Pesquisar no Blog

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Índice de mortalidade por infarto pode aumentar até 30% no inverno



Especialista explica quais os sintomas mais comuns, como se prevenir nessa época e qual o procedimento de emergência ideal;


Durante o inverno é comum ver a maioria das pessoas se preocupando e tomando todos os cuidados contra gripes e resfriados. Mas esse pode não ser o grande vilão dessa época do ano. Em estudo publicado pelo InCor (São Paulo) foi identificado que, em mais de 5 mil vítimas de infarto agudo do miocárdio, a mortalidade era 30% maior nos meses de inverno – ou até 44% maior, se considerados apenas os pacientes com mais de 75 anos de idade. Pesquisadores da Unifesp, estudando quase 200 mil internações por insuficiência cardíaca congestiva no município de São Paulo, observaram que o pico de ocorrências está nos meses de junho, julho e agosto – sendo 20% superior às hospitalizações no auge do verão. Para diminuir esses números, é de extrema importância que ao notar os primeiros sintomas o paciente procure um pronto-socorro para atendimento imediato por profissionais capacitados.

Segundo Luiz Velloso, cardiologista da Rede de Hospitais São Camilo de São Paulo, os riscos de problemas cardiovasculares aumentam no inverno porque, com a queda da temperatura, diversos hormônios que atuam sobre o sistema circulatório podem apresentar aumento de atividade pela simples exposição do corpo ao frio intenso. “O resultado dessas alterações metabólicas é a contração das artérias, que leva ao aumento da pressão arterial e da frequência e intensidade das contrações cardíacas, sobrecarregando ainda mais o coração e o aparelho circulatório”, explica o médico.

Ao contrário do que a maioria das pessoas acredita, o infarto agudo do miocárdio pode se apresentar com manifestações clínicas consideravelmente diferentes do quadro clássico que todos conhecem, como dor intensa na face anterior do tórax e braços, náuseas, suor frio e dificuldade para respirar. Muitos quadros apresentam sintomas distintos e, por este motivo, a atitude mais prudente é que todo paciente com desconforto ou dor no tórax de início súbito e sem causa evidente, seja levado imediatamente ao pronto-socorro e examinado como um potencial portador de infarto, até que este diagnóstico seja descartado – mediante avaliação do médico socorrista, que analisará um eletrocardiograma e até exames laboratoriais.

O cardiologista explica que procurar o pronto-socorro assim que identificar os primeiros sintomas pode ser decisivo para o quadro. “O infarto é causado pela obstrução aguda de uma das artérias coronárias, ou seja, o paciente sente dor no tórax enquanto o músculo de seu coração vai necrosando progressivamente. A perda de grandes quantidades desse músculo pode ser fatal, ou ter consequências dramáticas sobre a qualidade de vida do indivíduo. Quanto mais precoce o início do atendimento médico, maior a massa de músculo de seu coração que pode ser salva da necrose. Daí a importância do atendimento o mais rápido possível.”

No pronto-socorro, uma vez identificado o infarto agudo do miocárdio, a prioridade passa a ser a desobstrução imediata da artéria coronária que está causando todo o problema. Na Rede de Hospitais São Camilo, este tratamento é realizado mediante um cateterismo cardíaco de emergência, que permite visualizar a artéria e desobstruí-la com rapidez e segurança, no procedimento chamado de angioplastia primária.

Segundo Velloso, no caso do Pronto-Socorro do Hospital São Camilo, a triagem dos pacientes pré-atendimento médico é feita por enfermeiros capacitados por um rigoroso protocolo de atendimento à dor torácica, que traz segurança e bons resultados aos casos de infarto. “Os socorristas dos nossos hospitais são treinados para diagnosticar e iniciar o tratamento do infarto de imediato, antes mesmo da avaliação por um especialista em cardiologia, evitando perda de tempo em uma situação em que cada minuto é precioso.”





Saiba como proteger as crianças das doenças causadas pelas baixas temperaturas do inverno



A pediatra da Pro Matre Paulista, Carla Verri Bigoni, dá dicas essenciais para os pais protegerem as crianças dos vírus nesta época do ano


Doenças respiratórias são comuns no inverno, pelo simples motivo das pessoas ficarem aglomeradas em lugares fechados e mal ventilados, facilitando a transmissão de vírus e bactérias. O quadro se agrava ainda mais com a queda na umidade do ar que leva a um aumento dos poluentes, por isso os bebês, que já possuem a imunidade mais baixa que os adultos, estão mais suscetíveis a serem acometidos por esses incômodos e os pais devem tomar alguns cuidados para prevenir que as crianças adoeçam.

De acordo com a pediatra da Pro Matre Paulista, Carla Verri Bigoni,nesta época do ano todos os quadros respiratórios têm aumento drástico na incidência, principalmente, rinite, sinusite, asma, gripes, pneumonia, resfriados, conjuntivite e amidalites. “As principais complicações são em casos de bronquiolites, pneumonias, infecções de ouvido e insuficiências respiratórias” conta.

A especialista ainda reforça que adultos precisam ficar atentos aos cuidados gerais e repouso e dá algumas dicas importantes. “Com a chegada dessa época do ano, a primeira providência é lavar tudo que está guardado, para eliminar os ácaros: casacos, cobertores e edredons. Além disso, é bom evitar grandes aglomerações, pois isso favorece a transmissão do vírus da gripe, por exemplo”, conta a doutora Carla.

Também é imprescindível manter os ambientes limpos e arejados, lavar sempre as mãos e aumentar a umidade dos ambientes, seja com umidificadores ou panos molhados.

Confira abaixo outras dicas da especialista:

- Os pais devem sempre ficar atentos quando as crianças apresentarem febres prolongadas, dificuldades respiratórias, amídalas inflamadas, inchaço nos lábios e olhos, dores de cabeça, secreção no ouvido e qualquer queda no estado geral. Sempre que a criança apresentar qualquer sintoma deste tipo, os pais devem levá-la ao médico.

- Os aquecedores podem alterar a qualidade do ar, deixando-o mais seco. “Portanto, uma dica importante é umedecer o ambiente com toalha molhada quando estiver utilizando o aparelho”, conta a doutora Carla.

- Com o aquecedor, as vias aéreas ficam mais ressecadas, facilitando a entrada de vírus, bactérias e outras partículas, portanto é sempre bom utilizar umidificador junto com aquecedor e não deixar os dois aparelhos ligados o tempo todo.

- Evitar locais fechados e com muitas pessoas, pois isso favorece a transmissão de diversos vírus.

- Os bebês acima de seis meses devem tomar a vacina contra a gripe Influenza.

- Higiene nasal e inalações com soro fisiológico se mostram eficazes para aliviar os primeiros sintomas e fazem uma prevenção adequada das doenças de inverno.

- É importante ingerir líquidos, manter-se agasalhado, evitar variações bruscas de temperatura e aumentar o consumo de vitamina C, principalmente por meio do consumo de frutas como acerola, laranja e limão.






Maternidade Pro Matre Paulista





quarta-feira, 19 de julho de 2017

Especialista dá dicas para iniciar uma carreira como modelo



Profissão exige dedicação, empenho e a participação da família


A profissão de modelo exige dedicação e empenho para enfrentar a grande concorrência e as exigências do mercado. Mas, apesar da intensa competição, o mercado está sempre abrindo portas para novos profissionais e perfis. A pessoa “alta, magra e muito jovem” já não é o único perfil desejado. O comércio e o mundo globalizado abriram um leque de possibilidades para outros perfis que antes eram pouco procurados.

“Hoje há espaço para a terceira idade e plus sizes, por exemplo. Conseguimos identificar diversos profissionais fazendo sucesso na carreira comercial e fashion com perfis pouco procurados pelo mercado há uns cinco anos. Hoje eles podem significar o sucesso de uma agência”, explica o diretor da Royal Models, Cleber Ribeiro.

O especialista dá cinco dicas para quem deseja iniciar uma carreira como modelo.

1.   Procure uma agência reconhecida no mercado

O primeiro passo é buscar uma agência reconhecida. “Buscar por uma agência reconhecida é o ponto de partida para qualquer pessoa que pretenda seguir a carreira de modelo. Apenas beleza não adianta. O profissional necessita de uma agência para administrar, orientar e aconselhar no desenvolvimento profissional para que você se sobressaia”, ressalta.

2.   Conheça o seu perfil

As pessoas são diferentes umas das outras e, consequentemente, cada modelo possui um perfil diferente. Porém, o comercial e o fashion ainda são os dois principais. O comercial não exige medidas como peso, altura ou idade. Há produtos para os mais diferentes perfis e os modelos comerciais fotografam, participam de propagandas para televisão e internet, anúncios em revistas, etc. Já o perfil fashion exige medidas dentro de um padrão definido pelo mercado. “Hoje há exceções, como o plus size ou mercado da terceira idade, mas o modelo de passarela, na maioria das vezes, ainda exige um perfil com medidas, como altura, peso e idade”, explica Ribeiro.

3.   Você não precisa abandonar a sua vida

Você não precisa sair da noite para o dia da sua cidade para tentar ser modelo. Encaminhe um material fotográfico para uma agência séria e reconhecida. Se for escolhida, a agência vai chamar você e orientar sobre os próximos passos. “A família exerce um papel muito importante para o sucesso na carreira de modelo. Por isso recomendamos que os pais e familiares acompanhem cada passo na trajetória”, reforça o especialista.

4.   Respeite o seu corpo e a sua mente

A profissão de modelo pode ser muito desgastante e estressante, por isso é importante respeitar os períodos de descanso e lazer para a recuperação plena do corpo e da mente. 




Posts mais acessados