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sexta-feira, 16 de maio de 2025

Fim das histórias clássicas no SAP Analytics Cloud: saiba como preparar sua empresa

A SAP anunciou que, ao longo de 2025, irá executar em fases a descontinuidade das Histórias Clássicas no SAP Analytics Cloud (SAC), plataforma de análise e planejamento em nuvem da SAP que combina Business Intelligence (BI), análise preditiva e planejamento empresarial em uma única solução. Com isso, as organizações que utilizam a ferramenta precisarão, nos próximos meses, se adequarem ao novo modelo que será implementado na solução.

À medida que a tecnologia segue avançando, as expectativas dos usuários também mudam. Neste contexto, a multinacional alemã optou por descontinuar as chamadas “Experiências Clássicas”, pela “Experiência Otimizada”, combinando Histórias, Aplicativos Analíticos e outros recursos na estrutura existente.

A mudança está acontecendo em fases. Desde o início do primeiro semestre de 2025, clientes existentes não podem criar ativos ou duplicar ativos não suportados, mas ainda podem visualizar, editar e compartilhar. No entanto, a partir do final do segundo semestre deste ano, não será mais possível acessar recursos sem suporte, sendo necessário migrar o conteúdo antes desse prazo.

Em se tratando do SAC, atualmente, as histórias estão no centro da experiência da solução, uma vez que, basicamente, são painéis que permitem contar a história dos dados, capturando insights e visualizações em várias páginas, permitindo que os usuários possam visualizar e acessar as informações de variadas formas.

Vale destacar que essas histórias podem ser armazenadas em páginas responsivas ou tela em branco, para colocar tabelas e gráficos, ou uma grade, para trabalhar com números e fórmulas. Embora esse modelo de interface tenha sido confiável e estável para o produto, também apresentava algumas limitações e desvantagens para os usuários, como desempenho e usabilidade; falta de unificação, que gerava um maior esforço de desenvolvimento para identificar os ativos das histórias; e a inovação, visto que os usuários não se beneficiavam de todos os recursos ofertados pela ferramenta.

Sendo assim, com a descontinuidade, será ofertado para os clientes mais recursos, versatilidade, melhor desempenho e usabilidade, com uma experiência consistente. E, embora essa seja uma mudança que trará ganhos para os usuários, é importante que, desde já, esse público comece a se preparar.

Isso é, hoje, os usuários do SAC, ao abrirem o software, já recebem o aviso de que em breve esse modelo de criação de história será descontinuado e passará a ser executado num design otimizado. Diante disso, as organizações que utilizam a ferramenta como centralizador de dados e informações precisam começar o processo de migração para esse formato, a fim de se manterem em dia com a nova atualização.

Certamente, gerenciar essa tarefa é algo complexo, já que estamos falando do processo de migração de diversos conteúdos para um novo modelo e formato, o que, na prática, irá exigir planejamento e preparação. Quanto a isso, contar com o apoio de uma consultoria especializada no SAP Analytics Cloud e em toda a jornada de gestão de dados é uma excelente alternativa. Afinal, o time especializado saberá guiar em todo o processo de transição, garantindo que todo o histórico da empresa seja passado para o novo modelo de forma gradual e efetiva, sem impactos negativos para o fluxo do negócio.

Considerando que o prazo final de adaptação é até o final de 2025, as empresas que ainda não iniciaram o processo de migração do conteúdo devem, o quanto antes, iniciar o processo, a fim de estarem em conformidade com a ferramenta, eliminando riscos que podem impactar toda a operação. Afinal, mudanças sempre serão previstas, mas o que irá determinar o sucesso delas é o quão bem-preparado o processo esteve.



Andrey Menegassi - Partner da SolvePlan
SolvePlan


Dia do Gari: abusando de carisma e bom humor, garis viram celebridades nas redes sociais

No Kwai, criadores transformam a rotina da limpeza urbana em conteúdo divertido, desconstruindo estigmas e provando que os garis também podem se tornar influencers

 

Em 16 de maio, celebramos o Dia do Gari no país, uma justa homenagem aos trabalhadores incansáveis da limpeza urbana. Essenciais para a manutenção da higiene e da saúde pública, esses profissionais garantem a salubridade de ruas, praças, campos e praias, atuando com dedicação sob quaisquer condições climáticas. A própria denominação "gari" evoca a memória de Pedro Aleixo Gary, o empreendedor francês que, em 1876, no Rio de Janeiro Imperial, foi pioneiro na coleta de lixo no país. 

Hoje, os garis não apenas integram a rotina das cidades, mas também ganham visibilidade nas redes sociais, como o Kwai, onde compartilham com humor e talento os desafios e as superações da profissão. A data serve, ainda, como um importante lembrete: a limpeza urbana é uma responsabilidade compartilhada, que depende da colaboração ativa de cada cidadão.
 

Tales Marcelo Alves, o Gari Gato de BH

O Gari Gato que varreu a internet com seu charme e bom humor, somando hoje 4 milhões de seguidores e 31,5 milhões de curtidas no Kwai, compartilha sua rotina de trabalho, momentos ao lado da família, além de vídeos engraçados. A galera está literalmente entrando na rota de coleta do Gari Gato, numa brincadeira onde fingem ser lixo só para sentir o "toque mágico" do herói da limpeza.


Gari MS, o coletor de lixo que trabalha e se diverte 

Para quem precisa de uma dose diária de bom humor, prepare-se para o "efeito Gari MS". Com um sorriso que varre a tristeza e passos de dança que contagia, ele é o seu novo guru do bom humor na plataforma (seus 559.6 mil seguidores e 6.4 milhões de curtidas não mentem)! Ele transforma a árdua rotina em palco para leveza e positividade. Aliás, falando em palco, quem lembra da música “I don't know why” e dos passinhos desse vídeo, que viralizou na época?


Luh/Comédia, entretenimento e conscientização sobre a profissão 

Com um sorriso que ilumina a jornada e a garra de quem cuida das ruas, essa gari conquistou o Kwai com seu jeito leve e divertido de mostrar o dia a dia da profissão. Já são 204.3 mil seguidores e incríveis 3.8 milhões de curtidas vibrando com seu bom humor e mostrando que a animação é ingrediente essencial em qualquer trabalho. A Luh prova que a rotina de gari pode ser muito mais do que se imagina, com histórias, desafios e, claro, muita diversão.

 

Kwai
Saiba mais em: kwai.com


IR 2025: Por que sua aposentadoria depende do entendimento das alíquotas

                                         

A previdência complementar fechada, tambémconhecida como fundos de pensão, é uma importante ferramenta para planejamento financeiro de longo prazo. Além de possibilitar a formação de uma reserva para aposentadoria, ela oferece benefícios fiscais que podem ser aproveitados por seus participantes, especialmente neste momento do ano, hora em que mais de 42 milhões de brasileiros declaram o Imposto de Renda (IR). 

Contudo, compreender as regras de tributação, escolher o regime adequado e declarar corretamente as informações no IR são passos fundamentais para aproveitar ao máximo esses benefícios. Mas, antes de entrarmos na seara fiscal, cabe destacar as características da previdência complementar fechada, que difere dos planos previdenciários – PGBL e VGBL – ofertados pelas instituições financeiras, ou previdência complementar aberta, como é chamada no mercado. 

A previdência fechada se caracteriza pela oferta de planos a grupos específicos, como funcionários de uma empresa ou membros de uma associação, denominados patrocinadoras e instituidores, que fazem contribuições regulares ao plano. Recursos que são investidos para gerar retorno ao longo do tempo. 

Um dos grandes atrativos para quem faz aportes na previdência complementar, seja ela aberta ou fechada, pode ser observado no preenchimento anual do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF). A Receita Federal permite deduzir essas contribuições até o limite de 12% da renda bruta tributável anual. 

Para exemplificar, se um participante tem uma renda tributável de R$ 100.000 por ano, pode deduzir até R$ 12.000 dos aportes realizados no plano. Essa dedução incide diretamente na base de cálculo do imposto de renda, que cai para R$ 88.000 no exemplo, diminuindo o valor de IR a ser pago ou aumentando a restituição. 

Por isso, é importante, antes de definir o valor das contribuições anuais, calcular sua renda bruta tributável e verificar qual seria o montante máximo de contribuição dentro do limite de 12% para evitar desperdício de oportunidades fiscais. Realizar contribuições extras mensais ao longo do ano facilita o controle financeiro e garante que o limite máximo seja aproveitado sem sobrecarga no orçamento. 

É importante ressaltar que essa dedução não se aplica ao regime simplificado de declaração do IR, que oferece um desconto padrão de 20% sobre a renda tributável. Ou seja, para usufruir do benefício é preciso declarar o IR pelo modelo completo. 

Além das deduções permitidas durante a fase de acumulação, há mais estratégias que podem ser adotadas para reduzir o impacto tributário na fase de resgate ou recebimento dos benefícios. Trata-se da escolha dos regimes de tributação aplicáveis à previdência complementar, que são a tabela regressiva e a tabela progressiva. A escolha entre essas opções impacta diretamente o valor dos impostos a serem pagos. 

A tabela progressiva segue o mesmo modelo do IRPF. Nesse regime, os valores recebidos como benefício ou resgate são sujeitos às alíquotas progressivas do IR. Quanto maior o valor recebido, maior será a alíquota aplicada, que pode variar de 0% (isento) até 27,5%. Ele é mais indicado para quem planeja receber valores menores ao longo da aposentadoria ou que tenha outras fontes de renda que já se enquadram em faixas mais altas de tributação. 

Já a tabela regressiva, por outro lado, é baseada no tempo em que o dinheiro permanece investido no plano. Quanto maior o período de acumulação, menor será a alíquota aplicada no momento do resgate ou recebimento dos benefícios. As alíquotas variam de 35%, para prazos inferiores a dois anos, até 10%, para prazos superiores a dez anos. 

Em resumo, o regime progressivo é mais vantajoso para quem tem um horizonte de longo prazo e pretende acumular recursos por muitos anos antes de realizar resgates ou começar a receber os benefícios. A tabela regressiva incentiva o planejamento financeiro de longo prazo, reduzindo significativamente o impacto tributário. 

Outra dica valiosa para aproveitar ao máximo os benefícios fiscais previstos para participantes de planos previdenciários: evite resgatar grandes volumes em um único ano, especialmente se estiver sob a tabela progressiva. Isso pode elevar sua base tributável e aumentar significativamente os impostos pagos. 

Importante lembrar ainda que os planos previdenciários têm como objetivos principais a realização de sonhos de longo prazo ou complementar a renda na fase da aposentadoria, para garantir menor dependência do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), que limita os pagamentos aos aposentados a um teto – de R$ 8.157,41, em 2025. O segredo está em começar cedo, contribuir regularmente e evitar resgates antecipados. 

A previdência complementar fechada é uma ferramenta poderosa tanto para planejamento financeiro quanto para otimização fiscal. Entender como funciona a tributação e adotar estratégias adequadas pode gerar economia significativa ao longo dos anos e garantir maior tranquilidade na aposentadoria. 

Aproveitar as deduções permitidas até o limite de 12% da renda tributável e escolher entre as tabelas progressiva e regressiva com base em seus objetivos financeiros são passos fundamentais para maximizar os benefícios desse tipo de plano. Com um planejamento cuidadoso e uma visão de longo prazo, o cidadão estará mais preparado para enfrentar os desafios financeiros futuros enquanto minimiza os impactos fiscais.

 

Vinicius Resende - Diretor de Clientes da BB Previdência, empresa de previdência complementar fechada vinculada ao Banco do Brasil



Ouvir errado é ferir de novo”: Dra. Anhamoná Brito denuncia falhas na proteção de vítimas de abuso sexual infantil no 18 de Maio

 

No Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes (18 de maio), a advogada e defensora dos direitos humanos Dra. Anhamoná Brito faz um alerta contundente: sem atendimento especializado e métodos adequados de escuta, o sistema de proteção pode se tornar mais um cenário de violência institucional para as vítimas.

 

“Combater o abuso sexual é fundamental, mas tão urgente quanto isso é garantir que crianças e adolescentes sejam ouvidos com sensibilidade, em espaços que não agravem seu trauma. O sistema precisa acolher, e não ferir ainda mais”, ressalta a jurista, que já foi Ouvidora Geral da Defensoria Pública da Bahia, Superintendente de Direitos Humanos do Estado da Bahia e é referência nacional na defesa de direitos infantojuvenis.

 

O apelo ganha força após um caso recente em que Anhamoná acompanhou duas irmãs brutalmente agredidas pelo pai. A dificuldade em garantir uma escuta adequada evidenciou as falhas estruturais nas redes de proteção: delegacias e serviços sem protocolos claros, ausência de espaços apropriados e despreparo das equipes. Para ela, isso perpetua um ciclo de revitimização.

 

Escuta especializada e depoimento especial: o que a lei determina

 

A Lei nº 13.431/2017 instituiu dois procedimentos distintos para proteger crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência:


• Escuta especializada: realizada por profissionais da rede de proteção (assistência social, saúde, educação etc.), no curso do atendimento, com o objetivo de compreender a situação de violência e encaminhar a vítima com segurança. Deve ocorrer em ambiente protegido, por pessoa capacitada, com linguagem acessível.


• Depoimento especial: ato processual formal, conduzido no sistema de justiça (delegacias ou em juízo), com registro audiovisual e mediação técnica, para colher o relato da vítima de forma única, evitando sua repetição ao longo do processo judicial.

 

Ambos os procedimentos são obrigatórios e essenciais para garantir os direitos das vítimas. A recente Lei nº 14.811/2024, que estabeleceu a Política Nacional de Prevenção e Combate ao Abuso Sexual, reforça essa estrutura de proteção e agrava as penas para crimes sexuais cometidos contra menores.

 

“Sem um olhar sensível e estruturado, as vítimas continuam sofrendo — não apenas com o crime, mas também com a omissão do poder público”, pontua Anhamoná.

 

Campanhas que educam e mobilizam

 

Para além das medidas repressivas, campanhas públicas têm exercido papel estratégico na mobilização social. A campanha “Faça Bonito – Proteja nossas Crianças e Adolescentes”, criada por Macaé Evaristo e institucionalizada pelo Ministério dos Direitos Humanos, se mantém como símbolo nacional de enfrentamento à violência sexual.

 

Outras ações relevantes incluem:


• “Vidas Protegidas” – promove a capacitação de gestores e conselheiros tutelares;


• “Pule, Brinque e Cuide” – iniciativa que articula prevenção e denúncia durante grandes eventos como o Carnaval.

 

Formação como ferramenta de transformação

 

Dra. Anhamoná Brito é autora do Manual Avançado para Atuação de Conselheir@s Tutelares, com lançamento previsto para os próximos meses. A publicação será distribuída gratuitamente para conselhos tutelares de Salvador e municípios baianos com altos índices de violência contra crianças e adolescentes.

 

“Investir na formação continuada é garantir que o cuidado comece pela escuta certa”, afirma.

 

Como denunciar

 

Para casos de suspeita ou confirmação de abuso sexual infantil, as denúncias podem ser feitas:


• Ao Conselho Tutelar mais próximo;


• Pelo Disque 100, canal nacional, gratuito e sigiloso, disponível 24 horas.



Quando é o momento de reestruturar o seu negócio? Cinco sinais que é hora de mudar a rota

8photo no Freepik
Fazer um plano de reestruturação empresarial pode salvar a empresa de uma eventual falência


Em um ambiente econômico cada vez mais dinâmico e competitivo, quando o negócio passa a não dar o retorno esperado, é preciso analisar e entender se é chegada a hora de fazer uma reestruturação. Essa transição, embora não seja simples, pode significar a diferença entre a estagnação e um novo ciclo de crescimento.

Essa mudança pode envolver desde ajustes operacionais e financeiros até alterações no modelo de negócio, fusões, cortes ou reposicionamento de marca. De acordo com o Sebrae, quase 50% das novas empresas fecharam nos últimos cinco anos. A falta de um plano de negócios sólido e de um plano de contingência estão entre as principais razões. 

Marco Lisboa, CEO e fundador da KoalaCar, criou a microfranquia de limpeza a seco de veículos em 2015 e chegou a ter 50 unidades. Em 2019, diante da saturação do mercado e de um diagnóstico de saúde, decidiu recomprar todas as franquias e reformular o negócio.  Durante essa pausa, ele revisou estratégias e ajustou o modelo de maneira mais eficiente. Após esse período, relançou a marca com e, no ano passado, retomou o processo de franquias.

"A decisão de voltar com a marca como franquia é um caminho estratégico e importante, permitindo que agora ela possa expandir de forma sustentável, através da oferta de serviços e das vendas dos produtos online. Estamos empolgados em dar aos nossos futuros franqueados a chance de crescer com uma marca consolidada, trazendo nosso modelo de negócios testado e aprovado. Além disso, o nosso grande diferencial continua sendo o uso de produtos sustentáveis, que contribuem para a proteção do meio ambiente e da expansão do segmento", disse Marco Lisboa.

Para ajudar outros empreendedores, o CEO pontuou cinco sinais claros de que pode ser hora de revisar a rota da empresa:

  • Faturamento em queda constante

Não se trata de uma oscilação pontual, mas de uma tendência de queda no faturamento ao longo dos trimestres. 

  •  Desorganização financeira

O acúmulo de dívidas, falta de controle sobre o fluxo de caixa e dificuldade em manter obrigações fiscais e trabalhistas em dia, indicam falhas na gestão financeira. Uma auditoria interna pode ajudar a identificar gargalos e definir se é necessário mudar processos, renegociar contratos ou até reduzir operações.

  •  Perda de competitividade

Se a empresa começa a perder espaço para concorrentes mais inovadores, com produtos mais atualizados ou serviços mais eficientes, é hora de revisar a proposta de valor. Isso pode incluir modernização tecnológica, reposicionamento de marca ou reformulação do portfólio.

  • Comportamento do consumidor

Clientes que antes eram fiéis agora estão migrando para outras marcas, mudanças nos hábitos de consumo, nas prioridades e nas formas de interação com o mercado devem ser monitoradas de perto.

  • Falta de propósito ou direção estratégica

Quando o próprio gestor ou sócios não conseguem enxergar um caminho claro para os próximos anos, é sinal de que o negócio precisa de um novo planejamento estratégico. Isso não significa desistir, mas reavaliar missão, visão e objetivos à luz do cenário atual.


Como reestruturar com inteligência?

A reestruturação deve ser feita de forma planejada, com base em diagnóstico, dados e metas realistas. Isso pode envolver:

  • Contratar consultorias especializadas;
  • Ouvir a equipe e os clientes;
  • Criar planos de ação com prazos definidos;
  • Estabelecer indicadores de desempenho;
  • Estar aberto a cortar o que não funciona 

Em muitos casos, reestruturar não é sinônimo de encolher, mas sim de se preparar para crescer melhor.

 

KoalaCar


 Maio Amarelo 2025 mobiliza empresas e órgãos públicos em prol de um trânsito mais seguro; confira as ações

 

Com o tema “Mobilidade humana, responsabilidade humana”, o Maio Amarelo 2025 reforça a importância da responsabilidade individual para a construção de um trânsito mais seguro e inclusivo. A campanha, promovida pelo Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV), mobiliza durante todo o mês órgãos públicos, concessionárias, transportadoras e empresas privadas em ações educativas e operacionais voltadas à prevenção de acidentes e à preservação da vida nas estradas e cidades.

Neste ano, o movimento ganha ainda mais força diante dos dados preocupantes: o número de acidentes em rodovias federais e estaduais cresceu em 2024, com destaque para as ocorrências causadas por excesso de velocidade, falhas humanas e descuidos durante operações de carga e descarga. Diante desse cenário, empresas e concessionárias têm investido em tecnologia, campanhas de conscientização e medidas preventivas, mostrando que segurança viária vai além do discurso — é uma prática que exige compromisso diário.

As ações realizadas ao longo do mês ilustram a diversidade de iniciativas em prol da vida no trânsito, desde blitz educativas em portos até programas de reconhecimento a motoristas responsáveis. A seguir, veja como diferentes atores estão contribuindo para esse esforço coletivo. 

 

Álcool e direção: Detran-SP quer fiscalizar 70 mil motoristas no Maio Amarelo 2025

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP) pretende fiscalizar 70 mil motoristas durante o Maio Amarelo 2025 deste ano, com 97 operações de combate à alcoolemia previstas em todo o estado.

O número representa um aumento de 42% em relação a 2024. “A condução sob efeito de álcool continua sendo uma das principais causas de morte no trânsito. A fiscalização é um pilar essencial da conscientização”, destaca o Detran-SP.

As ações são realizadas em parceria com as Polícias Militar, Civil e Técnico-Científica e têm caráter educativo e preventivo. Em caso de recusa ao teste do bafômetro ou constatação de embriaguez, a multa pode chegar a R$ 5.869,40 e o motorista pode ter a CNH cassada.

 

Dunlop impulsiona segurança no trânsito com o Maio Amarelo 2025 

A Dunlop, uma das cinco maiores fabricantes de pneus do mundo, promove treinamentos de direção defensiva para colaboradores da fábrica e apoia o programa educativo “O trânsito nosso de todo dia”. “Nossa longa história de inovação nos inspira a seguir neste propósito, pavimentando caminhos mais seguros para a mobilidade humana”, afirma Rodrigo Alonso, Diretor Nacional de Vendas e Marketing da Dunlop Pneus.

A marca também realiza ação promocional no e-commerce com 5% de desconto à vista e frete grátis na compra de pneus entre 15 e 31 de maio, incentivando a manutenção preventiva como parte da segurança no trânsito.

 

Maio Amarelo 2025: segurança no trânsito é desafio urgente no setor logístico, alerta Viktória Cargas 

Para a Viktória Cargas, o Maio Amarelo é uma oportunidade para destacar a urgência da segurança no setor logístico. Selly Sayed, CEO da empresa defende uma abordagem integrada, com dois pilares essenciais: tecnologia e formação recorrente.

O primeiro inclui o uso de sistemas avançados de telemetria e videomonitoramento com inteligência artificial, capazes de emitir alertas em tempo real e corrigir comportamentos de risco como sonolência, distrações ou uso de celular ao volante.

Já o segundo envolve o fortalecimento da cultura organizacional com foco em segurança e capacitação, estabelecendo metas, rotinas de treinamento e condutas baseadas em direção defensiva.

“Mais do que uma questão de conformidade ou imagem, segurança é responsabilidade. Cada empresa da cadeia logística tem o dever de agir continuamente com foco em soluções que preservem vidas”, reforça Selly.

Segundo destaca, a adoção de práticas seguras deve caminhar lado a lado com a produtividade, com políticas que incentivem o bem-estar dos motoristas, o cumprimento da jornada de trabalho e o uso inteligente da tecnologia.

 

Geotab destaca o papel da telemetria na prevenção de acidentes 

Especialista em transporte conectado, a Geotab ressalta a telemetria como ferramenta central na prevenção de acidentes. “Quando usada para antecipar comportamentos de risco e apoiar o bem-estar dos condutores, ela se transforma em um instrumento estratégico de prevenção e cuidado”, afirma Eduardo Canicoba, VP e Country Manager da Geotab no Brasil.

A empresa oferece recursos como scorecards de segurança, alertas em tempo real e reconstrução de colisões, usados por companhias como a PepsiCo, que alcançou 90% no Índice de Condução Segura na América Latina após adoção da plataforma MyGeotab.

“Em 2023, as frotas que adotaram recursos de segurança da Geotab reduziram em 40% suas taxas de colisão, comprovando o impacto direto da tecnologia na preservação de vidas”, finaliza Canicoba.

 

90% dos acidentes são causados por falha humana, alerta Vetor Editora 

A Vetor Editora chama atenção para o impacto da saúde mental na segurança viária durante o Maio Amarelo 2025. “A saúde mental em dia é uma aliada direta na prevenção de acidentes”, afirma Ricardo Mattos, CEO da empresa.

Ele destaca a importância da avaliação psicológica para a obtenção e renovação da CNH, além da utilização de testes como o Palográfico para identificar traços de personalidade relevantes à direção. O estresse nas grandes cidades, aliado à pressão por produtividade, é um fator de risco crescente nas estradas e ruas brasileiras.

 

Lalamove e Observatório Nacional de Segurança Viária promovem ações conjuntas no Maio Amarelo 2025

Em alusão ao Maio Amarelo 2025, a Lalamove, plataforma de entregas sob demanda, se uniu ao Observatório Nacional de Segurança Viária (ONSV) para promover ações educativas voltadas à segurança no trânsito.

A parceria inclui uma blitz educativa em Osasco (SP), palestras com motoristas parceiros, além de uma campanha nacional de comunicação com conteúdos no aplicativo da empresa. O tema deste ano, “Mobilidade Humana, Responsabilidade Humana”, reforça a necessidade de atitudes conscientes nas vias urbanas.

Segundo o ONSV, a Grande São Paulo teve em 2024 o maior número de sinistros em uma década. A blitz ocorrerá no dia 20 de maio com apoio da Prefeitura de Osasco.

“Para reforçar a posição da Lalamove como sinônimo de entregas, a segurança no trânsito é primordial, e os motoristas parceiros da Lalamove também contribuem nessa dinâmica cotidiana. Por isso, queremos oferecer orientações especiais com conteúdo atualizado e que incentivem práticas mais seguras nas ruas”, destaca Helena Lizo, Diretora Geral da Lalamove no Brasil.

 

Acidentes com veículos de carga crescem no Brasil e região Sudeste lidera ocorrências, aponta estudo da nstech

Relatório inédito da nstech, especializada em soluções tecnológicas para supply chain, aponta 1.437 acidentes envolvendo veículos de carga em 2024. A região Sudeste concentrou 53% dos casos, com destaque para São Paulo, que registrou 388 ocorrências — um aumento de 41% em relação ao ano anterior. Cargas fracionadas e alimentícias foram as mais sinistradas.

O levantamento também mostra que colisões lideram o ranking de tipos de acidentes, e que os trechos urbanos concentram a maior parte das ocorrências. O estudo destaca ainda o papel do comportamento humano como causa predominante nos acidentes.

 

Motz alerta para cuidados durante carga e descarga no transporte rodoviário no Maio Amarelo 2025

A transportadora digital Motz chama atenção para a importância de cuidados com segurança no processo de carga e descarga de veículos. De acordo com André Pimenta, CEO da empresa, práticas como pesagem correta da carga, uso de equipamentos de proteção e respeito aos prazos legais são essenciais para evitar acidentes, especialmente tombamentos e quedas.

André explica que a adoção dessas medidas é um investimento fundamental para todos. “A segurança no transporte rodoviário não deve ser vista como um custo, mas sim como um pilar essencial para a continuidade e o sucesso das operações logísticas. O Maio Amarelo é importante para reforçarmos ainda mais as medidas de conscientização, mas o tema deve ser discutido durante todos os meses do ano”, conclui o CEO da Motz.

 

Porto do Itaqui realiza 13 ações educativas durante o Maio Amarelo 2025

Durante o Maio Amarelo 2025, o Porto do Itaqui reforça seu compromisso com a segurança viária e a integridade física de trabalhadores da área portuária. Com o tema “Mobilidade humana, responsabilidade humana”, a programação inclui treinamentos, blitz educativas e palestras nas áreas primária e secundária.

Na abertura, foi realizada uma blitz para inspeção das condições de máquinas móveis. A campanha é conduzida pelas gerências de Segurança Portuária (GESEP), Saúde e Segurança do Trabalho (GESAS) e pela Cipaa, que também atua com campanhas de bem-estar e prevenção.

Responsável por desenvolver ações vinculadas ao trânsito dentro da Poligonal, a GESEP atua de forma permanente nas autorizações de acesso, tanto de veículos leves quanto pesados, garantindo o cumprimento das normas e procedimentos. “A guarda portuária realiza, semanalmente, blitz de velocidade na área primária e secundária, fiscalizando itens de segurança dos veículos, estacionamento proibido, bloqueios de vias, sinalização de ocorrências, testes de bafômetro, entre outros”, explicou o gerente de Segurança Portuária do Itaqui, José Ribamar Marão.

Aliada a esse trabalho de fiscalização está a atuação da Cipaa. “Realizamos campanhas de forma difusa por meio do projeto Cipaa a Bordo, com orientações educativas para a comunidade portuária, além de ações voltadas à saúde mental e ao bem-estar dos trabalhadores. Também fazemos inspeções em todas as áreas do porto, sempre em diálogo com as gerências, especialmente com a Gerência de Manutenção, para que todos tenham, cada vez mais, melhores condições de trabalho”, detalhou o presidente da Cipaa, João Muniz.

 

Arteris reforça combate ao excesso de velocidade nas rodovias durante o Maio Amarelo 2025

A Arteris intensifica ações de conscientização nas estradas com foco na redução de acidentes causados pelo excesso de velocidade — principal causa de sinistros nas rodovias, segundo dados da PRF e da PM Rodoviária.

Com o lema “Desacelere. Seu bem maior é a vida”, a empresa promove ações educativas por meio dos Programas Viva e mantém sua meta de reduzir em 50% o número de acidentes e mortes até 2030. A companhia já impactou mais de 118 mil pessoas em atividades de segurança viária em 2024.

 

IVECO homenageia motoristas responsáveis em ação especial de Maio Amarelo 2025

A IVECO promove campanha voltada aos motoristas que mantêm histórico de condução segura, como parte do Maio Amarelo. Em parceria com o Programa Bom Condutor, da Senatran, condutores com 12 meses sem infrações receberão brindes ao passarem pela rede de concessionárias. A iniciativa visa valorizar boas práticas no trânsito e reforçar o papel das empresas na construção de uma mobilidade mais humana e segura

“Acreditamos que a transformação do trânsito em um ambiente mais humano, seguro e sustentável depende da união entre empresas, sociedade e governo. Estamos fazendo a nossa parte e colaborando para que esse processo seja eficaz e gere benefícios para todos”, afirma Marcio Querichelli, presidente da IVECO para a América Latina.

 

CCR AutoBAn realiza programação extensa no Maio Amarelo com foco em prevenção de acidentes 

A CCR AutoBAn realiza uma série de ações durante o Maio Amarelo 2025 com foco em públicos diversos — caminhoneiros, motociclistas, pedestres e motoristas. A programação inclui palestras sobre ponto cego, instalação gratuita de antenas corta-pipa, dinâmicas com óculos simuladores de embriaguez, exames de saúde e orientações sobre uso do cinto em ônibus.

No dia 18/05, equipes estarão na Rodovia dos Bandeirantes, km 125, realizando a dinâmica do óculos simulador para os motoristas de automóveis e ciclistas que passarem pelo posto Graal. Essa campanha tem como objetivo demonstrar através de um circuito desenhado no chão, como a bebida alcoólica afeta as percepções de distância, profundidade e velocidade. A dinâmica traz para o participante a realidade e a forma como ele fica ao ingerir três doses de whisky ou três garrafas de cerveja ou ainda quatro taças de vinho. Na ocasião também será realizado o ponto cego.

Na terça-feira, dia 20/05, os motoristas do Posto Graal, km 56, sentido sul (capital) da Rodovia Bandeirantes em Jundiaí, poderão realizar exames de glicemia, colesterol, aferição da pressão arterial, além de receberem instruções educativas e brindes. Os profissionais realizarão esse atendimento na parte externa das 9h às 12h.

Uma ação em conjunto com a prefeitura de Jundiaí será realizada no dia 23/05, na Avenida Jundiaí, no bolsão do Parque Comendador Antonio Carbonari (Parque da Uva) com instalações gratuita de antenas corta-pipa e ponto cego. As atividades serão realizadas das 9h às 12h.

Dia 29/05, os passageiros que embarcarem em ônibus no Terminal Rodoviário de Campinas serão orientados sobre a importância do uso do cinto de segurança durante toda a viagem. A iniciativa é da CCR AutoBAn, empresa responsável pelo Sistema Anhanguera-Bandeirantes, em conjunto com a Agência de Transportes do Estado de São Paulo (Artesp), Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) e Socicam, que integra a CTRC (Concessionária do Terminal Rodoviário de Campinas S.A.).

 

EcoRodovias aposta em inovação para ampliar segurança viária no Maio Amarelo

A EcoRodovias integra o Maio Amarelo com foco em soluções tecnológicas para segurança nas rodovias. A empresa mantém mais de 20 projetos ativos com uso de inteligência artificial, automação e sensores, além de ferramentas de detecção de incidentes e fiscalização inteligente.

Iniciativas como balanças automáticas e câmeras que detectam o uso do celular e cinto de segurança fazem parte da estratégia. O objetivo é antecipar riscos e reduzir acidentes, sobretudo os atropelamentos, que respondem por um quarto das mortes nas estradas do grupo.

A inovação também chegou ao controle de carga: a Ecovias do Cerrado implantou a primeira balança de pesagem na velocidade da via com efeitos punitivos do país, na BR-365, permitindo a fiscalização automatizada de veículos sem paradas obrigatórias. O modelo inibe o excesso de carga circulando na rodovia, aumentando a segurança do trecho.

“A inovação deixou de ser um diferencial e passou a ser um imperativo estratégico para a segurança viária. Estamos usando tecnologia de ponta para antecipar riscos, agir com mais rapidez e salvar vidas. Cada projeto que desenvolvemos é pensado com esse propósito”, afirma Cecília Merighi, coordenadora de Inovação da EcoRodovias.

 


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Software Selection: quais os benefícios dessa metodologia?

Segundo a Morder Intelligence, o mercado global de ERP deverá atingir US$ 103,95 bilhões até 2029, com um crescimento médio anual de 9,76%. Tendo em vista a gama de opções disponíveis e o impacto que os sistemas de gestão têm na eficiência de qualquer negócio, torna-se essencial escolher a ferramenta certa. Quanto a isso, a metodologia Software Selection é uma boa aliada.

Como seu próprio nome diz, trata-se de uma seleção de software que visa garantir a escolha de uma solução que atenda às necessidades da empresa. Para isso, é executado um levantamento de demandas e processos, bem como pesquisas de mercado, análise de requisitos técnicos e cotações e testes com os fornecedores.

Sua aplicação ganha relevância considerando que adotar um sistema que não esteja alinhado com as necessidades e objetivos da organização pode resultar em altos custos, falta de adesão da equipe e, provavelmente, a troca da solução. Nesse sentido, o Software Selection é uma prática recomendada para guiar a escolha tanto do ERP quanto de outras ferramentas, como CRM, BI, entre outras.

A metologia se torna vantajosa pois já possui etapas definidas para apoiar no processo de escolha, sendo elas: RFI (Request for Information), em que é enviado um formulário para ser preenchido por fornecedores concorrentes para obter mais informações sobre cada um; RFQ (Request for Quotation), um orçamento inicial dos custos do sistema; e, por último, RFP (Request for Proposal), no qual os concorrentes preenchem todas as perguntas e exigências do usuário a respeito do software.

Em paralelo a isso, um estudo da Aberdeen Group aponta que empresas que utilizam ERP conseguem reduzir seus custos operacionais em até 20% e aumentar a produtividade em 24%. Deste modo, a metodologia vem ao encontro desse indicativo, uma vez que cada um dos processos definidos tem como meta ajudar a evitar escolhas baseadas em achismos ou promessas, assegurando que a ferramenta em questão irá trazer o retorno do investimento feito.

Embora essa abordagem traga inúmeros benefícios, é preciso ressaltar que a gestão de cada uma das etapas é algo complexo. Por isso, contar com o apoio de uma consultoria especializada na metodologia é indispensável, visto que a equipe ajuda em cada etapa do processo, desde o diagnóstico até a negociação e planejamento de implementação, proporcionando uma escolha informada e acertada.

No entanto, é importante que o time de especialistas não atue apenas nos patamares comuns, mas que tenha expertise e iniciativas próprias agregando recursos como a Inteligência Artificial, tendo na equipe profissionais com ampla vivência e experiência no mercado, ajudando o cliente em todo processo, documentando e orientando em cada uma das etapas.

Com os avanços da transformação digital, ter um sistema de gestão é algo indispensável. Por sua vez, é fundamental escolher a opção correta para o negócio. Neste sentido, a metodologia Software Selection vem como uma importante alternativa para auxiliar as empresas a seguirem o caminho assertivo, garantindo o menor custo e aumento do market share através de uma nova visão de negócio, assegurando um futuro promissor.

 

Pedro Silva - diretor de consultoria da Moove.

Moove


Campanha “Criança Não É Mãe” realiza ações no Congresso e lança vídeo em defesa dos direitos de crianças vítimas de violência sexual

No marco do 18 de Maio – Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes, a campanha Criança Não É Mãe realiza uma ação articulada de incidência política no Congresso Nacional e lança o vídeo “Maternidade Não É Coisa de Criança”, obra audiovisual que denuncia os impactos da gravidez infantil resultante de violência sexual.

Criada em 2020, a campanha Criança Não É Mãe reúne organizações feministas, movimentos sociais e outras organizações da sociedade civil que atuam na defesa dos direitos das crianças e adolescentes. Entre as entidades que compõem a iniciativa estão Nem Presa Nem Morta, Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, Grupo Curumim, Anis – Instituto de Bioética, Cfemea, Frente Nacional contra a Criminalização das Mulheres e pela Legalização do Aborto, entre outras. A campanha atua por meio de incidência política, mobilização social e disputa de narrativas, com o objetivo de garantir que nenhuma criança seja obrigada a manter uma gestação. Saiba mais em: www.criancanaoemae.org.br 

A mobilização integra a Semana Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual Contra Crianças e Adolescentes e conta com a participação de organizações feministas, movimentos sociais e redes de defesa dos direitos humanos. A proposta é sensibilizar parlamentares, disputar narrativas públicas e barrar retrocessos legislativos em curso, como o avanço do PL 1904/2024, que pretende equiparar o aborto legal ao crime de homicídio, mesmo em casos de estupro. Também estão previstas reuniões com deputadas, senadoras, Ministério da Saúde e Ministério da Justiça, com foco na defesa da Resolução 258 do Conanda e dos direitos reprodutivos de meninas e adolescentes. 

Entre os destaques da programação estão o lançamento do vídeo “Maternidade Não É Coisa de Criança” em dois momentos estratégicos: no Simpósio Nacional De Enfrentamento À Violência Sexual Contra Crianças E Adolescentes, promovido pela campanha Faça Bonito, no dia 20 de maio, às 9h, no Instituto Serzedello Corrêa (ISC), e na Comissão dos Direitos da Mulher da Câmara dos Deputados (CMulher), no dia 21 de maio, às 13h30.  

Além disso, a campanha promove articulações com deputadas, senadoras, representantes ministeriais , com foco na defesa da Resolução 258 do Conanda e na garantia dos direitos reprodutivos de meninas e adolescentes.

 

Video “Maternidade Não é Coisa de Criança”

Com direção de Angela Freitas, o vídeo tem 1 minuto de duração e foi produzido pelo Coletivo Feminista Sexualidade e Saúde, com realização da campanha Nem Presa Nem Morta e apoio de Anis – Instituto de Bioética, Instituto Lamparina e da própria campanha Criança Não É Mãe. A peça é inspirada na campanha latino-americana Niñas No Madres e em casos reais de meninas brasileiras forçadas a gestar após estupro, que muitas vezes precisaram abandonar ou adiar os estudos. 

O vídeo será lançado em dois momentos estratégicos: 

20/05, às 9h – Simpósio Nacional De Enfrentamento À Violência Sexual Contra Crianças E Adolescentes, , no Instituto Serzedello Corrêa (ISC); 

21/05, às 13h30 – Comissão dos Direitos da Mulher (CMulher), da Câmara dos Deputados. 


Agenda completa no Congresso, de 20 a 23 de maio: 

20/05 (terça-feira)

9h – Lançamento do VT no Simpósio Nacional De Enfrentamento À Violência Sexual Contra Crianças E AdolescentesFaça Bonito (ISC)

 

21/05 (quarta-feira)

9h – Sessão solene Assistentes Sociais

13h30 – Sessão da Comissão dos Direitos da Mulher (CMulher) com exibição do VT e falas da campanha

 

22/05 (quinta-feira)

Reuniões ministeriais e no senado federal, com parlamentares 


Da inclusão à proteção: Conectividade é sinônimo de um ambiente digital protegido?

O Dia Mundial da Internet propõe uma reflexão relevante sobre os cuidados necessários frente aos riscos cibernéticos

 

Muitas interpretações são possíveis quando falamos em “conexão”, mas acredito que uma das primeiras palavras que nos venha à cabeça seja: internet. Embora existam diversas formas de nos conectarmos uns com os outros, a internet permitiu que o mundo inteiro interagisse, dialogasse e se aproximasse. No dia 17 de maio celebramos o Dia Mundial da Internet — uma data propícia para refletirmos sobre essa rede que está tão presente em nosso cotidiano e que está intrinsecamente vinculada à segurança digital.

A internet consolidou-se como uma infraestrutura crítica para a vida moderna e falar sobre navegação segura tornou-se ainda mais urgente, especialmente no Brasil, um dos principais alvos de ciberataques da América Latina. Segundo dados da Pesquisa TIC Domicílios 2024, divulgada pelo Cetic.br, o país apresentou uma expansão expressiva no uso da rede nas últimas duas décadas: em 2005, apenas 24% dos moradores de áreas urbanas eram usuários. Em 2024, esse número saltou para 86%.

O levantamento também apontou que o total de usuários de internet no Brasil chegou a 159 milhões, representando 84% da população no ano passado. Esse avanço reflete a ampliação da infraestrutura de telecomunicações e a popularização dos dispositivos móveis. Mas, diante desse crescimento, surge uma pergunta essencial: estamos, de fato, preparados para navegar de forma segura?

 

Principais riscos e cuidados necessários

O ambiente digital está repleto de armadilhas prontas para explorar nossas vulnerabilidades, obter vantagens financeiras ou comprometer nossa reputação. Hackers vêm aprimorando continuamente suas táticas, utilizando recursos cada vez mais sofisticados para enganar vítimas e alcançar seus objetivos criminosos.

Entre os principais perigos cibernéticos destaco os ataques de phishing, que, mesmo bastante conhecidos, continuam extremamente eficazes para roubo de dados. Esses golpes - cada vez mais convincentes pelo uso de Inteligência Artificial - utilizam e-mails e mensagens com links falsos que direcionam o usuário a sites fraudulentos para capturar informações sensíveis, como senhas e dados bancários. Outro risco crescente é o ransomware, que criptografa arquivos e exige pagamento para resgate das informações.

Adotar medidas simples de proteção é primordial, como escolher senhas fortes com caracteres diversos. Apesar de parecer uma dica básica, um levantamento recentemente publicado pela ISH Tecnologia apontou que “123456” é, pelo sexto ano consecutivo, a senha mais utilizada pelos brasileiros. A meu ver, este é um retrato da fragilidade com a qual as pessoas lidam em termos de segurança digital.

Fazer backups regulares e evitar o download de arquivos desconhecidos também são ações eficazes. Manter sistemas operacionais, navegadores e aplicativos atualizados é igualmente importante, já que essas atualizações têm como objetivo corrigir falhas de segurança que possam ser exploradas por hackers. Além disso, o uso indiscriminado de redes Wi-Fi públicas sem proteção adequada pode expor o tráfego de dados a interceptações, comprometendo a privacidade do usuário – então, muito cuidado!

A inclusão digital é fundamental para o desenvolvimento social e econômico, promovendo o acesso à educação, à informação e ao exercício pleno da cidadania. Contudo, a digitalização não pode caminhar sozinha — ela precisa vir acompanhada de conscientização e, acima de tudo, proteção! À medida que mais pessoas passam a utilizar a internet em seu dia a dia, é urgente democratizar também o conhecimento sobre cibersegurança, pois navegar com responsabilidade e senso crítico é tão importante quanto estar conectado.



Luiza Dias - Presidente da GlobalSign Brasil - empresa líder no mercado de certificação digital no mundo. Vencedora da categoria ‘Melhor CEO’ do Open Mind Awards 2024, Luiza é a única mulher latino-americana a ocupar este cargo em uma Autoridade Certificadora (AC) de Raiz Internacional. Possui 19 anos de carreira, 10 deles dedicados à GlobalSign, onde ocupou os cargos de Vendedora, Gerente de Vendas Latam e, desde 2021, a presidência para o Brasil. Foi responsável por implantar o primeiro escritório físico da empresa no país, localizado em Belo Horizonte (MG), e tornou-se uma importante referência feminina do mercado de tecnologia e cibersegurança de toda a América Latina.


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