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sexta-feira, 1 de maio de 2026

Mostra “Para falar de amor” inaugura nova edição no dia 7 de maio na capital paulista


Mostra “Para falar de amor” retorna em sua segunda edição no dia 7 de maioDivulgação


Exposição ocupa o Edifício Cotonifício e transforma espaço em laboratório de arte urbana, reunindo artistas em um modelo independente
 


A mostra “Para falar de amor” retorna em sua segunda edição no dia 7 de maio, quinta-feira, desta vez ocupando, até 7 de junho, de sexta a domingo, das 13h às 19h, um novo endereço no centro de São Paulo, o Edifício Cotonifício, no Largo do Paissandú, que passa a abrigar o novo espaço da plataforma Kura. Com curadoria de Saulo di Tarso e também de Kauê Fuoco, e realização da plataforma Kura, o projeto inaugura oficialmente o novo espaço e propõe uma experiência artística que articula produção, exposição e convivência em um mesmo ambiente. A classificação é livre e os ingressos podem ser adquiridos neste link. A mostra terá acesso gratuito na sexta-feira entre 13h e 15h, respeitando a capacidade máxima do edifício. 

A exposição mantém seu caráter independente, sem fins lucrativos e sem patrocínio, consolidando um modelo de ocupação artística baseado na colaboração entre artistas. Instalado em um edifício em processo de transformação, o projeto propõe um laboratório vivo de criação, no qual ateliês, instalações e intervenções coexistem com o público. “A ideia nasce da ocupação como gesto criativo, ou seja, trabalhar dentro das condições existentes, sem a estrutura convencional de galeria, criando um ambiente de troca e de liberdade”, afirma Saulo di Tarso. 

A nova edição surge a partir de um desdobramento da edição passada. Inicialmente concebida como uma ocupação voltada exclusivamente à street art, a proposta evoluiu ao longo do processo curatorial. “Eu havia proposto uma mostra chamada ‘Do que somos capazes’, enquanto outro eixo se chamava ‘Abraça’. Em determinado momento, percebemos que tudo isso já estava contido em ‘Para falar de amor’. E essa convergência deu origem ao projeto atual”, explica o curador. A exposição, portanto, baseia-se em uma pergunta central: “Do que somos capazes?”, entendida como uma provocação aberta à criação artística e à experiência coletiva.

Diferente da primeira edição, marcada por um ambiente de silêncio e introspecção, esta nova fase propõe uma ativação mais direta do espaço e das vozes. “Se antes havia uma busca pelo silêncio necessário à arte, agora há um movimento de ativação. O que somos capazes de fazer com a nossa própria arte? Essa é a pergunta que orienta a curadoria”, afirma Saulo. Segundo ele, a mostra também responde a um contexto mais amplo, marcado por tensões sociais e pela necessidade de reconstrução de vínculos. “Estamos em um momento em que tudo precisa de abraço. A arte tem essa capacidade de ressignificar vidas e espaços”, complementa.


Edifício simbólico e artistas

O edifício escolhido carrega uma dimensão simbólica. Localizado em uma das regiões mais emblemáticas da cidade de São Paulo, o Cotonifício reúne camadas históricas que vão da atividade industrial ao uso como hotel, refletindo transformações urbanas e sociais. “É um espaço que evoca a memória de um centro pulsante, que já foi um dos mais importantes da cidade. O trabalho do Kura é justamente atuar nessa ressignificação”, destaca o curador. 

A exposição reúne 27 ocupações artísticas, com trabalhos desenvolvidos especialmente para o espaço, e apresenta um recorte expressivo da arte urbana contemporânea. Participam desta edição artistas como Bruna Serifa, letrista e muralista que utiliza a potência das palavras como combustível para criar peças coloridas em que o lettering é protagonista; Haroldo Paranhos Neto, artista visual, arquiteto e urbanista que atua no cruzamento multidisciplinar com projetos que envolvem murais, instalações site-specific e direção artística; Alexandre Vianna, que se dedica à fotografia expandida e a experiências audiovisuais imersivas; e Felipe Yung, conhecido como Flip, cuja trajetória iniciada no graffiti nos anos 1990 transita entre o espaço público e o institucional, entre muralismo, pintura, escultura e intervenções espaciais. Além de outros artistas que ajudam a construir a potência da street art paulistana. “O que vemos aqui é um conjunto de artistas que representam vozes muitas vezes invisibilizadas. A street art sempre foi isso: uma forma de dar visibilidade a populações e narrativas que não encontram espaço no circuito tradicional”, afirma Saulo.

A mostra propõe, ainda, um diálogo entre diferentes gerações e perspectivas da arte urbana latino-americana, com participação especial de Jaime Prades, pioneiro da arte de rua em São Paulo e integrante da primeira geração que levou a arte para o espaço público na cidade. Sua presença estabelece um contraponto com a série fotográfica de Vivian Bera, realizada no Peru, em que a artista registra, com olhar sensível, manifestações populares ligadas à festa de Nossa Senhora do Carmo e à ocupação ancestral das ruas como espaço de criação. 

Ao aproximar essas experiências, a exposição amplia a reflexão sobre o que se entende como arte de rua na América Latina, sugerindo um olhar que atravessa milênios e ultrapassa o grafite contemporâneo. Esse eixo curatorial também se desdobra em encontros como o de Guto Lacaz, artista multimídia, enquanto as imagens de Vivian Bera ocupam o interior e o exterior do edifício, funcionando como fio condutor da narrativa expositiva.

Um dos destaques do projeto é a criação da chamada “Zona Neutra”, um espaço dentro do edifício pensado como área de experimentação contínua. Sem intervenções pré-definidas, o ambiente será ativado ao longo da mostra por artistas convidados e pelo próprio público, em um modelo de curadoria em processo. “É uma forma de devolver aos artistas a possibilidade de curar o próprio projeto. Eles podem convidar outros artistas, inclusive de outros países, para criar obras conectadas a essa ocupação. É uma mostra que não se fecha em si mesma”, explica o curador.
 

Autonomia para criação

Para Kauê Fuoco, idealizador do Kura e também curador da mostra, a exposição reafirma a autonomia como motor da criação. “A gente acredita que é possível realizar uma exposição desse porte sem depender de incentivos externos. Existe um valor na execução direta, no fazer com as próprias mãos. O Kura nasce dessa ideia de independência, de que a vontade e a prática têm força”, afirma. Segundo ele, o projeto também aponta para um futuro mais amplo do espaço, que deve integrar residências artísticas, iniciativas culturais e novos usos urbanos. “É sobre construir junto com a cidade. O desenvolvimento do projeto acontece junto com o desenvolvimento do entorno”, finaliza.
 

Serviço - Exposição “Para falar de amor” – 2ª edição

Abertura: 7 de maio de 2026 (quinta-feira), a partir das 13h

Período de visitação: De 7 de maio a 7 de junho de 2026

Horário: De sexta a domingo, das 13h às 19h

Local: Edifício Cotonifício, Largo do Paissandú, s/nº – Centro São Paulo (SP)


Kura
Instagram: @kura.te


MASP apresenta mostra panorâmica de Damián Ortega com instalações suspensas e monumentais

Damián Ortega, Cosmic Thing [Coisa Cósmica], 2002.
Vista da exposição Casino, no Malmö Konsthall, Suécia.
 Foto: Helene Toresdotter/Malmö Konsthall

 

Exposição abrange 30 anos de produção do artista mexicano e, pela primeira vez no Brasil, exibe a obra Cosmic Thing, na qual todas as partes de um fusca parecem flutuar no ar  

15 de maio a 13 de setembro de 2026 


O MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand apresenta, de 15 de maio a 13 de setembro, Damián Ortega: matéria e energia, primeira exposição panorâmica do artista na América do Sul. Com 35 obras, a mostra leva o visitante para um universo onde a gravidade parece suspensa e objetos são desmontados e ressignificados. Um dos nomes centrais da arte contemporânea de sua geração, Damián Ortega (Cidade do México, México, 1967) propõe ao público reexaminar nosso cotidiano e os objetos que nos cercam para refletir sobre questões diversas, como trabalho, consumo, tempo e linguagem. 

Com curadoria de Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP; Rodrigo Moura, curador independente; e Yudi Rafael, curador assistente, MASP, a exposição reúne mais de três décadas de produção do artista, articulando fotografia, vídeo, escultura e instalação. A mostra também será apresentada no Centro Cultural La Moneda, em Santiago, Chile, de 12 de novembro de 2026 a 28 de março de 2027. 

O artista conta que concebe a escultura como uma relação entre força, resistência, equilíbrio e gravidade, aproximando-se da engenharia de modo lúdico. “Ortega desenvolve uma linguagem escultórica irreverente a partir de objetos cotidianos. Em sua obra, a ideia de energia é ampla, referindo-se tanto a noções de trabalho quanto a processos físicos de transformação da matéria. Ele equaciona abordagens da sociedade e investigações sobre tempo e espaço, movendo-se entre escalas micro e macro, entre o átomo e o cosmos”, afirma Yudi Rafael. 

Inédita no Brasil, a obra Cosmic Thing [Coisa cósmica], 2002, consiste em um fusca completamente desmontado, suspenso como um diagrama espacial em que todas as peças parecem flutuar. Mais do que revelar o interior do veículo, Ortega evidencia um objeto industrial que já foi o automóvel mais popular no Brasil e no México, assim como um símbolo da industrialização na América Latina. Essa nova apresentação convida o público a refletir sobre diferentes camadas de sentido — afetivas, históricas e econômicas— que o automóvel carrega: promessas de modernização, expectativas de ascensão social, mas também obsolescência e questões latentes nas grandes metrópoles da região. 

Já em Controller of the Universe [Controlador do universo], 2007, serrotes, pás, marretas e machados tornam-se elementos de uma explosão que parece ter sido congelada no tempo. A instalação feita de ferramentas é uma releitura do mural El hombre controlador del universo [O homem controlador do universo], 1934, de Diego Rivera (Guanajuato, México, 1886—1957 Cidade do México, México). Com um trabalhador no centro operando uma máquina, a obra de Rivera celebra o desenvolvimento tecnológico e a indústria. Ao utilizar ferramentas desgastadas que se projetam para o espaço, Ortega retoma esse imaginário questionando o tom heroico e épico da obra de Rivera. 

Ortega também aproxima a arte da arquitetura moderna e vernacular. Observa pilhas de tijolos acumuladas em frente às casas, à espera de futuras ampliações, e as transforma em esculturas que revelam uma energia em estado de latência: um projeto que ainda não se realizou, mas que existe como potencial. A escultura Monster [Monstro], 2019, é uma das figuras formadas por restos de materiais de construção, como estrutura metálica, pedaços de azulejos, tijolos de barro e peças de concreto. Ao lidar com esses materiais, tão presentes em cidades latino-americanas, o artista chama atenção para modos de construir que emergem de forma espontânea nas grandes cidades. 

Expoente da cena artística mexicana da década de 1990, Ortega faz parte de uma geração que procurou renovar a linguagem da arte por meio de iniciativas coletivas que contribuíram para a transformação de seu meio artístico local. A partir de diálogos com a história da arte e com a experiência social latino-americana, o artista desenvolve uma linguagem escultórica e conceitual capaz de reposicionar histórias regionais em uma narrativa internacional, identificando-se com temas como globalização e circulação de mercadorias.

 

Damián Ortega: matéria e energia integra a programação anual do MASP dedicada às Histórias latino-americanas. A agenda do ano também inclui mostras de Santiago Yahuarcani, Claudia Alarcón & Silät, La Chola Poblete, Sandra Gamarra Heshiki, Colectivo Acciones de Arte, Sol Calero, Carolina Caycedo, Pablo Delano, Rosa Elena Curruchich, Manuel Herreros e Mateo Manaure, Jesús Soto e uma exposição coletiva internacional.
 

SOBRE O ARTISTA

Damián Ortega (Cidade do México, 1967) iniciou a sua carreira como cartunista político em jornais como o La Jornada, desenvolvendo um olhar satírico e crítico que ainda atravessa a sua produção escultórica. Em 2006, fundou a Alias, editora dedicada a traduzir e publicar textos fundamentais de artistas contemporâneos (incluindo nomes brasileiros como Hélio Oiticica e Lygia Clark), democratizando o acesso ao conhecimento artístico para leitores de língua espanhola. Ortega participou de bienais e exposições em instituições como Bienal de Veneza (Itália), Centre Pompidou (França), Guggenheim Bilbao (Espanha), Kunsthalle Basel (Suíça), Museo Jumex (México), Museum of Contemporary Art de Los Angeles (Estados Unidos) e White Cube (Inglaterra), além de ter seus trabalhos em importantes coleções privadas e públicas.
 

ACESSIBILIDADE

Todas as exposições temporárias do MASP possuem recursos de acessibilidade, com entrada gratuita para pessoas com deficiência e seu acompanhante. São oferecidas visitas em Libras ou descritivas, mediante solicitação pelo e-mail acessibilidade@masp.org.br, além de textos e legendas em fonte ampliada e conteúdos audiovisuais com audiodescrição, legendagem e interpretação em Libras. Todos os materiais estão disponíveis no site e canal do YouTube do museu e podem ser utilizados por pessoas com ou sem deficiência, públicos escolares, professores, pessoas não alfabetizadas e interessadas em geral, em visitas espontâneas ou acompanhadas pela equipe MASP.

 

CATÁLOGO

Será publicado um catálogo bilíngue, em português e inglês, reunindo imagens e textos sobre a obra do artista. O livro tem organização editorial de Adriano Pedrosa e Yudi Rafael e conta com textos de Damián Ortega, Graciela Speranza, Rodrigo Moura, Roselin Rodríguez Espinosa, Tiago Mesquita e Yudi Rafael. O livro apresenta uma visão panorâmica da trajetória de Ortega, abordando sua relação com a cena artística mexicana, com o Brasil e com a história da arte latino-americana.

 

LOJA MASP

Em diálogo com a exposição, a Loja MASP apresenta produtos especiais de Damián Ortega: matéria e energia, que incluem cadernos, blocos, postais, ímãs e marca-páginas.

 

REALIZAÇÃO

Damián Ortega: matéria e energia é realizada por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e PROAC-ICMS, e tem patrocínio master da Vivo. O ano de Histórias Latino-americanas no MASP conta com patrocínio do Nubank.

 

SERVIÇO

Damián Ortega: matéria e energia

Curadoria: Adriano Pedrosa, diretor artístico, MASP; Rodrigo Moura, curador convidado; e Yudi Rafael, curador assistente, MASP.

 

15.5 — 13.9.2026

Edifício Lina Bo Bardi, 1º e 2º subsolo
 

MASP — Museu de Arte de São Paulo Assis Chateaubriand

Avenida Paulista, 1578 – Bela Vista, São Paulo, SP 01310-200

Telefone: (11) 3149-5959

Horários: terças grátis, das 10h às 20h (entrada até as 19h) com patrocínio Nubank; quarta e quinta das 10h às 18h (entrada até as 17h); sexta das 10h às 21h (entrada gratuita das 18h às 20h30 com patrocínio B3); sábado e domingo, das 10h às 18h (entrada até as 17h); fechado às segundas.

Agendamento on-line obrigatório pelo link masp.org.br/ingressos 

Ingressos: R$ 85 (entrada); R$ 42 (meia-entrada)

Clientes Nubank Ultravioleta têm 50% de desconto no valor do ingresso inteiro e nos produtos selecionados da loja do MASP; clientes Nubank têm 25% de desconto. 

Site oficial
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Entre bikes e roteiros culturais: Avenida Paulista é ponto de partida para experiências gratuitas em maio

Top Center Shopping promove agenda especial ao longo do mês com passeios a pé, tours de bicicleta e edição inclusiva para pessoas com TEA
 

Quem passa pela Avenida Paulista também pode vivê-la de outro jeito: explorando histórias, percursos e experiências ao ar livre. Em maio, a programação contínua de tours gratuitos promovida pelo Top Center Shopping segue com novas datas e opções para quem deseja redescobrir um dos endereços mais icônicos da capital. 

Já consolidada como convite permanente para moradores e visitantes ocuparem a cidade com mais lazer, cultura e bem-estar, a agenda reúne passeios a pé, roteiros de bicicleta e iniciativas inclusivas ao longo do mês. A proposta é transformar a Paulista em ponto de partida para experiências acessíveis, que conectam o público com o ritmo e a diversidade de São Paulo.
 

Destaques da programação
 

Walking Tour “#APaulistaéTop” (03/05 e 17/05)
Os passeios a pé convidam o público a explorar curiosidades, histórias e transformações da Avenida Paulista e seus arredores, revelando detalhes de uma das regiões mais emblemáticas de São Paulo.
 

Bike Tour TEA (primeiro domingo do mês)
Em edição especial e inclusiva, o passeio de bicicleta será adaptado para pessoas com Transtorno do Espectro Autista e suas famílias, com proposta acolhedora e dinâmica pensada para garantir conforto e bem-estar durante a experiência.
 

Bike Tours – todos os domingos de maio
Ao longo de todo o mês, os tradicionais passeios de bicicleta acontecem aos domingos, oferecendo uma maneira leve e divertida de conhecer a Paulista e seus arredores. As bicicletas utilizadas nos Bike Tours e no Bike Tour TEA são disponibilizadas gratuitamente pelo Top Center Shopping.

Com iniciativas que incentivam mobilidade, bem-estar e conexão com a cidade, o Top Center Shopping reforça sua proposta de transformar a Avenida Paulista em palco de experiências acessíveis e relevantes para diferentes públicos.

 

Serviços:

Walking Tour “#APaulistaéTop”
Datas: 03 e 17 de maio.
 Horário: 9h45.
 Ponto de encontro: Top Center Shopping
 Gratuito (resgate de cupom pelo app do Top Center Shopping)
 

Bike Tour
Datas: todos os domingos
 Horários: 09h, 10h30, 12h e 13h30 (exceto todo 1 domingo do mês que temos apenas o horário das 09h e 13h30)
 Ponto de encontro: Entrada principal do Top Center Shopping.
 Gratuito, mediante doação de 2 kg de alimentos não perecíveis (resgate de cupom pelo app do Top Center Shopping)
 

Bike Tour TEA
Data: 03 de maio.
 Horários: 10h30 e 12h.
 Ponto de encontro: Entrada principal do Top Center Shopping.
 Gratuito (resgate de cupom pelo app do Top Center Shopping).

 

Em maio, Tânia Gori comanda a maior Convenção de Bruxas e Magos da América Latina


Imagens: kafleursart


Reconhecida como a bruxa mais famosa do Brasil, Tânia Gori construiu um dos movimentos mais expressivos da espiritualidade contemporânea no país ao transformar a magia em um caminho acessível, profundo e conectado à vida real. À frente da Casa de Bruxa, reconhecida como a primeira universidade livre holística do Brasil, ela consolidou um espaço pioneiro no ensino e na difusão dos saberes espirituais, tornando-se referência nacional em estudos esotéricos e desenvolvimento pessoal. É também a mente por trás da maior Convenção de Bruxas e Magos da América Latina, realizada anualmente na vila histórica de Paranapiacaba, reunindo milhares de pessoas em uma verdadeira imersão no universo místico há mais de duas décadas.

 

Criadora do conceito de Bruxaria Natural, Tânia Gori propõe uma nova forma de viver a espiritualidade. Muito além de rituais, sua filosofia se baseia na conexão com a natureza, no autoconhecimento e na expansão da consciência. Por não se tratar de uma religião, mas de uma filosofia de vida, esse caminho permite que pessoas de diferentes crenças sigam suas próprias tradições enquanto vivenciam a magia no dia a dia. Católicos, evangélicos, umbandistas, budistas e praticantes de diversas linhas espirituais encontram na Bruxaria Natural uma forma complementar de conexão com o sagrado, sem ruptura, sem imposição e sem conflito.

 

Neta de ciganos, desde muito jovem já iniciada nos caminhos da magia, Tânia construiu um legado que atravessa décadas, formando milhares de alunos, escrevendo obras e criando experiências que unem saberes ancestrais e práticas contemporâneas. Sua atuação ajudou a ressignificar a imagem da bruxa no Brasil, afastando estigmas e trazendo à tona uma figura ligada ao conhecimento, à autonomia e ao poder de transformação pessoal.

 

Esse reconhecimento ultrapassa o universo espiritual e alcança também a cultura popular. Em 2025, Tânia Gori foi madrinha do samba-enredo da Colorado do Brás, que se destacou como um dos mais comentados e aplaudidos do ano, levando para a avenida elementos simbólicos, místicos e ancestrais que dialogam diretamente com seu trabalho. A presença da bruxa nesse espaço reforça como a espiritualidade tem ocupado novos territórios, dialogando com diferentes expressões culturais e alcançando públicos cada vez mais amplos.

 

Ao longo dos anos, a Convenção de Bruxas e Magos se consolidou como um verdadeiro movimento de liberdade, aceitação e de espiritualidade. São dias de vivências, rituais, palestras e encontros que transformam a pequena vila de Paranapiacaba em um grande portal de conhecimento e troca espiritual, atraindo pessoas de todo o Brasil e também do exterior. Neste ano, o encontro acontece nos dias 29, 30 e 31 de maio, reforçando a tradição de mais de duas décadas e prometendo mais uma edição marcada por experiências imersivas, conexão espiritual e celebração dos saberes ancestrais.

Com uma linguagem acessível Tânia Gori segue ampliando o alcance da bruxaria como filosofia de vida, conectando pessoas a um olhar mais sensível sobre si mesmas, sobre o mundo e sobre as forças invisíveis que atravessam a existência. Seu trabalho mostra que a magia não está distante, ela está presente no cotidiano, na natureza e na forma como cada indivíduo escolhe viver, sentir e transformar a própria realidade.

   

Serviço

 

Convenção de Bruxas e Magos 2026

Datas: 29,30 e 31 de maio

Local: Vila de Paranapiacaba

Instagram: @convencaodebruxasemagos / @taniagori



Quando o corpo pede pausa: os efeitos silenciosos do esforço repetitivo na vida de trabalhadore

 

Pixabay
Movimentos contínuos, dor ignorada e ausência de cuidados adequadas podem levar a lesões crônicas e comprometer também a saúde mental, alerta especialista do CEJAM

 

Para muitos profissionais, o esforço físico é uma constante na rotina de trabalho. Ao longo dos anos, porém, a repetição de movimentos, a sobrecarga e a ausência de pausas adequadas podem impactar diretamente a saúde, muitas vezes de forma silenciosa e progressiva. 

Segundo o Dr. Gustavo Vinent, Supervisor de Saúde Ocupacional do CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”, movimentos repetitivos, associados à pressão contínua sobre músculos e articulações, provocam um desgaste acumulativo. “Esse processo favorece inflamações, perda de mobilidade e até um envelhecimento precoce do sistema musculoesquelético”, explica. Na prática, isso significa que estruturas como tendões, ligamentos e articulações passam a responder com mais dificuldade às exigências do dia a dia. 

Esse desgaste nem sempre é percebido de imediato. Geralmente, ele começa com desconfortos leves, que surgem no fim do expediente e desaparecem após o descanso. Com o tempo, esses sinais tendem a se tornar mais frequentes e intensos, indicando que o corpo já não consegue se recuperar no mesmo ritmo. Como destaca o especialista, quadros relacionados ao trabalho têm início lento, mas evolução progressiva, o que pode dificultar a identificação precoce. 

No entanto, a dor costuma ser naturalizada nesse contexto e entendida como parte do ofício, o que contribui para atrasar a busca por cuidado. O especialista alerta que esse comportamento pode agravar quadros inicialmente simples. Desconfortos temporários podem evoluir para lesões crônicas e até incapacitantes, afirma. Ele reforça que a dor deve ser interpretada como um limite diante da sobrecarga. 

Entre as condições mais frequentes estão tendinites, lombalgias, artralgias e bursites, além de alterações na coluna, como protrusões e hérnias de disco. Regiões como joelhos, ombros, quadril e coluna concentram a maior parte das queixas, justamente por suportarem cargas repetidas​​.​​​​ ​​  

​​ “Como toda máquina, o sistema musculoesquelético precisa de pausas para se recuperar. A ausência desses intervalos leva ao acúmulo de fadiga muscular e microlesões, o que pode acelerar a progressão de quadros dolorosos e degenerativos a longo prazo”, ​​enfatiza​​ o médico. 

Os impactos, contudo, extrapolam o campo físico. A dor persistente interfere na qualidade de vida e no bem-estar emocional. De acordo com o Dr. Gustavo Vinent, o sofrimento contínuo pode reduzir a motivação, afetar a autoestima e desencadear sintomas como irritabilidade, insônia e ansiedade, podendo evoluir para quadros de depressão. Segundo o especialista, as consequências afetam a rotina pessoal, o convívio social e a capacidade de trabalho a longo prazo.

Embora esse cenário seja comum, algumas medidas individuais e organizacionais podem ajudar a reduzir os impactos:​​

• Realizar pausas regulares durante a jornada, permitindo a recuperação muscular;

• Alternar tarefas para evitar a sobrecarga das mesmas estruturas do corpo;

• Manter atenção à postura e utilizar equipamentos de apoio, quando indicados;
• Incluir alongamentos ao longo do dia;

• Praticar atividade física regular para fortalecimento muscular;

• Não normalizar a dor: reconhecê-la como um sinal de alerta e procurar ajuda profissional.

Adotar esses cuidados na rotina ajuda a reduzir o impacto do esforço contínuo e a preservar a funcionalidade do corpo, evitando que os sinais iniciais evoluam para limitações mais sérias e crônicas.


CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”
@cejamoficial
    

Alergia ou gripe? Como diferenciar sintomas e evitar a automedicação no outono

Com a queda das temperaturas, sintomas respiratórios se tornam mais frequentes. Entender as diferenças entre as doenças é essencial para evitar automedicação e buscar o tratamento adequado 

 

Com o avanço do outono e a queda nas temperaturas, aumentam os casos de sintomas respiratórios — como espirros, coriza e congestão nasal — que costumam gerar dúvida: trata-se de alergia ou gripe? Embora possam parecer semelhantes à primeira vista, as duas condições têm causas, evolução e tratamentos bastante diferentes. 

Segundo o médico otorrinolaringologista Dr. Gilberto Pizarro, do Hospital Paulista, entender essa distinção é essencial não apenas para aliviar os sintomas de forma adequada, mas também para evitar a automedicação, prática ainda comum entre os brasileiros. 

“A gripe é causada por vírus e costuma vir acompanhada de sintomas sistêmicos, como febre, dor no corpo e mal-estar geral. Já a alergia está relacionada a uma reação do organismo a agentes como poeira, ácaros ou mudanças climáticas, e dificilmente causa febre”, explica o especialista.

 

Sintomas: onde está a principal diferença 

De modo geral, a gripe tende a se manifestar de forma mais intensa e repentina. Febre, dor muscular, cansaço e dor de garganta são sinais clássicos. Já a rinite alérgica — uma das formas mais comuns de alergia respiratória — apresenta sintomas mais localizados e persistentes, como espirros frequentes, coceira no nariz, olhos e garganta, além de coriza clara. 

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) indicam que as infecções respiratórias virais, como a gripe, estão entre as principais causas de atendimento médico no mundo, especialmente em períodos de temperaturas mais baixas. 

No caso das alergias, a prevalência também é significativa: de acordo com a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), cerca de 30% da população brasileira apresenta algum tipo de doença alérgica, sendo a rinite uma das mais comuns.

 

Duração dos sintomas pode ser um indicativo 

Outro ponto importante é o tempo de duração. A gripe costuma ter um ciclo definido, com melhora progressiva em cerca de 5 a 7 dias. Já as alergias podem enquanto houver exposição ao agente desencadeante. 

“Se o paciente percebe que os sintomas aparecem sempre em determinadas situações, como ao entrar em ambientes fechados ou empoeirados, há uma forte indicação de quadro alérgico”, observa o Dr. Pizarro.

 

Automedicação: um risco silencioso 

Apesar das diferenças, muitas pessoas recorrem a medicamentos por conta própria, o que pode mascarar sintomas e atrasar o diagnóstico correto. Um levantamento do Conselho Federal de Farmácia (CFF) aponta que a automedicação é uma prática comum no Brasil, especialmente em casos de sintomas considerados “simples”, como os respiratórios. Segundo o especialista, o uso inadequado de antialérgicos e descongestionantes nasais pode trazer riscos.

 

Prevenção e diagnóstico: o papel do otorrino 

A avaliação com um otorrinolaringologista é fundamental para identificar corretamente a origem dos sintomas e indicar o tratamento mais adequado. Além do diagnóstico, o especialista também pode orientar medidas preventivas, como controle de poeira doméstica, higiene nasal com soluções salinas e cuidados com a qualidade do ar em ambientes fechados. 

Além disso, neste ano, especialistas chamam atenção para a circulação da cepa H3N3 do vírus influenza, que não estava contemplada na vacina da temporada anterior e tem sido associada ao aumento dos casos de gripe no país. 

“Observamos neste período uma maior circulação do H3N3, o que ajuda a explicar o crescimento dos quadros gripais. Por isso, é fundamental que a população busque a vacinação o quanto antes, já que a imunização atualizada contribui para a proteção contra essa cepa”, reforça o otorrinolaringologista do Hospital Paulista.

  

Hospital Paulista de Otorrinolaringologia



Pancreatite: emagrecimento rápido e uso de medicamentos para perda de peso acendem alerta médico

Casos da doença têm chamado atenção de especialistas, especialmente em meio ao uso crescente de fármacos como o Mounjaro

 

A pancreatite, inflamação do pâncreas que pode variar de quadros leves a graves, voltou ao centro das discussões médicas diante do aumento do uso de medicamentos para emagrecimento rápido. Especialistas alertam que tanto a perda acelerada de peso quanto o uso inadequado dessas substâncias podem elevar o risco para o desenvolvimento da doença.

 

De acordo com o nutrólogo Dr. Joaquim Menezes, sócio do Instituto Evollution de Alphaville, o emagrecimento rápido provoca alterações metabólicas importantes, especialmente no sistema biliar. “Quando a perda de peso ocorre de forma abrupta, há maior liberação de colesterol pela bile, o que favorece a formação de cálculos biliares, uma das principais causas de pancreatite aguda”, explica.

 

Esse mecanismo é bem documentado na literatura médica. Estudos apontam que dietas muito restritivas ou perda de peso acelerada aumentam a incidência de colelitíase (pedras na vesícula), condição diretamente associada à inflamação do pâncreas.

 

Nos últimos anos, esse cenário tem se intensificado com a popularização de medicamentos da classe dos agonistas de GLP-1 e GIP, como a tirzepatida, princípio ativo do Mounjaro. Embora eficazes no controle glicêmico e na redução de peso, esses fármacos exigem acompanhamento médico atento e especializado.

 

Dados recentes de farmacovigilância reforçam o alerta. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) destacou que notificações de pancreatite associadas ao uso dessas medicações vêm aumentando no Brasil e no exterior, incluindo casos graves e até fatais.

 

No Reino Unido, por exemplo, foram registradas mais de mil notificações relacionadas à classe desde 2007, com desfechos graves em parte dos casos. Além disso, a agência reguladora britânica (MHRA), reconheceu a pancreatite aguda como um efeito adverso raro, porém possível, dessas medicações.

 

Outro fator relevante é que a própria perda rápida de peso induzida por esses medicamentos pode contribuir indiretamente para o risco. “Não é apenas o remédio em si, mas o contexto metabólico que ele gera. Quando o emagrecimento é muito acelerado e sem acompanhamento adequado, o organismo pode responder com complicações, incluindo pancreatite”, acrescenta o Dr. Joaquim.

 

Os sintomas da pancreatite incluem dor abdominal intensa — muitas vezes irradiando para as costas —, náuseas, vômitos e distensão abdominal. Em casos mais graves, a doença pode evoluir rapidamente e demandar internação hospitalar.

 

Diante desse cenário, especialistas reforçam que o uso de medicamentos para emagrecimento deve ser sempre individualizado e acompanhado por profissionais de saúde. “O tratamento da obesidade não deve ser baseado apenas na velocidade de perda de peso, mas na segurança e na sustentabilidade dos resultados”, conclui o nutrólogo.

 

A orientação é clara: emagrecer é importante, mas o caminho até esse objetivo precisa respeitar os limites do organismo para evitar complicações que podem ser potencialmente graves.

 



Dr. Joaquim Menezes - Médico especialista em Emagrecimento definitivo, longevidade, performance física e mental. Após transformar sua própria saúde emagrecendo mais de 30 kgs, transformou a vida de mais de 12000 mil pessoas a recuperarem vitalidade, composição corporal, energia e presença. Já tratou e acompanhou mais de 2.000 pacientes com emagrecimento definitivo que utilizaram como estratégia medicamentosa o uso do Mounjaro, a tirzepatida. Atua a partir de uma visão integral — metabolismo, performance e longevidade trabalhando em sinergia — para resultados que ultrapassam o físico e devolvem energia, clareza, autoestima e presença. Sua atuação ao lado de atletas, executivos e pessoas que buscavam reencontrar vitalidade consolidou uma filosofia de cuidado profundo, preciso e humano.


Instituto Evollution



JOGOS DE AZAR NA TERCEIRA IDADE: UM DESAFIO CRESCENTE DE SAÚDE PÚBLICA

 

O crescimento global das apostas digitais tem ampliado significativamente o acesso ao jogo, transformando smartphones em verdadeiros “cassinos portáteis”. Com uso fácil, facilmente se torna uma prática sem controle, persistente e silenciosa com impacto direto sobre as populações vulneráveis. 

Por outro lado, o aumento do envelhecimento populacional tem trazido à tona questões complexas que extrapolam o campo puramente técnico da medicina e alcançam dimensões comportamentais, familiares, sociais e econômicas. 

Dentre elas, destaco o envolvimento de idosos com jogos de azar, uma prática frequentemente associada ao lazer que, no entanto, com o número crescente de apostas por pessoas na terceira idade, revela-se preocupante, sinalizando para um importante problema de saúde pública. 

A vulnerabilidade do idoso frente aos jogos de azar decorre de múltiplos fatores interligados. A aposentadoria, a redução da renda ativa, o aumento do tempo livre e mudanças no papel social podem favorecer a busca por novas formas de ocupação e lazer. 

Soma-se a isso a vivência de perdas afetivas, isolamento social e sintomas depressivos ou ansiosos. Nesse cenário, as apostas, especialmente as digitais, passam a funcionar não apenas como entretenimento, mas como tentativa da busca por uma compensação emocional ou financeira. 

Diferentemente de outras modalidades de jogo, como o Bingo, por exemplo, nos quais há uma interação social, esse tipo de aposta tende a aumentar o isolamento. 

As consequências associadas com a dependência em jogos de azar são amplas e frequentemente interdependentes. 

No campo da saúde mental, há forte associação com depressão, ansiedade, estresse crônico e maior risco de ideação suicida, isolamento social. 

No âmbito financeiro, observa-se o comprometimento de economias acumuladas ao longo da vida, endividamento e perda de autonomia. 

No contexto familiar, o impacto se traduz em conflitos, perda de confiança, sobrecarga emocional e afastamento progressivo. Muitas vezes, o comportamento é ocultado por vergonha, o que retarda o diagnóstico e dificulta a intervenção precoce. Adicionalmente, o estresse contínuo pode agravar condições clínicas pré-existentes, como doenças cardiovasculares e distúrbios do sono. 

É importante ressaltar que o ato de jogar, em si, não deve ser considerado uma patologia. Quando praticado de forma ocasional e dentro de limites bem definidos, pode integrar atividades recreativas. No entanto, a ausência de controle, o uso de recursos essenciais, a tentativa recorrente de recuperar perdas e o impacto negativo na vida pessoal, financeira e social configuram sinais de alerta relevantes. 

A prevenção e o manejo do vício em jogos de azar na terceira idade exigem uma abordagem multidimensional. Estratégias individuais, como o estabelecimento de limites claros, devem ser associadas ao suporte familiar, ao estímulo de atividades sociais e cognitivas alternativas e, quando necessário, à intervenção profissional. A terapia cognitivo-comportamental e os grupos de apoio figuram entre as abordagens bem eficazes. Paralelamente, é fundamental o avanço de políticas públicas que promovam educação financeira, regulação da publicidade e ampliação do acesso a serviços de saúde mental. 

Quando comparado ao cenário internacional, o Brasil apresenta um paradoxo preocupante: ao mesmo tempo em que se torna um dos mercados de apostas que mais crescem no mundo, ainda carece de uma estrutura consolidada de prevenção, monitoramento e tratamento. 

Diferentemente de países com políticas mais robustas, o avanço das apostas online no Brasil ocorreu de forma rápida, impulsionado por publicidade intensa, facilidade de acesso e baixa educação financeira da população. 

Diante desse cenário, o crescimento das apostas online, em especial as chamadas “bets”, redefine o debate sobre jogos de azar na terceira idade. Trata-se não apenas de uma questão individual, mas de um fenômeno coletivo, com implicações diretas para a saúde pública, a economia e a estrutura familiar. Promover informação qualificada, reduzir o estigma e ampliar o acesso ao cuidado são medidas essenciais para garantir que o envelhecimento ocorra com dignidade, autonomia e qualidade de vida. 

  

Dr. Kleber Duarte, Neurocirurgião -  O Dr. Kleber Duarte é médico neurocirurgião com quase 30 anos de experiência na área de neurocirurgia funcional e dor. Atualmente é coordenador do Serviço de Neurocirurgia para Saúde Suplementar e Neurocirurgia em Dor do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. Tem amplo conhecimento e alta qualificação em técnicas cirúrgicas e de estereotaxia para tratamento de doenças que comprometem o sistema motor e em

 

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