Pesquisar no Blog

domingo, 3 de maio de 2026

Mancha escura no rodapé não é só estética; especialista da Vedacit explica como resolver

Divulgação
 Umidade ascendente é causa silenciosa de mofo, alergias e danos estruturais. A boa notícia: tem solução simples e quem escolhe o produto certo não precisa resolver duas vezes

 

Pintura descascando, manchas escuras e o persistente cheiro de mofo: esses são os sintomas visíveis da umidade ascendente, um fenômeno comum em que a água do solo sobe pela alvenaria e compromete a base das paredes.

No Brasil, a negligência na impermeabilização das fundações das casas transforma esse problema silencioso em um ciclo de retrabalhos onerosos. Para romper essa barreira, a Vedacit apresenta o Vedatop Rodapé, a solução definitiva para tratar o problema na raiz. Diferente de reformas paliativas, o produto oferece uma barreira impermeável de alta performance, garantindo que a estética da casa permaneça preservadas.

"A umidade no rodapé raramente some sozinha. Ela piora com o tempo, favorece fungos e bactérias e pode comprometer o reboco e a estrutura da parede. O certo é tratar na raiz, com impermeabilização adequada, não só pintura ou com alguma outra solução paliativa que aparece na internet", afirma Anderson Oliveira, gerente técnico da Vedacit


O passo a passo para resolver de vez

Oliveira orienta como identificar e tratar o problema corretamente:
 

1. Confirme que é umidade ascendente 

Observe sinais próximos ao piso: manchas escuras, pintura estufada ou descascando, eflorescência (pó branco na parede) ou mofo recorrente mesmo após limpeza. Esses indícios costumam indicar umidade que vem de baixo, não de infiltração lateral ou vazamento.
 

2. Prepare a superfície 

Retire toda a pintura ou revestimento solto da área afetada. Limpe bem, removendo poeira, gordura e partes deterioradas. A aderência do impermeabilizante depende de uma base sólida e limpa - pular essa etapa compromete o resultado.
 

3. Aplique a argamassa impermeabilizante correta 

O Vedatop Rodapé foi desenvolvido especificamente para essa aplicação, ele é formulado para vedar a passagem de umidade ascendente e pode ser aplicado diretamente sobre blocos de cerâmica, concreto, tijolo ou reboco, formando uma barreira eficaz contra a infiltração.

"O diferencial do produto certo não está só na fórmula, mas na aderência. Ele precisa criar uma barreira que a água não consiga contornar. É o produto que define se o tratamento vai durar ou vai precisar ser refeito em seis meses", diz Oliveira.
 

4. Respeite o tempo de cura 

Após a aplicação, aguarde o tempo indicado pelo fabricante antes de continuar a obra. A cura completa é o que garante a eficácia da impermeabilização. Apressar essa etapa é o erro mais comum e o que mais gera retrabalho.
 

5. Finalize com acabamento 

Com a impermeabilização curada, a superfície está pronta para receber pintura ou revestimento. O resultado é uma parede protegida por dentro, com aparência restaurada por fora.
 

Por que tratar logo faz toda a diferença 

Além do dano estético, a umidade constante no rodapé cria condições ideais para fungos e bactérias causadores de alergias e problemas respiratórios, especialmente em crianças e idosos. Com o tempo, pode comprometer o reboco e a estrutura da alvenaria. 

Para quem quer evitar uma reforma maior no futuro, a escolha certa no início é o que separa uma solução definitiva de um problema recorrente. "Investir em impermeabilização adequada é, na prática, a decisão mais econômica porque quem escolhe certo não precisa escolher duas vezes", finaliza o gerente da Vedacit.


Vedacit
www.vedacit.com.br
0800-833-2248

 

Mofo e umidade: como prevenir problemas comuns no outono dentro de casa

Queda de temperatura e aumento da umidade favorecem o aparecimento de mofo; cuidados simples ajudam a evitar danos à saúde e ao imóvel


Com a chegada do outono, é comum que as temperaturas mais amenas e o aumento da umidade criem o ambiente ideal para o surgimento de mofo dentro de casa. O problema, além de comprometer móveis, roupas e paredes, também pode afetar a saúde, principalmente de pessoas com alergias e problemas respiratórios.

Ambientes fechados, pouca circulação de ar e acúmulo de umidade são fatores que contribuem diretamente para a proliferação de fungos. Por isso, adotar medidas preventivas simples pode fazer toda a diferença para manter a casa protegida durante a estação.

Confira algumas dicas práticas que a Multicoisas, rede de franquias de itens para o dia a dia, separou para evitar mofo e umidade no dia a dia:


1. Mantenha os ambientes ventilados sempre que possível

Mesmo em dias mais frios, é importante abrir portas e janelas por alguns minutos para permitir a circulação de ar. Esse hábito ajuda a reduzir a umidade acumulada e dificulta o aparecimento de mofo.


2. Evite o acúmulo de umidade em armários e gavetas

Roupas guardadas ainda úmidas ou espaços muito fechados favorecem o surgimento de odores e manchas. Utilizar organizadores que permitam melhor distribuição dos itens e evitar o excesso de peças ajudam a manter a ventilação interna.


3. Utilize soluções que ajudam a controlar a umidade

Itens como desumidificadores e produtos antimofo são aliados importantes, especialmente em locais mais críticos, como guarda-roupas, despensas e armários de cozinha. Eles ajudam a absorver a umidade do ambiente e prolongam a conservação de roupas e objetos.


4. Atenção a paredes e áreas com infiltração

Manchas escuras, bolhas na pintura ou cheiro persistente de mofo podem indicar infiltrações. Nesses casos, é importante agir rapidamente, utilizando produtos de vedação e impermeabilização para evitar que o problema se agrave.


5. Evite encostar móveis diretamente na parede

Deixar um pequeno espaço entre móveis e paredes facilita a circulação de ar e reduz a chance de acúmulo de umidade, especialmente em ambientes mais frios ou com pouca ventilação.


6. Cuide da limpeza regularmente

A higienização frequente de superfícies, principalmente em áreas mais úmidas, ajuda a evitar a proliferação de fungos. Produtos específicos para limpeza e manutenção contribuem para manter o ambiente mais seguro e saudável.

Prevenir o mofo é mais simples do que lidar com suas consequências. Pequenas mudanças na rotina ajudam a proteger a casa, preservar móveis e roupas e garantir mais conforto durante o outono.

 

 Multicoisas

 

Por que obras novas também apresentam infiltrações precoces?

Ausência de projeto, falhas de aplicação e escolha inadequada de sistemas de impermeabilização estão entre as principais causas de problemas em construções novas

 

Mesmo em edificações recém-construídas, o surgimento de infiltrações não é incomum. Manchas de umidade, bolhas na pintura e desprendimento de revestimentos podem aparecer pouco tempo após a entrega da obra, revelando falhas que muitas vezes estão ligadas à ausência de um projeto adequado de impermeabilização ou à execução incorreta do sistema.

Em muitos casos, a impermeabilização ainda é tratada de forma secundária durante o planejamento da obra. Em vez de ser definida na etapa de projeto, a solução acaba sendo decidida apenas durante a execução, o que aumenta o risco de escolhas inadequadas de produtos e métodos de aplicação.
 

“A impermeabilização ainda é aprendida por amor ou por dor. Infelizmente, na maioria das vezes, é pela dor, quando os problemas aparecem”, afirma Francisco Puente, do departamento técnico do Grupo Soprema. Segundo ele, muitas obras sequer contam com um projeto específico para essa etapa. “Sem planejamento, aumentam as chances de utilizar o produto errado, aplicar com espessura inadequada ou deixar de considerar detalhes construtivos importantes.”

Outro fator recorrente está relacionado ao ritmo das obras. A pressão por prazos mais curtos pode levar à execução apressada de etapas fundamentais, comprometendo o desempenho do sistema de impermeabilização. Além disso, a falta de mão de obra especializada também contribui para erros de aplicação, que podem comprometer a proteção da estrutura.

Também é comum que a impermeabilização seja tratada apenas como parte do acabamento, e não como um elemento essencial para proteger a estrutura da edificação. Esse entendimento equivocado pode levar à escolha de soluções inadequadas para áreas críticas, como lajes, piscinas, reservatórios e ambientes sujeitos à umidade constante.

“Para que o sistema funcione corretamente, é preciso considerar um conjunto de fatores: as condições da obra, o tipo de produto utilizado, a qualificação do aplicador e a manutenção ao longo do tempo”, explica Puente. “Quando essas etapas são negligenciadas, as infiltrações podem surgir rapidamente, mesmo em edificações novas.”

A prevenção continua sendo a melhor estratégia. A elaboração de um projeto de impermeabilização, a escolha de sistemas adequados para cada situação e a contratação de profissionais qualificados ajudam a reduzir riscos e a garantir maior durabilidade às construções.


Soprema Group


Passo a passo saudável: especialistas ensinam a escolher o calçado ideal para cada fase da infância

Além da estética, escolher o calçado adequado é fundamental para o desenvolvimento motor, a postura e a prevenção de acidentes dos pequenos


A infância é uma fase marcada por descobertas, movimento intenso e desenvolvimento físico acelerado das crianças. Por isso, os pais e responsáveis precisam se atentar na escolha do sapato adequado para garantir um caminhar saudável aos pequenos. É importante lembrar que, durante as diferentes fases de crescimento, os pés das crianças ainda estão em formação e exigem atenção redobrada. 

Para além da estética, é essencial avaliar calçados confortáveis e que consigam acompanhar a rotina da criança nos mais diversos momentos do dia. A decisão impacta diretamente no desenvolvimento motor, postura, bem-estar, segurança e até mesmo na autonomia das crianças. Por isso, na hora de escolher o sapato ideal, considere fatores como: leveza dos materiais, que contribui para evitar o cansaço ao longo do uso; a flexibilidade, essencial para permitir movimentos naturais, especialmente durante as brincadeiras; e o ajuste adequado, que oferece segurança sem apertar ou limitar.

“Ao produzir um calçado infantil, avaliamos todos os pontos, inclusive a respirabilidade do calçado - fator importante para preservar o bem-estar em períodos prolongados, como na escola ou em viagens, além da resistência, indispensável para acompanhar o ritmo intenso da infância sem comprometer a performance do produto”, explica Fabiana Zancan, gerente de Marketing e Produtos na
KLIN Produtos Infantis

Já a pediatra Dra. Betina Moreira, explica que cada fase do desenvolvimento infantil tem uma necessidade de calçado específica para acompanhar os pequenos. “Quando você escolhe certo desde o início, está investindo no desenvolvimento motor, na postura e na saúde do seu filho por muito tempo”, afirma. A médica recomenda alguns pontos de atenção na hora de escolher o calçado ideal para cada fase da infância. Confira!

Dos 09 aos 18 meses - quando o bebê está começando a andar, sapatos leves, de tecido e com o solado fino são os mais indicados, pois o bebê precisa sentir o chão e desenvolver propriocepção, equilíbrio e o arco plantar. “Quanto mais próximo do andar descalço com proteção, melhor ainda”, explica. 

Dos 18 meses aos 3 anos - fase em que o pé está mais firme, porém ainda em formação. Sapatos com palmilha anatômica, solado com amortecimento leve e fechamento fácil. “Estudos mostram que o calçado anatômico respeita o crescimento do arco plantar e distribui melhor o peso da criança”. 

Dos 3 aos 6 anos - Na fase escolar, o ideal é escolher sapatos com boa fixação, solado antiderrapante e palmilha anatômica para acompanhar as atividades intensas das crianças, que são muito ativas: pulam, sobem e descem escada o tempo inteiro. “Solado antiderrapante reduz a queda, que é a principal causa de lesão nessa faixa etária”.

Para dias quentes: papetes abertas! O pé infantil transpira muito mais do que o pé adulto, então o modelo de papete com boa fixação é ideal para manter a respiração e o calçado seguro no pé. “Sem fixação adequada, a criança passa a andar de forma errada e isso afeta diretamente na sua marcha”, conclui a especialista.

 

Mês das noivas: estética aposta em naturalidade e “ar descansado” para o grande dia

 

Freepik

Com mudança de tendência, procedimentos faciais deixam de buscar transformação e passam a valorizar leveza, frescor e identidade; especialista explica como preparar a pele para o casamento sem excessos.

 

A preparação para o casamento vai além do vestido, da cerimônia e da festa. Cada vez mais, noivas têm incluído cuidados com a pele e procedimentos estéticos faciais no planejamento pré-wedding, mas com uma mudança importante de abordagem. Se antes as referências eram transformações marcantes e traços inspirados em filtros de redes sociais, hoje a tendência aponta para resultados mais naturais, com foco em aparência descansada, viçosa e fiel à identidade da paciente.

 

Segundo a cirurgiã-dentista pós-graduada em Harmonização Orofacial, Dra. Adriana Fabres, essa mudança reflete um amadurecimento do próprio mercado. “Existe um movimento muito claro de sair do exagero e buscar naturalidade. As noivas não querem parecer diferentes no dia do casamento, querem estar na sua melhor versão, com uma aparência mais descansada e saudável”, explica.

 

A especialista destaca que o planejamento é essencial para garantir um bom resultado. Procedimentos como toxina botulínica (botox), bioestimuladores de colágeno e protocolos de qualidade da pele costumam ser indicados com antecedência, respeitando o tempo de resposta e de recuperação de cada técnica. “Não é algo para ser feito de última hora, um dia antes do casamento. A construção desse resultado acontece de forma gradual, com avaliação individualizada e foco na harmonia do rosto, respeitando a beleza de cada paciente”, afirma.

 

Casamentos impulsionam demanda por estética planejada


A preparação para o casamento também tem impacto direto na busca por procedimentos estéticos. No período pré-wedding, cresce a procura por tratamentos voltados à melhora da qualidade da pele e à suavização de sinais de cansaço, com foco em resultados naturais e previsíveis. Esse movimento acompanha uma maior atenção dos noivos à própria imagem, especialmente diante da importância dos registros fotográficos e audiovisuais no evento.

 

Destinos turísticos, como a região litorânea do Espírito Santo, por exemplo, continuam sendo escolhidos por casais que optam por celebrar fora de sua cidade de origem, o que exige ainda mais planejamento quando o assunto é estética. Nesses casos, as pacientes são orientadas a realizarem o procedimento com antecedência para garantir tempo adequado de recuperação e adaptação, evitando intercorrências próximas à data da cerimônia.

 

Na prática clínica, isso já é percebido. Antes do casamento, a noiva Rayany Ribeiro, paciente da Dra. Adriana, realizou microagulhamento, preenchimento do queixo e maçãs do rosto, bioestimulador e botox. “Eu queria um rosto mais rejuvenescido, pois me incomodava a sensação de rosto derretendo. Além de ganhar praticidade, ter começado os procedimentos com antecedência de três meses fez toda a diferença para me recuperar até a data da cerimônia. Me senti mais bonita, com uma textura de pele melhor e de forma natural”, relata.

 

Para a Dra. Adriana, esse tipo de expectativa é cada vez mais comum. “O pedido mais frequente hoje não é ‘quero mudar’, mas sim ‘quero melhorar sem que as pessoas percebam exatamente o que foi feito’”, explica.

 

Do filtro à naturalidade: a nova estética das noivas


A busca por uma estética mais leve acompanha uma mudança global no comportamento das pacientes. A chamada “instagram face”, marcada por traços padronizados e excesso de intervenções, vem perdendo espaço para uma abordagem mais sutil, que valoriza características naturais e evita exageros. “Hoje, o excesso é facilmente percebido, inclusive em fotos e vídeos, que são registros importantes do casamento. Por isso, o cuidado está em preservar a individualidade”, pontua a Dra. Adriana.

 

De acordo com a especialista, os procedimentos mais indicados para noivas são aqueles que atuam na qualidade da pele e na suavização de expressões, sem alterar traços. “Botox para reduzir o aspecto de cansaço; bioestimulador de colágeno para melhorar firmeza; preenchimento com ácido hialurônico em pontos necessários para realçar a beleza e disfarçar as imperfeições; estética regenerativa; e protocolos de skincare bem orientados fazem muita diferença no resultado final”, afirma, explicando ainda que o acompanhamento profissional é indispensável para evitar excessos. 

 

Ela reforça ainda que o acompanhamento profissional é indispensável para evitar excessos. “O grande erro é tentar resolver tudo próximo à data ou buscar mudanças muito rápidas. O resultado mais bonito é aquele construído com calma, respeitando o tempo da pele e a identidade da paciente” reforça Dra. Adriana, explicando ainda que o ideal é que a noiva inicie esse planejamento com antecedência, geralmente 6 meses  antes da cerimônia. “Assim, conseguimos acompanhar a evolução, fazer ajustes se necessário e garantir que, no dia do casamento, a noiva se sinta ainda mais bonita”, conclui.

 

Quando fazer cada procedimento?


Confira as orientações da Dra. Adriana de cronograma para garantir segurança, recuperação adequada e resultados naturais no dia do casamento:

 

Botox (toxina botulínica): até 45 dias antes do casamento.O efeito começa a aparecer, em média, nos primeiros sete dias, com resultado completo em até duas semanas. Esse prazo também permite pequenos ajustes, se necessário, e uma boa recuperação até a data especial.

 

Preenchimento com ácido hialurônico: de 3 a 6 meses antes.Apesar do resultado imediato, pode haver inchaço ou pequenos hematomas nos primeiros dias. A antecedência também permite realizar alguns ajustes ou colocar mais ácido hialurônico em pontos estratégicos. Esse tempo garante acomodação do produto e um resultado mais natural.

 

Bioestimuladores de colágeno: De 3 a 6 meses antes, conforme o número de sessões indicadas e a condição da pele. Os resultados são progressivos, pois envolvem a produção de colágeno pelo organismo. Quanto maior a antecedência, melhor o efeito no dia do evento e a recuperação. 

 

Estética regenerativa: de 4 a 5 meses antes. Trata-se de um protocolo de regeneração celular, que clareia a pele, diminui os poros abertos e deixa a pele com mais viço. É realizado como um tratamento de 4 sessões com intervalos de 21 a 30 dias e deve ser feito intercalando com o bioestimulador de colágeno. Por isso, a realização com antecedência é fundamental.

 

 

Dra. Adriana Fabres Barcellos - cirurgiã-dentista em Vitória (ES), com 28 anos de atuação e pós-graduação em Harmonização Orofacial pela Associação Brasileira de Odontologia (ABO-ES). Após trajetória na odontopediatria e no serviço público, passou a atuar com harmonização facial a partir de 2019, com foco em atendimento humanizado, redução de dor e resultados graduais, preservando a individualidade de cada paciente. Também desenvolve uma mentoria voltada a profissionais de saúde sobre harmonização facial humanizada.


Le Lis aposta no lenço gravatinha como styling da vez


Versátil e atemporal, o lenço retorna ao radar fashion em uma proposta elegante e prática: usado no pescoço como gravatinha! O styling, que mistura referências francesas, alfaiataria contemporânea e feminilidade sutil, surge como recurso simples para transformar looks básicos em produções mais interessantes. Basta uma amarração estratégica para renovar peças clássicas do guarda-roupa e adicionar informação de moda sem exageros.

Entre as combinações mais certeiras, aparece com camisetas básicas, trazendo sofisticação imediata ao jeans ou à alfaiataria, proposta presente nas produções de Le Lis. Em camisas de botão, reforça uma estética elegante, especialmente quando usado com os primeiros botões abertos. Sobre blazers e coletes, funciona como detalhe refinado que atualiza produções de trabalho. Já com tricôs, acrescenta textura e charme nos dias mais frios. Em vestidos minimalistas ou macacões lisos, surge como ponto de destaque e substitui colares tradicionais, acompanhando a versatilidade que marca o universo de Le Lis.


A proposta também abre espaço para produções mais criativas. O queridinho da vez, podem ganhar protagonismo em amarrações. Correntes delicadas, broches e até anéis marcantes com pedras grandes podem funcionar como ponto central da composição, presos ao tecido para valorizar o acessório

 

Le Lis
Link

 

Roupas de bebê sem riscos: como lavar, guardar e conservar antes e depois do nascimento

Imagem criada por Inteligência Artificial

Especialista têxtil da 5àsec dá dicas de como cuidar corretamente do enxoval dos pequenos

 

Um dos momentos mais especiais da gestação é a preparação do enxoval do bebê. Essa fase, repleta de expectativas por parte dos pais, exige organização e cuidados especiais para a chegada do pequeno, e algumas medidas que ajudam a preservar a saúde da criança após o nascimento. Pensando nisso, Marinês Cassiano, especialista têxtil da 5àsec, dá dicas sobre como preparar e armazenar corretamente este tipo de peça antes e depois do nascimento do bebê.

 

Cuidados necessários antes do nascimento

Após a compra das peças que estarão em contato com a pele do bebê, como as roupinhas, meias, toalhas, cobertores e paninhos de boca, é fundamental realizar a higienização correta dos itens. Como o recém-nascido possui a pele e o sistema respiratório muito sensíveis, é importante evitar produtos químicos com cheiro forte, como água sanitária ou amaciante, para não causar alergias. Além da higienização, outra orientação importante é cortar as etiquetas, que podem causar coceira ou desconforto nas crianças, devido ao tamanho e ao material. No caso de brinquedos e bichinhos de pelúcia, os mesmos cuidados também são necessários para evitar ácaros e fungos, que são prejudiciais à saúde.

 

Depois do nascimento

Após a chegada do bebê, as roupas devem ser lavadas separadamente das peças dos adultos, semanalmente ou sempre que necessário. Além disso, os produtos utilizados devem ser suaves, próprios para o público infantil. No caso de manchas difíceis de tirar, a orientação é enviar os itens para uma lavanderia especializada, que é treinada para a remoção de diversos tipos de sujidades. Itens como kit berço, colchão e até o sofá podem ser higienizados quinzenalmente por empresas especializadas. A rede francesa, por exemplo, conta com um serviço chamado 5àsec em Casa, que conta com equipamento profissional que realiza o processo de limpeza e higienização de estofados e colchões fazendo o uso de água ozonizada, que tem ação sanitizante potencializada pela aplicação da tecnologia Nano UV, promovendo uma proteção bactericida e germicida. 

Além disso, as roupas adquiridas no enxoval ou presenteadas por amigos e familiares no chá de bebê são, muitas vezes, maiores que o tamanho atual da criança e podem ser utilizadas futuramente. Por isso, não é necessário higienizar todos de uma só vez. O ideal é armazenar as peças corretamente, separadas daquelas que estão em uso, em sacos de TNT e em ambientes secos e arejados, que ajudam a proteger o tecido de poeira e outras sujidades. Quando chegar o momento de utilizá-las, basta realizar a higienização adequada antes do uso.

 

Depois da fase de recém-nascido

Quando o bebê já pode sair de casa, uma dúvida recorrente é sobre a limpeza dos estofados que compõem o bebê conforto, da cadeirinha para o carro e do carrinho de passeio. Alguns deles são removíveis e podem ser lavados mensalmente para evitar o acúmulo de poeira e sujeira do dia a dia. 

Já no caso daqueles que não podem ser retirados ou dos colchões, principalmente quando a criança está em época de desfralde, é possível contratar uma lavanderia especializada que realiza o serviço de limpeza de estofados e colchões, para que o item permaneça sempre limpo e seguros para o uso. 

“Além da parte estética, a higienização e o armazenamento corretos do enxoval do bebê são fundamentais para a saúde dos pequenos. Os bebês são mais sensíveis durante os primeiros meses de vida, por isso, tudo deve ser pensado com carinho e atenção para garantir conforto e segurança. Quem tem dúvidas sobre a forma correta, pode recorrer a lavanderias especializadas, que contam com processos profissionais que auxiliam na limpeza de diversos itens”, afirma Marinês Cassiano, especialista têxtil da 5àsec.


Roupas de cama: quando (e como) devemos higienizá-las?

Para quem sofre de alergias, médica recomenda fazer a troca semanalmente ou até duas vezes por semana. Objetivo é evitar a proliferação de ácaros, mofo, assim como a presença de pólen e/ou pelos de animais


A troca regular das roupas de cama é um hábito essencial para garantir um ambiente saudável e confortável, mas, quando se trata de pessoas alérgicas, esse cuidado se torna ainda mais crucial. A médica otorrinolaringologista e especialista em alergias respiratórias, Dra. Cristiane Passos Dias Levy, do Hospital Paulista, explica como a higienização das roupas de cama pode impactar diretamente na saúde respiratória, principalmente em relação aos ácaros e outros alérgenos. 

Embora a recomendação comum seja trocar as roupas de cama a cada 15 dias, a Dra. Cristiane destaca que esse intervalo pode ser insuficiente para pessoas alérgicas. "Para quem sofre de alergias, é ideal trocar as roupas de cama semanalmente ou até duas vezes por semana. Além disso, o uso de capas de proteção para colchões e travesseiros, especialmente anti-ácaros, ajuda a reduzir a exposição aos alérgenos", afirma a especialista. 

Além dos ácaros, outros fatores presentes nas roupas de cama também podem agravar as alergias respiratórias. O pólen, pelos de animais e mofo são exemplos de elementos que se acumulam nas roupas de cama e contribuem para o agravamento dos sintomas alérgicos. "O mofo pode se proliferar em ambientes úmidos, enquanto os pelos de animais e o pólen se acumulam facilmente", explica Dra. Cristiane. Na escolha do tecido, ela sugere optar por algodão hipoalergênico, que é respirável e retém menos alérgenos. "Tecidos sintéticos, por outro lado, podem acumular mais poeira e umidade, favorecendo a proliferação de ácaros e fungos", completa. 

A umidade é outro fator crucial para a proliferação de ácaros e fungos. Em climas mais quentes ou úmidos, a umidade nas roupas de cama pode criar um ambiente ideal para esses organismos. Dra. Cristiane recomenda secar bem as roupas de cama e manter o quarto bem ventilado. "O uso de desumidificadores pode ajudar, além de ser fundamental escolher tecidos que sejam mais respiráveis", aconselha. 

Em relação aos produtos utilizados na lavagem, a médica alerta para os riscos de produtos com fragrâncias fortes ou produtos químicos agressivos. "Sabões hipoalergênicos são a melhor opção, pois minimizam as reações alérgicas. Além disso, é importante lavar as roupas de cama em água quente, pois temperaturas acima de 60°C ajudam a eliminar os ácaros", afirma. Dra. Cristiane, que também recomenda evitar amaciantes ou detergentes com corantes e fragrâncias fortes, pois eles podem irritar as vias respiratórias. 

A Dra. Cristiane reforça a importância de adotar um conjunto de cuidados para a prevenção das alergias respiratórias. "Além da troca regular das roupas de cama, o uso de capas de proteção para colchões e travesseiros, junto com a escolha de tecidos adequados e a manutenção de um ambiente seco e ventilado, pode reduzir significativamente a exposição a alérgenos e proporcionar uma noite de sono mais tranquila", conclui.

 

Dicas práticas para evitar alergias respiratórias:

 

1. Troque a roupa de cama regularmente. Para pessoas alérgicas, a troca deve ser feita semanalmente ou até duas vezes por semana.

2. Escolha tecidos adequados. Opte por roupas de cama de algodão hipoalergênico, que são mais respiráveis e acumulam menos alérgenos.

3. Use capas de proteção. Capas anti-ácaros para colchões e travesseiros ajudam a evitar o contato direto com os alérgenos.

4. Controle a umidade. Em climas úmidos, use desumidificadores e mantenha o ambiente bem ventilado para evitar o crescimento de mofo.

5. Escolha produtos hipoalergênicos. Utilize sabões e detergentes sem fragrâncias fortes e evite produtos químicos agressivos que podem irritar as vias respiratórias.

6. Lave em água quente. Lavar as roupas de cama em água acima de 60°C ajuda a eliminar ácaros e outros alérgenos.

 

Hospital Paulista de Otorrinolaringologia



Com a chegada do outono e com as temperaturas caindo, a sobreposição se destaca na hora de criar composições eficazes e estilosas para o dia a dia. Pensando nisso, Samanta Giampá, gerente de estilo da Caedu, varejista de moda acessível, listou algumas dicas de como incluir esse truque de styling e ter resultados incríveis

 

Simples, mas eficiente, a sobreposição é um dos “truques” mais essenciais para deixar a produção final com uma identidade própria. A gerente de estilo da Caedu, marca referência em moda acessível, Samanta Giampá, explica que em um país como o Brasil, onde as temperaturas variam muito de uma semana para outra, a sobreposição entra como um verdadeiro trunfo, trazendo muito estilo para os looks. 

“A sobreposição é uma das formas mais práticas de transformar o visual. Com algumas peças estratégicas, dá pra brincar com volumes, cores e texturas, criando produções únicas e cheias de identidade”, comenta. Pensando nisso, a especialista preparou uma lista com combinações curingas para transformar qualquer look e ainda garantir proteção contra o frio.


::Segunda pele + tricôs

Mais do que uma proteção coringa contra o frio, a famosa “segunda pele” se tornou a queridinha dos fashionistas. A especialista comenta que uma das combinações que mais tem conquistado espaço é o uso da peça em combinação com tricôs.

“Aqui, o que vale investir são as opções com gola alta, pois são justamente elas que ficam aparentes na composição dos looks. Vale apostar em cores complementares ou até em texturas diferentes, como tule e versões caneladas”, orienta. 

 

Camisas + Jaquetas

“Quer dica de styling mais marcante do que sobreposição em cima de sobreposição?”, comenta Samanta.

A gerente de estilo da Caedu dá a dica de abusar das composições com volume, como uma camisa branca com uma jaqueta jeans oversized. Esse truque é ideal para os dias que começam mais frios, mas tendem a esquentar. Ele garante imponência à combinação e proporciona um resultado moderno.

“Para a parte inferior, vale apostar desde saias mídi até calças pantalonas. O único detalhe é sempre optar por uma peça mais básica para usar por baixo da camisa + jaqueta”, diz.


Vestidos no inverno

“Deixar os vestidos no fundo do guarda-roupa para quando o verão voltar? Jamais!” Para Samanta, o vestido tem um poder coringa até mesmo nos looks de inverno, já que pode servir como base para diversas combinações.

“Com um suéter, ele pode se transformar em uma saia longa; com uma blusa básica de manga longa, ganha destaque na sobreposição; e com meia-calça e uma bota, é possível garantir um resultado elegante. Essas, entre outras, são formas práticas de transformar o guarda-roupa e conquistar muito mais possibilidades para o dia a dia.”


 

Caedu


Dress code de casamento ainda confunde madrinhas e convidadas e impulsiona busca por looks sob medida


Entre cerimônias no campo, festas noturnas, casamentos na praia e convites com códigos cada vez mais específicos, cresce a insegurança de mulheres que não sabem o que vestir. Em resposta, estilistas observam aumento na procura por peças sob medida para madrinhas, mães e convidadas

 

Receber um convite de casamento nem sempre vem acompanhado de clareza. Termos como “esporte fino”, “social”, “traje passeio completo” ou “casamento no campo ao pôr do sol” continuam gerando dúvidas entre madrinhas, mães dos noivos e convidadas, que muitas vezes se veem diante de uma escolha que vai muito além da roupa: envolve imagem, autoestima, exposição em fotos e medo de errar.

O mercado de casamentos no Brasil segue aquecido e movimenta bilhões de reais por ano, segundo estimativas da Associação Brasileira de Eventos (Abrafesta). Mas, ao lado da noiva, há um outro público que também movimenta consumo e atenção crescente: mulheres que precisam encontrar o look ideal para ocasiões especiais sem abrir mão de elegância, conforto e identidade.

Na prática, isso tem impulsionado a procura por soluções mais personalizadas. Em vez de recorrer apenas ao aluguel ou a vestidos prontos, muitas mulheres têm buscado ateliês e criações sob medida para atender melhor ao tipo de evento, ao próprio estilo e às necessidades do corpo.

À frente do ateliê Jardim Secreto, a estilista Patrícia Granha afirma que o erro mais comum está em tratar todos os casamentos como se exigissem a mesma linguagem visual.

“Hoje as pessoas recebem convites com propostas muito diferentes. Não é só sobre estar bonita. É sobre entender o contexto, respeitar o ambiente, o horário, o papel que aquela mulher ocupa no evento e, ao mesmo tempo, fazer com que ela se sinta segura e elegante.”

Segundo ela, a confusão começa quando a mulher tenta se encaixar em um modelo genérico de “vestido de casamento”, sem considerar a ocasião real.

“Casamento na praia, no campo, na igreja, no civil, mini wedding, festa à noite: cada situação pede uma leitura. O vestido precisa conversar com o evento, mas também com a personalidade e com o corpo daquela mulher.”


Nem toda mulher encontra resposta pronta na arara

Além da dúvida sobre o dress code, existe uma dificuldade prática que o varejo tradicional ainda não resolveu completamente: a falta de opções que realmente vistam diferentes corpos, idades e estilos de forma elegante.

Na avaliação de Patrícia, mulheres mais jovens e com medidas mais próximas aos padrões mais explorados pela moda costumam encontrar alternativas com mais facilidade. Já mães dos noivos, mulheres maduras, plus size ou clientes que preferem mais cobertura, menos transparência ou menos decote frequentemente enfrentam mais barreiras.

“Muitas clientes chegam ao ateliê dizendo que até encontraram vestidos bonitos, mas não encontraram algo que conversasse com quem elas são. Às vezes a peça veste, mas não representa. Ou então é bonita no cabide, mas não funciona naquele corpo ou naquela fase da vida.”

É justamente nesse ponto que o sob medida ganha força. No Jardim Secreto, o processo parte da escuta, do desenho autoral e da construção pensada para o momento da cliente.

“Quando criamos sob medida, conseguimos pensar em modelagem, tecido, caimento, mobilidade e proporção de forma muito mais estratégica. Não é só sobre ajustar um vestido. É sobre criar uma peça que faça sentido para aquela mulher e para aquela ocasião.”


Ansiedade silenciosa antes da festa

Embora muitas vezes tratado como um detalhe, escolher a roupa para um casamento pode se tornar uma fonte real de ansiedade. Isso acontece principalmente entre mulheres que não querem parecer excessivamente produzidas, mas também não desejam correr o risco de parecer simples demais, inadequadas ou apagadas em um evento social importante.

A pressão cresce ainda mais em um cenário de redes sociais, registros em vídeo, fotos profissionais e comparação constante entre referências visuais. O look deixa de ser apenas funcional e passa a integrar a imagem que aquela mulher deseja projetar.

Para a psicóloga e terapeuta Laura Zambotto, essa insegurança não é superficial como muitas vezes se imagina.

“Quando uma mulher precisa se vestir para uma ocasião importante, ela não está escolhendo apenas uma roupa. Muitas vezes ela está lidando com pertencimento, autoimagem, comparação e medo de julgamento. Isso pode ativar inseguranças antigas de forma muito intensa.”

Segundo Laura, eventos como casamentos costumam funcionar como gatilhos emocionais porque reúnem exposição, vínculos familiares, expectativa social e registros permanentes em foto e vídeo.

“A roupa, nesse contexto, vira quase uma extensão da forma como essa mulher acredita que será vista. Quando ela não se sente contemplada ou confortável, isso pode gerar ansiedade real, travamento e até vontade de evitar o evento.”

Patrícia observa que muitas clientes chegam ao ateliê justamente em busca de uma solução prática, mas também de acolhimento.

“Muitas vezes elas não sabem por onde começar. Têm um casamento importante, olham o convite, pesquisam referências, mas continuam inseguras. O vestido certo não é só bonito. Ele precisa funcionar na vida real, no corpo real e naquele tipo de ocasião.”


Madrinhas e mães ganham protagonismo

Outro movimento observado no setor é o crescimento da procura por peças sob medida entre madrinhas e mães dos noivos, públicos que tradicionalmente enfrentam mais dificuldade para encontrar vestidos que unam sofisticação, caimento e conforto.

Segundo Patrícia, esse público costuma buscar não apenas elegância, mas também discrição, refinamento e autenticidade.

“As mães dos noivos, por exemplo, muitas vezes querem se sentir especiais sem exagero. Já as madrinhas costumam querer um vestido que tenha presença, mas que ainda reflita sua identidade. O sob medida ajuda justamente nisso: a roupa não veste apenas o evento, ela veste a mulher.”

No ateliê Jardim Secreto, o processo começa com escuta, desenho autoral e construção pensada para o momento da cliente. Mais do que seguir tendência, a proposta é criar uma peça que funcione para aquele contexto específico.


Mais do que roupa, estratégia

Em um mercado em que o visual ganhou ainda mais importância, a moda festa sob medida começa a ser vista também como estratégia. Seja para um casamento de família, uma cerimônia sofisticada ou uma ocasião de forte valor emocional, cresce a percepção de que se vestir bem para eventos especiais não significa apenas acompanhar tendências, mas fazer escolhas mais inteligentes.

Para Patrícia, o vestido ideal não é aquele que chama mais atenção, e sim o que faz sentido.

“Quando a mulher entende o que vestir, ela se posiciona melhor, se sente mais confortável e aproveita mais o momento. O vestido certo não pesa, não incomoda e não gera insegurança. Ele acompanha.”


Mercado em adaptação

Com o aumento da demanda por peças mais personalizadas, o mercado de moda festa começa a olhar com mais atenção para um público que durante muito tempo ficou à margem das grandes vitrines: mulheres que querem se vestir bem em ocasiões especiais sem precisar se encaixar em uma fórmula pronta.

Mais do que tendência, o crescimento do sob medida revela uma mudança de consumo. A cliente já não busca apenas um vestido bonito. Ela quer uma peça que respeite seu corpo, sua fase de vida, sua imagem e a experiência que deseja viver naquele evento.

Para Patrícia, o movimento mostra que a moda festa precisa ser menos padronizada e mais inteligente.

“Durante muito tempo, a moda festa vendeu uma ideia muito limitada de elegância. Hoje, as mulheres querem se reconhecer na roupa. E isso muda tudo. Quando a peça é pensada de forma autoral, ela deixa de ser só roupa de ocasião e passa a ser ferramenta de presença, segurança e identidade.”


Posts mais acessados