Calor intenso, poluição e ambientes fechados exigem atenção redobrada com filtragem do ar, manutenção do ar-condicionado e hábitos domésticos
Com a chegada do
verão e o aumento das temperaturas, cresce também o tempo de permanência em
ambientes climatizados, seja em casa, no trabalho ou em locais de lazer. Nesse
cenário, a qualidade do ar interno passa a ser uma preocupação central para a
saúde respiratória. Fabricantes de ar-condicionado, como a Gree, mundialmente
conhecida, têm acompanhado essa demanda com tecnologias voltadas não apenas ao
conforto térmico, mas também à melhoria do ar respirado no dia a dia.
Se por um lado o
ar-condicionado ajuda a tornar os ambientes mais agradáveis, por outro, a forma
como ele é utilizado e mantido, influencia diretamente a qualidade do ar, com
impactos mais evidentes para pessoas com alergias, rinite, asma e outras
doenças respiratórias.
Segundo a
otorrinolaringologista Cristiane Passos Dias Levy, do Hospital Paulista, o
ar-condicionado pode ser um aliado importante durante o verão. “O equipamento
remove o ar quente do ambiente e o substitui por ar refrigerado, passando por
um processo de filtragem que ajuda a reter partículas suspensas. Isso é
bastante útil para pessoas com alergias respiratórias”, explica.
A médica, no
entanto, faz alertas importantes. Temperaturas muito baixas podem ressecar o ar
e irritar as mucosas. “O ideal é manter uma temperatura moderada, geralmente entre
22°C e 24°C, além de reforçar a hidratação e garantir a limpeza regular dos
filtros do aparelho”, orienta.
Além do calor, a
poluição é outro fator que pesa contra a saúde respiratória no verão, sobretudo
em grandes centros urbanos. “A poluição atmosférica está associada ao agravamento
de quadros como asma, rinite e bronquite. Em períodos mais secos e quentes, as
partículas ficam mais concentradas no ar e penetram com mais facilidade nas
vias aéreas”, afirma Cristiane. Para ela, a qualidade do ar dentro de casa pode
ser tão ou mais relevante do que a externa. “Ambientes bem cuidados, limpos e
com boa filtragem reduzem o risco de crises respiratórias”, acrescenta.
Do ponto de vista
técnico, Romenig Magalhães, supervisor de P&D da Gree, explica que os avanços
na climatização residencial ampliaram o papel do ar-condicionado na qualidade
do ar interno. “Hoje, os equipamentos contam com sistemas de filtragem mais
eficientes e controles inteligentes de funcionamento, que ajudam a manter o ar
em circulação constante, reduzindo a concentração de poeira, poluentes e
odores”, afirma.
Segundo ele, no
entanto, a tecnologia só cumpre esse papel quando vem acompanhada de cuidados
básicos. “Filtros sujos, manutenção irregular ou equipamentos mal dimensionados
comprometem tanto a eficiência energética quanto a qualidade do ar. A limpeza
periódica e a escolha correta do aparelho fazem toda a diferença”, ressalta o
especialista da Gree.
Além do
equipamento, hábitos domésticos também influenciam diretamente a qualidade do ar.
Manter portas e janelas fechadas durante a climatização, evitar o acúmulo de
poeira, higienizar cortinas e tapetes e reduzir fontes internas de poluição,
como fumaça e produtos com odores fortes, são medidas simples, mas eficazes.
“Cuidar da
qualidade do ar não é apenas uma questão de conforto, mas de saúde”, reforça
Cristiane. “No verão, quando ficamos mais tempo em ambientes fechados e
climatizados, esses cuidados se tornam ainda mais importantes para prevenir
crises respiratórias e melhorar o bem-estar”, conclui.
Gree Electric Appliances

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