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sábado, 21 de março de 2026

Como as mudanças hormonais impactam a saúde da pele da mulher ao longo da vida

Médica explica por que a pele muda com o tempo e como adaptar os cuidados em cada fase

 

A pele costuma ser um dos primeiros lugares onde o corpo sinaliza que algo mudou. Antes mesmo de exames ou diagnósticos mais evidentes, surgem sinais como ressecamento persistente, sensibilidade aumentada, perda de viço ou dificuldade de cicatrização. 

Embora muitas vezes sejam tratados apenas como uma questão estética, esses sinais podem indicar mudanças internas do organismo. Fatores como estresse, noites mal dormidas, rotina intensa e oscilações hormonais influenciam diretamente o funcionamento da pele. 

“A pele é muito sensível ao que acontece no corpo. Hormônios, qualidade do sono, alimentação e níveis de estresse impactam diretamente sua aparência e capacidade de regeneração”, explica a médica Dra. Camila Mazza, pós-graduada em dermatologia. 

Segundo ela, essas mudanças acontecem de forma gradual e acompanham as diferentes fases da vida. Na juventude, a pele tende a ter maior capacidade de regeneração e equilíbrio natural. “Por isso, nessa fase, o foco deve estar na prevenção, especialmente com proteção solar e cuidados básicos para preservar a barreira da pele”, afirma. 

A partir dos 30 anos, ela lembra que o metabolismo cutâneo começa a desacelerar e a renovação celular se torna mais lenta, favorecendo o surgimento das primeiras linhas finas e uma discreta perda de luminosidade. Já por volta dos 40 anos, a médica destaca as oscilações hormonais que podem intensificar alterações como perda de viço, linhas mais marcadas e maior sensibilidade cutânea. 

Entre os períodos de maior impacto está a menopausa. Estudos indicam que, nos primeiros cinco anos após o início dessa fase, as mulheres podem perder até 30% do colágeno da pele, proteína essencial para manter firmeza e elasticidade. A queda do estrogênio interfere diretamente na hidratação e na estrutura cutânea, tornando a pele mais fina e sensível. 

“A pele acompanha a história hormonal da mulher. Cada fase traz características próprias e, por isso, os cuidados também precisam evoluir. Quando entendemos essas mudanças, conseguimos preservar não apenas a estética, mas principalmente a saúde da pele”, afirma a médica.

 

Cuidados com a pele em cada fase da vida

 

·         20 a 30 anos — prevenção: protetor solar diário, limpeza suave e hidratação para manter a barreira cutânea equilibrada.


·         30 a 40 anos — manutenção: proteção solar, antioxidantes como vitamina C e ativos que estimulam a renovação celular.


·         40 a 50 anos — atenção às mudanças: hidratação mais intensa, antioxidantes e estímulo de colágeno.


·         50+ — saúde e função da pele: proteção solar diária, hidratantes intensivos e ativos que ajudam a preservar a estrutura da pele. 

A médica ainda destaca que compreender essas transformações ajuda a evitar erros comuns, como trocar produtos constantemente ou seguir rotinas de skincare que não correspondem às necessidades reais. “O cuidado com a pele precisa acompanhar o momento de vida da mulher. Informação baseada em ciência e avaliação dermatológica são essenciais para ajustar os cuidados de forma adequada”, orienta.

 

 

Dra. Camila Mazza - médica pós-graduada em Dermatologia Clínica, Cirúrgica e Estética, com atuação focada em procedimentos minimamente invasivos e no uso de tecnologias avançadas para o cuidado da pele. Com atualização científica contínua, participa de congressos e treinamentos nacionais e internacionais, mantendo-se alinhada às inovações da dermatologia moderna. Integra o corpo clínico da SkinLaser e do Caroline Aguiar Institute, referências em dermatologia e estética médica em São Paulo. | @dracamilamazza

Por que a celulite aparece mais no bumbum? A explicação vai além da gordura

Freepick

A celulite nessa região tem relação direta com a estrutura da pele feminina e com hábitos do dia a dia”, afirma a médica Dra. Nívea Bordim Chacur

 

 A concentração da celulite nos glúteos é uma das características mais comuns do corpo feminino e, ao mesmo tempo, uma das menos compreendidas fora do ambiente médico. Mais do que uma questão estética, essa distribuição revela como a anatomia feminina e o estilo de vida moderno atuam juntos na forma como a pele se apresenta. 

Na prática, a diferença começa na própria estrutura da pele. A organização das fibras que sustentam o tecido subcutâneo favorece a formação de ondulações, especialmente em regiões como glúteos e coxas. No entanto, essa característica estrutural não atua sozinha. Ela se torna mais evidente à medida que fatores como retenção de líquido e circulação entram em jogo. 

É nesse ponto que o comportamento passa a ter peso direto. Regiões como o bumbum concentram não apenas mais gordura por influência hormonal, mas também sofrem mais com a rotina atual, marcada por longos períodos sentada e baixa ativação muscular. O resultado é uma área naturalmente propensa a evidenciar qualquer irregularidade da pele. “O bumbum é onde a anatomia encontra o estilo de vida.” 

Com atuação em estética corporal, a médica e CEO das clínicas Leger, Dra. Nívea Bordim Chacur (CRM SP), explica que a celulite nos glúteos não pode ser analisada de forma isolada. “A forma como as fibras estão organizadas na pele feminina já favorece essa aparência irregular, principalmente em regiões como glúteos e coxas. Mas o que vemos no consultório é que a rotina intensifica esse quadro. Longos períodos sentada, menor circulação local e retenção fazem com que essa celulite fique mais evidente no dia a dia.” 

Segundo a médica, é justamente essa combinação que explica por que a região é a mais afetada, independentemente do perfil corporal. “Não é apenas uma questão de gordura. Muitas mulheres com baixo percentual também apresentam celulite nessa área porque o que está em jogo é a interação entre estrutura da pele, circulação e hábitos. É uma região que responde muito ao estilo de vida.” 

O especialista em tratamentos para celulite, Dr. Roberto Chacur (CRM SP), reforça que a localização da celulite segue uma lógica fisiológica do corpo feminino. “O organismo feminino foi estruturado para armazenar gordura em regiões como glúteos e quadris por influência hormonal. Essa característica, somada à arquitetura da pele, faz com que a celulite se manifeste com mais frequência nessas áreas, independentemente do peso.” 

Para o médico, entender esse mecanismo é essencial para não simplificar o problema. “A celulite não se concentra no bumbum por acaso. É a região onde fatores hormonais, estruturais e comportamentais se encontram.” Ele explica que, por isso, quando se pensa em tratamento, não se trata apenas de gordura, mas de todo esse conjunto. 

No fim, entender por que a celulite aparece mais nos glúteos muda também a forma como ela é percebida. Mais do que uma alteração isolada, trata-se de uma característica que reflete a própria lógica do corpo feminino em interação com a rotina contemporânea.



@clinicaleger
CO - Assessoria


12 nutrientes que ajudam a proteger a pele dos efeitos do Sol

Especialistas listam os 12 principais nutrientes que ajudam a cuidar e proteger contra os efeitos do sol


Mais do que o uso diário do protetor solar, a alimentação pode ser uma grande aliada contra os danos causados pelos raios ultravioletas (UV), graças a nutrientes que atuam como antioxidantes, que ajudam a  combater os radicais livres e reduzem o envelhecimento precoce.


Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o câncer de pele é o tipo mais comum no mundo, representando cerca de 1 em cada 3 diagnósticos de câncer. Embora o uso do filtro solar seja indispensável, a ciência mostra que determinados alimentos podem potencializar a defesa natural da pele. 


“A fotoproteção é multifatorial. Não se trata apenas de passar protetor solar, mas também de fortalecer o organismo de dentro para fora. Nutrientes antioxidantes ajudam a neutralizar os radicais livres gerados pela exposição solar, prevenindo manchas, rugas e até alguns danos celulares mais profundos”, explica Dra. Lorena, médica e professora de dermatologia  da Afya Ribeirão Preto. 


A nutrologia também reforça essa conexão entre prato e pele. Segundo a Dra Marcela Reges, nutróloga da Afya Goiânia, muitas pessoas buscam cápsulas milagrosas de vitaminas, mas esquecem que o melhor caminho é a alimentação equilibrada. “A base para uma pele saudável e protegida sempre será a alimentação equilibrada, rica em frutas, verduras, legumes, boas fontes de proteínas e gorduras. Cápsulas não substituem a nutrição natural que vem dos alimentos, elas podem complementar, mas nunca ocupar o lugar da comida de verdade”, explica a médica.



Os  nutrientes mais recomendados pelas especialistas para a saúde da pele em tempos quentes:


As médicas destacaram os principais nutrientes que, segundo elas, são essenciais para fortalecer a proteção natural da pele e mantê-la saudável nos períodos de maior incidência solar. A grande maioria destes componentes ajudam a prevenir os danos causados pelos raios UV, contribuem para a regeneração celular e favorecem uma aparência mais firme e luminosa. São eles:


1.Vitamina C 

Presente em frutas cítricas, acerola, kiwi e pimentão.Auxilia na produção de colágeno e tem forte ação antioxidante.a


2.Vitamina E 

Encontrada em oleaginosas (castanhas, amêndoas), sementes e azeite de oliva. Protege as membranas celulares contra danos oxidativos.


3 Licopeno 

Nutriente presente no tomate, melancia e goiaba. Tem efeito fotoprotetor, ajudando a reduzir a vermelhidão após a exposição solar.

 

4. Betacaroteno 

Abundante em cenoura, abóbora e manga. Contribui para a pigmentação da pele e aumenta a resistência contra os raios UV.

 

5.Polifenóis 

Encontrados no chá-verde, cacau e frutas vermelhas. Combatem processos inflamatórios e reduzem os danos oxidativos causados pelo sol.

 

6.Ômega-3 

Presente em peixes de água fria (salmão, sardinha), linhaça e chia. Ajuda na integridade da barreira cutânea, prevenindo inflamações e ressecamento.

 

7.Selênio 

Potente antioxidante que atua em enzimas de defesa celular (glutationa peroxidase). Contribui na redução de danos causados por radicais livres.

 

8.Astaxantina 

Carotenoide com forte ação antioxidante e anti-inflamatória. Possui efeito protetor contra fotoenvelhecimento, contra rugas e manchas.

 

9.Polypodium leucotomos 

Extrato de samambaia tropical com ação antioxidante e imunomoduladora, adjuvante na fotoproteção.

 

10.Luteína: carotenoide  

Encontrado em vegetais verdes e ovos, protege a pele e também os olhos contra a luz visível e a radiação azul.

 

11.Nicotinamida (vitamina B3) 

 Atua na reparação do DNA celular, reduz o risco de queratoses actínicas e até de câncer de pele não melanoma em grupos de risco.

 

12.Picnogenol (extrato do pinheiro marítimo francês) 

Rico em polifenóis, melhora a microcirculação, aumenta a elasticidade da pele e auxilia na proteção contra radiação UV.


Afya
http://www.afya.com.br
ir.afya.com.br


4 dicas para assumir os fios grisalhos com confiança

Freepik
 Marília Tambasco, cabeleireira e embaixadora da Keune Haircosmetics, explica quais os cuidados essenciais para quem deseja alcançar os grisalhos com vitalidade

 

Adotar os fios brancos não precisa e nem deve ser algo doloroso. Ao contrário: para muitas mulheres, tem sido um gesto de liberdade e autenticidade. A jornalista e apresentadora Astrid Fontenelle e a cantora Fafá de Belém, são exemplos de quem transformou o grisalho em marca registrada, inspirando outras mulheres a vivenciar esse processo com confiança.

Com orientação adequada, essa nova fase pode acontecer de maneira mais leve, respeitando a saúde dos cabelos e o ritmo de adaptação de cada mulher. 

Para tornar a transição mais estratégica e acolhedora, a cabeleireira e Embaixadora da Keune, Marília Tambasco, compartilha sua expertise no tema em 4 dicas essenciais. Confira!


1. Planeje a transição de acordo com o histórico do fio- e com ajuda profissional

Antes de abraçar os fios prateados, é preciso olhar para o passado químico do cabelo. Colorações antigas, alisamentos e outros procedimentos que alteram a estrutura do fio influenciam a mudança para o grisalho, por isso a avaliação de um especialista é fundamental para analisar as condições do cabelo e definir as estratégias mais adequadas para cada caso. 

“O cabeleireiro pode avaliar quais componentes ainda estão na fibra capilar e, se possível, pode recorrer a uma descoloração para alcançar um efeito uniforme”, explica Marília. 

Segundo a embaixadora, o corte pode acelerar essa transformação. “Quando há danos estruturais causados por química ou resíduos de pigmento, o corte é a melhor saída. Também é uma boa opção para a mulher que deseja encurtar o tempo de transição”, complementa.


2. O tempo é aliado na transformação

A chegada dos fios maduros não acontece do dia para a noite, varia de pessoa para pessoa e conforme o comprimento de cada uma. “Quanto mais curto o cabelo, mais rápido é o processo. Em média, fios curtos a médios levam cerca de um ano, enquanto os mais longos podem exigir até dois”, comenta. 

Nesse intervalo, o crescimento da raiz cria um contraste com o restante das madeixas com pigmento, o que pode causar estranhamento nas fases iniciais. Para tornar o visual mais harmônico, a cabeleireira aposta em uma técnica estratégica: “Gosto muito de alternar mechas bem claras com algumas mais escuras, feitas com tinta da cor natural para ganhar naturalidade. Outra opção é trabalhar com luzes mais finas, elas exigem correções de tom periodicamente por conta do desbotamento, mas é um método eficiente”, detalha.


3. Adapte seus produtos para essa nova fase

Manter o grisalho luminoso e saudável, como o de Maryl Streep, é uma combinação de técnica e tratamento, com os aliados certos na prateleira do banheiro. Não se trata simplesmente de deixar o cabelo crescer, mas de entender que o fio grisalho tem necessidades específicas, assim como qualquer outro tipo de cabelo. 

A escolha de produtos específicos nessa fase é fundamental: “Shampoos com pigmentos violeta ajudam a neutralizar tons amarelados e preservar a luminosidade. Máscaras e condicionadores específicos também contribuem para realçar o brilho e manter a maciez”, orienta Marília. 

A embaixadora enfatiza que é importante ficar de olho na recomendação do fabricante de produtos matizadores, “seguir as indicações é fundamental, já que em muitos casos o uso em excesso pode alterar drasticamente a cor dos fios”, completa.


4. Invista em outras opções de cuidados

Tratamentos no salão, aliados à rotina em casa, complementam os cuidados com a saúde dos cabelos. 

Em alguns casos, mesmo com o uso de matizadores, o amarelado pode persistir. “Em momentos como esse é indicado neutralizar os fios com tonalizante aplicado por um cabeleireiro”, ressalta Marília. 

Outro fator indispensável é a proteção térmica. Antes de recorrer ao secador, à chapinha ou se expor a luz solar, é fundamental aplicar produtos com filtro contra o calor e a radiação solar. Para finalizar, o óleo capilar entra como aliado ao devolver brilho e suavizar o toque áspero.


sexta-feira, 20 de março de 2026

São Caetano do Sul recebe o maior encontro de gatos da América Latina com 180 felinos de 21 raças



Evento promovido pelo Clube Brasileiro do Gato (CBG) terá campeonato internacional, programação para o público e uma grande ação social em parceria com a PremieRpet nos dias 21 e 22 de março

 

Nos dias 21 e 22 de março, o Multiplan Hall, em São Caetano do Sul (SP), será o palco do maior evento de gatos da América Latina. A exposição, organizada pelo Clube Brasileiro do Gato (CBG) com o patrocínio da PremieRpet, promete encantar o público com a presença de 180 gatos, de aproximadamente 21 raças diferentes, incluindo exemplares raros e exóticos, além dos amados SRDs (sem raça definida), conhecidos como House Cats.

Durante os dois dias, os visitantes terão a oportunidade única de ver de perto uma incrível variedade de felinos, que competirão em um campeonato oficial de prestígio. Um júri internacional, composto por especialistas da República Tcheca, Estônia, Bielorrússia e Brasil, avaliará os animais com base em critérios rigorosos de padrão racial, beleza e conformação física, o que torna a competição uma referência no universo da gatofilia.

Para Gerson, presidente do Clube Brasileiro do Gato, o evento vai além da competição. “A exposição é um local de aprendizado para todos. Os Expositores, criadores em sua maioria, são avaliados pelo seu trabalho e poderão aperfeiçoá-lo a partir dos comentários recebidos dos juízes e dos resultados obtidos. O público poderá conhecer mais sore as diferentes raças aprendendo particularidades importantes nos cuidados dos felinos. A exposição é um espaço de lazer e conhecimento, junto com nossos queridos amigos gatos”.

Além de admirar os competidores, o público poderá participar de visitas monitoradas, onde aprenderão sobre as particularidades, o manejo e os cuidados específicos de cada raça. O espaço também contará com lojas de produtos temáticos e outras atrações pensadas para quem é apaixonado por gatos.

Um dos pilares do evento é o impacto social. A entrada é gratuita, mas o público é convidado a doar 1 kg de leite em pó, que será entregue à Casa Hope. Em um gesto de solidariedade em cadeia, a PremieRpet converterá o total arrecadado em quilos de alimento para gatos, que serão doados para as ONGs Catland e Confraria Latidos e Miados, apoiando o cuidado de centenas de animais resgatados.

Parceira de longa data do CBG, a PremieRpet reforça seu compromisso com a causa. "Apoiar esta iniciativa é consolidar nosso empenho em promover o bem-estar e a nutrição de alta qualidade para os felinos em todas as fases da vida, ao mesmo tempo que apoiamos a comunidade e os criadores responsáveis", destaca Ana Duprat, Head de Parcerias Estratégicas da PremieRpet.


SERVIÇO

Exposição de Gatos do Clube Brasileiro do Gato – CBG

Data: 21 e 22 de março de 2026
Horário: 10h às 17h
Local: Multiplan Hall – Shopping São Caetano (Avenida Goiás, 800 – Santo Antônio, São Caetano do Sul – SP)
Entrada: gratuita, mediante doação de 1 kg de leite em pó
Não é permitida a entrada de animais que não estejam inscritos no evento.
Mais informações:
www.clubebrasileirodogato.com.br

 

PremieRpet®
www.premierpet.com.br
PremieRpet® Responde: 0800 055 6666 (de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30).



Dálmatas tomam conta do Shopping Butantã em evento da Weasy

 


Encontro gratuito vai reunir cães, tutores e fãs da raça no próximo fim de semana 



A Weasy, marca brasileira reconhecida por desenvolver soluções inteligentes, sustentáveis e funcionais para o bem-estar de cães e gatos, promove no dia 22 de março, a partir das 14h, um encontro especial de dálmatas em sua loja no Shopping Butantã.

 

Gratuito e aberto ao público, o evento é um convite para tutores, famílias, crianças e todos os visitantes do shopping viverem uma tarde de convivência, troca de experiências e muita diversão. A proposta é reunir apaixonados pela raça em um ambiente seguro, acolhedor e totalmente pet-friendly para um momento leve e descontraído, ideal para a socialização dos pets e interação entre os tutores, além de render registros especiais.

 

A loja da Weasy tem estrutura preparada para receber e entreter os cães com um espaço onde os pets podem se divertir.

 

Criada com o propósito de facilitar a rotina dos animais e de seus cuidadores, a Weasy se

consolidou como referência nacional com produtos inovadores, como o banheiro reutilizável Weasy Cão, além de bebedouros, comedouros que auxiliam na redução da ansiedade dos pets A empresa também oferece a linha de comida natural Weasy Food desenvolvida por nutricionistas especializados no segmento veterinário.

 

Com iniciativas que vão além dos produtos, a marca reforça seu compromisso em promover experiências que incentivam a convivência e a conexão entre pessoas e seus animais.

 


Encontro de Dálmatas – Loja Weasy do Shopping Butantã

Data: 22/03/2026

Horário: A partir das 14h

Endereço: Shopping Butantã - Av. Prof. Francisco Morato, 2718 – Butantã, São Paulo

Instagram: @weasy.br

Site: weasy.com.br

Para mais informações, acompanhe: @butantashopping

 

PremieR e TFSports unem forças e convocam cães para as pistas de corrida em São Paulo

Divulgação
 TFSports  
Track&Field Run Series

 

Em seu primeiro ano de colaboração, marca especialista em nutrição e o maior circuito de corridas da América Latina realizam a primeira etapa Pet Friendly de 2026, unindo esporte e bem-estar animal

 

A energia das corridas de rua de São Paulo ganhará um novo impulso. Em sua primeira grande ação de 2026, a PremieR, marca de nutrição de alta performance da PremieRpet, anuncia sua estreia como parceira do Santander Track&Field Run Series. A colaboração já tem data e local para começar: 22 de março, no Shopping Center Norte, na primeira etapa do circuito a contar com uma categoria Pet Friendly neste ano.

A iniciativa nasce para atender a uma demanda crescente de tutores que compartilham um estilo de vida ativo com seus animais de estimação. A categoria Pet Friendly terá sua largada às 08h45, permitindo que cães e seus humanos corram lado a lado em um percurso seguro e adaptado. O evento também manterá os tradicionais percursos de 10km (06h15) e 5km (07h15).

Para a PremieR, a parceria com o maior circuito de corridas da América Latina é um passo estratégico que materializa a filosofia da marca: a de que a alta performance e a saúde dos pets começam com uma nutrição de excelência.

"Levar a PremieR para as pistas da TFSports, que promove e integra todo o ecossistema de eventos e experiências da Track&Field, é o nosso jeito de celebrar o elo entre tutores e animais ativos. É a prova de que uma alimentação de alta performance é o combustível para uma vida com mais energia e bem-estar", afirma Felipe Mascarenhas, Head de Marketing da PremieRpet. "Estamos entusiasmados em iniciar esta jornada e mostrar que o lugar dos pets também é no pódio de uma vida saudável."

Além da corrida, a PremieR montará o Pet Stop, um espaço de descanso para os participantes e seus cães com piscina de bolinha, água e amostras de produtos para promover o relaxamento antes e depois da corrida. As inscrições para a etapa Track&Field Run Series do Shopping Center Norte já estão abertas e podem ser feitas através do site: TFSports.


Serviço:

  • Santander Track&Field Run Series – Etapa Center Norte
  • Quando: 22 de março de 2026
  • Onde: Shopping Center Norte, São Paulo/SP - Av. Otto Baumgart, 245 - Vila Guilherme, São Paulo - SP, 02049-000
  • Inscrições: Aplicativo TFSports - TFSports

 

PremieRpet®
www.premierpet.com.br
PremieRpet® Responde: 0800 055 6666 (de segunda a sexta, das 8h30 às 17h30).

 

Dia Mundial do Teatro: romance finalista do Jabuti resgata a história do segundo teatro do Brasil


No Dia Mundial do Teatro, 27 de março, a dica é “A Casa da Ópera de Manoel Luiz” (Mondru), do escritor carioca Celso Tádhei, obra que mescla ficção, história e reflexão artística. Finalista do Prêmio Jabuti 2025 na categoria Romance de Entretenimento, o livro resgata a memória do segundo teatro em atividade no Brasil, fundado no Rio de Janeiro do século XVIII, e de seu idealizador, o português Manoel Luiz Ferreira. Com uma narrativa ágil e repleta de humor, Celso recria um período pouco explorado da cultura brasileira, trazendo à tona dilemas artísticos que permanecem atuais. Celso trabalhou por 23 anos na Rede Globo, onde foi roteirista-chefe de programas como “Zorra” (indicado ao Emmy Internacional) e “Isso é Muito a Minha Vida", com Paulo Vieira.

 

A obra se constrói a partir de uma premissa metalinguística: o próprio autor, assombrado pelo fantasma de Manoel Luiz, narra as peripécias do empresário e de sua trupe, composta em grande parte por artistas negros e mestiços, em meio aos bastidores do poder colonial. “Este livro já foi peça, roteiro de cinema e script de radioteatro. E também não foi nada disso, sem deixar de sê-lo”, revela o autor em um trecho que sintetiza o caráter labiríntico e inventivo da narrativa.

 

Entre cenas de bastidores, improvisos cômicos, intrigas palacianas e a relação com figuras como o Vice-Rei Lavradio e a cantora Lapinha, o romance aborda temas como a arte como resistência, o nascimento de uma cultura brasileira mestiça e o eterno dilema entre criação artística e sobrevivência financeira. “A arte como espaço onde a vida se expande para além do que é imposto, revelando ao criador e a quem assiste a dignidade de sua própria expressão”, define.

 

Celso Tádhei, carioca de Laranjeiras, traz em sua bagagem mais de duas décadas como roteirista na TV Globo, onde foi responsável por programas como “Zorra” (indicado ao Emmy Internacional) e “Os Caras de Pau”, além de peças teatrais e filmes. Essa experiência com a comédia e a dramaturgia transparece no ritmo do romance, estruturado em capítulos curtos e digressivos, que misturam pesquisa histórica, ironia e um olhar afetuoso sobre os personagens.

 

“Meu estilo é despojado, porém com um cuidado imenso com as palavras. A proposta foi bagunçar o fluxo narrativo para provocar um certo devaneio que tem tudo a ver com a estupefação do ato criativo”, comenta. O livro dialoga com influências que vão de Mário de Andrade e Machado de Assis até o humor de Kurt Vonnegut e a prosa fragmentada de Márcio Souza.

 

Além de entreter, a obra cumpre um papel de resgate histórico. Personagens como a cantora Lapinha, o ator João dos Reis e o compositor Padre José Maurício ganham vida nas páginas, lembrando que a cena artística colonial era vibrante e plural, ainda que muitas vezes apagada pelos registros oficiais. “Manoel e, principalmente, tantos artistas brasileiros foram apagados da história da arte nacional. Está mais do que na hora de mudar isso”, reflete o autor.

 

O processo de escrita, que durou cerca de dois anos, foi marcado por uma virada criativa quando Celso decidiu incluir a si mesmo como personagem, lidando com as dúvidas da pesquisa e a pressão do “fantasma” de Manoel Luiz. “Isso não foi apenas libertador como iluminou o livro inteiro”, afirma. O resultado é um romance que, sem abrir mão do entretenimento, convida o leitor a refletir sobre as raízes da cultura nacional e os desafios perenes da criação artística.

 

Sobre o autor

 

Celso Tádhei é roteirista, escritor e professor, com formação em Artes Cênicas pela UNIRIO. Trabalhou por 23 anos na Rede Globo, onde foi roteirista-chefe de programas como “Zorra” (indicado ao Emmy Internacional) e escreveu clássicos como Sítio do Pica-Pau Amarelo" e "Chico Anysio - Cartão de Visitas". É autor de peças teatrais como “O Alienista” (Prêmio Cenym de Melhor Texto Adaptado) e “O Baterista”, além de de filmes como “Os Caras de Pau e o Misterioso Roubo do Anel”. Um dos fundadores da Escola de Roteiro Levante 42, ministra oficinas de escrita criativa e dramaturgia. “A Casa da Ópera de Manoel Luiz” é seu primeiro romance, finalista do Prêmio Jabuti 2025. 

Adquira o livro “A Casa da Ópera de Manoel Luiz” pelo site da editora Mondru:

https://mondru.com/produto/a-casa-da-opera-de-manoel-luiz/ 

 

FICHA TÉCNICA


Livro: “A Casa da Ópera de Manoel Luiz”

Autor: Celso Tádhei

Número de páginas: 203

ISBN: 978-65-6042-067-0

Gênero: Romance

Editora: Mondru

Ano: 2025

 


Pluralidades insulares leva ao Centro Cultural Fiesp acervo do BID pela primeira vez na América Latina

Com entrada gratuita, mostra reúne de 18 de março a 5 de julho artistas de 26 países da região sob curadoria de Giancarlo Hannud e Julieta Maroni e propõe um olhar sobre a diversidade de linguagens presentes na coleção do Banco Interamericano de Desenvolvimento, formada ao longo de sete décadas


Kika Carvalho | Sem título | 2021| Brasil


Até 5 de julho, a Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp (CCF) recebe a exposição Pluralidades insulares: arte latino-americana e caribenha no acervo do BID. É a primeira vez que a coleção do Grupo Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) é reunida fora de sua sede, em Washington, nos Estados Unidos.

São 157 obrasdos 26 países mutuários do BID, incluindo nomes consagrados na região, como Tomie Ohtake (Brasil), Olga de Amaral (Colômbia), Benito Quinquela Martín (Argentina), Diego Rivera (México) e Fernando de Szyszlo (Peru). Também está presente uma geração mais jovem de artistas que conquistou reconhecimento internacional mais recentemente, como Kika Carvalho (Brasil), Ad Minoliti (Argentina), Rember Yahuarcani (Peru), Claudia Casarino (Paraguai) e Sheena Rose (Barbados).

“Estamos colocando a arte do BID à disposição para o grande público. São 157 obras de 26 países pela primeira vez fora da sede do Banco”, afirmou o presidente do Grupo BID, Ilan Goldfajn. “No Grupo BID, consideramos a arte uma parte fundamental do desenvolvimento e da construção da produtividade e da prosperidade na América Latina e Caribe. A arte cria empregos, estimula inovação e une comunidades. É por isso que o Grupo BID é a única instituição multilateral com um grupo específico de Cultura, Arte e Coleções, usando a criatividade para destacar o talento e o potencial da região”, completou.

Com quase 2.000 obras, sobretudo da América Latina e Caribe, a coleção de arte do BID se formou ao longo das quase sete décadas de história da instituição, por meio de aquisições e iniciativas institucionais.

Na exposição que se inicia por São Paulo, a presença brasileira, que inclui destaques como Victor Brecheret, é intencionalmente pontual. O objetivo é apresentar ao público obras de países e artistas ainda menos conhecidos por aqui.

Sete seções temáticas organizam olhar: Territórios, Gentes, Geometrias, Abstrações, Religiosidade, Mulheres e História da coleção.

Mais do que uma tentativa de espelhar a realidade, a coleção do BID revela a evolução da construção da imagem da região. É, sobretudo, um convite ao diálogo intergeracional e inter-regional. 

De acordo com Paulo Skaf, presidente da FIESP e do SESI-SP, é uma honra para o Centro Cultural Fiesp receber, pela primeira vez fora de Washington, o acervo do Banco Interamericano de Desenvolvimento. “A mostra destaca a diversidade da América Latina e reforça que desenvolvimento também é cultura”, diz Skaf.

 

CURADORIA

“Em suas primeiras décadas, a coleção concentrou-se principalmente em mestres modernos que tiveram papel decisivo na formação das tradições artísticas nacionais dos países membros. Com o tempo, esse olhar se ampliou para incluir artistas emergentes e fortalecer a representação de diferentes países e comunidades da América Latina e do Caribe”, explica Julieta Maroni, curadora responsável pela coleção no BID. “Hoje a coleção procura refletir tanto os legados artísticos quanto o dinamismo da produção contemporânea”, completa.

Para Giancarlo Hannud, curador convidado a conceber o recorte apresentado em São Paulo em diálogo com Julieta Maroni, um dos pontos de partida não poderia ser outro senão observar de que forma diferentes artistas latino-americanos aparecem representados na coleção.


Karen Miranda| Oferenda equatoriana no páramo (da série Na
 boca do jaguar da montanha, todos são beija-flores
)
 Equador | 2020

 

O cuidado de não fixar definições orienta toda a construção do percurso. Em vez de organizar as obras por país ou período - solução que poderia sugerir uma coerência territorial artificial - a curadoria propõe uma leitura fragmentada, assumindo as descontinuidades como parte constitutiva da região. “São pequenas ilhas na América dita latina, que muitas vezes não se conversam, mas coexistem”, diz Hannud.

A imagem do arquipélago também sugere outra dimensão: dentro de cada país há múltiplas ilhas. Não existe uma única produção argentina, colombiana ou haitiana, assim como não existe uma única forma de ser latino-americano. Assim, ao olhar para o conjunto do acervo, o que emerge não é uma narrativa coesa, mas uma constelação de histórias, territórios imaginados, gestos artísticos e sensibilidades diversas.

 

RECORRÊNCIAS DO ACERVO


Fabián Diaz | Amazonas | 2014 | Colômbia


Entre as recorrências visíveis do acervo estão retratos e imagens que ajudaram a construir a memória visual de processos históricos no continente, as linguagens geométricas e abstratas que atravessaram o continente no pós-guerra, a presença expressiva de mulheres artistas e um conjunto de obras que dialoga com religiosidades e cosmologias diversas.

A geometria e a abstração ocupam um lugar expressivo no percurso. Associadas, em diferentes momentos, à ideia de universalidade e à utopia de uma linguagem capaz de transpor fronteiras, essas vertentes revelam inflexões próprias no contexto latino-americano. “Quando a geometria moderna entra na América do Sul, cada um assume um sotaque diferente”, comenta Hannud. O resultado é uma sucessão de traduções locais que desafiam qualquer noção de unidade estilística.

Outro núcleo reúne obras que evocam narrativas religiosas, símbolos populares e universos fabulatórios. Sem recorrer ao exotismo, a curadoria destaca como a imaginação de realidades alternativas assume formas distintas. Bandeiras vodu, esculturas sacras, imagens simbólicas e personagens históricos reinventados apontam para experiências que dialogam entre si, ainda que marcadas por realidades e contextos diversos.

A presença das mulheres artistas constitui um dos eixos da exposição. O recorte dialoga com debates contemporâneos sobre revisão historiográfica e com mudanças recentes na própria coleção. Segundo Julieta Maroni, esse movimento acompanha processos mais amplos na história das coleções de arte formadas ao longo do século XX. “Assim como ocorreu em muitas coleções estabelecidas naquele período, as primeiras aquisições refletiam padrões mais amplos do campo artístico”, explica. “Com o tempo, buscamos ampliar esse panorama, incorporando artistas cujas práticas contribuem de forma decisiva para compreender a história artística da América Latina e do Caribe”.

 

CULTURA E DESENVOLVIMENTO

No plano institucional, a coleção do BID representa uma dimensão cultural da própria missão do banco na América Latina e no Caribe. “Enquanto o BID trabalha para melhorar a vida de milhões de pessoas na região, a coleção oferece uma plataforma complementar para destacar a capacidade criativa de nossas sociedades”, afirma Julieta Maroni.

Segundo ela, a arte permite tornar visíveis as dimensões humanas e culturais do desenvolvimento. “Ela pode refletir transformações urbanas, mudanças sociais e as aspirações em constante evolução das sociedades”, explica. “Assim como a coleção, a mostra na Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp reforça a ideia de que desenvolvimento não se limita à infraestrutura ou às finanças, mas envolve também pessoas e vitalidade cultural.”

Se o conceito de desenvolvimento é, por si só, objeto de disputas e redefinições constantes, a arte ocupa nessa exposição um campo privilegiado que favorece refletir sobre suas ambiguidades. Entre certezas institucionais e provocações curatoriais, a mostra constrói um espaço de fricção produtiva.

Longe de oferecer uma síntese definitiva, Pluralidades Insulares: arte latino-americana e caribenha no acervo do BID convida o público a habitar um território onde as categorias tradicionais deixam de operar com nitidez. O que é visivelmente compartilhado, sugere a exposição, talvez não seja um idioma, uma geografia ou mesmo uma narrativa comum, mas um modo de estar no mundo que se reinventa continuamente.


SERVIÇO

  • Exposição Pluralidades Insulares: arte latino-americana e caribenha no acervo do BID
  • Período: 18 de março a 5 de julho
  • Funcionamento: terça a domingo, 10h às 20h
  • Local: Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp – Avenida Paulista, 1313 (em frente à estação de metrô Trianon-Masp)
  • Entrada gratuita, não é necessário fazer reserva para conhecer a exposição
  • Agendamentos de grupos e escolas: ccfagendamentos@sesisp.org.br

 

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