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quarta-feira, 19 de julho de 2017

ESTRESSE E ANSIEDADE PODEM CAUSAR O BRUXISMO



 Além de dor e desconforto que a condição pode causar nos músculos da mastigação, áreas mais distantes como a cabeça, pescoço, costas e ombros também podem ser afetadas


Conhecido como “mal do século”, o estresse assim como a ansiedade pode, além da saúde como um todo, acabar prejudicando a cavidade oral. Um exemplo é o bruxismo, que afeta 30% e 40% da população mundial e brasileira, respectivamente, segundo dados levantados pela OMS (Organização Mundial da Saúde).

“Por definição, chama-se de bruxismo os movimentos involuntários e periódicos, causados por uma pressão anormal sobre as articulações dos maxilares. O distúrbio decorre da contração rítmica de alguns músculos da face e as consequências mais comuns são o desgaste e sensibilidade dos dentes”, explica Rosane Menezes Faria, dentista da Caixa Seguradora Odonto.

O bruxismo é classificado como primário ou secundário. O primário não está relacionado a nenhuma causa médica evidente, clínica ou psiquiátrica. Já o bruxismo secundário está associado com outros problemas como, por exemplo, neurológicos (doença de Parkinson), psiquiátrico (ansiedade, depressão), uso de drogas ilícitas (cocaína e ecstasy) e consumo de álcool e cafeína, explica.

Segundo ela, é muito comum o bruxismo acontecer em momentos de raiva ou ansiedade, que faz com que a pessoa ranja os dentes involuntariamente quando passam por momentos desconfortáveis ou angustiantes.

“A condição deve ser resolvida o quanto antes, pois os dentes podem sofrer desgastes em determinados pontos do esmalte e da dentina, pondo em risco não só o sorriso, como também o formato do rosto”. Além disso, pode ocasionar dores na face.
A dentista ainda relata que o bruxismo pode passar despercebido, já que muitas vezes ocorre durante o sono. “Por estarem dormindo, as pessoas não desconfiam que sofrem desse problema”, comenta.

Sintomas e tratamentos

Desgaste dos dentes, fraturas dentárias, disfunção da articulação que liga o maxilar à mandíbula e dores musculares no rosto são apenas alguns dos sintomas. Para ajudar no tratamento, o uso de uma placa oclusal, que é confeccionada pelo próprio dentista, durante a noite pode ser uma solução.

“Com a instalação da placa, os dentes desgastados poderão ser reabilitados e restaurados. Além disso, existem alguns medicamentos, como relaxantes musculares, antidepressivos, agentes dopaminérgicos e toxina botulínica. O último pode ser aplicado nos músculos da face e tem mostrado bastante eficácia”, conclui a dentista.




Caixa Seguradora Odonto



Dr Bactéria lista 5 dicas essenciais para higienizar, conservar e guardar a esponja de lavar louça



Segundo estudo feito por pesquisadores de Campinas (SP), a esponja de lavar louça acumula milhões de fungos e bactérias. Especialista ensina como higienizá-la, que tipo de produto usar, como conservar, por quanto tempo utilizar e o que não se deve fazer com o utensílio


 Estudos divulgados recentemente pela Devry Metrocamp, em Campinas (SP), apontam que em 15 dias de uso, a esponja de lavar louça acumula cerca de 680 milhões de fungos e bactérias, que podem causar de diarreia e febre a problemas pulmonares. Por conta disto, cuidar da higiene da pia e da esponja é algo essencial para garantir a saúde da casa. Confira 5 dicas do biomédico e microbiologista Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria:


01 Esponja seca sempre
Após lavar a louça, deve-se enxaguar bem a esponja em água corrente até parar de sair espuma. Retirada toda a espuma, deve-se torcer bem a esponja e guardar em local seco, de uma forma que permita escorrer os restos de água. Nunca deixe a esponja sobre o sabão, em recipientes que não permitem o escoamento da água, nem embaixo da pia. Uma dica é deixar a esponja secar completamente sobre o escorredor de louças.


02 Sabão nunca!
Use somente detergente na esponja e nunca sabão, líquido ou em pedra, pois este tipo de produto não apresenta características bactericidas e pode levar germes para a esponja e, consequentemente, para as louças.


03 Fique atento às novidades
O mercado já disponibiliza esponjas com tecnologia que não permite a proliferação de bactérias. Esta inovação foi lançada pela marca EsfreBom, cuja esponja possui Íons de Prata em sua composição, que garante a eliminação de 99,9% das bactérias presentes na esponja até o fim do uso.


04 Desinfecção diária
Para desinfetar as esponjas tradicionais, o que deve ser feito uma vez ao dia, o Dr. Bactéria explica três métodos acessíveis. O primeiro é lavar a esponja, embrulhar em um papel toalha, colocar em um pires e levar ao micro-ondas por um a dois minutos. Outra opção é lavar a esponja e deixá-la submersa em um recipiente com água fervendo por três minutos. O terceiro é imergir a esponja em uma solução de 2 colheres de sopa de água sanitária mais 1 litro de água, por 10 minutos.


05 Just a week!
Independente da marca ou tecnologia, a vida útil da esponja doméstica é de uma semana. Portanto, após este período a esponja deve ser descartada. Nunca reutilize a esponja, por exemplo, separando-a para a limpeza de um outro ambiente, como a área de serviço ou banheiro.


Importante saber
Outro estudo, feito pela Fundação de Pesquisa para Saúde e Segurança Social (FESS) em parceria com a Universidade de Barcelona, apontou que a pia da cozinha possui 100 mil vezes mais germes do que no banheiro e que eles se concentram principalmente nas esponjas e nos panos. “Isso acontece, pois são utensílios que estão em contato com a água o tempo todo, e os locais com umidade são os preferidos das bactérias”, explica o biomédico e microbiologista Roberto Figueiredo, conhecido como Dr. Bactéria.

Ele comenta também que a umidade é só um dos fatores que estimula a proliferação de germes e bactérias, sendo que os resíduos dos alimentos é que “alimentam” esta proliferação. Louças mal lavadas, tábuas e colheres de madeira, cantos de pia são exemplos clássicos de locais que acumulam restos de alimentos e geram contaminação cruzada. E a esponja é o utensílio que mais causa este tipo de contaminação. “A pessoa lava a tábua de madeira contaminada com a mesma esponja que lava seus pratos e copos, por exemplo, espalhando bactéria por toda a louça. Esse tipo de contaminação pode causar diarreia e febre”, afirma o biomédico.







Fisioterapia para pets é alternativa de tratamento contra paralisia



A reabilitação veterinária pode evitar casos de eutanásia, além de ser indicada para alívio de dores e fortalecimento da musculatura de cães e gatos


Cães e gatos também podem sofrer com problemas musculares e nas articulações, como hérnia de disco, artrose e luxação patelar. No entanto, hoje com a evolução das técnicas e equipamentos de reabilitação, além da especialização dos profissionais de fisioterapia, os pets podem ter um tratamento seguro e eficaz.

A reabilitação - que é recomendada principalmente para pets com problemas nas articulações e coluna - não possui contraindicações. O tratamento controla e alivia as dores do animal, melhorando assim a qualidade de vida e funcionando, em muitos casos, como uma alternativa até mesmo para eutanásia. 

De acordo com Thessa Petersen Dattelkremer, veterinária da Vet Theraphy, as sessões de terapia duram 1 hora e são personalizadas de acordo com a necessidade de cada pet. “A fisioterapia ajuda na melhora da condição locomotora do pet. No caso de um animal paralisado, a reabilitação é realizada para fazê-lo voltar a andar. "Já para animais com dificuldade de locomoção causada por doenças como a hérnia de disco e até por atropelamentos – que são muito comuns – a intenção, além de controlar a dor, é melhorar a resistência e fortalecer a musculatura, aumentando a amplitude de movimento das articulações e promovendo um aumento da disposição e saúde do animal”, explica a especialista.

Como encontrar clínicas de fisioterapia para o seu pet?

O aplicativo PetBooking (https://www.petbooking.com.br/) reúne clínicas que oferecem diversos tipos de atendimento, dentre eles, o tratamento de reabilitação. Através da plataforma é possível encontrar consultórios de acordo com a localização do usuário, disponibilidade de agenda, além de comentários e classificações de outros usuários sobre qualidade dos atendimentos prestados. Permitindo até mesmo o agendamento de consultas e pagamento por intermédio do app. Segundo Robert Dannenberg, CEO do Pet Booking, a plataforma tem como objetivo agilizar o processo de busca por uma clínica que atenda às necessidades de cada pet.




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