Movimento foi um dos marcos mais significativos da história de São Paulo e do Brasil
Neste
9 de Julho, a Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo
(AFPESP) reforça a importância de manter viva a memória da Revolução
Constitucionalista de 1932, uma mobilização que teve como principal objetivo a
conquista de uma nova Constituição e o fortalecimento das instituições
democráticas no país.
Liderada
pelos paulistas, a Revolução de 1932 surgiu como reação ao autoritarismo do
Governo Provisório de Getúlio Vargas, instaurado após a Revolução de 1930. Com
a ordem constitucional suspensa, São Paulo se ergueu em defesa do Estado de
Direito e de eleições legítimas. Embora derrotado no campo militar, o movimento
teve efeito decisivo na convocação de uma Assembleia Constituinte e na
promulgação da nova Constituição brasileira em 1934.
A
data representa um marco na luta pela cidadania e pelos direitos civis no
Brasil. Para a AFPESP, é fundamental que as novas gerações conheçam a coragem e
o espírito democrático que marcaram a Revolução de 32. Preservar essa memória é
garantir que os ideais de justiça e participação continuem vivos.
Como parte de seu compromisso com a valorização da história paulista, a entidade mantém um acervo permanente dedicado à Revolução. A mostra, instalada na Galeria Jorge Mancini, anexa à sede da entidade, no centro da capital paulista, reúne documentos originais, uniformes, armas e objetos que ajudam a contar essa trajetória essencial na defesa da democracia brasileira.
Durante o mês comemorativo, a exposição está aberta à visitação gratuita, de segunda a sexta-feira (exceto feriados), das 10h às 15h. Além dos objetos históricos, os visitantes têm a oportunidade de conhecer curiosidades sobre o cotidiano dos combatentes e as mobilizações civis da época. É uma chance de vivenciar parte da história paulista e compreender a importância da luta por uma Constituição democrática em um espaço preservado pela maior entidade associativa da América Latina.

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