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sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Centro Brasileiro de Congelamento de Óvulos amplia opções de pagamento para tratamentos de fertilidade, incluindo ação judicial para uso do FGTS

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Diante de um mercado de fertilidade que deve movimentar R$ 3 bilhões no Brasil em 2026, o maior da América Latina, o centro do Dr. Alfonso Massaguer estuda novas alternativas de custeio, como financiamento, reembolso via convênio e programa de doação de óvulos com congelamento gratuito 

 

O sonho da parentalidade esbarra, para muitos casais e pacientes, em uma barreira concreta: o custo dos tratamentos de reprodução assistida. De olho nesse desafio, o Centro Brasileiro de Congelamento de Óvulos, fundado pelo Dr. Alfonso Massaguer, está desenvolvendo um conjunto de novas alternativas de pagamento para ampliar o acesso aos seus tratamentos, incluindo a possibilidade de uso do FGTS por meio de ação judicial.
 

Um mercado em franca expansão 

O momento é estratégico. O mercado de fertilidade e reprodução assistida deve movimentar R$ 3 bilhões no Brasil em 2026, o maior da América Latina, consolidando-se como um dos segmentos que mais crescem dentro da saúde privada no país, impulsionado por procedimentos como o congelamento de óvulos e a fertilização in vitro (FIV). O crescimento acompanha mudanças no perfil demográfico brasileiro, com casais tendo menos filhos e mulheres adiando a maternidade para priorizar a carreira, além de fatores ligados às taxas de infertilidade observadas mundialmente.
 

FGTS via ação judicial: uma alternativa pouco conhecida 

Uma das novidades em estudo no Centro Brasileiro de Congelamento de Óvulos é a possibilidade de utilização do FGTS para custear tratamentos de reprodução assistida por meio de ação judicial. Atualmente, o saque do fundo é autorizado pela legislação para situações específicas, como tratamento de câncer e hemodiálise, mas não contempla diretamente os tratamentos de fertilidade. 

O centro está avaliando a viabilidade de solicitar essa liberação por via judicial, reunindo relatório médico, orçamento detalhado do tratamento e demais documentações necessárias para instruir o processo. A alternativa pode ser buscada tanto por casais quanto por pacientes individuais em tratamento.
 

Reembolso via convênio e outras frentes de custeio 

Outra frente em desenvolvimento pelo centro é a possibilidade de reembolso de procedimentos junto aos convênios médicos, também por meio de ação judicial. O modelo se aplicaria a casos como o de uma paciente com endometriose, por exemplo, que arca inicialmente com o custo do tratamento e posteriormente busca judicialmente o reembolso junto ao seu plano de saúde. 

O Centro Brasileiro de Congelamento de Óvulos também está estruturando um programa de incentivo à doação de óvulos, em que a paciente doadora recebe, em contrapartida, o congelamento dos próprios óvulos. Além disso, avalia opções de financiamento direto para os tratamentos, ampliando o leque de possibilidades de pagamento disponíveis aos pacientes. 

Para o Dr. Alfonso Massaguer, fundador do Centro Brasileiro de Congelamento de Óvulos, ampliar as formas de pagamento é parte essencial do compromisso da instituição com o acesso à parentalidade. 

"O custo ainda é uma das maiores barreiras para quem sonha em ter um filho e precisa de ajuda médica para isso. Estamos estudando, de forma cuidadosa e responsável, cada uma dessas alternativas, do uso do FGTS ao reembolso via convênio, justamente para que o tratamento não seja um privilégio de poucos, mas uma possibilidade real para quem precisa. Nosso compromisso sempre foi com a realização do sonho da parentalidade, e ampliar o acesso financeiro é parte fundamental disso", afirma Dr. Massaguer.
 


Centro Brasileiro de Congelamento de Óvulos


 

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