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sábado, 2 de maio de 2026

No mês das noivas, o cuidado com as mãos ganha protagonismo na preparação para o altar

As mãos também contam histórias. No mês das noivas,
 o cuidado com a pele ganha novos significados e entra em cena
nos detalhes que marcam o momento. Foto criada por inteligência artificial
 CO Assessoria

“Os bioestimuladores de colágeno podem ser aplicados em áreas como mãos, rosto e coxas, com foco na qualidade da pele”, afirma dermatologista Paula Periquito 


Maio inaugura um dos períodos mais simbólicos do calendário da estética, quando a preparação para o casamento passa a ser guiada por uma atenção cada vez mais minuciosa aos detalhes. Se antes o foco estava concentrado no rosto e no vestido, hoje há um deslocamento evidente para regiões que ganham protagonismo em registros próximos, como as mãos, frequentemente enquadradas em momentos como a troca de alianças.

Esse novo olhar acompanha uma mudança mais ampla no comportamento estético, marcada pela valorização de tratamentos que atuam na qualidade da pele de forma progressiva. Dentro desse cenário, o uso de bioestimuladores de colágeno começa a se expandir para áreas que historicamente não estavam no centro das intervenções.

Segundo Bernardo Magalhães da Harmonize Gold, essa mudança está diretamente ligada à percepção mais global do envelhecimento. “Não adianta tratar apenas rosto e corpo se as mãos continuam revelando sinais de perda de firmeza. O bioestimulador atua justamente na reorganização da pele ao longo do tempo, sem alterar o contorno”, explica.

Embora tenham se consolidado inicialmente nos protocolos voltados aos glúteos, os bioestimuladores passaram a integrar uma abordagem mais abrangente, alcançando regiões como mãos, parte interna das coxas, rosto e abdômen. A proposta deixa de ser localizada e passa a considerar o corpo como um conjunto, com foco na textura e na sustentação da pele.

Esse reposicionamento também se reflete no comportamento das pacientes. De acordo com Nívea Bordin Chacur, CEO das clínicas Leger, há um aumento consistente na procura por esse tipo de tratamento durante o mês de maio, com crescimento de até 30% na demanda por procedimentos voltados à qualidade da pele, especialmente em áreas expostas. “Existe uma mudança clara de prioridade, com pacientes buscando resultados mais naturais e integrados, e as mãos entram nesse processo de forma quase inevitável”, afirma.

Para a dermatologista Paula Periquito (CRM 52799858), essa tendência traduz uma transformação mais profunda no consumo de estética. “O foco deixou de ser apenas volume e passou a ser qualidade de pele, o que redefine a forma como os tratamentos são planejados, respeitando o tempo do corpo e a individualidade de cada paciente”, conclui.


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