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terça-feira, 12 de setembro de 2017

Dicas de alimentos para a primavera



De acordo com especialistas da Acqua Academia, a ingestão de frutas e a hidratação durante o dia são duas dicas importantes para treinar bem durante a estação




É primavera, te amo’, já dizia a música de Tim Maia. A partir do próximo dia 22 de setembro, a estação que é marcada pelas belas flores está de volta. A sua chegada traz o aumento da temperatura que, aos poucos, sobem nas cidades com a média atingindo em torno dos 28ºC e aí que começa a preocupação com a alimentação.

Para isso, o texto de hoje trará dicas de alimentos com a cara da primavera e sugestões de locais para que você possa curtir esses meses com amigos e familiares. O Brasil é um país conhecido mundialmente por ser tropical e pela sua grande demanda de frutas diferenciadas. De acordo com personal trainer Jhonatan Vital da Acqua Academia, localizada no bairro da Mooca, as frutas devem ser introduzidas com mais frequência em nossa alimentação durante esta época do ano, pois ajuda bastante a mantermos hidratados nos dias mais quentes e secos.

“Aqui na academia, por exemplo, diversos alunos nos pedem dicas de alimentação para cada estação do ano. Eu acho isso bem interessante, pois somos referência e podemos ajudá-los nesse ponto. Eu, particularmente, sempre indico as frutas, pois é uma fonte natural, ajuda muito na saúde e é rica e diversas vitaminas. O abacaxi, laranja, limão, manga e maçã, são algumas das mais indicadas”, explica.

O personal ressalta também que a hidratação também é crucial com a elevação da temperatura e indica a ingestão de pelo menos dois litros de água, juntamente com sucos, chás, água de coco entre outras fontes. Opções complementares ricas em vitaminas são os legumes e verduras que ajudam o organismos em diversos aspectos, como por exemplo, a digestão e manutenção do intestino. Nesse caso, os alimentos mais indicados são o brócolis, escarola, folhas, tubérculos, abobrinha, entre outros.

Contudo, Jhonatan Vital reforça a importância do acompanhamento nutricional para os seus alunos, pois entende ser necessário a atuação de especialistas para a formulação balanceada de um cardápio condizendo com os objetivos de cada cliente em relação as condições climáticas.

A primavera é uma das estações que pedem aqueles momentos junto com as pesssoas mais próximas a você. Treinos em parques, caminhadas nas trilhas naturais próximas a cidade de São Paulo, e até mesmo piqueniques são opções para você curtir a estação mais florida do ano de forma saudável. Gostou das dicas? Então acompanhe os nossos conteúdos sobre atividade física, alimentação e saúde.




A escolha da escola



Com a proximidade da temporada de matrícula, veja os principais aspectos  para a escolha da escola ideal

 

Com a chegada do segundo semestre, muitos pais se veem em meio à escolha da escola ideal para seus filhos. Seja para iniciar a vida acadêmica das crianças, seja por estarem mudando de fase, especialmente, do ensino infantil para o fundamental, e, por vezes, até mesmo, por não estarem satisfeitos com a escola atual dos filhos existe muita aflição e insegurança nesse momento. São inúmeros os fatores que levam à procura pela melhor escola e alguns pontos importantes precisam ser observados para evitar arrependimentos.

Antes de mais nada, é muito importante que os pais entendam as preferências dos filhos. Fazer uma escolha que se alinhe com o que as crianças desejam, facilita a integração com a instituição. É essencial que seu filho conheça o local e que você analise a interação dele com a escola antes de efetivar a matrícula.

Igualmente necessário e considerar os quesitos de horários, qualificação dos profissionais, integração com a família, vertentes religiosas, proximidade da residência, etc.. Atualmente, temos, também, muitas opções diferenciadas, que oferecem contato com animais, agricultura e ecologia, aprendizagem de forma lúdica, métodos construtivista, montessoriano ou tradicional.

Dentre os demais pontos da lista dos pais, devem constar: a proposta pedagógica da instituição, cursos extracurriculares, uniformes, como são feitas as comemorações letivas, como a escola lida com os desentendimentos infantis, como são feitas as reuniões entre pais e professores, qual é a política em relação a aniversários, qual é a metodologia para excursões e passeios e qual é a média de preços e se a instituição adota o ensino de mais de um idioma estrangeiro.

É relevante, também, considerar a distância da residência, pois, é possível que a criança se canse no trajeto e não desempenhe as atividades acadêmicas eficientemente.

Mas, o principal item da lista da família deve ser o de encontrar uma instituição de ensino que se afine com o estilo de vida da criança e dos pais. Conhecer a missão, visão e valores da escola podem auxiliar na definição de qual instituição está mais alinhada aos conceitos que são estimulados pela família em casa, além de facilitar a aproximação entre a instituição familiar e educacional com o objetivo de desenvolver a criança pedagogicamente.  




Maria Cristina Basile Palermo - psicopedagoga e escreve para o Blog Educação e Hipismo, contando como uniu a psicopedagogia e o amor pelo hipismo na criação das filhas. Confira: www.educacaoehipismo.com.br



 

Colaboração na Educação



Imagine uma sala de aula com crianças de oito anos reunidas em grupo para discutir a escrita conjunta de um poema sobre um assunto estudado, como por exemplo, a importância da preservação da natureza. Juntas, elas dialogam sobre o que a professora explicou, relembram as atividades feitas, reelaboram conteúdos e se conectam com seus conhecimentos prévios sobre o assunto (adquiridos em conversas com a família, filmes, notícias, enfim, no dia a dia). Certamente, o poema, de autoria colaborativa, resultaria em um texto de qualidade – e seria uma consequência do processo de criação. A atitude cooperativa faria com que os estudantes trocassem experiências e reuniria o que cada um tem de melhor.

Existem várias maneiras de haver colaboração quando pensamos na Educação. Em sala de aula, os professores podem centrar suas práticas em metodologias que instiguem a participação dos alunos no processo de ensino, chamadas por alguns teóricos de Aprendizagem Colaborativa, conforme a situação trazida acima. Nessas propostas, os estudantes realizam atividades em grupo, interagem e fazem reflexões para, juntos, construir conhecimentos.

Mas a colaboração, princípio federativo previsto na constituição brasileira, também pode ser uma estratégia educacional que norteia as ações de gestão de secretários de Educação e de suas equipes. O trabalho em colaboração pode ser uma alternativa extremamente importante para auxiliar questões administrativas vividas por todos os gestores do sistema de ensino, tais como: gerir com mais eficiência os recursos que um município tem disponível para a escolha do transporte escolar, da merenda, do material didático, do método de aprendizagem do aluno e de formações continuadas para os professores. Assim, quando a colaboração é estruturada, segundo o chamado Regime de Colaboração, traz como principal característica a intenção de unir gestores educacionais para juntos, cooperarem em ações que visam a melhoria do ensino.

Uma das maneiras de se efetivar o Regime de Colaboração é por meio dos Arranjos de Desenvolvimento da Educação (ADEs). A proposta dos ADEs foi homologada pelo MEC na divulgação do Plano Nacional de Educação, em 2014, favorecendo o trabalho em rede “de forma que municípios com proximidade geográfica e características sociais semelhantes troquem experiências e solucionem em conjunto dificuldades na área da Educação”, de acordo com Mozart Neves Ramos, relator do texto no Conselho Nacional de Educação (CNE). Existem alguns modelos bastante estruturados de arranjos operantes no Brasil, como o da região Noroeste paulista (centralizado em Votuporanga), o da Chapada – englobando 19 municípios na Bahia –, o da Mesorregião de São José do Rio Preto, o da região da foz do Rio Itajaí (COGEMFRI) e o da Grande Florianópolis, chamado de GRANFPOLIS.

Esse último, estabelecido em 2015 por meio de uma parceria entre a Associação dos Municípios da Grande Florianópolis e o Instituto Positivo, tem obtido resultados bastante satisfatórios a partir da realização de metas e planos traçados por seus dirigentes educacionais. Nas últimas eleições, por exemplo, muitos prefeitos e secretários de Educação decidiram manter os compromissos previamente acordados por seus antecessores com o ADE. Com isso, todos os vinte e dois municípios seguem engajados, independentemente das diferentes ideologias político partidárias, focados na viabilização de iniciativas conjuntas que possibilitem a melhoria do ensino ofertado aos alunos da rede pública de ensino. Atitudes colaborativas sempre serão muito importantes dentro da área educacional. Mas a colaboração organizada, constituída de fato, seja dentro da sala de aula ou de um território, sempre trará ganhos. Especialmente para os alunos.




Maíra Weber - doutora em Educação e coordenadora de Responsabilidade Social do Instituto Positivo.






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