Diante de um
mercado de fertilidade que deve movimentar R$ 3 bilhões no Brasil em 2026, o
maior da América Latina, o centro do Dr. Alfonso Massaguer estuda novas
alternativas de custeio, como financiamento, reembolso via convênio e programa
de doação de óvulos com congelamento gratuito 
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O sonho da
parentalidade esbarra, para muitos casais e pacientes, em uma barreira
concreta: o custo dos tratamentos de reprodução assistida. De olho nesse
desafio, o Centro Brasileiro de Congelamento de Óvulos, fundado pelo Dr. Alfonso
Massaguer, está desenvolvendo um conjunto de novas alternativas de pagamento
para ampliar o acesso aos seus tratamentos, incluindo a possibilidade de uso do
FGTS por meio de ação judicial.
Um mercado em
franca expansão
O momento é
estratégico. O mercado de fertilidade e reprodução assistida deve movimentar R$
3 bilhões no Brasil em 2026, o maior da América Latina, consolidando-se como um
dos segmentos que mais crescem dentro da saúde privada no país, impulsionado
por procedimentos como o congelamento de óvulos e a fertilização in vitro
(FIV). O crescimento acompanha mudanças no perfil demográfico brasileiro, com
casais tendo menos filhos e mulheres adiando a maternidade para priorizar a
carreira, além de fatores ligados às taxas de infertilidade observadas
mundialmente.
FGTS via ação
judicial: uma alternativa pouco conhecida
Uma das novidades
em estudo no Centro Brasileiro de Congelamento de Óvulos é a possibilidade de
utilização do FGTS para custear tratamentos de reprodução assistida por meio de
ação judicial. Atualmente, o saque do fundo é autorizado pela legislação para
situações específicas, como tratamento de câncer e hemodiálise, mas não
contempla diretamente os tratamentos de fertilidade.
O centro está
avaliando a viabilidade de solicitar essa liberação por via judicial, reunindo
relatório médico, orçamento detalhado do tratamento e demais documentações
necessárias para instruir o processo. A alternativa pode ser buscada tanto por
casais quanto por pacientes individuais em tratamento.
Reembolso via
convênio e outras frentes de custeio
Outra frente em
desenvolvimento pelo centro é a possibilidade de reembolso de procedimentos
junto aos convênios médicos, também por meio de ação judicial. O modelo se
aplicaria a casos como o de uma paciente com endometriose, por exemplo, que
arca inicialmente com o custo do tratamento e posteriormente busca
judicialmente o reembolso junto ao seu plano de saúde.
O Centro
Brasileiro de Congelamento de Óvulos também está estruturando um programa de
incentivo à doação de óvulos, em que a paciente doadora recebe, em
contrapartida, o congelamento dos próprios óvulos. Além disso, avalia opções de
financiamento direto para os tratamentos, ampliando o leque de possibilidades
de pagamento disponíveis aos pacientes.
Para o Dr. Alfonso
Massaguer, fundador do Centro Brasileiro de Congelamento de
Óvulos, ampliar as formas de pagamento é parte essencial do compromisso da
instituição com o acesso à parentalidade.
"O custo
ainda é uma das maiores barreiras para quem sonha em ter um filho e precisa de
ajuda médica para isso. Estamos estudando, de forma cuidadosa e responsável,
cada uma dessas alternativas, do uso do FGTS ao reembolso via convênio,
justamente para que o tratamento não seja um privilégio de poucos, mas uma
possibilidade real para quem precisa. Nosso compromisso sempre foi com a
realização do sonho da parentalidade, e ampliar o acesso financeiro é parte
fundamental disso", afirma Dr.
Massaguer.
Centro Brasileiro de Congelamento de Óvulos
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