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quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Obesidade já atinge um em cada cinco brasileiros



Seconci-SP traz as principais explicações sobre a doença e as formas de prevenção


O ‘Dia Nacional de Prevenção da Obesidade’, celebrado hoje, visa chamar a atenção das pessoas para um problema que já atinge um em cada cinco brasileiros, segundo dados do Ministério da Saúde. Informações do órgão apontam também que, de 2006 a 2016, a obesidade cresceu cerca de 60% entre a população brasileira.  


A endocrinologista do Seconci-SP (Serviço Social da Construção) Carolina Spissirits Gomes de Amorim explica que muitas pessoas associam o ganho excessivo de peso exclusivamente a fatores como não comer a cada três horas, pular refeições e stress. Porém, segundo a especialista, a alimentação (quantidade e qualidade) é o principal fator, embora outras situações também colaboram para o problema.


“O consumo de bebidas alcoólicas e alimentos industrializados - como refrigerantes, salgadinhos, embutidos, doces, sucos -, a falta de atividade física, noites mal dormidas e, até mesmo, predisposição genética podem contribuir para o ganho de peso”, ressalta a médica.


Exames como os testes de Bioimpedância e a medida da Prega Cutânea podem ser usados para identificar o excesso de gordura. Contudo, o mais utilizado na prática clínica é a medição do Índice de Massa Corporal (IMC) que, através de um cálculo matemático considerando o peso e altura, determina se o indivíduo está dentro do peso ideal. “Neste caso, pessoas com resultado acima de 25 são consideradas com sobrepeso e, a partir de 30, com obesidade”, esclarece a endocrinologista do Seconci-SP.


A médica ressalta também que, na maioria dos casos, o excesso de peso contribui para o surgimento de doenças como diabetes, aumento do colesterol, dos triglicérides e hipertensão arterial, além de problemas articulares, especialmente, nos joelhos. 


“Essas enfermidades costumam ser silenciosas e não apresentar sintomas logo no início. Por isso, quando o trabalhador nos procura, realizamos todos exames para verificar se ele já desenvolveu alguma dessas doenças e iniciar o tratamento”, explica Carolina. 


Uma vez com diagnóstico de obesidade, segundo a médica, o tratamento vai depender do histórico clínico do paciente. “Normalmente iniciamos por uma reeducação alimentar para a adoção de uma alimentação balanceada e estimulamos a prática de exercícios físicos. Neste processo, podem ser utilizados medicamentos, balão intragástrico e, até mesmo, cirurgia nos casos que não respondem ao tratamento inicial”, comenta.


A especialista ressalta também que é muito comum a associação de obesidade e transtornos emocionais. Por isso, no Seconci-SP, além do acompanhamento com a nutricionista, os pacientes também recebem apoio psicológico para ajudar neste processo de recuperação.    



Evitando a obesidade


No caso dos trabalhadores da construção civil, o ritmo de trabalho e os esforços físicos fazem com que fiquem fora do grupo de risco. Contudo, a endocrinologista do Seconci-SP explica que a atividade profissional não substitui a prática de exercícios físicos. A forma mais simples para sair do sedentarismo é iniciar pela caminhada, lembrando que para que tenha real benefício o mínimo deve ser de 150 minutos por semana, distribuídos em pelo menos três dias. 


Outro ponto apontado pela especialista diz respeito aos alimentos que são consumidos diariamente. É muito importante que a pessoa esteja atenta às gorduras e açúcares que estão presentes na comida e nem sempre são visíveis. “Produtos industrializados geralmente possuem baixo valor nutricional e alta concentração calórica”, comenta. “O recomendável é optar por alimentos mais naturais, como frutas, verduras e legumes”.  






Sedentarismo e maus hábitos alimentares estão no topo da lista de causas evitáveis do câncer



80% dos casos de câncer no mundo estão relacionados ao nosso modo de vida; Especialista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas aponta 10 medidas que contribuem para afastar os riscos de desenvolver a doença


Segundo estimativas da Organização Mundial da Saúde (OMS), 80% dos casos de câncer no mundo estão relacionados ao nosso modo de vida. Entre os principais fatores responsáveis por este preocupante cenário estão hábitos alimentares pouco saudáveis e falta de uma rotina de exercícios físicos. Por isso, a recomendação da entidade é que pessoas de 18 a 64 anos pratiquem pelo menos 150 minutos de exercícios moderados por semana – ou, em média, pouco mais de 20 minutos por dia. Isso significa que pequenos ajustes na rotina, como caminhar pequenas distâncias, aderir à bicicleta como opção de transporte ou subir e descer escadas ao invés de usar o elevador, podem colaborar para o afastamento da grande maioria dos fatores de risco que levam ao surgimento da doença.

"Sedentarismo, sobrepeso/obesidade e consumo excessivo de gorduras podem ser classificados como 'vilões' que respondem, em especial, pela elevação no risco de desenvolvimento de tumores que afetam intestino, endométrio, próstata, pâncreas e mama", explica o Dr. Daniel Gimenes, oncologista do Centro Paulista de Oncologia (CPO) – Grupo Oncoclínicas.

Ainda de acordo como especialista, estes fatores se tornam ainda mais preocupantes quando levamos em conta sua relação direta com o aumento constante nos registros de casos de câncer entre jovens. Dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca) apontam que a condição já é a segunda maior causa de morte de pessoas entre 15 a 29 anos no país, perdendo apenas para óbitos decorrentes de acidentes e violência. Entre 2009 e 2013, a entidade estima que 17.500 jovens morreram em decorrência de tumores malignos.

O incentivo à prática constante de exercícios físicos e ingestão de alimentos saudáveis surgem não apenas como iniciativas essenciais para frear os índices aumentados da doença como também forma de potencializar o processo de tratamento para pessoas com câncer. "Uma série de estudos científicos sugerem que indivíduos que praticam atividade física e seguem uma dieta equilibrada têm melhores respostas às terapêuticas e, portanto, apresentam taxa de sobrevivência maior ao câncer cinco anos após o diagnóstico", afirma o oncologista do CPO.

Confira 10 passos indicados pelo Dr. Daniel Gimenes que contribuem para a redução global dos riscos de incidência do câncer:

1. Alimentação saudável é um hábito que ajuda na prevenção ao câncer. A dieta do mediterrâneo, que inclui frutas, peixes, grãos e azeite, é um excelente exemplo;

2. Existem vacinas que podem contribuir para a prevenção do câncer. Um exemplo é a vacina contra o HPV, vírus responsável por 90% dos casos de câncer de colo de útero;

3. Após os 40 anos, realize mamografia anualmente. A detecção precoce aumenta em até 95% as chances de recuperação em casos de câncer de mama. (Fonte: SBM – Sociedade Brasileira de Mastologia – DF)

4. Na maioria dos casos, o câncer de pulmão está associado ao consumo de cigarro ou derivados. Parando agora, sua saúde melhora radicalmente. Em 1 ano, o risco de doenças ligadas a males do coração, como infarto, cai pela metade. (Dados da SBCT – Sociedade Brasileira de Cirurgia Torácica)

5. A prática regular de atividades físicas ajudar a prevenir o câncer. O sobrepeso e a obesidade estão relacionados aos seguintes tipos de câncer: intestino, endométrio, próstata, pâncreas e mama.

6. O apoio familiar é fundamental na vida do paciente oncológico. Centrados no cuidado integral, os tratamentos atuais ajudam o paciente na parte médica com terapias complementares como yoga, massoterapia, assistência nutricional e psicológica, além dos cuidados com a boca.

7. A imunoterapia é hoje um grande avanço no tratamento do melanoma, câncer de pulmão, câncer de rim e outras doenças. Essa nova terapia potencializa o sistema imunológico para combater as células malignas.

8. A detecção precoce do câncer pode salvar vidas. Consulte sempre um médico especialista e faça exames periodicamente.

9. Existem testes genéticos que possibilitam a personalização do tratamento dos pacientes e, mais do que isso, a identificação de risco e o diagnóstico precoce de doenças hereditárias, incluindo o câncer. (Fonte: Idengene)

10. O câncer de pele é o tipo mais comum em todo o mundo, e pode ser prevenido. Evite e exposição ao sol entre as 10h às 15h. Use protetor solar diariamente com Fator de Proteção Solar (FPS) mínimo de 30 (Fonte: Consenso Brasileiro de Fotoproteção– Sociedade Brasileira de Dermatologia)




Sobre a CPO
Fundado há mais de três décadas pelos oncologistas clínicos Sergio Simon e Rene Gansl, o Centro Paulista de Oncologia CPO - Grupo Oncoclínicas, oferece cuidado integral e individualizado ao paciente oncológico. Com um corpo clínico com mais de 50 oncologistas e hematologistas e uma capacitada equipe multiprofissional com psicólogos, nutricionistas, farmacêuticos, enfermeiros e reflexologistas. Oferece consultas médicas oncológicas e hematológicas, aplicação ambulatorial de quimioterápicos, imunobiológicos e medicamentos de suporte, assistência multidisciplinar ambulatorial, além de um serviço de apoio telefônico aos pacientes 24 horas por dia e acompanhamento médico durante internações hospitalares.
O CPO possui a acreditação em nível III pela Organização Nacional de Acreditação (ONA) e a Acreditação Canadense Diamante (Accreditation Canada), do Canadian Council on Health Services Accreditation, o que confere ao serviço os certificados de "excelência em gestão e assistência" e qualifica a instituição no exercício das melhores práticas da medicina de acordo com os padrões internacionais de avaliação. A instituição possui uma parceria internacional com o Dana Farber Institute / Harvard Cancer Center, que garante a possibilidade de intercâmbio de informações entre os especialistas brasileiros e americanos, bem como discussão de casos clínicos. Além disso, ainda, proporciona a educação médica continuada do corpo clínico do CPO, com aulas, intercâmbios e eventos com novidades em estudos e avanços no tratamento da doença. Atualmente o CPO possui duas unidades de atendimento em São Paulo, nos bairros de Higienópolis e Vila Olímpia.



Sobre o Grupo Oncoclínicas
Fundado em 2010, é o maior grupo especializado no tratamento do câncer na América Latina. Possui atuação em oncologia, radioterapia e hematologia em 10 estados brasileiros. Atualmente, conta com mais de 43 unidades entre clínicas e parcerias hospitalares, que oferecem tratamento individualizado, baseado em atualização científica, e com foco na segurança e o conforto do paciente.





OMS alerta: obesidade infantil aumentou 10 vezes nos últimos 40 anos



Endocrinologista Dr. Fabiano Lago, do Spa Estância do Lago, ressalta a importância de buscar orientação médica antes dos 12 anos, já que na puberdade se determina a estrutura física básica do ser humano para o resto da vida


Os números são alarmantes. Segundo dados da Organização Mundial da Saúde, há 124 milhões de crianças obesas no mundo. Em 1975 eram 11 milhões. No Brasil, cerca de 50% das crianças estão acima do peso. Há 40 anos era uma criança obesa a cada 100, hoje são 10 meninas e 8 meninos. Números que mostram a extensão dessa realidade, crianças com tendências a serem adultos obesos. 

Ainda de acordo com a OMS, a obesidade já é considerada como doença, e os reflexos são: elevação dos níveis de colesterol, desencadeando doenças coronarianas e levando à morte prematura; diabetes tipo 2 com suas sérias complicações; desgastes ósseos; problemas de auto-estima e até depressão, uma outra “epidemia mundial”.

Segundo Dr. Fabiano Lago, endocrinologista do Spa Estância do Lago e um dos especialistas mais conceituados em emagrecimento no País, a criança obesa sofre preconceito e bullying, tende a se isolar, ter baixa auto-estima, muitas vezes descontando a tristeza na comida. Ela deixa de praticar esportes, de sair e, como sedentária, só faz aumentar ainda mais o peso. Outro dado importante é que a criança magra até os 7 anos não será necessariamente um adulto magro e vice-versa. O pequeno com sobrepeso pode não ser um adulto obeso. “Na puberdade é quando se determina a estrutura física básica que carregamos o resto da vida”, comenta o endocrinologista. 

O médico explica que o ideal é fazer com que as crianças estejam no peso saudável até os 11 ou 12 anos, início da puberdade. “Nessa fase do estirão do crescimento, os hormônios estão orquestrados para a multiplicação celular. Se ao entrar na puberdade a criança permanecer com excesso de peso, os hormônios fazem com que ela multiplique muito o número das células de gordura, levando à temida obesidade hiperplásica, ou seja, promovendo um excesso de bilhões de células de gordura, aumentando muito o risco de obesidade mórbida na vida adulta”.

Dr. Fabiano indica maneiras especiais para tratar a criança e o jovem obeso e ressalta a importância do envolvimento de toda a família. “Eu me torno amigo dos meus pequenos pacientes em fase de reeducação alimentar, e não alguém que impõe um sofrimento. Os pais precisam estar engajados no tratamento, evitando o termo dieta, falando em alimentação saudável para toda a família, mudando apenas um hábito por consulta, facilitando assim o processo de mudança”.

 Diminuindo um pouco o uso de vídeo games, o hábito de ficar horas em redes sociais e celulares, e estimulando a prática de exercícios prazerosos e de forma lúdica, é possível alcançar excelentes resultados, segundo o Dr. Fabiano Lago.





SPA Estância do Lago
Informações e reservas: 41 3525-0000
Whats app: 41 88889-2612 e 8874-3757
Rua Pedro Teixeira Alves, 930 – Almirante Tamandaré, Paraná




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