Gerenciamento
eficiente do orçamento familiar, associado a condições e facilidades para
compra do imóvel próprio, tem feito com que o brasileiro saia do aluguel
Imagens geradas por IA
Planejamento, organização e prioridade, três
pilares da educação financeira, têm permitido a uma grande parcela da população
realizar o sonho da casa própria. De acordo com o último levantamento da Câmara
Brasileira da Indústria da Construção (CBIC)/Brain Inteligência Estratégica, o
mercado imobiliário cresceu 15,7% em vendas no primeiro trimestre do ano, com o
Minha Casa Minha Vida respondendo por 47% da comercialização de imóveis
residenciais no País. “Além de constatar na prática a importância e a
eficiência do bom gerenciamento de seus orçamentos, os compradores encontram
atualmente nas incorporadoras condições favoráveis para a compra do imóvel
próprio, que representa um negócio seguro e também um projeto de vida para as
famílias”, observa Guilherme Bonini, Co-CEO da Longitude Incorporadora.
Segundo a recente pesquisa Datafolha, sair do
aluguel é o desejo de 93% das famílias e se manifesta mais expressivamente
entre jovens de 16 a 34 anos (97%). Em um cenário de juros altos, 94% dos
brasileiros acreditam ser mais vantajoso assumir o financiamento da casa
própria do que pagar um imóvel alugado. Nos primeiros meses do ano, o Índice
FipeZap indica que em 36 cidades monitoradas pelo levantamento o aumento
acumulado do valor do aluguel foi de 5,13% contra 2,75% da inflação oficial.
“De forma geral, estimativas mostram que 25 milhões
de pessoas no Brasil não sabem que têm condições de comprar um imóvel”, afirma
o executivo. “Hoje, com uma entrada a partir de R$ 300 e subsídios que chegam a
R$ 55 mil para quem participa do Minha Casa Minha Vida, é possível adquirir o
imóvel próprio”, completa.
A decisão pela casa própria, na visão de Guilherme
Bonini, passa pela educação financeira. Neste ponto, destaca o executivo, o
comprador deve organizar o orçamento de acordo com a renda da família, ponderar
sobre quanto terá que desembolsar na entrada do apartamento ou da casa e como
vai arcar com as prestações. “Também é muito importante que ele se informe
sobre as melhores condições oferecidas pelas incorporadoras e tudo o que
envolve a negociação. Da mesma forma, ter uma reserva extra para pagamento do
ITBI (Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis), registro do imóvel e outras
possíveis taxas é recomendável”, diz.
Durante todo o mês de julho, a Longitude
Incorporadora realiza uma campanha com diversas vantagens para compra de
imóveis. Além dos benefícios do Minha Casa Minha Vida, uma das facilidades
concedidas pela empresa é o parcelamento do valor da entrada em até 82 vezes
para imóveis de aproximadamente R$ 250 mil. Ainda há a possibilidade de somar
os ganhos de até três pessoas para compor o valor mínimo da renda. “Neste caso,
podem ser os salários dos cônjuges somados ao de um parente ou mesmo um amigo
que more no mesmo imóvel”, diz.
Com 13 anos no mercado, presença em mais de 20
cidades do interior paulista e também na Capital, totalizando 35
empreendimentos, a Longitude Incorporadora comercializou 2.020 unidades entre
apartamentos e casas em 2024. Com atuação prioritária no segmento econômico de
imóveis, beneficiou 6.030 pessoas. Este ano, com a ampliação das operações, a
empresa vai lançar novos empreendimentos em Sumaré e Hortolândia, cidades da
Região Metropolitana de Campinas, Sorocaba e também em São Paulo. No
planejamento, ainda há lançamentos previstos para os próximos dois anos.
“No cenário imobiliário atual, com os subsídios,
crédito regulado e um volume de lançamentos pelo programa Minha Casa Minha
Vida, compatível com as demandas habitacionais, as famílias brasileiras
encontram as condições favoráveis para sair do aluguel e, de fato, terem um
aporte seguro em seus patrimônios com a aquisição do imóvel próprio”, conclui
Guilherme Bonini.
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