2.   Carnes em geral (proteínas de alto valor biológico, ferro, zinco, cobre);

3.   Leguminosas, que são grãos de vagens, como feijão, grão de bico, ervilha, lentilha e soja (proteínas de baixo valor biológico, ferro, fibras e vitaminas); 

4.   Legumes e verduras (vitaminas, minerais e fibras).

Existem três métodos para fazer a introdução alimentar, são eles:

Tradicional: esse método é feito com a já conhecida papinha, oferecida com colher, amassada, e a partir dos 8 meses de idade da criança, servida com pequenos pedaços. Nesse método, os alimentos devem ser triturados com um garfo, e as carnes podem ser desfiadas ou moídas, sempre respeitando a capacidade de mastigação do bebê.

BLW (Baby-Led Weaning): consiste na oferta de alimentos em pedaços, tiras ou bastões. Em geral, não inclui alimentação com a colher e nenhum método de adaptação de consistência para preparar a refeição, como amassar, triturar ou desfiar. A abordagem encoraja os pais a confiarem na capacidade da criança de se alimentar sozinha, sem interferências.

Participativa: nesse caso, o bebê é o agente ativo do processo, porque ele mesmo escolhe o alimento que vai comer. Porém, é assistido pelos pais, que intermediam as preferências dele e o ajudam enquanto ele não tem habilidade ou eficiência na ingestão adequada de nutrientes necessários para o seu desenvolvimento.

Não há um método que seja mais indicado que o outro, seria interessante uma mescla entre eles, “o ideal é que o lactente receba os alimentos amassados oferecidos na colher, mas também experimente com as mãos, para explorar as diferentes texturas dos alimentos, como parte natural de seu aprendizado sensório motor”, sugere Priscila.

Finalmente, a médica dá algumas dicas para tornar a introdução alimentar algo prazeroso e divertido:

1.   Faça um prato colorido, a criança precisa identificar o que é cada alimento, conhecer sua textura, seu cheiro e seu sabor;

2.   Insista, mesmo que a criança rejeite alguns alimentos, não desista, é preciso provar várias vezes o mesmo alimento, mesmo que não goste no começo;

3.   Não use liquidificador nem peneira. Com liquidificador, as fibras são rompidas e aumenta a chance de constipação intestinal. A peneira faz com que o alimento perca sua consistência e isso facilita a seletividade alimentar mais tarde;

4.   Não dê açúcar e industrializados nos primeiros anos de vida, especialmente até os 2 anos. O paladar da criança vicia no açúcar e nos condimentos, aumentando risco de obesidade e desnutrição funcional;

5.   Evite eletrônicos durante as refeições. A distração faz com que a criança perca o apetite e não preste atenção no que está comendo;

6.   Faça a introdução alimentar algo divertido. Não force, não exija que a criança coma tudo, seja flexível.





Brinquedoteca: muito além do brincar


Especialista explica a importância desses espaços de lazer para o desenvolvimento das crianças


As brinquedotecas são definidas como espaços voltados ao entretenimento das crianças. Contudo, esses locais vão além das atividades de lazer dos pequenos, servindo como lugares de socialização e desenvolvimento. "A brinquedoteca é um local lúdico, em que a criança recebe estímulos o tempo inteiro por meio da brincadeira, desenvolvendo a sua autonomia e criatividade", explica o coordenador do curso de Pedagogia da Anhanguera de Anápolis, Jean José Lima de Bastos.

Segundo o docente, as brinquedotecas vão além de um quarto de jogos para as crianças, sendo preciso respeitar normas e leis de segurança. "Esses espaços requerem cuidados na montagem e manutenção, por exemplo, o zelo na escolha dos artefatos sendo proibido a inserção de réplicas de armas de brinquedo". Jean complementa que a Norma Brasileira 11.786 também é bastante relevante. "Essa norma trata da segurança dos brinquedos e da importância da certificação", conclui.

Dentro dos espaços acadêmicos, as brinquedotecas servem como uma extensão da sala de aula, em que os estudantes do curso de Pedagogia podem colocar em prática os conhecimentos adquiridos, além de proporcionar a participação da comunidade em oficinas práticas. "Um dos motivos de sucesso das brinquedotecas é sempre estarem reformulando seus espaços, proporcionando modernas atividades. Por esse motivo, a Anhanguera de Anápolis revitalizou esse espaço interno, com o intuito de atender as crianças da comunidade da melhor forma possível", afirma.

Para o coordenador da Anhanguera, as brinquedotecas podem ser também uma interessante fonte de renda. "De acordo com as ideias de negócios do Sebrae, não existe um mercado muito competitivo nesse segmento, o que facilita a criação desses espaços, além de possíveis parcerias com empresas, como restaurantes e shoppings centers", finaliza.

Posts mais acessados