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terça-feira, 7 de março de 2017

Mulheres conquistam cada vez mais espaço na construção civil



Médica do Seconci-SP chama a atenção para as qualidades da mão de obra feminina e a importância de cuidar corretamente da saúde delas nos canteiros de obras


O Dia Internacional da Mulher é celebrado em 8 de março. Pedreiras, engenheiras, técnicas em segurança do trabalho, instaladoras - são cada vez mais numerosas as funções desempenhadas pelas mulheres nos canteiros de obras, inclusive em cargos administrativos ou no comando das empresas. Apesar de ainda serem minoria, elas vêm elevando sua participação no total de trabalhadores da construção. Segundo os últimos dados disponíveis da RAIS/IBGE, em 2015 o sexo feminino já representava 9,74% da força de trabalho formal do setor. A cidade de São Paulo tem mais mulheres que a média nacional, e corresponde a 68.398 trabalhadoras. 

De acordo com a gerente de Medicina Ocupacional do Seconci-SP, dra. Ina Irene Liblik Quintaes, o aumento da presença feminina em construções se deve, entre outros motivos, à qualidade de execução da mão de obra feminina; ao zelo com os equipamentos e nível de atenção aos detalhes em atividades de acabamento.

“As mulheres são cuidadosas e meticulosas, possuem grande capacidade de refinamento na execução das tarefas, além de concentração e limpeza. Elas são procuradas sobretudo para atividades que requerem profissionais atentos a todos os detalhes, e que sejam perfeccionistas e caprichosas, como pinturas, assentamento de peças cerâmicas e instalações elétricas”, explica a médica.

O comprometimento e a dedicação das mulheres também trazem reflexos econômicos positivos. As mulheres costumam chegar no horário, utilizam corretamente os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e ferramentas, reduzindo em muito os custos com acidentes de trabalho e desgaste dos materiais.

Em relação à saúde da mulher no canteiro de obra, a dra. Ina explica que o mais importante é respeitar a sua estrutura física, principalmente no que tange à sobrecarga. A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) estipula que elas não podem prestar serviços que exijam força muscular superior a 20 quilos para o trabalho contínuo, ou 25 quilos para o trabalho ocasional.

Além disso, para um melhor desempenho no canteiro de obras, o empregador deve implantar rotinas de trabalho, pausas, verificar o EPI que melhor se adequa à mulher e disponibilizar equipamento e maquinários ergonômicos, que facilitem o transporte e manuseio de cargas.

“Vale lembrar que é essencial respeitar as paradas para a alimentação, hidratação, fornecer o protetor solar e estar ciente de que no período menstrual existe uma baixa da resistência e da imunidade da mulher e que nesse período pode existir um declínio no desempenho no trabalho”, ressalta a especialista.

Entre as ações de saúde direcionadas à mulher, o Seconci-SP recomenda a realização de palestras e difusão de informações sobre planejamento familiar; prevenção de doenças sexualmente transmissíveis e Aids, de câncer de colo uterino e de mama, do fotoenvelhecimento e do câncer de pele – incentivando o uso do protetor solar; e aleitamento materno e seus benefícios.



Dia das Mulheres: A mulher sexualmente atual



 “Por trás do estereótipo mulher recatada e do lar que faz sexo apenas com uma pessoa, existe um novo formato de mulheres modernas que podem ser denominadas como mulheres independentes sexualmente, afinal, atualmente estar num relacionamento afetivo ou sexual é escolha, opção.

Já deu para perceber que as mulheres modernas podem ter vários parceiros sexuais, realizam suas fantasias sem ter medo do pensamento do outro como, sexo anal, sexo grupal, swing, transam em lugares públicos, praticam o BDSM (bondage, disciplina, dominação e submissão), defendem seus direitos de igualdade no sexo, mas possuem um ponto fraco que ainda não foi resolvido por muitas, a necessidade de serem amadas e desejadas pelo outro.

Para mostrarem sua independência mulheres “sexualmente resolvidas” tendem a despertar uma incompatibilidade de prazer, pois, podem fingir orgasmos, transar sem vontade para agradar o outro (mesmo sentindo dor), trocar de parceiros ou realizar o ménage (sexo à três) sem possuir essa fantasia, ou seja, fazem de tudo por acreditarem que agindo assim serão amadas e não trocadas e descartadas.

Mas o curioso é que essa falsa liberdade sexual mascara a carência que sentem por problemas e afetos mal resolvidos desde a infância, por serem reprimidas por seus pais e sociedade na questão sexual, não foram estimuladas pela família a acreditar em si mesma e saber lidar com as emoções, ter autoestima, ser independente emocionalmente antes de tudo.

Hoje mulheres fazem sexo com vários homens no mês, na semana, e algumas até num mesmo dia. Seduzem, pedem por sexo, mas não conseguem pedir como querem o sexo, como gostam, como desejam que o outro as estimule, as tratem. 

Muitas acham que receber um homem em sua casa ou motel e fazer sexo significa liberdade sexual, independência... mas fazem tudo o que eles querem, aceitam receber migalhas por um gozo, e quando o homem some ou as trai choram desesperadas sentindo-se as azaradas em questão de encontrar a pessoa certa.

Mas, e o amor próprio? Este está presente quando simplesmente faz sexo?

Mulheres, sexo por sexo não supre suas carências afetivas e emocionais, aliás, ele pode agravar sua situação emocional. Já o amor, cumplicidade, respeito, autoestima podem fazer de você uma nova mulher capaz de fazer as escolhas certas porque sempre escolherá você antes de tudo, antes de qualquer pessoa.

Que neste mês das mulheres nós possamos conseguir dizer mais não, falar como gostamos e queremos no sexo, não fingir prazer e orgasmo quando não o temos, e principalmente... amar a nós mesmas!

Só assim teremos relacionamentos afetivos e sexuais felizes, completos e saudáveis”.







Fabiane Dell` Antônio   -   Fisioterapeuta
Palestrante e Consultora em Sexualidade
Idealizadora do Massageador Terapêutico Peridell e acessório Facidell
* Mestrado em Ciências da Saúde Humana – UnC / SC
* Especialização em Neuropsicologia e Aprendizado – PUC / PR
* Especialização em Fisioterapia em Uroginecologia – CBES / PR
* Especialização em Sexualidade Humana – USP / SP




Cosméticos estão entre as maiores causas de alergia




A Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI) alerta para um dos tipos mais comuns de alergia: o relacionado a cosméticos. Esmaltes, lápis de olho, batom, tinta para cabelo estão entre os mais relatados.

As reações causadas por cosméticos podem ser de dois tipos:


. Dermatite de Contato Irritativa - é mais comum e se caracteriza por coceira, queimação e sensação de “picadas”, surgindo logo após a aplicação do produto.

. Dermatite de Contato por hipersensibilidade: resulta da sensibilização alérgica e não depende de ação irritante ou tóxica do produto sobre a pele.

Um dado importante é que a alergia não aparece na primeira vez em que é usado o produto, mas sim com o passar do tempo. Os principais sintomas das alergias a cosméticos são: vermelhidão na  pele, inchaço, formação de bolhas, coceira.

Várias substâncias usadas na pele, como perfumes, cremes e cosméticos, são mais reativas se expostas à luz solar, podendo causar as chamadas fotodermatites.

“Ainda temos outras dificuldades, como, por exemplo, os rótulos desses produtos, que trazem informações confusas, em uma linguagem desconhecida do público leigo”, conta a Coordenadora de Assuntos Comunitários da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), Dra. Fátima Emerson.

Além disso, podem ocorrer reações cruzadas. Cito a alergia à tintura de cabelo, que é muitas vezes causada por uma substância chamada parafenilenodiamina, usada como fixador. Tatuagens de henna são populares no verão, tanto em adultos como em crianças, pelo fato de serem temporárias e consideradas sem riscos. Porém, alguns tipos de henna negra recebem a adição de parafenilenodiamina, com objetivo de tornar a secagem mais rápida e realçar o desenho. Contudo, as tatuagens temporárias que contém altas taxas desta substância são mais agressivas ao organismo, com maior chance de provocar alergia.

A Dra. Fátima dá algumas dicas de prevenção:


- Use produtos de qualidade certificados pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa);

- Guarde os cosméticos em lugar fresco e protegido da luz solar;

- Não use produtos que estejam com o prazo de validade vencido;

- Não compartilhe maquiagens com outras pessoas.

- Não use perfumes quando for à praia ou quando se expuser ao sol.

- Se tiver dúvidas sobre um determinado cosmético, peça orientação ao seu alergista, para evitar reações desagradáveis.






ASBAI - Associação Brasileira de Alergia e Imunologia
Twitter: @asbai_alergia
Facebook: Asbai Alergia
www.asbai.org.br



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