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quarta-feira, 16 de junho de 2021

Como a leitura da fisionomia ajuda a melhorar a autoestima


O rosto é como uma autobiografia, a proporção, forma, traços e até as linhas de expressão, que incomodam tanto, apontam características importantes para o autoconhecimento. A maquiadora Karina Saib utiliza a técnica clássica chinesa da “leitura da fisionomia”, para ensinar as mulheres como enaltecer seus pontos fortes com a maquiagem, com isso restabelecer a autoconfiança e elevar a autoestima.

 

Para identificar as habilidades, comportamento, temperamento e personalidade, é necessário analisar os olhos, orelhas, nariz, bochecha, boca e o queixo. Também regiões específicas do rosto, o lado direito, que apresenta a intimidade e o esquerdo a socialização. A parte superior que vai do couro cabeludo às sobrancelhas, que simboliza o intelecto, a mediana, das sobrancelhas ao nariz, que corresponde ao lado emocional e o inferior, do nariz ao queixo, que representa as necessidades, comunicação e a intuição.

 

“Com a leitura da fisionomia temos a chance de nos conhecermos de verdade, quem somos na essência. O rosto é como um mapa, temos mensagens gravadas do nosso passado, presente e como projetaremos o futuro. Esse estudo traz a segurança que tanto buscamos em nós mesmos, é surpreendente o que podemos descobrir”, diz Karina.

 

Para quem deseja mudar o visual por completo e dar também uma repaginada no cabelo, no salão boutique da maquiadora, localizado no Itaim Bibi, em parceria com o cabelereiro e visagista Eddy Lopes, a cliente pode optar pelo “Essensity Beauty”, uma consultoria exclusiva de transformação.



 

 

Instagram: @studiokarinasaib


5 passos para uma mudança geral de hábitos

O que é habito? O hábito nada mais é que uma repetição de ações e atitudes constantes e repetidas que se tornar regras em nossa vida. E isso pode ser bom ou ruim.

Por exemplo, se eu começo acordar cedo todos os dias, meu corpo vai se acostumar tanto com o horário, que chega uma hora que não preciso nem de despertador mais, da mesma forma se eu começo a acordar tarde todos os dias, ou coloco 10 vezes o botão da soneca do celular para despertar, o dia que eu acordar cedo meu corpo vai sofrer horrores.

Segundo uma pesquisa na universidade de Duke, nos EUA, cerca de 40% de nossa rotina é feita de hábitos. É como se estivéssemos no piloto automático por mais de nove horas por dia.

Incrível, não é?!

A gente sabe que a mudança de hábito é uma das coisas mais difíceis da vida. Quantos de nós já não começamos inúmeras coisas e paramos no meio?

Pois é. Já ouviram falar na teoria dos 21 dias?

A teoria foi formulada pelo cirurgião plástico Maxwell Maltz, especializado em amputações e cirurgias plásticas, em meados da década de 1950. Após uma amputação de braço ou perna, os pacientes sentiam a sensação que ainda tinham o membro amputado.

Depois de observar diversos pacientes, o médico notou que eles levavam em média 21 dias para se adaptar com a nova situação de não ter um membro. Por isso que quando iniciamos um novo hábito, precisamos insistir até que isso vire de fato um hábito, até o cérebro entender um novo estilo de vida.

Mas para isso acontecer, é preciso ocorrer uma escolha, é necessário plantar em você uma nova ideia, como uma semente é plantada. Um novo hábito no início não será fácil, mas ele te trará para fora novamente, e você dará frutos através dele.

Em algum momento, a nossa vida vai sentir o peso do nosso hábito. Se for um hábito bom, vamos colher bons frutos, mas se for ruim, poderá afetar o lado profissional, pessoal e até o sentimental.

O fato é que para mudar um hábito precisamos de tempo e persistência, e com certeza, não vai ser algo fácil. Temos que conter a nossa vontade imediata de satisfazer o nosso prazer e pensar a longo prazo. Só assim vamos dizer os nãos que precisamos dizer, e aguentar firmes e fortes até a conquista do nosso objetivo.

Para te ajudar a mudar de vez os hábitos, separei algumas dicas. Confira abaixo:

1. Comece tirando seu cérebro da zona de conforto

Exercícios para o cérebro ajudarão a ter uma mente mais saudável e mais produtiva.

Podemos escovar os dentes com a mão contrária da que estamos acostumados, mudarmos o caminho até o trabalho, escola e/ou faculdade, dar carona para alguém para prestarmos atenção em outras atitudes no trajeto, escrever com a mão contrária, etc.

Essas pequenas mudanças te ajudarão a tirar o cérebro do automático.

2. Faça uma análise da sua rotina atual

Analise e visualize tudo de ruim que seus hábitos atuais estão te causando, e tudo de bom que você não está usufruindo, porque já entrou no piloto automático, por isso a importância, dos exercícios para o cérebro.

Crie uma tabela de somatórias para exercícios de maus hábitos.

3. Entenda que é preciso ter equilíbrio do corpo, mente e espírito

Engana-se quem acha que ter uma vida saudável só depende de muito exercício e dietas. É necessário ter um equilíbrio entre corpo, mente e espírito.

É preciso sim cuidar do corpo, mas não só se exercitar que é o essencial, mas também cuidar da sua pele, ter uma boa noite de sono, uma boa alimentação.

É preciso cuidar da sua mente para que consiga ter disposição de fazer tudo que falamos do corpo. Como? Consumindo bons conteúdos, como livros, etc. Pois a sua mente pode ser sua amiga, mas se você não cuidar, ela pode ser sua inimiga e te levar a uma depressão.

E por fim, é preciso cuidar do seu espírito com meditações e orações diárias!

4. Coloque toda a mudança em prática

Quer mudar de vida? Então coloque sua mudança em prática. Não adianta nada se sabotar, mentir para você mesmo procrastinando atitudes que só dependem de você. Então se você definiu metas, mudanças na sua vida, coloque em prática. Se esforce!

5. Defina um horário para você se cuidar

O ideal seria se fosse a primeira hora do dia, porque sua primeira hora, impacta totalmente na sua última hora.

A disciplina tem que estar alinhada com a liderança, liderar você e sua mente, é o que te faz ter autoridade com a sua família e seus negócios, sua equipe. Você simplesmente derrama o que já existe em você, assim terá o respeito e a autonomia que busca tanto.

E lembre-se, hábito tem que incluir: o amor, o riso, a paz, a harmonia, o conhecimento.

 


Luzia Costa - empreendedora e mentora. CEO do Grupo Cetro, detentor das marcas Sóbrancelhas, Reduci, DepilShop, entre outras startups. Seu propósito é transformar vidas através do empreendedorismo.


Seis dicas para facilitar a rotina de pessoas com a doença de Parkinson

 Divulgação
Com o aumento na expectativa de vida, o número de enfermos pode dobrar até 2040


Segundo dados retirados da Biblioteca Virtual em Saúde do Ministério da Saúde, a doença de Parkinson é a segunda patologia degenerativa, crônica e progressiva do sistema nervoso central mais frequente no mundo, atrás apenas do Alzheimer. Estima-se que há aproximadamente 4 milhões de pessoas no mundo vivendo com a enfermidade, o que representa 1% da população mundial a partir dos 65 anos, de acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS). Com o crescimento na expectativa de vida, este número pode dobrar até 2040. Para as famílias que já convivem com entes nesta condição, a equipe de profissionais da Home Angels, maior rede de franquias de cuidadores da América Latina, preparou algumas dicas para facilitar as tarefas diárias. 

  • Antes de iniciar uma atividade, peça que o idoso faça o planejamento mental do que será realizado. Desta maneira, ele terá maior segurança no movimento que irá fazer. Vale ressaltar que esta organização não será tão eficaz se o ambiente sofrer com mudanças contínuas, por isso, deve-se evitar a troca de móveis, por exemplo. 
  • Quando a atividade apresentar certo risco ou esforço para o idoso, evite conversar com ele pois, assim, a atenção não é dividida e o foco fica apenas no que está sendo feito. Lembre-se, no Parkinson, os movimentos deixam de ser automáticos e passam a ser pensados antes de serem realizados. Este entendimento ajuda  a compreender porque as atividades são realizadas uma a uma e não duas ao mesmo tempo. 
  • Durante as refeições, evite deixar a televisão ligada. O idoso precisa estar em uma posição confortável e o ambiente deve contar com uma boa iluminação. Os utensílios usados para a refeição podem ser adaptados.
  • Tenha sempre por perto uma cadeira, pois em casos de fadiga extrema, o idoso tem onde descansar. A cadeira, em um determinado estágio da doença, se torna um item importante para o idoso que já apresenta instabilidade postural.
  • Priorize roupas confortáveis, evitando botões ou zíper; caso tenha, deixe o idoso sentado para abri-los e fechá-los. Pode ser que sejam necessários comandos verbais para ajudar na construção do movimento que será realizado, portanto, observe o idoso para ver se este já é o caso.
  • A fadiga é uma característica muito comum e é até mesmo esperada na doença, que causa muito impacto na condição geral do enfermo. Existem técnicas para o gerenciamento desse estágio e os profissionais de saúde envolvidos nos cuidados podem te ajudar. Além das técnicas, uma boa noite de sono e um cochilo, 40 minutos no máximo, no meio da tarde, pode ajudar bastante. 

 


Home Angels

https://www.homeangels.com.br/


Sensação de Exaustão Mental: saiba como lidar com ela

 Excesso de informações e sentimentos provocados pela pandemia vêm provocando efeitos nocivos à saúde mental, incluindo dificuldade constante de concentração, insônia e até mesmo crises de ansiedade e depressão


Cansaço, estresse mental, tristeza. Esses são alguns dos adjetivos que podem descrever como anda a saúde mental da população um ano após o início da pandemia. Com o aumento de casos e mortes e novos lockdowns podendo ser decretados, a esperança de que a situação pudesse mudar vai sendo adiada, gerando ainda mais ansiedade na população.

Os dados confirmam a tendência. Um estudo encomendado pela revista Veja aponta que mais de 80% da população acha que a crise está demorando mais do que esperava e cerca de 73% veem o número de óbitos muito acima do que imaginavam. A preocupação em perder algum parente é grande para 48% dos brasileiros e cerca de 8% temem ficar desempregados. São medos que, aliados com uma rotina mais sobrecarregada de home office para muitos, abalam em muito o equilíbrio mental.

Para o psiquiatra Marco Abud, especialista no assunto, o excesso de informações acaba preenchendo nosso cérebro de tal maneira que resulta em um turbilhão de reflexões que, em alguns casos, leva a um descontrole emocional capaz de levar à dificuldade constante de concentração, insônia, e até mesmo crises de ansiedade e depressão.

"Não existe ainda um consenso que classifique o que vem sendo denominado de ‘aceleração do pensamento’ como um distúrbio, até por conta da necessidade de estudos científicos mais robustos que apontem com mais clareza para as causas e consequências dessa condição, mas de fato a dificuldade em parar de pensar traz efeitos nocivos para a nossa saúde geral. Entre as consequências estão a elevação no nível de preocupações e excesso de tarefas, o que faz com que acabem sendo desencadeados outros sintomas que impactam na nossa qualidade de vida. A exemplo disso, podem ocorrer a elevação dos batimentos cardíacos, sensação de fadiga, falta de ar, dor de cabeça e até outros sinais físicos que saltam aos olhos, como a queda excessiva de cabelos", explica.

Fundador do canal Saúde da Mente no YouTube, o maior sobre o tema no Brasil - somando atualmente mais de 1,5 milhão de inscritos - , Abud afirma que há formas para controlar esse tipo específico de ansiedade e que, com apoio médico, é possível passar a reconhecer os gatilhos responsáveis por desencadear o problema e aprender a frear seus avanços.

"Para muitos de nós, o celular se tornou instrumento de trabalho em tempo integral nesta pandemia, fazendo com que a nossa dependência em estarmos conectados 100% do tempo traga prejuízos gerais ao nosso bem estar físico e mental. Mas a partir de medidas simples, como criar o hábito de restringir o uso do aparelho em momentos como a hora das refeições e perto da hora de dormir, podem trazer de cara uma melhora efetiva na redução desses sintomas de aceleração".

Técnicas de controle da respiração e meditação, assim como a adoção rotineira de atividades físicas e de iniciativas que permitam que possamos sair do piloto automático, buscando outras formas de interação que façam com que o nosso cérebro relaxe, também são aliadas nessa busca pelo equilíbrio mental. E o médico enfatiza: não tenha receio de buscar aconselhamento especializado para lidar com essas questões.

"É essencial que deixemos de tratar os assuntos relacionados à saúde mental como tabu. Assim como sabemos que é preciso buscar apoio médico quando sentimos uma dor estomacal ou dificuldade para enxergar letras miúdas no momento da leitura, buscar o diagnóstico para transtornos que causam o desequilíbrio emocional não deveria ser motivo de dúvidas. O acompanhamento profissional irá garantir um olhar para os sintomas específicos de cada indivíduo e, de acordo com a gravidade do caso, indicar as condutas terapêuticas mais assertivas", reforça Abud.

Acima de tudo, a chave está em lembrar que, antes de qualquer outra urgência, o respeito a si mesmo deve prevalecer. "É impossível deixar a agenda de lado e esquecer os compromissos. Não há mal algum em fazer uma coisa de cada vez, e mesmo que a lista de tarefas pareça estar repleta de urgências, lembre-se de avaliar as reais prioridades e organizá-las numa ordem lógica antes de começar a fazer tudo de uma vez. Isso permitirá que você direcione a sua concentração e consiga concluir uma ação antes de iniciar outra, o que, certamente, trará muito mais proveitos ao final do dia. E não não deixe de estabelecer limites: pequenas pausas ajudam a ‘recarregar as baterias’ e é preciso criar uma agenda que limite as horas de trabalho - mesmo estando em home office - e garanta a preservação dos momentos de descanso", finaliza Marco Abud.

A seguir, confira cinco dicas para "desacelerar" os pensamentos e controlar a sensação de exaustão mental:

Desconectar

Os aparelhos eletrônicos se tornaram tão essenciais nas nossas vidas que parece não ser mais possível viver sem um celular por perto - e sem sinal de internet o mundo parece até que irá desabar. O problema é que esse vício em nos mantermos conectados, leva a um ciclo sem fim de excesso de informações que chegam por meio de redes sociais, aplicativos de mensagens e inúmeros outros canais de comunicação digital. Esse excesso, contudo, faz com que a nossa mente permaneça em alerta máximo o tempo todo. E o remédio para isso é um só: concentre-se no que estiver fazendo e largue o celular quando ele não for essencial para aquela atividade específica.



Organize uma lista de tarefas antes

A pandemia e toda adaptação ao home office trouxe a sensação para muitas pessoas de que falta tempo para dar conta do trabalho e ainda tocar os afazeres domésticos. Afinal, é preciso dar conta de participar de reuniões virtuais, produzir aquilo que é necessário para o bom andamento do trabalho, cozinhar as refeições (e lavar a louça), ajudar os filhos nas tarefas… Uma lista de tarefas que parece interminável, não é mesmo? Mas a verdade é que na maioria das vezes é totalmente possível dar conta de tudo isso sem abrir mão dos momentos de relaxamento e descanso. O poder de estabelecer limites cabe só a você mesmo e nem sempre aquela tarefa que parecia tão essencial precisa ser feita com urgência. Reflita e crie uma agenda, só assim será possível focar no que precisa ser feito sem deixar que o desespero te faça se autosabotar.



Faça pausas

Que tal aproveitar para almoçar com calma ao som das suas músicas favoritas? Ou talvez tentar sentar à mesa no mesmo horário que as pessoas que moram com você e aproveitar o momento para conversar um pouco sobre temas que sejam do interesse de todos? Vale também levantar no meio da tarde para tomar um cafezinho ou comer uma fruta longe do computador. Esses momentos de descontração e distração são excelentes para ajudar o cérebro a relaxar antes de retornar ao nível máximo de produtividade.



Pratique alguma atividade de lazer

Não é novidade que a prática de exercícios físicos traz benefícios para o corpo e a mente. Quando nos movimentamos o cérebro libera hormônios como endorfina, serotonina, dopamina e ocitocina, que provocam a sensação de bem-estar e, com isso, ajudam a controlar os níveis de estresse. Vale caminhar, dançar, praticar os mais variados esportes.

Mas não é só isso: tocar um instrumento, pintar, cozinhar, ler ou incluir qualquer outra ação na sua rotina que contribua para te trazer prazer e aliviar a tensão são sempre bem-vindos. Entre a comunidade médica também há um consenso sobre o valor das chamadas práticas integrativas, como a meditação e a ioga, que exercem papel essencial para o equilíbrio entre corpo e mente, ajudando no controle da respiração e relaxamento em prol da saúde mental.



Se sentir que algo está fora de controle, procure ajuda profissional

Quando tentar colocar as ideias em ordem se torna um motivo de desespero é hora de pedir apoio. Ainda mais diante desse período de mais de um ano de incertezas que seguimos enfrentando, é comum nos sentirmos desorientados, sem saber como processar o volume de dados, tarefas e preocupações que insistem em nos rondar. O aconselhamento médico profissional irá contribuir nesse processo de
reencontro com o seu equilíbrio e te dar as ferramentas para lidar da melhor maneira com essas dificuldades.


Depressão em idosos: como tratar e principais cuidados

A pirâmide etária do Brasil está se modificando a cada dia. Motivo? O aumento da população idosa. Segundo o IBGE, o número de brasileiros com mais de 60 anos já ultrapassou 28 milhões, porém, isso sugere a necessidade de maior atenção à saúde mental, já que a depressão em idosos também está aumentando.


Nesse contexto, o psiquiatra e psicogeriatra do Hospital Santa Mônica, irá apresentar valiosas informações sobre esse tipo de depressão. Saiba como tratar o transtorno e quais são os principais cuidados para diminuir seus impactos na 
qualidade de vida da terceira idade. Confira, também, onde encontrar ajuda profissional para o enfrentamento desse problema.


Quais são os principais sintomas da depressão em idosos?

O envelhecimento é uma fase do ciclo da vida que, provavelmente, todos passarão por ele um dia. Em razão disso, as pessoas que já alcançaram a melhor idade precisam de mais atenção e cuidado, sobretudo quanto aos aspectos relacionados à saúde mental do idoso.

Nos últimos anos, os avanços tecnológicos, da ciência e da medicina, aliados à preocupação por uma alimentação saudável e exercícios físicos, contribuíram muito para o aumento da longevidade. Com isso, os serviços públicos de saúde e as instituições privadas precisam oferecer mais assistência para esse grupo.

Geralmente, uma das queixas comuns entre as pessoas da terceira idade está relacionada à crise depressiva. Vale destacar, entretanto, que nessa etapa da vida, as características da personalidade se intensificam: adultos gentis, calmos e educados tendem a ficar ainda mais fáceis de lidar.

Mas aqueles que já apresentavam comportamento hostil se tornarão idosos mal-humorados e de difícil convivência. Tais fatores não podem ser ignorados, pois são diferenciais que influenciam na manifestação da depressão em idosos.

Contudo, tais problemas não são apenas “coisas da idade”, mas indícios de transtornos que exigem ajuda profissional. Mediante isso, listamos outros sinais característicos desse tipo de depressão. Confira:

·         alterações rápidas de humor;

·         tristeza profunda;

·         choro sem motivo aparente;

·         queixas de dores pelo corpo ou de cabeça;

·         desânimo e cansaço generalizado;
insônia.


Quais cuidados devem ser aplicados em idosos?

Mesmo antes da pandemia de Covid-19, a depressão já era um distúrbio mental bem frequente entre a população de idosos. Contudo, com os impactos causados por esse cenário de crise na saúde global,  embora os números não tenham aumentado significativamente com a pandemia, definitivamente esse foi um fator desencadeador importante de casos novos ou de agravamentos de casos já existentes.

Por conta disso, esse momento contribui para quadros de negatividades, o que se torna uma das razões para melhorar o apoio emocional a esse grupo. Além das características da idade, como o impacto da solidão, questões ligadas ao medo da contaminação pelo coronavírus e alterações na rotina sobrecarregam o emocional.

Outro ponto é a diminuição do contato físico e social com amigos e familiares. Se antes essa questão já era difícil de ser administrada pelo idoso, com a pandemia e a necessidade de isolamento social a tendência é a piora do estado emocional. Logo, é necessário cultivar a paciência e adotar estratégias que minimizem tais problemas.

A adaptação a esta nova realidade não é fácil, independentemente da idade. Por isso, como os idosos já integram o grupo de risco para a Covid-19, é necessário adotar posturas diferenciadas nesse sentido. O ideal é evitar que esse momento difícil provoque ainda mais impactos na saúde mental deles.

Existem, portanto, boas alternativas para lidar melhor com a situação, mas nada substitui a ajuda profissional. Diante disso, para conter os efeitos da depressão em idosos, o mais indicado é o suporte especializado em saúde mental com psicólogos e psiquiatras.



A depressão pode surgir relacionada a outras doenças? 

De certa forma, sim. Em vias gerais, essa doença está associada às dificuldades resultantes das mudanças do envelhecimento. Além da perda da autonomia, problemas ligados às funções cognitivas e quadros demenciais devem ser considerados. Também é preciso considerar as limitações geradas pelas doenças físicas ou incapacitantes.

A depressão em idosos costuma se desenvolver em pacientes cujo histórico já apresentou quadros depressivos anteriores. Quando não são tratados corretamente, os desequilíbrios emocionais tendem a piorar outras doenças, sobretudo aquelas consideradas crônicas, como o diabetes e a pressão alta.

De modo geral, os sintomas depressivos mais observados nessa população estão relacionados à falta de apetite, distúrbios do sono e dores pelo corpo. Desse modo, quem lida com esse grupo percebe que a depressão em idosos surge por uma multiplicidade de causas, baseadas em questões fisiológicas, psicológicas e sociais.



Quais são os tipos de tratamento para depressão em idosos? 

Mesmo que os sintomas da depressão desafiem os profissionais de saúde, existem diferentes alternativas de controle dessa doença. A boa notícia é que as respostas das terapias costumam trazer resultados satisfatórios, desde que se escolha bons profissionais.

Nesse sentido, alguns métodos terapêuticos são indicados para contornar a depressão nesse grupo. Veja quais são a seguir.      

 

Medicamentos para a depressão

Os médicos costumam utilizar tratamentos com base em medicamentos específicos e individualizados para cada caso. O objetivo desses remédios é estimular a liberação de substâncias cerebrais que controlam os sentimentos, o humor e o bem-estar geral.

 

Acompanhamento psicológico

Outra medida importante é o acompanhamento psicológico, cujo suporte ajuda a compreender a origem do problema e, a partir disso, buscar soluções. Por meio de um diálogo aberto, intermediado ou não por um familiar, os profissionais da psicologia podem ajudar bastante na recuperação desses pacientes.

 

Suporte psiquiátrico

A ajuda psiquiátrica também é fundamental, já que essa modalidade de tratamento é usada como parte fundamental no arsenal terapêutico. Geralmente, os resultados são melhores quando se combina medicamentos e apoio psicológico e psiquiátrico.

 

Em quais casos é necessária a internação?

O tipo de assistência profissional para o paciente depressivo depende da gravidade do quadro. Em algumas situações, somente o tratamento ambulatorial pode não ser eficaz. Nesses casos, o ideal é optar pela internação hospitalar, em especial quando há riscos à integridade, como na ideação suicida.

Por fim, vale ressaltar a importância de conhecer instituições experientes em saúde mental, como o Hospital Santa Mônica. A expertise e a habilidade da nossa equipe multidisciplinar e a capacitação profissional são diferenciais decisivos para o sucesso na recuperação da depressão em idosos.


Você sabia que a fome pode ser psicológica?

Farmácia de manipulação conta como superar esse desafio e ter uma vida mais saudável

 

Comer é uma das sensações mais prazerosas da vida. Essa vontade, a famosa "barriga roncando" é uma forma do corpo mostrar uma necessidade fisiológica, contudo, nem sempre comemos por essa razão.

A chamada fome psicológica é real e tem inúmeras causas, desde a simples vontade de um bolo de cenoura que vimos na televisão até mesmo situações onde pessoas com ansiedade, depressão ou outros distúrbios acabam compensando seus sentimentos na comida.

Também conhecida como fome emocional, essa necessidade vem da pessoa achar que precisa se recompensar por alguma coisa, mesmo que ela já esteja alimentada, ou seja, se ela está feliz, ela come, mas se está triste, também come.

Pode parecer besteira ou muito fácil de controlar, mas assim como em qualquer situação similar, muitas vezes a própria pessoa não entende que precisa se cuidar. Diante disso, é necessário que algum familiar ou amigo próximo converse e tente mostrar que isso não faz bem para a saúde, já que essa fome emocional pode causar aumento de peso significativo, levando a doenças como obesidade, colesterol e pressão alta.

A farmácia de manipulação A Fórmula explica que em casos mais sérios, é necessário o acompanhamento médico, porém, algumas soluções saudáveis podem auxiliar nestes tratamentos.

"Um exemplo é o Fourslim, um blend de fitoterápicos eficaz e seguro no gerenciamento do peso e da fome. Ele contém extratos de 4 plantas: hortelã, cominho, oliveira e alchemilla, sendo um ativo 100% natural", conta Anick Cunha, Diretora Técnica da Franquia de Salvador da A Fórmula Farmácia de Manipulação.

A hortelã e o cominho são eficientes na redução do apetite e melhora a digestão, a oliveira auxilia positivamente como hipoglicemiante, diurético e antioxidante. Já a alchemilla é um poderoso anti- inflamatório.

O Fourslim é uma das soluções para quem quer tratar a fome compulsiva, pois ela ajuda a manter a saciedade de forma segura, ou seja, você sentirá o desejo de comer nos momentos certos, sem falar que diminui o desejo por doces, que são prejudiciais se consumidos em alta quantidade.

É importante entender que não se trata apenas de uma questão estética, e sim de saúde e psicológico. Devemos nos alimentar bem, com alimentos benéficos a nossa saúde e com acompanhamento de psicólogos e nutricionistas em alguns casos. Comer é uma delícia, mas só se for da forma correta. Pense, reflita e pesquise, será que vale a pena manter o estilo alimentar que você tem?", finaliza Anick.

 


A Fórmula

https://www.aformulabr.com.br


Pratique atividade física regularmente e garanta a saúde física e mental

Estudos da OMS comprovam que exercícios físicos são importantes para fugir do sedentarismo


A pandemia do Covid-19 obrigou as academias a pararem suas operações conforme as determinações do Governo, por conta do perigo de contaminação pelo vírus e pela necessidade de isolamento social. As pessoas ficaram em casa e muitas tiveram que pensar em alternativas para manter o corpo em movimento.

Sobre o tema, recentemente, a Organização Mundial de Saúde (OMS) atualizou as diretrizes sobre atividade física, e de acordo com as pesquisas realizadas por mais de 10 anos, o sedentarismo é um agente danoso à saúde e, por isso, a Organização traz algumas recomendações sobre quantidade de esforço físico indicada para ser incluída na rotina das pessoas.

Segundo as diretrizes divulgadas, a atividade física pode adicionar longevidade para as pessoas e mitigar riscos à saúde de forma geral, além da prevenção de enfermidades crônicas. E não é apenas o aspecto físico que deve ser beneficiado, mas também a melhoria da cognição, qualidade de vida mais saudável, bem-estar mental e um sono mais relaxante.

Especialista do setor e CEO do Grupo Ultra, Fernando Nero ressalta a importância da prática de exercícios - "quando fazemos atividade física de forma regular, automaticamente, nos conectamos com um estilo de vida diferente do que tínhamos. Com isso, a prática regular de exercícios físicos nos leva a ter hábitos complementares como dormir bem, comer melhor, tomar mais água e acordar cedo. Tais hábitos, quando adotados em conjunto, atuam não só no físico, mas também diretamente em nossa mente, gerando bem-estar, autoconfiança, vitalidade, entre outros itens. Esses benefícios psicológicos ou emocionais nos ajudam a projetar nossa vida para o longo prazo".

Fernando defende um novo modelo de condicionamento físico baseado na preferência do usuário - "muita gente vai para a academia seguindo recomendação médica e não gosta daquela atividade de musculação que faz. Minha proposta é ter uma oferta de serviços que possam ajudá-lo a ter prazer na prática de exercícios. Por exemplo, estamos reunindo diversas modalidades e o aluno pode escolher. Somos uma verdadeira boutique de condicionamento físico e oferecemos musculação, bikes indoor, ballet e o treinamento da Spider Kick, baseado nos exercícios que Anderson Silva praticava antes das lutas de MMA. A verdade é que a OMS certificou que a atividade física é importante para manter a vida mais saudável e garantir a longevidade".


Como Dar Banho No Bebê Durante O Inverno

 

Confira 10 dicas da Styll Baby para manter o bebê limpinho e quentinho mesmo na estação mais fria do ano!

O inverno chegou e, com ele, o “medo” de tirar a roupa e enfrentar o chuveiro. Isso para os adultos. Para os bebês, a situação pode parecer mais fácil, já que eles não “reclamam”. Mas, justamente por não reclamarem é que os pais e cuidadores precisam ficar atentos – tanto para o bebê não sofrer com a temperatura quanto para não criar um medo desnecessário desse momento.

Acreditamos que a hora do banho é aquele momento de o cuidador criar um vínculo maior com o bebê – eles geralmente gostam dessa atividade, já que se lembram do movimento quando estavam no útero da mamãe, o lugar mais gostoso do mundo para eles!

 

Pensando na segurança e no bem-estar do bebê, a Styll Baby reuniu 10 dicas para ajudar neste momento. Confira:

  • Casa quentinha: prepare um ambiente quentinho, independente de qual cômodo será realizado o banho, se no quarto ou no banheiro. Para isso, deixe as janelas fechadas e, em dias mais gelados, vale até deixar um aquecedor ligado para o pós-banho;
  • Antes do banho: deixe à mão tudo o que for necessário como sabonete, shampoo e toalha. Dê preferência por toalha-fralda com capuz, para ajudar a esquentar mais rápido;
  • Horário: escolha os momentos mais quentes do dia, entre 12h e 15h;
  • Disposição do bebê: os pais ou cuidadores devem reparar se o bebê está fisicamente “disposto”. Para isso, basta conferir se a criança apresenta sonolência, lentidão ou se as extremidades (como mãos e pés) estão frias ou se está com os lábios arroxeados. Se existir pelo menos uma dessas opções, o ideal é adiar o banho, aquecer o pequeno e ficar de olho para acompanhar sua melhora;
  • Choque térmico: para evitar um possível choque térmico, os pais precisam ficar atentos com as mudanças bruscas de temperatura. Para isso, prefira tirar a roupinha do bebê diretamente no cômodo onde será o banho, em vez de enrolá-lo na toalha;
  • Temperatura da água: conserve a temperatura da água entre 36 e 37°C. Lembre-se que a pele do bebê é supersensível. Se a temperatura estiver mais baixa, o bebê sentirá frio, e se estiver mais alta, pode queimar a pele do pequeno. Para conferir se a água está boa, basta colocar o pulso na água e sentir se a temperatura está agradável ou então, use um termômetro apropriado para banheiras. Nos dias mais gelados, não abuse do tempo de imersão, pois a água esfria rapidamente;
  • Quantidade de água: para bebês de até 6 meses, o ideal é colocar pouca água na banheira, o suficiente para acomodar o bebê com água até os ombros quando deitado e apoiado nas mãos do cuidador. Após essa fase, opte por banhos com o bebê sentado, para maior segurança;
  • Ressecamento da pele: a água muito quente, aliada à uso excessivo de cosméticos, como shampoo e sabonete, pode ressecar a pele fina do bebê. Por isso, além de conferir sempre a temperatura da água, vale também ter parcimônia no uso dos produtos;
  • Organização: para facilitar o pós-banho, vale deixar a cômoda (ou o local onde o bebê será trocado) bem-organizada e com todos os itens necessários à mão, como fralda, pomada e a roupinha;
  • Pós banho: assim que tirar o bebê da banheira, enrole-o bem e seque seu corpo rapidamente, sem esquecer das dobrinhas! Enquanto coloca a fralda, deixe o bebê enrolado na toalha, para não esfriar. Depois que a criança já estiver completamente vestida, vale uma sessão de colo em um abraço gostoso e quentinho!

DICA EXTRA: você sabia que cerca de 10 segundos são suficientes para que a criança dentro da banheira fique submersa (segundo informações da Fiocruz)? Por isso, vale lembrar que ele não deve ficar sozinho durante o banho em nenhuma hipótese, isso jamais pode acontecer, nem por um único segundo! Precaução nunca é demais!


Teste do pezinho identifica mais de 40 doenças diferentes

Foto Ksenia Chernaya

O exame mostra maior possibilidade de doenças congênitas, raras e metabólicas

 

É fundamental que todos os recém-nascidos realizem o teste do pezinho. Também conhecido como triagem neonatal, o exame deve ser realizado entre o segundo o e quinto dia de vida do bebê. O teste é feito a partir de uma amostra de sangue retirada do calcanhar do recém-nascido e é capaz de rastrear precocemente doenças congênitas, raras e metabólicas. Essas enfermidades, caso não tratadas adequadamente, podem gerar sérios problemas na vida das crianças.

“O teste do pezinho tem o objetivo de detectar doenças progressivas que podem ter desfechos muito graves. Essas doenças afetam o desenvolvimento físico e mental e podem levar até a morte. Com esse diagnóstico, garantimos uma melhor qualidade de vida para as nossas crianças. O teste pode ser realizado 24h após o nascimento”, explica a pediatra da Maternidade Brasília Sandi Sato.

Esta avaliação é encontrada tanto na rede pública quanto na privada e aborda a avaliação de mais de 40 enfermidades. Entre elas: Anemia falciforme, fibrose cística hiperplasia adrenal congênita, toxoplasmose e hipotireoidismo congênito.

“O teste do pezinho é obrigatório para todos os recém-nascidos. O Ministério da Saúde garante o teste básico e é possível encontrar outras versões na rede privada”, garante a médica. 

O teste fica pronto em cerca de 15 a 25 dias. O prazo depende do perfil de cada teste, que pode incluir mais ou menos exames. “Os exames que sempre estão presentes são o do hormônio tireoidiano, cromatografia de aminoácidos, atividade de biotinidase, hemoglobinopatias, 17OH progesterona e tripsina imunorreativa”, conta a pediatra e Diretora Médica da Dasa Natasha Slhessarenko. “Caso haja alguma alteração nos exames, há nova coleta para confirmar os resultados. O teste do pezinho é altamente sensível, e pode dar alguns resultados falsamente positivos justamente para não deixar passar indetectada nenhuma doença”, continua.

Sandi Sato ainda destaca que, uma vez tendo o diagnóstico confirmado, o tratamento é iniciado imediatamente. “A depender da doença, além do tratamento pediátrico, pode ser preciso a atuação de uma equipe multidisciplinar para garantir doses adequadas dos tratamentos. Quanto mais cedo iniciada a intervenção, maior é o sucesso no desenvolvimento dessa criança. Ela ganha a chance de ter uma vida completamente normal como qualquer outra criança. É um teste relativamente simples e que garante uma melhor qualidade de vida desde a infância”, finaliza a pediatra.


Mês da Escoliose. Deformidade na coluna pode gerar percepção de assimetria das mamas

É comum que grande parte das mulheres note a assimetria de suas mamas. Ainda que normal, pode incomodar, afetar a autoestima e, até mesmo, esconder outra condição, como a escoliose. "A escoliose é caracterizada por uma angulação na vértebra da coluna, podendo formar um "S" ou "C". Com esse desvio na posição das costas, é possível que uma mama aparente maior ou em posição diferente", explica o especialista em deformidades da coluna vertebral da Clínica SO.U, Dr. José Thiago Portela Kruppa.

A condição tem tipos diferentes, determinados pela causa e pela gravidade de acordo com a angulação. O tipo mais comum, por exemplo, é a idiopática, sem um motivo relacionado diretamente para o seu surgimento, e, em adolescentes, atinge principalmente meninas a partir dos 11 anos. Sendo muitas vezes uma doença que não tem sintomas claros, é importante que mulheres se mantenham atentas a essas alterações, de posição do ombro ou da assimetria das mamas, para o diagnóstico correto.

O tratamento para a escoliose muda a partir da avaliação da gravidade, podendo ser recomendado acompanhamento para avaliação do progresso, uso de colete e fisioterapia para fortalecimento dos músculos da região. Quando o ângulo da coluna ultrapassa os 45° é possível que seja indicada a intervenção cirúrgica.

Mas, no caso em que há a percepção da diferença das mamas, é indicada a realização de cirurgia plástica para correção? De acordo com o médico, em casos nos quais a assimetria é muito grande, pode ser realizada a cirurgia. Porém, é preciso que cada caso seja avaliado. "A mamoplastia é uma solução viável, desde que o problema esteja controlado, estabilizado e que não haja nenhum problema a mais. Uma conversa entre o ortopedista e o cirurgião plástico é recomendada para avaliação e definição do procedimento".

Como grande parte dos males à saúde, quanto antes for realizado o diagnóstico e tratamento, mais qualidade de vida os pacientes terão. Então é importante que haja o autocuidado constante e, ao reparar alguma alteração, que um médico seja consultado o quanto antes.



Dr. José Thiago Portela Kruppa - Ortopedista e Cirurgião de Coluna pela Santa Casa de São Paulo. Especialista em deformidades da coluna vertebral. Médico do Grupo de Coluna da Escola Paulista de Medicina. Chefe do Grupo de deformidades da coluna do Hospital Geral de Guarulhos. Cirurgião de Coluna da Clínica SO.U


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