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terça-feira, 5 de dezembro de 2023

Advogada critica forma de escolha de junta médica de planos de saúde: 'Abusiva na essência'

Junta está sendo criticada por dificultar o acesso de pacientes a procedimentos e daí o aumento de questionamentos no Judiciário

 

Clientes de planos de saúde têm ido cada vez mais à Justiça para questionar as juntas médicas por negarem alguns procedimentos. 

Regulamentada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) em 2017, a junta médica é instaurada quando há uma divergência entre o médico do paciente e o profissional técnico da operadora sobre a indicação de um procedimento. Em casos assim, nomeia-se um terceiro médico, chamado de desempatador, para dar o parecer. 

Quem faz uso dos planos vem reclamando que esse terceiro médico só pode ser escolhido a partir de uma lista pequena indicada pela própria operadora. Além disso, há críticas de uso indiscriminado da junta médica para dificultar o acesso a procedimentos. Daí o aumento de ações questionando esses resultados. 

Para Mérces da Silva Nunes, advogada e especialista em Direito Médico e Bioética pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo, o critério da escolha do médico desempatador é abusivo na própria essência. "A abusividade da situação é patente pelo simples fato de ser o médico desempatador indicado remunerado pela própria operadora de saúde, o que significa dizer que se a decisão do médico desempatador indicado, for contrária aos interesses e/ou ao posicionamento da operadora, por óbvio que este profissional deixará de ser futuramente indicado pela operadora para atuar em qualquer nova situação de divergência entre esta e o médico de um outro paciente", explica. 

A advogada também critica a atuação da ANS em casos assim. "Nos processos judiciais, é quase nula a influência das juntas médicas e do seu respectivo resultado, de forma que a impressão deixada, pela Resolução Normativa RN nº 424 da ANS, é a de que essas juntas médicas servem apenas ao propósito de evitar e/ou retardar a realização dos procedimentos indicados pelo médico assistente. A recusa de cobertura, fundamentada na conclusão da junta médica, não caracteriza negativa de cobertura indevida, circunstância que afasta a imposição de multa pela ANS", explica. 

Além do questionamento feito por entidades de defesa do consumidor, o paciente pode acionar o Judiciário "É possível requerer a produção de prova pericial para demonstrar a necessidade de realização do procedimento indicado por seu médico", diz Mérces da Silva Nunes.



Mérces da Silva Nunes -é advogada especializada em Direito Médico e Bioética/Crédito: Divulgação/M2 Comunicação Jurídica
 

Seis tendências do Marketing Digital para 2024

Camilla Covello, CEO da C2L | Communication to Lead, agência de comunicação, aponta perspectivas para o próximo ano no marketing digital

 

A comunicação é uma área em constante evolução. E o Marketing Digital não fica fora disso. É sempre muito importante estar atento às mudanças que ocorrem no cenário e se adaptar às estratégias de acordo com as necessidades e oportunidades que surgirem. Por isso, neste texto eu te mostro seis tendências do Marketing Digital para 2024. Confira!


  1. Inteligências Artificiais

A evolução das inteligências artificiais acontecem de maneira exponencial. Dessa forma, a integração da inteligência artificial nas estratégias de marketing devem continuar a crescer, melhorando a experiência do usuário e a eficiência das empresas. Então, o auxílio de ferramentas como Chat GPT-4 e outras já existentes no mercado, podem ser cada vez mais utilizadas.


  1. Privacidade de Dados e Regulamentações

As preocupações com a privacidade dos dados estavam levando a regulamentações mais rígidas em todo o mundo, como o General Data Protection Regulation (GDPR) na Europa, ou a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) no Brasil. Por conta disso, o marketing digital terá que se adaptar a essas novas regulamentações em constante mudança para comunicar de acordo com as normas impostas.


  1. Realidade Aumentada (RA) e Realidade Virtual (RV)

Assim como as inteligências artificiais, a Realidade Aumentada e a Realidade Virtual têm o potencial de transformar a maneira como as marcas se envolvem com seus clientes. Isso inclui experiências de compra virtuais, testes de produtos em ambientes virtuais e publicidade imersiva, através de aplicativos móveis, sem fazer os parceiros da marca saírem da própria casa para entrarem de cabeça no mundo da empresa.


  1. Comunicação Inclusiva e Madura

A comunicação inclusiva se concentra em uma abordagem que seja compreensível e acolhedora para uma ampla variedade de pessoas. Pensando nisso, o marketing digital pode adotar isso para alcançar diferentes segmentos de públicos, sem necessariamente excluir nenhum deles. A comunicação inclusiva e madura busca uma linguagem franca, sem preconceitos e que seja acessível a pessoas com diferentes vivências e aprendizados.


  1. Marketing Multicanal

À medida que os consumidores interagem com marcas em várias plataformas e dispositivos, o marketing multicanal se torna cada vez mais importante. Ou seja, é fundamental realizar a criação de estratégias que oferecem uma experiência consistente e contínua em todos os pontos de contato, seja em mídias sociais, e-mail, aplicativos móveis ou sites. O importante é estar presente em todos canais existentes. Ou seja, produzir conteúdo para o Instagram, ao mesmo tempo que esteja sendo produzido material para o TikTok, LinkedIn e outros canais que sejam interessantes para sua marca.


  1. Conteúdo Gerado pelo Usuário (CGU)

O conteúdo gerado pelo usuário, que os próprios clientes ou seguidores criam conteúdo relacionado a uma marca, produto ou serviço, está se tornando cada vez mais importante. Isso inclui avaliações, depoimentos, fotos e vídeos criados pelos usuários. As empresas podem incorporar o CGU em suas estratégias de marketing para aumentar a autenticidade, construir confiança e envolver a comunidade de clientes de maneira mais significativa. Além disso, o CGU pode ser uma fonte valiosa de conteúdo e feedback para as empresas.

Essa tendência aproveita a voz dos próprios consumidores e permite que as marcas se conectem de forma mais genuína com seu público-alvo, consumindo relacionamentos mais fortes e estimulando o engajamento. 



Camilla Covello - Fundadora e sócia-diretora da C2L | Communication do Lead Empresa e executiva, com mais de 20 anos de carreira, é graduada em Comunicação e Marketing pela FAAP, com MBA Executivo em Gestão de Saúde no Insper/SP e na Philadelphia University (EUA). Já cuidou de mais de 100 marcas em sua trajetória profissional como empresária do ramo da comunicação e marketing de saúde e implementou a Acreditação canadense no Brasil.
Linkedin: https://www.linkedin.com/in/camillacovello/
Instagram: https://www.instagram.com/camilla.covello/



Supremo define novos parâmetros para pedir danos morais em voos internacionais

Decisão recente do Supremo Tribunal Federal (STF) definiu, por unanimidade, que o prazo para o ajuizamento de ações pleiteando danos morais por voos internacionais é de 5 anos, conforme previsto no Código de Defesa do Consumidor (CDC). A Corte Superior julgou o recurso de uma passageira que processou a Air Canada pelo atraso de 12 horas em um voo e ganhou indenização de R$ 6 mil. 

O decisão atualizou o Tema 210, que possui repercussão geral. Ficou estabelecido que para os danos materiais o prazo prescricional segue sendo 2 anos, conforme estabelecido nas Convenções de Varsóvia e Montreal, enquanto o prazo para pleitear danos extrapatrimoniais passaram para 5 anos, observando o Código de Defesa do Consumidor. 

O atraso ou cancelamento de voos é considerado como falha na prestação de serviços, de modo que o CDC autoriza a indenização do passageiro por danos morais, visto que é uma situação que causa extremos transtornos ao consumidor. 

Destaca-se, ainda, a Resolução n.º 400 da Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC), que determina que em casos em que o voo atrasa mais do que 4 horas, a companha aérea é responsável por fornecer alternativas de reacomodação, reembolso, hospedagem, translado de ida e volta ou que o passageiro realize o trajeto por outro meio de transporte, podendo o consumidor optar pela alternativa que mais lhe atender no momento. 

Caso a companhia aérea descumpra o estipulado pela ANAC, bem como em situações de voo cancelado, é plenamente cabível o ajuizamento de ações judiciais para que o consumidor seja indenizado pelos danos sofridos, sendo o prazo de 2  anos para danos materiais e, conforme decidido agora pelo STF, o prazo de 5 anos)para danos morais.

 

Giovanna Falcaro - advogada especialista em Direito Civil da Falchet e Marques Sociedade de Advogados

 

10 tendências globais de Comunicação & Marketing para 2024

 Opinião 

O período que se encerra trouxe desafios e oportunidades notáveis, e representou uma constante transformação, especialmente por ter se concretizado como o fim ‘oficial’ da pandemia. Nasceram estratégias inovadoras, campanhas memoráveis e avanços tecnológicos que marcaram o caminho da comunicação e do marketing. No entanto, olhar para trás não é suficiente. Devemos mirar adiante e explorar as tendências que moldarão os próximos anos. E, o principal: é hora de fazer mais. Mais e melhor!

Selecionei aquelas que considero como as 10 principais tendências globais que os gestores e executivos deverão acompanhar atentamente, independentemente do porte de suas empresas e onde elas se situam no mundo.


  1. Conteúdo Interativo e Experiencial

Em 2024, o conteúdo interativo ganhará ainda mais força. As marcas buscarão envolver os consumidores de maneira ativa, permitindo que eles participem da narrativa e personalizem suas experiências. Vídeos interativos, realidade aumentada e outras tecnologias proporcionarão um relacionamento mais próximo com o público.


  1. Propósito e Responsabilidade Social

A busca por marcas com propósito continuará a crescer. Os consumidores esperam que as empresas demonstrem compromisso com causas sociais e ambientais. As marcas que incorporarem a responsabilidade social na estratégia verão uma substancial vantagem competitiva.


  1. Inteligência Artificial e Automação

A IA é, de fato, a bola da vez. E vem muito mais por aí. Ela continuará a ser uma força impulsionadora no marketing e na comunicação com os clientes, permitindo a personalização em escala, chatbots mais sofisticados e análises avançadas de dados para uma tomada de decisão mais precisa.


  1. Metaverso e Realidade Virtual

O metaverso terá uma segunda chance de tracionar. Será um campo de exploração para as marcas, onde elas poderão criar experiências imersivas para seus públicos. A realidade virtual e a realidade aumentada (citada no item 1) também se tornarão mais comuns em estratégias de marketing.


  1. Vídeo como Líder

O sucesso do TikTok não vai retroceder. O vídeo continuará a reinar como uma forma de conteúdo dominante, especialmente entre os nativos digitais. As transmissões ao vivo, o conteúdo de curta duração e a produção de vídeos de alta qualidade permanecerão no centro das estratégias de marketing. 


  1. Privacidade e Transparência

O cliente precisa – e deve, com respaldo legal – saber como os seus dados são usados. Com as crescentes preocupações com a privacidade, a transparência nas práticas de coleta e uso de dados se tornará ainda mais essencial. As empresas precisarão comunicar claramente as políticas de privacidade e manter a confiança dos consumidores.


  1. Colaboração e Parcerias Estratégicas

Parcerias entre empresas, influenciadores e outros stakeholders ganharão destaque. Em 2023 ficou claro que as marcas precisam se tornar creators alinhadas às expectativas e à realidade de seus clientes. A colaboração permitirá o alcance de novos públicos e a criação de conteúdo mais autêntico.


  1. Podcasts Nichados

Se 2022 e 2023 representaram um boom no mundo dos podcasts, o ano de 2024 servirá como um importante momento de concretização do conteúdo por áudio. Mais do que isso, o conceito de videocast se fortalecerá, com conteúdos nichados, focando nas demandas específicas de cada segmento e público-alvo.


  1. Personalização Extrema

Conteúdo e campanha ‘de prateleira’ não funcionam mais. A personalização continuará a evoluir, especialmente com IA e a análise de dados permitindo comunicações altamente específicas. Os consumidores esperam conteúdo que ‘converse’ com suas necessidades e desejos individuais.


  1. Marketing de Conteúdo de Longo Prazo

E para encerrar, o longo prazo. Afinal, o que fizermos em 2024 deverá ecoar por períodos maiores. Em vez de criarmos campanhas de curto prazo, precisaremos, enquanto executivos de comunicação e marketing, investir em estratégias de conteúdo perene para, assim, construirmos relacionamentos mais profundos e duradouros com os clientes.

Todos nós já sabemos, mas nunca é demais relembrar: o mercado está cada vez mais dinâmico e competitivo. A mudança é a única constante na comunicação e no marketing, e abraçar a inovação é essencial para o sucesso contínuo. Devemos nos manter ágeis, receptivos e focados em criar experiências significativas para nossos stakeholders. O próximo ano promete ser emocionante, com oportunidades empolgantes e desafios que nos tornarão profissionais melhores.

Estejamos preparados para vivenciar 2024 com confiança e criatividade.

 

 Cristiano Caporici - jornalista, cientista da comunicação, conselheiro do Núcleo Futuro e Tendências da ADVB/PR e diretor de marketing da Tecnobank.


5 desafios e 4 dicas de como se preparar para o mundo hiperconectado do 5G

A chegada da tecnologia 5G é um marco significativo, prometendo uma revolução na conectividade com maior largura de banda e menor latência, o que abre portas para uma série de novas aplicações e negócios. No entanto, os avanços tecnológicos trazem novos desafios, e a segurança das redes móveis 5G não é exceção. À medida que aderimos a essa próxima onda, temos que estar mais atentos a segurança digital

O 5G representa uma evolução substancial em relação às suas predecessoras, 3G e 4G, sendo projetado para ser mais robusto e eficiente. Porém, essa robustez não isenta as redes 5G de enfrentar desafios significativos em termos de segurança.

Com velocidades de download e upload consideravelmente mais rápidas, maior capacidade de rede e latência ultrabaixa, a tecnologia 5G permite inovações em setores como saúde, indústria, transporte e comunicação. Mas, essa velocidade e eficiência também tornam as redes 5G mais vulneráveis a ameaças cibernéticas.

Por isso, as organizações devem estar atentas a 5 desafios e 4 dicas para que possam fortalecer a resiliência cibernética.


Desafios de cibersegurança com o 5G

1. Maior superfície de ataque: Com mais dispositivos conectados e uma maior densidade de antenas, as redes 5G ampliam a superfície de ataque disponível para hackers. Cada dispositivo IoT (Internet das Coisas) conectado ao 5G representa uma possível entrada para um invasor.

2. Ameaças à privacidade: A coleta massiva de dados nas redes 5G pode levar a preocupações crescentes com a privacidade. A exposição de informações pessoais e sensíveis é um risco real, e medidas rigorosas de proteção de dados são essenciais.

3. Amplificação de ataques: A baixa latência do 5G pode ser explorada para amplificar ataques DDoS (Distributed Denial of Service), tornando-os mais devastadores. Além disso, ataques furtivos e rápidos podem ser difíceis de detectar, mesmo pelos Centros de Operações mais avançados (Security Operations Centers, os SOCs).

4. Fragilidades na autenticação: A autenticação é um ponto crítico na segurança do 5G. As redes devem garantir que apenas dispositivos legítimos tenham acesso, mas as técnicas de autenticação podem ser alvo de ataques de engenharia social e de força bruta.

5. Inteligência Artificial: Embora a IA e o aprendizado de máquina sejam usados para melhorar a segurança, também podem ser explorados por invasores. Os adversários podem usar algoritmos de IA para automatizar ataques e encontrar vulnerabilidades mais rapidamente.


Mitigando os riscos de cibersegurança com 5G

Cada vez mais, as corporações devem adotar algumas ações para ampliarem a segurança em um ambiente hiperconectado. São elas:

1. Criptografia forte: Implementar criptografia robusta para proteger a integridade dos dados transmitidos e armazenados nas redes 5G.

2. Segurança por design: Integrar medidas de segurança desde a concepção das redes e dispositivos 5G, considerando a segurança como uma prioridade desde o início.

3. Monitoramento contínuo: Estabelecer sistemas de monitoramento e detecção de ameaças em tempo real para identificar e responder rapidamente a possíveis violações de segurança, como SOCs avançados com IA.

4. Zero trust:  O uso da tecnologia Zero Trust é crucial para reforçar a segurança em redes 5G, pois garante que cada transação e acesso seja verificado continuamente, independentemente da localização do dispositivo ou usuário na rede. Isso é fundamental em um ambiente 5G distribuído, com inúmeros dispositivos IoT de forma a fortalecer a segurança em um cenário de ameaças em constante evolução.

O 5G é uma revolução tecnológica que promete transformar a maneira como nos conectamos e interagimos com o mundo. Entretanto, seus benefícios vêm acompanhados de desafios significativos de cibersegurança. Para garantir um futuro seguro e confiável no mundo hiperconectado do 5G, é essencial abordar esses desafios com medidas rigorosas de segurança cibernética, colaboração global e inovação contínua. Somente assim poderemos aproveitar todo o potencial do 5G enquanto protegemos nossos dados e nossa privacidade. 

 

Umberto Rosti - CEO da Safeway, empresa que compõe a torre de cibersegurança do Grupo Stefanini, referência em soluções digitais.


Os novos donos do poder

 Afinidades políticas, Meio Ambiente e Algoritmos redefinem o comportamento, o Comércio Internacional, o futuro. Agendas pontuais não respondem a desafios sistêmicos. A Natureza e o clima são sistemas. Exigem visão de Desenvolvimento Civilizatório e Sustentável que envolva todo o processo produtivo – pequenos, médios e grandes atores; empresas, pessoas. Planeta... Seremos “Senhores do Nosso Destino?” Teatro da guerra: a Educação e a Cultura. Arma: visão estratégica. Esperança de Paz: a conexão entre conhecimento e valores apontando uma saída para essa encruzilhada da História.

Contudo, ainda triunfa a visão institucional de curto prazo, apoiando ações políticas fragmentadas e excludentes. Ao mesmo tempo, mais de 50% das tecnologias sustentáveis já produzidas pela Ciência Tropical brasileira jamais conseguiram chegar aos usuários finais. Democratizar conhecimentos já disponíveis é o principal agente de transformação e de organização de cadeias produtivas sustentáveis, geradoras de Renda, Emprego e qualidade de vida.

 

Nada Será Como Antes... 

Países maduros dialogam com as novas realidades compondo estratégias fundadas em Ciência, mediadas pela Política, pela integração orquestrada entre o Público e o Privado. O Brasil pode dobrar a produção de alimentos sem derrubar uma única árvore, pode liderar o uso responsável da Água e das Energias Renováveis, mas disputa protagonismo setorial, ou individual, história com final conhecido: se for só Ciência, não aterrissa, não transforma; só social, não acontece, é irreal; só o negócio de alguns, a sociedade não aceita; só informação, não é Comunicação, não é diálogo, é Marketing.

Numa leitura livre da frase famosa do antropólogo Levi Strauss, o Brasil corre sério risco de chegar à sociedade híperconectada sem ter passado pela civilização. E talvez sem que os atores dos poderes político e econômico percebam que não têm mais o controle total do timão. 

 

O Mundo do Comércio Convencional Não Existe Mais

No final de setembro, em Dijon, na França, o Vice-Diretor Geral da Organização Mundial do Comércio (OMC), Jean-Marie Paugam, exibiu as tendências-chave do comércio internacional: geopolítica, clima e sustentabilidade, regulamentação da qualidade. As trocas globais serão impactadas por duas variáveis: o meio ambiente e a afinidade -ou hostilidade - política. 

Mais incertezas no radar do Brasil, cujo desenvolvimento econômico é indissociável do desempenho do setor agroalimentar: o País mora no Ocidente, precisa da confiança dos vizinhos de CEP (o acordo Mercosul é apenas um exemplo);e, ao mesmo tempo, é chino-dependente – Beijing comprou 41,4% das exportações do Agro, em março.

Incertezas impactam empresas, investimentos, geração de empregos. Podemos transformar crise em oportunidade? Seremos espectadores do colapso ou líderes globais do mercado agroindustrial alimentar global, que gira algo como US$13,5 trilhões por ano -ou, perto de três vezes o valor do setor fóssil? 

São muitas as complexidades e interesses, mas espaço para a convergência de propósitos existe. Situa-se no universo da Cultura, local onde o jogo é realmente jogado.

 

Novos Paradigmas: Cultura, o Ambiente do Diálogo Global 

A necessidade de construirmos sociedades mais justas, equânimes e colaborativas nos tempos presente e futuros é consensual. Parece indiscutível também que a constituição de futuros implica na formação de gerações que considerem a preservação da vida em seus diversos projetos, o que remete à reflexão sobre o desenvolvimento sustentável.

Investir em Ciência e Tecnologia é importante, mas também é crucial mudar atitudes; unir informação a modos de concepção de um mundo no qual as pessoas se sintam respeitadas em seus direitos e responsáveis pelos deveres em relação a si e ao outro.

Hoje, tomar decisões obriga compreender contextos, os hábitos pessoais e coletivos que constituem o caldo cultural. A informação é apenas um dos elementos que levam as pessoas a agir e a se posicionar.

Nesse sentido, a educação para o desenvolvimento sustentável (EDS) deve contribuir para o fomento dessa consciência, para estabelecer estreita relação entre conhecimento e valores. Uma sociedade inclusiva exige investir em cenários futuros; em processos formativos, informativos e tecnológicos. 

No Brasil, a promoção do conhecimento na educação básica ainda não responde às demandas da sociedade e aos anseios dos jovens. Se a Constituição prescreve que o objetivo da educação é formar plenamente a pessoa, prepará-la para o exercício da cidadania e para o trabalho, o currículo de todas as áreas do conhecimento deve, de fato, mirar o conteúdo técnico, estético e ético. Todos os campos do conhecimento precisam ser abordados por meio de valores que visem o coletivo, para que as novas gerações compreendam a função do desenvolvimento científico, a sua aplicação social.

 

Os Novos Donos do Poder

Cresce de maneira assustadora a transferência de poder para sistemas baseados em algoritmos. Os governantes de direito não percebem, mas na prática perdem o poder efetivo de controle sobre os fatos, de converter políticas públicas e privadas nas realidades que anseiam. O sistema de tomada de decisão é cada vez mais baseado em grandes massas de dados. Com isto, muitas vontades são e serão contrariadas.

 Predomina a tendência de preferirmos abrir mão da liberdade individual em favor de segurança, conforto, conveniência e simplificação. Já está acontecendo na África, onde nas grandes negociações de Telecom a China compra o direito de uso dos dados, desde o reconhecimento facial ao comportamento de consumidores. Em troca, promete melhorar a segurança, a identificação de criminosos, baixar os índices de criminalidade. Conforto e segurança em troca da liberdade é um “trade-off” muito perigoso: mitiga problemas graves e imediatos do cotidiano, mas no longo prazo inclui a concessão de poderes que nem mesmo estão situados sob o controle de Nações. 

Fragmentar a informação e ação inibe que a sociedade se perceba como coletivo. E gera o ambiente que empodera entidades sem compromisso com o bem comum e a democracia. 



Fernando Barros - jornalista e Gerente Executivo do Instituto Fórum do Futuro

Mário Salimon - consultor internacional especializado em gestão da estratégia e mudança organizacional.

Márcia Azevedo - pesquisadora e colaboradora na Universidade Estadual de Campinas – Unicamp. Membro da Cátedra de Educação Básica Alfredo Bosi do Instituto de Estudos Avançados da Universidade de São Paulo (USP) e Coordenadora Pedagógica no Colégio Espírito Santo (SP).


Carro, ônibus ou avião? Acerte na escolha do transporte para a viagem de férias

 


Especialista do CEUB avalia custo-benefício, prós e contras de cada meio de transporte

 

A corrida para planejar as férias está a todo vapor. Entre tantas decisões a tomar, uma das mais comuns é escolher o meio de transporte com o melhor custo-benefício para a jornada: carro, ônibus ou avião? Pensando na expectativa do brasileiro em economizar no roteiro de férias, o especialista em Consultoria Empresarial, professor de Ciências Contábeis do Centro Universitário de Brasília (CEUB), Max Bianchi Godoy, explica os prós e contras de cada estilo de viagem. 

De acordo com o especialista, para acertar na escolha do meio de transporte, é preciso levar em conta a distância para o destino, o orçamento disponível para o período, o conforto desejado e as necessidades de cada viajante. “Fazer as reservas com a maior antecedência possível e avaliar a flexibilidade quanto às datas de ida e de retorno podem resultar em economias significativas, independentemente da escolha do transporte”, revela o professor.

 

Viagem com carro próprio

Se a opção escolhida para o deslocamento for carro próprio, Bianchi destaca que a escolha permite que ao viajante sair a qualquer momento, planejar paradas e desvios ao longo do caminho para conhecer novos lugares. Outra vantagem é a privacidade oferecida pelo veículo pessoal, especialmente valorizada por famílias com crianças ou por quem precisa transportar mais bagagens. Em viagens em grupo, a divisão dos custos entre os ocupantes pode resultar em opção mais econômica em comparação com outras alternativas de transporte. 

Por outro lado, o especialista adverte que a viagem de carro pode trazer maior desgaste ao veículo e necessidades de manutenção: passeios de longas distâncias aumentam a deterioração com custos com combustível, pedágios e manutenção. Outro aspecto levantado por Max Bianchi é o cansaço do motorista ao dirigir por longas horas, que pode requerer a realização de paradas frequentes, o que tende a prolongar o tempo de viagem, além dos riscos inerentes ao trânsito, com a possibilidade de enfrentar tráfegos intensos e condições climáticas adversas.

 

Viagem de ônibus

A opção de ônibus pode apresentar bom custo-benefício, em especial para viagem de uma ou duas pessoas, sendo geralmente mais barata que as demais, principalmente se for para destinos mais populares. “Quanto à segurança, há a delegação da responsabilidade pela condução da viagem a um motorista profissional, o que costuma reduzir o estresse dos passageiros, dispensando ainda preocupações com estacionamento, combustíveis e pedágios”, destaca. 

Por outro lado, o docente do CEUB relata que a viagem de ônibus fornece um limitado conforto devido ao espaço reduzido ocupado pela pessoa, além de requerer cuidados quanto aos objetos pessoais e bagagem. Ele lembra que os horários fixos precisam ser respeitados, seja na partida, paradas e na chegada. "As paradas são predeterminadas, podendo aumentar custos com lanches e alimentação, sobretudo em viagens mais longas”, completa.

 

Viagem de avião

Para destinos distantes, o avião economiza tempo, oferece conforto e é estatisticamente o meio de transporte mais seguro. No entanto, os custos são mais elevados, sobretudo na alta temporada ou nas compras de última hora. “Restrições de bagagem e necessidade de transporte adicional do aeroporto ao destino podem aumentar os gastos”. Max Bianchi ressalta as comodidades quanto ao entretenimento a bordo do avião, a facilidade de acesso à internet e a serviços de alimentação nos percursos.  

No entanto, também tende a ser o meio de transporte mais caro, sobretudo para famílias com mais de duas pessoas, dependendo do destino e de quando é realizada a compra das passagens. “Quanto mais próximo da data da viagem se adquirirem as passagens, elas tendem a ser mais caras”, considera. O especialista alerta para as limitações das bagagens e restrições do peso, tamanho das malas e objetos a serem levados. “Também é preciso considerar a contratação de transportes de translado do aeroporto até o destino, o que encarece a viagem”.



Pequenos negócios geraram 71% das vagas de trabalho criadas em 2023

De acordo com estudo do Sebrae feito com dados do Caged, as MPE contrataram 1,26 milhão de um total de 1,78 milhão de carteiras assinadas 

 

O Brasil alcançou, no último mês de outubro, a marca de 1,78 milhão de novos empregos gerados desde o início do ano. Desse universo, quase 71% foram criados pelas micro e pequenas empresas, o que corresponde a aproximadamente 1,26 milhão de novos postos de trabalho. Já as médias e grandes geraram 372,4 mil vagas, o que equivale a cerca de 21% do total de empregos. Os dados são de um estudo do Sebrae realizado a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, do Ministério da Economia. 

Considerando apenas o mês de outubro, o levantamento do Sebrae mostra que foram criados pouco mais de 190 mil vagas de trabalho. As micro e pequenas empresas contribuíram com 124,1 mil empregos, o que representa 65,2% do saldo líquido de contratações efetuadas. Enquanto as média e grandes empresas foram responsáveis por 69,8 mil novas vagas, equivalente a 36,7% do saldo. 

Para o presidente do Sebrae, Décio Lima, os números mostram, mais uma vez, a força do pequeno negócio e a importância desse segmento para a economia. “São os empreendedores de pequeno porte que têm sustentado o país. São as pessoas que acordam todas as manhãs e fazem o Brasil se movimentar, distribuindo renda, proporcionando inclusão social e a transformação das vidas de bairros e municípios, em todas as regiões. Pela primeira vez na história o Brasil registrou a marca de 100 milhões pessoas ocupadas. E temos uma das menores taxa de desemprego de 7,6%”.


Arquidiocesano inaugura sua premiada iluminação de Natal para visitação


 São mais de 40 anos de tradição iluminando o Natal paulistano 

Em 2023, a decoração de Natal contempla mais de 150 mil lâmpadas de led, que são renovadas todo ano (Imagem: Acervo Colégio Marista Arquidiocesano)

 

No dia 5 de dezembro (terça-feira), às 20h, o Colégio Marista Arquidiocesano, responsável por uma das iluminações de Natal mais tradicionais da capital paulista, inicia a visitação do público ao presépio que representa a Sagrada Família.

 

Além do presépio com imagens em tamanho real, o Colégio Marista Arquidiocesano enfeita a sua fachada neoclássica com cascatas iluminadas, estrelas e adornos. Destaque para os enfeites feitos de ferro e iluminação em led confeccionados internamente no colégio. Neste ano, os tradicionais anjos feitos de material reciclável estarão com uma nova iluminação.

 

Em 2023, a decoração de Natal contempla mais de 150 mil lâmpadas de led, que são renovadas todo ano.

 

A exibição acontece na entrada principal do colégio, localizado na Rua Domingos de Morais, nº 2565, na Vila Mariana, aberta ao público e gratuita. A visitação acontece até 5 de janeiro de 2024 e o horário da iluminação e visitação será das 20h até às 22h. Nos dias 24 e 31 de dezembro haverá somente a iluminação e não abre para visitação.

 

"É com grande alegria e espírito festivo que celebramos a inauguração da iluminação de Natal do Arquidiocesano, no ano em que o colégio completa 165 anos de sua fundação. Ao acendermos as luzes, estamos acionando não apenas lâmpadas, mas a esperança em nossos corações e a promessa de dias cada vez melhores. Nossa iluminação de Natal não é apenas um espetáculo visual, mas uma expressão do espírito comunitário que nos une", afirma o gerente do Colégio Marista Arquidiocesano, Marcus Vinicius de Souza.

 

Serviço:


Visita (gratuita) da celebração do Natal do Colégio Marista Arquidiocesano

Local: Rua Domingos de Morais, nº 2565, Vila Mariana, São Paulo (SP).

Período de visitação: de 5 de dezembro de 2023 a 5 de janeiro de 2024.

Horário de visitação: das 20h até as 22h.

Importante: nos dias 24 e 31 de dezembro haverá somente a iluminação da fachada e não há visitação.

 

Colégios Maristas
maristabrasil.org/

segunda-feira, 4 de dezembro de 2023

Coalizão Vozes do Advocacy realiza capacitação em diabetes de agentes comunitários de saúde em Araçatuba

Com o panorama de mais 16 milhões de brasileiros com diabetes no país*, sendo que cerca de 8 milhões deles desconhecem o diagnóstico, a Coalizão Vozes do Advocacy em Diabetes e Obesidade, em parceria com: a Associação Botucatuense de Assistência ao Diabético e a ADJ Birigui promovem o Projeto Diabetes em Ação, no dia 13 de dezembro, em Araçatuba, interior de São Paulo.

A edição será no Anfiteatro da Unitoledo, na Rua Antônio Afonso de Toledo, 595, em Araçatuba, das 8h às 12h30. A iniciativa tem o intuito de capacitar 200 agentes comunitários de saúde a respeito de diabetes.

Desde janeiro deste ano, as profissões de agentes comunitários de saúde e de combate às endemias são reconhecidas como profissionais de saúde e cada vez mais se ampliam suas atuações junto à comunidade, pois são responsáveis por: identificar áreas e situações de risco individual e coletivo; encaminhar as pessoas aos serviços de saúde sempre que necessário; orientar as pessoas, de acordo com as instruções da equipe de saúde; acompanhar a situação de saúde das pessoas, para ajudá-las a conseguir bons resultados.

Além disso, desde 2018, estes profissionais podem aferir a pressão e a glicemia da população e encaminhar as pessoas aos serviços de saúde, caso haja alteração em algum dos índices, tendo um papel relevante no diagnóstico precoce de diabetes e hipertensão. Mas para que estas tarefas possam ser executadas com êxito, os profissionais precisam ser treinados e autorizados legalmente.

Gastos relacionados com diabetes no Brasil chegaram a 42,9 bilhões de dólares em 2021*. Os custos diretos atribuíveis à hipertensão arterial, ao diabetes e à obesidade no Brasil totalizaram R$ 3,45 bilhões, ou seja, US$ 890 milhões, considerando gastos do SUS com hospitalizações, procedimentos ambulatoriais e medicamentos***.

Nesta edição, o projeto conta com o apoio da empresa Roche.

 

Sobre a Coalizão Vozes do Advocacy em Diabetes e em Obesidade

Com a participação de 22 associações e de 2 institutos de diabetes, o projeto promove o diálogo entre os diferentes atores da sociedade, para que compartilhem conhecimento e experiências, com o intuito de sensibilizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico e tratamento precoces do diabetes da obesidade e das complicações de ambas as doenças, além de promover políticas públicas, que auxiliem o tratamento adequado destas doenças no país.

Mais informações podem ser acessadas nas redes sociais: Instagram: vozesdoadvocacy e no Facebook: vozesdoadvocacy.

 

Referências:

*Federação Internacional de Diabetes: https://diabetesatlas.org/

**Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) 2020: https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/publicacoes-svs/vigitel/relatorio-vigitel-2020-original.pdf

*** Custos atribuíveis à obesidade, hipertensão e diabetes no Sistema Único de Saúde, Brasil, 2018: https://scielosp.org/article/rpsp/2020.v44/e32/#:~:text=Os%20custos%20diretos%20atribu%C3%ADveis%20a,e%20medicamentos%20(tabela%202).


Aneurisma cerebral: saiba como prevenir a doença silenciosa, que pode ser fatal

Crédito: canva
A maioria das pessoas que convive com a condição só descobre em caso de agravamento da doença; neurocirurgião da Clínica Araújo & Fazzito lista dicas

 

O aneurisma cerebral é uma condição extremamente grave que, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), atinge duas a cada 100 pessoas no mundo e pode ser confundida com AVC ou até mesmo enxaqueca. Ainda segundo a organização, a maioria das pessoas não têm sintomas e só descobre a doença caso ela se agrave. 

É exatamente por isso que o Dr. Antônio Araújo, neurocirurgião da Clínica Araújo & Fazzito e do corpo clínico do Hospital Sírio Libanês, comenta a importância de procurar um especialista caso tenha dores de cabeça frequentes. “O aneurisma ocorre quando uma artéria no cérebro se enfraquece e se dilata, formando uma espécie de ‘bolsa’ cheia de sangue com um grande risco de romper causando hemorragia e podendo ser fatal”, explica ele. 

A boa notícia é que existem diversas formas de prevenir o aneurisma cerebral. “Uma rotina com hábitos saudáveis, manter exames em dia e evitar consumo de substâncias como cigarro e bebida alcoólica já ajudam na prevenção, mas as idas ao médico ainda são importantíssimas”, comenta o Dr. Araújo.

 

Controle da pressão arterial 

A hipertensão arterial, segundo o neurocirurgião, é um fator de risco significativo para essa condição, por isso, manter a pressão sob controle é essencial. “Para monitorar e, se necessário, regular a pressão, é necessário um acompanhamento médico. Vale lembrar que, a alteração da pressão não necessariamente indica uma doença e é por isso que só um especialista poderá dar esse diagnóstico”, explica.

 

Estilo de vida saudável 

Quando se fala em prevenção de doenças, manter um estilo de vida saudável sempre é assunto, o que mostra a importância de se alimentar bem, manter uma prática regular de exercícios, beber água, evitar o tabagismo e o consumo de bebidas alcóolicas. 

“É importante ter uma alimentação rica em frutas, vegetais e pobre em gorduras saturadas e colesterol. Isso, em conjunto com a prática de alguma atividade física, como caminhar, por exemplo, ajuda na manutenção da saúde vascular”, aponta o especialista.
 

Exames médicos regulares 

Muitas pessoas não têm o costume de realizar exames, mas eles são fundamentais já que ajudam a monitorar a saúde cardiovascular. “Exames de imagens, como angiografia cerebral, tomografia, ressonância entre outros podem ser solicitados por médicos caso haja necessidade. Eles são importantes quando o paciente tem alguma queixa ou histórico familiar que represente algum risco”, explica o Dr.
 

Histórico familiar 

Falando em histórico familiar, é essencial conhecer sua predisposição genética. “Pessoas que tenham familiares com casos de aneurisma, têm um risco aumentado para o surgimento e desenvolvimento da condição aumentando a importância de controle da saúde através de consultas médicas e exames”, comenta o especialista.

 

Controle do estresse 

Segundo o Dr. Araújo, o estresse pode desempenhar um papel na saúde vascular e controlá-lo serve para prevenir doenças como o aneurisma. “Por isso, meditar, fazer yoga e atividades relaxantes ajudam a reduzir o estresse corporal", finaliza o dr. Araújo.

 

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