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domingo, 31 de maio de 2026

Dia de Abraçar seu Gato: eles realmente gostam de abraço? Veterinária explica os segredos do afeto felino

Especialista da Unifran desmistifica o comportamento dos bichanos, mapeia as áreas 'proibidas' e ensina como conquistar a confiança do animal respeitando seus limites

 

No dia 4 de junho, comemora-se o Dia de Abraçar seu Gato. No entanto, para os tutores de felinos, a data traz uma dúvida muito comum: os gatos realmente gostam de abraços e carinhos intensos como outros animais de estimação ou a forma deles de receber afeto é mais complexa?

Diferentemente dos cães, os felinos possuem uma linguagem própria e muito mais seletiva quando o assunto é o toque físico. Para ajudar os tutores a entenderem melhor seus companheiros de quatro patas, a Profa. Dra. Valeska Rodrigues, docente do curso de Medicina Veterinária da Universidade de Franca (Unifran), mapeia o que é permitido e o que é proibido na hora de demonstrar amor aos bichanos.
 

"Gatos são mais seletivos quanto ao toque quando comparados aos cães. Existem áreas permitidas e áreas proibidas no corpo deles. Além disso, há raças de gatos que são naturalmente mais permissivas e outras mais arredias. Cada indivíduo tem sua personalidade", explica a veterinária.

 

Mapeando o corpo do gato: áreas permitidas e proibidas

Para não correr riscos de levar uma patada ou um arranhão de aviso, é importante saber onde o carinho é bem-vindo e quais partes do corpo do felino são consideradas "zonas restritas":

  • Zonas Verdes (pode acariciar!): o dorso (as costas), a testa (bem próximo ao nariz) e a região do queixo são as áreas prediletas da grande maioria dos felinos.
  • Zonas Vermelhas (evite tocar!): a cauda é uma região extremamente sensível e deve ser evitada. A barriga também é uma área restrita e de forte instinto de autodefesa para eles. 

A docente da Unifran revela que até na mesma casa as personalidades variam muito. "Tenho duas gatinhas. Uma delas permite que eu a segure no colo como se fosse um bebê; já a outra, em menos de 30 segundos, já está tentando fugir", conta a Dra. Valeska.

 

Sinais verdes x sinais vermelhos: aprenda a ler seu gato

Os gatos se comunicam o tempo todo por meio da linguagem corporal. A especialista ensina a identificar os sinais claros de que o canal de comunicação está aberto, ou de que é melhor dar um espaço para o animal:

  • Sinais de que o gato está amando o carinho: ele começa a ronronar (aquele barulho característico e relaxante), eleva a cauda, esfrega a cabeça nas mãos do tutor, rola no chão e pode até tentar "agarrar" as mãos de quem está acariciando de forma dócil.
  • Sinais de desconforto (hora de parar!): o gato vira as orelhas para trás, tenta se esquivar do toque ou solta miados longos e espontâneos. Se esses avisos forem ignorados, o próximo passo natural dele será recorrer a arranhões ou mordidas de advertência.

 

Gatos são "interesseiros"? Como construir um vínculo de confiança

Uma das brincadeiras mais comuns sobre os felinos é que eles seriam animais "interesseiros". A médica veterinária desmistifica essa fama de forma bem-humorada, explicando que o segredo para conquistar o afeto do animal está em oferecer estímulos positivos que façam sentido para ele. 

"Se o tutor oferece algo que os cativa, com certeza já será o início do vínculo. Basta jogar uma bolinha de papel ou mostrar onde está o pote de ração fresca. Eles já elevam a cauda e se aproximam felizes. Nesse momento de interação positiva, a carícia nas costas já é aceita de primeira", orienta a veterinária. 

A especialista reforça que o respeito ao tempo e espaço do felino é a chave de ouro da convivência. "Em pouco tempo, seguindo essa rotina de carinho respeitoso, os bichanos estarão deitados em cima dos tutores, dormindo nas pernas ou no próprio travesseiro. Mas lembre-se da regra máxima dos felinos: eles fazem isso quando eles querem, e não quando o tutor quer!", finaliza a docente.



Unifran
www.unifran.edu.br


Cães resgatados visitam crianças e adolescentes com câncer assistidos pela TUCCA

Divulgação: bastidores da edição na TUCCA
Petlove e Instituto Caramelo se unem em nova edição do projeto "Love que Cuida", transformando cães invisibilizados que estão à espera de um lar em suporte emocional para crianças em tratamento

 

A nova edição do Love que cuida - projeto idealizado pela Petlove para gerar acolhimento e valor a pets invisibilizados - contou com as parcerias do Instituto Caramelo e da TUCCA (Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer), nesta semana. O resultado? Uma manhã repleta de carinho e amor, com pets resgatados atuando como apoio e suporte a cerca de 70 pacientes com câncer. 

As atividades aconteceram em dois espaços do ambulatório de oncologia pediátrica do Santa Marcelina Saúde em parceria com a TUCCA: na brinquedoteca, localizada ao lado da recepção, e, principalmente, na sala de infusão. A presença dos pets tem como objetivo quebrar a tensão do tratamento, transformando longas horas de espera em momentos de distração, afeto e relaxamento. 

“O nosso propósito na Petlove vai muito além de encontrar lares para os animais, queremos mostrar o valor inestimável que eles têm para a sociedade. Estar na TUCCA com o projeto Love que Cuida é a prova viva disso. Cães que antes foram negligenciados ganham a oportunidade de transformar as horas difíceis da quimioterapia em momentos de leveza e alegria. É uma via de mão dupla, trazemos bem-estar para os pacientes e devolvemos a dignidade e a visibilidade para esses pets que tanto precisam de uma família”, afirma Bruno Junqueira, vice-presidente de Pessoas, ESG e Comunicação Institucional da Petlove. 

De acordo com o oncologista pediátrico Sidnei Epelman, diretor do Serviço de Oncologia Pediátrica do Santa Marcelina Saúde e fundador e presidente da TUCCA, o cuidado com o paciente oncológico vai muito além da assistência clínica:

“Na TUCCA, acreditamos profundamente na importância da humanização e do acolhimento em toda a jornada da criança e da família. Iniciativas como essa mostram que cuidar também é proporcionar afeto, criar memórias positivas e oferecer momentos de leveza em um período que costuma ser tão desafiador. Esses gestos fazem diferença para o bem-estar emocional de todos os envolvidos”. 

Para o Instituto Caramelo, a visita cumpre um duplo papel social. Todos os escolhidos para a dinâmica integram o grupo de "invisibilizados", pets idosos, com deficiência ou fora do padrão estético que, devido a estigmas, passam mais tempo aguardando adoção nos abrigos. Dóceis e sociáveis, eles foram criteriosamente avaliados para lidar com os estímulos intensos de um ambiente pediátrico. Além disso, todos os pets passam por supervisão veterinária para assegurar saúde em dia. 

“Quando um animal resgatado oferece conforto a uma criança em tratamento, acontece uma troca muito poderosa. Esses cães carregam histórias de abandono, superação e afeto, e mostram, na prática, que todos merecem uma segunda chance. Participar dessa ação na TUCCA é uma forma de mostrar que os animais invisibilizados têm enorme capacidade de transformar vidas e também de serem vistos com mais empatia pela sociedade", destaca Yohanna Perlman, diretora executiva do Instituto Caramelo. 

O impacto desse encontro também é respaldado pela ciência. Intervenções assistidas por animais são conhecidas por estimular a liberação de hormônios ligados ao bem-estar, como a endorfina e a serotonina, além de reduzir drasticamente os níveis de cortisol, diretamente relacionado ao estresse. Mas, para além dos dados, o benefício é sentido no olhar de quem acompanha a rotina hospitalar de perto. 

Entre as famílias presentes na ação, a história de Rose Soares, mãe do pequeno Matheus, de oito anos, ilustra bem essa conexão. Com o diagnóstico recente de câncer em dezembro, Matheus encontra nos animais uma âncora de alegria. Em sua casa, a família mantém uma verdadeira rede de resgate: são cães e gatos, quase todos retirados das ruas em situações críticas. 

"Eu sempre tive esse olhar para os animais. Já resgatei cachorro que estava fraco, gata abandonada que precisava de cirurgia... O amor e o cuidado são tudo. O Matheus gosta muito de pet e esse contato traz leveza. Ver esses cães aqui na TUCCA, que também foram resgatados e hoje trazem esse carinho para as crianças, é muito especial. Ele já está na fase final do tratamento e esses momentos de alegria ajudam a fechar esse ciclo com mais força", relata Rose. 

A Petlove também utilizará suas plataformas e redes sociais para documentar os bastidores, dando protagonismo aos animais participantes e divulgando as informações completas para possíveis interessados em adotá-los, fomentando uma grande corrente de inclusão e cuidado. 


Petlove
Instituto Caramelo
TUCCA - Associação para Crianças e Adolescentes com Câncer


No Dia Mundial do Leite, estudos mostram que genética pode elevar a produção leiteira em até 9,2% e reduzir 12,7% a emissão de metano

Pesquisas apontam que decisões baseadas em dados podem ampliar a produtividade, reduzir impactos ambientais e apoiar uma produção leiteira mais sustentável 

 

No Dia Mundial do Leite, celebrado em 1º de junho, a Zoetis, líder mundial em saúde animal, reforça a importância da ciência, da tecnologia e da tomada de decisão baseada em dados para o avanço da pecuária leiteira. Presente diariamente na alimentação dos brasileiros e protagonista de uma das cadeias mais relevantes do agronegócio nacional, o leite teve, em 2025, a maior captação da história do país, com 27,5 bilhões de litros adquiridos por laticínios sob inspeção sanitária¹. Diante desse cenário de crescente demanda por eficiência e sustentabilidade, a genética tem ganhado protagonismo como ferramenta estratégica para apoiar produtores na construção de sistemas mais produtivos, eficientes e rentáveis.  

Ao mesmo tempo em que cresce a demanda por produtividade, o setor também enfrenta desafios relacionados às mudanças climáticas, eficiência no uso de recursos e sustentabilidade da produção. Uma forma de contribuir com a mudança desse cenário é ter rebanhos mais eficientes – nesse contexto, estudos recentes conduzidos pela Zoetis apontam que animais geneticamente superiores podem produzir mais leite mesmo em desafio térmico, serem eficientes na conversão alimentar e apresentar menor intensidade de emissão de gases de efeito estufa ao longo da vida produtiva. 

Os resultados mostraram ganhos relevantes tanto em desempenho produtivo quanto em eficiência ambiental. Os animais avaliados apresentaram aumento médio de 9,2% na produção de leite, redução de 18,1% na taxa de reposição do rebanho, diminuição de até 12,7% na intensidade das emissões de metano e redução média de 9,5% na intensidade de nitrogênio relacionada à produção.  

A genética tem permitido que o produtor tome decisões cada vez mais assertivas dentro do rebanho, identificando animais com maior potencial produtivo, melhor eficiência alimentar, maior resiliência aos desafios climáticos. Quando olhamos para traços genéticos ligados à saúde, longevidade, fertilidade e sustentabilidade, conseguimos acelerar o melhoramento genético de forma consistente, além de construir rebanhos mais eficientes para a pecuária leiteira do futuro”, destaca Henrique Hooper, Coordenador de Serviços Técnicos de Ruminantes da Zoetis Brasil. 

Os dados relacionados à sustentabilidade são baseados em estudo conduzido com o modelo científico RuFaS (Ruminant Farm System), referência internacional para avaliação ambiental na pecuária, que entrou na nova configuração do Clarifide Dairy Plus, da Zoetis. A análise cruzou informações da produção de gases e sólidos voláteis com o DWP$® (Dairy Wellness Profit Index®). O DWP$ é um índice econômico desenvolvido pela Zoetis que pondera traços relacionados à produção e qualidade do leite, fertilidade, nutrição de precisão, uso de antibióticos e bem-estar animais em pesos distintos para avaliar rentabilidade de um animal dentro do sistema. Com a atualização recente, o índice é recalculado com os traços de resiliência ao calor e eficiência alimentar.  

Outro tema que vem ganhando relevância dentro da cadeia leiteira é a adaptabilidade ao calor. Em ambientes cada vez mais desafiadores, cresce a necessidade de identificar animais capazes de manter a produtividade, o desempenho reprodutivo e a saúde mesmo em condições de estresse térmico. 

Nesse contexto, os estudos da Zoetis também avançam na identificação de características genéticas relacionadas à resiliência ao calor. A companhia desenvolveu avaliações capazes de diferenciar animais mais adaptados às condições climáticas dentro do mesmo rebanho, considerando indicadores como temperatura, umidade e impacto ambiental sobre a produção. 

Além da adaptação climática, a eficiência alimentar também se consolida como um dos principais pilares da produção leiteira moderna. Animais mais eficientes conseguem transformar melhor os nutrientes consumidos em produção, o que promove a redução dos desperdícios, melhora o aproveitamento nutricional e contribui para menor impacto ambiental por litro de leite produzido. 

Para apoiar produtores na tomada de decisão baseada em dados, a Zoetis incorpora essas informações em soluções genéticas como o Clarifide® Dairy Plus, primeira avaliação genética disponível comercialmente para gado leiteiro desenvolvida especificamente para características de bem-estar de vacas e bezerras. A ferramenta fornece avaliações genômicas confiáveis sobre fatores de risco genético relacionados a doenças economicamente relevantes em bovinos das raças Holandesa e Jersey. 

Entre os avanços recentes das soluções genéticas da Zoetis estão avaliações relacionadas à eficiência alimentar, sustentabilidade, adaptação climática e características de bem-estar animal, permitindo identificar animais mais produtivos, eficientes e resilientes ao calor para os desafios atuais e futuros da pecuária leiteira. Ao conectar genética, ciência e tecnologia, a companhia reforça seu compromisso em apoiar produtores na construção de uma produção leiteira cada vez mais eficiente, sustentável e alinhada às demandas do setor. 

 

Zoetis
Zoetis.com.br


Amor que enfrenta o medo: esporotricose avança e desafia donos de gatos, mas nova tecnologia encurta tratamento e reduz custos

 

Thay Ribeiro contraiu a esporotricose de seu gato
Doença fúngica que mais cresce entre felinos já é emergência de saúde pública em SP

 
Enquanto casos batem recorde, histórias de cuidadores que enfrentaram o preconceito e a doença mostram a força do vínculo com seus gatos 

O amor por um gato pode superar o medo. Mas quando a ameaça é a esporotricose, uma doença que cresce em ritmo exponencial no estado de São Paulo, esse amor é posto à prova todos os dias. Trata-se de uma doença causada por um fungo do gênero Sporothrix, que vem se consolidando como um dos principais desafios sanitários urbanos do país, sobretudo em áreas com grande quantidade de gatos sem acesso regular a cuidados veterinários.
 
Além do sofrimento animal, a esporotricose felina preocupa porque é transmissível para humanos e se espalha com rapidez. “É um grave problema de saúde pública. A esporotricose é infecciosa e agressiva. Os gatos são as principais vítimas e os potenciais transmissores. Ela causa lesões cutâneas que podem começar como pequenos caroços (nódulos) e evoluir para úlceras abertas e com secreção. Essas feridas não cicatrizam facilmente e costumam espalhar-se pelo corpo. O tratamento com antifúngico é demorado e muitas vezes não traz os resultados esperados”, explica o professor titular de medicina-veterinária da UNIP, Carlos Brunner.
 
No começo deste ano, o Ministério da Saúde incluiu a esporotricose humana na lista de doenças de notificação obrigatória. Os números assustam. Em 2025, foram registradas mais de 12 mil notificações da doença em gatos e mais de 7 mil em humanos em todo o estado de São Paulo — o maior número já registrado. Mas por trás dos números, há histórias reais de pessoas que enfrentaram o preconceito, o medo e a dor de ver um animal querido definhar.


 
"Tratei a gatinha, fui mordida e contraí a doença. Ela não resistiu"
 
Thay Ribeiro é pet sitter na capital paulista. No ano passado, ela foi chamada para ajudar um casal que tinha resgatado uma gatinha de rua. Ela estava infectada pela esporotricose. “A gatinha era um amor, chamava-se Amora. O casal ficou com medo de tratá-la e me contratou para o serviço. Ministrei antifúngicos durante um mês, enquanto procuravam algum lugar para acolher a gatinha, já que o casal não queria mais ficar com ela. Nesse meio tempo, ela me mordeu e eu contraí a doença”, conta.
 
Thay ficou meses tratando a doença tomando medicamentos e passando por exames, até que conseguiu ficar curada. “Infelizmente a Amora não sobreviveu. Fiquei com algumas sequelas, mas hoje não tenho mais sintomas”, conta.



Um amor que enfrenta barreiras
 
Nelson Castanheira Júnior é um apaixonado pelos animais. Ele ficou sabendo da existência da esporotricose felina depois de observar dezenas de gatos com terríveis feridas no rosto e morrendo no condomínio onde mora na Granja Viana, em São Paulo. “Falei com a veterinária que cuidava dos meus animais e ela me explicou sobre a doença, disse que estava fora de controle”, conta.
 
Foi então que ele tomou uma difícil decisão: cuidar ele mesmo dos gatos doentes que rondavam a sua casa. “Muita gente não compreende um ato de solidariedade para com animais de rua. Passam a olhar para a gente como se nós fôssemos os doentes, só porque sentimos misericórdia por um animal. Mas eu enfrentei o preconceito e me sinto feliz por ter salvado muitos gatos”, desabafa.
 
O custo da esporotricose no Brasil é elevado. Segundo o IPB, Instituto Pet Brasil, a população de gatos domésticos passa de 30 milhões em todo o país. Muitos destes felinos têm acesso às ruas e é justamente no ambiente livre que a doença se dissemina rapidamente. Nelson sabe bem disso. Nos últimos anos, ele recolheu e tratou mais de 15 gatos, arcou com todos os custos de medicamentos e em algumas vezes até mesmo a internação. “Só de medicamentos, cada animal consome cerca de 300 reais por mês. O tratamento leva de quatro a seis meses. Faça a conta e veja quanto isso pesa em um orçamento. Não é à toa que muitos deixam os animais morrerem”, conta.
 

Nelson Castanheda tirou da rua alguns gatos
com esporotricose para tratar em casa

 

Esperança real: tecnologia nacional já reduz tratamento


 
Enquanto os casos avançam, uma resposta concreta está mudando o horizonte. O SPORO PULSE, equipamento inédito desenvolvido pela startup brasileira Akko Health Devices sob liderança do Prof. Carlos Brunner, utiliza a eletroporação — pulsos elétricos que provocam a morte irreversível do fungo, preservando o tecido saudável do animal.
 
O equipamento já vem sendo testado há mais de um ano em universidades e clínicas veterinárias privadas em todo o Brasil, com resultados expressivos: melhora significativa com apenas duas a três sessões, cicatrização acelerada e redução drástica do tempo de tratamento.
 
Nelson Castanheira conseguiu salvar o Gatão com o SPORO PULSE. "Ele ficou com muitas feridas, a doença estava comendo literalmente ele. Foram duas sessões com o equipamento e o resultado foi incrível, o Gatão ficou curado", conta. A tecnologia exige menor número de manipulações do gato, menor custo e alta eficácia — inclusive em animais que não respondem mais aos antifúngicos tradicionais.
 
"A estrutura celular dos fungos é diferente. Os poros se formam e não se fecham mais, e o fungo morre. Trabalho com eletroporação há 18 anos e vi nesta técnica a possibilidade de matar o fungo preservando o tecido normal do gato", explica Brunner.
 



Professor Carlos Brunner - Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade de São Paulo USP e mestre em Clínica Médica e doutor em Anatomia dos Animais Domésticos e Selvagens pela USP. Professor titular na Universidade Paulista UNIP; Membro da diretoria da ABROVET – Associação Brasileira de Oncologia Veterinária; Membro da ISEBTT - The Internacional Society for Electroporation Based Thecnologies and Treatments. Pioneiro no uso clínico de eletroquimioterapia no Brasil.
Akko Health Devices


Inverno exige maior dedicação aos animais de estimação

É chegado aquele momento do ano em que é necessário tomar todos os cuidados para encarar os efeitos do clima no organismo dos pets.

 

O inverno é caracterizado por dias mais curtos, com temperaturas mais secas e frias principalmente à noite. O corpo dos animais de estimação, assim como acontece com os humanos, sente as mudanças climáticas. Durante esta estação, a procura por consultas veterinárias aumenta em 30%, sendo os casos mais comuns problemas respiratórios, oftálmicos e articulares. 

Os animais idosos são os que mais sofrem. Eles têm artrite, artrose e problemas de coluna, como hérnia de disco, e podem sentir dores intensas nos dias frios. Também, com o passar dos anos de vida, há uma diminuição da massa muscular e a camada de gordura fica um pouco menor. Isso dificulta a manutenção da temperatura corporal dos pets. 

"Uma dúvida comum entre tutores de pets é se eles devem ou não usar roupinhas. Elas são úteis e devem estar sempre limpas e confortáveis, no tamanho certo e confeccionada com material antialérgico. Nem todos os animais domésticos se adaptam à roupinha, nesses casos, o melhor é deixá-los à vontade e não insistir. A preferência é que sejam usadas principalmente por animais de pelagem curta. Os cães costumam aceitar melhor as roupinhas. Os felinos, porém, não se adaptam muito bem", salienta Vininha F. Carvalho, editora da Revista Ecotour News. 

Para manter a imunidade alta, é necessário cuidar da alimentação e da hidratação. É importante oferecer alimentação de qualidade, rica em nutrientes, que ajude a mantê-los saudáveis. Nos dias frios, os animais tendem a diminuir a ingestão de água. Por isso, é importante  manter sempre água limpa e fresca à disposição e oferecer alimentos com maior umidade, como é o caso de sachês e patês completos e balanceados, para aumentar ainda mais a ingestão hídrica dos pets, recomenda a veterinária Dra. Kelly Maiara Lopes Carreiro. 

Patas, focinho e orelhas gelados, assim como movimentos mais lentos indicam que o pet está sentindo a baixa temperatura. Algumas adaptações podem ser necessárias nesse período para assegurar que os locais onde eles ficam e dormem não estejam expostos a correntes de ar frio, por isso mantê-los bem aquecidos, confortáveis e protegidos de chuva, umidade e incidência solar direta é essencial para garantir a sua saúde. Para quem tem um pet que fica fora da casa, a veterinária Dra. Melanie Marques lembra que o conforto térmico também é essencial para seu bem-estar. 

"Coloque mantas, cobertas ou até se for possível vista eles com roupas apropriadas para evitar que eles fiquem ao relento no frio. Por mais que eles tenham pelos, eles também sofrem com as temperaturas mais baixas", reforça a doutora. 

"Apesar da gripe em cães e gatos não ser do mesmo tipo que a dos humanos, e por isso eles não transmitem o vírus para nós, é preciso ficar atento a sinais como tosse, secreção nasal e ocular, falta de apetite e prostração", conta a veterinária Dra. Luciana Pellegrino. 

Na maioria das vezes os sintomas da gripe são leves, mas pode ser rapidamente propagada entre os animais, da mesma espécie, e desenvolver sinais graves em animais com baixa imunidade, filhotes, idosos ou aqueles que já apresentam outras doenças. Uma boa notícia é que as doenças mais comuns podem ser prevenidas através de vacinação. 

O clima frio e seco do inverno favorece o aparecimento da tosse dos canis. Ela é causada principalmente por três agentes infecciosos, uma bactéria de nome Bordetella bronchiseptica e dois vírus, Parainfluienza e Adenovírus, agindo de forma isolada ou em combinação. Os principais sintomas observados são acessos de uma tosse seca, parecendo que o animal está engasgado, às vezes expectorando um tipo de espuma branca. Essa tosse costuma piorar com exercícios físicos, agitação ou mesmo pela própria pressão da coleira. 

"É importante salientar que nem sempre o cão que apresenta o sintoma de tosse seca está com a gripe canina. Muitas vezes este sintoma também ocorre em animais, particularmente nos animais idosos. Por isso, sempre é importante levar o animal em seu veterinário de confiança, para que o diagnóstico seja correto", finaliza Vininha F. Carvalho.


Sanidade Animal – Campanha de Atualização dos Rebanhos segue em vigor até o dia 14 de junho no Estado de São Paulo

De acordo com o sistema GEDAVE, cerca de 55% de todo o rebanho já foi declarado

 

A Defesa Agropecuária, órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA), informa aos produtores que vai até 14 junho a Campanha de Atualização de Rebanhos do primeiro semestre. Devem ser atualizados, além dos bovinos, os rebanhos de bubalinos, equinos, asininos, muares, suínos, ovinos, caprinos, aves, peixes e outros animais aquáticos, colmeias de abelhas e bicho da seda. 

A não declaração pode acarretar o bloqueio da movimentação dos animais e a inviabilidade da emissão da Guia de Trânsito Animal (GTA), além da possibilidade de sanções administrativas. 

Desde o dia 11 de maio, quando teve início a Campanha, já foram declarados ao todo, 55% dos rebanhos, considerando todas as espécies. Até o momento, a espécie com maior percentual de declarações é a de bovinos, que já soma 61.94% dos animais declarados. 

A declaração pode ser feita diretamente no sistema GEDAVE. Outra forma de efetuar a declaração é pessoalmente em uma das Unidades da Defesa Agropecuária. Os endereços estão disponíveis em Link.

 

FUNDESA-PEC 

A partir desta campanha, proprietários de bovinos e bubalinos passaram, além de declararem seus rebanhos, a contribuir com o Fundo de Defesa da Sanidade Animal Para a Pecuária (Fundesa-PEC), o seguro paulista para a Febre Aftosa. 

O Fundesa-PEC está sendo abastecido por contribuições dos produtores, calculadas com base no número de animais declarados no rebanho. Para 2026, o valor da contribuição é de R$ 1,076 por animal e até o presente momento, já foram recolhidos R$ 6.465.312,68 (seis milhões, quatrocentos e sessenta cinco mil, trezentos e doze reais e sessenta e oito centavos). 

Em caso de ocorrência de um foco de Febre Aftosa, a Defesa Agropecuária precisa atuar rapidamente para conter o problema. Em situações desse tipo, pode ser necessário o abate sanitário de animais para impedir a disseminação da doença. Nesses casos, o fundo entra em ação para garantir a indenização ao produtor. 

A existência do fundo permite uma resposta mais rápida diante de emergências sanitárias e fortalece o sistema de sanidade animal do Estado.

 

Rotatividade no C-Level: qual o momento certo para reposicionar executivos?

Nos últimos anos, a estabilidade no topo das empresas deixou de ser uma constância para se tornar uma variável estratégica. Afinal, em um ambiente de negócios marcado pela transformação digital, avanço da inteligência artificial, novas demandas do mercado e pressão constante por resultados, executivos passaram a enfrentar desafios que exigem adaptação contínua — inclusive na própria posição que ocupam dentro das organizações. Porém, surge uma dúvida frequente ao se deparar com este momento: o que avaliar nessa movimentação do C-Level? 

Existem três fatores que costumam ser levados em consideração na rotatividade desses executivos: se o profissional segue performando dentro do esperado pela organização, se o próprio executivo(a) ainda se sente motivado e desafiado em sua posição e deveres, ou se há algum tipo de conflito na construção dos objetivos de curto prazo com os de médio e longo prazo, capaz de gerar desmotivação. 

Em qualquer um deles, seja pela quebra de expectativa em seus entregáveis ou a percepção de que entrou em uma rotina que não lhe proporciona mais nenhum tipo de aprendizado significativo que o permita continuar progredindo em sua carreira, abre margem para uma queda de produtividade e empenho que são extremamente prejudiciais para todos os lados. 

A necessidade de atualização constante, inclusive, já é reconhecida pelos próprios líderes: cerca de 72% dos gestores estão buscando fontes e métodos de aprimoramento de suas competências para que estejam cada vez mais preparados para lidar com o dinamismo do mercado atual, segundo uma pesquisa da edX. Se colocar nesta posição de vulnerabilidade a favor de uma capacitação contínua é um dos comportamentos mais importantes para evitar uma insistência de um executivo em sua cadeira, sem que haja mais um alinhamento estruturado. 

Para identificar a necessidade dessa troca, é fundamental revisitar e avaliar os entregáveis do(a) executivo(a) de tempos e tempos, o que deve passar pelo crivo de várias esferas internamente. O conselho, por exemplo, precisa participar dessa avaliação, tendo uma maior diversidade de visões sobre cada executivo antes de tomar qualquer decisão. 

Aqui, mais do que avaliar a performance do(a) executivo(a) C-Level durante seu período histórico, e não apenas uma janela pontual, é crucial compreender os motivos que podem ter desencadeado qualquer quebra de expectativa – seja questões externas de mercado, falta de apoio interno na própria empresa, falta de feedbacks, dentre muitos outros. Essas respostas trarão um norte mais seguro para identificar uma eventual necessidade de reposicioná-lo ou não, desde que esteja pronto para assumir um novo desafio que o permita continuar crescendo em sua carreira. 

Agora, mesmo com todo o preparo e análise, ainda assim, muitas movimentações tendem a desencadear certa insegurança organizacional entre os times. Em ambientes com culturas meritocráticas, por exemplo, que não promovem um profissional que apresenta grande dedicação e grandes resultados, outros profissionais podem questionar os motivos dessa falta de “reconhecimento”, podendo até mesmo se sentirem frustrados. E, a melhor forma de evitar qualquer desentendimento nesse sentido, é mantendo a máxima transparência e clareza possível a respeito das decisões tomadas. 

Toda cadeira executiva é feita de altos e baixos, o que reforça a importância de sustentar a transparência entre o que se espera de cada uma das partes, mantendo uma comunicação objetiva e clara a todo o momento e, acima de tudo, maturidade ao entender que a rotatividade dessa posição é algo natural de ocorrer em algum momento dessa jornada. Com esses cuidados aliados a um plano de carreira bem estruturado, as chances de conduzirem essa movimentação minimizando inseguranças e conflitos serão potencializadas, mantendo uma boa governança interna a favor do crescimento corporativo contínuo. 

 


Thiago Gaudencio - headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.


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Em Semana chuvosa: como manter as roupas com perfume prolongado mesmo com o clima úmido

Pequenas mudanças na rotina de lavagem e secagem ajudam a manter o perfume das roupas, mesmo com o clima úmido

 

Ao longo de uma semana de chuvas no Brasil, a secagem das roupas tende a ficar mais lenta e a ventilação reduzida aumenta o risco de odores. Isso acontece por conta da proliferação de fungos e bactérias nas peças úmidas. A boa notícia é que, com ajustes simples na lavagem e na secagem, é possível manter as roupas limpas, secas e com perfume prolongado.

 

Pensando nisso, especialistas da Brilhante reuniram dicas e truques simples para evitar o mau odor nas peças, mesmo no clima úmido.

 

1. Evite amontoar peças antes da lavagem

Juntar roupas no cesto ao longo da semana é comum, mas em dias úmidos isso pode fazer com que as peças já comecem a ficar com cheiro antes mesmo da lavagem. Roupas suadas ou molhadas, como toalhas e peças de academia, tendem a piorar esse efeito. Para evitar, o ideal é não deixar esse tipo de peça acumulada por muito tempo e, se possível, deixá-las arejando antes de ir para o cesto.

 

2. Escolha os produtos certos na lavagem

Optar por sabão líquido ajuda na melhor dissolução, principalmente em dias frios e úmidos, evitando resíduos nas roupas. Alguns produtos também trazem fórmulas que limpam bem os tecidos e ajudam a manter o perfume por mais tempo. Entre eles, opções como o Brilhante Perfume e Cuidado Extraordinário apostam em fragrâncias que permanecem nas peças mesmo depois de secas e guardadas. Para garantir o melhor resultado, é importante seguir corretamente as instruções de uso e a dosagem indicada na embalagem. O excesso de produto pode causar acúmulo e até efeito contrário, deixando as roupas com cheiro desagradável.

 

3. Não deixe as roupas na máquina

Na correria do dia a dia, é comum esquecer a roupa na máquina depois que a lavagem termina. Esse hábito faz com que as peças fiquem abafadas e com cheiro desagradável rapidamente. O ideal é retirar tudo assim que o ciclo acabar ou, se não for possível, deixar a máquina aberta para ventilar.

 

4. Invista em uma secagem bem feita

Em muitas casas e apartamentos, o varal fica dentro da área de serviço ou até na sala em dias de chuva. Nesses casos, o ideal é buscar circulação de ar: abrir janelas, usar ventilador ou posicionar o varal em locais mais ventilados. Evitar sobrepor peças também ajuda bastante.

 

5. Higienize a máquina de lavar regularmente

A máquina também precisa de limpeza. Com o tempo, resíduos de sabão e sujeira podem se acumular e acabar passando cheiro para as roupas. Fazer uma limpeza periódica evita esse problema.

 

6. Guarde apenas peças totalmente secas

Guardar roupas ainda úmidas, mesmo que pareçam secas por fora, pode causar mofo e cheiro forte depois. O ideal é garantir que estejam completamente secas antes de ir para o armário.

 

Com essas orientações simples, é possível driblar a umidade e manter as roupas sempre limpas, cheirosas e bem cuidadas, mesmo em dias chuvosos. 



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Looks para torcer com estilo: como usar camisas de time no dia a dia

 

Com estética retrô e apelo cultural, as camisas de time ultrapassam o universo esportivo e se consolidam como protagonistas de looks urbanos contemporâneos

 

Peças tradicionalmente associadas ao universo esportivo vêm conquistando espaço no styling contemporâneo e se consolidam como uma escolha versátil para composições urbanas. As camisas de times, com sua estética retrô e apelo cultural, passam a ser incorporadas em produções que transitam entre o casual e o sofisticado, refletindo um movimento mais amplo da moda em ressignificar itens do dia a dia. 

A proposta vai além do uso literal: trata-se de explorar contrastes e combinações inesperadas. Em vez de composições óbvias, a peça aparece coordenada com itens de alfaiataria, saias, jeans e até elementos mais elegantes, criando um visual equilibrado entre conforto e estilo.


Entre as principais formas de styling consolidadas:

  • Com alfaiataria: a combinação com calças de corte reto e blazers oversized traz sofisticação imediata à peça esportiva


  • Com jeans: em propostas mais casuais, o denim aparece como aliado natural, especialmente em modelagens amplas ou vintage.

  • Com saias: o contraste entre o esportivo e o feminino cria produções equilibradas, seja com minis, peças em couro ou versões midi.

  • Com estética streetwear: calças cargo, tênis robustos e sobreposições reforçam uma leitura mais urbana e contemporânea.


Versatilidade como ponto-chave

“As camisas de time carregam uma estética muito forte, então o styling faz toda a diferença. Quando combinadas com peças mais estruturadas ou femininas, elas ganham uma nova leitura, mais urbana e versátil, que vai além do contexto esportivo”, afirma Ariane Lobo, especialista de moda da Dafiti. 

Esse movimento acompanha uma mudança no comportamento do consumidor, que busca peças com maior potencial de adaptação a diferentes ocasiões. Ao sair do contexto exclusivamente esportivo, as camisas passam a ocupar um novo lugar no guarda-roupa, conectando identidade, conforto e expressão individual.

 

Moda como expressão cultural

A presença dessas peças no cotidiano também reflete a crescente valorização de elementos culturais no vestir. Mais do que uma tendência pontual, a incorporação de camisas de times em looks casuais e urbanos reforça a moda como uma plataforma de expressão, onde referências diversas se encontram e se transformam.
 

Dafiti

Copa do Mundo: como usar verde e amarelo sem ficar caricato

Especialista em cores e imagem pessoal mostra como tons estratégicos, acessórios e combinações elegantes podem transformar as cores da bandeira em produções para torcer dentro e fora dos estádios


Com a chegada da Copa do Mundo, o verde e amarelo voltam a dominar vitrines, redes sociais e os guarda-roupas dos brasileiros. Mas, dá para usar as cores do Brasil sem deixar o look caricato?

Luciana Ulrich Consultora de imagem especialista em cores, garante que existe uma maneira elegante, moderna e sofisticada de trazer as cores da bandeira para o visual.

“O problema não está no verde e amarelo. Está na ideia de que existe apenas um verde e um amarelo possíveis. Quando as pessoas pensam nas cores do Brasil, automaticamente imaginam o uniforme da seleção. Mas, existem inúmeras tonalidades sofisticadas que comunicam brasilidade”, explica.

Luciana afirma que uma das maiores apostas para esta Copa é justamente substituir os tons vibrantes tradicionais por versões mais sofisticadas e democráticas.

“No lugar do amarelo intenso da camisa da seleção, o amarelo-manteiga aparece como protagonista. É um tom mais suave, elegante e extremamente versátil. Além disso, na coloração pessoal, ele funciona como um tom quase universal, favorecendo diferentes tipos de beleza”, comenta.

Entre os verdes, a consultora destaca o verde-militar como alternativa ao clássico verde-bandeira.

“O verde-militar funciona como um neutro colorido. Ele já está presente no guarda-roupa da maioria das pessoas e combina facilmente com peças mais sofisticadas. É uma forma muito mais contemporânea de trazer a referência da Copa para o visual”, afirma.

Segundo Luciana, outra combinação que deve aparecer com força durante os jogos é o amarelo com azul-marinho, criando uma leitura mais refinada das cores brasileiras.

“Uma camisa amarelo-manteiga com uma calça azul-marinho, por exemplo, comunica o Brasil de forma muito mais elegante e atual. É uma combinação que funciona tanto para ambientes descontraídos quanto para quem precisa assistir aos jogos direto do trabalho”, diz.

A especialista também reforça que não é necessário apostar em um look inteiro temático para entrar no clima da Copa. Muitas vezes, os detalhes já cumprem esse papel.

“Os acessórios são excelentes aliados. Uma bolsa verde-militar, um brinco amarelo-manteiga, um lenço ou até uma maquiagem com pontos de cor já criam essa conexão com o momento sem exageros”, orienta.

Além da tendência de moda, Luciana destaca que a discussão também abre espaço para um tema cada vez mais forte entre consumidores: a coloração pessoal.

“As pessoas estão entendendo que não basta seguir tendência. É importante saber quais tons realmente valorizam sua beleza. A Copa dura algumas semanas. Conhecer as cores que funcionam para você é algo que leva para a vida inteira”, finaliza.


Luciana Ulrich - Especialista em cores e pioneira na Coloração Pessoal no Brasil. Já realizou mais de 10.000 testes de coloração pessoal e formou mais de 7.000 profissionais para o mercado com a Studio Immagine, que é referência na produção de cursos e produtos de Coloração Pessoal e Imagem no Brasil e na Europa há 13 anos. Com a Studio Immagine, Luciana Ulrich formou a maior comunidade de cores do Brasil, fortalecendo a conexão entre profissionais e entusiastas da área. Luciana é responsável pela maior conferência sobre cores no Brasil, reunindo especialistas e apaixonados por cores para compartilhar conhecimentos e experiências. Além disso, é a idealizadora do aplicativo Colormais, que oferece uma Experiência Digital na análise de Coloração Pessoal, além de fornecer cartelas de cores digitais e produtos classificados por estação. Ela também é uma das autoras do livro "À Sua Moda".

 

Da arquibancada para a coleção: 5 dicas para o torcedor preservar a camisa do clube favorita

Foto gerada por IA

Especialista têxtil da 5àsec auxilia com orientações que ajudam a evitar desgaste, desbotamento e rachaduras em estampas das peças
 

 

Muito além da paixão pelo clube do coração, as camisas de futebol se tornaram itens de coleção, peças de moda e lembranças afetivas para milhões de brasileiros. Modelos oficiais, edições comemorativas e uniformes históricos ganharam espaço no dia a dia e passaram a exigir cuidados específicos para manter a aparência original e aumentar a vida útil das peças. Pensando nisso, Marinês Cassiano, especialista têxtil da 5àsec, ensina dicas práticas de como cuidar das camisas de times e seleções para manter aparência, cores vibrantes e estampas intactas ao longo do tempo.

“Embora a lavagem correta seja importante, alguns hábitos relacionados ao armazenamento e à conservação fazem toda a diferença para evitar o desgaste precoce, o desbotamento e possíveis rachaduras nas estampas”, reforça Marinês.


Evite exposição direta ao sol: um dos principais cuidados é escolher corretamente a forma de guardar as camisetas. O ideal é mantê-las em locais secos, arejados e longe da exposição direta ao sol, que pode enfraquecer o tecido e comprometer tanto a intensidade das cores quanto as estampas ao longo do tempo.


Evite dobrar as estampas: nomes, números e patrocinadores aplicados em silk ou termocolantes podem sofrer rachaduras ou ficar com marcas permanentes quando ficam pressionados ou dobradas nesta região quando estão dentro do armário. Para quem prefere pendurar as peças, a indicação é utilizar cabides mais largos e anatômicos, que ajudam a preservar a estrutura dos ombros e da gola.


Armazenamento: em camisas de coleção, autografadas ou edições limitadas, Marinês recomenda o armazenamento em capas protetoras de TNT ou até em molduras específicas, principalmente para peças com valor afetivo ou histórico. Já para as peças do dia a dia, a dica é evitar manter muitas peças comprimidas no armário. O excesso de peso e a falta de ventilação favorecem marcas permanentes no tecido, além de aumentar o risco do aparecimento de umidade e mofo.


Cuidado durante o uso: dependendo da maneira como são utilizadas, mochilas e bolsas podem causar atrito constante, promovendo um desgaste em partes como escudos, patches e aplicações especiais. Evite usar acessórios pesados ou de estrutura rígidas nas alças e na parte traseira das camisetas esportivas. Aposte em modelos com acabamento mais macio e acolchoado. Também é importante ajustar corretamente as alças da mochila, pois quando ela fica muito baixa ou muito apertada contra o corpo, o contato excessivo aumenta a fricção durante a movimentação, especialmente em caminhadas longas, no transporte público ou no uso diário.


Cuidados após o uso: o suor também pode acelerar o desgaste do tecido. Por isso, deixar a camisa ventilando antes de lavar ajuda a preservar a peça e evitar marcas permanentes de umidade. Também é preciso ter atenção com o uso de desodorantes, perfumes e, no caso das mulheres, maquiagens, que podem manchar as fibras. Neste caso, a recomendação é tentar tirar o excesso com um pano branco e enviar para uma lavanderia especializada, para que as fibras não sejam danificadas. Os itens devem ser guardados sempre secos e limpos.

“Antes de qualquer higienização, é fundamental observar atentamente as orientações da etiqueta da peça, já que muitas camisas de futebol possuem tecidos tecnológicos, estampas termocolantes e aplicações especiais que exigem cuidados específicos. Muitas pessoas não sabem, mas, por exemplo, o uso de amaciante não é recomendado para a limpeza deste tipo de peças, pois afeta a respirabilidade e até compromete as estampas e as aplicações ao longo do tempo. Optar por uma lavanderia especializada, como a 5àsec, também faz diferença na conservação, porque o processo adequado ajuda na preservação das cores, escudos, números e a estrutura do tecido por muito mais tempo”, finaliza Marinês Cassiano.

 

5àsec

 

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