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quarta-feira, 12 de junho de 2019

Namoro na adolescência: fato ou fake?


O início da adolescência coincide com o final do Ensino Fundamental, fase em que desabrocham as paixões e, com elas, o convite: "quer namorar comigo?" Se tudo o que é humano não é estranho à escola, o assunto do namoro deve ser tratado com naturalidade. Há adultos que, pelo discurso defendido, deixam a impressão de que já nasceram adultos. Ligam o dispositivo de memória seletiva e apagam as vivências da travessia dos 13 aos 18 anos, em que se articulam medo, angústia e prazer no mesmo segundo de sua vida. 

Namorar é uma ação humana; portanto, faz parte do dia a dia de todos os que se ocupam da educação de adolescentes e jovens e trabalham em favor da grande conquista que é aprender a lidar com as emoções que emanam das relações nos espaços de convivência. Quando ouço de gestores de escolas de Ensino Médio que os alunos não namoram porque é proibido, logo me vem à mente: ah, coitados, como são iludidos! A visão ingênua de que, por ser proibido, não acontece, não ajuda no tratamento, nem acolhe a angústia que esse tema suscita.

Yves de La Taille, psicólogo e referência na área de desenvolvimento moral, defende a construção dos limites no espaço escolar sob três dimensões: 

a) Os limites a serem transpostos – encorajar os estudantes a conhecer os próprios limites, a fim de transpô-los, pois, afinal, foi rompendo os limites do seu tempo que, por exemplo, a luz elétrica, o avião e tantos outros objetos foram criados. 

b) Os limites a serem respeitados – criados para organizar o mundo social, que qualifica a liberdade em sua relação direta com a responsabilidade. O semáforo, por exemplo, não foi criado para impedir o deslocamento, apenas para organizá-lo. 

c) Os limites para a intimidade – essa dimensão é assegurada pela Constituição brasileira e estabelece a diferença entre o privado e o público, bem como o respeito à privacidade e o controle de acesso dos outros à nossa intimidade. Sendo o namoro algo de foro íntimo, pode estar aqui um importante argumento para os que defendem a sua proibição em espaços públicos, como por exemplo, na escola.

Quando compreendemos as três dimensões educacionais do limite e o conceito de liberdade – associado à responsabilidade –, o maior impasse educativo se encontra em discernir se o limite é um convite para o outro lado – transposição – ou uma ordem para respeitar as fronteiras. Quanto mais conhecemos os nossos estudantes e adentramos o restrito espaço de sua convivência, mais entendemos que são criaturas ávidas por limites, interessadas pelas descobertas que ultrapassem o óbvio, desde que sejam tocadas de forma inteligente, estabelecendo e gerenciando vínculos positivos.

Namoro na adolescência é fato, sobretudo no Ensino Médio, e deve ser tratado como todos os assuntos polêmicos, com diálogo franco, a partir da empatia e da generosidade entre as gerações que habitam a escola. 





Acedriana Vicente Vogel - diretora pedagógica do Sistema Positivo de Ensino



Dormir de conchinha é gostoso, mas faz bem?


Conheça as vantagens e desvantagens que a posição dos apaixonados oferece ao casal


Dormir de conchinha é considerada uma das posições preferidas dos casais. Faz as pessoas se sentirem acolhidas e seguras. A sensação é que ambos os corpos estão mais próximos e a união causa bem-estar, ainda mais no friozinho.
Dividir a cama com outra pessoa exige certos cuidados para que seja realmente relaxante e para que não comprometa a qualidade do sono do casal. “Noites mal dormidas podem ser um gatilho para doenças cardiovasculares, diabetes, depressão e envelhecimento precoce”, explica Renata Federighi, Consultora do Sono da Duoflex.


VANTAGENS

Pesquisadores comprovam que essa posição tem consequências bastante benéficas para o nosso organismo, especialmente em relação aos hormônios. Um estudo da Universidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos, revelou que dormir de conchinha com o parceiro diminui o nível de cortisol no sangue, hormônio responsável pelo estresse. A razão, segundo eles, é porque, ao dormir com alguém, a pessoa se sente mais segura e protegida e o corpo não vê a necessidade dessa substância para lhe deixar atento.

Ao mesmo tempo, a posição estimula a produção de ocitocina, o mesmo hormônio liberado durante o sexo. “Esse segundo proporciona uma grande sensação de relaxamento, além de combater inflamações e ajudar no bom funcionamento do sistema digestivo”, complementa Renata. Outro benefício apontado por especialistas é que dormir de conchinha, mesmo que apenas no início da noite, contribui de modo positivo para a intimidade do casal.


DESVANTAGENS
 
Quando o assunto é postura, é importante se atentar a essa posição pois ela pode causar formigamento e dores no braço e na coluna. “Quem fica atrás tende a colocar o braço por baixo do parceiro. Essa pressão afeta o nervo radial e depois de um período causa dormência e dor. O formigamento é sinal de má circulação sanguínea, por exemplo, e a exposição a longo prazo pode causar lesão no músculo do membro”, explica Renata. A tentativa de deixar o braço acima da cabeça também não é a solução, pois tenciona o ombro e o pescoço, e também pode causar dores. Utilizar travesseiros ou rolos entre as pernas pode ajudar a aliviar a pressão em algumas juntas.

Para quem fica na frente, a posição também pode causar alguns males. Com a cabeça apoiada no braço do companheiro, o pescoço não fica reto como deveria e isso pode implicar em alguns problemas de coluna ou dores. Nesse caso, a recomendação é apoiar a cabeça direto no travesseiro e não no braço do parceiro.


COMO ESCOLHER O TRAVESSEIRO E O COLCHÃO DO CASA
 
Para que o casal consiga dormir bem, independentemente da posição, é essencial escolher corretamente os travesseiros e o colchão. No caso dos colchões, o ideal é que os dois estejam juntos para experimentar a sensação de conforto do colchão. Se o casal tiver grande diferença no biótipo de um para o outro, é importante considerar a maior estatura e peso para escolher o colchão de comprimento e densidade adequados. No caso de grande diferença de peso, é indicado comprar um colchão com molas ensacadas individualmente, pois não provocam ruídos, garantem maior estabilidade e a mínima transferência de movimentos de um lado para outro. Assim, se um dos dois se virar na cama, o outro não irá sentir e não terá o seu sono interrompido.

Já no caso dos travesseiros, o modelo deve ser escolhido de acordo com às necessidades de cada um, levando em conta a posição em que dorme, o biótipo e, claro, o gosto pessoal. É apenas indispensável que o item preencha o espaço entre a cabeça e o colchão e proporcione alinhamento da coluna cervical com o tronco.

A espuma, por exemplo, é uma preferência de cada pessoa, e existem diversos tipos no mercado. Para quem gosta de maciez, a espuma NASA é indicada. Automoldável e termossensível, o material se molda ao contorno do corpo, diminui a pressão e acompanha a temperatura corporal, oferecendo maior conforto térmico. Já para quem aprecia maior sustentação para a cabeça e um sono mais fresquinho, uma boa opção é a espuma de látex, extraído da seringueira. Moldada com furinhos, que facilitam a respiração e a ventilação, é ideal para pessoas que transpiram muito durante a noite.

O tipo de cama também pode influenciar na escolha do travesseiro. Se a cama for king size, por exemplo, o casal pode optar por modelos para fronha 50cmx90cm, que não deixarão lacunas entre o casal ou nas laterais, aumentando a sensação de conforto durante a noite. Já em uma casa de casal convencional, os travesseiros podem ter o padrão para fronha 50cmx70 cm.



 
Duoflex
www.duoflex.com.br



Despedida de Solteiro(a): Especialista dá dicas de como evitar brigas!


Quando o casal é ciumento, rola até Despedida juntos


Marcaram a data do grande dia e aí os amigos e amigas, padrinhos e madrinhas dos noivos e noivas, começam a falar sobre a tal Despedida de Solteiro(a)! Antigamente era uma prioridade dos homens comemorar o fim da solteirice, mas, hoje as mulheres estão com tudo nesse quesito e se bobear até mais exigentes para essa comemoração. Apesar de estar mais comum entre os casais jovens, ainda há uma barreira e cisma sobre esse assunto.

Todo mundo já imagina que as Despedidas de Solteiro(a) é sinônimo de excessos de bebidas e até questões sexuais, como traição do noivo ou noiva, mas segundo Eduardo Vespa fundador e idealizador da startup Agência Hangover, empresa pioneira e especializada em Despedidas de Solteiro(a), o que realmente acontece é muita diversão e alegria.

“Hoje as Despedidas de Solteiro(a) se tornaram de fato um marco na vida de noivos e noivas. Além de comemorar o fim da solteirice e o início de uma vida a dois, é o momento pré-casamento que eles conseguem relaxar e se divertir com as pessoas que são queridas, por isso se tornou tão importante. O peso da Despedida hoje é esse”, explica o empresário.

O diálogo e o respeito são fundamentais para o casal conseguir entrar em um consenso e cada um se divertir e comemorar a sua maneira. “Todos os casais que chegam na Hangover, são instruídos a conversarem entre si e falarem abertamente sobre o tema. Quando eles entendem que a Despedida de Solteiro(a) é direito dos dois, as coisas ficam mais fáceis,” conta Eduardo. As brigas acontecem mais por conta do que a sociedade imagina das Despedidas, mas em contrapartida, eles não fazem ideia do que de fato acontece. As pessoas tem que parar de achar e rotular a Despedida como algo que se traduza farra e bagunça. É uma celebração íntima e de lembranças que todos os participantes iram carregar por toda a vida.

O especialista listou algumas dicas para evitar as brigas entre o casal:
  1. Antes da Despedida e pós Despedida é importante os noivos conversarem. Primeiro sobre o que é permitido e em segundo contar como foi. Não precisa ter detalhes, mas é uma forma de mostrar importância para o parceiro(a).
  2. Lista de convidados! Aqui pode ter aquele amigo ou amiga mais “fanfarrão”, por isso falar com os convidados o que é permitido ou não evita problemas que podem surgir durante a comemoração.
  3. Todo mundo vai querer registrar fotos e vídeos da Despedida para postar nas redes sociais, e a dica é: Tire fotos e faça vídeos logo no começo da comemoração e guarde o celular. A regra de ouro é aproveitar e ficar presente ali no momento. Poste depois e sem exageros.
  4. Indicamos que o casal marque a Despedida na mesma data. Assim, nenhum dos dois fica imaginando coisas e cada um curte a sua Despedida sem neuras!
  5. Se o casal for muito ciumento que tal fazerem uma Despedida juntos? Aqui na Hangover já realizamos algumas e o feedback foi bem bacana para os dois. É uma ótima opção!
O importante é comemorar essa data e ter a certeza que esse momento jamais será esquecido Não sabe como e onde fazer sua Despedida de Solteiro(a)? A Agência Hangover é especializada em realizar e organizar Despedida pelo Brasil e pelo mundo e com certeza pode te ajudar nessa missão!





Agência Hangove
WhatsApp:  (11) 94144.2931
Instagram: @agenciahangover 


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