Pesquisar no Blog

domingo, 16 de agosto de 2026

Turismo Felino: Conheça os Gatos de Istambul

Gato com a torre de Galata ao fundo em Istambul
 divulgação

Através das redes sociais, a capital da Turquia ficou conhecida pelos seus habitantes felinos, tão famosos quanto seus pontos turísticos

 

Quando pensamos em Istambul, alguns cartões-postais vêm à mente: o Estreito de Bósforo cintilando sob a luz do sol; a majestosa mesquita Hagia Sophia (Santa Sofia) ou a encantadora Torre de Leandro emergindo do mar. Também costumamos imaginar os bondes vermelhos percorrendo a Avenida Istiklal, ou a Torre de Galata erguendo-se contra o horizonte. Mas além de todas essas atrações, há outra que merece estar na lista: os gatos de Istambul. 

Há séculos os gatos são uma parte inseparável da vida em Istambul. Hoje, esses felinos fazem parte da identidade da cidade tanto quanto seus pontos turísticos mais famosos. Nos últimos anos, eles também se tornaram celebridades internacionais, conquistando o coração de milhões de pessoas pelas redes sociais e se transformando em embaixadores turísticos inesperados de Istambul.
 

Por que o mundo adora os gatos de Istambul? 

Com hashtags como #CatsOfIstanbul e #İstanbulCats, as redes sociais estão repletas de momentos protagonizados pelos moradores felinos da cidade. Há o gato que atravessou a pista na frente de um carro de Fórmula 1® durante uma corrida de exibição na Turquia, parecendo dar ao piloto o sinal para largar. Outro entrou no campo de futebol antes da final da UEFA, como se fosse o verdadeiro dono do estádio. 

Gato em campo de futebol
 divulgação

Em Istambul, gatos se tornam convidados regulares em concertos sinfônicos, apresentações de ballet e produções teatrais. Na capital da Turquia, esses momentos não são incomuns, são simplesmente parte do dia a dia. 

Uma pesquisa recente revelou que 59% dos viajantes da Geração Z recorrem ao Instagram em busca de inspiração para viagens, seguidos pelo YouTube (54%) e pelo TikTok (47%). Assim, os gatos de rua de Istambul são os mais novos agentes de turismo da cidade.
 

Seguindo os gatos pelas ruas 

Quer saber para onde ir se quiser conhecer os moradores mais famosos de Istambul? A resposta é simples: quase qualquer lugar. Desde a Praça de Sultanahmet, onde os gatos vagam entre monumentos, até as mesquitas, nas quais eles também são bem-vindos. 

O amor pelos gatos se estende até mesmo aos museus. Em Galata, o Museu do Gato de Istambul celebra a relação da cidade com esses felinos por meio de arte e exposições temáticas, ao mesmo tempo em que apoia o bem-estar dos animais de rua.
 

Além de Istambul: Gatos por toda a Turquia 

Embora Istambul seja a cidade mais conhecida do mundo por seus gatos de rua, ela não é a única com felinos dando boas-vindas aos seus visitantes na Turquia. Desde as ruínas antigas da Cidade Antiga de Éfeso e o Teatro Antigo de Aspendos até as cidades litorâneas e as ruas movimentadas das grandes cidades, os gatos são companheiros familiares em muitos dos destinos mais apreciados do país.

 

 Türkiye Tourism Promotion and Development Agency (TGA) 
GoTurkiye.com 


Diabetes: cães e gatos também sofrem com a doença

Você sabia que os cães e gatos também podem desenvolver a doença? E você sabia também que o diagnóstico e tratamento é muito parecido com o realizado em humanos?

Se um animal, cão ou gato, passa a beber muita água, comer muito, urinar muito e perder peso, ele pode ter Diabetes. Assim como em humanos, o Diabetes pode acontecer em qualquer idade, mas é muito mais comum em animais acima de cinco anos de idade, em cães de raça pequena e em Labradores e Rottweilers. 

Se o pet tem os sintomas acima, é recomendado que passe em avaliação com o Médico Veterinário para realizar um exame físico, dosar a glicemia, fazer um exame de urina e, se for o caso, o profissional recomendará outros exames. O diagnóstico pode ser rápido, com a simples dosagem de açúcar em uma gotinha de sangue. 

Existem várias causas que predispõem o desenvolvimento do diabetes em cães e gatos:racial, como nos poodles, schnauzer, cocker spaniel inglês, dachshund, rottweiler, beagle, labrador, devido à obesidade; por uso continuo de corticosteróide; hiperadrenocorticismo ou com problemas hepáticos. Já nos gastos, o fator predisponente mais comum é a obesidade e o uso de cortisona. 

Infelizmente, não existe cura para o diabetes, mas há tratamento e manejo que pode fazer com que o animal tenha uma vida praticamente normal, limitado à rotina de receber aplicações de insulina todos os dias, ter um controle rigoroso da dieta e constante prática de atividades físicas. 

Como em outras doenças crônicas, ele deve sempre ser reavaliado pelo médico veterinário, para controle de peso e controle da glicemia, pelo menos, a cada quatro meses.

  

Marcelo Quinzani - médico veterinário e diretor clínico do Hospital Veterinário Pet Care.


Efeito Ozempic/Monjaro: como as canetas emagrecedoras começam a mudar o consumo em restaurantes no Brasil

 Estudo mostra que usuários reduzem saídas, comem menos e priorizam alimentos mais saudáveis, pressionando o food service a se adaptar a um novo perfil de cliente

 

A recente aprovação do uso do Mounjaro para crianças e adolescentes com diabetes tipo 2 pela Anvisa reforça o avanço dos medicamentos à base de GLP-1 no Brasil e amplia o debate sobre seus impactos na sociedade. Mais do que uma questão de saúde, esse movimento começa a produzir efeitos diretos no comportamento de consumo especialmente no setor de alimentação fora do lar. Um estudo recente da NielsenIQ aponta que o chamado “efeito Ozempic” está mudando a forma como os brasileiros se alimentam, consomem e frequentam restaurantes. 

Para Thiago Terra, Executivo de Estratégia Comercial e Trade Marketing da Grano Alimentos, líder no segmento de vegetais congelados no Brasil, o impacto já começa a aparecer no dia a dia do setor. “O que estamos vendo é uma mudança silenciosa, mas relevante: o consumidor passa a sair menos e, quando sai, faz escolhas mais conscientes. Isso mexe diretamente com o modelo tradicional do food service, que sempre foi muito apoiado em volume e consumo por impulso”, afirma. 

Hoje, 4,6% dos lares brasileiros já utilizam esse tipo de medicamento, enquanto 26,1% representam potenciais usuários, ainda limitados principalmente por barreiras de preço e receio de efeitos colaterais. Entre os não usuários, 28,6% afirmam não utilizar por serem caros, 39,8% preferem priorizar alimentação saudável e dietas e 39,3% relatam uso associado a condições de saúde, como diabetes. Entretanto, esse potencial tende a se expandir com a ampliação do acesso e com a redução de preços impulsionada pelo fim da vigência de patentes, que abre espaço para versões mais acessíveis e maior penetração no mercado. Ainda que a adoção no país seja relativamente baixa, o impacto no comportamento de consumo já é relevante, especialmente entre consumidores de maior renda — público que historicamente sustenta o food service. 

Em mercados mais maduros, como Estados Unidos e Canadá, observa-se uma trajetória de maior penetração, reforçando o potencial de crescimento no Brasil. Em 2025, cerca de 12% dos lares norte-americanos já utilizavam GLP-1, com projeção dobrar até 2030, enquanto no Canadá esse índice já alcança 15% dos lares. 

O principal movimento está na mudança de hábitos: 89,4% dos usuários afirmam ter alterado sua alimentação. Há uma redução significativa no consumo de itens indulgentes, como doces, snacks, frituras e bebidas alcoólicas, ao mesmo tempo em que cresce a busca por proteínas, alimentos frescos e opções com menor teor de açúcar. 

Esse novo padrão também altera a lógica de consumo fora de casa. Com maior sensação de saciedade e menor apetite, o consumidor passa a comer menos e com mais intenção. Em mercados mais maduros, como Estados Unidos e Canadá, cerca de 40% dos usuários já compram menores quantidades de alimentos, enquanto uma parcela migra para opções de maior valor agregado, priorizando qualidade e benefícios nutricionais. 

Além da mudança no prato, há também impacto direto no bolso. O custo elevado do tratamento faz com que muitos usuários reorganizem suas prioridades de consumo: 62% afirmam despriorizar outros gastos para acomodar a despesa com o medicamento. Entre as principais categorias afetadas estão bares (62,3%), restaurantes (54,9%) e até mesmo compras em supermercados (16,4%). Esse movimento indica que o efeito dos GLP-1 não está apenas no ticket médio, mas também na frequência de consumo fora do lar, com reflexos diretos para o food service. 

Logo, para o food service, o desafio passa a ser duplo: lidar com um cliente que come menos e, ao mesmo tempo, mais exigente. A tendência aponta para uma valorização de cardápios com porções menores, opções mais leves, ricas em proteína e com apelo funcional, além de bebidas sem açúcar ou com benefícios adicionais. 

Outro ponto relevante é o enfraquecimento do consumo por impulso. Combos tradicionais como refeições completas com acompanhamento e bebida tendem a perder espaço para escolhas mais conscientes e personalizadas. 

Na avaliação do executivo da Grano Alimentos, o movimento exige uma mudança prática na forma como o setor se organiza. “O consumidor não deixou de consumir fora de casa, mas está mais criterioso. Ele come menos, escolhe melhor e passa a valorizar aquilo que entrega benefício real, seja em qualidade nutricional, seja em experiência. Para o food service, isso significa repensar desde o tamanho das porções até a composição dos pratos e o papel das indulgências dentro do cardápio”, afirma. 

Com a ampliação do acesso e da indicação desses medicamentos, agora alcançando também faixas mais jovens da população, o potencial de impacto tende a crescer. O movimento sinaliza uma mudança estrutural no comportamento do consumidor, que pode ganhar escala nos próximos anos. Para o setor, o momento é de adaptação e de leitura atenta de um consumidor que está, literalmente, com menos fome, mas muito mais seletivo.

 

Grano Alimentos

 

Alimentação com hortaliças e frutas potencializa efeitos de canetas emagrecedoras



Nutricionista destaca que o desempenho do tratamento está diretamente ligado à qualidade da dieta e ao planejamento nutricional 

 

O uso das chamadas canetas emagrecedoras tem se popularizado como alternativa no tratamento da obesidade e do sobrepeso. Indicados sob prescrição médica, esses medicamentos atuam na redução do apetite, no aumento da saciedade e no retardo do esvaziamento gástrico.  

No entanto, especialistas alertam que o sucesso do emagrecimento saudável está diretamente ligado à qualidade da alimentação, visando o consumo adequado de todos os grupos de alimentos, como proteínas, carboidratos, hortaliças e frutas.  

Segundo a nutricionista Luciana Valente de Oliveira, especialista em emagrecimento, Nutrição Clínica Funcional e Fitoterapia Funcional, a medicação, por si só, não garante resultados eficientes e duradouros. “Sem uma alimentação equilibrada, o paciente pode apresentar deficiências nutricionais, perda muscular e até mesmo o reganho de peso. Por isso, é imprescindível o acompanhamento de um profissional qualificado”, afirma. 

Nesse contexto, as hortaliças e frutas desempenham papel fundamental, já que promovem saciedade, fornecem fibras e vitaminas e ajudam no controle glicêmico. “As fibras presentes nesses alimentos também podem auxiliar no funcionamento intestinal”, explica Luciana. 

A recomendação, de acordo com a nutricionista, é que metade do prato seja composta por hortaliças e que o consumo de frutas varie entre duas e três porções diárias. Além disso, ela destaca a importância de optar por produtos de boa qualidade e origem segura. “A preferência por alimentos frescos, da estação, com boa aparência e procedência confiável garante maior aporte nutricional e contribui para uma dieta equilibrada”, orienta. 

Sobre o consumo apropriado de hortaliças e frutas, um dos desafios enfrentados por pacientes em tratamento é a redução do apetite, efeito comum das canetas emagrecedoras. Nesses casos, estratégias simples podem ajudar. “Preparações como sopas, purês, smoothies e pequenas porções ao longo do dia são alternativas para manter a ingestão de nutrientes mesmo com menos fome”, sugere a profissional. 

Por outro lado, hábitos como pular refeições e consumir alimentos ultraprocessados devem ser evitados. “O tratamento eficaz envolve um conjunto de fatores, incluindo ingestão adequada de proteínas, fibras, gorduras boas, além de variedade alimentar, hidratação, sono e prática de atividade física”, reforça Luciana Valente. 

Assim, o uso das canetas emagrecedoras deve ser encarado como parte de uma abordagem integrada, em que a alimentação saudável é peça-chave para obter resultados consistentes e sustentáveis. 


Do campo à mesa 

A busca pela qualidade das hortaliças e frutas começa muito antes de chegar ao prato do consumidor. Desde a escolha das sementes até o manejo no campo, cada etapa do processo produtivo influencia diretamente o valor nutricional, o sabor e a durabilidade dos alimentos.  

Esse cuidado ao longo da cadeia visa garantir produtos mais frescos e nutritivos, contribuindo para uma alimentação equilibrada e potencializando os resultados de estratégias de saúde, como o uso das canetas emagrecedoras, por exemplo. 

De acordo com o especialista em desenvolvimento de sementes da Agristar do Brasil, Roberto Araújo, as hortaliças e frutas que chegam diariamente aos centros urbanos são resultado de um trabalho intenso de desenvolvimento, pensado para garantir produtividade no campo e qualidade ao consumidor final.  

“Existe uma busca por produtos mais versáteis, com boa durabilidade, sabor e qualidade nutricional. Isso orienta diretamente o desenvolvimento das novas cultivares”, destaca o especialista da Agristar, empresa com cinco estações experimentais localizadas em São Paulo, Minhas Gerais, Santa Catarina, Rio Grande do Norte e Pernambuco, onde são desenvolvidos materiais adaptados às diferentes regiões do Brasil.  



Agristar
www.agristar.com.br
Facebook: https://www.facebook.com/agristardobrasil
Instagram: @agristardobrasil


Por que o tomate ralado virou tendência na cozinha dos brasileiros?

Ingrediente amplia as possibilidades de preparo e acompanha a mudança nos hábitos de consumo 

 

A busca por praticidade tem mudado a forma como os brasileiros escolhem os alimentos que levam para casa. Sem abrir mão do sabor e da qualidade, consumidores procuram produtos que facilitem o preparo das refeições e reduzam o tempo na cozinha. Nesse cenário, o tomate ralado começa a ganhar espaço ao transformar um ingrediente tradicional em uma solução pronta para diferentes tipos de preparo.

Diferentemente de outros produtos à base de tomate, o tomate ralado preserva as características do ingrediente e amplia as possibilidades de uso no dia a dia. Ele pode ser incorporado a receitas quentes e frias, recheios, refogados, sopas, risotos, carnes, vegetais, bruschettas e diversas outras preparações, oferecendo praticidade sem limitar a criatividade de quem cozinha.

Esse movimento acompanha uma mudança no comportamento do consumidor. Segundo o Brasil Food Trends 2030, do Instituto de Tecnologia de Alimentos (ITAL), conveniência e praticidade estão entre os fatores que mais influenciam as escolhas alimentares dos brasileiros, principalmente quando associadas à qualidade e à experiência de preparar a própria comida.

De olho nessa tendência, a D'Oro Madre, marca da Fabio Foods, aposta no tomate ralado como uma alternativa para quem deseja otimizar o preparo das refeições mantendo o ingrediente como protagonista.

Segundo Fábio Zukerman, fundador da Fabio Foods, o produto surgiu para simplificar uma etapa comum da cozinha sem alterar a forma como cada pessoa prepara seus pratos.

"O tomate faz parte da alimentação do brasileiro há décadas. O que fizemos foi pensar em uma maneira de entregar esse ingrediente já pronto para o uso, economizando tempo e facilitando a rotina, mas preservando sua versatilidade. Cada pessoa continua tendo liberdade para utilizá-lo da maneira que preferir."

Além da praticidade, o empresário destaca que o tomate ralado também contribui para reduzir o desperdício doméstico.

"É comum comprar tomates e acabar perdendo parte deles porque amadurecem rápido ou não são utilizados a tempo. Quando o ingrediente já está pronto para o consumo, esse desperdício tende a diminuir e o preparo das refeições fica mais simples."

Para Zukerman, a inovação está justamente em repensar ingredientes que já fazem parte da rotina dos brasileiros.

"Nem toda inovação nasce de um alimento novo. Muitas vezes ela está em oferecer uma nova forma de consumir um ingrediente tradicional, acompanhando as necessidades de quem busca praticidade sem abrir mão da qualidade."

Com a rotina cada vez mais acelerada, produtos que unem conveniência, redução de desperdício e versatilidade tendem a ganhar espaço nas cozinhas brasileiras. É nesse cenário que o tomate ralado começa a se consolidar como uma nova opção para diferentes momentos de consumo.


Dicas para reduzir o desperdício alimentar em casa



Com técnicas do WasteWatch, metodologia da Sodexo para gestão de desperdícios, é possível diminuir o excesso de alimentos que são descartados no dia a dia doméstico
 

 

O desperdício de alimentos ainda faz parte da rotina de milhões de famílias. Segundo o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), 60% de todo o desperdício de alimentos ocorre dentro dos lares, resultado, muitas vezes, de compras sem planejamento, armazenamento incorreto e do descarte de alimentos que ainda poderiam ser consumidos. 

Com pequenas mudanças de hábito, no entanto, é possível reduzir perdas, economizar e contribuir para um consumo mais sustentável. Com essa proposta, a Sodexo compartilha práticas adotadas em suas operações por meio do programa global WasteWatch, mostrando como técnicas utilizadas em larga escala podem ser adaptadas à rotina dos consumidores. O programa promove uma gestão integrada de resíduos, perdas e sobras, com o objetivo de reduzir o desperdício alimentar. 

Confira:

1. Descascar apenas quando necessário

Muitos legumes podem ser consumidos com casca, mas quando a receita realmente exigir o descasque, a dica é manter facas e utensílios bem afiados para retirar apenas o necessário, reduzindo perdas.

 

2. Aproveitar o alimento por completo

Na operação os ingredientes são aproveitados ao máximo. Em casa, isso também é possível utilizando as partes que seriam descartadas, por exemplo:

- Cascas de frutas podem virar geleias, compotas ou até sucos.

- Folhas de alface, espinafre, rúcula, agrião e muitas outras são frequentemente descartadas por estarem murchas ou quebradas. Essas folhas podem ser aproveitadas em molhos pesto, smoothies, sopas e sucos.

- Cascas de legumes podem ser assadas para virar chips crocantes ou utilizadas em sopas, cremes e caldos.

 

3. Descobrir o potencial de partes pouco utilizadas

Sementes muitas vezes são descartadas, mas também podem ganhar um novo uso:

- Sementes de abóbora podem ser assadas e consumidas como snack, em saladas, pães ou granolas.

- Sementes de mamão desidratadas podem ser usadas como tempero e em marinadas.

 

4. Planejar antes de preparar

Assim como nas operações a produção pode variar de acordo com a demanda, em casa vale planejar as refeições e verificar o que já existe na geladeira antes de ir às compras. Outra prática simples é organizar os alimentos para que os produtos com a data de validade mais próxima fiquem na frente e sejam consumidos primeiro. Essa organização ajuda a evitar perdas por esquecimento e garante um melhor aproveitamento dos alimentos.




Sodexo
https://www.linkedin.com/company/sodexo/
https://www.facebook.com/sodexoservicos
https://www.instagram.com/sodexobrasil


Tilápia, pintado, salmão ou bacalhau? Nutricionista explica como escolher o peixe ideal para cada preparo

 

Imagem gerada por Inteligência Artificial


Especialista da Água Doce Sabores do Brasil explica as características dos principais pescados e como cada um pode valorizar diferentes receitas

 

Os peixes conquistam cada vez mais espaço na mesa dos brasileiros, seja pelo sabor, pela versatilidade ou pelos benefícios nutricionais. No entanto, escolher o tipo ideal para cada receita ainda pode gerar algumas dúvidas. Enquanto alguns pescados são mais indicados para grelhar, outros se destacam em moquecas, ensopados ou preparações assadas, garantindo melhor textura e aproveitamento dos sabores. Segundo Claudia Mulero, nutricionista da Água Doce Sabores do Brasil, rede de franquias especializada em culinária brasileira, conhecer as características de cada peixe faz toda a diferença no resultado do prato. 

Além da versatilidade gastronômica, o consumo regular de peixes está associado a uma alimentação equilibrada. Eles são fontes de proteínas de alto valor biológico, vitaminas do complexo B, vitamina D, selênio e gorduras insaturadas, especialmente os peixes de águas frias, ricos em ômega-3. "Cada espécie possui uma quantidade diferente de gordura, firmeza e sabor. Essas características influenciam diretamente na forma de preparo e na experiência gastronômica. Escolher o tipo certo e os temperos adequados de acordo com cada finalidade ajuda a preservar a textura, realçar o sabor e aproveitar melhor seus nutrientes", explica.

 

Tilápia: versatilidade para o dia a dia

Com sabor suave e carne macia, a tilápia é uma das opções mais consumidas no Brasil. Sua versatilidade permite diferentes preparos, como grelhados, empanados, assados, iscas e até mesmo cru, como ceviche. Por ter um sabor delicado, combina muito bem com ervas frescas, limão e molhos leves, sendo uma excelente opção para quem busca refeições equilibradas.

 

Pintado: ideal para ensopados e moquecas

Tradicional na culinária brasileira, especialmente no Centro-Oeste e Sudeste, o pintado possui carne firme e poucas espinhas, características que permitem cozimentos mais longos sem perder a consistência. É um peixe que absorve muito bem os temperos e mantém sua estrutura durante o preparo, tornando-se excelente para moquecas, caldeiradas e outros pratos com molho.

 

Salmão: perfeito para grelhar e assar

Rico em ômega-3 e com textura macia, o salmão é indicado para preparações rápidas, como grelhados e assados, além de ser bastante utilizado na culinária oriental, podendo ser consumido cru. Por apresentar maior teor de gordura saudável, o salmão permanece suculento mesmo em altas temperaturas, dispensando preparos muito elaborados. Depois de limpo e cortado, pode ser degustado como sashimi com molho de soja e erva forte, tradicionais na cultura japonesa. Também é uma opção se prepará-lo como carpaccio, uma entrada fria refinada e leve, feita com lâminas finíssimas de salmão fresco, azeite extravirgem, raspas e suco de limão-siciliano, flor de sal e cebolinha.

 

Bacalhau: tradição em receitas especiais

Muito presente em datas comemorativas, o bacalhau é conhecido pelo sabor marcante e pela textura firme após o dessalgue.Ele harmoniza muito bem com legumes, azeite de oliva, batatas, ovos e ervas aromáticas. É uma excelente escolha para assados, gratinados e receitas tradicionais da culinária portuguesa.

 

Robalo e linguado: delicadeza para preparos leves

Peixes de carne branca e sabor delicado, robalo e linguado são indicados para preparações mais suaves, como grelhados, cozidos no vapor ou assados com legumes. Como possuem sabor mais sutil, o ideal é utilizar temperos que valorizem o pescado sem mascarar suas características naturais.

 

Atum: sabor marcante para preparos rápidos

Com carne firme e sabor mais intenso, o atum é uma excelente opção para grelhados rápidos, selados ou preparações levemente malpassadas, preservando sua suculência. Também é bastante utilizado em receitas da culinária oriental, em saladas, lanches e patês. Por ser um peixe de textura consistente, o atum combina muito bem com preparos que valorizam seu sabor natural, utilizando temperos leves, ervas frescas e molhos à base de cítricos.

 

Cação: excelente para ensopados e moquecas

O cação é conhecido pela carne macia, praticamente sem espinhas, e pela capacidade de absorver bem os temperos. Essas características fazem dele uma escolha frequente para moquecas, ensopados e caldeiradas. Como possui uma textura delicada, o cação incorpora facilmente os sabores dos caldos e molhos, proporcionando pratos muito aromáticos e equilibrados.

 

Peixe-porquinho: crocância que faz sucesso nas frituras

Menos conhecido pelo grande público, o peixe-porquinho se destaca pela carne saborosa e textura que fica especialmente crocante quando frita. Muito apreciado em porções e petiscos, é uma ótima opção para quem busca uma experiência diferente à mesa. Quando preparado corretamente, o peixe-porquinho fica com a casquinha crocante por fora e a carne macia por dentro. É uma excelente escolha para frituras, acompanhado de molhos leves, limão e guarnições como mandioca ou batatas. 

"Variar os tipos de pescado ao longo da semana amplia a oferta de nutrientes e contribui para uma alimentação mais completa. Os peixes de água doce costumam apresentar sabor mais suave e delicado, harmonizando bem com temperos leves e ervas frescas. Já muitos peixes de água salgada possuem sabor mais marcante e, em alguns casos, maior teor de gordura, o que resulta em carnes mais suculentas e preparações que valorizam ingredientes como azeite, alho, ervas aromáticas e molhos cítricos. Independentemente da origem, o mais importante é escolher a técnica de preparo adequada para preservar a textura e as características de cada espécie", conclui Claudia Mulero.

 

Água Doce


Cortes modernos e técnicas de chef para o churrasco

Flat iron, picanha de filé e técnicas de cocção elevam o nível da grelha em casa com economia

 

O tradicional churrasco em família desponta como a escolha favorita de domingo. No entanto, diante das recentes oscilações nos preços das carnes consideradas nobres, como a picanha e o bife ancho, o almoço especial pode pesar significativamente no bolso do consumidor. Mas ir além do óbvio no cardápio de domingo não precisa ser sinônimo de gastar muito dinheiro. 

De acordo com o Prof. Alvaro Mielke, docente dos cursos de Gastronomia e Nutrição da Cruzeiro do Sul Virtual, é possível gourmetizar a churrasqueira e apresentar uma experiência sofisticada na brasa utilizando cortes alternativos e técnicas simples de chef de cozinha. 

"A grande diferença entre o churrasco convencional e o gourmetizado está no foco que se dá aos detalhes. Enquanto o tradicional exalta apenas a potência do fogo e o sal grosso, a versão contemporânea trabalha com camadas de sabor, controle preciso de temperatura e acompanhamentos que surpreendem no paladar", explica Mielke.

 

A nova era dos cortes alternativos

Uma das principais estratégias para economizar no açougue sem renunciar à maciez está na escolha de carnes menos famosas, mas que entregam um nível de marmoreio (a gordura entremeada nas fibras) tão generoso quanto o das opções nobres. Segundo o docente, a indústria da carne tem criado nomenclaturas comerciais que valorizam essas peças. 

"Muitos desses cortes alternativos apresentam uma gordura entremeada tão generosa quanto a dos cortes famosos. São opções que entregam maciez e suculência equivalentes, mas sem o preço da fama. Com essas escolhas, é possível fazer um churrasco de primeiríssima linha sob controle financeiro", destaca o especialista. 

Entre os principais destaques, o chef aponta o Flat Iron (extraído da raquete da paleta bovina), considerado o segundo corte mais macio do boi e dono de um sabor extremamente marcante, desde que limpo sem o nervo central. Outra excelente opção de custo-benefício é a Picanha do Filé (Capa de Filé), parte superior do filé mignon que preserva a mesma maciez do corte nobre, mas com maior presença de gordura e por metade do preço de mercado. 

Para quem não abre mão do osso, o Rib Eye (bisteca com osso) oferece o mesmo marmoreio do bife ancho por um valor muito mais acessível. Já o Bife de Vazio surge como a alternativa econômica ideal para substituir a fraldinha em assados lentos. 

Na categoria de cortes do dia a dia que surpreendem na brasa, o Coxão Mole e o Acém (quando bem marmorizados e selados em fogo alto) entregam bifes extremamente suculentos, desde que fatiados finamente contra a fibra.

 

Técnicas de chef para aplicar na brasa de casa

Mais do que a escolha da matéria-prima, o sucesso do churrasco de domingo depende da aplicação de processos técnicos de cocção. O especialista ensina que pequenos truques de cozinha mudam completamente o resultado na boca da mesa: 

  • Salga a seco (Dry Brining): "Em vez de jogar o sal grosso na hora de ir para o fogo, o ideal é polvilhar a carne moderadamente com sal refinado ou de parrilla, usando uma quantidade leve que cubra a superfície e deixando-a descansar descoberta na geladeira de duas a quatro horas antes do preparo. A técnica ajuda a quebrar as fibras musculares, garantindo uma carne incrivelmente macia e suculenta", orienta Mielke.

 

  • Zonamento de calor: O churrasqueiro deve organizar o carvão para criar três áreas distintas na churrasqueira: fogo alto para selar a carne rapidamente e reter seus sucos; fogo médio para assar e cozinhar; e uma zona fria (sem brasa direta) para o descanso e finalização das peças.

 

  • Defumação rápida: "Para conferir complexidade aromática ao assado sem complicações, basta jogar ramos úmidos de ervas como alecrim e louro, ou até cascas de laranja molhadas, diretamente sobre as brasas durante o preparo", ensina.

 

  • Tempo de descanso: Retirar a carne e cortá-la imediatamente é um erro comum que faz a peça perder toda a sua suculência. O correto é deixá-la descansar embrulhada em papel-alumínio na zona fria por 5 a 10 minutos antes de fatiar, permitindo a redistribuição perfeita da umidade interna antes do corte.

 

Acompanhamentos que roubam a cena

Para o chef, um churrasco inesquecível vai muito além da proteína e deve contar com guarnições frescas que fujam dos tradicionais pães de alho industrializados e da maionese pesada de batata. 

"Para inovar sem gastar muito, o segredo é substituir produtos prontos e pesados por preparos mais frescos e leves. Uma salada de grão-de-bico com molho de iogurte natural, hortelã e azeite traz cremosidade e frescor, enquanto um guacamole bem temperado funciona perfeitamente para acompanhar torradas e carnes", sugere. 

No lugar do pão de alho pronto, fatias de pão francês pinceladas com manteiga de ervas caseira tostadas na grelha entregam muito mais sabor. Uma alternativa econômica e surpreendente é grelhar fatias de polenta cozida temperadas com páprica e azeite, resultando em uma guarnição crocante e barata. 

Por fim, substituir a farofa simples por uma farofa de banana-da-terra com bacon frito e farinha de milho traz um contraste agridoce que costuma se tornar a grande atração do almoço. "Com criatividade e técnica, provamos que inovação na cozinha não precisa ser sinônimo de gastar muito dinheiro. O churrasco do Dia dos Pais pode ser afetuoso, cheio de técnica e sabor, valorizando o momento em família", finaliza o professor.

 

Mostarda: ingrediente milenar acompanha crescimento da categoria de condimentos e ganha novas possibilidades na cozinha

A chef e consultora da Kraft Heinz Brasil, Roberta Garcia, explica as diferenças entre os tipos de mostarda, compartilha curiosidades sobre o ingrediente e ensina combinações para aproveitar todo o seu potencial na cozinha


Celebrado no primeiro sábado de agosto (01), o Dia da Mostarda homenageia um dos condimentos mais antigos e versáteis da gastronomia. Presente em receitas que vão de sanduíches e saladas a carnes, marinadas e molhos, o ingrediente acompanha um momento de expansão da categoria de molhos e condimentos. 

Segundo a Euromonitor International, o segmento registrou crescimento em valor em 2025, impulsionado pela inovação e pela diversificação dos portfólios. A mostarda reflete esse movimento ao evoluir de um acompanhamento tradicional para um ingrediente versátil, disponível em diferentes estilos e capaz de agregar sabor a uma ampla variedade de preparos. 

Para comemorar a data, a Hemmer, marca da Kraft Heinz Brasil, reconhecida por sua tradição em condimentos, reuniu curiosidades sobre a história da mostarda, seus diferentes tipos e formas de uso, além de dicas da chef Roberta Garcia para explorar todo o potencial desse ingrediente na cozinha.
 

1. É um dos condimentos mais antigos do mundo

A mostarda acompanha a alimentação humana há milhares de anos. Registros históricos apontam que suas sementes já eram utilizadas por civilizações antigas, enquanto os romanos ajudaram a popularizar o preparo do condimento ao misturar sementes moídas com líquidos ácidos, dando origem a uma pasta semelhante à consumida atualmente.
 

2. Existem diferentes tipos de mostarda

Muito além da versão amarela, a mostarda pode ser encontrada em diferentes estilos, cada um com características próprias e aplicações específicas. A amarela tem sabor suave e levemente ácido, ideal para sanduíches, hambúrgueres e cachorro-quente. Já a Dijon é mais intensa e aromática, harmonizando com carnes, molhos, saladas e marinadas. A mostarda escura, por sua vez, tem sabor mais marcante e encorpado, sendo uma excelente opção para carnes grelhadas, embutidos, sanduíches e receitas que pedem um toque mais intenso. 

"Na Hemmer, entendemos que cada tipo de mostarda tem características e aplicações diferentes. Por isso, desenvolvemos um portfólio que acompanha desde preparos do dia a dia até receitas mais elaboradas, ajudando o consumidor a encontrar a opção ideal para cada ocasião’’, afirma Roberta.
 

3. A ciência por trás da picância

Quem já experimentou uma boa mostarda sabe que sua picância é diferente da pimenta. Em vez de provocar uma ardência que permanece na boca, ela cria uma sensação intensa e aromática que chega rapidamente ao nariz e às vias aéreas, característica que faz parte da identidade desse ingrediente. Esse efeito acontece quando as sementes são trituradas durante o preparo, liberando os compostos responsáveis pelo sabor e aroma marcantes da mostarda. O resultado é um perfil sensorial único, que combina intensidade, frescor e complexidade, tornando o ingrediente um aliado versátil para valorizar diferentes receitas. 

"Essa picância volátil e nasal é perfeita para 'limpar' o paladar. Quando usada com carnes mais gordurosas ou pratos pesados, a mostarda corta o excesso de gordura e traz um frescor instantâneo que equilibra toda a refeição", detalha a chef.
 

4. Também é uma aliada no preparo de molhos

Pouca gente sabe, mas a mostarda também exerce uma função técnica na cozinha: ela atua como um emulsificante natural, ajudando a unir ingredientes que normalmente não se misturam, como azeite e vinagre. Por isso, é bastante utilizada no preparo de vinagretes, maioneses caseiras e molhos para saladas, proporcionando uma textura mais cremosa e homogênea. 

Pensando nisso, que tal aprender a preparar uma receita de molho com Mostarda Hemmer? Confira a receita da Chef Roberta Garcia.
 


Molho para Salada



Ingredientes

3 colheres de sopa de Mostarda Hemmer

Suco de 1 limão tahiti

Suco de 1 limão siciliano

½ xícara de chá de água

1 colher de chá de alecrim

1 colher de sopa de Azeite de oliva

1 dente de alho picado

¼ de cebola roxa

1 colher de chá de Salsa

Sal e pimenta do reino moída à gosto
 

Modo de Preparo

Colocar todos os ingredientes no liquidificador e bater até ficar uma

mistura cremosa e homogênea.

Sirva com sua salada preferida! Vai dar um toque especial!
 

5. Um amaciante e marinador natural de carnes

Além de agregar sabor, a mostarda cumpre uma função fantástica na preparação de carnes vermelhas, aves e suínos graças à sua acidez natural. Quando usada como base de marinadas antes de ir ao fogo, a acidez do vinagre presente na mostarda ajuda a quebrar parcialmente as fibras superficiais da proteína, resultando em um corte incrivelmente macio e suculento. Ao mesmo tempo, ela forma uma camada protetora ao redor da peça que retém os sucos naturais da carne durante o cozimento, evitando que o prato fique seco.

"Um dos maiores diferenciais da mostarda é a versatilidade. Dependendo da combinação de ingredientes, ela pode trazer mais suavidade, intensidade, textura ou frescor ao prato. É um ingrediente que convida à experimentação e mostra que receitas simples também podem surpreender quando exploramos novos sabores’’, completa.

 

Kraft Heinz


Mais de mil explosões anuais no Brasil: saiba como evitar o mau uso de panelas de pressão

 ABRIQ reforça importância da certificação e dos cuidados no uso para prevenir acidentes domésticos graves

 

O uso inadequado de panelas de pressão segue entre as principais causas de acidentes domésticos no Brasil. Dados divulgados pela Associação Brasileira de Defesa do Consumidor (Proteste) apontam que aproximadamente 1,2 mil explosões desse tipo de produto são registradas anualmente no país, algumas delas com consequências graves, como queimaduras, incêndios, danos materiais e ferimentos sérios. 

Diante desse cenário, a Associação Brasileira de Infraestrutura da Qualidade (ABRIQ) alerta para a necessidade de utilizar apenas produtos certificados e seguir corretamente as orientações de uso e manutenção dos equipamentos. 

Entre os fatores que mais contribuem para os acidentes estão o bloqueio das válvulas de segurança, excesso de alimentos ou líquidos no recipiente, desgaste das borrachas de vedação e a falta de manutenção adequada. Para reduzir os riscos, as panelas de pressão comercializadas no Brasil precisam atender às exigências estabelecidas pelo Inmetro e pelas normas técnicas de segurança. 

“As panelas de pressão são produtos seguros quando utilizadas corretamente e dentro das especificações exigidas pelas normas brasileiras. O problema ocorre principalmente quando há negligência na manutenção ou uso inadequado do equipamento”, explica Marco Roque, vice-presidente de Produtos da ABRIQ. 

Os produtos certificados passam por ensaios laboratoriais que avaliam resistência, funcionamento das válvulas de segurança, eficiência da vedação e desempenho geral do equipamento. A certificação garante que a panela atende aos requisitos mínimos de segurança definidos pelos regulamentos técnicos. 

A entidade orienta que o consumidor sempre verifique a presença do selo do Inmetro e do Organismo de Certificação do Produto (OCP) antes da compra. Também é importante observar sinais de desgaste, especialmente nas válvulas e na borracha de vedação, substituindo componentes apenas por peças originais indicadas pelo fabricante. 

“Peças paralelas ou incompatíveis podem comprometer totalmente o funcionamento da panela e aumentar significativamente o risco de acidentes. A manutenção preventiva é indispensável para garantir a segurança do usuário”, destaca Roque. 

Cuidados semelhantes também devem ser adotados no uso das panelas de pressão elétricas, que se popularizaram nos últimos anos. O consumidor deve respeitar o limite máximo de capacidade indicado pelo fabricante, manter as válvulas limpas e desobstruídas e utilizar o aparelho em superfícies firmes e longe do alcance de crianças. 

Outro ponto importante é nunca forçar a abertura da panela antes da liberação completa da pressão interna. O procedimento correto deve seguir rigorosamente as orientações do manual do produto. 

“A escolha de produtos certificados e o cuidado no uso fazem toda a diferença para evitar acidentes graves dentro de casa. Segurança deve ser sempre prioridade quando se trata de equipamentos submetidos à alta pressão e temperatura”, conclui o vice-presidente de Produtos da ABRIQ.

 

Associação Brasileira de Infraestrutura da Qualidade (ABRIQ)


Posts mais acessados