Programa de
compensação ambiental é uma das frentes da atuação sustentável da companhia,
que integra a campanha Junho Verde com foco na preservação e recuperação de
áreas degradadas relacionadas a biomas ao longo das rodovias
A Arteris, uma das maiores companhias de concessões
rodoviárias do país, já plantou mais de 2,7 milhões de mudas nativas em áreas
de compensação ambiental distribuídas por diferentes regiões do Brasil. O
resultado representa a recuperação de 1.600 hectares de vegetação, o
equivalente a 1.600 campos de futebol, e consolida o protagonismo da empresa em
práticas ambientais estruturadas no setor de infraestrutura viária.
Os dados fazem parte do balanço mais recente das
iniciativas da companhia e ganham destaque na campanha Junho Verde, que
mobiliza instituições e sociedade sobre a importância da preservação ambiental.
Na Arteris, as ações de reflorestamento seguem critérios técnicos rigorosos,
com seleção de espécies nativas de cada bioma, manutenção contínua e
monitoramento das áreas até atingirem estabilidade ecológica.
“Nosso trabalho é pensado para compensar de maneira
inteligente as supressões realizadas para realização dos nossos investimentos,
facilitando o crescimento de espécies da flora nativas com ênfase naquelas
ameaçadas de extinção. Ao promover o desenvolvimento da vegetação, também favorecemos
a fauna, criando condições ideais para que animais encontrem abrigo, alimento e
acesso à água. Já registramos nas áreas onde desenvolvemos nossos projetos a
presença de espécies ameaçadas como o gato-maracajá, o papagaio-do-peito-roxo,
o jacaré-do-papo-amarelo e o mico-leão-dourado”, afirma Daniela Beatriz
Bussmann, gerente de Meio Ambiente da Arteris.
Um dos maiores exemplos de impacto positivo é a
criação da RPPN Papagaio-do-Peito-Roxo, no Paraná — uma Reserva Particular do
Patrimônio Natural criada a partir de um plantio compensatório da Arteris. A
área tornou-se um ponto estratégico para o monitoramento e a reprodução da
espécie que lhe dá nome, contribuindo diretamente para a preservação da Mata de
Araucária.
Projetos que deixam legado
Além da recuperação ambiental, os plantios
realizados pela Arteris fortalecem políticas públicas e iniciativas científicas
em diferentes estados brasileiros. A companhia investe em projetos que geram
conhecimento técnico, beneficiam comunidades do entorno e fomentam boas
práticas replicáveis.
“Nosso compromisso vai além do plantio. Trabalhamos
para deixar um legado ambiental real, com técnicas que podem ser replicadas,
apoio à pesquisa e incentivo à formação de corredores ecológicos. Também
atuamos em parceria com instituições locais, como no projeto Conservador das
Águas, em Minas Gerais, e na Restauração da Baixada do Maciambu, dentro do
Parque Estadual Serra do Tabuleiro, em Santa Catarina, e Associação
Mico-Leão-Dourado no Rio de Janeiro”, reforça Daniela Bussmann.
Entre os projetos de destaque desenvolvidos pela
Arteris em unidades de conservação e áreas de proteção ambiental estão:
- Minas
Gerais –
Conservador das Águas, com restauração de 100 hectares;
- Paraná – RPPN
Papagaio-do-Peito-Roxo, com 100 hectares de Mata de Araucária restaurada;
- Rio
de Janeiro –
Restauração de 140 hectares na APA do Rio São João;
- Santa
Catarina –
Recuperação de 166 hectares da restinga na Baixada do Maciambu, Parque
Estadual Serra do Tabuleiro;
- São
Paulo –
Mais de 290 hectares de vegetação nativa restaurados em regiões
importantes para a conservação da Mata Atlântica.
A companhia também apoia iniciativas como a
Associação Mico-Leão-Dourado e desenvolveu, no contexto do Contorno Viário de
Florianópolis, um protocolo inédito de produção de mudas da fitofisionomia
Restinga, que poderá servir de referência para futuras ações de
reflorestamento.
Proteção do Meio Ambiente como
valor
A atuação ambiental da Arteris está integrada à
estratégia da Agenda ESG da companhia, que inclui programas de monitoramento da
fauna e da flora, controle de emissões, educação ambiental e soluções de
mobilidade com menor impacto ao meio ambiente.
“Nosso desafio é provar, na prática, que é possível
conciliar grandes obras de infraestrutura com o respeito ao meio ambiente. E os
números mostram que estamos no caminho certo”, conclui Daniela Bussmann.
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