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quinta-feira, 13 de junho de 2019

Cirurgias plásticas em adolescentes crescem 141% nos últimos dez anos


Cirurgião plástico explica os motivos dos jovens buscarem cirurgias plásticas e alerta para a forma correta de realizar um procedimento

De acordo com dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP), nos últimos dez anos houve um aumento de 141% nos procedimentos em jovens de 13 a 18 anos. Em 2016 – ano do último censo realizado pela SBCP, foram realizadas 1.472.435 cirurgias plásticas estéticas ou reparadoras, sendo 6,6% em adolescentes, ou seja, um total de 97 mil cirurgias. O Brasil fica na liderança em números de jovens que passam por esse tipo de cirurgia. Nos EUA, 4% dos pacientes são adolescentes, e no ano passado ultrapassou 66 mil cirurgias estéticas, enquanto no Brasil os procedimentos ultrapassaram 90 mil casos.
Os procedimentos mais procurados são a rinoplastia (correção estética ou funcional do nariz) e o implante de silicone nos seios. Pesquisa realizada pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica (Isaps, em inglês) – em seu censo mais recente, de 2017, entrevistou 1.329 cirurgiões plásticos no mundo, e entre os brasileiros, 18,6% já fizeram aumento de seios em menores, perdendo apenas para o México. Neste quesito, os EUA ficam em terceira posição, com 7%. Ainda segundo o Isaps, 28,8% são motivadas apenas por estética, para aumentar, e 20,8% para correção de assimetrias graves.
Apesar de ser a cirurgia mais procurada entre as mulheres de todo o mundo – em 2017 foram implantadas 1,6 milhão de próteses de seios, o implante de silicone fica em segundo lugar quando observamos apenas a faixa etária até os 18 anos. A rinoplastia é a cirurgia plástica mais procurada entre os adolescentes, e totalizou 70.800 procedimentos em 2017, frente aos 44.600 procedimentos de aumento de mamas em adolescentes de todo o mundo.
Muitas adolescentes acabam sendo influenciadas a passarem por uma cirurgia plástica através de resultados que veem na internet, nas redes sociais, na televisão, enfim, de pessoas famosas, o que desperta a curiosidade o interesse.
O cirurgião plástico da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica Bernardo Ramalho afirma que o bullying também influencia nessa decisão: - A maioria das cirurgias em adolescentes é mais por questões estéticas. Por exemplo, um paciente que tem orelha de abano (otoplastia) e sofre na escola quando criança, busca cirurgia plástica para reparar essa orelha de abano; a paciente que tem uma mama muito grande, muito pesada (gigantomastia), é impedida de fazer atividades físicas normalmente, então buscam cirurgias plásticas por isso, mas também há a questão estética.
Segundo Ramalho, os riscos de uma adolescente normalmente são menores do que os riscos de uma paciente mais envelhecida, porque normalmente adolescente não tem comorbidade, ou seja, não tem doença nenhuma, como pressão alta, diabetes, então normalmente os adolescentes são saudáveis, por isso os riscos são até menores, mas, obviamente, tem que ser avaliado cada caso. Serão pedidos exames pré-operatórios para diminuir o máximo possível esses riscos.
- O mais importante é os pais ou responsáveis estarem de acordo com a cirurgia, no caso se for operar menor de idade, e tomar muito cuidado também. É preciso ter um feeling durante a consulta desse grau de exigência da paciente, porque às vezes o grau de exigência é altíssimo, e mesmo que a cirurgia fique boa, você não vai conseguir que o paciente fique feliz, então isso tem que ser muito bem trabalhado durante a consulta para o paciente não ficar insatisfeito depois da cirurgia – alerta Bernardo Ramalho.
Ramalho alega que hoje em dia realizar uma cirurgia plástica está mais acessível à população, principalmente com a facilidade de pagamento: “hoje em dia a gente busca um resultado cada vez mais natural, então os próprios pais desses adolescentes já fizeram cirurgia plástica com algum médico, e quando o adolescente deseja, os pais levam nesse mesmo médico que realizou a cirurgia deles”.
Em relação à qual idade, o cirurgião diz que depende do que deseja operar: “se for uma orelha de abano, temos que esperar a formação completa da orelha, que se dá em torno de 4 ou 5 anos, alguns livros dizem que até 7 anos, então assim, teoricamente a partir de 7 anos de idade já pode fazer a correção da orelha de abano, não precisa esperar ser adolescente nem adulto”. Em relação à mama, a paciente que tem as mamas muito grandes e pesadas, conhecido como gigantomastia, normalmente a formação se dá em torno de 16 anos, então seria bom esperar um pouco mais para realizar a cirurgia das mamas. E a paciente que deseja colocar uma prótese de silicone, por exemplo, o ideal seria esperar um pouco mais essa formação completa das mamas.
“Obviamente o procedimento deve ser realizado sempre juntos com os pais. Pacientes menores de idade têm que ir à consulta junto com os pais, com os responsáveis e tudo de acordo com a lei”, alerta o profissional.

Males que causam Calvície



Imagem retirada da internet
Conheça as doenças que podem causar queda de cabelo 



Perder até 100 fios de cabelo, embora pareça um número elevado, é considerado normal entre os especialistas. Durante a vida é comum que as pessoas se deparem com doenças e distúrbios orgânicos, que fazem com que os cabelos caiam em grande quantidade durante um período de tempo e, em alguns casos, definitivamente. O especialista em restauração capilar, Dr. Thiago Bianco, comenta sobre algumas doenças que podem prejudicar os fios dos cabelos:


·         Síndrome do ovário policístico  É uma doença caracterizada por alterações menstruais, produção elevada de testosterona e presença de micro cistos nos ovários, causando um desbalanço hormonal e aumento na queda capilar. Outros sintomas incluem, ganho de peso, acne, cabelo e pele oleosos.


·         Dietas rígidas – dietas que restringem a ingestão de grupos alimentares podem prejudicar o funcionamento do organismo em diversos aspectos, incluindo o ciclo capilar. Para que a alimentação seja balanceada e garanta a saúde dos fios, é necessário o acompanhamento médico na reeducação alimentar;


·         Problemas na tireoide – a glândula fica localizada na laringe e é responsável por liberar a secreção dos hormônios tireoidianos. Quando a glândula produz, mais ou menos hormônios (hipotireoidismo ou hipertireoidismo), o ciclo dos fios fica alterado e, deste modo, acelera o processo de queda capilar e com crescimento mais lento; 


·         Doenças autoimunes – são distúrbios como alopecia arreata, lúpus e psoríase, que acabam atacando os órgãos e tecidos do próprio corpo e causam a descamação da pele (e do couro cabeludo), além de modificar a saúde dos fios e causar a queda em certas áreas.


·         Alopecia androgenética – acontece quando a testosterona (presente em ambos os sexos) se transforma em DhT, substância que, no couro cabeludo, gera miniaturização dos fios até o momento que os cabelos caem e não tornam a crescer.

Segundo Dr. Thiago Bianco, muitas doenças podem ter o quadro revertido como nos casos de pacientes em tratamento de câncer ou com alopecia arreata. Em casos como a alopecia androgenética, que não têm cura, porém tem tratamentos, a única solução quando já houve a perda capilar e já existe a calvície, é o transplante capilar, que retira, do próprio paciente, os fios saudáveis e os transplanta para as áreas sem os fios.

“Toda queda capilar acima do normal, que já leva a uma rarefação e aparecimento de transparência do couro cabeludo, deve ser investigada e tratada, quadros iniciais respondem bem ao tratamento e quadros mais avançados tem como melhor tratamento o transplante capilar”, finaliza o especialista.






Dr. Thiago Bianco, médico expert em transplantes capilares - considerado um dos pioneiros a realizar a técnica de implante microfolicular guiado por vídeo. Dr. Thiago Bianco foi graduado em Medicina em 2006, e especializou-se em cirurgia geral e trauma, além de direcionar sua carreira para a área de implante capilar. Membro titular da ISHRS (International Society of Hair Restoration Surgery), atualmente realiza um trabalho pioneiro com as técnicas de FUT (Follicular Unit Transplant) e FUE (Follicular Unit Extraction) para o transplante capilar de barba e de sobrancelha. Site: https://www.thiagobianco.com.br
Instagram: @thiagobiancoleal

Como lavar os cabelos corretamente



Dermatologista da Clínica Karla Assed Curitiba dá dicas para ter fios bonitos e saudáveis


            Você sabia que a saúde dos seus cabelos pode estar relacionada com sua forma de lavar os fios? Para ajudar você nesta atividade tão rotineira, a médica dermatologista Dra Mayara Bravo, da Clínica Karla Assed Curitiba, selecionou algumas dicas: 

- Evite água quente, preferindo a água mais fria que suportar - a alta temperatura danifica as fibras capilares e aumenta a oleosidade do couro cabeludo;

- Aplique uma quantidade pequena de shampoo nas mãos (ao despejar o produto diretamente no couro, a quantidade pode acabar sendo muito maior do que você imagina);

- Cuidado com as unhas ao massagear os fios: seu couro cabeludo é sensível, use sempre as pontas dos dedos;

- Enxágue até ter certeza que não ficaram resíduos, pois eles tendem a deixar o cabelo mais "pesado";

- Use produtos específicos para seu tipo de cabelo. Se você tiver mais de uma necessidade capilar, como a maioria das mulheres, tenha duas opções de shampoo e condicionador e alterne o uso;

- Aplique o condicionador somente no comprimento e nunca na raiz, deixando o produto agir pelo tempo indicado na embalagem, e enxágue bem;

- Na hora de secar com a toalha, faça movimentos suaves e aperte delicadamente a toalha contra os fios para retirar o excesso de água. Jamais torça os cabelos, tampouco friccione.

            Vale sempre lembrar que em qualquer sinal de irritação ou desconforto, suspenda imediatamente o uso de qualquer produto e procure um especialista, afinal com saúde não se brinca.





Clínica Karla Assed Curitiba
Opus One Ecoville - Rua Deputado Heitor Alencar Furtado, 3350 - 5º andar
@clinicakarlaassedcuritiba



RIÔ


 Lança no Brsil proposta de vanguarda de cuidados com a beleza

 Muitos produtos importados desenvolvido para beleza e cuiddos com o corpo talvez possam não ter o efeito esperado para brasileiras por conta das diferenças de nosso clima, rotina de vida e tipos de pele. Para repensar essa e outras questões, a RIÔ, aprimeira marca brasileira de biocosmeticos, apresenta seu portifolio de produtos, ideais paa o esilo de vida de quwm vive abaixo da linha do equador.
Com muit pesquesia e recnologia, em parceria com os mais conceituados laboratorios mundiais, a RIÔ esenvolveu a sua linha de produtos a partir de formulas bioaivas, biodegradaveis elaboradas pela cosmeologa Sônia Carazza, referencia no assunto que trabbalhahá 38 anos nas areas de pesquisa, criação e desenvolvimento de produtos cosmeticos, Além disso, a narca utiliza aivos derivados da natureza que ampliam as defesas de nosso organismo.
Os bioativos são de origem natural, mis eficazes e sustentaveis. Além disso, a formulação dos produtos é livre não só de parabenos e derivados petroquimicos ou animais, como também de outros 1.500 insumos quimicos ou nturais, ainda utilizaos pela industria, mas que já foram seriamente questionados por alguns dos principais centros de pesquisa no mundo. A sua segurança e  da naturez são parte vital da beleza que a marca acredita.

RIÔ
https://www.inagram.com/rioicosmeticos/




Dicas para uma sobrancelha perfeita: saiba o que fazer e evitar


banco de imagem

Profissional dá dicas valiosas que trazem charme e leveza ao rosto



Quem já cometeu ou já viu erros em sobrancelhas sabe a diferença que esse pequeno detalhe pode trazer na harmonização do rosto. Em contrapartida, o designer perfeito leva dá moldura um grande diferencial e remete um ar natural para o rosto.

O micropigmentador e designer de sobrancelhas Biel Portella, explica que todo cuidado é pouco quando o assunto é o desenho perfeito. “O deslize mais comum é “dar aquela limpadinha” que na maioria das vezes é retirado em excesso e deformando o formato natural,” alerta.

O profissional lista abaixo dicas valiosas para ainda tem dúvidas de como manter um designer perfeito. Confira:
  • Sempre recomendo a procura de um bom profissional, de confiança e com boas recomendações. Por isso, mantenha-se longe da pinça!
  • Em hipótese alguma utilize lápis de olho ou de escrever (6B) para o preenchimento. O uso desses produtos podem ocasionar em quedas que em uma grande maioria são inrreversíveis.
  • Utlize sombras específicas para a área ao preencher.
  • Além das sombras, outra alternativa é o uso de lápis dermatográfico. Ele é outro produto específico para a área.
  • Um método utilizado em salões e estúdios é o da micropigmentação. A técnica trás um ar natural para o designer.
  • Não use uma tonalidade mais escura que a original. O aspecto fica pesado e feio. Utilize uma cor uniforme para o preenchimento de falhas.
  • Nunca deixe o início da sobrancelha com o início marcado "quadradão".
  • Caso não tenha tempo ou dinheiro para fazer com profissionais, manter a área penteada com rímel incolor fica bem legal e trás uma boa definição.
  • A dica a seguir é para quem tem um designer mais arredondado: utilizando uma colher na parte inferior da sobrancelha é possível definir com um alinhamento perfeito.
  • Se mesmo assim, você deseja retirar os pêlos em casa lembre-se de ter segurança e medir corretamente a retirada para não cometer excessos.

Enxerto de gordura é eficaz em estética facial

Técnica é usada contra olheiras, na melhora de cicatrizes e no rejuvenescimento facial


O maravilhoso mundo da estética, cada vez mais, vem fascinando tanto às mulheres, como aos homens, na busca do corpo perfeito. E um dos procedimentos, que já existe há algum tempo, o enxerto de gordura, vem ganhando espaço com um novo tipo de enxerto.

Chamado de enxerto nanofat, ele promove melhora no aspecto da pele, de cicatrizes, rugas e na diminuição de olheiras, com a bioestimulação. Desta forma, combate o envelhecimento multifatorial, que surge com a perda óssea, flacidez dos músculos e da pele.

Segundo o cirurgião plástico Dr. Juliano Souto Ferreira, a nanofat possui células estromais capazes de estimular o colágeno, nutrir a pele, formando novos vasos sanguíneos, apresentando mudanças significativas, elevando a autoestima dos pacientes. Para cada procedimento, é necessária uma boa análise, para que o resultado seja harmonioso e a feição da pessoa fique o mais próximo do natural, sem exageros.

"Retiramos pequenas quantidades de gordura, do próprio paciente, com cânulas finas, do abdômen ou dos flancos, como uma lipoaspiração. Esta gordura é centrifugada, separando-a dos outros fluídos. A gordura purificada é injetada na derme, parte superficial da pele, na região das olheiras, nos contornos faciais, conforme as necessidades de cada paciente", explica Dr. Juliano.

A gordura possui uma boa quantidade de células-tronco e fatores de crescimento, portanto, pode ser utilizada em qualquer região da face, promovendo uma ótima hidratação e rejuvenescimento. Para a realização do procedimento, existe a necessidade de anestesia, mesmo sendo minimamente invasivo.

Além de todos estes benefícios estéticos, o enxerto também demonstrou um enorme sucesso no tratamento de feridas para diabéticos, pelas propriedades regenerativas. Todo o processo leva entre 30 e 60 minutos, pode ocasionar pequenos edemas e o paciente precisa ficar em repouso, por alguns dias.





Dr. Juliano Souto Ferreira - Cirurgião plástico CRM SP 116386
Formado pela Universidade do Oeste Paulista (Unoeste), fez residência de cirurgia geral no Hospital Prof. Dr. Alipio Correa Neto e de cirurgia plástica no Hospital dos Defeitos da Face, onde permanece até hoje como preceptor no serviço de residência de cirurgia plástica. É membro especialista pela Sociedade Brasileira de Cirurgia
Plástica.

Outono pede cuidados especiais com a pele e cabelos


Menor umidade do ar tende a deixar a pele mais ressecada; dermatologista dá algumas dicas para minimizar os efeitos da estação


Com temperaturas mais baixas e menor umidade do ar, típicas do outono/inverno, tanto a pele quanto os cabelos podem sofrer alterações, trazendo desconforto e reclamações.

Até o começo da primavera, a tendência é de um ressecamento cada vez maior, de acordo com o dermatologista José Jabur da Cunha, da Altacasa Clínica Médica e chefe do setor de Cirurgia Dermatológica da Santa Casa de São Paulo.

"Nesta época do ano, muita gente se queixa de ressecamento na pele e do pouco brilho ou queda de cabelos. Por isso, manter a hidratação é fundamental. A tendência é a pele ficar mesmo mais ressecada. Não deixe de passar hidratantes (melhor se indicados para peles secas), principalmente em áreas como pernas, joelhos e cotovelos", orienta o dermatologista. Já em relação aos cabelos, o especialista destaca alguns cuidados importantes: "Evite lavar o cabelo com água muito quente e à noite; e não durma com o cabelo molhado ou preso", explica.

Algumas doenças de pele também costumam ficar mais acentuadas durante o outono, como a Psoríase, a Dermatite Seborreica e a Dermatite Atópica. E há maior incidência de parasitoses (piolho e sarna). "A consulta a um dermatologista é fundamental para o tratamento adequado", frisa o médico da Clínica Altacasa, na capital paulista.

Então, se você quer manter a pele e os cabelos bem cuidados nos dias mais frios de outono e inverno, preste atenção às orientações do Dr. José Jabur.


Beba muita água – Se você não costuma beber muita água, comece a andar com uma garrafinha a tiracolo diariamente. No outono e inverno, ingerir pelo menos 1,5 litro de água por dia ajuda a hidratar ainda mais e evita problemas na pele causados pelo clima.


Hidratação do corpo – Se você usa um tipo específico de hidratante, saiba que muitas vezes não é preciso trocá-lo, basta intensificar o cuidado com a pele, aplicando-o diariamente e em quantidades generosas. Já para quem tem pele mais seca, a dica é investir em hidratantes mais específicos. Procure seu dermatologista para uma avaliação, mas de modo geral hidratantes sem perfume, de consistência mais grossa, com ureia ou ceramidas são bem indicados.


Cuidado com os lábios – Para não deixar que os lábios sofram com a ação do ar seco e frio, que pode causar rachaduras e até lesões, use sempre um protetor hidratante labial.


Atenção à temperatura do chuveiro – O banhos quentes são muito comuns no inverno. Mas apesar de bastante relaxantes, eles deixam a pele ressecada, o que pode piorar com as temperaturas baixas e o clima seco da estação.


Evite o ar condicionado – Como ele costuma ressecar a pele, procure usá-lo somente no verão ou quando o tempo estiver bem quente.


Fuja do uso contínuo de buchas – Usar bucha no banho acaba removendo a camada de proteção da pele que ajuda a mantê-la hidratada naturalmente. Além disso, o uso excessivo de sabonetes também pode ter esse efeito. No inverno os banhos são mais demorados e muitas vezes são um vilão da pele seca. Prefira banhos mais rápidos e sem exageros.


Umidifique o ar – Para deixar o ambiente da casa ou do escritório mais úmido, coloque um vaporizador ou uma bacia com água. Se escolher a segunda opção, não se esqueça de trocar a água da bacia diariamente.


Protetor solar – O uso do protetor solar é importante mesmo em dias com sol fraco, dias nublados ou com chuva. Para quem preferir, algumas marcas de protetor solar já costumam vir com o FPS associado a hidratantes.


Lave o rosto antes de dormir – O rosto acumula impurezas durante o dia. Para desobstruir os poros e deixar a pele limpinha, procure sempre higienizar o rosto antes de dormir para, em seguida, aplicar um hidratante.

Inverno é a melhor época para tratar varizes e vasinhos


Segundo especialista, a menor exposição solar ajuda a evitar manchas na pele e o uso da meia elástica é mais confortável neste período


Varizes ou vasinhos, aquelas veias finas avermelhas ou azuladas, podem ser tratadas no inverno – melhor época do ano para fazer tratamentos, segundo o cirurgião vascular Dr. Gilberto Narchi Rabahie. Para o especialista, isto ocorre porque a exposição ao sol deve ser evitada após o tratamento, uma vez que existe um pequeno risco de hipercromia, ou seja, de manchas na pele. “Como no inverno a exposição ao sol normalmente é menor, é um período adequado para lidar com este incômodo”, afirma.

Além disso, se o tratamento incluir a microcirurgia de varizes, o uso de meias elásticas pode ser necessário, o que é mais fácil com a temperatura mais baixa. Mesmo que o tratamento seja feito para melhorar o aspecto estético, é preciso uma avaliação médica para checar vasinhos visíveis ou, ainda, a possibilidade de haver varizes e microvarizes.

Mesmo que o paciente apresente vasinhos ou ainda tenha uma veia aparente, segundo o especialista, isso não é o bastante para afirmar que ele não tenha a doença. “Alguns sintomas devem ser observados, como cansaço ou sensação de peso nas perdas, que podem ser acompanhados de inchaço. Só uma avaliação médica pode dizer se o paciente pode ter insuficiência venosa crônica, pois são checados diversos sintomas”, explica Dr. Gilberto.  “Também avaliamos antecedência da doença na família e a predisposição do paciente vir e desenvolver varizes no futuro”, completa.


Como prevenir as varizes?

Falta de atividades físicas regulares e obesidade podem contribuir para o surgimento de varizes. Atividades físicas de baixo impacto podem ajudar na prevenção. “Cada indivíduo tem sua estrutura vascular para suportar sua própria carga, por isso, é importante cuidar do sobrepeso”, afirma Dr. Gilberto.

Outras maneiras de prevenir as varizes e os vasinhos é controlar o peso, ter uma alimentação balanceada e evitar ficar na mesma posição por muito tempo – sendo recomendado levantar e andar um pouco, caso trabalhe sentado ou mesmo em uma viagem longa de avião. “Também alerto sobre o uso da meia elástica. Ela é muito útil para aliviar os sintomas, mas não deve ser utilizada sem avalição de um especialista”, afirma o cirurgião vascular.

Outra dica é ter cuidado na hora de usar anticoncepcional. “Só um médico pode recomendar a pílula adequada. Este é um alerta importante e ter explicações corretas podem ajudar as mulheres”, sugere Dr. Gilberto.  “Repouso com as pernas elevadas ajuda no retorno venoso e sempre tratar varizes e vasinho com cirurgião vascular”, conclui.

Dicas de como se organizar para morar sozinho



O momento de sair da casa dos pais para morar sozinho chega para todos. Antes de iniciar a mudança, é preciso estar preparado financeiramente, dar prioridades para que consiga sobreviver e não passar apertos. Confira abaixo, informações apresentadas pelo Simplic que podem ser úteis para o seu planejamento.

quarta-feira, 12 de junho de 2019

Inseguranças têm origem no medo e impedem evolução pessoal


Sentimento nasce a partir de diversas experiências desde o ventre materno e pode paralisar o desenvolvimento em todas as áreas da vida


Embora seja um sentimento que não se manifesta a todo momento, a insegurança pode surgir nos momentos mais inesperados, a exemplo de uma entrevista de emprego ou uma apresentação a muitas pessoas, impedindo a evolução pessoal e profissional. Diversos fatores podem causar esta emoção, assim como ela pode desencadear medos e, até mesmo, doenças como a depressão. Contudo, identificar sua origem para transformá-la em algo positivo é o caminho para superar a falta de segurança.

Segundo Gisa Azeredo, terapeuta comportamental, as inseguranças podem surgir desde o ventre materno, uma vez que o feto sente todos os sentimentos da mãe. “Na gravidez, a mulher pode ter medo sobre como será o futuro, se conseguirá e dará conta de cuidar do bebê, e todos estes pensamentos são transmitidos para a criança, que pode nascer com pensamentos limitantes relacionados a sua capacidade de realizar inúmeras tarefas”, explica.

O sentimento pode surgir a partir de diversas experiências no decorrer da vida, entretanto, as pessoas de até 7 anos dão significados a certos fatos que geram comportamentos e um deles é a insegurança. “Esta emoção vem do medo e o medo nos paralisa”, afirma a profissional. “Posso ter medo de dirigir porque, no passado, meu familiar sofreu um acidente de carro, portanto temo que o mesmo aconteça comigo. Isso me prejudica porque sempre vou depender de alguém ou do transporte público para chegar aos lugares que preciso”, aponta.

Vale destacar que esta emoção pode estar ligada a qualquer área da vida. No âmbito profissional ou acadêmico, por exemplo, o medo de dizer algo errado ou de não saber responder à determinadas perguntas pode deixar o indivíduo inseguro ao se apresentar a muitas pessoas. “Isso pode impedir uma promoção ou uma boa nota, dado que, além do nervosismo ser transmitido ao público, posso arrumar desculpas para não fazer a apresentação”, assinala a especialista.
Quando as inseguranças são baseadas em crenças irracionais que já estão enraizadas no mindset (modo de pensar) da pessoa, as consequências podem ir adiante, abalando a autoestima e servindo como base para doenças como depressão e ansiedade. Pensamentos como ‘não sou bonito o suficiente para ser aceito (porque alguém já me disse que não sou bonito e tenho medo que isso ocorra de novo)’ e ‘não sei o suficiente para aquela vaga de emprego, então não vou na entrevista (porque já me chamaram de burro e temo que isso se repita)’ são exemplos.

No entanto, quem deseja superar estas emoções limitantes deve recorrer ao auxílio profissional. “Quando a pessoa quer mudar, ela consegue, basta encontrar os melhores caminhos para isso”, salienta Gisa. Treinamentos comportamentais e terapias, assim como livros e filmes voltados para este tema, podem ajudar a identificar a origem da insegurança e, a partir disto, trabalhar em processos de alteração de mindset e ressignificações que auxiliam no domínio do sentimento.





Gisa Azeredo - Formada em Practitioner em PNL (Programação Neurolinguística), Coach, Análise Quântica e Constelação Familiar, Gisa Azeredo trabalha, desde 2008, com o objetivo melhorar a vida das pessoas por meio do desenvolvimento pessoal, fazendo com que elas encontrem o caminho para a realização de objetivos mantendo as emoções e as questões comportamentais em equilíbrio. Acreditando que as pessoas podem ter uma vida melhor fazendo o que realmente gostam, a profissional se dedica a treinamentos e coaching pessoal e empresarial, uma vez que tem vivência no ambiente corporativo na área administrativa e comercial, como a Petrobrás, onde trabalhou por seis anos. Além disso, Gisa também é palestrante e terapeuta comportamental.


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