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quarta-feira, 10 de dezembro de 2025

Sudeste Asiático dispara até 350% entre brasileiros em 2025; entenda o boom

Segundo dados da Civitatis, Laos e Vietnã lideram alta, puxados por custo acessível, redes sociais e cultura asiática; passeios em português na Tailândia lideram em atividades

 


Tour pelo Grande Palácio, em Bangkok, lidera reservas de brasileiros no Sudeste Asiático em 2025

 

O Sudeste Asiático vive um de seus melhores momentos como destino turístico entre os brasileiros nos últimos anos. Dados da Civitatis, plataforma de reservas de experiências turísticas presente em mais de 160 países no mundo, mostram que as reservas para países da região aumentaram mais de 40% em 2025 em comparação com o mesmo período de 2024, impulsionadas por menos burocracia para visitar esses destinos, incentivos de governos locais, crescente fascínio cultural dos brasileiros por esses países e preços baixos. 

“A combinação de facilidades de visto, preços acessíveis e apelo nas redes sociais criou o cenário ideal para que o Sudeste Asiático disparasse nas preferências dos brasileiros em 2025”, afirma Alexandre Oliveira, Country Manager da Civitatis no Brasil. 

Neste ano, Laos (+350%) lidera o crescimento de reservas brasileiras no Sudeste Asiático, seguido de Vietnã (+133%), Tailândia (+53%) e Singapura (+26%). Cidades como Bangkok (capital tailandesa) e destinos de praia como Phuket, na Tailândia, e Bali, na Indonésia, destacaram-se entre os mais procurados. 

Entre os passeios mais reservados na região estão o Tour pelo Grande Palácio e pelo Templo do Buda de Esmeralda e o passeio pelo mercado do trem e ao mercado flutuante, em Bangkok, ambos com guia em português. e o Free Tour por Hanói, no Vietnã. 

Confira abaixo o ranking dos destinos do Sudeste Asiático que mais cresceram em número de reservas de brasileiros em 2025, na comparação com 2024:

  1. Laos: +350%
  2. Vietnã: +133%
  3. Tailândia: +53%
  4. Singapura: +26%
  5. Filipinas: +25%


Preços baixos atraem o brasileiro 

Para Alexandre Oliveira, três fatores explicam o fenômeno: o baixo custo dos destinos, políticas de visto mais amigáveis e a influência das redes sociais. Países do Sudeste Asiático são conhecidos por oferecer experiências a preços bem mais baixos que outros destinos internacionais tradicionais, inclusive outros vizinhos também em alta, como Japão e Coréia do Sul. 

Na Tailândia, por exemplo, é possível encontrar acomodações em hotéis 3 estrelas por menos de R$ 200 o casal, enquanto boa parte dos passeios fica entre R$ 100 e R$ 200. O mesmo vale para o Vietnã, onde a excursão de barco à Baía de Ha Long, um dos principais pontos turísticos do país e um dos 10 passeios mais reservados na Civitatis por Brasileiros, fica na casa dos R$ 320.
 


Paisagens exóticas como a Baía de Ha Long, no Vietnã, estão entre as atividades mais reservadas por turistas brasileiros

 

“Essa acessibilidade financeira tornou a região particularmente atrativa em meio à alta do dólar e do euro, permitindo que o real renda mais em países asiáticos do que na Europa ou Estados Unidos”, acrescenta Alexandre Oliveira.
 

Isenção ou facilidade de visto para brasileiros vira moda 

Além do fator econômico, nos últimos anos, diversas nações asiáticas eliminaram ou simplificaram a exigência de visto para brasileiros. A Tailândia, por exemplo, estendeu em 2024 o período de permanência isenta de visto para 60 dias. Já o Vietnã implantou em 2023 um sistema de visto eletrônico de 90 dias, enquanto a Indonésia anunciou em julho de 2025 a isenção de visto para estadias de até 30 dias para cidadãos do Brasil. 

“Menos burocracia, menos custo e menos barreiras para quem antes pensava duas vezes antes de incluir esses países na rota”, resume Oliveira. O resultado foi um interesse recorde dos brasileiros, com aumento de 56% nas reservas em Bangkok pela Civitatis em 2025, em relação a 2024.
 

Boom nas redes sociais, celebridades e filmcation 

Não é só a facilidade e o preço: o interesse pela cultura asiática ganhou força no Brasil, especialmente entre os mais jovens, e também vem estimulando as reservas na região. Um levantamento da plataforma Winnin divulgado em julho de 2025 mostrou que, em 12 meses, foram produzidos cerca de 50 mil vídeos sobre cultura oriental nas redes sociais brasileiras, totalizando quase 12 milhões de visualizações. 

"Temas ligados a países asiáticos passaram a figurar com destaque no feed do público brasileiro, seja por curiosidade, seja como parte do planejamento de uma viagem", conta o Country Manager da Civitatis Brasil. 

A ida de celebridades e influenciadores brasileiros também contribuiu para ampliar o desejo pelo destino. Em 2025, a atriz Larissa Manoela e seu marido André Luiz Frambach, exploraram a Tailândia e renovaram os votos em uma praia de Krabi, na Tailândia, e chegaram a participar do Festival das Lanternas em Chiang Mai.

 


Krabi, na Tailândia, foi destino escolhido por Larissa Manoela e André Luiz Frambach


Jade Picon também se rendeu à Tailândia em 2025, enquanto Daniela Ciccarelli apostou em uma viagem para as praias de Sumatra, na Indonésia.

“Esse ‘efeito celebridade’ tem um impacto direto no imaginário do público. O Sudeste Asiático virou uma vitrine de cenários impressionantes: templos entre arranha-céus, praias de água turquesa, comida de rua colorida, tudo isso aparecendo no perfil de famosos, o que espalha o desejo rapidamente”, analisa Alexandre.

Ele destaca ainda o caso da série americana The White Lotus, cuja terceira temporada se passou na ilha de Koh Samui, na Tailândia e despertou curiosidade global pelo país.
 

Guias em português ganham atenção do brasileiro

De olho nessa tendência, a Civitatis vem ampliando sua atuação no Sudeste Asiático com foco no público brasileiro. Entre as principais apostas da plataforma está a oferta de passeios guiados no idioma do viajante, especialmente em português. 

Atualmente, os dois tours mais reservados da empresa na região são exatamente os realizados em português em Bangkok, na Tailândia: tour pelo Grande Palácio e pelo Templo do Buda de Esmeralda e o passeio pelo mercado do trem e ao mercado flutuante, reflexo da busca dos brasileiros por praticidade, segurança e experiências mais completas no exterior.


O que 2025 ensinou sobre educação: o ano em que as escolas redescobriram as crianças

“A criança aprende quando vive experiências reais, cria conexão e não quando fica presa a uma tela.”, afirma Cristiane Cristo, diretora pedagógica da Start Anglo Bilingual School

 

O ano de 2025 não passou despercebido pelas escolas brasileiras. Depois de um período de transformações aceleradas – pandemia, explosão do digital, expansão do bilinguismo e o surgimento da inteligência artificial como ferramenta de estudo – a educação finalmente pisou no freio para fazer algo essencial: observar as crianças de perto. 

Foi um ano de retomadas, de redescobertas e de reposicionamentos. Mas, acima de tudo, foi o ano em que muitas escolas entenderam que o mais urgente não era adicionar mais tecnologia ou mais conteúdo. Era devolver às crianças algo simples e poderoso: presença, vínculo e experiência real.

 

A volta do brincar, do olho no olho e do tempo de qualidade

Uma das mudanças mais simbólicas de 2025 foi a adoção ampla da política de zero celular em sala de aula em diversas redes brasileiras. O St. George, onde Cristiane Cristo atua há anos, já aplicava essa regra muito antes de virar tendência nacional. A escola defendia que o telefone não é instrumento de aprendizagem infantil e que sua ausência transforma a energia do ambiente. 

O resultado era visível. Crianças brincavam mais, conversavam mais, resolviam conflitos olhando umas para as outras e criavam vínculos reais. Elas estavam presentes. 

Ao ver essa medida se espalhar pelo país, Cristiane Cristo, que também é diretora pedagógica da Start Anglo Bilingual School no Rio de Janeiro, afirma que 2025 resgatou um valor perdido.

“Quando tiramos o celular de cena, a criança reaparece. Ela volta a brincar, a cooperar, a imaginar. Ela olha em volta, olha para os amigos, olha para si. O celular não era o vilão, ele só estava roubando tempo que era dela. A criança aprende quando vive experiências reais, cria conexão e não quando fica presa a uma tela.”

 

As famílias mudaram e as escolas precisaram acompanhar

O comportamento das famílias também deixou claro que 2025 foi um divisor de águas. As exigências mudaram. O que define uma boa escola, hoje, não é mais apenas desempenho acadêmico. 

Cristiane resume essa mudança em uma frase: “As famílias querem escolas que acolhem, organizam, limitam telas, fortalecem relações humanas, desenvolvem competências socioemocionais, estimulam autonomia e oferecem visão global. Elas querem ambientes onde seus filhos possam ser inteiros.” 

Essa mudança de comportamento consolidou uma nova lógica no ensino privado brasileiro: educação premium não é sinônimo de sofisticação, é sinônimo de propósito, consistência e cuidado.

 

O bilinguismo deixou de ser tendência e virou demanda estruturada

Outro aprendizado importante de 2025 foi o amadurecimento da educação bilíngue. Já não se discute mais se vale a pena, discute-se como deve ser feito. O bilinguismo eficiente passou a ser entendido como ferramenta de pensamento, e não como aula isolada. 

Cristiane explica essa evolução: “O inglês amplia horizontes. Mas o que realmente transforma é a possibilidade de ler o mundo por mais de uma lente. Bilinguismo é repertório, é flexibilidade, é autonomia.”

 

A inteligência artificial encontrou seu lugar

A IA deixou de ser tabu e passou a integrar a rotina escolar de maneira responsável. Em 2025, as escolas aprenderam a ensinar IA com ética, consciência e propósito. “A tecnologia ganhou espaço como ferramenta de pesquisa, organização, revisão e criatividade, não como substituta de professor”, ressalta a diretora da Start Anglo Bilingual School do Rio de Janeiro.

 

2025 foi o ano que devolveu a educação às pessoas

Para Cristiane, esse é o ponto central. “A escola não é sobre conteúdos. É sobre pessoas. O professor importa. A convivência importa. O vínculo importa. O brincar importa. Em 2025, a educação brasileira lembrou que a criança aprende quando vive experiências reais, e não quando apenas acumula informações.”
 

O que esperar de 2026 em diante

Entre as tendências que devem se fortalecer, Cristiane Cristo destaca:

• experiências mais do que conteúdos

• formação global desde a infância

• ambientes naturais e menos tecnológicos para os pequenos

• rotinas integrais organizadas

• IA responsável

• menos telas, mais relações

• alunos protagonistas

• escolas como espaços de vida, não apenas de estudo

 

Cristiane conclui com uma síntese que traduz seu olhar para o futuro:

“A infância tem um tempo próprio. Quando respeitamos esse tempo, formamos jovens capazes de criar, pensar, escolher e transformar. Essa é a escola que o Brasil precisa construir daqui para frente.”

 

Brasileiros movimentam US$ 1,5 bilhão em Dubai e ampliam em 66% a migração patrimonial para o emirado

Crescimento expressivo reforça a ascensão de Dubai como principal destino global de fortunas brasileiras, impulsionado por segurança jurídica, ausência de imposto sobre herança, estabilidade econômica e atratividade imobiliária 

 

O fluxo de grandes fortunas brasileiras para Dubai ganhou força inédita em 2025. Segundo dados da plataforma MH/Q, especializada em patrimônio privado de famílias de alta renda, brasileiros já estruturaram US$ 1,5 bilhão no emirado, um aumento de 66,6% em relação ao ano anterior, quando o montante era de US$ 900 milhões. O número de famílias brasileiras que transferiram parte ou a totalidade de seu patrimônio também cresceu de forma consistente, passando de 18 para 30 famílias em apenas um ano. 

O movimento acompanha a tendência global apontada pela Henley & Partners, consultoria britânica de migração por investimento. O relatório anual da empresa projeta que os Emirados Árabes Unidos devem receber 9,8 mil novos milionários até 2025, um avanço de 46,3% sobre a estimativa de 2024.  

A mudança de perfil desse investidor também chama atenção. O fluxo inicial, que ganhou força a partir de 2021, era formado sobretudo por herdeiros. Agora, cresce de maneira expressiva a presença de empresários de médio porte com fortunas entre US$ 20 milhões e US$ 80 milhões (aproximadamente entre R$ 108 milhões e R$ 432 milhões), atraídos pela combinação entre ambiente de negócios competitivo, segurança pessoal e fiscal, e oportunidades imobiliárias com forte potencial de valorização. 

Para Leo Ickowicz, sócio-fundador da consultoria Elite International Realty, a alta não é surpresa. Ele explica que Dubai reúne fatores cada vez mais raros no cenário global, especialmente quando comparado com os destinos tradicionais de migração patrimonial.  

“Dubai oferece três elementos que hoje são decisivos para famílias de alta renda: estabilidade política e econômica, segurança jurídica e um sistema tributário simples, que inclui ausência de imposto sobre herança e inexistência de imposto de renda para pessoa física. Quando você combina isso com um ambiente cosmopolita, infraestrutura de padrão internacional e retornos imobiliários médios próximos de 8% ao ano, o movimento brasileiro se torna quase inevitável”, afirma. 

A busca por imóveis tem sido a principal porta de entrada dos brasileiros na cidade. Além de ser uma aplicação vista como porto seguro, o investimento imobiliário também viabiliza o Golden Visa, programa de residência de longo prazo que exige aporte a partir de 2 milhões de dirhams, cerca de 2,92 milhões de reais. Segundo consultorias do setor e empresas atuantes no mercado local, a maioria dos brasileiros utiliza justamente o imóvel para dar início à estrutura patrimonial em Dubai, impulsionando ainda mais o crescimento do setor. 

Nesse cenário, a Elite International Realty decidiu ampliar sua atuação. A empresa, fundada por brasileiros e com trinta anos de experiência no mercado internacional, iniciou no ano passado sua operação em Dubai, com foco em atender famílias e investidores da América Latina, especialmente brasileiros, interessados em imóveis de alto padrão na região. Ickowicz explica que a decisão foi estratégica. 

“É um mercado em ascensão acelerada e ainda com muito espaço para expandir, tanto para investidores quanto para grandes famílias. Mas é importante dizer que, como o mundo inteiro já está de olho nessa cidade, quem entrar agora tende a se beneficiar muito mais do que quem esperar. O momento é de oportunidade concreta”, destaca o executivo. 


INSS terá nova idade mínima em 2026: como a mudança impacta quem está perto de se aposentar?

Advogada Carla Benedetti explica como mudança deve alterar o planejamento de quem pretende se aposentar em breve

 

As regras da aposentadoria para beneficiários do INSS seguem em ajuste conforme o cronograma da Reforma da Previdência. A partir de janeiro de 2026, haverá um novo aumento na idade mínima para quem busca se aposentar por tempo de contribuição. 

O INSS informou que, em 2026, a idade mínima exigida será de 59 anos e 6 meses para mulheres, além de 30 anos de contribuição, e 64 anos e 6 meses para homens, com 35 anos de contribuição. A alteração faz parte da transição que eleva a idade a cada ano até chegar aos limites finais de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. 

Para quem está perto de se aposentar, isso significa que completar os requisitos apenas no início de 2026 pode exigir uma espera maior. Mesmo com todo o tempo de contribuição concluído, a idade passa a ser determinante para a concessão do benefício. Para a advogada Carla Benedetti, mestre em Direito Previdenciário pela PUC-SP e doutoranda em Direito Constitucional, esse é um momento que exige atenção. Ela afirma que é essencial que o trabalhador revise todo o histórico de contribuições e identifique com clareza em qual regra de transição se encaixa. 

Segundo Carla Benedetti, quem adianta o pedido sem observar os novos critérios pode ter o benefício negado ou precisar aguardar mais tempo, o que afeta o planejamento financeiro e pessoal para o período pós-trabalho. Ela reforça que entender as regras vigentes é fundamental para evitar prejuízos. 

Outras formas de aposentadoria continuam válidas, como a regra dos pontos e os pedágios de 50% e 100%, que podem ser mais vantajosos para determinadas pessoas. Cada modalidade exige cálculos específicos e pode alterar o tempo de espera ou o valor final do benefício. 

Para muitos trabalhadores que esperavam se aposentar entre 2025 e 2026, o recado é claro: revisar o tempo de contribuição, conferir a documentação e planejar com cuidado. Em muitos casos, buscar orientação especializada pode fazer diferença no momento do pedido. 

Carla Benedetti também destaca a importância de checar o Cadastro Nacional de Informações Sociais para confirmar se todos os períodos de trabalho e contribuição foram registrados corretamente. Segundo ela, esse é o primeiro passo para evitar surpresas desagradáveis na hora de solicitar a aposentadoria.

 

Carla Benedetti - Ela é sócia da Benedetti Advocacia; mestre em Direito Previdenciário pela PUC/SP; doutoranda em Direito Constitucional também pela PUC/SP; membro da Academia de Letras, Ciências e Artes de Londrina/PR; associada ao IBDP (Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário); e coordenadora de pós-graduação em Direito Previdenciário.

 

Grande Miami e Miami Beach dá as boas-vindas ao Brasil para a Copa do Mundo da FIFA 26™ no Miami Stadium

 

Hard Rock Stadium, onde o Brasil enfrentará a Escóci
a pela fase de grupos da Copa do Mundo da FIFA
A Seleção Canarinho enfrentará a Escócia no dia 24 de junho de 2026 pela fase de grupos 


Miami – A Grande Miami e Miami Beach orgulhosamente recebe o Brasil como uma das nações competidoras para a Copa do Mundo da FIFA 26™. O Brasil enfrentará a Escócia em 24 de junho de 2026, no Miami Stadium (Hard Rock Stadium em Miami Gardens) — um estádio de nível mundial que já sediou muitos dos principais eventos esportivos do planeta. Com laços culturais profundos, uma vibrante comunidade brasileira e uma paixão compartilhada pelo futebol, Miami está pronta para proporcionar aos torcedores brasileiros uma experiência inesquecível na Copa do Mundo. 

“Os torcedores brasileiros trazem paixão, alegria e energia extraordinárias para cada partida, e Miami é o palco perfeito para esse espírito”, disse David Whitaker, Presidente e CEO do Greater Miami Convention & Visitors Bureau (GMCVB). “Estamos honrados em receber o Brasil em nosso destino e ansiosos para celebrar a equipe, os torcedores e a magia global que a Copa do Mundo traz.”
 

Um lar natural para os torcedores brasileiros

Miami e o Brasil compartilham uma conexão cultural de longa data, enraizada na música, gastronomia, moda, esporte e estilo de vida. Com uma das maiores comunidades brasileiras nos Estados Unidos, Miami oferece inúmeras experiências familiares para os torcedores que viajam de todo o Brasil.
 

Gastronomia e cultura brasileira em Miami

Os torcedores brasileiros se sentirão em casa com uma oferta robusta de culinária, vida noturna e pontos culturais brasileiros, incluindo:

  • Fogo de Chão – a churrascaria brasileira reconhecida mundialmente com várias unidades em Miami, oferecendo a clássica experiência de rodízio de churrasco.
  • Boteco Miami – um querido ponto local inspirado nos bares de bairro do Rio, conhecido por suas noites de samba, caipirinhas e pratos autênticos brasileiros.
  • Camila’s Restaurant – um dos mais tradicionais buffets brasileiros que serve comida caseira.
  • Galeto Brazilian Grill – servindo especialidades na brasa e pratos favoritos dos brasileiros em um ambiente casual.
  • Padarias e cafés brasileiros que oferecem pão de queijo, brigadeiros, açaí na tigela e café espresso ao estilo brasileiro em Midtown, Brickell e Sunny Isles.

A cena gastronômica de Miami também oferece fusão latino-americana, frutos do mar e alta gastronomia global — perfeito para os torcedores que desejam experimentar a premiada gastronomia da cidade.


Bairros para viajantes brasileiros

  • Sunny Isles Beach – um favorito entre os turistas brasileiros por seus resorts à beira-mar e compras.
  • Brickell – o centro urbano de Miami com restaurantes sofisticados, vida noturna e o tipo de energia cosmopolita familiar aos visitantes de São Paulo ou Rio.
  • Wynwood – um centro artístico que ecoa a criatividade e a vibração da cultura de arte de rua brasileira.
  • Miami Beach – icônica, vibrante e perfeita para os torcedores brasileiros que buscam sol, estilo e entretenimento.
     

Praias, natureza e aventura ao ar livre

Os visitantes brasileiros podem explorar:

  • Key Biscayne, que oferece praias calmas, trilhas panorâmicas e vistas deslumbrantes do Farol de Cape Florida.
  • Everglades National Park, um Patrimônio Mundial da UNESCO que oferece passeios de aerobarco e observação de vida selvagem única.
  • Biscayne Bay, perfeita para velejar, andar de caiaque, paddleboard e fazer cruzeiros ao pôr do sol.


Uma celebração ao futebol como nenhuma outra

Miami é um dos destinos de futebol mais animados dos Estados Unidos. Visitantes podem esperar:

  • Grandes watch parties e fan zones focadas no Brasil
  • Bares e lounges com apresentações de samba, pagode e música eletrônica
  • Um ambiente multicultural onde os torcedores brasileiros se sentirão celebrados e acolhidos

A energia vibrante do destino, combinada com sua forte comunidade brasileira, criará uma atmosfera eletrizante no dia do jogo.


Estenda a visita: roteiros para viajantes brasileiros

Miami incentiva os torcedores a transformar o dia do jogo em uma estadia de vários dias para aproveitar:

  • Compras no Aventura Mall, Brickell City Centre, Dolphin Mall e no Miami Design District
  • Hotéis de luxo e boutique em Miami Beach, Brickell e Coral Gables


Miami: uma capital global dos esportes

Miami é sede de alguns dos eventos esportivos mais icônicos do mundo, incluindo a Copa do Mundo de Clubes da FIFA, o World Baseball Classic, o Grande Prêmio de Miami de Fórmula 1 Crypto.com, o Miami Open e o Orange Bowl, reforçando sua posição como um destino de primeira linha para competições globais. Sediar a Copa do Mundo da FIFA 26™ adiciona outro marco histórico à lista de eventos esportivos de classe mundial de Miami.

 


Greater Miami Convention and Visitors Bureau (GMCVB)  

Miami Meetings

Grande Miami e Miami Beach
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Exame toxicológico: dados comprovam por que a medida salva vidas e tem apoio da sociedade


Desde 2016, o exame toxicológico de larga janela tornou-se obrigatório para motoristas das categorias C, D e E no Brasil — um marco na política de segurança viária. A população reconhece sua importância: pesquisa Ipec de fevereiro de 2025 mostra que 83% dos brasileiros apoiam a obrigatoriedade do exame. 

A ampliação da medida para a primeira habilitação nas categorias A e B, cuja emissão é majoritariamente feita por jovens, ganha ainda mais relevância diante dos dados que indicam aumento global no consumo de drogas sintéticas nessa faixa etária (UNODC, World Drug Report). Além disso, segundo a OPAS, acidentes de trânsito figuram entre as três principais causas de morte de jovens de 14 a 29 anos, ao lado de homicídios e suicídios — reforçando a necessidade de mecanismos preventivos robustos.
 

Números comprovam o impacto e a relevância do exame toxicológico no Brasil

  • Desde 2016, segundos dados da Associação Brasileira de Toxicologia (ABTox), cerca de 300 mil motoristas das categorias C, D e E foram positivados para substâncias psicoativas após teste confirmatório, o que ressalta a importância da medida para coibir o uso de drogas no trânsito;
     
  • Comparações entre períodos pré e pós-implementação indicam queda expressiva no índice de sinistralidade: análises baseadas em dados da PRF e de balanços governamentais mostram reduções de 34% em acidentes com caminhões, 45% com ônibus, além de 54% de redução de sinistros nas rodovias interestaduais, entre 2015 e 2017);
     
  • Entre 2016 e 2019, segundo o SOS Estradas, mais de 28 mil motoristas que haviam testado positivo passaram por tratamento e retornaram ao trabalho após apresentarem laudos negativos — demonstração de que o exame também cumpre função social e de reinserção;
     
  • Levantamento do portal Estradas, com base em dados da Fiocruz e da Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas, associados à estimativa de emissões anuais de Permissões para Dirigir (PPD), indica que a extensão do exame toxicológico para candidatos à primeira CNH pode impedir que entre 390 mil e 870 mil usuários de drogas sejam habilitados e coloquem vidas em risco no trânsito; 
O exame capilar identifica uso frequente de drogas em até 6 meses, muito além dos testes de urina (dias) ou saliva (horas). Essa janela ampla permite identificar padrões regulares de consumo — exatamente o tipo de comportamento que mais aumenta o risco de acidentes fatais.


Assédio e violência no trabalho em saúde: o custo invisível para a carreira de médicas

Revisões internacionais mostram alta prevalência de assédio e violência em equipes de saúde; entidades pedem prevenção ativa e canais seguros de denúncia 


A violência e o assédio no ambiente de saúde são problemas globais que atingem de forma desproporcional as mulheres. Revisões recentes apontam prevalência elevada entre médicas, enfermeiras e parteiras, com impactos psicológicos, institucionais e na permanência na carreira. Uma revisão publicada na The Lancet Global Health (2021) estimou que mais de 70% das profissionais de saúde já sofreram algum tipo de violência ocupacional, seja física, psicológica ou sexual. 

Além de evidências internacionais amplamente divulgadas, estudos recentes conduzidos por pesquisadoras brasileiras reforçam a gravidade do problema. Um novo artigo liderado pela Profa. Dra. Marise Samama, publicado em 2025 na revista Human Resources for Health, analisou fatores estruturais associados ao assédio e à violência de gênero no ambiente médico e identificou que padrões de abuso institucionalizado e relações hierárquicas rígidas aumentam de forma significativa o risco de violência psicológica e sexual contra profissionais mulheres. O estudo também aponta que a ausência de protocolos claros de denúncia e a tolerância institucional a comportamentos abusivos contribuem para a perpetuação do ciclo de violência, o que favorece o adoecimento emocional e o abandono precoce da carreira. 

Para Samama, o fenômeno é estrutural. “O assédio mina a confiança, corrói a liderança feminina e empurra profissionais talentosas para fora de áreas competitivas. Sem ambiente seguro, não há equidade.” 

Estudos brasileiros reforçam o padrão. Uma pesquisa conduzida na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), em 2021, apontou que 55% das médicas residentes relataram assédio moral e 28% relataram assédio sexual durante a formação, com forte subnotificação por medo de retaliação. Outro levantamento da Fiocruz, realizado em 2020, identificou que 76% das trabalhadoras da saúde já vivenciaram episódios de violência psicológica, especialmente humilhações, gritos e intimidação por pares e superiores. 

O impacto não é apenas emocional. Pesquisas internacionais mostram que o assédio influencia diretamente trajetórias profissionais. Estudo do National Institutes of Health (NIH) e da AAMC, publicado em 2022, revela que médicas têm o dobro de chance de abandonar posições acadêmicas em decorrência de violência e hostilidade. Além disso, mulheres submetidas a episódios recorrentes relatam menor confiança na liderança, menor produtividade e maior intenção de migrar para áreas menos competitivas. 

Especialistas apontam que a cultura hierárquica da saúde amplifica o problema. A estrutura tradicional de residência, marcada por longas jornadas e relações assimétricas, dificulta denúncias. Muitas profissionais relatam que colegas e chefias normalizam comportamentos abusivos em nome da ideia de formação rigorosa. Segundo Samama, essa lógica perpetua o ciclo. “Naturalizar o abuso como parte da formação médica é uma falha institucional grave. Violência não forma caráter. Só gera exaustão e desistência.” 

A violência contra mulheres em saúde também tem um custo invisível para o sistema, que é a evasão de talentos. Uma pesquisa publicada no BMJ Open em 2022 mostrou que jovens médicas que sofrem assédio têm até 50% mais chance de abandonar especialidades cirúrgicas, consideradas estratégicas e historicamente dominadas por homens. O fenômeno aprofunda desigualdades e reduz a presença feminina justamente em áreas onde sua participação é fundamental para ampliar diversidade e inovação. 

A AMCR defende que a mudança depende de governança. Entre as recomendações da entidade estão protocolos obrigatórios de prevenção, treinamentos periódicos, canais independentes de denúncia e indicadores públicos de casos e desfechos, sempre com resguardo ao sigilo das vítimas. “É preciso responsabilização. Sem consequências claras, a cultura não muda. E sem cultura segura, perdemos lideranças femininas que o sistema levou anos para formar”, afirma Samama. 

A entidade também recomenda apoio psicológico gratuito e políticas de tolerância zero para condutas de assédio em hospitais, universidades e clínicas. Segundo a líder, programas de acolhimento reduziriam a subnotificação e fortaleceriam o senso de proteção institucional. “A vítima não pode carregar a culpa. A instituição precisa assumir o protagonismo na reparação e prevenção.” 

Programas de mentoria e redes de apoio entre médicas aumentam a chance de denúncia e reduzem o isolamento, segundo estudos de implementação em serviços de saúde. Um relatório da Organização Mundial da Saúde, publicado em 2020, mostrou que equipes que adotam mecanismos formais de suporte registram aumento de 40% na notificação de violência ocupacional e redução do tempo de resolução dos casos. 

Diante desse cenário, a AMCR prepara um guia prático com fluxos de acolhimento e denúncia para adoção por instituições públicas e privadas. O material inclui modelos de protocolos, exemplos de métricas e orientações sobre comunicação segura com vítimas. 

“Assédio não é efeito colateral da alta performance. É falha de governança. Cuidar de quem cuida é prioridade ética e de gestão”, conclui Samama.


Visto de estudos português é opção segura e acessível para morar e trabalhar no país

Com ele pode-se emigrar legalmente e ainda levar família, sem precisar aguardar os dois anos que pedem a nova Lei nº 9/2025, em vigor desde 23 de outubro passado 

 

Diante do endurecimento da nova legislação de estrangeiros em Portugal (Lei nº 9/2025), que trouxe regras mais rígidas para quem pretende imigrar sem visto, o visto de estudos desponta como uma das alternativas mais seguras e acessíveis para brasileiros que querem viver legalmente no país europeu. Diferentemente de outras modalidades, este visto permite trabalhar, estudar em instituições reconhecidas e trazer a família com visto de acompanhamento familiar, sem a necessidade de aguardar os dois anos exigidos pela lei atual – que passou a vigorar em 23 de outubro passado – para o reagrupamento familiar.

A nova lei portuguesa acabou definitivamente com a possibilidade de regularização mediante a antiga manifestação de interesse, extinta em junho de 2023, e estabeleceu penalidades severas para quem permanece em situação irregular no país. Com a implementação do Sistema de Entrada e Saída (SES) digital, em outubro, todo o espaço Schengen – área composta por 29 países europeus que aboliram os controles de fronteira internos, permitindo a livre circulação de pessoas – agora registra com precisão quem entra, quando entra e se saiu dentro do prazo permitido de 90 dias para turistas.



Visto de estudos como caminho legal e seguro

"O visto de estudos continua sendo uma das opções mais confiáveis para quem deseja construir uma vida em Portugal de forma legal e planejada", afirma Renata Maida Freire, CEO da Promove Brasil, empresa de consultoria e desenvolvimento de negócios entre Brasil e Portugal. "Diferentemente de outras modalidades que foram suspensas ou dificultadas, como o visto de procura de trabalho, o visto de estudos mantém-se ativo e oferece um caminho claro para a residência permanente e, futuramente, para a nacionalidade portuguesa", diz ela.

Segundo Thiago Soares, advogado brasileiro com registro na Ordem dos Advogados Portugueses (OAP), que trabalha com legalização de imigrantes em Portugal, a grande vantagem do visto de estudos está na possibilidade de reunificação familiar imediata. “Pela nova lei, o imigrante precisa residir em Portugal por dois anos antes de solicitar o reagrupamento do cônjuge— e esse pedido ainda deve ser feito nos postos consulares, com a pessoa fora do país. Já o visto de estudos permite que a família acompanhe o aluno do curso profissionalizante desde o início da sua jornada estudantil em Portugal, por meio do visto de acompanhamento familiar”, explica Soares.

A Promove Brasil representa em território brasileiro a eFuturo Academia, escola profissionalizante lusitana com cursos certificados pela Direção-Geral do Emprego e das Relações de Trabalho (DGERT), entidade responsável pela validação de formações profissionais em Portugal. "Não é qualquer curso que dá direito ao visto. O curso precisa ser reconhecido e estar dentro do que a lei considera elegível para residência. Além disso, para não cair em golpes, é importante averiguar se o curso escolhido é certificado pela DGERT", ressalta Freire.


Vantagens do visto de estudos

  • Entrada legal e segura em Portugal;
  • Direito a trabalhar durante e após os estudos;
  • Possibilidade de trazer a família imediatamente, sem aguardar dois anos;
  • Acesso a curso profissionalizante reconhecido pela DGERT;
  • Estágio supervisionado e apoio na busca por emprego;
  • Caminho aberto para renovação da autorização de residência;
  • Progressão até a residência permanente e nacionalidade portuguesa.


Cursos profissionalizantes para capacitação e empregabilidade

Entre as formações mais procuradas por brasileiros que buscam qualificação profissional para trabalhar em Portugal estão cursos oferecidos pela eFuturo nas áreas de:

  • Estética, spa e bem-estar: com foco em técnicas atualizadas e demandadas no mercado europeu;
  • Hotelaria, cruzeiros e restauração: setores em constante expansão, especialmente em regiões turísticas;
  • Gastronomia: tanto para atuação em restaurantes, hotéis e cruzeiros, quanto para empreendedorismo;
  • Saúde e geriatria: área com alta demanda devido ao envelhecimento populacional, incluindo formações em fisioterapia, farmácia e odontologia;
  • Educação e cuidados infantis: área que possibilita atuação em creches, escolas e também como autônomo de cuidados infantis;
  • Marketing digital com análise de dados e inteligência artificial: para quem busca atuar no setor tecnológico;
  • Gestão administrativa e financeira: com ênfase em legislação trabalhista portuguesa e gestão de negócios.

"Todos os cursos têm duração de 15 meses, incluindo estágio supervisionado, que proporciona uma qualificação prática e reconhecida em Portugal. Ao concluir a formação, os alunos contam ainda com o apoio do Gabinete de Empregabilidade, que envia indicações de vagas de trabalho junto a mais de 500 empresas parceiras interessadas em profissionais qualificados", detalha Freire.

Vale ressaltar que os cursos se mantêm ativos somente quando há efetiva demanda por profissionais qualificados no mercado de trabalho. Quando algum setor fica saturado, o curso a ele relativo é automaticamente desativado, de acordo com normativas da DGERT. “Essa normativa é benéfica porque garante que os cursos estejam alinhados às necessidades reais do mercado. Assim, aumenta a empregabilidade dos formandos e evita desperdício de recursos em áreas saturadas. Além disso, permite atualização constante da oferta formativa conforme surgem novos setores emergentes”, explica a CEO da Promove Brasil.


Riscos da irregularidade e vantagens do visto de estudos

A Lei n.º 9/2025 trouxe mudanças drásticas no cenário imigratório português. Entre os principais riscos para quem permanece em situação irregular, estão:

  • Notificação de abandono voluntário do país em prazo determinado (10 a 20 dias);
  • Possibilidade de detenção em centro para imigrantes ilegais até a deportação;
  • Proibição de retornar a Portugal por pelo menos sete anos;
  • Perda de tudo que foi investido e conquistado no país;
  • Facilidade de localização através do novo sistema digital de controle de fronteiras.

"Por isso, seguir a legislação é essencial para quem deseja construir uma vida estável no país. Entre as alternativas legais, o visto de estudos se destaca ao permitir a entrada regular, garantir acesso ao mercado de trabalho, abrir caminho para o reagrupamento familiar e oferecer uma rota segura até a residência permanente e, futuramente, a nacionalidade portuguesa", pontua a advogada Kelly Soares, brasileira que atua profissionalmente em Portugal, em temas relacionados à imigração.


Suporte completo para a mudança

A Promove Brasil oferece orientação gratuita para a escolha do curso adequado ao perfil e objetivos de cada candidato, apresentando opções de cursos certificados e elegíveis para o visto de estudo. "Orientamos sobre toda a documentação exigida, sem cobrar por essa consultoria, porque entendemos que faz parte de todo o processo", afirma a CEO.Os cursos têm preços anuais a partir de R$ 5.680 até R$ 10.528 e podem ser parcelados em até 12 parcelas sem entrada. Após conclusão do processo de inscrição, a Promove Brasil envia a carta de matrícula para o pedido do visto, em 72 horas úteis.

O suporte inclui ainda recomendação de profissionais especializados em:

  • Assessoria jurídica para os processos de visto no Brasil e apoio para documentação necessária em Portugal;
  • Documentação para levar o animal de estimação do território brasileiro para o português;
  • Planejamento da mudança, desde o transfer quando chegar a Portugal, até o aluguel da primeira moradia;
  • Validação do diploma de nível superior em Portugal;
  • Recomendação de mentoria para quem busca pós-graduação, mestrado ou ainda estudar na Espanha.

"Em nosso trabalho, qualificamos os alunos para o mercado de trabalho português e os apoiamos com o enquadramento profissional dos formandos, oferecendo estágio de dois a quatro meses após a conclusão do curso profissionalizante junto à rede de empresas parceiras em Portugal", afirma Freire. "A fase em que era possível chegar a Portugal como turista ou já com a intenção de ficar e ‘ver o que acontece’ ficou definitivamente no passado. Agora, com a nova lei, é imprescindível se organizar, planejar e vir com o visto certo", ressalta ela.  


Imigrantes sustentam crescimento econômico e demográfico de Portugal

Os dados mais recentes demonstram a importância vital dos imigrantes para a economia e a sociedade portuguesa. Segundo o “Relatório de Migrações e Asilo 2024”, da Agência para a Integração, Migrações e Asilo (AIMA), Portugal contabilizava 1.543.697 cidadãos estrangeiros com título de residência no final do ano passado, um crescimento de 18,3% em relação ao período anterior. Os brasileiros lideram como a maior comunidade estrangeira no país, representando 484.596 pessoas (31,4% do total de estrangeiros) – o número não inclui conterrâneos que já obtiveram a nacionalidade portuguesa ou dupla cidadania.

A importância econômica dos imigrantes é expressiva. Em 2024, os trabalhadores estrangeiros contribuíram com 3,6 bilhões de euros para a Segurança Social portuguesa, representando 12,4% das contribuições totais do sistema – mais do que o dobro do registrado em 2021. Apenas os brasileiros foram responsáveis por 1,372 bilhão de euros (37,6% das contribuições de estrangeiros), conforme dados do sistema de estatísticas da previdência de Portugal. Em contrapartida, as prestações sociais pagas a cidadãos estrangeiros totalizaram 687 milhões de euros em 2024, cinco vezes menos do que as contribuições recebidas pelo Estado, gerando um saldo positivo de quase 3 bilhões de euros para os cofres públicos portugueses.

Portugal registrou no ano passado um crescimento de 1,9% do PIB, o dobro da média da União Europeia (0,8%), com contribuição significativa dos trabalhadores estrangeiros. Além disso, dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) revelam que o crescimento populacional de Portugal nos últimos anos deve-se exclusivamente ao saldo migratório positivo. Em 2024, a população residente foi estimada em 10.749.635 pessoas, um aumento de 109.909 habitantes em relação a 2023. Como o saldo natural (nascimentos menos óbitos) é negativo desde 2009, o crescimento populacional tem sido sustentado pela entrada de imigrantes.

"Os imigrantes não apenas rejuvenescem a população portuguesa, como também preenchem lacunas importantes no mercado de trabalho, geram renda, movimentam o consumo e estimulam a produção. Por isso, é fundamental que os brasileiros que desejam emigrar façam isso de forma legal e planejada, através de vistos adequados como o de estudos, evitando os riscos e prejuízos da irregularidade", enfatiza Freire.  



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