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segunda-feira, 11 de setembro de 2017

Fake Líder: espécie sem personalidade e inteligência emocional



Líder. Mais uma palavra banalizada. Esse líder de 2017. Quem é? Onde vive? Do que se alimenta? Alguém já viu? Muitas pessoas já viram. E conseguem estabelecer a diferença entre este líder e um antigo "castigador" chamado hoje em dia de chefe.

Existe uma grande diferença entre chefiar e liderar. Estar à frente de uma equipe não quer dizer necessariamente que você é um líder nato. É preciso personalidade e caráter.

Existe também o Fake Líder. Aquele que prega uma liderança com inteligência emocional, mas é um carrasco das piores histórias da carochinha. 

Certa vez ouvi um desses dizendo: foi um erro grave. Vou ter que castigar a pessoa para servir de exemplo para os outros. Oi? Senhor de engenho dando umas chicotadas para "mostrar para os outros"?

Tem também aquele líder 100% incongruente que prega as ações em conjunto, o diálogo, mas quando está na frente da equipe se destempera, xingando a todos, criando um clima insuportável.

Outro exemplo de Fake Líder é aquele que diz que delegar é necessário, com um discurso todo pronto, mas que controla tudo, desde canetas, até a vida dos funcionários. Nunca admite que está errado e contrata pessoas inteligentes apenas para mantê-las sob seus comandos. Não aceita qualquer melhoria ou questionamento, vindo de quem quer que seja.

Outro tipo de falso líder é o que espalha "futriquinha" (fofocas e maledicências) entre os colaboradores para manter um tipo de controle que só existe na cabeça dele. Diz que um colega de trabalho não gosta do outro e por aí vai. Não sabe que as pessoas conversam e logo descobrem a infantilidade da criatura.

Entre as características marcantes, o falso líder fala demais, se mostra demais, parece um pavão, encobrindo uma forte insegurança de não ter a mínima ideia de como se lida com seres humanos. Quer dinheiro e poder. O negócio todo se resume em dinheiro.

A boa notícia é que o Fake Líder é uma espécie em extinção, pois a maioria tem bom senso para administrar suas emoções e julgamentos, criando um clima organizacional de confiança e foco na solução. 






Tália Jaoui - Master Coach Trainer da Prime Talent Brasil. É apresentadora do programa Conexão Comportamento no Youtube, psicóloga e palestrante comportamental. É autora dos livros A Revolução do Coaching, Quando! Quando…Quando? e co-autora de A Elite do Coaching – volumes 1 e 2






Vilões da Black Friday são revelados



Há menos de três meses da melhor data do comércio eletrônico no Brasil,cinco grandes empresas dão dicas para aproveitar as 24h de vendas.


A Black Friday é esperada com ansiedade tanto por comerciantes como por consumidores, concentrando em apenas 24h mais de 4% do faturamento de todo o ano: cerca de 16 vezes o movimento de um dia comum, segundo Alessandra Giner, CEO do Pagar.me. Para este ano, a projeção é de um crescimento de 15% a 17%, com relação ao ano passado, segundo o Google.

Alessandra Giner, CEO do Pagar.me, aponta que a relevância da Black Friday vem acompanhada de fatores que devem receber o dobro de atenção. “Certamente é um evento que gera números expressivos para todos os envolvidos em e-commerces. Tornou-se a data mais importante do ano e, sendo assim, merece atenção e cuidados nos detalhes para que sejam feitas boas transações”, comenta.

A campanha criada pelo Pagar.me, com outras quatro empresas parceiras, inclui um hotsite (www.sosblackfriday.com.br) com dicas práticas para comerciantes e um e-Book gratuito. O material reúne também informações completas e dados relevantes para que lojistas brasileiros se preparem e não percam nenhuma venda. Os astros desta publicação são quatro simpáticos monstros, que apesar de muito perigosos podem ser domados: Apagão, Sumiço, Divergente e Confúcia.

Para o Site fora do ar, foi dado o nome de Apagão. Sua descrição aponta o  surgimento deste vilão em sites com baixa capacidade de processamento. Com o número de acessos crescendo, eles ficam mais lentos e desprotegidos. Este vilão aproveita a falta de atenção, além de travamentos para se hospedar ali. Depois passa a devorar suas informações até derrubá-los e migrar para outro site desprotegido para sobreviver.

Problema sério para o e-commerce é a Lentidão no checkout. Sumiço é um monstro que foi criado após o desaparecimento de produtos em estoque. Este vilão se alimenta dos itens existentes no carrinho de compras e faz com que a oferta continue no site, mesmo após ter devorado o produto. Ele tem um objetivo: provocar a desistência da compra e espantar clientes!

A divergência de valores cobrados é outro problema comum apontado pelos especialistas. Foi criado um vilão chamado Divergente, que é apresentado como   uma incógnita. Não se conhece sua origem, já que a história nunca é contada de forma igual. Divergente engana os clientes com valores diferentes causando muitos problemas, especialmente na Black Friday.

O quarto vilão apontado pelos especialistas se refere à Complexidade na Compra. Este monstro é, na verdade, uma monstrinha: Confúcia. Após surgir de diversos erros de comunicação, ela vem confundindo as pessoas para que as mesmas sintam o que ela sentiu durante toda sua vida. As dificuldades no passo a passo da compra são atribuídas a ela. 

O e-Book SOS Black Friday ajuda os comerciantes a identificarem estes vilões e aponta caminhos para que eles sejam combatidos. A publicação ainda inclui números relacionados com a data, projeções de mercado e as reclamações mais frequentes.

A Black Friday será dia 24 de novembro e deve atrair consumidores de todos os tipos de produtos e serviços. O e-Book SOS Black Friday 2017 foi desenvolvido pelo Pagar.me em parceria com a Stone, MundiPagg, Equals e Rock Content.






Incubadora de advocacia: abrir o próprio escritório ficou mais fácil



O sonho de muitos advogados de se lançar como empreendedores está se concretizando graças à Incubadora de Escritórios de Advocacia, uma iniciativa pioneira no Brasil e no mundo que começa a dar os primeiros resultados. Criada no Paraná em uma parceria entre a Universidade Positivo e o Instituto Internacional de Gestão Legal (IGL), a Incubadora já ajudou a lançar três novos escritórios: Campos Klein e Advogados Associados, com foco em agronegócio; Fidelis &Velasco Advogados, com foco em entretenimento; e um outro grupo incubado, o Kern Di Scala,Moreto e Silva Advogados, que tem foco em startups, está no momento abrindo o seu escritório. Os três são de Curitiba.

A Incubadora faz a ponte entre o mercado e o conhecimento obtido pelos recém-formados nas universidades, com a experiência de mentoria em Inovação e Gestão Legal. Surgiu com o propósito de ampliar o campo de atuação dos advogados recém-formados que desejam ingressar em áreas inovadoras do Direito, possibilitando que em um ambiente propício ao empreendedorismo e com apoio gerencial, os escritórios tenham melhores condições de deslanchar e obter sucesso no mercado jurídico. É importante lembrar que a Incubadora proporciona novos conhecimentos, em uma prática diferente de tudo o que esses advogados viram quando eram alunos, pois não há disciplina de Gestão Legal nas faculdades de Direito. E o mais importante, são abertos novos campos e perspectivas na profissão, já que a ideia é orientá-los para que possam desenvolver um trabalho inovador, em uma área que mais os agrade.

Em dois anos já passaram pela Incubadora mais de 130 participantes. Só os melhores foram incubados. Na fase de pré-incubação, que tem duração de oito semanas,os acadêmicos de Direito e jovens advogados aprendem a estruturar o Legal Canvas –ferramenta empresarial de gerenciamento estratégico adaptada para escritórios de advocacia – do seu futuro escritório.

Adquirem também amplo conhecimento do mercado e aprendem metodologias de gestão estratégica, gestão de equipes e sociedade de advogados. Durante esse período, eles se reúnem e participam de palestras, dinâmicas e mentorias para preparar o projeto que será analisado pela Comissão Julgadora. Apenas os melhores planos de negócio passam para a fase de incubação, que tem duração de 12 meses. Já nesta segunda fase, os incubados têm apoio nas áreas de desenvolvimento técnico-jurídico e de Gestão Legal e são orientados por nosso escritório, o Selem Bertozzi Consultoria. Mas é bom ressaltar que um dos requisitos para que jovens advogados participem da Incubadora é terem sido aprovados no Exame de Ordem da OAB.

A ideia é revolucionar a área jurídica e atrair novos talentos. Os participantes ganham, em pouco tempo, conhecimentos e experiência que os advogados levam geralmente cerca de 10 anos para adquirir. O resultado é a formação de jovens advogados preparados para atuar em áreas especializadas do Direito, com capacitação gerencial e administrativa. O projeto de incubadora na advocacia é o primeiro do gênero no mundo. Foi inspirado nos modelos de incubadoras já existentes em outras áreas, entendendo que o Direito também precisa inovar. E estamos ajudando a tornar realidade essa inovação. Estamos muito felizes com os primeiros resultados. 






Rodrigo Bertozzi - sócio da Selem Bertozzi Consultoria e integrante do Conselho de Administração do Instituto Internacional de Gestão Legal (IGL); administrador e consultor especialista em Estratégia de Mercado, Comunicação e Marketing Jurídico (bertozzi@estrategianaadvocacia.com.br).





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