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sábado, 13 de setembro de 2025

O poder do perdão: como a reconciliação transforma saúde e relações

Reconciliação entre Tatá Werneck, Fiuk e Gkay no Lady Night, reacende pauta que atravessa a psicologia e a vida cotidiana: os impactos de superar conflitos e deixar ressentimentos para trás. 


O último episódio da temporada do Lady Night, exibido na noite desta terça-feira (9), no Multishow, Tatá Werneck surpreendeu ao selar a paz com Fiuk e Gkay em clima de paródia do clássico Casos de Família. “Se te desrespeitei, te peço desculpas”, disse a apresentadora ao cantor, em um dos momentos de reconciliação que marcaram o programa. A cena, conduzida com humor, recoloca em pauta um tema que vai além da TV: os efeitos de superar mágoas para a saúde mental e física.

Segundo a psicóloga Laís Mutuberria, especialista em neurociência do comportamento e saúde mental, o perdão não é um gesto simples de “deixar para lá”. Trata-se de um processo psicológico profundo. “Guardar ressentimentos mantém o corpo em estado constante de alerta, elevando níveis de cortisol, o hormônio do estresse, e comprometendo sono, imunidade e até a saúde do coração. Perdoar não significa esquecer ou aprovar a ofensa, mas libertar-se da dor ligada a ela”, explica.
 

O que é – e o que não é – perdão

Robert D. Enright, professor da Universidade de Wisconsin e cofundador do International Forgiveness Institute, é considerado um dos pioneiros no tema. Em seu livro Forgiveness Is a Choice, ele mostra que o perdão, quando praticado corretamente, beneficia o ofensor, mas sobretudo o ofendido: reduz ansiedade e depressão e fortalece autoestima e esperança.

Enright define o perdão como uma virtude moral: não significa desculpar a injustiça ou abrir mão da busca por reparação, mas optar por não retaliar e enxergar o valor humano do outro, o que abre espaço para empatia e compaixão.

Esse processo não implica reconciliação imediata, nem a necessidade de manter contato com o ofensor. Como lembra Enright, “perdoar é um presente dado diante de um mal moral, sem negar esse mal; já a reconciliação é uma negociação de confiança mútua entre duas partes”.
 

Evidências científicas

Pesquisas conduzidas ao longo de três décadas reforçam que perdoar traz efeitos concretos:

  • Estudos mostraram que casais que se perdoavam registravam redução da pressão arterial. Entre pacientes cardíacos, os mais propensos a perdoar tinham menos ansiedade, depressão e até níveis mais baixos de colesterol.
  • Pesquisas da Duke University observaram que portadores de HIV que perdoaram alguém tiveram aumento das células de defesa.
  • Estudo do Luther College (EUA) identificou que pessoas capazes de perdoar incondicionalmente viviam mais que as que só perdoavam diante de pedidos de desculpas.
  • O perdão reduz raiva, tensão muscular, tristeza e sintomas depressivos, além de melhorar a qualidade do sono.


O olhar clínico

Para Laís Mutuberria, os ganhos se estendem além da saúde física. “Perdoar é uma forma de recuperar autonomia sobre a própria vida. Sem perdão, ficamos presos ao passado e à figura do outro. Com ele, abrimos espaço para novas experiências”, avalia.

Ela reconhece, porém, que o processo é difícil. “Os benefícios sobre o perdão, discutidos neste contexto, estão ligados à possibilidade de se libertar do ressentimento e do sofrimento — um movimento interno que, na maioria das vezes, exige tempo, reflexão e, muitas vezes, acompanhamento terapêutico. A raiva é uma resposta primária de sobrevivência. Sozinhos, ficamos reféns dela; com ajuda, conseguimos ressignificar”.
 

Perdão sem reconciliação

Outro mito é acreditar que só existe perdão se houver reconciliação. Mutuberria destaca que não é preciso nutrir afeto ou retomar relações para perdoar e estar livre do sofrimento. “Se a pessoa deixou de planejar vingança e parou de desejar o mal do outro, se a mágoa do passado não consome mais sua energia mental e emocional, estas são formas de praticar o perdão. É um processo de autoconhecimento que abre caminho para a empatia e a liberdade emocional”, complementa.

Um equívoco comum é pensar que perdoar significa se colocar acima do outro ou agir como se nada tivesse acontecido. Mutuberria explica que o perdão é, antes de tudo, a aceitação da realidade, um processo interno que abre espaço para a liberação do sofrimento. “Não se trata de esquecer, minimizar ou negar os tropeços, os desentendimentos e até as injustiças vividas, mas de reconhecê-los sem permanecer aprisionado à dor que carregam. O perdão não apaga a história, mas nos liberta de seguir presos a ela”, conclui.

Para Mutuberria, o gesto de Tatá Werneck tem simbolismo: “Se figuras públicas conseguem transformar mágoas em abraços diante de milhões, isso nos lembra que a reconciliação é possível nas nossas vidas. O perdão não muda o passado, mas transforma o futuro das nossas relações — e da nossa própria saúde”.
 

Laís Mutuberria – psicóloga, possui mais de uma década de experiência em psicoterapia clínica e supervisão profissional, atendendo adultos e adolescentes no modelo online. Graduada pela UFU, especializou-se em Análise Transacional (Unat Brasil) e Neurociência do Comportamento (PUCRS), além de acumular formações em Psicologia Positiva, Hipnose Ericksoniana, PNL, TCC e Educação Sistêmica. Sua abordagem transteórica e humanizada combina diferentes técnicas para adaptar os tratamentos às necessidades individuais de cada paciente. Além da prática clínica, ministra cursos, palestras e eventos voltados ao bem-estar e à saúde mental.


"Setembro Amarelo nos lembra da importância de olhar para a vida com profundidade.

Na Psicologia Analítica, sabemos que quando a dor não encontra palavras, ela pode se transformar em silêncio, em sombra. Muitas vezes, esse silêncio aparece no amigo que sempre sorri, mas anda se afastando, ou naquele adolescente que parece “forte demais” para pedir ajuda.

O suicídio, antes de ser uma escolha, costuma ser um grito da alma que não encontrou espaço para ser ouvido. É o excesso de sofrimento sem simbolização, quando a pessoa sente que não há mais pontes possíveis.
Por isso, a prevenção começa em gestos simples do dia a dia: escutar de verdade, acolher sem julgar, dizer um “estou aqui” que realmente faça sentido.

Nesse caminho, o psicólogo tem um papel essencial. A psicoterapia oferece um espaço seguro onde a dor pode ser traduzida em palavras, imagens e símbolos — um lugar onde o sofrimento deixa de ser carregado sozinho. O psicólogo ajuda a pessoa a dar sentido ao que parece sem saída, a reconhecer recursos internos, a integrar a sombra e a reencontrar novas formas de se relacionar com a vida.

Dizer sim à vida não é negar a dor, mas reconhecê-la como parte da jornada e, pouco a pouco, buscar novos caminhos para integrá-la. Assim como a noite não anula o dia, a sombra não elimina a luz — ambas coexistem. E é justamente nesse encontro que o processo de cura e transformação pode acontecer.

💛 Setembro Amarelo é um convite: falar pode salvar vidas, inclusive a sua. Buscar ajuda psicológica é um passo de coragem em direção à vida.
📞 Se você está passando por um momento difícil, procure um psicólogo de confiança. Você não está sozinho."


“Saúde mental precisa ser rotina, não emergência”, afirma a psiquiatra Dra Maria Fernanda Caliani

Especialista em Terapia Cognitivo-Comportamental, com ampla experiência clínica, a psiquiatra Dra.Maria Fernanda Caliani traz uma abordagem direta, humana e sem tabu: “Cuidar da mente não é frescura, não é sinal de fraqueza. Pelo contrário, é um gesto de coragem”, alerta a médica.


Você não precisa estar à beira do colapso para se cuidar

A psiquiatria positiva propõe algo muito importante: olhar para o que vai bem também. Não se trata de ignorar as dores ou fingir felicidade, mas de reconhecer que mesmo nas fases difíceis, é possível cultivar pequenas práticas que fortalecem o emocional.


Com base em sua experiência, a Dra. Maria Fernanda recomenda alguns passos simples e transformadores:

  1. Tenha um hobby terapêutico, algo que faça sentido pra você: pintar, dançar, cozinhar, escrever, cuidar de plantas, por exemplo.
  2. Conecte-se com a natureza, caminhar ao ar livre ou apenas observar o céu já traz alívio real para o sistema nervoso.
  3. Valorize os laços afetivos, conversas sinceras com quem te escuta de verdade são remédio.
  4. Respire e repense as prioridades não é sobre fazer tudo, mas sim o que realmente importa agora.
  5. Durma bem, movimente-se, alimente-se com presença o corpo sustenta a mente.
  6. E o mais importante: peça ajuda se precisar. Procurar um profissional não deve ser o último recurso, mas uma escolha consciente de autocuidado.

A Dra. Maria Fernanda também alerta sobre sinais que, muitas vezes, normalizamos, mas que indicam sofrimento emocional:

  • Irritabilidade constante ou crises de choro frequentes;
  • Insônia ou cansaço mesmo dormindo;
  • Falta de prazer em coisas que antes faziam sentido;
  • Isolamento, ansiedade excessiva ou pensamentos negativos persistentes; 

“Buscar equilíbrio emocional é um processo. E tudo bem dar um passo por vez. Você não precisa esperar, pode começar hoje com uma pausa, uma conversa, um respiro profundo. A sua saúde mental agradece”, finaliza a psiquiatra. 

 

Dra. Maria Fernanda Caliani - Psiquiatra – CRM – 140.770 / RQE 71653 - Médica psiquiatra graduada e especializada em psiquiatria pela Faculdade de Medicina de Marília, em SP. Possui experiências médicas internacionais no currículo, incluindo estágio em psiquiatria hospitalar no Hospital Universitário Miguel Servet, de Zaragoza, na Espanha. Fez aprimoramento em Terapia Cognitivo Comportamental no Instituto de Psiquiatria da USP e atua como terapeuta na área. Foi a chefe da psiquiatria do PS Lapa/SPDM, foi chefe do departamento de psiquiatria do Hospital Geral de Pirajussara/SPDM. É membro efetiva da Associação Brasileira de Psiquiatria. Canal do Youtube: Neurologia e Psiquiatria.



Grande parte dos nossos atos após os 40 anos de idade são hábitos. Como aprender algo novo, então?

Esse mecanismo, conhecido como formação de hábitos,
 é eficiente, pois libera energia mental para decisões mais complexas. I
Envato
Segundo estudo da Duke University, cerca de 40% de nossas ações diárias são guiadas por hábitos automáticos, realizados sem reflexão consciente



Com o passar dos anos, nosso cérebro tende a automatizar grande parte das ações do dia a dia. Levantar da cama, preparar o café, dirigir até o trabalho, realizar tarefas rotineiras, muitas dessas ações são realizadas quase sem pensar. Esse mecanismo, conhecido como formação de hábitos, é eficiente, pois libera energia mental para decisões mais complexas. No entanto, também explica por que muitas pessoas sentem dificuldade em mudar de rotina ou aprender algo novo após os 40 anos. 

É nesse contexto que surgem os chamados “hábitos consolidados”: padrões de comportamento que se repetem diariamente e se tornam automáticos. Segundo estudo da Duke University, cerca de 40% de nossas ações diárias são guiadas por hábitos automáticos, realizados sem reflexão consciente. Isso significa que, se não houver estímulo e intenção deliberada, o cérebro tende a seguir sempre os mesmos caminhos. 

Mas existe uma boa notícia: a neuroplasticidade, capacidade do cérebro de criar novas conexões, continua ativa em todas as idades. Isso significa que, mesmo após os 40 anos, é possível aprender novas habilidades, desenvolver competências e até se recolocar no mercado de trabalho. O segredo está em estimular o cérebro com hábitos saudáveis, estudo contínuo e interação social. 

“Aprender um novo idioma, iniciar uma formação em áreas como farmácia ou até mesmo desenvolver competências profissionais pode parecer desafiador depois dos 40, mas é totalmente possível. O cérebro responde aos estímulos, e quando a pessoa cria uma rotina de estudos, associada a bons hábitos de sono, alimentação e socialização, abre espaço para a construção de novos caminhos neurais”, explica Lissandro Falkowiski, Gerente de Educação do Cebrac. 

O mercado de trabalho atual valoriza cada vez mais a flexibilidade e a atualização constante de habilidades, tornando o aprendizado contínuo uma estratégia essencial para quem busca se reposicionar profissionalmente. Cursos como inglês, que ampliam oportunidades em diversas áreas, e farmácia, que atende à crescente demanda do setor de saúde, são exemplos práticos de caminhos para quem deseja transformar hábitos e expandir competências. 

Além do aspecto profissional, o aprendizado também fortalece a autoestima, amplia o senso de propósito e favorece a socialização, funcionando como fator de proteção à saúde mental e ao bem-estar. Adotar uma rotina de novos estudos e desafios contribui para que o cérebro permaneça ativo e flexível, reforçando que a idade não é um limite para o crescimento pessoal e profissional.
 

CEBRAC


5 formas de desenvolver a escuta ativa com histórias infantis

Maneiras de transformar momentos de leitura em oportunidades para desenvolver atenção, empatia e diálogo com crianças


 

A leitura para crianças vai muito além de ensinar novas palavras ou incentivar a imaginação: ela é uma poderosa aliada no desenvolvimento da escuta ativa, habilidade essencial para a comunicação, a empatia e o aprendizado ao longo da vida. Uma meta-análise publicada por Galea et al. (2025), envolvendo 24.859 participantes, revelou uma forte ligação entre a leitura compartilhada em casa e o desenvolvimento da linguagem oral e do vocabulário, competências determinantes para a prontidão escolar. 

 

Esses achados reforçam outras evidências. Segundo a BookTrust, 85% dos pais acreditam que ler em voz alta fortalece o vínculo com os filhos, enquanto um relatório da Education Endowment Foundation indica que essa prática pode melhorar de forma significativa as habilidades de compreensão, especialmente na primeira infância.

 

Mais do que um momento de entretenimento, a leitura em voz alta é um espaço de diálogo, troca de experiências e construção de confiança, elementos centrais para formar bons ouvintes e comunicadores desde cedo. “Quando a criança se sente ouvida e parte da conversa durante a leitura, ela desenvolve mais do que a compreensão da história: aprende a se expressar, exercita a empatia e amplia seu repertório de mundo”, afirma Milena Marcelo, fundadora da Ovolê Editora, dedicada a promover leitura e imaginação para crianças e jovens leitores.

 

Abaixo, Milena lista algumas formas de usar histórias infantis para trabalhar a escuta ativa:

 

1. Leitura em voz alta com pausas para pensar


“Ao contar uma história, faça pausas estratégicas e pergunte: ‘O que você acha que vai acontecer agora?’ ou ‘Por que o personagem agiu assim?’. Essas reflexões ajudam a estimular a imaginação e pensamento crítico criativo da criança, mas atenção, o intuito não é testar a sua compreensão. Queremos que ela participe ativamente da história e não passivamente. Um exemplo perfeito é o livro Oh Não!, que se passa numa casa amarela onde o clima é de tensão e mistério, com direito a micro-ondas barulhento e sem uma pessoa no convívio familiar. A história interage com as crianças em diversos momentos”, sugere Milena.


 

2. Recontar a história em dupla


“Após a leitura, proponha recontar a história juntos, alternando quem narra. Assim, a criança treina a cooperação, socialização, memória e clareza na comunicação. Histórias como a do livro Caminhantes, que fala sobre esperança e resiliência diante das mudanças do mundo, misturando sensibilidade e poesia, são ótimas para a criança trabalhar com o outro”, complementa.


 

3. Relacionar a história com experiências reais


“Escolha narrativas que conectem a vida interior da criança com o mundo exterior. Isso cria um espaço seguro para que ela compartilhe suas experiências e exercite tanto a escuta quanto a processar suas emoções e vivências de forma mais consciente. O livro "Pra onde foi a Vó Zita?, por exemplo, conecta a criança com o luto, em uma história contemporânea. Resgatando um tema que já foi tratado em livros clássicos infantis, como a bela adormecida, a chapeuzinho vermelho e o bambi”, afirma.


 

4. Representar a história com objetos


“Depois da leitura, incentive a criança a recontar a história usando brinquedos, objetos da casa ou até desenhos para representar os personagens e cenários. Essa atividade transforma a história em uma experiência tátil e visual, permitindo que a criança reviva a narrativa e se aprofunde nela por meio da ação. No caso de Oh Não!, por exemplo, ela pode criar a “casa amarela” com blocos de montar, usar um gatinho de pelúcia e encenar as cenas mais engraçadas ou misteriosas, transformando a leitura em um momento interativo e cheio de imaginação”, complementa.


 

5. Criar uma continuação para a história


“Depois de terminar a leitura, incentive a criança a imaginar o que acontece “depois do fim”. Esse exercício mantém viva a conexão com a narrativa e estimula a criatividade e à liberdade de pensamento. Em Para onde foi a Vó Zita?, a criança pode elaborar o que Juju fez depois de descobrir o significado das pistas, ou criar uma nova aventura com a personagem e sua vózinha. Assim, ela exercita a imaginação enquanto revisita as emoções da história”, conclui Milena Marcelo.

  


Ovolê Editorial
https://www.instagram.com/ovoleeditora/

 

Dificuldades na escola? Entenda os sinais que mostram quando a criança precisa de ajuda

divulgação
Especialista dá dicas de como os pais podem apoiar os estudantes nessa fase

 

Com a chegada do segundo semestre, muitos pais já conseguem perceber como os filhos estão acompanhando o ritmo escolar. Notas abaixo da média, recados dos professores e até a forma como a criança fala sobre a escola podem indicar dificuldades de aprendizado. De acordo com o Censo Escolar 20231, divulgado pelo Inep, cerca de 2 milhões de estudantes brasileiros foram reprovados ou abandonaram os estudos na Educação Básica. O dado reforça que este período é decisivo para evitar que a situação se repita. É justamente nessa etapa que se torna mais claro se o estudante está acompanhando os conteúdos ou se apresenta sinais de dificuldade. 

“Se o estudante está sempre com a sensação de que está correndo atrás, esse é um sinal de alerta. Mas a boa notícia é que ainda dá tempo de reverter a situação”, explica Mariana Bruno Chaves, pós-graduada em psicopedagogia e especialista em educação na rede Kumon. 

Segundo a especialista, a primeira atitude dos pais deve ser de acolhimento. “O mais importante é não entrar em desespero nem culpar a criança. Ela precisa de apoio e motivação. Conversar com os professores e entender onde estão as maiores dificuldades é fundamental para definir um plano de ação”, destaca. 

Algumas medidas simples podem contribuir significativamente para o bom desempenho dos alunos no segundo semestre: 

·         Criar uma rotina leve e diária de estudos: horários fixos ajudam a criança a se organizar sem sobrecarga. “Poucos minutos por dia valem mais do que longas horas de estudo de última hora”, orienta Mariana.

·         Revisar conteúdos anteriores: recuperar a base que não foi bem consolidada dá segurança para avançar.

·         Buscar apoio extra: acompanhamento individualizado pode fechar lacunas importantes.

·         Celebrar cada conquista: reconhecer e valorizar os avanços fortalece a autoestima e motiva a criança a persistir. 

Além das estratégias básicas, Mariana recomenda práticas que tornam o estudo mais atrativo, como músicas e rimas para memorização, mapas mentais, jogos de perguntas e respostas, debates em casa, gravação de áudios explicativos ou até a brincadeira de ser “professor por um dia”.

 

“O segundo semestre pode ser uma grande virada. Quando a criança se sente apoiada e segura, ela floresce. No fim do ano, o que faz diferença é a soma de amor, presença e pequenas ações diárias. Isso fortalece não só o aprendizado, mas também a autoestima da criança e a relação entre pais e filhos”, conclui Mariana.

 

Recuperar conteúdos que não foram bem assimilados é importante para que a criança avance com segurança. É justamente nesse ponto que o Kumon se torna um parceiro estratégico das famílias: por meio de uma avaliação, o método identifica o nível real de conhecimento do aluno e o apoia a partir dali, fortalecendo a base e desenvolvendo autonomia no aprendizado. Dessa forma, além de superar dificuldades, o estudante ganha confiança para evoluir em seu próprio ritmo, conquistando resultados consistentes dentro e fora da escola. 

 

A rotina com o método favorece o desenvolvimento de habilidades essenciais, proporcionando um aprendizado com mais disciplina e organização. O estudo privilegia o aluno de modo que ele consiga se organizar e ter uma rotina clara e leve para realizar suas atividades. O Kumon oferece as disciplinas de matemática, português, inglês e japonês, para todas as idades e ao longo de todo o ano.




Para mais informações acesse o site kumon.com.br
1Censo Escolar 2023 mostra aumento das matrículas em tempo integral e profissional — Agência Gov


sexta-feira, 12 de setembro de 2025

Vakinha Pet chega a sua 7ª edição e faz estreia em São Paulo



Promovido pelo maior site de doação online da América Latina, o evento arrecada fundos para a causa animal e, desta vez, destinará os recursos para a ONG Desabandone 

 Pela primeira vez, o Vakinha Pet será realizado em São Paulo. O evento, que já está em sua sétima edição, acontecerá na Praça Cidade de Milão, no Jardim Luzitania, no dia 13 de setembro, das 11h às 17h. É uma iniciativa do Vakinha — maior plataforma de doações online da América Latina — e tem como propósito mobilizar a sociedade em prol da causa animal. Em suas edições anteriores, já arrecadou mais de R$ 150 mil, contou com o apoio de mais de 220 mil doadores e reuniu cerca de 6,6 mil participantes. 

A proposta do encontro é reunir tutores, simpatizantes e organizações de proteção animal em um dia de atividades que une diversão, conscientização e solidariedade. A programação inclui atividades para todas as idades e atrações especiais, como aula de ioga, flash tattoo e o tradicional desfile pet, com animais caracterizados com a temática Super Dogs. 

Em cada edição, uma instituição diferente é contemplada com os recursos arrecadados através da venda de produtos e dos serviços ofertados. Neste ano, será a ONG Desabandone. O evento de São Paulo conta com patrocínio da Cobasi, Vetnil e GoldeN, e o apoio de Weasy, Deigo Pets e Choperia Marauto. 

Para participar do desfile pet, é necessário realizar a inscrição pelo site oficial do Vakinha. O evento é gratuito, mas exige reserva antecipada de ingressos, também pelo site, devido à capacidade limitada do espaço. Confira, abaixo, as atividades programadas para esta edição:

 

SERVIÇO

Data: 13 de setembro (sábado)

Horário: 11h às 17h

Local: Praça Cidade de Milão - Jardim Luzitania, São Paulo - SP

Ingressos: Gratuitos, com reserva obrigatória pelo site oficial do Vakinha

Inscrições para o desfile: Exclusivamente pelo site oficial do Vakinha

Acompanhe: @comupets no Instagram

 

Ativações (11h - 17h):

● Pintura na cerâmica

● Dog Flower Kokedama

● Choperia Marauto

● Açaí - Kombi do Açaí

● Weasy - circuito agility

● Lanches

● Deigo Pets

● Leitura de tarô

● Quick massage

● Fornecedoras de bijuterias e joias

● Na rua sem wifi

● Lojinha da ONG

● Caricapet

● Bar Desabandone: Bebidas / drinks

● Tatuagem

● Roupas Fitness

● Cobasi

● Vetnil

● Golden

● Estampata

● Mural da Empatinha

● Carinhódromo

● Desfile Pet

● Fotógrafo Phil

● Lojinha Comupets

● Cãodeirante Goods

● Pawtrey Class

● Dog Yoga

● Dogs and Candles

● Bling My Dog

● Pintura de Taças

● Oficina de Velas Atrações especiais:

● 14h– Aula de Ioga

● 16h– Desfile Pet

● 16h30 – Premiação do desfile pet + entrega de prêmios para os três primeiros colocados.

 

Desabandone

O Desabandone nasceu em 2012 como uma campanha de conscientização para o alto índice de abandono de animais aliado ao incentivo à adoção, ajudando na divulgação de ONGs parceiras, arrecadação de doações e na organização de eventos para adoção de cães e gatos. O amor pela causa animal foi tão grande que, atrelado ao alto volume de pedidos de resgates, nos transformamos em ONG em 2015 e desde então resgatamos e doamos centenas de animais todos os anos!


Sábado, Shopping Frei Caneca terá evento de adoção de pets com deficiência


Quem está à procura de um pet, no próximo sábado (13) acontece mais um evento de adoção do Instituto Cãodeirante no Shopping Frei Caneca, em São Paulo. Cachorros diversos e com algum tipo de deficiência estarão por lá à espera de uma família. 

“São cães que não necessariamente dão mais trabalho do que um cão típico, mas que retribuem com o amor mais genuíno do mundo. Infelizmente, há muito preconceito ainda em relação aos animais com deficiência”, diz Sophia Porto, presidente do Cãodeirante.

Ela esclarece que os animais com deficiência, na maioria das vezes, não são considerados na hora da adoção, e que o Instituto busca ser ponte entre os pets com deficiência que estão invisibilizados em abrigos e pessoas que tem interesse em adotar um cão ou gato.

“Trabalhamos com conscientização e informação. Nossos eventos não são apenas sobre encontrar lares amorosos, mas também sobre quebrar estigmas e mostrar que todos os animais merecem uma chance”, diz.

Sophia conta que todos os pets são vacinados, castrados e saudáveis. E que a adoção definitiva só acontece depois de todo um processo de análise e avaliação, para verificar se o adotante está realmente apto a adotar.

O evento será realizado das 11h às 16h. O Shopping Frei Caneca fica na rua Frei Caneca, número 569, no bairro da Consolação, em São Paulo.

 

Instituto Cãodeirante – Surgiu em 2020 quando, em um trabalho como voluntária, uma das fundadoras teve contato com o cachorro Marrom, que havia sido atropelado em uma rodovia, resgatado e levado a um abrigo. Seu entendimento de que a falta de informação sobre quais são os reais cuidados que os pets deficientes precisam ter e como são vítimas de preconceito, foi o ponto de partida para sua a criação.


Shopping Cidade São Paulo promove evento de adoção de pets na Avenida Paulista


Evento realizado em parceria com a ONG "Encontrei um Amigo", acontece no dia 14 de setembro em frente ao empreendimento, e oferece condições especiais e brindes exclusivos para os novos tutores


No coração da Avenida Paulista, o Shopping Cidade São Paulo abre espaço para que histórias de afeto e recomeços sejam escritas. No dia 14 de setembro, das 10h às 16h, o empreendimento promove a 3ª edição do ano do evento “Adote um Amigo”, em parceria com a ONG Encontrei um Amigo, colocando em destaque a importância da adoção responsável de animais. 

Serão cerca de 20 cães à procura de um novo lar. Todos já passaram por avaliação veterinária e estarão prontos para ganhar carinho, cuidado e uma nova família. Além de transformar vidas, a iniciativa também reserva surpresas para os novos tutores:

  • A Zee.Dog, marca de acessórios para pets, vai disponibilizar um voucher de 20% de desconto em produtos para quem fizer uma adoção no dia. 
  • A Acium vai oferecer plaquinhas de identificação personalizadas, gravadas na hora com o nome do pet.

Mais do que uma ação solidária, o “Adote um Amigo” é uma oportunidade para unir pessoas e animais em laços de afeto, reforçando o compromisso do Shopping Cidade São Paulo em promover experiências que fazem a diferença na vida da comunidade.


Serviço

Adote um Amigo – Shopping Cidade São Paulo

  • Data: 14/09
  • Horário: 10h às 16h
  • Local: Em frente ao Shopping Cidade São Paulo

Butantã Shopping promove Fim de Semana Pet com encontro de cães da raça Chihuahua e evento de adoção de animais resgatados

Divulgação

Evento gratuito acontece nos dias 20 e 21 de setembro

 

Encontro de chihuahuas, adoção de cães e gatos resgatados e feira com serviços e novidades exclusivas do universo pet movimentam o Butantã Shopping, localizado na zona oeste e administrado pelo Carrefour Property. A programação faz parte do ‘Fim de Semana Pet’, evento gratuito que acontece nos dias 20 e 21 de setembro.

No sábado (20) o empreendimento realiza o evento de adoção de pets resgatados realizado em parceria com a Ampara Animal, que traz cães e gatos já vacinados, vermifugados e castrados. Os interessados precisam ter mais de 21 anos, além de apresentar RG, CPF e comprovante de endereço originais. Após uma entrevista prévia, os aprovados assinam o termo de responsabilidade e podem levar o pet para casa no mesmo dia. O evento acontece das 12h às 18h, no piso 1 do shopping.

Já no domingo (21) é a vez dos chihuahuas tomarem conta do Butantã em um encontro dedicado a esses pequenos cheios de personalidade. O evento reúne tutores e apaixonados pela raça em um espaço seguro especialmente preparado com brinquedos e percursos que garantem a diversão dos animais. O evento é gratuito, aberto ao público e começa a partir das 14h. 

“Somos um empreendimento que abraça o universo pet e temos orgulho de oferecer um calendário mensal que valoriza o vínculo entre tutores e pets. A adesão crescente a cada ação mostra que estamos no caminho certo e nos motiva a ampliar as iniciativas”, comenta Franklin Pedroso, coordenador de marketing do Butantã Shopping.

Os visitantes encontram também uma Feira Pet, que traz produtos, acessórios, petiscos e roupas, além de serviços e novidades exclusivas do universo pet.

 



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Natália do Vale e Herson Capri comemoram 50 anos de carreira com o espetáculo inédito “A Sabedoria dos Pais”, de Miguel Falabella

Crédito foto Nana Moraes

Comédia romântica, que estreia no dia 18 de setembro, no Teatro Vannucci, marca o retorno da atriz aos palcos, após 23 anos, e o reencontro em cena com Herson


Amigos de longa data, os atores Natália do Vale e Herson Capri celebram 50 anos de carreira em 2025 com o espetáculo inédito “A Sabedoria dos Pais", de Miguel Falabella, escrito especialmente para a dupla. Pela primeira vez em 23 anos, a atriz retorna aos palcos — seu último trabalho no teatro foi na peça “Capitanias Hereditárias”, também de Falabella, em 2002 – e ao lado de Herson, com quem fez par na novela “Em Família”, de Manoel Carlos, em 2014. No dia 18 de setembro, eles estreiam a comédia romântica no Teatro Vannucci, no Rio de Janeiro. 

“Durante grande parte da minha carreira, eu sempre fiz teatro e televisão ao mesmo tempo. Mas, nos últimos anos, eu não queria mais fazer desta forma. E agora eu posso me dedicar mais ao teatro, como não estou fazendo TV, e ter uma parte da minha vida dedicada ao palco. Esse projeto nosso, com Miguel, é antigo. Fizemos irmãos numa novela (‘O Outro’, de 1987). E viramos irmãos. Nosso afeto vem de mais de 30 anos”, explica Natália, sobre as mais de duas décadas longe do tablado. 

Este é o terceiro trabalho da atriz com Herson. Eles atuaram juntos na novela “Negócio da China", de 2009, escrita por Miguel. “Eu e Natália nos damos muito bem em cena. Começamos as leituras na casa dela. Natália é gentil e acolhedora, temos uma ótima conexão, e com o Miguel também. Os ensaios foram muito alegres, estou feliz em fazer um texto inédito dele", entrega Herson. 

Dirigida por Falabella, a montagem aborda recomeços, amadurecimento e as possibilidades do amor depois de uma vida inteira compartilhada. A história narra a trajetória de um casal que, após 35 anos de um casamento aparentemente perfeito, decide se separar. Nos dez anos que se seguem, cada um busca novos caminhos, novas experiências. Um aprende a viver sem o outro, ambos guiados pelas lembranças e ensinamentos de seus pais, que tiveram casamentos duradouros. 

Neste processo, enquanto tentam construir novas vidas, eles seguem movidos pela esperança e, com humor e delicadeza, percorrem temas como etarismo, reinvenção pessoal e a continuidade da vida afetiva na maturidade. O espetáculo é atravessado por afeto, cumplicidade e verdade, celebrando os encontros e desencontros da vida a dois e a eterna busca pelo sentido das relações humanas. 

O histórico reencontro em cena de Natália do Vale e Herson Capri vai brindar o público com uma experiência sensível, divertida e inesquecível, sob a batuta incomparável de Miguel Falabella.
 

Ficha técnica

Texto e Direção: Miguel Falabella
Elenco: Natália do Vale e Herson Capri
Assistente de direção: Edwin Luisi
Cenário: Turíbio e Zezinho Santos Arquitetura
Luz: Paulo César Medeiros
Trilha Sonora: Leandro Lapagesse
Vídeo: Richard Luiz
Figurino: Marco Pacheco e Jemima Tuany
Assistente de Produção: Pillar Paiva
Assessoria de Comunicação: Dobbs Scarpa
Produção executiva: Robert Litig
Direção de Produção: Theo Falabella


Serviço

Local: Teatro Vannucci – Shopping da Gávea
Temporada: 18/09 a 14/12/2025
Horários: Quinta a sábado, 20h30; domingo, 19h
Ingressos:
Sympla
Plateia - R$ 220 (inteira) e R$ 110 (meia)/ Plateia secundária - R$ 160 (inteira) e R$ 80 (meia)
Duração: 90 min. Classificação: 12 anos.
 

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