Com 12 feriados ao longo do ano, especialista explica os pontos de atenção para garantir uma viagem sem imprevistos e se prevenir de golpes
Com 8 feriados nacionais em 2026 e até 12 em São Paulo, os brasileiros têm encontrado diversas oportunidades de descanso e turismo para 2026, aumentando a procura por viagens. Segundo dados do Google Brasil, a busca pelo termo “pacote de viagem 2026” cresceu 817% em 2025. Esse cenário cria janelas perfeitas para deslocamentos curtos ou longas, ampliando a projeção de contratações de serviços turísticos ao longo deste ano, como agências de viagens e passeios, além de passagens de avião e reservas de hotéis.
Para que esse planejamento seja livre de imprevistos, no entanto,
é necessário se atentar ao contrato de prestação de serviços e operadoras de
turismo, tal como em compras de passagens, reservas de hotéis, pousadas e
passeios. Rafael Figueiredo, formado em direito
e CEO da D4Sign by Zucchetti, plataforma brasileira de assinatura eletrônica,
reforça a importância da formalização dos contratos para garantir uma
viagem tranquila para todos.
“Muitos olham para o calendário para escolher o próximo destino,
mas acabam se deixando passar alguns detalhes ao assinar contratos, seja para o
aluguel de uma residência de temporada ou até mesmo para aquele hotel tão
esperado. Atentar-se a fatores como esse garante mais segurança jurídica ao
viajante e evita surpresas com mudanças de itinerário, cancelamentos, taxas
inesperadas ou desencontros de expectativas”, comenta o CEO.
Nesse cenário, a tecnologia é uma grande aliada na análise de contratos,
especialmente os mais extensos. Ferramentas como a D4Sign.AI utilizam
inteligência artificial para resumir cláusulas, destacar pontos importantes e
ajudar a identificar possíveis inconsistências nos documentos, funcionando como
uma “camada extra de proteção” contra golpes digitais. Esse apoio é ainda mais
relevante em casos de locação por temporada, onde anúncios falsos e contratos
de fachada têm se tornado práticas frequentes. Embora não substitua a avaliação
de um profissional especializado, como um advogado, a ferramenta facilita o
acesso à informação e reforça a segurança do consumidor nas negociações.
Assim, o executivo da D4Sign reuniu uma série de
pontos que merecem ser levados em consideração no momento da contratação de
pacotes:
Descrição detalhada dos serviços: Todo contrato precisa especificar tudo o que está ou não
incluso no serviço contratado: deslocamento, tipo e categoria da hospedagem,
alimentação, seguro, entre outros fatores. Quanto mais detalhado o documento,
menor a chance de divergências entre expectativa e entrega.
Valores, formas de pagamento e custos adicionais: Além do valor da viagem, é importante que o documento indique prazos, parcelamentos, possíveis taxas extras de reajuste e, em casos internacionais, variações de câmbio. A transparência é a chave contra possíveis frustrações que possam surgir durante o período de estadia.
Políticas de cancelamento, alteração e reembolso: É fundamental que estejam claramente definidos os prazos e condições de cancelamento, percentuais de multa e as políticas de reembolso, tanto por iniciativa do consumidor quanto por parte da agência ou operadora envolvida. No caso de voos, o contrato também deve prever situações de overbooking, deixando claro quais alternativas serão oferecidas ao viajante, como realocação, compensação ou reembolso.
Além disso, é importante que estejam previstas alterações decorrentes de casos de força maior, como condições climáticas extremas, greves, emergências sanitárias ou fechamento de fronteiras. Em um ano de muitos feriados, mudanças de planos e imprevistos podem acontecer, então é essencial prever esses cenários para evitar frustrações.
Seguro-viagem e assistência ao viajante: Em muitos dos casos, a contratação de seguros precisa ser feita à parte do serviço contratado. Por isso, é importante se atentar a informações como coberturas, limites, formas de acionamento e possíveis pagamentos extras que necessitem ser realizados.
Proteção de dados pessoais (LGPD): Com o avanço da tecnologia no setor turístico, cresce a importância de cláusulas relacionadas à Lei Geral de Proteção de Dados. O contrato deve informar quais dados pessoais serão coletados, como serão utilizados e com quais parceiros poderão ser compartilhados, assegurando a transparência e conformidade legal.
“Em contextos como esse, a assinatura eletrônica assegura validade jurídica, rastreabilidade e segurança das informações tanto para as agências de turismo quanto para seus clientes. Com recursos de autenticação como IP, geolocalização e até selfie, é possível criar uma trilha de auditoria que ajuda a inibir fraudes, inclusive o golpe do ‘proprietário fantasma’, já que golpistas evitam deixar rastros digitais identificáveis”, finaliza.
Além disso, o especialista ainda explica que, em viagens de
feriado, muitas vezes decididas em cima da hora, a tecnologia permite fechar
contratos com rapidez, até mesmo a caminho do aeroporto, sem abrir mão da
confiabilidade. Em um ano com calendário tão favorável a viagens, começar pelo
contrato certo pode fazer toda a diferença entre uma experiência positiva e a
prevenção de problemas evitáveis.
D4Sign.AI
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