Pesquisar no Blog

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2024

IA generativa transforma insights de CX em ROI para as empresas

Uso de novas tecnologias focadas no cliente, como a plataforma CXone da NICE, traz resultado financeiro, segundo estudos da Forrester Research    

 

O foco das tendências de CX para 2024 é transformar dados em ações que impulsionem resultados financeiros. É o que ensinam Pete Jacques, analista principal de CX da Forrester Research, e Andy Traba, vice-presidente de Marketing de Produto da NICE, ao analisarem as “Tendências de CX 2024: Insights de estratégias e planejamento”. Para detalhar as principais tendências para 2024 e os próximos anos, a Forrester destacou 5 principais previsões e estratégias mais adequadas de lidar com cada uma delas.

“O grande objetivo de nossas pesquisas é ajudar as empresas a entenderem sua posição no mercado e o que precisam fazer para alcançar os resultados de maneira eficaz”, destaca Jacques. Ele destaca que, em um cenário em que 64% das empresas pretendem aumentar o orçamento em iniciativas CX para os próximos 12 meses, as escolhas certas são essenciais. “De maneira geral, as equipes distribuem recursos em pessoal, dados, tecnologia e serviços terceirizados para impactar positivamente a organização”, explica o analista da Forrester Research.   

O trabalho sobre as tendências para 2024 foi baseado em estudos anuais de benchmark da Forrester para experiência do cliente. O levantamento revela o aumento do interesse de executivos em alocar orçamentos para iniciativas de CX, apesar de oscilações nos últimos dois anos. Durante a pandemia, as empresas introduziram novas experiências e expectativas para os clientes, mas muitas dessas inovações foram descontinuadas ao retornarem às condições anteriores. A economia e a inflação também levaram executivos a reduzir esforços de CX para cortar despesas.

“Mas com o uso direcionado dos recursos tecnológicos atuais, principalmente a IA generativa, será possível transformar descobertas e ideias em retorno concreto para as organizações”, destacou Peter Jacques. A inclusão de cloud e IA nas estratégias de CX vai gerar oportunidades sem precedentes para aprimorar a fidelidade do cliente e aumentar a eficiência das empresas em sua experiência como consumidor.

Um exemplo dessas aplicações é o CXone da NICE, destaca Andy Traba, vice-presidente de Marketing de Produto da companhia. “O CXone da NICE é centrado na interação. É uma plataforma que converge soluções para melhorar a experiência dos usuários de forma automatizada, pois é baseada na nuvem, um recurso que simplifica todo o processo e aumenta a acessibilidade”, destaca Traba.


As previsões da Forrester Research e suas recomendações para aproveitar o melhor delas são as seguintes:

  1. “A Média Global da Experiência do Cliente vai melhorar pela primeira vez em 3 anos” – Devido a novas tecnologias, como a IA Generativa, agora é possível desenvolver melhores experiências para o cliente, pois elas possuem recursos que entendem os desejos e objetivos, podendo prever o que mais agrada a cada consumidor. Recomenda-se centralizar esforços em estratégias, operações e tomadas de decisões, além de investir em feedbacks não estruturados para captar sentimentos, obter insights profundos e utilizá-los para alimentar ferramentas de previsão de comportamento de clientes com o uso de IA. 
  1. “Metade das grandes empresas globais experimentarão IA voltada para o cliente”- A recomendação é experimentar soluções novas em operações controladas. Isso pode ser feito em testes internos com pequenos grupos dentro das organizações em um processo cuidadoso até ter certeza do seu pleno funcionamento. É importante avaliar todas as implicações legais, morais e de privacidade do usuário para, só então, com resultados consolidados, aplicar essas soluções testadas internamente em um grupo externo e mais numeroso.
  1. “Um terço das marcas lançará experiências tendenciosas, inacessíveis ou prejudiciais” - Espera-se que essa previsão não se concretize e que as empresas usem a IA de forma apropriada. As recomendações do item 2 mostram a importância de controlar o uso da IA.
  1. “Metade das grandes empresas globais reportará métricas de CX e apenas 5% delas as vincularão às finanças”. Esse é um dos maiores desafios das equipes de CX nas organizações, mas é preciso demonstrar que o CX traz resultados financeiros. Os modelos preditivos de IA são essenciais para orientar as empresas no sentido de satisfazer o cliente e atender às suas necessidades, resultando em aumento de vendas e recomendações.
  1. “Dois em cada 5 times de CX recusarão trabalho por causa de suas atribuições excederem seus recursos”.  Os times podem evitar novos projetos por estarem sobrecarregados, por terem atingido a capacidade máxima de uma equipe reduzida ou, ainda, por não terem um conjunto de habilidades necessárias para realizar o trabalho. Isso ressalta a importância dos investimentos nas equipes para desenvolver habilidades fundamentais e transformar insights em ações efetivas para os negócios.

Essas tendências mostram que as empresas estão dispostas a continuar inovando e investindo, mas buscando maneiras de otimizar seus recursos. “Nossa recomendação é investir em soluções que atendam toda a empresa por meio de um fornecedor de serviços, que ofereçam pacotes com uma gama maior de aplicações que elimine redundâncias e ineficiências na organização. Isso pode ser feito por meio de uma auditoria em CX, não apenas em sua equipe, mas com todos os parceiros da jornada de implementação das iniciativas CX”, destaca o especialista.

 

NICE

3 países para fazer intercâmbio e começar uma carreira internacional no mercado gamer

Games podem deixar de ser apenas um hobby.
 Unsplash

Especialista fala os melhores países para quem deseja dominar o mercado dos videogames

 

O mercado gamer vem crescendo cada vez mais. Não é de hoje que algo visto como um hobby possibilita que entusiastas o adotem como profissão. Entre jogadores, sejam amadores ou profissionais, desenvolvedores como também os designers e desenhistas, existem muitos caminhos para se envolver nesse mercado, que tem forte ligação com países do exterior. São nesses que se encontram as maiores empresas e oportunidades de trabalhar em grandes projetos. Portanto, para quem deseja transformar um hobby em profissão, é fundamental saber inglês.

O mercado de games é um dos principais setores do entretenimento, com fãs fiéis às empresas, jogos e personagens, que comparecem a eventos e fazem com que esse mercado seja muito lucrativo para quem trabalha com jogos. No que diz respeito ao Brasil, segundo dados da consultoria Newzoo (2023), o país é o décimo maior mercado de games do mundo, com mais de 100 milhões de jogadores que gastaram 2,7 bilhões de dólares em 2022.

Segundo Alexandre Argenta, presidente da Belta (Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio), fazer intercâmbio é o que diferencia o profissional de sucesso, no mundo dos games, do trabalhador comum. "O mercado de games tem se tornado cada vez mais internacional, com chances de trabalhar em empresas de países de língua inglesa. Entender outro idioma é um requisito básico para alcançar novas oportunidades. E o intercâmbio é muito importante para quem deseja aprender inglês, conhecer a cultura de outro país e se antenar com as tendências tecnológicas, como o mundo dos gamers", afirma.

De acordo com dados da pesquisa Belta, entre as modalidades de intercâmbio, os cursos de idiomas é o programa mais buscado entre os estudantes e os que optaram por essa modalidade têm por objetivo aprofundar seus conhecimentos em inglês.

Considerando isso, o presidente da associação, Alexandre Argenta, indica 3 destinos para quem busca aperfeiçoamento do inglês para trabalhar no mercado de games:


1. Estados Unidos: um dos países mais importantes para a indústria do entretenimento. Estados como a Califórnia, Nova York e Washington são onde ficam as principais empresas de tecnologia do país. Segundo a pesquisa Entertainment Software Association, em 2020, a receita gerada pela modalidade PC gaming no mundo todo foi estimada em aproximadamente US$37 bilhões, enquanto o mercado de jogo mobile gerou cerca de US$77 bilhões.


2. Reino Unido: para quem quer fazer intercâmbio e construir uma carreira sólida no mercado de games, o Reino Unido é uma boa opção. Dados de da pesquisa realizada pelo Statista e divulgados pelo Casinos En Ligne mostram que os países que compõem esse grupo podem ocupar a liderança entre as nações com maior número de gamers no mundo até 2027.


3. Suécia: da população online global, quase oito em cada dez pessoas (79%) se engajaram com videogame nos últimos seis meses – e não apenas jogando, como assistindo, criando e socializando. Nesse sentido, mais de 50% do total da população online se envolve com jogos em mais de uma maneira, e 29% jogam, assistem e se engajam de outras maneiras, segundo a Global Gamer Study 2023, da Newzoo.


Ganhar a vida se dedicando a um hobby é o sonho de muitas pessoas, e quando se trabalha com o que se ama, fica ainda melhor. Para isso, é preciso estudar e se aperfeiçoar. Que tal fazer um intercâmbio com segurança de uma agência Selo Belta para iniciar uma carreira internacional?





Belta – Associação Brasileiras de Agências de Intercâmbio

 

Como o varejo pode explorar a hiperpersonalização

Freepik
 Dados e inteligência artificial ajudam a criar ofertas e produtos específicos para cada um dos clientes, aumentando muito as chances de fidelizar esses consumidores 


A comunicação do comércio, que até pouco tempo atrás se resumia aos folhetos distribuídos pelos bairros, chega agora a um momento ímpar com a ajuda da inteligência artificial, permitindo aos lojistas conhecer cada vez mais e melhor os consumidores.

Hoje é possível fazer chegar a cada um dos clientes sugestões de compras individualizadas, personalizadas conforme o seu comportamento de consumo. Essa jornada, que é chamada de "um para um", passa pela hiperpersonalização do varejo, prática cada vez mais comum no Brasil e no mundo. 

Imagine receber de suas lojas preferidas e com certa frequência um pacote de ofertas elaborado especialmente para você. Tudo de acordo com as suas características de consumo no dia a dia. Um combo que contemple apenas as marcas e produtos que realmente lhe interessem, enviado exatamente no dia da semana ou do mês em que você costuma fazer compras.

Nas palavras de Natalia Sperati, sócia de consultoria em Transformação de Negócios da EY, a hiperpersonalização seria a quarta etapa do processo de comunicação entre o varejo e o consumidor.

A primeira etapa foi a massificação de ofertas e produtos. A segunda foi a segmentação de acordo com grupos de consumidores com as mais variadas características em comum, como faixa etária. A terceira fase foi a personalização da comunicação, em que a segmentação se tornou ainda maior e, finalmente, a hiperpersonalização, na qual o foco é o cliente único, em um processo um para um.

Dessa forma, o consumidor passa a receber sugestões que fazem sentido apenas para ele. Já o vizinho, o irmão, o amigo receberão outras ofertas de outros produtos que fazem mais sentido para eles. Entre as vantagens está a melhora no atendimento e, por consequência, a fidelização do consumidor à marca.


SUCESSO NO TURISMO

Um dos setores mais afetados durante a pandemia de covid-19, o turismo brasileiro teve o início de sua retomada em 2022, quando faturou R$ 208 bilhões, 28% a mais do que o registrado em 2021 de acordo com o Ministério do Turismo.

Fazendo um recorte deste mercado, a hotelaria de luxo brasileira foi responsável por cerca de R$ 2 bilhões, segundo dados da Bain & Company, um crescimento de 128% em relação a 2019 – ano em que o setor não foi atingido pelos efeitos da pandemia.

Grande parte dessa recuperação, segundo a Bain & Company, foi impulsionada por fatores como o uso da tecnologia e a hiperpersonalização.

De experiências culinárias em meio à Floresta Amazônica até hospedagens flutuantes no Pantanal, os clientes passaram a buscar vivências únicas que os destinos do país podem oferecer. Eleita na categoria melhores hotéis pelo prêmio O Melhor de Viagem e Turismo 2023/2024, a rede Belmond, dona do icônico Belmond Copacabana Palace, conta também com o Belmond Hotel das Cataratas em seu portfólio.

Localizado dentro do Parque Nacional do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, o empreendimento oferece a oportunidade única, e individualizada, de percorrer as passarelas das Cataratas bem cedo pela manhã ou no fim da tarde, quando o parque está fechado para o público em geral.

Durante esse passeio, uma série de comodidades podem ser oferecidas, que vão desde piqueniques particulares em jardins com vistas únicas para o cartão-postal de Foz até shows exclusivos com músicos renomados - tudo pensado e oferecido de um jeito diferente para cada cliente.

Para além disso, na parte de hotelaria, há controle da temperatura e iluminação sem que o cliente tenha que encostar em um controle, playlist ambiente para cada quarto, cardápio para restrições alimentares e amenidades específicas para cada pessoa.

Além de deixar a viagem mais personalizada para o hóspede, os hotéis conseguem armazenar as preferências de cada viajante em dados e transformá-las em elementos palpáveis, que ajudarão a melhorar o serviço e tornar cada nova visita única.


DECISÕES EM TEMPO REAL

Para quem quer chegar nesse resultado e crescer nesse sentido, utilizar a inteligência artificial como ferramenta para criar algo moldado a cada cliente será imprescindível. A coleta de dados pode ser feita por meio de diversas fontes, como pesquisas de mercado, redes sociais, ferramentas de web analytics, CRM, e-mail marketing, entre outras.

O ideal, segundo Paulo Jesus, CMO da Netdeal, é integrar essas fontes para ter uma visão mais completa e precisa do comportamento e das preferências dos seus clientes e potenciais clientes. Depois de coletar os dados, é preciso analisá-los para extrair informações úteis. A análise de dados pode ser feita por meio de técnicas estatísticas, modelos matemáticos, algoritmos ou inteligência artificial.

O objetivo é identificar padrões, tendências, correlações, anomalias ou oportunidades nos dados que possam gerar insights para o marketing. A análise de dados pode ser dividida em quatro tipos: descritiva, diagnóstica, preditiva e prescritiva.

A análise descritiva mostra o que aconteceu no passado, por meio de relatórios. A análise diagnóstica explica por que algo aconteceu, por meio de testes e experimentos. A análise preditiva indica o que pode acontecer no futuro, por meio de projeções e cenários. A análise prescritiva sugere o que fazer para alcançar um resultado desejado, por meio de recomendações e otimizações.


O PAPEL DO CMO NA HIPERPERSONALIZAÇÃO

Na ponta desse processo de decisão – uma dinâmica que precisa ser cada vez mais operacionalizada em tempo real e com base em dados -, a figura do CMO ou do chefe do departamento de marketing de uma empresa é fundamental na construção da hiperpersonalização.

Se antes era possível se amparar em uma base de dados estática em que se olhava para a performance dos três últimos meses, hoje se fala da performance nas últimas duas horas. E para isso, é preciso coletar e analisar dados em tempo real, algo que só é possível pelo desenvolvimento da computação em nuvem, que garante a escala no processamento das informações disponíveis em quantidade quase ilimitada, e pelo avanço da inteligência artificial, para a rapidez das análises.

Nas palavras de Paulo Jesus, os algoritmos de inteligência artificial ampliam a visão do CMO, pois, como ser humano, ele tem uma capacidade limitada de processamento. Os computadores otimizam esse processo ao trazerem os dados prontos e mastigados. Mas as equipes de marketing são empoderadas para essa tomada de decisão e para inovar em tempo real.


 Mariana Missiaggia
https://dcomercio.com.br/publicacao/s/como-o-varejo-pode-explorar-a-hiperpersonalizacao

 

Práticas pedagógicas inovadoras: como trazer para dentro da sala de aula?

À medida que a sociedade avança, é imperativo que escola promova práticas pedagógicas inovadoras, segundo a Rede Pitágoras

 

Em um mundo cada vez mais dinâmico e tecnologicamente avançado, a educação assume um papel fundamental na preparação de alunos para os desafios do século XXI. Diante desse cenário, as práticas pedagógicas inovadoras emergem como premissa na busca de uma educação mais engajadora e eficaz, de acordo com Daniel Carneiro Cruvinel, professor e assessor pedagógico da Rede Pitágoras, sistema de ensino que usa a tecnologia para potencializar os processos educacionais.

 

Nesse contexto, segundo ele, é necessário repensar o processo de ensino-aprendizagem na perspectiva de como construir a chamada Educação 4.0, que propõe uma aprendizagem mais ativa, com o apoio da tecnologia, visando tornar o ensino mais atrativo para os alunos e incentivando-os a aprender enquanto praticam. “A sociedade contemporânea valoriza habilidades, como pensamento crítico, criatividade e resolução de problemas, impulsionando a necessidade de novas práticas que preparem os alunos para os desafios do mundo atual”, afirma Cruvinel sobre a metodologia de “aprender fazendo”, aliando o conhecimento teórico ao desenvolvimento de habilidades.


 

Por que inovar na sala de aula?

 

A constante evolução da sociedade e do mercado de trabalho demanda uma abordagem pedagógica que vá além das tradicionais metodologias. Dessa maneira, a busca de práticas pedagógicas inovadoras visa não apenas acompanhar, mas também antecipar as demandas e transformações, proporcionando aos estudantes habilidades essenciais para o sucesso em suas vidas profissionais e pessoais.


 

Momentos diferentes

 

Segundo o especialista da Rede Pitágoras, o momento é disruptivo. “A escola do século XX tinha como premissa memorizar, reproduzir, copiar, treinar, repetir, utilizando questionários como estratégias de ensino, a compreensão ficava em segundo plano. Já na escola do século XXI, temos um grande ganho no ensino. Agora, as palavras-chave são assimilar, (re)construir, capacitar-se, refletir, aplicar, discutir. Tudo isso por meio de estratégias como as das metodologias ativas para promover uma aprendizagem significativa”, explica.

 

Essa evolução dos processos acontece em formação continuada, acolhendo a realidade de cada docente para, então, despertar gatilhos na mudança de mindset desses educadores, na expectativa de incentivá-los a despertar o processo de motivação necessária a fim de inserir em seus planos de aula os recursos e estratégias que desenvolvam nos alunos as habilidades e competências esperadas.

 

Para Cruvinel, ainda estamos num processo de evolução e construção. Soluções embasadas em inteligência artificial e realidade virtual são incorporadas às salas de aula para proporcionar experiências de aprendizado mais imersivas. “Isso permite que os alunos explorem ambientes virtuais, simulações e interações personalizadas, enriquecendo o processo de aprendizagem e proporcionando experiências mais próximas da realidade, especialmente em componentes curriculares de teores práticos ou complexos”, destaca.


 

O papel do educador, gestores escolares e pais

 

Educadores desempenham um papel central na implementação de estratégias inovadoras, adotando práticas pedagógicas atualizadas e integrando tecnologias de maneira eficaz. E isso só é possível com o comprometimento de se capacitarem constantemente.

 

Gestores escolares têm a responsabilidade de criar um ambiente propício à inovação, fornecendo recursos, treinamento e apoio contínuo aos professores. Os pais, por sua vez, desempenham um papel crucial, apoiando e encorajando a aprendizagem em casa, além de estar envolvidos no desenvolvimento escolar de seus filhos.

 

O especialista da Rede Pitágoras conclui dizendo que a colaboração entre esses três grupos é essencial para criar um ecossistema educacional eficaz e inovador. “A sincronia é fundamental para o sucesso, mas acredito que o maior diferencial esteja na gestão, pois uma gestão inspiradora é capaz de incentivar todo o ecossistema educacional, despertando a motivação necessária em cada um para engajar a comunidade escolar, pois a mudança é a única constante.


 

Nova lei de licitações: o que muda com a nova regra que entra em vigor esse ano

A partir desse ano, a Lei nº 14.133 de 2021 (Nova Lei de Licitações e Contratos) passa a ser a única legislação vigente para a realização de compras públicas no País. União, Estados, Municípios e Distrito Federal deverão observar as normas gerais de licitação e contratação estabelecida na nova lei, em substituição à Lei 8.666 de 1993 – que era base para os contratos na administração pública. Além de unificar a legislação até então vigente, a nova lei, traz maior transparência, eficácia e agilidade para as licitações e para a execução dos contratos administrativos. Agora, todas as contratações feitas pelo Poder Público estado deverão seguir a nova regra, trazendo uma série de desafios tanto para os órgãos contratantes quanto para as empresas fornecedoras, segundo o especialista em licitações e sócio-fundador do escritório M3BS Advogados, Lucas Miglioli.

“Apesar de já estar valendo, muitos administradores públicos não se prepararam para a mudança e vão enfrentar sérios problemas para fazer as novas contratações”, explica Miglioli. Segundo o especialista, que também é membro da Comissão Permanente de Governança e Integridade da OAB/SP e da Comissão Especial de Compliance da OAB/SP, “apesar do tempo para início da vigência da regra ter sido de dois anos, ainda há muitas áreas de licitação que não se preparam completamente para atender as novas regras. Devemos ter um período complexo que pode gerar atrasos e insegurança jurídica”, complementa.

De qualquer forma, a nova lei de licitações representa um importante marco nos negócios públicos, especialmente pela introdução da uniformização na aplicação das normas e da atuação dos agentes públicos envolvidos. Ela também traz as diretrizes da segregação de funções e do planejamento, melhorias nos critérios e julgamento e nos modos de disputa, entre mais de duas dezenas de pontos que tentam fortalecer o instrumento de contração pública, incluindo aí aspectos conectados a governança e averiguação de conformidade legal dos participantes de certames licitatórios. “O texto final é resultado da congregação da experiência tida com procedimentos previstos em diplomas legais específicos e das extensas discussões sobre o tema, em especial nos Tribunais de Contas e na doutrina, incorporando ferramentas contra a ineficiência e a corrupção”, explica Miglioli.

A nova lei abarca os seguintes tópicos e traz as seguintes modificações:

  • Planejamento da contratação e modalidades de licitação;
  • Novo Sistema de Compras do Governo Federal;
  • Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP);
  • Julgamento objetivo;
  • Seleção de fornecedor e sustentabilidade;
  • Centralização das contratações e gestão dos contratos: a governança para a ser uma ferramenta de combate à corrupção, criando mecanismos como atribuição de responsabilidade à alta administração do órgão ou entidade – que passa a ser obrigada a implementar processos e estruturas, inclusive de gestão de riscos e controles internos, para avaliar, direcionar e monitorar os processos licitatórios e os respectivos contratos;
  • Sanções;
  • Ações afirmativas;

Segundo o especialista, “É importante ressaltar que a nova lei é uma ferramenta para alcançar sua própria razão de ser: obter a proposta mais vantajosa aos interesses públicos. Além disso, dá mais flexibilidade às licitações quando comparada as leis anteriores, que exigiam uma espécie de um modelo único”, finaliza Miglioli. 



M3BS 


Volta às aulas: como ajudar os filhos no início do ano letivo?

Freepik
O início de fevereiro sempre indica a chegada do novo ano letivo. Nesse período, para muitas famílias, surge o desafio de garantir uma transição suave para seus filhos após as férias. Nesse contexto, o papel dos pais é crucial para que o início das aulas ocorra da forma mais tranquila possível. Sendo assim, é fundamental que escola e família trabalhem em conjunto para que essa transição aconteça conforme o esperado.

Os pais e responsáveis desempenham um papel fundamental no processo de ensino-aprendizagem, complementando o trabalho da escola e criando um ambiente favorável ao desenvolvimento acadêmico e emocional dos alunos. “A família dispõe de vastos recursos para oferecer suporte afetivo, um elemento crucial no processo de aprendizagem”, aponta Anderson Leal, consultor pedagógico da Conquista Solução Educacional.

A família também tem um papel importante na estruturação de rotinas, fundamentais para o processo educacional, principalmente para os mais jovens. Estabelecer horários fixos para os estudos, intercalados com momentos de descanso e atividades de lazer, contribui para a formação de um ambiente organizado, favorecendo o aprendizado. “A principal ajuda que a família pode dar é o estabelecimento de uma rotina consistente. Ao criar essa estrutura e respeitar o período de adaptação, os adultos fornecem ao estudante um suporte emocional primordial durante a transição de retorno às aulas”, destaca o especialista.

Segundo ele, a participação ativa dos pais na vida escolar dos filhos é frequentemente negligenciada, especialmente à medida que eles crescem. “No Ensino Médio, o envolvimento da família na vida escolar do estudante torna-se menos evidente. O trabalho deve ser colaborativo; não é viável que escola ou pais atuem sem o apoio um do outro”, afirma. O especialista recomenda que os pais conversem com os filhos sobre os estudos pelo menos duas a três vezes por semana, uma prática que pode melhorar a eficácia do aprendizado.

Além disso, a presença positiva e ativa na jornada educacional dos filhos é essencial para criar um ambiente motivador que estimula o aprendizado. Esse envolvimento evidencia para as crianças que a educação é valorizada por toda a família, promovendo uma abordagem mais segura e séria em relação à escola. “Por meio do exemplo familiar, os filhos percebem o valor atribuído a diferentes atividades. Por exemplo, a presença dos pais em eventos escolares, como apresentações, faz com que a criança reconheça a importância desses momentos e se sinta encorajada a se empenhar. O mesmo princípio se aplica aos estudos”, detalha Leal.

O especialista salienta que a desvalorização do processo educacional pela família pode ser internalizada pela criança, levando a um desinteresse que afeta negativamente o aprendizado e é frequentemente relacionado a um baixo rendimento do estudante, refletindo, inclusive, nas notas. “A presença dos pais na vida escolar tem inúmeros benefícios. É fundamental que esse envolvimento comece desde o início do ano letivo, minimizando as adversidades que o aluno pode enfrentar”, finaliza.

 

Conquista Solução Educacional


Mar Vermelho: O cenário atual do frete marítimo e seus reflexos globais

Como bem sabemos, a crise bélica no Mar Vermelho trouxe consigo uma onda de mudanças significativas no mercado de frete marítimo nesse início de 2024. Por sua vez, isso gera preocupações e questionamentos sobre seus impactos nos setores econômicos já que, de acordo com dados apresentados pelos índices Freightos e Drewry, o valor do frete marítimo experimentou um aumento expressivo entre dezembro e janeiro, sinalizando potenciais desafios para as cadeias de suprimentos globais.

 

Uma das consequências imediatas desse aumento de custo é o possível e iminente repasse para os produtos de bens de consumo, o que poderá contribuir para a elevação da inflação. Contudo, é essencial compreender que tais impactos podem não ser totalmente evidentes de imediato, visto que a curva de repasse de custos na supply chain não ocorre instantaneamente e que, neste cenário, o estoque já existente desempenha um papel crucial, retardando a absorção total dos aumentos de frete.


 

O Ano Novo Chinês também pode causar impacto

Um fator adicional a ser considerado é a proximidade do feriado do Ano Novo Chinês, historicamente associado a um pico nos preços de frete e congestionamentos devido à antecipação de pedidos e embarques. Assim, é razoável esperar que os impactos mais expressivos do aumento do frete se manifestem em fevereiro, uma vez que os efeitos dessa conjuntura se desdobram ao longo do tempo.

 

Contrariamente a cenários passados, o atual momento internacional não sugere uma quebra nas cadeias globais. Enquanto anteriormente testemunhamos um aumento exponencial na demanda por frete, impulsionado pela injeção de capital nas maiores economias globais, o momento presente é caracterizado por uma demanda mais moderada.

 

Além disso, não estamos enfrentando lockdowns em larga escala como na pandemia, o que permite uma resolução mais eficaz dos impactos imediatos através de rotas já estabelecidas.



Impactos para o agronegócio 

 

Os setores agrícola e de granéis apresentam nuances distintas em relação aos efeitos do aumento do frete. No agronegócio, os impactos imediatos são mais evidentes na proteína animal e no comércio de açúcar em contêineres, que enfrentam custos mais elevados e tempos de entrega prolongados.

 

No entanto, os índices Baltic e Platts revelam uma redução efetiva nos fretes de granéis de dezembro para janeiro, apesar de algumas preocupações sobre uma possível migração de granéis do transporte em containers para navios categoria handy, o que poderia resultar em aumentos de custo.

 

A sensibilidade das cotações internacionais do petróleo é outro elemento crítico a ser considerado, especialmente em regiões produtoras e em rotas estratégicas, como o Canal de Suez. A tensão na região, aliada ao uso frequente do Canal por tanques russos para transportar petróleo e derivados para o mercado asiático, torna evidente que eventos adversos podem gerar volatilidade nos preços internacionais do petróleo.

 

Diante desse cenário desafiador, é imperativo que empresas e governos adotem estratégias flexíveis e proativas para mitigar os impactos do aumento do frete marítimo. O monitoramento constante da situação global, a busca por eficiências na cadeia de suprimentos e a busca por alternativas logísticas são medidas cruciais para enfrentar os desafios emergentes.


Em suma, a dinâmica do frete marítimo neste início de 2024 exige uma abordagem cautelosa e colaborativa de todos os envolvidos na cadeia logística global. A compreensão dos fatores em jogo, aliada à ação estratégica, é fundamental para assegurar a resiliência e a sustentabilidade das operações comerciais em meio a um ambiente econômico em constante evolução.

 



Larry Carvalho - advogado especialista em logística, comércio exterior e agronegócios.

 

A criatividade dos brasileiros não tem fim: Conheça a Caixinha, um investimento popular no Norte do Brasil

No norte do Brasil, a “caixinha” é um investimento informal onde participantes contribuem e o organizador faz o dinheiro crescer. E também funciona como um tipo de empréstimo. Totalmente fora das instituições financeiras. Feito na base da confiança e amizade.


Economia real x economia formal

A economia formal muitas vezes parece distante e complexa para a maioria da população. No entanto, é interessante observar que, mesmo sem compreender totalmente os conceitos tradicionais do mercado financeiro, as pessoas desenvolvem iniciativas financeiras informais e que esbanjam criatividade, assemelhando-se, de certa forma, às dinâmicas oficiais de investimento. 

Um exemplo notável é a prática comum no norte do Brasil, principalmente no estado do Pará, conhecida como “caixinha”, um tipo de investimento financeiro extra-oficial que opera à margem do mercado de capitais, mas desfruta de grande popularidade entre os locais.


“Caixinha” - o que é e como funciona?

A “caixinha” é uma contribuição feita todos os meses por grupos de amigos, familiares ou colegas de trabalho, na qual os participantes podem realizar ações para aumentar a receita do grupo. O processo geralmente envolve os participantes (cotistas), efetuando pagamentos mensais de suas cotas e contribuindo todos os meses para a realização de eventos que visam impulsionar a arrecadação da caixinha, como sorteios, viagens e festas.

Adicionalmente, em muitas dessas “caixinhas”, é encorajado que os participantes busquem empréstimos remunerados com uma taxa de juros específica, com o objetivo de potencializar ainda mais o rendimento do empreendimento.


As “caixinhas” são fundos de investimento informais?

A peculiaridade deste modelo está na destinação do dinheiro, pois o organizador não apenas coleta as contribuições, mas também empreende ações para fazer o dinheiro crescer, como a realização de sorteios, excursões, vendas de bolos, etc. 

Algo curioso de se notar é que as pessoas buscam participar das “caixinhas” organizadas pelas pessoas com os melhores históricos de rentabilidade e confiabilidade, assim como ocorre com as gestoras de fundos de investimento tradicionais. Dependendo das estratégias dos organizadores, existem caixinhas melhores e piores que outras, assim como no universo dos fundos, das ações e dos títulos de dívidas.

Para garantir um funcionamento organizado, a administração da caixinha deve dispor de um regulamento que estabeleça as condições operacionais, como valores das cotas, datas de pagamento, taxa de juros dos empréstimos, políticas para atrasos, organização de eventos e outros aspectos relevantes. 

Ao fim de cada ano, essa caixinha é aberta, e o dinheiro é dividido como um 14º salário. O organizador recebe uma porcentagem pela administração, acrescentando uma camada adicional de incentivo para a gestão eficiente do fundo coletivo.


O que dizem os participantes das “caixinhas”?

Em jornais locais, é possível observar depoimentos de participantes como os da psicóloga Cleide Nascimento, que considera as “caixinhas” uma excelente maneira de economizar para as celebrações de final de ano, presentes de aniversário e despesas adicionais.

Ela também destaca a utilidade de contar com a reserva financeira no final do ano, comparando-o a um cofrinho, mas com a vantagem de que o dinheiro não fica inativo, pois sempre passa por correções de mercado, mesmo que modestas. Outro ponto positivo mencionado é que o retorno do investimento ocorre com menos burocracia.

A comerciante Diva de Belém (PA), por sua vez, afirma que organiza uma caixinha há muitos anos, e ela ajuda muito as pessoas. Diz, ainda, que existem umas caixinhas que são melhores do que as outras, a depender da estratégia do organizador. Com orgulho, declara que as dela têm até briga pra entrar.

Elder, um funcionário público de 47 anos de Belém (PA), afirmou que a caixinha é uma prática cultural na cidade. Ele mencionou que em Belém é comum que cada empresa tenha uma caixinha em cada departamento, e em cada rua há algum morador responsável por organizar a caixinha do bairro.


Renda passiva x renda ativa

Diferentemente dos investimentos convencionais, a caixinha não se limita a aplicar os recursos em instrumentos financeiros formais. Pelo contrário, o organizador busca alternativas criativas para gerar retorno, tais como rifas, festas, viagens e outras atividades que possibilitam arrecadar dinheiro adicional. Essa abordagem informal reflete a adaptabilidade do sistema às necessidades e características da comunidade local.


Cuidados necessários

Apesar da admiração por essa inovadora iniciativa local, é crucial ter cautela para evitar que a atividade seja considerada ilegal. Como os participantes não operam de forma paralela ao sistema financeiro, mas utilizam-se do sistema bancário, transacionando seus aportes pelos próprios celulares com os aplicativos das “fintechs”, a prática ocorre dentro da lei. Mas, ainda que seja uma atividade informal, os participantes devem tratá-la com seriedade. 

O maior desafio reside na determinação da taxa de juros, que em alguns casos, excede a praticada pela média das instituições, podendo assim configurar agiotagem, uma infração contra a economia popular prevista na Lei nº 1521/51. Dessa forma, recomenda-se que a taxa esteja alinhada com a média das principais linhas de crédito do mercado para evitar problemas legais.

Além disso, é muito importante documentar todas as reuniões e coletar assinaturas para prevenir eventuais litígios legais, inclusive com a contratação de um advogado em casos de falta de pagamento ou outras irregularidades.


Criatividade gera acessibilidade

Em resumo, a prática da caixinha no norte do Brasil destaca a capacidade das comunidades em desenvolverem soluções financeiras criativas e adaptadas às suas necessidades, mesmo quando distantes das formalidades da economia tradicional. É interessante notar como a caixinha se converte em uma espécie de microcosmo econômico, incorporando elementos do mercado oficial de forma simplificada e acessível.

Essa iniciativa extra-oficial, embora funcione à margem do mercado de capitais, utiliza princípios similares, como a circulação do dinheiro, a busca por retorno e até mesmo a cobrança de juros. A caixinha não apenas evidencia a criatividade das comunidades locais, mas também levanta reflexões sobre a necessidade de tornar o sistema financeiro formal mais acessível e compreensível para um público mais amplo. 

Ao compreender as práticas informais, é possível enxergar oportunidades de integração e desenvolvimento, promovendo uma relação mais inclusiva e equitativa entre a população e os serviços financeiros.

 

João Victorino - administrador de empresas e especialista em finanças pessoais. Com uma carreira bem-sucedida, busca contribuir para que as pessoas melhorem suas finanças e prosperem em seus projetos e carreiras. Para isso, idealizou e lidera o canal A Hora do Dinheiro com conteúdo gratuito e uma linguagem simples, objetiva e inclusiva.


Saiba como conseguir devolução total do dinheiro da passagem aérea

  Manual da ex-advogada e influencer de viagem Andrea Miramontes revela direitos aéreos que todo viajante deve saber

 

Muita gente não sabe que é possível reaver 100% do dinheiro pago em uma passagem aérea ao se arrepender da compra. E quem ainda vai adquirir a viagem de Páscoa e outros feriados precisa estar atento ao prazo, um dos requisitos para pedir o valor de volta, em caso de problemas.

Esse é um dos temas do e-book Direito do viajante - 7 regras aéreas que você deve saber, escrito pela ex-advogada e influencer de viagens Andrea Miramontes. A especialista ajuda viajantes pelo instagram @ladobviagem, com mais de 57 mil seguidores.

Para que tenha o direito de arrependimento previsto pela Anac (Agência Nacional de Aviação Civil), a passagem deve ter sido comprada pela internet, e o cancelamento deve ser solicitado em até 24 horas da compra.

"A terceira regra para conseguir o dinheiro de volta, sem qualquer custo, é que o bilhete também tenha sido adquirido com antecedência mínima de 7 dias da data do embarque. Então, é preciso ficar atento aos prazos", reforça Andrea Miramontes.

Apesar de ser positiva para o viajante, uma vez que partiu da própria Anac, Andrea completa que essa regra, na verdade, é bem menos abrangente que a do Código de Defesa do Consumidor, que já previa a possibilidade de arrependimento de compras em até 7 dias.

O e-book Direito do viajante - 7 regras aéreas que você deve saber revela direitos básicos para passageiros aéreos. O guia é vendido pela Hotmart por 58,40 reais, e os seguidores @ladobviagem têm desconto, com cupom a ser solicitado por DM no Instagram. “Muita gente perde dinheiro por não saber seus direitos”, completa.

Andrea também é autora do Guia de Viagem Pet Friendly, que tem renda voltada para proteção animal É possível seguir a influenciadora no Instagram também pelo @andreamiramontes.real e pelo @patasaoalto, site e redes sociais de proteção animal desde 2007. 

 

Andrea Miramontes - jornalista especializada em viagens há 24 anos @andreamiramontes.real, influenciadora no @ladobviagem, plataforma com site e redes sociais que inspiram viagens incríveis, passeios éticos com animais, roteiros veganos e vegetarianos pelo mundo e de viagens liberais. A jornalista já recebeu prêmios em sua área. Andrea também já foi advogada e responde a dúvidas dos seguidores sobre direitos dos viajantes nas suas plataformas: Instagram, Youtube e site. Trabalha voluntariamente como protetora de animais com o projeto @patasaoalto - site e redes sociais, que existe há 16 anos.



Novembro teve mais de 25 mil tentativas de fraude por dia, mostra Serasa Experian

Total do mês foi de 830.740 ocorrências, uma a cada 3,1 segundos;

Próximo das comemorações do Carnaval, números alertam foliões para segurança de dados pessoais;

·         Serasa Experian dá dicas para empresas e consumidores evitarem golpes 



Em novembro de 2023, segundo o Indicador de Tentativas de Fraude da Serasa Experian, foram registradas 26.798 ocorrências fraudulentas por dia, totalizando 830.740 no mês – uma queda de 0,8% em relação a outubro. Com uma investida criminosa a cada 3,1 segundos, focadas em roubos de identidade, os dados chamam atenção para que foliões redobrem a atenção aos seus dados e documentos durante o Carnaval. Veja, no gráfico abaixo, o levantamento mês a mês das ocorrências e, na tabela a seguir, a participação por idade:





As diligências registradas pelo indicador são consideradas malsucedidas graças às ferramentas de autenticação e prevenção a fraude. Elas são baseadas em verificação de documentos (análise de documentos de identificação), biometria facial e verificação cadastral. Do total de investidas criminosas, 35,9% foram contra consumidores com idades entre 36 e 50 anos. Confira todos os dados por faixa etária na tabela abaixo:



“O volume de tentativas de fraude do Indicador está relacionado ao onboarding, ou seja, ao momento de abertura de contas ou pedidos de cartões de crédito, por exemplo. Para garantir que essas transações estão sendo feitas por pessoas que são realmente quem se dizem ser, sem deixar de lado a preocupação em causar impacto negativo na experiência do usuário, as empresas precisam contar com processos ágeis e tecnológicos. Isso envolve aprimorar as camadas de proteção para uma análise assertiva e capaz de identificar comportamentos suspeitos para diminuir a incidência de golpes e a lesão a companhias e consumidores”, explica o diretor de Produtos de Autenticação e Prevenção à Fraude da Serasa Experian, Caio Rocha.

O setor de “Bancos e Cartões” foi o mais visado pelos fraudadores em novembro, com 50,0% das investidas criminosas. A área com menor incidência foi a de “Telefonia” (1,3%). No gráfico abaixo, o detalhamento desta visão de segmentos:



Sudeste na mira dos criminosos

Em novembro , três das quatro Unidades Federativas (UFs) do Sudeste lideraram o ranking com o maior volume de tentativas de fraude. Do total de estados, 17 registraram queda nas ocorrências golpistas na comparação com o mês anterior. Veja o levantamento estadual no gráfico abaixo e a variação mensal na tabela ao lado:




Tentativas a cada milhão de habitantes

Houve 3.833 tentativas de fraude a cada milhão de habitantes no Brasil em novembro. Na visão por UFs, o Distrito Federal liderou o ranking com 6.336 e o Maranhão apareceu com o menor número neste recorte (1.682). Confira o detalhamento por UFs a seguir:



“Fraudômetro”: contagem de tentativas de fraude em tempo real

O “Fraudômetro” é a primeira ferramenta de contagem de tentativas de fraude do país que contempla uma projeção do volume de investidas fraudulentas malsucedidas registradas pela companhia desde janeiro de 2023 até o momento atual. Entre janeiro até novembro de 2023, segundo o dispositivo da Datatech, a estimativa é que tenham ocorrido mais de 9,8 milhões de ocorrências criminosas contra empresas e consumidores.

Evite fraudes: veja dicas dos especialistas da Serasa Experian para se proteger

Consumidores:

· Garanta que seu documento, celular e cartões estejam seguros e com senhas fortes para acesso aos aplicativos;

· Desconfie de ofertas de produtos e serviços, como viagens, com preços muito abaixo do mercado. Nesses momentos, é comum que os cibercriminosos usem nomes de lojas conhecidas para tentar invadir o seu computador. Eles se valem de e-mails, SMS e réplicas de sites para tentar coletar informações e dados de cartão de crédito, senhas e informações pessoais do comprador;

· Atenção com links e arquivos compartilhados em grupos de mensagens de redes sociais. Eles podem ser maliciosos e direcionar para páginas não seguras, que contaminam os dispositivos com vírus para funcionarem sem que o usuário perceba;

· Cadastre suas chaves Pix apenas nos canais oficiais dos bancos, como aplicativo bancário, Internet Banking ou agências;

· Não forneça senhas ou códigos de acesso fora do site do banco ou do aplicativo;

· Não faça transferências para amigos ou parentes sem confirmar por ligação ou pessoalmente que realmente se trata da pessoa em questão, pois o contato da pessoa pode ter sido clonado ou falsificado;

· Inclua suas informações pessoais e dados de cartão somente se tiver certeza de que se trata de um ambiente seguro;

· Monitore o seu CPF com frequência para garantir que não foi vítima de qualquer fraude do Pix.



Empresas:

· Com a aceleração da adoção de canais digitais na vida dos consumidores, as empresas estão cada vez mais investindo em novos métodos de soluções antifraude e tecnologias sofisticadas ao longo da jornada do cliente, para que a segurança da operação não afete sua experiência integrada. A Serasa Experian, por exemplo, tem soluções modulares inteligentes e um time de especialistas que possibilitam oferecer uma experiência segura e sem atrito ao cliente final. Com combinação de dados, analytics e soluções automatizadas, as empresas podem expandir os negócios com segurança.

· Conte com plataformas de pagamento online. A empresa que deseja atuar de forma online, prestando serviços ou vendendo produtos, precisa ter a máxima atenção com os pagamentos. É preciso adotar uma sistemática que alie rapidez no processamento das transações à segurança;

· Faça a análise de compras: invista em camadas preditivas de crédito e fraude, principalmente as que realizam a análise comportamental dos seus clientes e usuários. Assim, sua empresa pode avaliar o histórico do consumidor no mercado, status do seu CPF ou CNPJ, os seus hábitos e a existência de pendências em seu nome, por exemplo;

· Verifique cadastros. Contar com uma base de dados do cliente é essencial para reforçar a segurança de operações online. Nesse quesito, ter acesso a um cadastro atualizado dos consumidores, no qual é possível checar a veracidade das informações fornecidas no momento de uma compra, por exemplo, é outra estratégia para reduzir os riscos na hora de vender. A confirmação cadastral pode facilmente identificar tentativas de fraudes, sinalizando situações suspeitas, como divergências de dados do cliente com as que constam de outras bases de dados confiáveis;

· Invista em soluções antifraude em camadas: não existe uma bala de prata que funcione para todos os casos. Por isso, é importante munir o seu negócio com tecnologias de ponta que, combinadas, ajudem a blindar todas as etapas da jornada do seu cliente.



Metodologia

O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraude – Consumidor é resultado do cruzamento de dois conjuntos de informações das bases de dados da Serasa Experian: 1) total de consultas de CPFs efetuado mensalmente na Serasa Experian; 2) estimativa do risco de fraude, obtida por meio da aplicação dos modelos probabilísticos de detecção de fraudes desenvolvidos pela Serasa Experian, baseados em dados brasileiros e tecnologia Experian global já consolidada em outros países. O Indicador Serasa Experian de Tentativas de Fraudes – Consumidor é constituído pela multiplicação da quantidade de CPFs consultados (item 1) pela probabilidade de fraude (item 2), além da adição do volume de tentativas de fraudes registradas pela companhia referentes a verificação de documentos, biometria facial e verificação cadastral.




Experian
www.experianplc.com


Posts mais acessados